Pesquisadores da UFSC apoiam projeto de estrada ecológica em Florianópolis

07/05/2019 16:10

Foto: Daniela Caniçali/Agecom/UFSC

No início de abril de 2019, moradores dos bairros Vargem Grande e São João do Rio Vermelho procuraram pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para solicitar apoio técnico e científico ao projeto de construção de uma Estrada Parque no norte do município de Florianópolis. Orlando Ednei Ferretti, professor do departamento de Geociências e coordenador do Observatório de Áreas Protegidas (Observa/UFSC), verificou a relevância do projeto e decidiu apoiá-lo. A via em questão, Estrada Cristóvão Machado de Campos, faz a ligação entre os dois bairros e tem sido objeto de discussão entre representantes da prefeitura e moradores da região.
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Pesquisas sobre peixes recifais são publicadas em periódico internacional

05/12/2018 12:15

Chefe do Laboratório de Biogeografia e Macroecologia Marinha do Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC, o professor Sergio R. Floeter acaba de publicar o terceiro artigo consecutivo no mais importante periódico internacional devotado aos estudos de macroecologia, o Global Ecology and Biogeography.

Sergio Floeter, do Laboratório de Biogeografia e Macroecologia Marinha da UFSC. Foto Lucas Nunes/LBMM

Os três trabalhos têm abordagens importantes sobre peixes recifais em larga escala e foram frutos de alunos orientados por Floeter no Programa de Pós-Graduação em Ecologia da UFSC. Os três trabalhos foram realizados após compilações de dados coletados pelos próprios autores e através de colaborações internacionais extensas. “Foi um verdadeiro hat-trick do nosso laboratório”, diz o professor, referindo-se à expressão bastante usada no futebol quando um jogador faz três gols em uma mesma partida. 
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Professores da UFSC participam de oficina de áreas prioritárias das zonas costeira e marinha

13/09/2018 16:02

Três professores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) participaram da Oficina de Áreas Prioritárias das Zonas Costeira e Marinha, que ocorreu entre os dias 11 e 13 de setembro, no Ministério do Meio Ambiente (MMA), em Brasília (DF). Especialistas, pesquisadores, gestores, representantes de ONGs e de comunidades tradicionais se reuniram, durante esses três dias, para definir ações prioritárias para a conservação na zona costeira e marinha no Brasil. Representaram a UFSC Bárbara Segal Ramos, do Departamento de Ecologia e Zoologia (ECZ/CCB); Paulo Antunes Horta Júnior, do Departamento de Botânica (BOT/CCB); e Marinez Eymael Garcia Scherer, do curso de Oceanografia (CFM). Os pesquisadores abordaram as ações voltada especificamente à regiões Sul e Sudeste, contribuindo na orientação de políticas públicas a serem implementadas nessas áreas.

A identificação de áreas prioritárias contribui na conservação da biodiversidade marinha brasileira e internacional, e se insere nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 14), na Convenção das Nações Unidas para o Direito do Mar (UNCLOS), na Convenção para a Diversidade Biológica (CDB), e nas Metas de Aichi, associando conhecimento científico com a criação de políticas públicas.

Mais informações na página do evento.

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Abertas inscrições para o curso de inverno em Ecologia

13/06/2018 17:38

O VIII Curso de Inverno em Ecologia será realizado de 25 a 27 de julho. De caráter teórico, o curso aborda conceitos de fundamentais a básicos em Ecologia. Em palestras ministradas por mestrandos, doutorandos e pesquisadores em estágio de pós-doutoramento junto ao Programa de Pós-graduação em Ecologia, o curso abrange a ecologia de populações, comunidades e ecossistemas, além de ecologia aplicada.

O curso é voltado para estudantes que estão finalizando a graduação em Ciências Biológicas e áreas afins, ou já formados que buscam ampliar seus conhecimentos na área de ecologia e que pretendem ingressar em programa de pós-graduação na área.

As inscrições iniciaram dia 4 de junho e se encerram às 23h59 do dia 24 de junho, através do formulário disponível aqui.
Mais informações na página do evento: http://cursodeinverno.paginas.ufsc.br/
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Estudantes da UFSC realizam pesquisa de campo por dois meses na Ilha da Trindade

30/10/2017 15:36

Foto: Bruno Macena.

O território brasileiro possui quatro ilhas oceânicas, sendo a mais conhecida delas Fernando de Noronha, localizada ao norte do país. As outras três são o Arquipélago de São Pedro e São Paulo; o Atol das Rocas e o Complexo da Ilha da Trindade e Martin-Vaz. Esta última apresenta uma singularidade: é a área mais isolada e distante do território brasileiro, localizada a 1160 km da costa, o que equivale a aproximadamente 1/3 do caminho até a África.

Luisa Martins Fagundes e Lucas Nunes Teixeira – respectivamente mestranda e doutorando do Programa de Pós-graduação em Ecologia da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGEco/UFSC) —, e Jéssica Tamires Link, recém graduada em Ciências Biológicas na UFSC e pesquisadora do laboratório “Ecologia de Ambientes Recifais”, estiveram da Ilha da Trindade durante dois meses, entre agosto e outubro deste ano. Os três estudantes desenvolvem estudos no âmbito do Programa de Pesquisa Ecológica de Longa Duração das Ilhas Oceânicas Brasileiras (PELD-ILOC). As ilhas oceânicas são consideradas laboratórios naturais, devido ao seu isolamento, o que atrai pesquisadores de diversas áreas.
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Pesquisadores da UFSC lançam livro de divulgação científica sobre a Reserva do Arvoredo

21/08/2017 23:08

Foto: João Paulo Krajewski/Divulgação

Três anos de pesquisa; cerca de 130 expedições ao mar; mais de 140 pessoas de diferentes campos do conhecimento trabalhando em uma área com biodiversidade única. Estes números sintetizam a amplitude do Projeto de Monitoramento Ambiental da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo e Entorno (MAArE/UFSC), que mapeou dados biológicos e oceanográficos deste patrimônio natural catarinense. Parte dos resultados, incluindo o alerta para os riscos da ação humana, pode ser conferido no livro que será lançado nesta quarta-feira e estará disponível para download na página do projeto.

O MAArE é resultado de uma condicionante ambiental do Processo de  Licenciamento dos Campos Petrolíferos de Baúna e Piracaba, na Bacia de Santos, a cerca de 300 quilômetros da costa de Santa Catarina. O Instituto Chico Mendes para Conservação da Biodiversidade (ICMBio) solicitou que a Reserva Biológica Marinha do Arvoredo (Rebio Arvoredo), localizada entre Florianópolis e Bombinhas, fosse estudada como subsídio à gestão da Unidade de Conservação que possui uma área de 17.600  hectares − aproximadamente 40% do tamanho da Ilha de Santa Catarina. O projeto foi coordenado por pesquisadoras do Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC.

Foto: João Paulo Krajewski/Divulgação

Os dados foram coletados entre 2014 e 2016 e compilados em relatórios técnicos e científicos, que geraram diversos trabalhos acadêmicos, como artigos, dissertações e teses. O livro, no entanto, foi planejado para ser acessível ao público mais amplo, que possa se interessar pelo monitoramento ambiental e pela conservação da natureza. A linguagem é simples e inclui gráficos, aquarelas e muitas fotografias. “Este livro resume o estado atual da Rebio Arvoredo como uma ‘fotografia’ científica e artística do patrimônio que estas ilhas guardam”, afirma João Paulo Krajewski, biólogo e doutor em ecologia de peixes marinhos, que viaja pelo mundo fotografando e filmando a natureza. Ele é responsável por grande parte das fotografias e por um capítulo do livro.

Segundo a professora Bárbara Segal, coordenadora do projeto e responsável pela parte biológica do MAArE, a pesquisa mostra a importância da unidade de conservação. De forma geral, há muito mais biodiversidade dentro da Rebio Arvoredo que no seu entorno. No caso de peixes como as garoupas, por exemplo, dentro da reserva eles são encontrados em maior número e tamanho, muitas vezes passando de 50 centímetros. “Esse status de conservação gera um panorama onde os peixes possuem um tamanho maior e consequentemente produzem mais ovos do que no entorno onde ocorre a pesca. Isso mostra claramente a importância de ter áreas reservadas para poder contribuir com as áreas que estão sendo pescadas no entorno”, avalia a pesquisadora.

Foto: João Paulo Krajewski/Divulgação

O projeto também ajudou a identificar o coral-sol, uma espécie invasora que, por não ter um predador natural, prolifera-se rapidamente e ocupa o espaço das populações locais. Além de identificar o invasor e informar ao ICMBio, os pesquisadores-mergulhadores ajudaram a removê-lo. “A gente detectou, mapeou, e a ação foi feita em um momento em que as populações ainda não estavam muito espalhadas. Há ainda um foco em uma fenda pouco acessível, mas o ICMBio está fazendo o  manejo. Não conseguiu erradicar, mas está com um controle relativamente bom”, afirmou Bárbara.

Foto: João Paulo Krajewski/Divulgação

A região corre outros riscos. Um deles é em relação às mudanças climáticas. De acordo com a professora Andrea Santarosa Freire, vice-coordenadora e responsável pela parte oceanográficado projeto, com o  forte El Niño de 2015/2016, que aquece o Oceano Pacífico, as águas catarinenses ficaram muito frias. “O fato é que não necessariamente as mudanças globais vão fazer com que as temperaturas fiquem mais quentes. Aqui pode ficar até mais frio, como aconteceu em 2016. E se ficar mais frio, esta fauna da Rebio vai sofrer porque é tropical e pode não resistir a baixas temperaturas”, explicou.

Há outros perigos mais próximos. O projeto detectou altos índices de poluição em dois locais da região: na baía norte, em Florianópolis, e na baía de Tijucas, em Tijucas. Esses espaços apresentam baixo índice de biodiversidade e podem, no futuro, afetar a Rebio. “Qual a tendência? Se não cuidarmos do entorno, essa poluição e essa baixa diversidade vão ocorrer dentro da reserva. O MAArE serve como um alerta. Os municípios no entorno precisam cuidar, todos têm uma responsabilidade em relação à reserva”, afirmou Andrea.

Foto: João Paulo Krajewski/Divulgação

Além do livro, que estará disponível na página do projeto, também será lançado um banco de dados considerado de vanguarda no Brasil, que armazenará informações sobre os indicadores monitorados. Os gestores da Rebio Arvoredo e o público em geral terão acesso aos dados, que poderão ser usados tanto no presente, como no futuro. Outras Unidades de Conservação e outros projetos também poderão usar o sistema para armazenar e utilizar dados de monitoramentos ambientais.

Mais informações sobre o projeto MAArE podem ser solicitadas pelo e-mail ou pelo telefone (48) 3721-6160.

Confira outra reportagem sobre o projeto MAArE.

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Laboratório do curso de Aquicultura da UFSC recebe Prêmio Expressão de Ecologia

03/08/2017 21:14

Um projeto do Laboratório de Biologia e Cultivo de Peixes de Água Doce (Lapad/Aquicultura/UFSC) foi premiado com o 24ª Prêmio Expressão de Ecologia durante o Fórum de Gestão Sustentável 2017, realizado no dia 28 de julho, na Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc).

Com o título “Conservação da Ictiofauna no Alto Uruguai”, o projeto foi desenvolvido em parceria com o Consórcio Itá, o Consórcio Machadinho e a Engie, promovendo um conjunto de ações para conservação da ictiofauna na área de abrangência das usinas hidrelétricas Itá e Machadinho. Os estudos se concentraram principalmente na conservação e no manejo do dourado (Salminus brasiliensis), do suruvi (Steindachneridion scriptum) e da piracanjuba (Brycon orbygnianus), espécies que são consideradas ameaçadas de extinção na região. O projeto é resultado de mais de uma década de pesquisa, tendo sido objeto de estudo de trabalhos de conclusão de curso, dissertações e teses, auxiliando na formação de recursos humanos.

O prêmio

O Prêmio Expressão de Ecologia foi criado em 1993 pela Editora Expressão, um ano após a Conferência Mundial do Meio Ambiente no Rio de Janeiro – Eco 92. A ideia da iniciativa é divulgar ações ambientais das empresas da região Sul do Brasil e incentivar que outras empresas sigam o mesmo caminho. Esta é a maior premiação ambiental do país no segmento empresarial com reconhecimento do Ministério do Meio Ambiente e tem como objetivo reconhecer as melhores práticas ambientais desenvolvidas no Sul do Brasil. Em 2017, o Prêmio Expressão de Ecologia contou com a participação de 109 projetos ambientais de empresas, ONGs, prefeituras e entidades.

Mais informações na página do Lapad.

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Pesquisa investiga colonização da costa catarinense pelo peixe recifal invasor donzela-dos-Açores

19/07/2017 09:34

Uma pesquisa da UFSC investigou a colonização da costa catarinense pelo peixe recifal invasor donzela-dos-Açores (Chromis limbata) através de estudos populacionais e biologia molecular. O trabalho resultou na publicação do artigo The recent colonization of south Brazil by the Azores chromis Chromis limbata no Journal of Fish Biology

De acordo com Anderson Batista, primeiro autor do artigo e que já havia abordado o assunto na sua tese no Programa de Pós-Graduação em Ecologia da UFSC orientada por Sergio Floeter, a população brasileira de C. limbata aumentou significativamente ao longo dos últimos cinco anos. O donzela-dos-Açores é um pomacentrídeo nativo dos arquipélagos da Macaronésia (Açores, Madeira e Canárias), e da costa ocidental da África, entre o Senegal e Angola. Durante os verões austrais de 2008 e 2009, a espécie foi registrada pela primeira vez no Atlântico Sul Ocidental, na Ilha do Campeche e Ilha do Xavier, em Florianópolis, estado de Santa Catarina, Brasil.

Análises moleculares confirmaram a identidade da espécie, revelando ainda conectividade haplotípica entre os locais de estudo brasileiros – ou seja, revelando relações de parentesco, ao contrário do que ocorre com amostras dos Açores. Elas também mostraram baixa diversidade genética no Brasil quando comparada com as populações nativas originais.
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Curso de Inverno em Ecologia recebe inscrições até 20 de junho

05/06/2017 15:22

O VII Curso de Inverno em Ecologia está com inscrições abertas até 20 de junho. O curso, que é promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Ecologia (PPGEco/UFSC), ocorre de 26 a 28 de julho. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo formulário online. Os resultados serão divulgados pelo site e por e-mail, até o dia 25 de junho. Os participantes receberão certificado com carga horária de 21 horas.

O conteúdo do curso inclui Ecologia de Populações, Ecologia de Comunidades, Ecologia de Sistemas, e Etnoecologia. Confira algumas das palestras que estão confirmadas:

Mudanças climáticas e o ambiente bentônico marinho” – doutoranda Alessandra Carneiro.

Estruturação de comunidades: da teoria à prática” – doutorando Ricardo Freitas.

Interação positivas” – doutorando Rafael Barbizan.

Nicho: cada qual com o seu? Aplicando a teoria de nicho para estudar os indivíduos” – doutorando Vitor Carvalho-Rocha.

Dinâmica de metapopulações: quando uma população é uma metapopulação?” – mestrando Leonardo Campos e doutorando Mario Tagliari.

Introdução às análises de padrões de diversidade“, – mestrando Rodrigo Garcés.

Metacomunidades” – mestranda Mariah Wuerges.

Aspectos ecológicos da invasão biológica” – mestranda Brisa Marciniak.

Ecologia de paisagem” – pós-doutorando Thiago Silveira.

Filogenias e funções no estudo de comunidades” – pós-doutorando Eduardo Luis Giehl.

Conceitos básicos de dinâmica de populações” – o pós-doutorando Maurício Cantor.

Mais informações no site do curso e pelo Facebook.
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Inscrições abertas até 20 de junho para Curso de Inverno em Ecologia

01/06/2017 08:50

Os alunos do Programa de Pós-Graduação em Ecologia da UFSC irão promover o VII Curso de Inverno em Ecologia  entre 26 e 28 de julho. As inscrições vão de 1º a 20 de junho e são gratuitas. Serão oferecidas 60 vagas para alunos das fases finais da graduação do curso de Ciências Biológicas e áreas afins, assim como graduados. O inscrito deve ter cursado as disciplinas básicas de ecologia para haver um conhecimento mínimo de conceitos e termos.

Para inscrever-se, basta acessar o link: http://cursodeinverno.paginas.ufsc.br/inscreva-se/
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Pesquisa indica padrões de conectividade genética distintos entre espécies de corais-de-fogo

10/05/2017 14:19

Os padrões distintos de conectividade genética entre espécies de corais-de-fogo endêmicas e de ampla distribuição foram analisados num artigo de uma doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ecologia da Universidade Federal de Santa Catarina (em colaboração com pesquisadores de outras instituições brasileiras, da França, Colômbia, Holanda e Estados Unidos) publicado em março na revista Coral Reefs.

A pesquisa de Júlia Nunes de Souza abordou três espécies endêmicas (que só existem num local) no Brasil de coral-de-fogo (Millepora braziliensis, M. nitida e M. laboreli) e uma de ampla distribuição, M. alcicornis. Os resultados das amostras coletadas em 273 colônias e 17 locais de Bermuda, Ilhas Canárias até o Rio de Janeiro apontam que a diversidade genética da espécie de ampla distribuição (Millepora alcicornis) é menor no Brasil do que no Caribe.
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Pesquisas apontam novas perspectivas sobre evolução e biogeografia de peixes recifais

09/05/2017 18:08

Uma visita, em 2015, de um pesquisador radicado na Austrália ao Laboratório de Biogeografia e Macroecologia Marinha (LBMM) Universidade Federal de Santa Catarina deu o pontapé inicial que resultou na publicação de dois artigos conexos na revista britânica Biological Reviews no início deste ano. Os trabalhos indicam novas perspectivas sobre a evolução e biogeografia de peixes recifais.

O professor da UFSC Sergio Floeter, do departamento de Ecologia e Zoologia, explica que as pesquisas usaram como base as árvores filogenéticas, de milhões de anos, ou seja, a genealogia das famílias dos peixes. “A filogenia pode fornecer uma janela para o passado, permitindo explorar as origens evolutivas das linhagens, os seus atributos geológicos e suas afinidades biogeográficas ancestrais”.

Floeter alinhavou com Peter Cowman, da James Cook University (Austrália), a produção de dois trabalhos, cada um resultando num artigo, com a colaboração de pesquisadores brasileiros e franceses, incluindo da Pós em Ecologia da UFSC. Em Phylogenetic perspectives on reef fish functional traits, cujo primeiro autor é Floeter e o último é Cowman, “são revelados os padrões relacionados às origens da diversidade funcional das espécies que vemos hoje nos recifes de coral, como por exemplo, a origem dos diferentes grupos tróficos”.
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Egressos da UFSC arrecadam recursos para documentário sobre espécie de tubarão

13/01/2017 08:35

_MG_1925Dois ex-alunos da UFSC estão produzindo um filme sobre o Tubarão Mangona (Carcharias taurus), que está desaparecido do Brasil. Edson Faria Junior e Renato Morais Araújo cursaram graduação em Ciências Biológicas e mestrado em Ecologia. O documentário contará a história da espécie nas águas brasileiras, por meio de entrevistas com pescadores, mergulhadores e pesquisadores. Ambientes em que a espécie ainda pode ser avistada e estratégias para sua manutenção também serão foco da produção.

De acordo com o diretor, Edson Faria – que trabalhou como cinegrafista para a Globo e a British Broadcasting Corporation (BBC) –, foi criada uma ação no site Catarse com o objetivo de arrecadar fundos para conclusão do trabalho. Há uma parceria com o professor do Departamento de Ecologia e Zoologia (ECZ) do Centro de Ciências Biológicas (CCB), Renato Hajenius, que atua como consultor. “A ideia é que, com o desenrolar do projeto, consigamos absorver mais parceiros, muitos deles alunos da UFSC”, afirma Edson.

Confira o vídeo sobre o documentário no youtube.

 

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Palestra da pós-graduação em ecologia ocorre nesta segunda

27/10/2016 15:00

O programa de pós-graduação em Ecologia (Poseco/UFSC) promove, nesta segunda-feira, 31 de outubro, a palestra “Invasion biology and management: progress, problems and polemics”. O evento ocorre no auditório da reitorina, às 16h. O professor convidado é Daniel Simberloff, da Universidade de Tennessee (EUA). A palestra, que será ministrada em inglês, é aberta a todos os interessados.

A área de pesquisa do professor está focada em invasões biológicas, estrutura e composição de comunidades e estrutura morfológica de comunidades. Daniel já publicou mais de 500 trabalhos.

Mais informações no site da Poseco, pelo e-mail  ou pelo telefone (48) 3721-2713.Cartaz Seminario II  2016 Simberloff 31 out

Tags: ecologiapalestraPrograma de Pós-Graduação em EcologiaUFSCUniversidade de Tennessee

Seminário sobre transporte e meio ambiente ocorre nesta segunda

06/10/2016 18:00

EcologiaO programa de pós-graduação em Ecologia da UFSC promove, nesta segunda-feira, 10 de outubro, o seminário “Transporte e meio ambiente: aquecimento global, poluição urbana, e a busca por cidades sustentáveis”. O palestrante convidado é o professor Werner Kraus, do departamento de Engenharia de Automação e Sistemas (CTC/ UFSC). O evento ocorre às 16h, na sala SIPG 15, localizada no  térreo do bloco D do Centro de Ciências Biológicas (CCB). A atividade é aberta a todos.

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Professor da UFSC ministra palestra sobre meio ambiente

08/09/2016 09:10

O professor Nivaldo Peroni, do Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC, participa da 39ª Palestra Sobre Temas do Meio Ambiente, promovida pela 6ª Vara da Justiça Federal (Ambiental).

O tema abordado será “Importância da conservação para o uso da biodiversidade catarinense”. O encontro será no dia 15 de setembro, às 18h, no auditório da Justiça Federal, 4º andar. Haverá certificado de participação para quem o requerer.

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Grupo de estudos do Observatório de Justiça Ecológica retoma atividades

02/08/2016 08:35

O grupo de estudos do Observatório de Justiça Ecológica (OJE) da Universidade Federal de Santa Catarina retomará as atividades no segundo semestre. As reuniões serão quinzenais,  na sala 3 do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ), das 13 às 15h, conforme o calendário anexo.

O grupo é aberto à comunidade e será fornecido certificado de horas complementares aos participantes. image

Para abertura das atividades haverá o lançamento do livro Ética e Direito dos Animais, publicado pela Editora da UFSC, com palestra dos autores, Delamar José Volpato Dutra, Maria Alice da Silva e Sônia Felipe.  A palestra será no auditório do CCJ, no dia 10 de agosto, às 10h e irá marcar os três anos da disciplina de Direitos Animais no curso de Direito da UFSC.

O grupo de estudos é coordenado pelas professoras Paula Brugger, Leticia Albuquerque, Maria Alice da Silva e pelo mestrando Rafael Speck.

Mais informações no site do grupo.

Tags: ecologiaGrupo de EstudosjustiçaJustiça EcológicaObservatório de Justiça EcológicaUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Inscrições para processo seletivo do doutorado em Ecologia começam 30 de maio

30/05/2016 12:30

O Programa de Pós-Graduação em Ecologia (PosEco) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) informa que, de 30 de maio a 17 de junho de 2016, estarão abertas as inscrições para o processo de seleção e admissão ao programa, nível de doutorado. O edital está disponível aqui.

Mais informações no site.

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Clássico da Ecologia em promoção na feira da EdUFSC

21/08/2013 17:28

Publicado pela primeira vez em 1990, obra continua atual, já que os desafios da demanda ecológica mantêm-se gritantes como antes

A 17ª Feira do Livro da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) está oferecendo com desconto  de  50% o clássico da ciência O discurso da natureza – Ecologia e política na América Latina, de Fernando Mires, que contrapõe a ecologia à ideologia  do crescimento.

Com organização e tradução de Vicente Rosa Alves, a obra é uma coedição da EdUFSC com a Bernúncia  Editora, de Florianópolis. A feira segue até o dia 12 de setembro, de segunda a sexta, das 8h30min às 19 horas, no térreo do Centro de Convivência da UFSC, em Florianópolis.

Os livros novos e lançamentos da EdUFSC podem ser adquiridos com redução de 30 a 50% do preço de capa. Os demais contam com descontos de até 70%. Livros de outras editoras custam 10% a menos.

Publicado pela primeira vez em espanhol na Costa Rica em 1990, O discurso da natureza continua incrivelmente atual, já que os desafios da demanda ecológica mantêm-se gritantes como antes, sobretudo, com frisa o autor, na América Latina.

Fernando Mires condena os setores conservadores, mas também não alivia a culpa das “chamadas esquerdas políticas” que, conforme constata, seguem ainda amarradas a uma lógica econômica não menos pior do que  a acampada pelas forças da direita.

– Hoje a América Latina é quase totalmente democrática, mas o tema da democracia não foi totalmente articulado com o ambiente real onde tem lugar a prática democrática.

Para deixar de ser “pregador no deserto”, Fernando Mires sonha que o seu livro deixe de ser atual algum dia.

O livro é polêmico por contrapor-se às ideologias do crescimento econômico, predominantes na maioria dos países. “A Ecologia não é, nem pode ser, um tema secundário na América Latina, sobretudo se levarmos em conta que a preservação da natureza tem a ver, antes de qualquer coisa, com a sobrevivência  material e cultural da maioria dos habitantes do Continente”, sustenta.

Fernando Mires constrói um discurso de radicalidade social ancorado na Ecologia. O autor pergunta: “por que na América Latina existe um atraso tão grande no desenvolvimento de um pensamento ecológico?” A resposta é que, por aqui, permanece intacto o “consenso  industrialista” em todas as suas formas, ocultadas sob os “diversos álibis e sofismas dos quais se serve a ideologia do crescimento”.

O autor é chileno. Ex-professor do Instituto de Sociologia da Universidade de Concepción, hoje atua como professor e pesquisador na Alemanha. Ganhou, em 1981, o título de Privatdozent, grau acadêmico máximo conferido pelas universidades alemãs.

Mais informações:
(48) 3721-9408

www.editora.ufsc.br

Diretor Fábio Lopes:

 

Moacir Loth / Jornalista da Agecom / UFSC

 

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Inscrições abertas para curso gratuito de inverno em Ecologia

14/06/2013 12:21

Estão abertas até 12 de julho as inscrições para o 3º Curso de Inverno em Ecologia, que será realizado entre 24 e 26 de julho de 2013. A promoção é dos alunos do Programa de Pós-Graduação em Ecologia (Poseco) da Universidade Federal de Santa Catarina. O curso é gratuito e oferece 50 vagas.

Com carga de 30 horas/aula, o curso abordará teorias ecológicas abrangendo a ecologia de populações, comunidades e ecossistemas, além de ecologia aplicada. As aulas serão ministradas por pesquisadores e pós-graduandos do programa.

O curso é voltado para alunos que estejam finalizando a graduação de Ciências Biológicas e áreas afins, ou recém-formados que queiram ampliar seus conhecimentos na área de ecologia. O curso dará direito a certificado de participação para os que tiverem presença em mais de 70% das atividades.  As aulas serão na UFSC, no Departamento de Ecologia e Zoologia, prédio MIP, sala 08.

Inscrições em:
http://www.cursodeinverno.paginas.ufsc.br/inscreva-se/

Mais informações:

 

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Bolsa de Pós-Doutorado

15/08/2012 12:32

Está aberto junto ao Programa de Pós-Graduação em Ecologia edital para seleção de um pós-doutor para desenvolvimento do projeto “Biodiversidade de artrópodes terrestres e aquáticos em diferentes gradientes ambientais da Mata Atlântica do Estado de Santa Catarina”, aprovada pelo Programa Nacional de Pós-Doutorado da Capes. A coordenação do trabalho será da professora Malva Isabel Medina Hernández. A bolsa será concedida no período de 14 de agosto a 9 de setembro de 2012. Mais informações: poseco.ufsc.br

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Rede Nacional de Pesquisa em Biodiversidade Marinha comprova redução de peixes no litoral

16/04/2012 08:30

Nos censos visuais os pesquisadores estimam a quantidade e o tamanho dos peixes em áreas demarcadas. Fotos: Rede Sisbiota-Mar

Resultados preliminares da Rede Nacional de Pesquisa em Biodiversidade Marinha (Sisbiota Mar) confirmam cientificamente cenário conhecido na prática por pescadores e comunidades litorâneas brasileiras: a quantidade de peixes na costa está muito menor do que em ambientes mais protegidos, como as ilhas oceânicas. Nestas ilhas, a biomassa marinha chega a ser quatro vezes maior do que nas localizadas próximo ao litoral.

Os dados que resultam de censos visuais subaquáticos realizados em expedições marinhas serão apresentados na Austrália, no mês de julho, em um dos mais importantes eventos científicos na área de pesquisa marinha, o 12th International Coral Reef Symposium (ICRS 2012).

“As ilhas oceânicas estão muito mais preservadas do que as da costa, pois no litoral a pressão é muito maior. Era um dado já esperado e agora documentado”, informa o professor do Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC, Sergio Floeter, coordenador da Rede Nacional.

O apoio financeiro direcionado ao Sisbiota-Mar pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e CNPq já permitiu a realização de expedições ao Atol das Rocas, Barreirinhas e Maracajaú (no estado do Rio Grande do Norte); a Tamandaré e ao arquipélago de Fernando de Noronha (Pernambuco); a Maragogi (Alagoas); a Ilhas de Guarapari (Espírito Santo) e Baía de Todos os Santos (Bahia).

Em cada uma das saídas de campo, censos visuais possibilitaram a mensuração da biomassa. Esse dado representa a média de peixes em quilogramas, em áreas demarcadas de 40 metros quadrados. As informações são registradas pelos pesquisadores em mergulhos, com estimativas, além de quantidade, do tamanho dos peixes. De acordo com Floeter, essa é uma metodologia adotada por pesquisadores da vida marinha há mais de 20 anos. A Rede já realizou levantamentos de cerca de 100 amostras de 40 metros quadrados em cada ilha ou local da costa (o que representam aproximadamente quatro quilômetros quadrados investigados em baixo d’água em cada expedição).

Dados que já haviam sido obtidos em estudos anteriores e sua comparação com os atuais revelam grandes diferenças entre os ambientes. Em relação a ilhas de Santa Catarina, por exemplo, o ambiente oceânico de Atol das Rocas (também uma Reserva Biológicas Marinhas, assim como a Reserva Biológica Marinha do Arvoredo) tem biomassa quatro vezes maior (12.9 kg/40m² documentados no Atol e 3,3 kg/40m² em ilhas de Santa Catarina).

De acordo com Floeter, a Ilha da Trindade, localizada cerca de 1.200 quilômetros a leste de Vitória, é outro local em que foi documentada grande biomassa . “Não é um parque ou reserva, mas é muito distante, por este motivo fica mais preservada”, avalia o biólogo que integra o Programa de Pós-Graduação em Ecologia da UFSC e já orientou diversos trabalhos de graduação e pós-graduação sobre as comunidades de peixes no litoral catarinense.

No caso das ilhas de Santa Catarina, com estudos realizados pela equipe de Floeter desde 2006 e que incluem ambientes da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, os dados não são bons. “Mas a biomassa dentro da Reserva é ainda assim bem melhor do que fora dela”, ressalta o pesquisador, otimista com o trabalho proporcionado pela  pesquisa em rede, que integra estudiosos de oito universidades brasileiras (UFSC, UFRGS, USP, UFF, UFRJ, UFES, UFC e UFRPE), envolve 15 programas de pós-graduação, 15 Pesquisadores de Produtividade do CNPq e jovens pesquisadores.

Todas as equipes têm laboratórios, equipamentos de mergulho e coleta que serão direcionados a gerar  suporte científico para estratégias de conservação da biodiversidade marinha nacional

Segundo ele, a rede consolida esforços regionais iniciados há mais de uma década, permitindo que grupos de pesquisa atuem de forma harmônica e padronizada. Ela é constituída por três núcleos principais – Sul (nucleado na UFSC), Sudeste (nucleado na UFES) e Nordeste (nucleado na UFRPE). Todas as equipes têm laboratórios, equipamentos de mergulho e coleta, muitos deles comprados com recursos do edital Sistema Nacional de Pesquisa em Biodiversidade (Sisbiota), lançado pela Fapesc em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Ao longo de três anos, devem ser aplicados quase R$3 milhões em pesquisas que vão gerar suporte científico para estratégias de conservação da biodiversidade marinha nacional e conhecimento sobre o potencial farmacológico dos biomas marinhos. Nos dias 26 e 27 de março, pesquisadores da Rede se reuniram em Vitória (ES), para integração e compartilhamento dos estudos. De acordo com Floeter, a equipe já processa também resultados promissores sobre espécies marinhas que podem contribuir com o desenvolvimento futuro de fármacos, mas que levarão ainda algum tempo para serem divulgados.

Mais informações com o professor Sergio R. Floeter, (48) 3721-5521 / e-mail

Por Arley Reis / Jornalista na Agecom

Saiba Mais:

O Sisbiota-Mar envolve a integração de mais de 25 projetos de pesquisa e extensão vigentes sintetizados em três frentes:

– Projeto 1 Ecologia – enfoque nos padrões e processos ecológicos da biodiversidade marinha brasileira

– Projeto 2 Evolução – lida com os padrões e processos evolutivos de formação da biodiversidade marinha brasileira no espaço e no tempo, em um contexto histórico

– Projeto 3 Química Marinha – tem como objetivo investigar do ponto de vista químico as relações ecológicas e aplicar o conhecimento

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