Professor aposentado do CCB está entre os três finalistas para o Prêmio Péter Murányi

01/02/2019 12:27

O trabalho coordenado por João Batista Calixto, professor aposentado do Departamento de Farmacologia do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da UFSC, está entre os três trabalhos selecionados para a votação final no Prêmio Péter Murányi, da Fundação Péter Murányi. A cada edição, os temas se alternam entre as áreas de Saúde, Ciência & Tecnologia, Alimentação e Educação. A 18ª edição do prêmio, em 2019, tem como tema Ciência e Tecnologia.

O professor João Calixto desenvolveu um medicamento de uso tópico, comercializado desde 2004, utilizando como princípio ativo a Cordia verbenacea (erva baleeira), típica da biodiversidade brasileira, com excelente ação anti-inflamatória e analgésica, sendo o produto mais prescrito na sua categoria.

Para esta edição, a Fundação Péter Murányi recebeu mais de 149 trabalhos, oriundos de toda a América Latina. O vencedor será escolhido por um júri composto por representantes de entidades nacionais e internacionais ligadas à ciência e tecnologia, representantes de universidades federais, estaduais e privadas; personalidades de renome e membros da sociedade. Este ano, a premiação distribuirá R$ 250 mil, sendo R$ 200 mil para o primeiro colocado, R$ 30 mil para o segundo e R$ 20 mil entregues ao terceiro colocado. O vencedor será conhecido em 5 de fevereiro.

João Batista Calixto é professor aposentado do Departamento de Farmacologia do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da UFSC

Os trabalhos avaliados têm como ponto em comum o uso da tecnologia para melhoria da qualidade da vida das populações. Com foco na solução de problemas comuns nas esferas da agronomia, saúde e perdas provocadas por eventos climáticos extremos, pesquisadores brasileiros investiram na elaboração de projetos inovadores e com aplicação prática imediata, capazes de modificar o cotidiano das populações onde foram implementados.

Coordenado por Luiz Augusto Machado e Eduardo Guarino, o segundo projeto é um aplicativo denominado “SOS Chuva” e foi criado para reduzir a vulnerabilidade de moradores de diversas regiões do país a eventos climáticos extremos. Integrado a estações meteorológicas de todo o Brasil, o serviço oferece monitoramento do clima em tempo real, permitindo a visualização de imagens de satélite e de radares, além de possibilitar que os usuários compartilhem informações sobre o clima em suas regiões e oferecer informações sobre procedimentos durante enchentes.

O terceiro finalista trouxe os resultados de um programa de melhoramento genético de aveia, permitindo o cultivo desse cereal em áreas do sul do Brasil e o uso de sementes produzidas em território nacional. Coordenado pelos professores Luiz Carlos Federizzi e Marcelo Teixeira Pacheco, o projeto reduziu os custos destes cultivos, ampliou a produção e possibilitou o surgimento de novos negócios. Como resultado, a iniciativa permitiu que o país deixasse de importar sementes de aveia, elevando sua produção anual para 837.500 toneladas em 2018 e resultando no surgimento de pequenas empresas processadoras dos grãos na região sul.

A premiação conta com o apoio das seguintes entidades: CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola), Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), Anpei (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras), SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), Aciesp (Academia de Ciências do Estado de São Paulo), ABC (Academia Brasileira de Ciências), Aconbras (Associação dos Cônsules no Brasil) e CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

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Pesquisadores propõem novo termo para representar a diversidade de fungos

08/01/2019 11:49

O professor Elisandro Ricardo Drechsler dos Santos, ligado ao Departamento de Botânica da Universidade Federal de Santa Catarina (Bot/CCB), faz parte da equipe de micólogos responsável pelo artigo propondo a independência do Reino Fungi das categorias “Fauna e Flora”. O artigo foi publicado no dia 18 de dezembro na revista da Associação Internacional de Micologia, apresentando o termo “Funga” para representar a diversidade dos fungos como um grupo equivalente e, ao mesmo tempo, autônomo à Fauna e à Flora.

Segundo o professor a ideia de formalizar um termo para distinguir os fungos de plantas ou do grupo dos microrganismos surge da necessidade de reconhecimento dos fungos. O Reino Fungi têm se tornado mais popular, principalmente quanto a sua importância socioeconômica e socioambiental, na produção de alimentos, medicamentos, recuperação de área e etc. Do ponto de vista acadêmico, será útil no âmbito internacional, porque são poucos os programas de pós-graduação que tratam os fungos como um grupo separado da botânica. O Programa de Pós-graduação da UFSC, por exemplo, foi recentemente alterado e agora é apresentado como Biologia de Fungos, Algas e Plantas, para ser mais inclusivo e representativo.

“É novo e é justo, porque tratar os fungos como plantas ou animais é uma falha grave. Não nos ocorreria dizer que os animais têm caule, nem que as plantas têm fígado (tradução livre)”, comenta a micóloga chilena fundadora da Fundación Fungi, Giuliana Furci. O grupo de pesquisadores acredita que com o pleno reconhecimento desses organismos, serão iniciadas mudanças substanciais nas políticas educativas e agrícolas, como a incorporação da micologia em assuntos de interesse nacional, como conservação, educação e proteção de habitats e de suas espécies.

A publicação foi um esforço conjunto de argentinos, chilenos, brasileiros e o destacado micólogo estadunidense Donald H. Pfister, que propõem o termo Funga como o mais adequado, considerando dentre os demais argumentos, a possibilidade de leitura em várias línguas como “Fauna, Flora e Funga”, abreviado como ‘FF&F’. “É importante usar um termo simples, eufônico e paralelo ao que as pessoas já conhecem (tradução livre)“, mencionou o micólogo argentino Francisco Kuhar. O uso das 3F (Fauna, Flora e Funga) em assembleias internacionais como a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) e a Convenção sobre a Diversidade Biológica das Nações Unidas (CDB), proporcionará uma base moderna para servir de referência a um dos maiores grupos de organismos na Terra.
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Inaugurações marcam o aniversário de 58 anos da UFSC

19/12/2018 09:16

O aniversário de 58 anos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi marcado pela entrega de obras no Colégio de Aplicação (CA) e no Centro de Ciências Biológicas (CCB). A solenidade de inauguração do novo acesso ao CA foi realizada às 10 horas desta terça-feira, 18 de dezembro, e a inauguração das obras do CCB ocorreu na sequência, às 12 horas. Os eventos contaram com a presença do reitor, Ubaldo Cesar Balthazar, da vice-reitora,  Alacoque Lorenzini Erdmann, pró-reitores, secretários, diretores de centro, servidores e alunos.

Ao todo as obras inauguradas representam investimentos de mais de R$ 40 milhões, sendo a maior delas a inauguração do espaço físico do CCB. São três novos blocos de salas administrativas e laboratórios que levaram cerca de cinco anos para serem concluídos. São mais de 13 mil metros quadrados, uma das maiores construções já executadas na UFSC. Já no CA, a obra inaugurada representou uma nova entrada para o Colégio, com calçadas, rampas, guarita, escadas cobertas e uma plataforma elevatória para cadeirantes significou uma área total de 185 metros quadrados, e investimento de R$ 532.387,11.

“É um sonho antigo que hoje estamos entregando”, enalteceu o reitor durante a inauguração no CCB. Balthazar lembrou a trajetória e os inúmeros integrantes da comunidade universitária que contribuíram para realização de uma das maiores obras já executadas na UFSC, além de citar os representantes de Santa Catarina no Congresso Nacional e os gestores de órgãos governamentais que fomentaram o avanço e a concretização do projeto.

Sobre o Colégio, o reitor salientou a importância de garantir a acessibilidade e a inclusão de todos os públicos ao CA. “Um sistema de acesso é necessário para promovermos a inclusão de toda a comunidade interna e externa ao Colégio de Aplicação”. Após o descerramento da placa, o reitor e duas crianças do educandário utilizaram da plataforma elevatória inclinada para chegar ao colégio.

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Desligamento de energia nas edificações da UFSC no bairro Córrego Grande

17/10/2018 09:01

A Secretaria de Obras, Manutenção e Meio Ambiente da UFSC, por meio do Departamento de Fiscalização de Obras, comunica sobre o desligamento de energia nas edificações da Universidade na região do bairro Córrego Grande. A atividade ocorrerá por conta da realização de serviços que possibilitem a energização do novo prédio em construção do Centro de Ciências Biológicas (CCB). O desligamento está programado para o dia 20 de outubro, sábado, entre 8h e 11h. A energia será religada imediatamente caso a execução dos serviços termine antes do tempo previsto.

Os prédios afetados pelo desligamento serão os blocos A e B do curso de Engenharia Civil, Departamento e Laboratórios da Engenharia Química e Engenharia de Alimentos, Centro de Ciências Biológicas, Biotério Central, Almoxarifado Central, Oficinas e Almoxarifado da Prefeitura Universitária, Divisão de Transportes e Departamento de Gestão Patrimonial. Caso as condições climáticas não sejam favoráveis à execução dos serviços, o desligamento poderá ser adiado.

Novos desligamentos estão previstos para os dias 10 de novembro e dia 1º de dezembro, das 8h às 11h, para continuidade e término desses serviços.

Mais informações no documento oficial.

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Departamento de Farmacologia promove palestra sobre descoberta de medicamentos

19/09/2018 15:06

O Departamento de Farmacologia do Centro de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Santa Catarina (CCB/UFSC) promove a palestra Drug discovery and translation in an academic setting, com o professor Chris Thiemermann, líder de grupo do Centre for Translational Medicine & Therapeutics do William Harvey Research Institute (WHRI), Queen Mary University of London. O evento ocorre nesta segunda-feira, 24 de setembro, às 16h, na sala 12 do bloco D do CCB.
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Aluna de Iniciação Científica da UFSC recebe prêmio em evento internacional sobre tubarões e raias

11/06/2018 10:41

Luiza Machado da Camara Canto, aluna do curso de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Santa Catarina recebeu o prêmio de melhor pôster na 10ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Estudo de Elasmobrânquios (SBEEL), apresentado no evento Sharks International Conference, em João Pessoa, Paraíba. Luíza recebeu o prêmio pelo trabalho intitulado “Raias da REBIO do Arvoredo e adjacências: padrões de distribuição espacial e sazonal”, orientado pelo professor Renato Hajenius Aché de Freitas, do Departamento de Ecologia e Zoologia do Centro de Ciências Biológicas (CCB).

O projeto “Raias da REBIO do Arvoredo e adjacências: padrões de distribuição espacial e sazonal” tem como objetivo analisar a ocorrência de raias na Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, investigando padrões de distribuição sazonal e espacial das espécies mais vistas na região. Com os resultados desta pesquisa, será possível conhecer um pouco mais sobre a biologia das raias da REBIO do Arvoredo, além de poder contribuir com futuros projetos de manejo e conservação.
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Laboratório da UFSC oferece serviço gratuito para avaliação e tratamento de dor lombar

23/02/2018 15:20

O Laboratório de Neurobiologia da Dor e Inflamação (LANDI/UFSC), que integra o Departamento de Ciências Fisiológicas do Centro de Ciências Biológicas (CFS/CCB/UFSC), está oferecendo avaliação fisioterapêutica e tratamento gratuito para pessoas com dor lombar há no mínimo 6 meses.

O tratamento faz parte da pesquisa de doutorado do fisioterapeuta Clécio Vier, sob orientação do professor Adair Roberto Soares Santos, no Programa de Pós-Graduação em Neurociências da UFSC. O trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (CEPSH/UFSC). O atendimento será prestado no Ambulatório de Fisioterapia Ortopédica, no 2º subsolo do Hospital Governador Celso Ramos.

Mais informações pelo whatsapp: (48) 99682-2116.

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Livro de divulgação científica ‘Dispersando curiosidades biológicas’ será lançado nesta segunda

01/12/2017 17:44

O livro “Sporum- Dispersando Curiosidades Biológicas” é fruto de dois anos de um trabalho colaborativo entre os estudantes do projeto Sporum e os professores do Centro de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Santa Catarina. O Sporum é um dos projetos de extensão do PET – Biologia, criado com o objetivo de promover a divulgação científica, buscando formas de tornar a ciência mais simples e divertida de se entender.

A obra que acaba de ser publicada pelo projeto é voltada sobretudo para estudantes do Ensino Médio. Foram impressos 1000 exemplares, sendo que a maioria será doada para escolas públicas de Florianópolis, com objetivo de popularizar a biologia e a ciência nesses espaços. A cerimônia de lançamento ocorre na  próxima segunda-feira, 4 de dezembro, às 19h, na Sala SIPG 08 (prédio novo do Centro de Ciências Biológicas (CCB), localizado no Córrego Grande). O evento é aberto a todos.

Mais informações no Facebook e na página do Projeto Sporum.

 

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Grupo de estudos em evolução da UFSC promove ciclo de seminários

24/05/2017 09:40

O Grupo de Estudos em Evolução  promove, nos dias 30 e 31 de maio, e 01, 06, 07 e 08 de junho, o ciclo de seminários com o objetivo de divulgar e gerar discussões sobre temas relacionados à evolução biológica, pensamento sistêmico e complexidade.

Os temas foram escolhidos de acordo com as leituras feitas pelo Grupo ao longo de mais de um ano de estudos e abordarão diferentes aspectos deste paradigma científico.

Os seminários ocorrerão sempre às 12h15, na sala MIP002, do departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia (MIP) do Centro de Ciências Biológicas (CCB).

Programação

30/05 – Discutindo paradigmas evolutivos
31/05 – Sistemas e níveis de organização
01/06 – Auto-organização e autopoiese
06/06 – Nova síntese evolutiva expandida
07/06 – Homologia profunda
08/06 – Biologia sintética

Mais informações no Facebook.

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Programa de pós promove nova edição do curso de inverno de Farmacologia

17/04/2017 08:54

O Programa de Pós-Graduação de Farmacologia (PPGFMC) do Centro de Ciências Biológicas promove o XIV Curso de Inverno de Farmacologia, de 16 a 22 de julho, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). As inscrições para a seleção de participantes podem ser feitas até 10 de maio. O curso dá direito a certificado de 44 horas de participação. São elegíveis alunos de graduação (que já tenham cursado a disciplina de fisiologia humana) e todos os formados em áreas de Ciências Farmacêuticas, Ciências Biológicas e afins (com até três anos de formado, tendo como referência o último dia de inscrição). arte2017

As inscrições são gratuitas, porém os 30 alunos selecionados terão que pagar uma taxa de R$ 95,00, referente ao custo do material.

Mais informações pelo site.

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Inscrições abertas para mestrado em Biotecnologia e Biociências

14/10/2016 08:56

O programa de pós-graduação em Biotecnologia e Biociências (PPG-BTC), do Centro de Ciências Biológicas (CCB/UFSC) , está com inscrições abertas para o processo de seleção e admissão para nova turma de mestrado. AS inscrições vão até 11 de novembro. O edital está disponível aqui.

Serão selecionados 20 candidatos, para ingresso no primeiro trimestre de 2017.

Mais informação estão disponíveis no link ou no site do PPG-BTC.

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Pesquisadores da UFSC descobrem cinco novas espécies de fungos

29/07/2016 10:00

“Vocês conhecem o ‘Pókemon Go’ (jogo de realidade aumentada para smartphones, que faz as pessoas saírem caçando monstrinhos imaginários)? Nós fazemos a mesma coisa com fungos, só que a gente traz para o laboratório e estuda”, brinca Maria Alice Neves, professora do Programa de Pós-Graduação em Biologia de Fungos, Algas e Plantas e do Departamento de Botânica, e uma das responsáveis pelo Laboratório de Micologia (Micolab) da UFSC. E foi assim, fazendo coletas e análises, que pesquisadores do Micolab encontraram cinco novas espécies de fungos. As descobertas, feitas entre 2011 e 2014 em várias regiões do Brasil, foram publicadas neste ano pela revista científica Phytotaxa.
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‘Simpósio de Integração das Pós-Graduações do CCB’ ocorre em dezembro

10/11/2015 10:06

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sediará, nos dias 10 e 11 de dezembro, o IV Simpósio de Integração das Pós Graduações do Centro de Ciências Biológicas (CCB). No evento, haverá palestras, mesas-redondas, debates científicos eunnamed (1) apresentações de trabalhos. As inscrições podem ser feitas no link até 4 de dezembro, e custam R$ 20, para estudantes de graduação; R$ 35, para estudantes de pós-graduação; R$ 50, para público externo. O Simpósio será realizado no auditório do Espaço Físico Integrado (EFI-1) e as vagas são limitadas.

Mais informações no Facebook e no site do evento.

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Pós em Farmacologia abre inscrições para mestrado e doutorado

06/11/2015 08:26

O Programa de Pós-Graduação em Farmacologia (PPGFMC), do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da UFSC, abriu inscrições para o processo de seleção e admissão para mestrado e doutorado  de 5 a 25 de novembro.

Mais informações no site.

 

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Mestrado Profissional em Perícias Ambientais abre inscrições

05/11/2015 09:59

O coordenador do Mestrado Profissional em Perícias Ambientais do Centro de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Santa Catarina publicou o edital do processo de seleção de candidatos ao curso para o período letivo que terá início em 2016.

Mais informações no site.

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APG divulga chapas inscritas para eleição e realização de debate

30/09/2015 16:00

A Comissão Eleitoral da Associação dos Pós-Graduandos informa que foram inscritas e homologadas duas chapas para o pleito eleitoral da entidade:

Chapa 1 – Pós em Movimento

Chapa 2 – Pós Ativa

Conforme previsto no Regimento de Convocação das Eleições APG/UFSC para a Gestão 2015-2016, o pleito eleitoral ocorrerá nos dias 30 de setembro e 1º de outubro. Duas urnas estarão disponíveis: uma no  hall da reitoria, das 8h às 20h, e outra no Centro de Ciências Agrárias (CCA), em frente à Biblioteca Setorial, das 9h às 19 horas.

Para votar presencialmente, o discente deve apresentar documento oficial com foto, ou a carteira da UFSC, ou a do SETUF. Em caso de o nome não constar da lista oficial, deve ser apresentado atestado de matrícula que comprove a situação regular.

A Comissão Eleitoral informa ainda que ocorrerá debate entre as duas chapas concorrentes no dia 28 de setembro, às 19h, na sala 509 do Centro de Ciências Biológicas (CCB).

 

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Estudantes da UFSC celebram aniversário de independência da Guiné-Bissau

17/09/2015 09:04

Em comemoração ao 42° aniversário da independência da Guiné-Bissau, no dia 24 de setembro, a Associação de Estudantes Guineense de Santa Catarina (AEGUISC) criou uma programação que inclui palestras e uma festa de apresentação cultural do país. As palestras serão realizadas no Centro de Ciências Biológicas (CCB) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e são abertas a todos os estudantes. Essas atividades vão abrir uma discussão sobre temas pertinentes ao país e aos estudantes guineenses.

Os debates são realizados no dia 24 de setembro (quinta-feira), na sala 509 do CCB, a partir das 15h. Com os temas, “Impacto da incompatibilidade entre os poderes do sistema político Guineense” e “Retrospectiva e as possíveis soluções da situação socioeconômica da Guiné-Bissau”, serão divididos em duas mesas.

As questões discutidas serão de âmbito nacional e internacional do contexto atual guineense-africano. O evento dá direito a certificado em três categorias: componentes da mesa (palestrantes e debatedores), organização e ouvinte.

A festa de apresentação cultural será realizada no dia 26 de setembro (sábado), no salão do Grupo Novo Horizonte, na Beira-Mar Norte, e vai contar com comidas típicas, apresentações de danças e músicas tradicionais e modernas da Guiné-Bissau.

Mais informações no Facebook.

Giovanna Olivo/Estagiária de Jornalismo/Agecom/DCG/UFSC

 

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Um pesquisador impulsionado por um ‘descontentamento persistente’

15/09/2015 14:19

Marcelo Farina, pesquisador do Departamento de Bioquímica do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e novo membro afiliado da Academia Brasileira de Ciências (ABC), é motivado por “um certo descontentamento persistente”. “O que seria isso?” – ­­ele explica­ – “É estar sempre querendo algo a mais, estar sempre buscando melhorar e realizar mais. Minha busca nunca foi no sentido de almejar este ou aquele posto. Eu prefiro estar focado em aprimorar o meu dia a dia, a minha pesquisa, a formação dos meus alunos.” A diplomação na ABC é uma conquista decorrente de sua atuação como pesquisador; por isso, a notícia foi recebida com alegria. “Quando chegou o e-mail do presidente da Academia Brasileira de Ciências dizendo ‘parabéns’, fiquei muito feliz, não tem como descrever de outra forma. Um reconhecimento é sempre uma motivação.”

© Pipo Quint / Agecom / UFSC

Marcelo Farina em seu laboratório. Foto: Jair Quint/Agecom/DGC/UFSC.

Diferentemente da categoria de membro titular, a de membro afiliado é destinada a pesquisadores jovens, de até 40 anos, que usufruem o direito de participar nas atividades da Academia por um período de cinco anos. Antes de Marcelo, apenas um professor da UFSC havia sido diplomado como membro afiliado: André Luiz Barbosa Báfica, do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia. O pesquisador Juliano Ferreira, do Departamento de Farmacologia, é membro afiliado desde 2012, quando ainda era professor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Para o período 2015-2019, foram escolhidos cinco pesquisadores da Regional Sul, dos quais quatro são da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e Marcelo, da UFSC.

A escolha de novos afiliados ocorre em duas etapas: na primeira, um membro titular indica o pesquisador; na segunda, todos os titulares votam para eleger dentre os indicados. A escolha é feita em função da trajetória acadêmica: anos dedicados à pesquisa, principais conquistas do ponto de vista científico. Marcelo foi indicado por João Batista Teixeira da Rocha, da UFSM, seu orientador de mestrado e doutorado. “Esse pesquisador já orientou dezenas de doutores. Ele se tornou membro titular em 2014. O fato de sua primeira indicação ser alguém que não é da sua universidade me causa bastante alegria.”

Marcelo tem 39 anos e considera importante a participação das novas gerações de pesquisadores na ABC. “Um membro titular geralmente se baseia no que vivenciou há algumas décadas. Os jovens trazem o diferencial de terem uma experiência mais recente de aspectos importantes relacionados à ciência no Brasil. Por isso podemos trocar experiências e ideias de como podemos avançar em termos de política, ciência e tecnologia. Eu pretendo contribuir justamente dessa forma, a partir da minha experiência pessoal como pesquisador jovem.” A atuação política da entidade é algo que lhe motiva como novo membro. “É uma grande oportunidade poder participar das reuniões da Academia. A ABC é muito atuante politicamente, é uma instituição que luta em prol da ciência brasileira.”

 

A ciência

Em sua pesquisa, Marcelo busca averiguar de que forma compostos tóxicos presentes na natureza afetam a saúde humana. “Hoje em dia estamos mais suscetíveis à exposição de agentes tóxicos: medicamentos; pesticidas; produtos derivados da atividade industrial, como metais pesados, solventes etc. Tudo isso é lançado na natureza a partir da atividade humana. Eu investigo de que forma alguns desses componentes, que antes eram inexistentes ou existentes em menor quantidade, atuam no organismo.” Em seus experimentos, o pesquisador tenta compreender até que níveis o ser humano pode estar exposto a essas substâncias sem correr risco de sofrer seus efeitos nocivos. “Muitas doenças – como Alzheimer, Parkinson, diabetes, câncer – têm causas que ainda não são totalmente compreendidas. Por isso é importante definir os limites aceitáveis de exposição a esses compostos e, a partir disso, desenvolver uma base científica para implementar políticas ambientais. Por que se diz que o nível aceitável de chumbo no sangue é ‘tanto’? Porque se sabe que, até esse nível, em princípio, ele não prejudica a saúde.”

Caso se comprove que determinado componente possa desenvolver uma doença, a tendência seria, primeiramente, banir ou minimizar ao máximo sua presença na natureza. Marcelo explica que sua pesquisa busca, em uma segunda etapa, desenvolver estratégias que funcionem como antídoto. “Ou seja: se você se expõe agudamente a um agente tóxico, existe alguma forma de bloquear essa toxicidade? Após o indivíduo ter sido exposto e já estar apresentando sintomas crônicos que não são revertidos a curto prazo, é possível atuar farmacologicamente para minimizar esse estado?”

Entre os muitos compostos tóxicos que poderiam ser analisados, Marcelo decidiu estudar a atuação de metais e pesticidas. “O Brasil é um grande e talvez o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Alguns agentes que já foram banidos em alguns países ainda são utilizados aqui.” A pertinência desse tipo de investigação se deve ao fato de não haver, hoje, uma legislação que regulamente o uso de muitas dessas substâncias. O pesquisador se sente motivado, fundamentalmente, pela possibilidade de “fazer a diferença” e de melhorar a vida do ser humano. “Seria uma realização enorme se algumas das moléculas que estou investigando como potencial agente terapêutico para essas condições viessem a se tornar um medicamento, trazendo benefícios para a população. Eu sei que para isso existem várias etapas, e eu estou numa fase muito inicial. Mas estou tentando dar um passo significativo em termos científicos na minha área, adquirindo resultados que possam ser realmente benéficos à sociedade – imaginar isso até me emociona.”

 

Trajetória acadêmica

O caminho que o levou à Bioquímica começou quando partiu de sua cidade natal, Erechim (RS), para cursar, na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a graduação em Farmácia. Essa não foi, entretanto, uma escolha premeditada. “Há pessoas que dizem ‘desde pequeno eu queria ser farmacêutico’. Não é o meu caso. Quando chegou o momento de fazer vestibular, fiz um teste vocacional, que apontou para as ciências da vida. Decidi fazer Farmácia, pois gostava de Química. Na época foi o primeiro curso que me passou pela cabeça. Eu não tinha um sentimento genuíno de ‘ah, eu quero ser isso!’. Se o teste vocacional dissesse ‘você deve ser músico’, talvez eu me tornasse músico. Eu inclusive gosto de tocar bateria.”

Mas o teste vocacional provavelmente estava certo. Já durante a graduação, Marcelo se identificou com a Farmacologia e a Bioquímica – área em que fez Iniciação Científica. Posteriormente, no mestrado, o pesquisador diz ter sido influenciado por seu orientador. “O professor João Batista trabalha, principalmente, a toxicologia de compostos metálicos; então, eu comecei a me interessar por isso. No mestrado, eu me voltei para o efeito das substâncias no organismo como um todo; no doutorado, optei focar o sistema nervoso central e as doenças neurodegenerativas.” Marcelo considera que ainda existe muito a ser descoberto nessa área, mas as lacunas de conhecimento são, para ele, uma característica de todo campo do saber. “O ser humano sabe muito pouco de si próprio e do Universo, por isso acho muito importante a continuidade da ciência, a busca do conhecimento científico, daquilo que não se compreende.”

O ingresso no mestrado foi, para ele, o momento decisivo de sua trajetória profissional. Após concluir a graduação, voltou a Erechim para trabalhar em um hospital. “Depois de seis meses em um laboratório de Análises Químicas, percebi que aquilo não me motivava tanto, era muito monótono.” Nessa época, soube que a Capes havia recém-aprovado o mestrado em Bioquímica da UFSM, e que, em alguns meses, haveria a seleção para a primeira turma. “Fui da primeira turma do mestrado em Bioquímica da UFSM.” Aos 22 anos, Marcelo retornou àquela universidade e integrou a equipe de pesquisadores do laboratório de Bioquímica. “Quando saí daquele ambiente hospitalar e voltei ao acadêmico, tudo parecia mais lindo, mais espontâneo, mais alegre, mais criativo. Eu me senti feliz cursando mestrado e atuando em um laboratório de pesquisa. Isso me motivou muito; eu me vi fazendo aquilo pelo resto da vida.”

Marcelo cursou o doutorado na mesma área, mas na UFRGS, em Porto Alegre. Assim que o concluiu, em 2003, foi aprovado em concurso para professor efetivo do Departamento de Análises Clínicas e Toxológicas da UFSM. Dessa vez sua passagem por Santa Maria durou apenas seis meses: nesse período, ele também foi selecionado em concurso para professor da UFSC e optou mudar-se para Florianópolis pela característica que lhe é intrínseca: o “descontentamento persistente”. “Busquei um pouco de independência científica.”

Na UFSC, Marcelo teve o desafio de “começar do zero”: conquistar desde um espaço físico para seus experimentos, passando pela compra da primeira geladeira para seu laboratório, até a criação do Programa de Pós-Graduação em Bioquímica da Universidade. “O fato de me sentir mais independente me motivava muito. Embora eu atue numa linha muito próxima da em que eu atuava na UFSM, aqui tive a oportunidade de construir algo. Eu entrei na UFSC em 2004, e, em 2008, conseguimos criar o Programa de Pós-Graduação em Bioquímica, com mestrado e doutorado. Posso dizer que houve uma contribuição significativa de minha parte: fui o presidente da comissão de implantação do curso. Mas é claro que isso foi possível por já haver aqui uma equipe competente.” O professor se sente feliz por fazer parte da Universidade. “Eu considero a UFSC uma universidade respeitável, muito ativa e importantíssima para Santa Catarina. Para mim é um orgulho ser professor da UFSC.”

Atualmente, Marcelo orienta dois alunos de Iniciação Científica, três mestrandos, quatro doutorandos e dois pós-doutorandos. O ensino é, para ele, parte muito importante de sua atuação como acadêmico. “Gostaria de contribuir para a formação de novos cientistas, que talvez venham a gerar conhecimentos importantes para a sociedade.” O pesquisador reafirma que se sente feliz como membro da ABC, mas que o mais importante é ser cada vez melhor no que faz. “Mais do que fazer mais, quero fazê-lo benfeito. O lançamento de um novo medicamento não ocorre se nós, como pesquisadores, não fizermos um excelente trabalho.”

Daniela Caniçali/Jornalista da Agecom/DGC/UFSC

Revisão: Claudio Borrelli/Revisor de Textos da Agecom/DGC/UFSC

 

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Curso de Inverno de Farmacologia divulga série de palestras abertas ao público

22/07/2015 17:18

Uma série de palestras abertas ao público sobre farmacologia e ciência irá integrar o XII Curso de Inverno de Farmacologia, de 26 de julho a 1º de agosto. O evento será realizado no Departamento de Farmacologia, bloco D do Centro de Ciências Biológicas.

Os participantes selecionados para o curso completo já foram divulgados.

Mais informações no site do curso.

Palestras-Abertas-final

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Inscrições para doutorado em Neurociências vão até 30 de julho

08/07/2015 13:00

O Programa de Pós-Graduação em Neurociências do Centro de Ciências Biológicas (CCB) divulgou o edital do processo de seleção de doutorado para ingresso em agosto. As inscrições vão até 30 de julho e a seleção será no dia 6 de agosto.

Mais informações no site, pelo e-email ou telefone (48) 3721-9970.

 

 

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Aldeia Guarani desenvolve projeto de integração com escolas da Grande Florianópolis

15/01/2013 13:00

A Escola da Aldeia implantou a trilha ecológica para preservar a mata e trabalhar com as crianças de forma prática e lúdica. Foto: Dennis Radünz

Como forma de fortalecer a cultura do povo indígena, a aldeia YynnMorotiWherá, localizada no município de Biguaçu (SC), deu início ao projeto de recuperação da Trilha Caminho da Sabedoria. O processo, aprovado pelo Fundo Municipal de Cultura, tem o objetivo de recuperar a história local e eternizar a cultura do povo Guarani.

A iniciativa vai levar alunos e professores da rede de ensino da Grande Florianópolis para conhecer e interagir com a natureza e a cultura indígena através do contato direto com as narrativas, usos e costumes, língua, brincadeiras, além de outros aspectos espirituais, gastronômicos e medicinais dos Guaranis. As atividades terão início com o semestre letivo.
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