Divulga UFSC – 29/06/2026 – Edição 2537
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Pesquisador André Pitaluga, da Fiocruz, apresentou a experiência de desenvolvimento do kit diagnóstico de Covid-19, que contou com participação da UFSC e outras instituições. Foto: Divulgação ExpoEpi
O teste rápido de diagnóstico molecular para detecção da Covid-19, desenvolvido em 2021 por uma força-tarefa de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive-SC), recebeu um prêmio do Ministério da Saúde em evento realizado em abril, em Brasília (DF).
Entre mais de 1.500 trabalhos submetidos, o teste rápido conquistou o segundo lugar na categoria “Mais Ciência para o SUS”, na área “Preparação, vigilância e resposta às emergências em saúde pública”, na Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (ExpoEpi).
De acordo com a professora Luísa Damazio Rona Pitaluga, do Departamento de Biologia Celular, Embriologia e Genética do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da UFSC, a equipe apresentou a experiência bem-sucedida no desenvolvimento e validação do kit de diagnóstico molecular rápido para Covid-19, que permitiu confirmar ou não casos da doença de forma mais rápida e barata, em meio à emergência de saúde pública da pandemia. A invenção foi patenteada e deu impulso para a linha de pesquisa em diagnóstico molecular point-of-care, que vem sendo expandida e aplicada a testes para diversos outros patógenos e espécies sentinela – como é o caso da microalga Prorocentrum cordatum, que ocorre em ambientes como a Lagoa da Conceição, em Florianópolis.
Além da UFSC, Fiocruz, IFSC e Dive-SC, a pesquisa para o desenvolvimento do teste rápido contou também com apoio da iniciativa privada, prefeituras, secretarias municipais de saúde e Ministério Público.
O Laboratório de Pesquisa em Avaliação Psicológica (LPAP), em colaboração com o Laboratório de Psicologia Cognitiva Básica e Aplicada (LPCog) do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está com inscrições abertas para o Programa de Treinamento Gratuito em Atenção Plena (Mindfulness).
A iniciativa será oferecida de julho a outubro de 2026, com uma turma por mês, em formato online, ao vivo e síncrono. O programa é voltado a Técnicos Administrativos (TAEs), professores, estudantes de graduação e pós-graduação, além da comunidade em geral. Com duração de três semanas, o treinamento busca desenvolver habilidades relacionadas à regulação emocional, manejo do estresse e da ansiedade, foco, presença e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. O programa integra uma pesquisa científica nacional sobre saúde mental relacionada ao trabalho e será conduzido por profissional de Psicologia com ampla experiência clínica e em programas baseados em mindfulness.
As aulas ocorrerão das 19h às 20h15, com opção de turmas às terças-feiras ou quintas-feiras. A participação na aula introdutória é obrigatória para ingresso no treinamento e na pesquisa.
As inscrições são gratuitas e permanecem abertas até o preenchimento das vagas, que são limitadas e preenchidas por ordem de inscrição. O programa não oferece certificado.
Cronograma das próximas turmas em 2026:
Turma de terça-feira
Aula introdutória: 30 de junho
Treinamento: 14, 21 e 28 de julho
Turma de quinta-feira
Aula introdutória: 23 de julho
Treinamento: 13, 20 e 27 de agosto
Turma de terça-feira
Aula introdutória: 25 de agosto
Treinamento: 15, 22 e 29 de setembro
Turma de quinta-feira
Aula introdutória: 24 de setembro
Treinamento: 15, 22 e 29 de outubro
O treinamento é 100% prático e foi pensado para se adaptar à rotina de trabalho dos participantes. Os encontros ocorrem em grupos mistos, reunindo pessoas de diferentes empresas e regiões do país.
Para profissionais das áreas de gestão de equipes, recursos humanos, saúde e segurança do trabalho, o programa também pode funcionar como ação complementar em saúde mental e gestão de riscos psicossociais, alinhada à NR-01 e às estratégias do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
Pessoas que não puderem participar das turmas de terça ou quinta-feira podem se inscrever na lista de espera para futuras edições em outros horários.
As inscrições podem ser realizadas pelo site: Inscrições – Aula Introdutória ao Programa de Treinamento em Mindfulness Gratuito –
Mais informações pelo email: contato@eumindful.com
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A professora Bárbara Segal Ramos, do Departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de Santa Catarina (ECZ/UFSC), foi uma das pesquisadoras entrevistadas para uma reportagem do portal ND+ sobre um projeto que mapeia a invasão do coral-sol em Santa Catarina. A matéria foi publicado no dia 17 de junho e está disponível aqui.
Pesquisadores da UFSC e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) desenvolvem há quatro anos um projeto que visa combater o coral-sol, uma espécie invasora originária dos oceanos Índico e Pacífico, que ameaça a biodiversidade marinha do litoral catarinense. O coral-sol se espalha rapidamente pelas rochas e compete por espaço e alimento com espécies nativas, alterando o equilíbrio dos ecossistemas marinhos.
Segundo os pesquisadores, o coral-sol chegou ao Brasil por meio de cascos de navios e vem se espalhando pelo litoral desde a década de 1980. Ele cresce rapidamente e não possui predadores naturais no Atlântico. Na Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, entre Florianópolis e Bombinhas, mergulhadores realizam ações de monitoramento e remoção manual do coral-sol. Desde 2012, mais de 35 mil colônias da espécie foram retiradas em cerca de 100 operações de manejo. O material coletado é encaminhado para análises em laboratórios da UFSC.
A reportagem destaca que o controle da espécie exige cuidado e monitoramento constante, já que a remoção em períodos inadequados pode favorecer ainda mais a sua proliferação. Além disso, o trabalho exige precisão e acompanhamento científico constante, porque, se a remoção for feita de maneira inadequada, fragmentos do coral podem se espalhar e dar origem a novas colônias, agravando ainda mais a invasão.
A equipe vem desenvolvendo métodos e tecnologias para conter o avanço do coral-sol e proteger a biodiversidade marinha de Santa Catarina. Além da retirada manual, os pesquisadores estudam novas técnicas para conter o avanço da espécie e minimizar os impactos sobre a fauna e a flora marinhas. O objetivo é preservar a biodiversidade do litoral de Santa Catarina e evitar que o coral-sol comprometa ainda mais os ecossistemas da região.
Reportagem na íntegra no portal do ND+.
Mais informações na reportagem publicada no site da UFSC.
O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Estudos do Futebol Brasileiro (INCT Futebol), órgão ligado ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e sediado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), promove a primeira edição do Prêmio Simoni Lahud Guedes, que irá selecionar a melhor tese de doutorado e a melhor dissertação de mestrado, desenvolvidas no Brasil entre janeiro de 2024 e julho de 2026 que abordem o futebol em diálogo com as Ciências Humanas e Sociais.
A cerimônia irá ocorrer durante o II Encontro INCT Estudos do Futebol Brasileiro, que será realizado entre os dias 16 e 19 de setembro de 2026, na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), em Ouro Preto, Minas Gerais. As inscrições para o prêmio estão abertas até 10 de julho. O edital pode ser acessado aqui.
O prêmio homenageia a antropóloga Simoni Lahud Guedes, referência fundamental para os estudos antropológicos do esporte no Brasil. A dissertação de mestrado de Simoni, intitulada O futebol brasileiro: instituição zero, foi defendida em 1977, no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional.
A entrega será realizada pelo professor Roberto DaMatta, da Universidade de Notre Dame, que foi orientador de Simoni e também é um dos precursores dos estudos sobre futebol no Brasil. “A relação entre o Roberto DaMatta e a Simoni Guedes foi de um grande vínculo acadêmico e intelectual. O fato de ele fazer a entrega dessa premiação é algo muito significativo, porque, entre todos os que estarão ali, ninguém conheceu melhor Simoni Guedes do que o próprio Roberto DaMatta”, explica o professor Silvio Ricardo da Silva (UFOP/INCT Futebol), um dos organizadores do II Encontro INCT Estudos do Futebol Brasileiro.
A professora da UFSC e coordenadora geral do INCT Futebol, Carmen Rial, lembra que Simoni Guedes foi uma das pioneiras no campo dos estudos do futebol. “Para mim, o prêmio também carrega outro significado. De certa forma, ele é um modo de elaborar o luto que foi a perda de uma amiga, de uma colega com a qual eu trabalhei durante muitos anos”. Carmen destaca a importância de ter a presença de Roberto DaMatta na cerimônia de entrega da premiação.
Com informações do site do INCT Futebol.
A dissertação de mestrado de Bruna Caroline Russi, atualmente doutoranda do Programa de Pós-graduação em Biotecnologia e Biociências da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGBTC/UFSC), foi premiada no Congresso Brasileiro de Bioinformática (X-Meeting), organizado pela Associação Brasileira de Bioinformática e Biologia Computacional (AB3C), que ocorreu entre os dias 9 e 12 de Junho de 2026.
A pesquisa de Bruna, que foi desenvolvida no Laboratório de Bioinformática – vinculado ao departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia (MIP/CCB/UFSC) e ao PPGBTC – sob a orientação do professor Renato Simões Moreira, recebeu o prêmio Jovem Bioinformata 2026. Seu trabalho poderá contribuir para o desenvolvimento de novos tratamentos de doenças que afetam o sistema imunológico.
“Minha dissertação de mestrado consistiu no desenvolvimento do EpiBuilder 2.0, uma plataforma web gratuita e de código aberto voltada para a predição e análise computacional (in silico) de epítopos lineares de células B (alvos imunológicos). Na área de proteômica e imunologia, a identificação de epítopos é fundamental no contexto de saúde de precisão para apoiar o estudo de doenças que afetam o sistema imunológico, possibilitando a prototipagem de novas terapias e vacinas personalizadas”, explica Bruna.
Segundo a pesquisadora, a aplicação do EpiBuilder tem foco no estudo de patógenos, que é o foco do Laboratório de Bioinformática, com o diferencial de utilizarem uma IA capaz de prever alvos úteis em contexto de oncologia e neurologia. O estudo faz parte de uma linha de pesquisa que havia sido iniciada pelo professor Renato Simões Moreira: “A primeira versão do EpiBuilder foi um dos produtos da tese do meu orientador, que me orientou nesta segunda versão.”
Nesta atualização, conforme explica, a arquitetura do software foi repensada para um funcionamento modular, automatizado e escalável, integrando tecnologias consolidadas na indústria (como Docker, NextFlow e banco de dados) com computação paralela, algoritmos específicos de biologia computacional e modelos de aprendizado de máquina.
“O grande diferencial do EpiBuilder 2.0 é esta arquitetura, mas também o foco na usabilidade de pesquisadores da área biotecnológica e na conformidade com os padrões internacionais de qualidade de software ISO/IEC 25010:2023 e ISO 25019:2023. Isso garante padronização, reprodutibilidade e um fluxo de trabalho automatizado que facilita e acelera o estudo proteômico”, afirma Bruna.
Em razão do prêmio, Bruna foi indicada para um flash talk nas Journées Ouvertes en Biologie, Informatique et Mathématiques (JOBIM), principal evento de Bioinformática da França, que ocorre de 16 e 19 de junho. O flash talk é uma apresentação oral on-line, curta e dinâmica (de poucos minutos), cujo objetivo é expor os pontos mais inovadores da pesquisa para a comunidade científica europeia. “Esta oportunidade poderá abrir portas para futuras colaborações entre Brasil e França”, comemora Bruna.
O EpiBuilder está disponível aqui.
A dissertação de mestrado da Bruna está disponível na íntegra aqui.
O Programa de Pós-Graduação em Oceanografia da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGOceano/UFSC) divulgou o edital do processo seletivo para mestrado e doutorado. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas através do Sistema de Controle Acadêmico da Pós-Graduação (CAPG) até o dia 20 de junho.
O edital disponibiliza 7 vagas para doutorado e 11 vagas para mestrado. O resultado da seleção será divulgado no dia 2 de agosto. As matrículas dos novos alunos serão realizadas no dia 10 de agosto, com início das aulas previsto para 17 de agosto.
Para se inscrever acesse o formulário.
Mais informações no site do programa ou pelo e-mail ppgoceano@contato.ufsc.br.
A pesquisadora Larissa Krambeck, do Laboratório de Tubos de Calor da Universidade Federal de Santa Catarina (Labtucal/UFSC) recebeu a medalha Young Scientist George Grover Medal no 23º International Heat Pipe Conference, maior evento mundial dedicado à tecnologia de tubos de calor e transferência de calor bifásica, realizado na Polônia, de 24 a 28 de maio de 2026.
A medalha, que homenageia George Grover, pioneiro no desenvolvimento dos tubos de calor, é o mais importante reconhecimento internacional para jovens pesquisadores da área, por valorizar contribuições originais e promissoras à ciência e tecnologia de tubos de calor.
Orientada pela professora Marcia Barbosa Henriques Mantelli, Larissa concluiu seu doutorado na UFSC em 2024, com contribuições originais no campo dos tubos de calor planos e miniaturizados para gerenciamento térmico de sistemas eletrônicos, incluindo mapas de desempenho, novas estruturas capilares e geometrias inovadoras de canais.
Com mais de 30 artigos em periódicos científicos, quatro capítulos de livros e mais de 60 trabalhos em conferências internacionais, a pesquisadora também foi contemplada com Menção Honrosa (Engenharia III) no Prêmio CAPES de Tese, em 2025; e o Prêmio de Melhor Apresentação para Pesquisadores com menos de 40 anos na 42ª UIT International Heat Transfer Conference, também em 2025.
Atualmente Larissa desenvolve pesquisa de pós-doutorado com dupla afiliação no Labtucal/UFSC e na Universidade de Pavia (UNIPV), na Itália, onde trabalha no desenvolvimento de modelos matemáticos de Tubos de Calor Pulsantes para aplicações espaciais.
O Programa de Pós-Graduação em Farmacologia da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGFMC/UFSC) divulgou o edital do processo seletivo para ingresso no doutorado. As inscrições vão até 19 de junho e devem ser feitas pelo sistema on-line. Podem se inscrever profissionais brasileiros ou estrangeiros com diploma de graduação (ou mestrado) em Ciências Biológicas ou da Saúde, que tenham forte perfil científico, disponibilidade para dedicação integral à pesquisa e afinidade com as linhas de pesquisa do programa.
As linhas de pesquisa do programa são: Farmacologia do Sistema Nervoso Central; Farmacologia do Sistema Cardiovascular; e Farmacologia das Neoplasias. Serão ofertadas seis vagas, sendo duas vagas para pessoas candidatas negras, pertencentes a comunidades Indígenas e Quilombolas, e uma para beneficiário(a) do Programa Universidade para Todos (PROUNI), beneficiário(a) de bolsa de estudo voltada a estudantes de graduação da rede pública de ensino superior em situação de vulnerabilidade socioeconômica.
As inscrições são gratuitas e a seleção será realizada em duas etapas, sendo a primeira destinada à avaliação do projeto de pesquisa; e a segunda à análise e arguição sobre o currículo documentado e sobre a carta de intenções. O resultado final da seleção será divulgado a partir de 03 de julho e o ingresso dos selecionados está previsto até 31 de agosto.
Acesse aqui informações sobre os orientadores e conheça os laboratórios de pesquisa aqui.
Acesse o edital aqui.
Para se inscrever, acesse aqui.
Mais informações na na página do PPGFMC ou pelo e-mail ppgfarmaco@contato.ufsc.br
O Instituto de Estudos de Gênero da Universidade Federal de Santa Catarina (IEG/UFSC) promove o Seminário Internacional Fazendo Gênero 14, que será realizado de forma presencial de 26 a 30 de julho de 2027, no campus Trindade da UFSC, em Florianópolis (SC). O tema desta edição será “Corpos-territórios: (eco)feminismos diversais na luta por vidas”. As inscrições para proposição de Simpósios Temáticos (STs) estão abertas até 10 de julho de 2026, às 23h59 (horário de Brasília).
Os STs serão exclusivamente presenciais e reunirão Comunicações Orais em torno de uma temática comum no campo dos estudos de gênero, mulheres, feminismos e sexualidades, promovendo o encontro e o diálogo interdisciplinar entre pesquisadoras/es, estudantes, artistas e ativistas. Cada simpósio poderá receber comunicações de pesquisas, performances, relatos de experiência e outras formas de expressão, desde que estejam alinhadas ao tema proposto e sejam aprovadas pelas respectivas coordenações.
As coordenações de ST poderão ser compostas por, no mínimo, duas e, no máximo, três pessoas, sendo ao menos uma com título de doutorado, e preferencialmente com proponentes vinculadas/os a instituições distintas. Cada pessoa só poderá submeter uma proposição de ST. Também poderão compor as coordenações ativistas e artistas. Para comprovação, cada categoria deve apresentar:
As propostas de STs serão submetidas exclusivamente no site do evento por uma das coordenadoras, após todas as coordenações do respectivo ST terem realizado sua inscrição. As orientações gerais para inscrição estão no site do Seminário Fazendo Gênero.
Mais informações no Instagram e pelo e-mail comunicacaoiegufsc@gmail.com
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O SpaceLab, Laboratório de Pesquisa em Sistemas Espaciais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), abre oportunidade para empresas, laboratórios, startups e instituições de ensino interessadas em embarcar experimento no satélite FloripaSat-RO. As manifestações prévias de interesse devem ser enviadas até 30 de junho, via formulário.
As submissões serão avaliadas por equipe técnica do SpaceLab, considerando compatibilidade com a missão, maturidade tecnológica, riscos, viabilidade de integração, documentação técnica e capacidade de atender aos requisitos de testes e operação.
O experimento deverá ser compatível com as restrições técnicas, operacionais e de segurança da missão, incluindo volume disponível, massa, consumo de energia, interfaces mecânicas e elétricas, transmissão e armazenamento de dados, comportamento térmico, integração ao satélite e cronograma de desenvolvimento.
A participação na missão poderá envolver custos associados à integração, testes e operação do experimento. Esses custos dependerão das características da carga útil proposta, incluindo requisitos de telecomunicações, volume de dados gerados, armazenamento embarcado, suporte operacional e atividades de integração e verificação. As condições serão definidas caso a caso após a avaliação técnica da proposta.
O FloripaSat-RO é um satélite CubeSat 6U em desenvolvimento no SpaceLab, que conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Agência Espacial Brasileira (AEB). A missão tem como foco principal a aplicação de técnicas de Rádio Ocultação GNSS, método que utiliza sinais de sistemas globais de navegação por satélite (como GPS, GLONASS, Galileo e BeiDou) para investigar características da atmosfera terrestre.
Uma pesquisa conduzida pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) revelou um quadro preocupante sobre as condições de saúde dos professores da rede estadual de ensino de Santa Catarina. O estudo, intitulado Radiografia da Saúde Docente em Santa Catarina, foi desenvolvido ao longo de cinco anos e aponta elevados índices de adoecimento físico e mental entre os profissionais da educação.
Coordenada pelo professor Julian Borba, do Departamento de Sociologia e Ciência Política da UFSC, a pesquisa teve início em 2020 e foi realizada em parceria com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte-SC). O projeto contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu), responsável pela gestão financeira e administrativa da iniciativa.
A etapa final da pesquisa foi concluída em dezembro de 2024, e os resultados foram apresentados em junho deste ano, no auditório de pós-graduação do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFSC, em Florianópolis. Segundo o coordenador, o trabalho é resultado de cinco ondas de pesquisa realizadas ao longo do período.
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A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) manteve sua posição entre as melhores universidades da América Latina e Caribe, de acordo com o ranking elaborado pelo Center for World University Rankings (CWUR). As posições do ranking 2026 são as mesmas de 2025: 13º lugar na América Latina e Caribe, 9º lugar entre as instituições brasileiras e 5º entre as federais.
Foram avaliadas 21.291 instituições no mundo todo, com a UFSC ficando na 732ª posição, top 3,5% no geral. O ranking completo foi divulgado nesta segunda-feira, 1 º de junho, no site do CWUR: cwur.org/2026.
Entre os indicadores específicos que compõem a pontuação geral de 72,4 da UFSC, destacam-se o ranking de Pesquisa, no qual ocupa a 697ª posição no planeta, e o ranking de Empregabilidade, onde está na 1314ª colocação.
Confira a lista das 10 instituições brasileiras melhores colocadas
1º Universidade de São Paulo (USP)
2º Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
3º Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
4º Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
5º Universidade Estadual Paulista (Unesp)
6º Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
7º Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
8º Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
9º Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
10º Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Metodologia
A metodologia do Center for World University Rankings (CWUR) é baseada em quatro pilares fundamentais: educação (25%), focado no sucesso acadêmico de ex-alunos; empregabilidade (25%), que avalia o sucesso profissional de ex-alunos; corpo docente (10%), que mensura o número de membros do corpo docente que receberam as principais distinções acadêmicas; e pesquisa (40% no total), que analisa produção, publicações de alta qualidade; influência (número de artigos em periódicos altamente influentes) e citações (número de artigos de pesquisa altamente citados). Para a elaboração desta edição, foram utilizados 81 milhões de pontos de dados baseados em resultados para classificar 21.291 universidades em todo o mundo.
Sobre o Ranking
O Center for World University Rankings (CWUR) tem sede na Arábia Saudita e é uma organização de consultoria que fornece aconselhamento político, insights estratégicos e serviços de consultoria a governos e universidades para melhorar os resultados educacionais e de pesquisa.
Mais informações na página do CWUR.
O e-book Move-se o gênero na América Latina, lançado pelo Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGICH/UFSC), reúne os debates apresentados durante o evento MOVE La América, realizado em julho de 2025 na UFSC. A obra acaba de ser publicada em duas versões, em português e espanhol. Acesse aqui.
O evento promoveu o intercâmbio acadêmico entre estudantes latino-americanos e caribenhos no Brasil. Segundo o professor Atilio Butturi Junior, um dos organizadores da publicação, a proposta foi unir pesquisadores e bolsistas em torno de discussões sobre gênero e sociedade, ampliando o impacto acadêmico do encontro.
Pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Estudos do Futebol Brasileiro (INCT Futebol) participaram na mesa Futebol e gênero na América Latina, registrada em um dos capítulos da obra. Entre os autores estão a coordenadora-geral do INCT Futebol, professora Carmen Rial, e os pesquisadores Marcos Vinícius Corrêa, Thaís Almeida, Rita Lorena Arambuena, Caroline de Almeida e Vanrochris Vieira.
As pesquisas abordam temas como violência de gênero no futebol, feminismos e profissionalização do futebol feminino na Argentina, além das representações do esporte em telenovelas brasileiras e argentinas. Para os autores, o futebol ultrapassa o campo esportivo e reflete relações de poder, identidades e desigualdades presentes na sociedade latino-americana.
Os livros podem ser baixados gratuitamente na página Publicações INCT.
Mais informações pelo e-mail inct.futebol@gmail.com
O campus Blumenau da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sediará o I Colóquio Internacional Conexões Sul-Sul no Ensino de Ciências e Matemáticas em Angola, Brasil, Guiné-Bissau, Moçambique e Timor-Leste. O evento, que visa promover a cooperação acadêmica entre países do Sul Global, será realizado no dia 19 de junho, das 13h às 20h.
O colóquio reunirá pesquisadores, professores, estudantes e instituições de Angola, Brasil, Guiné-Bissau, Moçambique e Timor-Leste para promover diálogos interculturais sobre o ensino de Ciências e Matemáticas. A iniciativa busca fortalecer redes de cooperação acadêmica, valorizar epistemologias do Sul e compartilhar experiências formativas e pedagógicas comprometidas com a justiça social e a internacionalização solidária.
O colóquio é organizado por docentes e pesquisadores da UFSC Blumenau, em parceria com colaboradores de Angola, Brasil, Guiné-Bissau, Moçambique e Timor-Leste. O público-alvo inclui professores da educação básica, pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação, gestores educacionais e demais interessados na área de Educação em Ciências e Matemática.
A submissão de trabalhos e as inscrições podem ser feitas até 15 de junho, no site do evento. Serão aceitos resumos narrativos (de 300 a 600 palavras) para compor as seguintes sessões temáticas: Diálogos interculturais sobre ensinar e aprender matemática; Diálogos interculturais sobre ensinar e aprender ciências em contextos diversos; e Diálogos interculturais sobre formar professores de ciências exatas: desafios de cada nação.
O evento será presencial, com algumas participações internacionais realizadas de forma on-line. A programação contará com mesa-redonda, sessões temáticas e atividades culturais.
Mais informações no site do evento.

Autora-Rossaly Beatriz recebeu o prêmio Don Meco Dietro le Sbarre, em Turim, na Itália (Foto: Divulgação)
O ensaio A leitura pode ser uma sentença de liberdade?, inspirado na tese de doutorado da professora Rossaly Beatriz, egressa do Programa de Pós-graduação Linguística da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGL/UFSC), recebeu o prêmio do primeiro concurso literário Don Meco – Dietro le Sbarre, na Feira Internacional do Livro de Turim, no dia 16 de maio de 2026.
A tese deu origem ao livro Leitura e cárcere, que orientou a produção do ensaio selecionado entre mais de 850 inscritos de diferentes países, em uma edição dedicada ao tema Atrás das grades. Como reconhecimento, os textos vencedores foram publicados na coletânea oficial da premiação.
O livro propõe uma reflexão sobre desigualdade social, funcionamento dos sistemas de segurança e justiça, condições dos espaços de privação de liberdade e os sentidos da pena no Brasil contemporâneo. A obra também relata a experiência da autora em um projeto de extensão de leitura coordenado por ela durante cinco anos no curso de Direito da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), a partir de entrevistas realizadas com reclusos no Presídio Regional de Xanxerê (SC).
Durante sua pesquisa na penitenciária, Rossaly reuniu relatos sobre o impacto da leitura no ambiente prisional, incluindo casos de presos que passaram a incentivar os filhos a ler e criaram o hábito da leitura dentro do ambiente prisional.
Em julho de 2025, um exemplar de “Leitura e Cárcere” foi entregue ao Papa Leão XIV pelo arcebispo de Chapecó, Dom Odelir José Magri. Na ocasião, o pontífice também recebeu três cartas assinadas por 58 detentos do presídio de Xanxerê, que destacavam a importância da leitura e o trabalho desenvolvido pela Pastoral Carcerária.
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Um projeto em desenvolvimento na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) avalia o impacto ambiental e busca o aperfeiçoamento da qualidade, da segurança e da eficácia das moléculas dos protetores solares. Desenvolvida em parceria com a empresa Farma Service Bioextract, de São Paulo, as coletas são feitas em oito pontos distribuídos ao redor da Ilha de Santa Catarina. Ao longo do ano são analisadas amostras de água do mar e de tecidos de peixes e ostras. Os resultados mostram a presença e distribuição das moléculas fotoprotetoras, bem como uma relação entre os níveis encontrados e a época do ano em que a coleta foi feita, com maiores níveis no verão e decréscimo no inverno.
(mais…)
Ouvir a ciência é uma das práticas mais importantes para tomar decisões que envolvem emergências. A previsão de chegada de um evento climático que ocorre com cada vez mais frequência e intensidade no país intensifica a busca por respostas sobre o que está por vir. Em março, uma previsão de El Niño “de moderado a forte” começou a ser emitida e desde então o cenário é de incertezas, mesmo com os modelos climáticos cada vez mais aprimorados.
A professora da UFSC, Regina Rodrigues, da coordenadoria de Oceanografia, é uma das maiores autoridades no assunto. Liderança na Organização Mundial de Meteorologia, ela foi orientada no pós-doutorado pelo cientista Michael McPhaden, considerado o “Papa” das pesquisas sobre esse fenômeno e cientista sênior da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), que monitora os eventos. Ela assina papers com ele sobre o assunto.
A professora foi entrevistada pela TV UFSC, em materiais que também serão veiculados nas redes sociais da universidade (acompanhe nos canais @universidadeufsc e @tvufsc) . A entrevista tem o objetivo de explicar o fenômeno e sintetizar o que a ciência tem a dizer sobre uma pauta que vem fazendo parte do dia a dia dos cidadãos.
Regina explica que, até o final do Outono, haverá mais certeza quanto a intensidade do fenômeno que vem sendo comentado e aguardando. Ainda assim, sua dimensão e localização geográfica dependem de fatores que podem variar. A probabilidade de que o evento seja intenso, entretanto, está cada vez mais confirmada.
“Em março, um sinal forte de um El Niño moderado a forte começou a aparecer nas previsões. No entanto, existe uma ‘barreira da primavera’ (outono no hemisfério sul) na previsão do El Niño, onde o sistema físico de interação atmosfera-oceano pode mudar. Se a previsão se mantiver no final de maio, é muito provável que o El Niño se perpetue. As previsões mais recentes da NOAA já indicam com maior certeza um El Niño forte”, explica.
O Programa de Pesquisa Ecológica de Longa Duração sobre a Biodiversidade de Santa Catarina (Peld-Bisc) lançou, no dia 14 de maio, o Pod(e) Bisc, podcast voltado à divulgação científica da biodiversidade catarinense. O programa é sediado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e conta com apoio do CNPq, da Capes e da Fapesc.
O projeto aborda temas relacionados à fauna, flora e funga de Santa Catarina, aproximando a ciência do público de forma leve e informativa. No primeiro episódio, Desmistificando os Fungos, o convidado é o pesquisador Ricardo Drechsler dos Santos, professor da UFSC, que fala sobre a importância da funga para os ciclos biológicos, o equilíbrio ambiental e a conservação da biodiversidade no estado. Em uma conversa acessível e baseada em ciência, são abordados temas como ecologia dos fungos, relações ecológicas, diversidade de espécies e os equívocos mais comuns sobre esses organismos, frequentemente associados apenas a doenças ou contaminações.
Com episódios que exploram curiosidades, pesquisas e particularidades ambientais, cada nova edição do Pod[E] Bisc contará com a participação de pesquisadores, docentes e convidados ligados às áreas de estudo de cada temática tratada nos episódios. A proposta é transformar temas científicos em conversas dinâmicas, com o intuito de dialogar diretamente com a comunidade, em especial professores de ensino médio de áreas como biologia e geografia, por exemplo. O lançamento do podcast marca mais uma iniciativa de divulgação científica do Peld-Bisc, ampliando os espaços de disseminação de conhecimento e incentivando a popularização da ciência.
Acesse o primeiro episódio aqui ou aqui.

Sistema Transportável de Armazenamento de Energia em Baterias está em testes no Laboratório Fotovoltaica da UFSC (Foto: Divulgação Fotovoltaica)
Imagine a situação em que um temporal ou um grave acidente cause o rompimento da fiação elétrica, em uma área dotada de serviços essenciais como hospitais, delegacias, escolas, farmácias e postos de saúde. Muitas vezes o conserto leva tempo, mas o restabelecimento rápido do fornecimento de energia é essencial para evitar a interrupção ou suspensão desses serviços essenciais.
Para enfrentar situações como essa, a Celesc e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desenvolvem em parceria um sistema capaz de garantir temporariamente o suprimento de energia elétrica na rede, enquanto os profissionais da companhia executam com segurança o trabalho de manutenção.
Trata-se de uma unidade móvel de energia que utiliza baterias em “segunda vida” descartadas de veículos elétricos, montadas sobre um caminhão (semirreboque), formando uma espécie de “power bank” gigante.
Denominado “Energia Celesc a Bordo”, o projeto iniciou a partir de um estudo desenvolvido com um conjunto de baterias que foram utilizadas em um ônibus elétrico pela própria UFSC, que já rodou o equivalente a três voltas ao mundo (120.000 quilômetros).
Baterias assumem abastecimento
Quando a Celesc precisa realizar um conserto ou melhoria em uma rua, o procedimento padrão é desligar a energia daquele trecho para garantir a segurança dos técnicos. Com o Energia Celesc a Bordo, o caminhão é conectado à rede local antes do início do trabalho. Assim, enquanto a rede principal da concessionária é desligada para manutenção com segurança, o sistema de baterias assume o abastecimento, garantindo que os moradores e comerciantes continuem com luz durante o serviço.

Baterias de carros elétricos em segunda vida foram integradas e instaladas em um semirreboque (Foto: Divulgação Celesc)
O Energia Celesc a Bordo é um projeto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Celesc, aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), e utiliza baterias que já não são mais adequadas para uso automotivo, mas que ainda mantêm entre 70% e 80% de sua capacidade original, o que ocorre após cerca de 10 a 20 anos de uso, conforme o comportamento do motorista. Esse estágio das baterias é conhecido como “segunda vida”. Nessa condição, elas podem ser utilizadas em sistemas de armazenamento de energia.
O caminhão conta com um conjunto de baterias de íons de lítio integrado a um semirreboque, resultando num Sistema Transportável de Armazenamento de Energia em Baterias (STAEB). Esse sistema é composto por baterias de primeira e segunda vida (300 kWh e 100 kWh, respectivamente) e de um gerador a diesel (150 kVA), com função de backup do STAEB. Através de transformador, ele poderá se conectar em redes de distribuição de baixa tensão da Celesc (220/380 V), e em redes de distribuição de média tensão da companhia (13,8 kV).
A iniciativa é realizada em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), representada pelo Laboratório Fotovoltaica. Os pesquisadores da Universidade são responsáveis pelo desenvolvimento tecnológico do sistema, estudos acadêmicos e validações técnicas. A inovação também envolve as empresas Truckvan e WEG, que construíram a estrutura mecânica do semirreboque e a tecnologia embarcada nele, respectivamente. A professora Helena Flávia Naspolini vem acompanhando o projeto desde o início dos estudos, em 2023, como coordenadora.
Sustentabilidade ambiental
Além de mitigar o problema da interrupção no fornecimento de energia para manutenção ou conserto da rede elétrica, o projeto também atua para a sustentabilidade, na medida em que dá uma solução adequada para o reaproveitamento de baterias de veículos elétricos em segunda vida.
O projeto é resultado da percepção sobre o crescimento acelerado dos veículos elétricos no país durante a última década. O salto foi de 2.875 veículos no Brasil (223 deles em Santa Catarina) para 613.389 (dos quais 40.487 no Estado), conforme dados da consultoria especializada NeoCharge.
Ao fim da vida útil dessas baterias, fica a preocupação e o desafio ambiental em lidar com esses equipamentos, considerados resíduos potencialmente perigosos, e que podem gerar riscos ao meio ambiente se não forem destinados corretamente. Estimativas internacionais apontam que o mundo poderá acumular mais de 20 milhões de toneladas de baterias descartadas até 2040.
Antecipando esse cenário, Celesc e UFSC desenvolvem uma solução inédita no Brasil para reaproveitar baterias de veículos elétricos antes do descarte, transformando um passivo ambiental emergente em uma alternativa sustentável para o setor elétrico.

Quarta edição da Expo Defense será realizada na sede da Fiesc (Fotos: Fabrício de Almeida / Divulgação Fiesc)
Robôs quadrúpedes, drones subaquáticos e aéreos, sistemas de Inteligência Artificial aplicada a drones, peças metálicas impressas em 3D por soldagem e um sistema móvel para abastecimento de energia elétrica em localidades remotas ou situações de emergência. Essas inovações tecnológicas serão apresentadas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) durante a 4ª edição da SC Expo Defense, maior evento de defesa e segurança da região Sul do Brasil.
A Expo Defense será realizada nos dias 21 e 22 de maio de 2026 na sede da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc). Os representantes da UFSC foram selecionados em chamada pública realizada pelo Departamento de Inovação da UFSC (Sinova), vinculado à pró-reitoria de Pesquisa e Inovação (Propesq).
A Universidade demonstrará algumas de suas competências em áreas de conhecimento que interessam à defesa nacional e à segurança.
O Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (PPGJOR) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza entre 26 e 28 de maio a 16ª Jornada Discente, com o tema “Discurso de ódio e corpos dissidentes: o lugar da pesquisa em jornalismo”. O encontro vai reunir mestrandos, doutorandos, professores pesquisadores e convidados externos no Auditório Elke Hering, da Biblioteca Universitária.
A abertura será às 9h com participação da professora Sandra Caponi, do Departamento de Sociologia e Ciência Política da UFSC, e da pesquisadora Andressa Kikuti, doutora pelo PPGJOR e coordenadora executiva do projeto Local JOR. A mediação será da coordenadora do programa, professora Terezinha Silva.
Nos três dias de programação serão realizadas mesas temáticas abordando temas ligados às três linhas de pesquisa do PPGJOR: Conhecimento e Profissão; Tecnologias, Linguagens e Inovação; e Cultura e Sociedade. Também haverá roda de conversa com pós-doutorandos do programa, promovendo o intercâmbio de experiências acadêmicas e trajetórias de pesquisa.
Como parte das atividades, está aberta para visitação a exposição com os resumos expandidos das dissertações e teses recentemente defendidas no programa, iniciativa que busca aproximar a comunidade universitária e externa das pesquisas desenvolvidas na área do Jornalismo. Programação completa e mais informações podem ser consultadas na página do evento.