UFSC na mídia: Professor do campus Curitibanos esclarece sobre fungo que contamina videiras na região sul

17/11/2025 11:57

Leocir José Welter, professor Genética e Biotecnologia Vegetal do campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), participou da reportagem “Por que será que as uvas estão caindo do cacho?“,  que foi ao ar no programa Globo Rural no último domingo, 16 de novembro.

O professor explica sobre a contaminação de míldio em plantações de uva, problema recorrente no sul do país, como o que ocorre em Santana do Livramento (RS), citado na reportagem. A doença se espalha rapidamente em regiões úmidas e afeta o desenvolvimento das plantas. O fungo que provoca a doença, o Plasmopara viticola, precisa de água para se desenvolver e costuma atacar primeiro as folhas. Se não for controlado no início, ele acaba afetando também as bagas.

Camila Bitencourt, pesquisadora de pós-doutorado da UFSC, também foi entrevistada. Ela esclarece que as folhas infectadas colaboram com a continuação da doença inclusive quando caem no solo. Por isso, atuar na prevenção, com cobertura plástica, seria o melhor caminho.

Assista à reportagem completa no site do G1.

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Instituto de Administração Universitária da UFSC colabora com livro sobre educação superior nas Américas

17/11/2025 10:19

O Instituto de Pesquisas e Estudos em Administração Universitária da Universidade Federal de Santa Catarina (Inpeau/UFSC) colaborou com livro Las universidades públicas en las Américas: desafíos compartidos y desarrollos institucionales, lançado em 15 de outubro, na Costa Rica, durante o Congreso de las Américas sobre Educación Superior (CAEI2025), promovido pela Organización Universitaria Interamericana (OUI).  O capítulo Las universidades públicas y la educación superior en Brasil: evolución, desafíos y tendencias é assinado por Graziele Alano Gesser, Fernanda Cristina da Silva, Pedro Antônio de Melo e Thiago Luiz de Oliveira Cabral – docente e pesquisadores vinculados ao Inpeau.

A obra, organizada por Óscar Garrido Álvarez (Universidad de Los Lagos), Claudio Rivera Mercado (Universidad de Los Lagos), Leticia Jiménez González (OUI) e Omar Altamirano Ojeda (Universidad de Los Lagos), reúne capítulos que apresentam visões de reitores e pesquisadores de universidades públicas de diferentes países, com o objetivo de oferecer uma perspectiva ampla sobre os impactos das políticas públicas na educação superior das Américas.

O capítulo dos integrantes do Inpeau apresenta um panorama da educação superior pública no Brasil, incluindo sua evolução histórica, e destaca dados estatísticos referentes ao período de 2000 a 2023. O texto evidencia a expansão do acesso impulsionada por políticas públicas, mas também a consolidação de um modelo marcado pelo predomínio do setor privado, enquanto as universidades públicas concentram a maior parte da produção científica nacional. O capítulo discute desafios como subfinanciamento, pressão por desempenho e mercantilização, além de tendências relacionadas à inovação, internacionalização e governança democrática. Acesse o texto na íntegra aqui.

Segundo o instituto, o trabalho reforça a atuação do Inpeau em discussões internacionais sobre gestão universitária, ampliando sua presença em produções acadêmicas internacionais.O lançamento da obra representa um marco importante para o fortalecimento de redes de cooperação e para o intercâmbio de conhecimentos entre instituições de diferentes países.

O livro está disponível na íntegra aqui.

Mais informações na página do INPEAU.

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UFSC oferece curso ‘Técnicas anatômicas avançadas: anatomia topográfica do abdome’ de 2 a 5 de março

17/11/2025 09:55

O curso “Técnicas Anatômicas Avançadas: Anatomia Topográfica do Abdome” ocorre de 2 a 5 de março de 2026, das 8h às 12h e das 14h às 18h, no Centro de Ciências Biológicas (CCB) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Ministrado por professores de Anatomia e Técnicos em Anatomia e Necropsia do Departamento de Ciências Morfológicas (MOR), o curso está com inscrições abertas até 25 de fevereiro.

A proposta é oferecer aos participantes uma imersão teórico-prática no estudo detalhado das estruturas abdominais humanas. Por meio da aplicação de técnicas anatômicas avançadas e da dissecação em peças cadavéricas, proporcionará uma compreensão aprofundada da anatomia do abdome, abordando desde a parede anterolateral até as estruturas retroperitoneais. Segundo a organização, cada etapa foi cuidadosamente planejada para integrar o conhecimento teórico à prática laboratorial, permitindo aos participantes desenvolver habilidades técnicas e ampliar sua percepção tridimensional das estruturas anatômicas.

Destinado a acadêmicos, profissionais da área da saúde e docentes, o curso busca contribuir para a formação científica e técnica dos participantes, incentivando o pensamento crítico, a observação detalhada e o respeito ao corpo humano como instrumento de ensino e pesquisa. As atividades serão realizadas no Laboratório de Práticas Simuladas em Fresh Frozen Cadavers (LabSim), localizado no 4º andar do bloco G  do CCB. É um espaço destinado ao aprimoramento das práticas anatômicas por meio de metodologias inovadoras e realistas. Será fornecido certificado certificado de 32 horas de participação.

Mais informações no site e no Instagram do laboratório.

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UFSC lança Programa de Extensão Indígena e Quilombola inédito no país

14/11/2025 11:56

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), lança o Programa de Extensão Indígena e Quilombola (PEIQ), resultado de um processo participativo que se estendeu por mais de três anos e representa o primeiro programa institucional do país com esse perfil.

O PEIQ tem como objetivo articular, integrar e institucionalizar os diversos projetos de extensão voltados às comunidades indígenas e quilombolas em Santa Catarina. A proposta é fortalecer a comunicação entre as equipes, ampliar o vínculo entre a UFSC e os territórios e oferecer suporte qualificado aos estudantes indígenas e quilombolas da instituição.

Reunião promovida pela PROEX para os alinhamentos finais do programa.

Antes do lançamento, a PROEX realizou uma reunião de trabalho convocada pela pró-reitora, professora Olga Regina Zigelli Garcia, que reuniu o antropólogo Felipe Bruno Martins Fernandes, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), estudantes indígenas da UFSC e docentes com longa trajetória na temática.

No encontro, o professor Felipe Bruno, atualmente em pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC, compartilhou sua experiência acadêmica: foi tutor do PET-Comunidades Indígenas, atuou na criação e coordenação da Licenciatura Intercultural Indígena da UFBA e integrou iniciativas como Saberes Indígenas na Escola e Criança Alfabetizada. “É com satisfação que testemunho a articulação democrática entre a gestão e os povos indígenas”, afirmou Felipe.

A pró-reitora Olga Regina ressaltou que o PEIQ nasce do protagonismo indígena e da participação ativa de docentes e estudantes. “Este programa é fruto de uma construção coletiva que ultrapassa três anos. A presença e o protagonismo indígena, tanto de docentes quanto de discentes, foram princípios que orientaram todo o processo”, afirmou.

Grupo que participou da reunião com a PROEX para fortalecer o diálogo com a comunidade.

Também contribuiu para a discussão a antropóloga Antonella Tassinari, referência na gestão da educação superior indígena na UFSC, que apresentou sugestões para o aperfeiçoamento do programa. O professor Daniel Castellan, coordenador do projeto UFSC com as Aldeias, destacou o esforço para garantir ampla participação na definição da dinâmica de funcionamento do PEIQ, que contará com uma gestão colegiada. Para o estudante indígena Cristhian Roberto Pripra, o programa representa uma importante conquista para o movimento indígena, ao promove um diálogo respeitoso, contínuo e comprometido com as realidades e necessidades dos povos indígenas. 

O reitor da Universidade, professor Irineu Manoel de Souza, destacou o caráter histórico do programa: “O lançamento do PEIQ reafirma nossa missão pública de promover uma universidade plural, inclusiva e comprometida com os territórios. Este programa nasce de um processo democrático, construído com escuta atenta, participação direta de estudantes e docentes indígenas e quilombolas, e com o compromisso institucional de fortalecer o diálogo intercultural. É uma conquista coletiva que projeta a UFSC para um novo patamar de responsabilidade social e de produção de conhecimento sensível às realidades do nosso estado e do país.”

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Estudo da UFSC desvenda mecanismo que faz células de defesa agravarem a Covid-19

14/11/2025 08:55

Um estudo com a participação de cientistas da Universidade Federal de Santa Catarina recentemente publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences, uma das revistas mais relevantes e citadas no mundo, desvendou um mecanismo molecular que faz células de defesa do corpo humano agirem no agravamento da Covid-19. A pesquisa tem como primeiro autor o pesquisador Rodrigo de Oliveira Formiga, egresso do Programa de Pós-Graduação em Farmacologia da UFSC, e contou com a co-autoria dos professores Fernando Spiller, do Departamento de Farmacologia, e Edroaldo Lummertz da Rocha, do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia.

A publicação faz parte de um desdobramento da tese defendida por Formiga na UFSC, que estudou uma abordagem terapêutica para regular a resposta de neutrófilos na sepse e Covid-19. Os neutrófilos são as células de defesa do organismo humano que agem para conter as infecções, mas que, no caso da Covid-19, também prejudicam os tecidos celulares e podem levar à falência dos órgãos.

No artigo, os autores explicam o papel da proteína PCNA nesse processo de agravamento da Covid-19. A PCNA é uma proteína central para resposta inflamatória desregulada na doença em seu estágio agravado.

Os autores identificaram grandes quantidades dessa proteína no citoplasma dos neutrófilos de pacientes com Covid-19 grave e crítica. O citoplasma é um fluído das células onde essa proteína interage com outros fatores, levando à produção de espécies reativas de oxigênio e liberação de componentes do DNA da célula. É isso que contribui para a lesão dos tecidos do paciente infectado.

 

Gráfico explica descobertas da pesquisa

 

É como se o exército convocado para defender o organismo da infecção começasse a trabalhar também contra ele. O pulmão, que já está associado à gravidade da Covid-19 pela natureza respiratória da infecção, também é um dos primeiros órgãos a ter lesão na “sepse”, uma condição que leva à falência dos órgãos causada principalmente por essa desordem no comportamento dos neutrófilos.

“É o nosso próprio organismo que tenta montar uma resposta contra aquele agente agressor. Só que essa resposta é muito exagerada, ela é exacerbada e aí acaba tendo um efeito colateral que é a lesão das nossas próprias células. E quem contribui para essa lesão tecidual é principalmente o neutrófilo”, explica o professor Spiller.

Para realizar a pesquisa, os cientistas estudaram amostras celulares de pacientes humanos e também utilizaram modelos experimentais para entender o mecanismo da proteína nos processos de agravamento da Covid-19 e testar uma solução terapêutica.

As amostras de neutrófilos e de sangue de indivíduos saudáveis compuseram grupos de controle para a comparação com pacientes com diferentes níveis de gravidade da Covid-19. Para descrever a ação da PCNA, os cientistas utilizaram técnicas moleculares de alta precisão, com células em laboratório. Depois, a equipe ainda testou se o bloqueio da PCNA era uma estratégia viável para o tratamento da doença.

Terapia promissora

Covid-19 pode se agravar em função da atuação das células de defesa e levar o paciente à sepse (Foto: Arquivo Agência Brasil)

Para tentar bloquear os processos de hiperatividade das células de defesa na Covid-19 grave, os cientistas utilizaram uma molécula sintética – a T2AA, cuja função seria agir diretamente na proteína presente em grande quantidade nos neutrófilos, anulando sua ação. Os resultados foram positivos, já que houve redução na atuação extrema desses agentes no organismo.

Também foram feitos testes em camundongos infectados com um vírus similar ao da Covid-19, tratados com essa mesma molécula. O tratamento melhorou a condição clínica dos animais e reduziu a inflamação pulmonar, fortalecendo a tese de que inibir a proteína PCNA abundante nos neutrófilos é um caminho para futuros tratamentos.

“Quando sai um estudo como esse, que é de ciência básica, você está oferecendo para a comunidade científica um novo alvo terapêutico”, sintetiza Spiller, que destaca também o protagonismo do principal autor do estudo, a partir do desdobramento da sua tese. Hoje, o ex-orientando atua na Université Paris Cité e conduz trabalhos que iniciaram na UFSC e continuam, com parcerias internacionais.

Amanda Miranda |amanda.souza.miranda@ufsc.br
Jornalista da Agecom | UFSC

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Professores da UFSC tomam posse na Academia Catarinense de Direito do Trabalho, com debate sobre pejotização

12/11/2025 11:07

Os professores do Centro de Ciência Jurídica (CCJ) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Marco Antônio César Villatore e Eduardo Antonio Temponi Lebre, tomarão posse na Academia Catarinense de Direito do Trabalho (ACDT), assim como os professores aposentados Umberto Grillo e Lília Leonor Abreu e o professor voluntário Paulo José Libardoni.  O lançamento da ACDT e a cerimônia de posse dos membros honorários, fundadores e efetivos do ano de 2025 ocorre em 21 de novembro, sexta-feira, a partir das 14h, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil, em Florianópolis.

Na sequência, às 18h, ocorre o seminário A pejotização das relações de trabalho e emprego. A ACDT tem por finalidade a produção científica e profissionalizante buscando promover o estudo, a pesquisa e a difusão do Direito do Trabalho e áreas afins, defendendo a aplicação dos princípios e normas para a defesa da justiça social e a promoção dos direitos humanos.

Inscrições pelo site.

 

 

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Pesquisadores da UFSC são destaque na autoria de trabalhos sobre a cadeia produtiva da soja

11/11/2025 17:12

Os pesquisadores Carlos José Espíndola, da área de Geociências, e Roberto César Costa Cunha, egresso da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), são citados como os autores mais influentes nas pesquisas sobre a cadeia produtiva da soja. O destaque foi feito no artigo publicado por pesquisadores das universidades Federal da Bahia (UFBA) e Estadual de Santa Cruz (UESC) no periódico Contribuiciones a las Ciencias Sociales.

O artigo “Tendências e desafios da cadeia de produção da soja: um estudo bibliométrico” destaca os pesquisadores da UFSC como autores mais proeminentes na temática. Um dos trabalhos assinados por Cunha e Espíndola, “A dinâmica geoeconômica recente da cadeia produtiva da soja no Brasil e no Mundo”, é o mais citado, de acordo com o levantamento.

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Professora da UFSC defende proteção a oceanos no primeiro dia da COP 30, em Belém

10/11/2025 10:35

Professora Regina Rodrigues, ao centro, adianta assuntos na coletiva de imprensa. Foto: Reprodução

A professora da coordenadoria de Oceanografia da UFSC, Regina Rodrigues, falou à imprensa, nesta segunda-feira, 10 de novembro, durante a programação da COP 30, sobre a importância do cuidado e da atenção com as questões relacionadas ao oceano. Para Regina, para preservar o ecossistema é importante ter atenção a questões como a sobrepesca e também à poluição dos oceanos. O ambiente marinho vem sendo afetado drasticamente pelo aquecimento global, o que faz com que os cientistas tenham particular interesse nele.

“É realmente importante ter políticas que reduzam a sobrepesca, juntamente com a melhoria da saúde do oceano, como a diminuição da poluição, enquanto a redução na temperatura da superfície do mar não é alcançada”, explicou a professora, ao ser questionada sobre a pesca de atum no Pacífico.

Regina participou da coletiva de lançamento do relatório 10 New Insights in Climate Science 2025/2026, que também será lançado ao público geral da COP 30, em Belém. A COP 30 é um evento mundial que reúne gestores públicos, lideranças globais e cientistas em torno da temática ambiental. Ela e a professora Marina Hirota, do Departamento de Física, fizeram parte do corpo editorial do relatório.

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Comunicado da Administração Central sobre alerta de temporais nesta sexta-feira

07/11/2025 13:11

A Administração Central da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) informa que, em razão da previsão do tempo para esta sexta-feira, 7 de novembro, e dos alertas emitidos pela Defesa Civil de Santa Catarina (SDC/SC), realiza monitoramento contínuo das condições meteorológicas e avalia os possíveis impactos sobre as atividades acadêmicas e administrativas previstas para hoje.

Segundo a Defesa Civil, entre esta sexta-feira (7) e sábado (8), a formação de um ciclone extratropical em alto mar, entre as regiões Sul e Sudeste do Brasil, poderá provocar temporais com vendavais, chuva intensa, descargas elétricas e queda de granizo em todo o Estado. Entre a tarde e a noite, há possibilidade de ocorrência de temporais na Grande Florianópolis, no Vale do Itajaí e no Litoral Norte.

Diante desse cenário, a Reitoria divulgará novo comunicado à comunidade universitária com a decisão sobre a manutenção, a flexibilização ou a suspensão das atividades. Solicitamos que estudantes e servidores acompanhem as informações oficiais no site da UFSC (ufsc.br), onde serão publicadas atualizações ao longo do dia.

Florianópolis, 7 de novembro de 2025
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

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Professoras da UFSC lançam relatório sobre clima na COP 30 e palestram para lideranças

06/11/2025 12:48

Duas professoras da Universidade Federal de Santa Catarina estarão entre as principais lideranças políticas e acadêmicas do mundo na discussão do clima na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, a COP 30, que ocorre em Belém do Pará. Regina Rodrigues, da coordenadoria de Oceanografia, e Marina Hirota, do Departamento de Física, são parte da equipe editorial do 10 New Insights in Climate Science 2025/2026um dos documentos mais relevantes sobre o assunto. Elas estarão entre as palestrantes da conferência, representando, ao lado do cientista Johan Rockström, idealizador do conceito de “fronteiras planetárias”, todos os pesquisadores que construíram o documento.

O lançamento ocorrerá na segunda-feira, 10 de novembro, no Planetary Science Pavilion. Antes, as professoras participarão de uma coletiva de imprensa para comentar os principais achados do documento, que sintetiza desafios do clima para o ano. O relatório é produzido pela Future Earth, The Earth League e pelo Programa Mundial de Pesquisa Climática (World Climate Research Programme),

Entre os apontamentos dos cientistas, descritos com a participação de Marina e Regina, estão a aceleração do aquecimento global, as ameaças à saúde e à produção dos meios de subsistência. A equipe também traça estratégias científicas para reduzir a lacuna entre promessas e implementação de planos para a gestão das questões reportadas.


Mais de 70 pesquisadores de mais de 20 países contribuíram com o documento. Outros 150 especialistas também colaboraram. Há 23 cientistas no corpo editorial e, entre três mulheres brasileiras, duas são da UFSC. A outra cientista é Mercedes Bustamante, da Universidade de Brasília. Enquanto Regina focou na questão dos oceanos e aumento do aquecimento global em 2023 e 2024, Marina se dedicou a tópicos relacionados à biodiversidade e clima.

Resultados

Professora Marina Hirota

Segundo o relatório, 2024 foi o ano mais quente já registrado, com temperaturas globais 1,55°C acima dos níveis pré-industriais. “O conteúdo de calor dos oceanos e o aumento do nível do mar atingiram recordes históricos, enquanto o gelo marinho antártico registrou sua segunda menor extensão já observada. Apesar das evidências crescentes, as emissões globais de gases de efeito estufa continuaram a aumentar no último ano”, aponta o material de divulgação que sintetiza o documento.

O relatório aponta que a perda de biodiversidade pode intensificar as mudanças climáticas e reduzir a capacidade dos sistemas naturais de absorver carbono e estabilizar o clima. Os impactos humanos também são projetados: há ameaças à segurança hídrica, expansão de doenças como a dengue, perda de produtividade e redução de renda global, com impacto em trabalhadores vulneráveis.

Segundo Regina, a divulgação do relatório na COP 30 é estratégica por se tratar de um documento direto, que ganha visibilidade na agenda do evento. Já Marina participou pela primeira vez do corpo editorial. Antes, ela havia sido autora do documento e classifica o trabalho como uma experiência importante para ouvir outras áreas de conhecimento e conectar com os seus objetos.

O Brasil faz parte de resultados e discussões do relatório, não só pela realização e organização da COP 30, mas também por assuntos que impactam diretamente o pais. No caso da dengue, por exemplo, houve recorde de casos, com 17 cidades decretando situação de emergência. A região amazônica e a Mata Atlântica também são ecossistemas presentes nas observações dos cientistas.

 

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Egresso da pós-graduação em Ciência da Informação da UFSC vence prêmio da Associação Brasileira de Editores Científicos

06/11/2025 12:40

Mateus Rebouças Nascimento recebendo o prêmio Editor do Futuro durante o ABEC Meeting 2025. Foto: João Marcos Veiga/Divulgação.

Mateus Rebouças Nascimento, professor da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) e egresso do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal de Santa Catarina (PGCin/UFSC), recebeu o prêmio Jürgen Döbereiner da Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC Brasil) na categoria Editor do Futuro. A premiação ocorreu durante a  celebração dos 40 anos da ABEC Brasil, no ABEC Meeting 2025, em João Pessoa (Paraíba). O evento é o principal fórum anual que reúne editores científicos e profissionais da área para debater e compartilhar conhecimentos sobre a publicação acadêmica no Brasil.

Mateus foi discente do mestrado e doutorado do PGCin de 2020 a 2025, desenvolvendo pesquisas relacionadas a indicadores de avaliação da pós-graduação da Capes na área de Ciência da Informação, e visibilidade para produção científica de pesquisadores da área. Suas pesquisas foram orientadas pelo professor Adilson Luiz Pinto.

O prêmio, que é promovido anualmente pela ABEC Brasil desde 2001, homenageia Jürgen Döbereiner, fundador e primeiro presidente da ABEC Brasil. Sua trajetória sintetiza o espírito da premiação de valorizar quem reconhece, na comunicação científica, um compromisso de longo prazo com a qualidade e o avanço da pesquisa. A comissão julgadora foi composta por pesquisadores brasileiros e internacionais, vinculados à Universidad Carlos III, de Madrid, Universidad de la República, de Uruguai, Universidade Estadual de Maringá (UEM), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC).

Mais informações na página do ABEC Meeting 2025.

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NETI-Unapi lança “Pequeno Manual Anti-Idadismo” em evento com autores

05/11/2025 12:19

O NETI Universidade Aberta para as Pessoas Idosas (NETI-Unapi), em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), realiza, na próxima quarta-feira, 12 de novembro, das 9h30 às 12h, no Auditório do Centro de Ciências Jurídicas, o lançamento do Pequeno Manual Anti-Idadismo, obra inédita e de relevância nacional na área da Gerontologia.

O trabalho foi desenvolvido pelo coletivo Velhices Cidadãs, que reuniu 43 especialistas da área de Gerontologia de todo o Brasil, sob a liderança do médico gerontólogo Alexandre Kalache, presidente do Centro Internacional de Longevidade e referência mundial no campo do envelhecimento ativo. A obra busca combater o preconceito etário e promover uma cultura de respeito, dignidade e valorização das pessoas idosas, a partir de reflexões científicas, jurídicas, sociais e comunicacionais.

Durante o lançamento, haverá palestra sobre aspectos jurídicos e gerontológicos do idadismo. A ministrante será a professora Bibiana Graeff, dos Programas de Graduação e de Pós-Graduação em Gerontologia e do Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade de São Paulo (USP). O evento também contará com a apresentação de capítulos do livro realizada por outros coautores, de forma on-line, ampliando o debate interinstitucional e interdisciplinar sobre o enfrentamento ao idadismo no Brasil.
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UFSC na Mídia: professora da UFSC fala sobre extremos climáticos em reportagem do Fantástico

05/11/2025 10:49

A repórter Sonia Bridi e a professora Regina Rodrigues, entrevistada pelo Fantástico

A professora da coordenadoria de Oceanografia da UFSC, Regina Rodrigues, falou à reportagem do Fantástico, programa exibido aos domingos na Rede Globo, sobre os extremos climáticos, um dos seus temas de pesquisa. Ela participou da série de reportagens Terra, ainda temos tempo, dos repórteres Sônia Bridi e Paulo Zero.

A reportagem narra aspectos climáticos que resultaram na enchente do Rio Grande do Sul em 2024 e busca explicar como é possível se prevenir do clima extremo. Projetos para tornar as cidades mais resistentes são apresentados para ilustrar o assunto.

Regina foi uma das cientistas envolvidas na elaboração do modelo de atribuição climática – ferramenta que ajuda a definir se determinado evento foi ocasionado pelo aumento da temperatura na Terra. “Eventos que no passado ocorriam com menos intensidade e eram menos frequentes, agora estão começando a ficar muito mais frequentes, muita mais severos, com uma proporção muito maior”, disse.

A pesquisadora também lembrou que houve momentos em que todas as regiões do Brasil estiveram sob a influência de eventos extremos. Isso aconteceu quando o planeta ficou 18 meses 1,5 C mais quente do que no período pré-industrial. A marca das mudanças climática apareceu aí. “Quando a gente fez as atribuições da seca da Amazônia, das queimadas do Pantanal e da enchente no Rio Grande do Sul, nós vimos as marcas das mudanças climáticas”, disse.

Tags: extremos climáticosFantásticomodelo de atribuição climáticaUFSC na mídia

Pesquisa da UFSC sobre crimes políticos revela apagamento de líderes mulheres como Olga Benário

04/11/2025 09:30

Olga Benário foi expulsa do país e teve a morte como destino (Fotos: Memorial da Democracia)

Um estudo de jurimetria, ou seja, baseado em estatísticas de decisões judiciais, ajuda a entender o destino de Olga Benário, militante política perseguida pelo governo Getúlio Vargas na década de 1930. A pesquisa realizada pela Universidade Federal de Santa Catarina e coordenada pelo professor Diego Nunes, do Programa de Pós-Graduação em Direito, traz à tona o caso da companheira do líder comunista Luís Carlos Prestes. Os fatos do passado ajudam a tratar de um dos resultados da análise: o apagamento das mulheres como lideranças políticas na época.

Olga Benário não só foi apagada das estatísticas de decisões judiciais do período como teve seu destino traçado pelo regime. Alemã e judia, ao invés de ser julgada no Brasil, foi enviada para a Alemanha nazista, em ordem de Vargas e com anuência do Supremo Tribunal Federal. Isso ocorreu em um contexto no qual seu advogado pediu um habeas corpus pouco usual: ele queria que sua cliente tivesse o direito de ser presa e de cumprir pena no Brasil, a exemplo do que ocorria com outras lideranças do Partido Comunista à época.

“Geralmente a gente entra com habeas corpus para pedir a liberdade, mas nesse caso o advogado já intuía que a expulsão dela seria uma medida muito mais gravosa, inclusive pelo fato de ela estar grávida de Luiz Carlos Prestes. Mas o Supremo Tribunal Federal chancelou a expulsão feita por Vargas, inclusive com argumentos de que ela estaria muito mais feliz e livre na Alemanha, quando de fato o que acabou acontecendo foi algo bem diferente”, explica o professor.

Essa seletividade do Tribunal de Segurança Nacional foi identificada em dados parciais na pesquisa de jurimetria coordenada por Nunes, com o objetivo de olhar para o passado para entender como crimes políticos em um momento de ditadura obedeciam a um certo padrão. Somente em um ano – de 1937 a 1938 – a amostra coletada foi de 229 processos da série Apelação, com 649 acusados com um padrão: homens brancos, alfabetizados, de meia-idade e de esquerda.
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Professora da UFSC recebe menção honrosa por trajetória na Engenharia de Produção

04/11/2025 08:41

Professora da UFSC foi reconhecida pela contribuição à Engenharia de Produção

A professora da UFSC Lucila Maria de Souza Campos, do departamento e da Pós-Graduação de Engenharia de Produção, foi homenageada pela Associação Brasileira de Engenharia de Produção (Abepro) pela contribuição para o avanço na área e para a história da organização. Ela recebeu uma das menções honrosas instituída pela Abepro, em cerimônia realizada em outubro. Suas pesquisas são marcadas pela ênfase na sustentabilidade.

Professora da UFSC desde 2010, Lucila se graduou em Engenharia de Produção de Materiais, na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e iniciou sua carreira acadêmica atuando como professora da pós graduação, em 2002, na Universidade do Vale do Itajaí (Univali). A carreira como pesquisadora se iniciou quando fez mestrado, em 1994. Tanto o mestrado quanto o doutorado foram realizados na UFSC.

Pesquisadora de produtividade do CNPq na área de Engenharia de Produção e de Transportes, em 2021 Lucila foi uma das professoras homenageadas pelo prêmio Mulheres na Ciência, organizado pela Pró-reitoria de Pesquisa da UFSC.

A Abepro é uma instituição sem fins lucrativos focada em promover o desenvolvimento da Engenharia de Produção no Brasil, apoiando estudantes, a pesquisa e profissionais, com atuaçāo voltada à disseminaçāo do conhecimento e fortalecimento do setor.

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Professor da UFSC é reeleito presidente da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Materiais

31/10/2025 13:11

O professor Ivan Bechtold, do Departamento de Física da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi eleito para um segundo mandato de dois anos (20026-2027) como Presidente da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Materiais (SBPMat). A SBPMat foi fundada em 2002 e o professor Ivan é o primeiro pesquisador de fora da região Sudeste a presidi-la.

A sociedade aglutina pesquisadores de áreas como Física, Química, Matemática, Biologia, Ciências da Saúde, Ciências Agrárias e Engenharias focadas no estudo e aplicações tecnológicas de materiais. O evento anual da SBPMat, reconhecido internacionalmente na área de materiais, Brazilian Materials Research Society (B-MRS), agrega em torno de 2 mil participantes de quase todos os estados do Brasil e também do exterior.

Ivan ingressou na UFSC em 2006 e atualmente é professor Titular do Departamento de Física e integra o quadro de docentes permanentes dos Programas de Pós-Graduação em Física (PPGFSC) e Pós-graduação em Química (PPGQ) da UFSC.

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Pós-Graduação em Engenharia de Automação e Sistemas recebe inscrições para mestrado e doutorado

31/10/2025 12:59

O Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Automação e Sistemas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe inscrições para os cursos de mestrado e doutorado até 4 de dezembro. Os candidatos devem se inscrever neste link. Todas as informações sobre o processo seletivo estão no edital. O resultado será divulgado em 17 de dezembro e o ingresso ocorrerá no primeiro semestre letivo de 2026, na modalidade presencial.

Ao todo são ofertadas 30 vagas para mestrado, para egressos de cursos de engenharia, computação, física, matemática e áreas afins, sendo seis vagas para candidatos negros, pardos e indígenas e três para pessoas com deficiência ou vulnerabilidade social. Para o doutorado, são 20 vagas totais, para mestres oriundos de cursos de pós-graduação em engenharia, computação, física, matemática e áreas afins, com quatro vagas destinadas a candidatos negros, pardos e indígenas e duas a pessoas com deficiência ou vulnerabilidade social.

Acesse o edital.

Mais informações na secretaria do PosAutomação, pelo número (48) 37217793 (telefone fixo e WhatsApp) ou e-mail posautomacao@contato.ufsc.br

Tags: doutoradomestradoprocesso seletivoPrograma de Pós-Graduação em Engenharia de Automação e Sistemas (PosAutomação)UFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

‘A saúde do oceano deve ser prioridade’, afirma professora da UFSC enviada especial à COP30

30/10/2025 11:54

O uso de combustíveis fósseis e o desmatamento sempre estiveram no cerne das discussões sobre aquecimento global e mudanças climáticas. Mas recentemente o oceano também vem ganhando mais espaço neste debate e terá inclusive uma representante oficial na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025. A professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Marinez Eymael Garcia Scherer será a voz dos oceanos na COP30, que será realizada de 10 a 21 de novembro, em Belém (PA).

Como Enviada Especial para os Oceanos da COP30, Marinez será responsável por elevar a posição do oceano nas discussões climáticas. “A prioridade agora é fazer com que o oceano ocupe lugar de destaque nas negociações climáticas, ao lado de temas como florestas e transição energética. Sendo o principal regulador climático do planeta, já passou da hora de trazer a saúde do oceano e as soluções baseadas no oceano para o centro das discussões”, afirmou. 
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UFSC na Mídia: professora da UFSC fala sobre rios voadores em reportagem do Fantástico

29/10/2025 16:05

A professora da UFSC, Marina Hirota, do Departamento de Física, participou de uma reportagem exibida neste domingo, no Fantástico, que retrata como o degelo na cidade mais alta do mundo afeta a Amazônia. A reportagem de Sônia Bridi e Paulo Zero traz um panorama sobre questões climáticas e socioambientais, com a participação de cientistas de diferentes instituições do pais. No episódio da série ‘Terra, ainda temos Tempo’, a ciência surge para explicar transformações produzidas por atividades como o garimpo ilegal e pelo derretimento de geleiras.

A equipe do programa esteve em Apolobamba, no Peru, em que a corrida pelo ouro em La Rinconada, a cidade mais alta do planeta, impactou o ecossistema. Com o recuo do gelo na região, a paisagem se modificou e a exploração de minerais cobriu as águas de vermelho. A reportagem percorre os movimentos das águas até chegarem ao Rio Madeira, na Amazônia. Na região brasileira, o aumento dos períodos de cheias e especialmente das secas também promove danos irreparáveis,

A professora Marina, uma das referências na área, explicou à reportagem que, sem as árvores para estocarem água com as suas raízes, elas seguem para o rio e se inicia um processo de assoreamento, acúmulo de sedimentos nos leitos. O efeito direto também pode ser a diminuição de água, ocasionando situações de seca extrema.

A professora também falou sobre os rios voadores, que são um mecanismo produzido pelas árvores a partir de um processo de evapotranspiração. “Muito do que chove na Bacia do Prata e alimenta a Usina Hidrelétrica de Itaipu vem da bacia do Rio Madeira”, explicou, reforçando que esse é um processo importante para atividades de geração de energia elétrica e também para a agropecuária.

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Biodiversidade estudada na UFSC pode impulsionar tratamentos e conhecimento soberano

28/10/2025 11:04

Equipe do Laboratório trabalha para identificar moléculas promissoras em produtos naturais (Fotos: Gustavo Diehl/Agecom)

Mel. Manga. Bacuri. Fungos. Casca de banana. Cogumelos. A lista de organismos naturais que podem ter moléculas e compostos inovadores para tratamentos de saúde é infinita, mas alguns deles já estão na bancada do Laboratório de Química de Produtos Naturais da Universidade Federal de Santa Catarina.

Doenças epidêmicas, como dengue, zika, doença de Chagas, leishmaniose e Covid-19 podem se beneficiar, no futuro, de tratamentos que reconhecem a biodiversidade. Até mesmo câncer e Alzheimer também estão na mira dos cientistas que buscam solução para os problemas que mais afligem a humanidade. Os trabalhos ocorrem no Programa de Pós-Graduação em Química, com parcerias no país e no mundo.

O professor Louis Pergaud Sandjo, coordenador do laboratório, trouxe o desejo de estudar e conhecer produtos nativos de Camarões, país onde nasceu e iniciou a trajetória de pesquisador. Lá, analisou uma planta comestível, a Triumfetta cordifolia, popularmente conhecida como Nkui, e usada na medicina popular. Em um dado momento, a Nkui levou à sua tia, diabética, ao desmaio. Entender porque isso acontecia era importante, assim como destrinchar as combinações de compostos e moléculas escondidas na erva.

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Doutorando da UFSC faz tradução para dublagem de série da Netflix

24/10/2025 13:03

Willian Moura, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução da Universidade Federal de Santa Catarina (PGET/UFSC) atuou na tradução para dublagem da série Medo Real (True Haunting), lançada recentemente na Netflix. Willian participou da segunda edição do curso Translation and Adaptation for Dubbing, promovido pela Netflix em parceria com a University College London, da Inglaterra, e foi selecionado para integrar o time de tradutores responsáveis por adaptar para o português brasileiro produções originais da empresa.

Em 2023, Willian realizou doutorado sanduíche no exterior com bolsa concedida pelo Programa Capes-PrInt, no âmbito do projeto Tradução, Tradição e Inovação, coordenado pela professora Andréia Guerini, do PGET. Durante sua estadia na Universitat Autònoma de Barcelona, na Espanha, o doutorando estabeleceu contatos por meio das atividades de seu grupo de pesquisa, o que resultou em sua participação na segunda edição do curso “Translation and Adaptation for Dubbing”, promovido pela Netflix em parceria com a University College London, da Inglaterra.
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LabTrans da UFSC é reconhecido como centro de excelência em segurança viária por programa internacional

24/10/2025 10:21

O Laboratório de Transportes e Logística da Universidade Federal de Santa Catarina (LabTrans/UFSC) foi novamente reconhecido como Centro de Excelência na rede global do International Road Assessment Programme (iRAP). O LabTrans é um dos 11 Centros de Excelência do iRAP, sendo o único localizado no Brasil.  O iRAP está alinhado às ações de segurança viária propostas pela Organização das Nações Unidas (ONU). No intuito de fortalecer iniciativas com foco na melhoria das condições de segurança viária mundial, a ONU definiu o período de 2021 a 2030 como a Segunda Década de Ação pela Segurança no Trânsito.

Os Centros de Excelência iRAP são organizações selecionadas com base nos critérios de relevância e excelência em segurança viária, e estão focadas em atividades realizadas para o bem público, buscando um mundo livre de vias de alto risco. A  equipe técnica do laboratório está apta a desenvolver projetos em todas as etapas da metodologia correspondente, incluindo a inspeção de vias a partir do levantamento de imagens georreferenciadas em campo, codificação dos atributos e de análises e resultados, que incluem a Classificação por Estrelas e os Planos de Investimento para Vias Mais Seguras.

O termo de renovação do Memorando de Entendimento foi assinado no dia 17 de outubro pelo coordenador do LabTans, Wellington Repette; pelo diretor global de Projetos no iRAP, Julio Urzua; e pelo gerente de Projetos da Fundação de Amparo a Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu), Geraldo Morgado Fagundes Filho.

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Nota de pesar: falece Amadeus Wyn Santos Jugno, estudante de Ciências Biológicas

23/10/2025 12:51

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) comunica, com pesar, o falecimento do estudante Amadeus Wyn Santos Jugno, formando do curso de Ciências Biológicas, no último domingo, 19 de outubro. Natural de Laguna (SC), Amadeus tinha 29 anos e se graduaria no final deste ano. Integrava o Grupo de Estudos e Formação Docente Interdisciplinar (Gefordin/UFSC) e atuava na área de Alfabetização Científica e Ensino de Contaminantes Emergentes.

O Centro de Ciências Biológicas (CCB/UFSC) publicou uma nota de pesar manifestando que Amadeus será lembrado por sua presença e sua trajetória, que inspirava “a todos aqueles que tiveram o privilégio de conviver com ele”.

A Universidade e toda a sua comunidade expressam seu luto e solidarizam-se com a família e amigos de Amadeus neste momento de dor e consternação.

Tags: Amadeus Wyn Santos JugnobiologiaCentro de Ciências Biológicas (CCB)falecimentoGefordinNota de pesarUFSC

Pós-graduação em Agroecossistemas da UFSC recebe inscrições de candidatos ao doutorado a partir de 1° de dezembro

23/10/2025 12:07

O Programa de Pós-Graduação em Agroecossistemas do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGA/CCA/UFSC) divulga o edital de seleção de candidato(as) ao doutorado acadêmico. O período de inscrição começa em 1º de dezembro e vai até 31 de janeiro de 2026, com ingresso em março de 2026.

Serão ofertadas até 4 vagas, sendo 2 vagas para candidatos de Ações Afirmativas, com possibilidade de bolsa, a depender da aprovação junto ao órgão financiador.

As áreas de concentração e linhas de pesquisa do PPGA são as seguintes:

  1. Área de Concentração: AGROECOLOGIA
    1.1 Linha de Pesquisa: Abordagens agroecossistêmicas de processos produtivos
    1.2 Linha de Pesquisa: Etologia, criação e bem-estar animal
    1.3 Linha de Pesquisa: Evolução, manejo e conservação da agrobiodiversidade
  2. Área de Concentração: DESENVOLVIMENTO RURAL E DESEMPENHO AMBIENTAL
    2.1 Linha de Pesquisa: Agricultura familiar, novas ruralidades e territórios rurais
    2.2 Linha de Pesquisa: Dinâmica de sistemas socioecológicos

Mais informações no Edital, na página do PPGA ou pelo e-mail ppga@contato.ufsc.br.

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UFSC recebe campanha de vacinação nestas quarta e quinta

22/10/2025 09:56

O Hall da Reitoria I, no campus da Trindade, terá ação de vacinação nestas quarta e quinta-feira, das 9h às 17h. O Departamento de Atenção à Saúde, em parceria com a equipe da Prefeitura Municipal, comunica a realização de ação voltada à prevenção de doenças imunopreveníveis.

Estarão disponíveis vacinas do calendário de rotina do Programa Nacional de Imunizações (PNI), entre elas: Pneumo 10; DTPA (gestantes e profissionais de saúde); Pentavalente; Meningocócica ACWY; Meningocócica C; BCG; HPV (9 a 18 anos); Hepatite A e B; Febre Amarela; VIP (Poliomielite); Tríplice Viral (Sarampo, Caxumba e Rubéola); Dengue (10 a 16 anos); DPT (difteria, tétano, coqueluche).

A ação tem como objetivo ampliar a cobertura vacinal e garantir maior proteção à população contra doenças de alta transmissibilidade. Em caso de orientações ou sintomas gripais, a recomendação é entrar em contato pelo Alô Saúde (0800 333 3233). Use máscara para evitar a disseminação do vírus. Mais informações, como público-alvo e idade, diretamente com a equipe da Prefeitura Municipal de Florianópolis presente na ação.

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