UFSC na mídia: Pesquisadores combatem espécie invasora que ameaça vida marinha em Santa Catarina

19/06/2026 11:14

Mergulhador fazendo anotações sobre o Coral Sol. Foto: Marcelo Crivellaro/Acervo PACS Arvoredo.

A professora Bárbara Segal Ramos, do Departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de Santa Catarina (ECZ/UFSC), foi uma das pesquisadoras entrevistadas para uma reportagem do portal ND+ sobre um projeto que mapeia a invasão do coral-sol em Santa Catarina. A matéria foi publicado no dia 17 de junho e está disponível aqui.

Pesquisadores da UFSC e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) desenvolvem há quatro anos um projeto  que visa combater o coral-sol, uma espécie invasora originária dos oceanos Índico e Pacífico, que ameaça a biodiversidade marinha do litoral catarinense. O coral-sol se espalha rapidamente pelas rochas e compete por espaço e alimento com espécies nativas, alterando o equilíbrio dos ecossistemas marinhos.

Segundo os pesquisadores, o coral-sol chegou ao Brasil por meio de cascos de navios e vem se espalhando pelo litoral desde a década de 1980. Ele cresce rapidamente e não possui predadores naturais no Atlântico. Na Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, entre Florianópolis e Bombinhas, mergulhadores realizam ações de monitoramento e remoção manual do coral-sol. Desde 2012, mais de 35 mil colônias da espécie foram retiradas em cerca de 100 operações de manejo. O material coletado é encaminhado para análises em laboratórios da UFSC.

Professora Bárbara Segal com o esqueleto do coral-sol. Foto: Leon Ferrari/Grupo ND.

A reportagem destaca que o controle da espécie exige cuidado e monitoramento constante, já que a remoção em períodos inadequados pode favorecer ainda mais a sua proliferação. Além disso, o trabalho exige precisão e acompanhamento científico constante, porque, se a remoção for feita de maneira inadequada, fragmentos do coral podem se espalhar e dar origem a novas colônias, agravando ainda mais a invasão.

A equipe vem desenvolvendo métodos e tecnologias para conter o avanço do coral-sol e proteger a biodiversidade marinha de Santa Catarina. Além da retirada manual, os pesquisadores estudam novas técnicas para conter o avanço da espécie e minimizar os impactos sobre a fauna e a flora marinhas. O objetivo é preservar a biodiversidade do litoral de Santa Catarina e evitar que o coral-sol comprometa ainda mais os ecossistemas da região.

Reportagem na íntegra no portal do ND+.

Mais informações na reportagem publicada no site da UFSC.

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UFSC na mídia: Professora fala sobre tragédia climática em MG ao The Guardian

13/03/2026 10:43

A professora da Universidade Federal de Santa Catarina Regina Rodrigues, da coordenadoria de Oceanografia, falou ao jornal britânico The Guardian sobre a tragédia climática em Minas Gerais, destacando a importância de populações vulneráveis que vivem nas encostas serem alvo de atenção política. Segundo ela, líderes do Brasil devem assegurar que a população não viva em áreas de risco  à medida que mais eventos extremos aconteçam no país.

A reportagem afirma que abandonar os combustíveis fósseis é um dos pontos urgentes para conter as enchentes mortais no “coração cafeeiro do Brasil”. Lembra, ainda, que acidade de Juiz de Fora esteve entre as mais atingidas, com o mês de fevereiro mais chuvoso já registrado, com mais de 750 milímetros de chuva, o que equivale a 65% a mais do que o recorde anterior, de 1988, conforme o World Weather Attribution.

O texto traz uma análise sobre o impacto econômico da enchente, observando que Minas Gerais é um dos principais produtores de grãos de café arábica. O preço da iguaria disparou nos últimos anos porque o clima extremo reduziu as colheitas entre 15% e 20%. “Esperava-se que a produção pudesse voltar ao normal este ano, mas as condições mais úmidas do que o habitual no último mês teriam, segundo relatos, agravado a propagação de doenças nas plantações de arábica”, pontua a reportagem.

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UFSC na mídia: professor da Medicina fala à ‘Folha de S. Paulo’ sobre uso seguro de canetas emagrecedoras

11/02/2026 09:15

O professor Alexandre Hohl, que atua na área de Endocrinologia e Metabologia no Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e é diretor da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), concedeu entrevista ao jornal Folha de S. Paulo sobre o uso seguro das chamadas “canetas emagrecedoras”.

Esses medicamentos injetáveis, como a semaglutida, a liraglutida e a tirzepatida, atuam como antagonistas do receptor GLP-1 e vêm sendo prescritos para o tratamento da obesidade. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou no último dia 9 um alerta para os riscos de pancreatite associados ao uso desses medicamentos, a partir dos resultados de um estudo internacional.

Na matéria publicada nesta terça-feira (10 de fevereiro) pela Folha on-line, o professor Alexandre Hohl pondera que, no estudo específico, o número de casos de pancreatite foi igual entre os pacientes usuários de semaglutida e os pacientes que usaram placebo. Ele enfatizou, também, que o tratamento com uso de canetas deve, necessariamente, ser prescrito e acompanhado por um médico. “Sem uma avaliação por um profissional, não há o controle das doses ou de alguma condição prévia e contraindicações”, diz a reportagem.

Leia a reportagem (acesso para assinantes).

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UFSC na mídia: reportagem do Globo Rural destaca pesquisa que aprimora manejo no cultivo de ostras

02/02/2026 10:24

Reportagem do programa Globo Rural veiculada na TV Globo no último domingo (1º de fevereiro) destacou os resultados de uma pesquisa com participação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que deve aprimorar a produção de ostras em Florianópolis.

O estudo, desenvolvido ao longo de dois anos em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SC), mostrou que as diferenças de salinidade, temperatura e circulação das águas das baías norte e sul tornam cada região mais propícia para distintos estágios do cultivo. Na baía norte, onde há menos circulação marítima e águas mais quentes, as condições são ideias para o plantio das sementes e crescimento das ostras, com menor índice de mortalidade. Na baía sul, os moluscos que começaram a se desenvolver no norte encontram maior circulação marítima e águas mais frias, o que favorece a engorda até o ponto de consumo.

Oceanólogo Claudio Blacher, do Laboratório de Moluscos Marinhos, em participação na reportagem do Globo Rural. Foto: Reprodução/TV Globo

O oceanólogo Claudio Blacher, supervisor do Laboratório de Moluscos Marinhos (LMM) da UFSC, explica, na reportagem, que na baía sul as águas têm temperaturas mais baixas em função da ocorrência do afloramento de águas de fundo no processo de circulação marítima daquela região. Isso traz mais oxigenação e renovação da água, além de oscilações de temperatura mais frequentes do que as observadas na baía norte.

Com o achado, maricultores das regiões de Santo Antônio de Lisboa, no norte, e do Ribeirão da Ilha, no sul, têm trabalhado em parceria e aprimorado os ganhos com a atividade. A reportagem do jornalista André Lux ouviu produtores que destacaram os benefícios já observados com a nova dinâmica de produção.

Assista à reportagem do Globo Rural

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UFSC na mídia: Projeto se destaca ao expandir a realidade aumentada nas escolas

19/01/2026 09:55

Projeto da UFSC foi divulgado nas redes do MCTI

O projeto RA nas Escolas, desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), é destaque nas redes sociais do MCTI por levar Realidade Aumentada para as salas de aula da rede pública. Por meio de uma plataforma gratuita e um curso de capacitação, professores de todo o Brasil podem baixar e utilizar conteúdos inovadores, fazendo com que a tecnologia incentive a curiosidade e o conhecimento.

A RA é uma tecnologia que combina o mundo real com o digital — permitindo visualizar imagens, animações e informações virtuais sobrepostas ao ambiente físico, por meio de celulares, tablets ou óculos especiais. É como enxergar o mundo com uma camada extra de conteúdo interativo. Utilizando o aplicativo gratuito Zappar, que está disponível em Android ou IOS, os pesquisadores desenvolvem modelos 3D, animações e experiências imersivas em RA, que podem ser aplicadas em diversas disciplinas, como biologia, física, química e matemática, tornando o aprendizado mais envolvente e dinâmico.

Criado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em 2018, o projeto conta com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI) desde 2023, quando foi expandido e lançado como programa. Agora, com dois anos de impulsionamento, a iniciativa avança no objetivo de provar que o ensino em sala de aula pode ser interativo, tecnológico e, principalmente, acessível.

A coordenadora do projeto e professora do departamento de computação da UFSC, Eliane Pozzebon, do campus UFSC Araranguá, afirma que o objetivo é expandir cada vez mais o alcance nacional da realidade aumentada nas escolas públicas. “Queremos que qualquer professor, em qualquer região do País, possa usar essa tecnologia para tornar o aprendizado mais envolvente e despertar a curiosidade dos alunos”.

Um dos frutos do trabalho são artefatos 3D: cartas, que lembram um baralho, com imagens de diferentes áreas de estudo como órgãos do corpo humano, tipos diferentes de vírus, células, planetas, entre outros. Na carta, um QR Code fica disponível para leitura direta no aplicativo matriz.

Ao escanear, a imagem da carta vai parar no celular do usuário. Dessa forma, o aluno pode interagir com um órgão humano, girar, aumentar e clicar em partes específicas para obter informações e curiosidades. O professor do departamento de ciência da administração da UFSC e idealizador da iniciativa, Alexandre Marino, conta que tudo surgiu durante um pós-doutorado na Universidade Aberta do Reino Unido. “Eu realizei meu pós-doutorado na Inglaterra entre 2013 e 2016 e trouxe essa ideia para o Brasil. A partir daí, nós desenvolvemos, no Laboratório de Tecnologias Computacionais da UFSC (LabTeC-UFSC), esses artefatos baseados em diferentes temas”, explica.

Com informações do MCTI

 

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UFSC na mídia: professora fala sobre a nova onda populista em documentário

18/11/2025 08:57

Foto: Reprodução/Youtube

A professora Letícia Cesarino, do Departamento de Antropologia e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi uma das entrevistadas em dois episódios da nova edição da série de mini documentários Vale a Pena Perguntar, da Fundação FHC. 

O tema do primeiro vídeo Nova onda populista: direitas radicais, aborda as razões que levam tantos eleitores a se aproximarem da extrema direita. Já o terceiro episódio Redes e ruas: mobilização da direita radical explica como a direita radical se relaciona com o ambiente digital e explora o uso das redes para mobilização política pelo populismo radical de direita. O vídeo também examina as relações entre as big techs e esse campo político. 

Com a iniciativa do Centro de Estudos e Debates da Fundação FHC, o Caderno Vale a Pena Perguntar Nova onda populista: direitas radicais reúne reflexões que ajudam a compreender como a extrema direita atua nas instituições, nas ruas e redes, na cultura e que riscos representa para a democracia brasileira. 

Primeiro episódio: Nova onda populista: direitas radicais

Terceiro episódio: Redes e ruas: mobilização da direita radical

Assista a temporada completa no canal do YouTube da Fundação FHC

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UFSC na mídia: pesquisadores publicam artigo sobre florestas marinhas e perigos da emergência climática

17/11/2025 16:18

O professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Paulo Horta e a doutora em Ecologia Marina Sissini publicaram, nesta segunda-feira, 17 de novembro, um texto no jornal Valor Econômico sobre os perigos da emergência climática e propostas que visam proteger o meio-ambiente. O artigo cita o lançamento do Pacote Azul, uma iniciativa desenvolvida em resposta às ameaças ambientais com o objetivo de fornecer apoio à Agenda de 2030.

O texto apresenta uma análise sobre a situação das florestas marinhas na região amazônica, alertando para a necessidade urgente de ação. Os autores destacam que as florestas de algas e outras comunidades marinhas tropicais estão à beira do colapso devido a impactos climáticos e degradação ambiental. Estimativas científicas apontam para a perda da capacidade dos ecossistemas de absorver e armazenar carbono, o que agrava a crise climática global.

Também é citado o programa Florestas Marinhas para Sempre, proposta apresentada para o governo brasileiro e defendida durante a primeira semana da COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, em Belém.

Leia a matéria completa no site do Valor Econômico.

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UFSC na mídia: Professor do campus Curitibanos esclarece sobre fungo que contamina videiras na região sul

17/11/2025 11:57

Leocir José Welter, professor Genética e Biotecnologia Vegetal do campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), participou da reportagem “Por que será que as uvas estão caindo do cacho?“,  que foi ao ar no programa Globo Rural no último domingo, 16 de novembro.

O professor explica sobre a contaminação de míldio em plantações de uva, problema recorrente no sul do país, como o que ocorre em Santana do Livramento (RS), citado na reportagem. A doença se espalha rapidamente em regiões úmidas e afeta o desenvolvimento das plantas. O fungo que provoca a doença, o Plasmopara viticola, precisa de água para se desenvolver e costuma atacar primeiro as folhas. Se não for controlado no início, ele acaba afetando também as bagas.

Camila Bitencourt, pesquisadora de pós-doutorado da UFSC, também foi entrevistada. Ela esclarece que as folhas infectadas colaboram com a continuação da doença inclusive quando caem no solo. Por isso, atuar na prevenção, com cobertura plástica, seria o melhor caminho.

Assista à reportagem completa no site do G1.

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UFSC na mídia: pesquisa do curso de Serviço Social defende políticas públicas para famílias atípicas

14/11/2025 12:33

Depois da apresentação, Estefânia recebeu o carinho do filho Lucius. Foto: Germano Rorato/ND

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do curso de Serviço Social de Estefânia Fraga Pedroso foi tema de reportagem do Jornal ND em 14 de novembro. A pesquisa Os Impactos Sociais dos Grupos de Apoio às Famílias e Cuidadores/as de Pessoas Autistas no Distrito Sanitário Sul de Florianópolis recebeu nota 10 e foi marcado pela atuação de três mães atípicas. Além de Estefânia, a professora orientadora Rúbia dos Santos Ronzoni e a supervisora de estágio Vanessa Vinícia da Costa têm filhos autistas.

A reportagem explica que o TCC analisa a falta de políticas públicas voltadas às famílias atípicas e as consequências desses descasos. Estefânia relatou a importância dos serviços públicos em sua vida e como a ajuda de amigos colaborou com a sua trajetória para concluir a graduação.

A reportagem completa no jornal ND – versão impressa.

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UFSC na mídia: egresso da UFSC palestra no primeiro dia da COP30

10/11/2025 16:47

Thomas Pereira Klen, egresso do Curso de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFSC. Foto: Divulgação

Thomas Pereira Klen, egresso do curso de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) participa de um painel sobre neutralização de carbono na blue zone da COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática que acontece em Belém, no Pará. O engenheiro é um dos quatro palestrantes na mesa sobre cooperação Sul-Sul e estratégias conjuntas para acelerar a ação climática rumo à neutralidade de carbono, que ocorre na tarde desta segunda-feira, 10 de novembro, primeiro dia da COP30.

O convite para sua participação veio pelo reconhecimento de seu trabalho em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade do Pará (SEMAS).

Acesse a notícia no Portal da NSC.

No dia 14 de novembro, Klen irá participar, também, do painel “Descarbonização e economia circular no agro: o papel do Cefenp na inovação sustentável”, no green zone da conferência.

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UFSC na Mídia: professora da UFSC fala sobre extremos climáticos em reportagem do Fantástico

05/11/2025 10:49

A repórter Sonia Bridi e a professora Regina Rodrigues, entrevistada pelo Fantástico

A professora da coordenadoria de Oceanografia da UFSC, Regina Rodrigues, falou à reportagem do Fantástico, programa exibido aos domingos na Rede Globo, sobre os extremos climáticos, um dos seus temas de pesquisa. Ela participou da série de reportagens Terra, ainda temos tempo, dos repórteres Sônia Bridi e Paulo Zero.

A reportagem narra aspectos climáticos que resultaram na enchente do Rio Grande do Sul em 2024 e busca explicar como é possível se prevenir do clima extremo. Projetos para tornar as cidades mais resistentes são apresentados para ilustrar o assunto.

Regina foi uma das cientistas envolvidas na elaboração do modelo de atribuição climática – ferramenta que ajuda a definir se determinado evento foi ocasionado pelo aumento da temperatura na Terra. “Eventos que no passado ocorriam com menos intensidade e eram menos frequentes, agora estão começando a ficar muito mais frequentes, muita mais severos, com uma proporção muito maior”, disse.

A pesquisadora também lembrou que houve momentos em que todas as regiões do Brasil estiveram sob a influência de eventos extremos. Isso aconteceu quando o planeta ficou 18 meses 1,5 C mais quente do que no período pré-industrial. A marca das mudanças climática apareceu aí. “Quando a gente fez as atribuições da seca da Amazônia, das queimadas do Pantanal e da enchente no Rio Grande do Sul, nós vimos as marcas das mudanças climáticas”, disse.

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UFSC na Mídia: professora da UFSC fala sobre rios voadores em reportagem do Fantástico

29/10/2025 16:05

A professora da UFSC, Marina Hirota, do Departamento de Física, participou de uma reportagem exibida neste domingo, no Fantástico, que retrata como o degelo na cidade mais alta do mundo afeta a Amazônia. A reportagem de Sônia Bridi e Paulo Zero traz um panorama sobre questões climáticas e socioambientais, com a participação de cientistas de diferentes instituições do pais. No episódio da série ‘Terra, ainda temos Tempo’, a ciência surge para explicar transformações produzidas por atividades como o garimpo ilegal e pelo derretimento de geleiras.

A equipe do programa esteve em Apolobamba, no Peru, em que a corrida pelo ouro em La Rinconada, a cidade mais alta do planeta, impactou o ecossistema. Com o recuo do gelo na região, a paisagem se modificou e a exploração de minerais cobriu as águas de vermelho. A reportagem percorre os movimentos das águas até chegarem ao Rio Madeira, na Amazônia. Na região brasileira, o aumento dos períodos de cheias e especialmente das secas também promove danos irreparáveis,

A professora Marina, uma das referências na área, explicou à reportagem que, sem as árvores para estocarem água com as suas raízes, elas seguem para o rio e se inicia um processo de assoreamento, acúmulo de sedimentos nos leitos. O efeito direto também pode ser a diminuição de água, ocasionando situações de seca extrema.

A professora também falou sobre os rios voadores, que são um mecanismo produzido pelas árvores a partir de um processo de evapotranspiração. “Muito do que chove na Bacia do Prata e alimenta a Usina Hidrelétrica de Itaipu vem da bacia do Rio Madeira”, explicou, reforçando que esse é um processo importante para atividades de geração de energia elétrica e também para a agropecuária.

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Grupo Universitário de Cinema Amador da UFSC é premiado na Mostra.doc

28/10/2025 13:23

O projeto de digitalização dos filmes Novelo, A Via Crucis e Olaria, produzidos pelo Grupo Universitário de Cinema Amador (GUCA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) durante o período da ditadura militar, foi premiado na terceira Mostra.doc de cinema.

O trabalho foi realizado pelos alunos Andrey Santiago e Eduardo Fernandes, com orientação do professor Henrique Luiz Pereira Oliveira, fundador do Laboratório de Pesquisa em Imagem e Som (LAPIS) da UFSC. As informações levantadas pelo importante trabalho de Sissi Valente foram fundamentais para localizar os filmes no início dos anos 2000.

Trata-se de três curta-metragens experimentais filmados em Florianópolis e São José, entre 1968 e 1976, localizados no acervo da Cinemateca Brasileira. O primeiro curta, Novelo, de 1968, tem direção de Gilberto Gerlach e Pedro Paulo de Souza. O segundo, A Via Crucis, é de 1972 , com direção de Nelson dos Santos Machado e Deborah Cardoso Duarte. Já o terceiro, Olaria, de 1976, tem direção de Nelson dos Santos Machado e Deborah Cardoso Duarte.

Mostra.doc

A terceira edição do Mostra.doc será realizada em Treze Tílias (SC) entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro. O evento também sediará a primeira edição do Encontro Estadual de Preservação Audiovisual, no Centro de Eventos Maria Thaler Moser, com transmissão ao vivo.

Integrado à programação do evento, o Encontro Estadual de Preservação Audiovisual irá exibir 48 filmes e a programação inclui exposições, oficinas, lançamento de publicações e apresentações musicais, sendo todas as atividades gratuitas.

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UFSC na mídia: podcast revela mistério sobre Jorge Amado a partir de pesquisa da UFSC

13/10/2025 15:56

O mistério em torno de uma mala esquecida por décadas e pertencente a Jorge Amado é o ponto de partida do documentário em áudio A Mala de Jorge Amado, produção inédita do Posfácio Podcast, assinada pela jornalista Stefani Ceolla. O lançamento ocorreu nesta sexta-feira, 10 de outubro, em plataformas de streaming, como Spotify e Deezer, e no YouTube.

A obra revisita um dos períodos menos conhecidos da vida do escritor baiano — os anos de 1941 e 1942, quando viveu no exílio entre Argentina e Uruguai. Embora seja um dos autores mais estudados e celebrados da literatura brasileira, com obras como Gabriela, Cravo e Canela e Tieta do Agreste, pouco se sabia sobre essa fase de sua trajetória.

O podcast

O ponto de partida do podcast é a descoberta de uma mala que o escritor deixou para trás ao retornar ao Brasil, ciente de que seria preso. O baú continha documentos, cartas, manuscritos e fotografias e permaneceu guardado por mais de 70 anos, até chegar às mãos da professora Tânia Ramos, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O acervo, hoje com mais de 1.500 documentos, oferece novas perspectivas sobre a vida política, literária e pessoal de Jorge Amado.

“Ele dizia que aqueles anos morreriam com ele. Mas os documentos mostram que, nesse período, além de escrever a biografia de Luís Carlos Prestes e viver intensamente a militância comunista, Jorge guardava outros segredos”, relata Stefani Ceolla.
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UFSC na mídia: Estudos da UFSC previram estragos que destruíram casas em Florianópolis

13/10/2025 09:38

Em 2023,  nota técnica assinada por cientistas da UFSC já tratava do assunto

O avanço da maré sobre casas na praia dos Ingleses,  bairro mais populoso de Florianópolis, foi previsto por estudos assinados por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Reportagem publicada pelo portal ND+  lembra que as notas técnicas N° 06/PES/2023 e N°05/PES/2025, emitidas em outubro de 2023 e maio de 2025, alertavam sobre os riscos do alargamento por aterro, que foram realizados de janeiro a maio de 2023 no local.

De acordo com a reportagem,  cerca de 12 casas foram destruídas pela ressaca nos Ingleses na última semana. O avanço da maré de 1,4 m foi registrado no Canto Sul da praia.

O coordenador do Programa de Pós-Graduação em Oceanografia da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), o oceanógrafo Pedro de Souza Pereira, foi ouvido pela reportagem e disse que o problema está na falta de medidas complementares de proteção natural após a conclusão da obra de dragagens e aterros. O pesquisador lembrou que, nos Ingleses, foi feita a engorda, só que não foram colocadas dunas, sem restituição da restinga. “Em praias onde tem restinga, pode estar acontecendo o mesmo, mas o impacto é menor”, disse à reportagem.

O professor disse, ainda, que entre as soluções possíveis ao problema está a elevação do nível da faixa de areia e a criação de barreiras de proteção, como dunas naturais ou artificiais. Já o professor Paulo Horta indicou que o caso deve alterar a maneira que a legislação trata o alargamento das praias, com estudos ambientais mais profundos. Horta foi um dos cientistas que assinou as notas. Releia aqui e aqui.

 

 

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UFSC na mídia: Globo Rural destaca polo de desenvolvimento de cannabis para uso veterinário

29/09/2025 11:46

Professor Erik Amazonas é as áreas envolvidas na pesquisa. Foto: Reprodução/TV Globo

Galinhas que conservam melhor as cascas dos ovos, evitando que rachem, no interior de São Paulo. Um cavalo que se recupera de um tumor na pata, em Florianópolis. Esses animais têm em comum o tratamento com compostos retirados da cannabis – assunto tratado em reportagem nacional.

O ciclo e os usos possíveis da planta foram tema do programa Globo Rural, da TV Globo, no domingo, 28 de setembro. O Polo de Desenvolvimento e Inovação em Cannabis (Podican) do Campus Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é destacado na reportagem como o pioneiro no Brasil na autorização para o plantio voltado à pesquisa científica.

Veja a reportagem completa.
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UFSC na mídia: professor participa de podcast sobre mistérios do oceano

29/08/2025 15:38

Foto: Reprodução/Youtube

O professor Alberto Lindner, do Departamento de Ecologia e Zoologia e do Programa Pós-Graduação em Oceanografia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), concedeu entrevista ao podcast Cauê Santos na última sexta-feira, 22 de agosto. O tema foram os oceanos, que cobrem 70% do planeta Terra mas são ainda pouco conhecidos pela maioria da população, especialmente as regiões de mar profundo que representam os maiores volumes de vida no nosso planeta. 

O podcast relata o quão pouco se sabe sobre o fundo oceânico quando comparado com o conhecimento sobre o espaço. Os participantes discutem as recentes descobertas sobre vários animais marinhos, como os peixes-diabo e sua importância para a medicina, os maiores animais oceânicos, como o tubarão megalodonte, a importância de baleias e corais e a consciência dos animais.

Assista ao podcast no canal do YouTube de Cauê Santos

 

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UFSC na Mídia: Professor da UFSC fala sobre a Evolução em podcast popular

11/07/2025 07:42

Foto: Reprodução do Youtube

O professor de Biologia e Oceanografia da UFSC, Alberto Lindner, falou sobre a Evolução em participação no podcast Sem Groselha, popular no streaming. A íntegra está disponível no Youtube.

O pesquisador buscou difundir e desmistificar, de maneira menos técnica, um tema que ele considera bastante controverso no Brasil, que é a Evolução. “A conversa também incluiu a contribuição de Charles Darwin e os benefícios e riscos das novas técnicas de edição genética, especialmente CRISPR”, conta. Esta tecnologia possibilita a modificação do DNA.

A conversa explora a evolução cósmica, biológica e cultural, detalhando como cientistas desenvolveram a teoria da seleção natural, e como descobertas posteriores em genética complementaram o trabalho de Charles Darwin. A relação entre ciência e religião e a constante busca por conhecimento para preencher lacunas na compreensão do universo também fazem parte da conversa.

 

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UFSC na mídia: Professora da UFSC participa de podcast sobre Licenciatura em Educação do Campo

25/06/2025 16:59

A professora de agroecologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Marília Gaia participou do podcast Narrando Utopias do Portal Catarinas. O último episódio da quinta temporada, intitulado Saberes para adiar o fim do mundo, foi lançado em 25 de junho e narra a criação da Licenciatura em Educação do Campo (LEdoC) a partir das histórias de Magdielly Lima, de Santa Catarina, e Maria Sales, do Maranhão: duas professoras que foram as primeiras de suas famílias a acessar o ensino superior.

Marília destaca que a agroecologia, dentro da LEdoC, vai muito além de ensinar técnicas agrícolas: é uma lente para compreender, cuidar e intervir nos territórios, sejam eles rurais, indígenas, quilombolas, urbanos ou periféricos. A professora, que é coordenadora do Laboratório de Educação do Campo e Estudos da Reforma Agrária (Lecera) e integrante do Grupo de Estudos e Pesquisas em Escola, Educação do Campo e Agroecologia (Geca), foi consultora da temporada. O episódio também conta com a participações de Mônica Molina, professora da Universidade de Brasília (UnB) e referência na luta pela Educação do Campo.

A produção apresenta  um panorama da história da LEdoC, fruto das mobilizações do Movimento Nacional de Educação do Campo (MNEC). Entre os marcos estão o I Encontro Nacional dos Educadores e Educadoras da Reforma Agrária (Enera), em 1997, e a Primeira Conferência Nacional de Educação do Campo, em 1998. O processo levou, em 2002, à criação das Diretrizes Operacionais para a Educação Básica das Escolas do Campo e, em 2007, à formalização das Licenciaturas em Educação do Campo como política pública.

Com informações de Portal Catarinas.
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UFSC na mídia: reportagem perfila egressa da UFSC Joinville que trabalha no Centro Aeroespacial Alemão

05/05/2025 16:00

Joana em frente ao prédio do Centro Aeroespacial Alemão. Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal/NSC Total

Joana Albano, egressa do curso de Engenharia Aeroespacial da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em Joinville, compartilhou sua trajetória de sucesso profissional, desde a graduação, ao portal de notícias NSC Total nesta segunda-feira, 5 de maio. Há dois anos, a engenheira realiza um sonho pessoal ao trabalhar no Centro Aeroespacial Alemão, uma das referências mundiais no setor.

Natural de Curitiba, Joana, de 26 anos, morou grande parte da sua vida em Chapecó, no Oeste catarinense, e mais tarde se mudou para Joinville, onde ingressou na UFSC. A jovem explicou que sempre gostou de matemática e física no ensino médio. Ao planejar seu futuro, ela descobriu o curso de Engenharia Aeroespacial da UFSC e viu a oportunidade de aliar sua paixão com seu futuro trabalho. “Não é um curso muito comum, as pessoas não conhecem muito. Enfim, na época eu descobri (o curso) pela internet mesmo. Prestei o vestibular da UFSC e passei”.

Importância da UFSC na carreira

Há dois anos, a engenheira trabalha no Centro Aeroespacial Alemão (DLR), com o foco em reduzir o impacto ambiental causado pela aviação. Para ela, o período na Universidade contribuiu de várias formas para alcançar o emprego desejado. Durante os primeiros anos do curso, Joana entrou em contato com matérias comuns às engenharias, chamado ciclo básico, e depois se aprofundou nas disciplinas específicas da Engenharia Aeroespacial.

“O curso da UFSC me motivou bastante. Parece meio clichê falar isso, mas eu acho que os professores foram grandes motivadores para mim, principalmente do ciclo específico, dos dois últimos anos. […] Eu fui me apaixonando muito pelas matérias. Eu lembro que a minha favorita foi aerodinâmica”, relembra.
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UFSC na mídia: Laboratório do Campus Joinville vira referência nacional em engenharia naval

10/04/2025 11:23

Professor André Fujarra em entrevista a ND+. Reprodução: ND Play

O Laboratório de Interação Fluido-estrutura (Life) do campus de Joinville da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi matéria do telejornal Balanço Geral da ND+. O laboratório se consolidou como uma das principais referências do país no setor da engenharia naval. Com um tanque de testes e protótipos de embarcações, o espaço é voltado para pesquisa, desenvolvimento e inovação, impactando diretamente a indústria naval brasileira.

O laboratório ainda presta serviços a empresas do setor, desenvolvendo projetos completos, desde bibliografia até testes e relatórios. “A gente estuda problemas que a indústria tem, mas também desenvolve com os alunos os equipamentos e pequenos dispositivos para geração de eletricidade limpa”, explica o professor André Fujarra.

A reportagem mostra como o conhecimento gerado no campus de Joinville contribui com soluções reais para o setor e forma profissionais altamente capacitados.

> Acesse a íntegra da matéria no ND Play.

 

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UFSC na mídia: reportagens destacam história de calouro da UFSC Joinville na escolha do curso

25/03/2025 12:34

Estudante João Francisco Rubbo Nobre, da UFSC Joinville. (Foto: Carlos Junior, NSC Total)

O portal de notícias NSC Total acompanhou, ao longo de alguns meses, a história do calouro João Francisco Rubbo Nobre, que foi o único inscrito no Vestibular Unificado UFSC/IFSC/IFC 2025 para o curso de Engenharia Ferroviária e Metroviária no campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em Joinville. A reportagem da NSC àquela época destacava a trajetória do estudante, que desde a infância interessava-se pelo transporte ferroviário. Atualmente, João é estudante regular cursando as aulas de outro curso de engenharia na UFSC Joinville.

O repórter Vinicius Tóffoli acompanhou as escolhas do estudante, e ofereceu informações sobre como se dá o ingresso nos diversos cursos da UFSC. Em dezembro, a reportagem ouviu o primeiro aluno formado no curso de Engenharia Ferroviária e Metroviária, Marcos Imhof, que contou sobre sua carreira atual.

Quando o resultado do Vestibular foi divulgado, lá estava o nome de João Francisco, e, junto dele, outros 10 estudantes que haviam sido aprovados como segunda opção no Vestibular. Naquele momento, João já pensava em mudar de curso, avaliando a opção de ingressar no curso que listou como sua segunda opção: Engenharia de Transportes e Logística, também na UFSC Joinville.
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UFSC na mídia: pesquisadores analisam repercussão de ‘Ainda Estou Aqui’

05/03/2025 16:53

Foto: Alile Dara Onawale/Sony Picutres

Quatro especialistas de diferentes áreas do conhecimento falaram sobre as repercussões nacionais e internacionais do filme Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, em reportagem da Agência Brasil. Publicada na manhã do último domingo, 2 de março, antes, portanto, da premiação com o Oscar de Melhor Filme Internacional, a matéria de Luiz Claudio Ferreira aborda temas como a valorização da arte e da memória nacional, a mobilização da crítica e do público e os impactos sobre o Direito e a justiça brasileira.

Uma das entrevistadas foi a professora Dirce Waltrick do Amarante, do Departamento de Artes da UFSC. Ela destacou que a visibilidade que a obra ganhou fora do Brasil representa uma vitória expressiva para a arte brasileira. “Nós temos conseguido erguer a nossa voz. É uma voz falada em português, de um país periférico como o Brasil. Uma voz que tem sido ouvida.” 

Para ela, o filme foi “uma virada de chave para a nossa cultura”. Lembra ainda, que a função da obra de arte é mexer e perturbar. “As pessoas se sentem instigadas a ir atrás e a saber mais sobre quem foi Eunice Paiva, que lutou pelo direito dos indígenas (o que é menos abordado no filme).”

Leia a reportagem completa no site da Agência Brasil.

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UFSC na mídia: Pesquisadora é citada por The Guardian em reportagem que aponta recorde de calor no mundo

20/02/2025 08:58

Clique para acessar a reportagem

O jornal britânico The Guardian, uma das referências na cobertura das mudanças climáticas no mundo, citou a professora Regina Rodrigues, da coordenadoria de Oceanografia da UFSC, na reportagem em que anuncia 2024 como um ano de recorde de calor no mundo. O jornal fez um levantamento, apresentado no formato de infográfico, consolidando dados do Serviço de Alterações Climáticas Copernicus (C3S) da União Europeia.

O Guardian tomou como base as temperaturas médias de cada mês de 2024 e comparou-as com o mês mais quente desde 1979. A conclusão foi de que dois terços da superfície da Terra registraram recordes em pelo menos um mês, com aumento de até 5C. A análise é detalhada por região do globo, com destaque para continentes e países do Norte ao Sul.

No caso do Brasil, o estado do Amazonas é citado como um exemplo de local onde houve recorde todos os meses. “A América do Sul foi atingida por temperaturas recordes em quase todos os meses de 2024, mas de março a junho, as temperaturas foram consistentemente extremas na Bolívia, Peru, Colômbia e no estado do Amazonas, no Brasil”, aponta a reportagem. O texto também aborda a recorrência dos incêndios florestais que atingiram a região em 2024, na Amazônia e também o Pantanal, ambiente úmido.

A professora Regina Rodrigues comentou como os oceanos participam deste sistema. O Atlântico esteve especialmente quente na primeira metade do ano e áreas dos oceanos Pacífico e Índico ultrapassaram os recordes mensais em mais de 1°C em todos os meses. Segundo Regina, isso significa  “uma explosão de eventos extremos de todos os tipos”.

“Se não conseguirmos diminuir a queima de combustíveis fósseis e reduzir rapidamente as emissões globais de CO2, estas temperaturas extremas continuarão a tornar-se ainda mais extremas e frequentes”, disse Sonia Seneviratne, cientista climática e vice-presidente do grupo de trabalho de ciências físicas do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas (IPCC).

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UFSC na mídia: professor fala sobre mudanças climáticas em podcast

13/12/2024 15:53

Professor Alberto Lindner foi um dos convidados do episódio. Foto: reprodução/Os Sócios Podcast

O podcast Os Sócios apresentou um episódio sobre o impacto das mudanças climáticas no cotidiano e as perspectivas para as gerações futuras. Foram convidados para a discussão o professor Alberto Lindner do Departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e o geofísico Sergio Sacani.

O episódio aborda a forma como as mudanças climáticas afetam os eventos climáticos extremos e os padrões globais de temperatura. “O problema é a velocidade que a temperatura está subindo nos últimos 150 anos”, explica Lindner. Transição energética, acordos globais, impactos econômicos e sociais das mudanças climáticas e adaptação também foram tópicos abordados durante a conversa.

Assista ao episódio completo no canal do YouTube.

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