UFSC na mídia: Folha de S. Paulo aponta que Universidade terá menor orçamento da década

07/10/2019 11:52

Em reportagem publicada nesta segunda-feira, dia 7 de outubro, o jornal Folha de S. Paulo apontou que a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) terá o menor orçamento da década no ano de 2020. O texto intitulado ‘Universidade Federal de Sta. Catarina terá a menor verba dos últimos 10 anos’ foi divulgado junto a uma série de notícias sobre o mais recente Ranking Universitário da Folha (RUF).

Mesmo ocupando a sétima colocação entre as universidades brasileiras e a quarta entre as federais, a matéria de César Rosati fala sobre a ‘dura tarefa’ da UFSC no próximo ano letivo: gerenciar o menor orçamento dos últimos dez anos com um volume total de alunos 40% superior. A reportagem destaca ainda que, em uma década, a instituição catarinense criou 27 cursos de graduação, quase dobrou o número de pesquisas e ações de extensão, além de ter montado quatro novos campi (Joinville, Curitibanos, Blumenau e Araranguá).

Clique aqui para ter acesso à matéria da Folha de S. Paulo.

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UFSC na mídia: reportagem destaca inovações que surgiram em pesquisas na Universidade

20/09/2019 13:20

Algumas das inovações resultantes de pesquisas desenvolvidas na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) são tema de reportagem do portal NSC Total. A matéria intitulada ‘Sorvete, remédios e sistemas: conheça inovações que surgiram em pesquisas na UFSC’ foi publicada nesta sexta-feira, dia 20 de setembro.

O texto destaca o primeiro anti-inflamatório com base em uma planta brasileira, o sorvete usado para aliviar os sintomas dos pacientes em tratamento contra o câncer e o laboratório que produz as chamadas sementes das ostras determinante na produção de ostras em Santa Catarina, que representa 98% de toda a produção nacional.

Clique aqui para ler a íntegra da reportagem.

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UFSC na mídia: estudo revela que, além do coração, colesterol alto prejudica o cérebro

16/09/2019 11:05

Um pesquisa desenvolvida na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) revelou que o colesterol alto, além de ser um inimigo do coração, prejudica bastante o cérebro. Uma reportagem publicada no site da revista Superinteressante, na última semana, faz referência a um estudo desenvolvido na UFSC e divulgado no periódico Molecular Metabolism.

A pesquisa  demonstrou que o aumento dos níveis de colesterol no sangue compromete a formação de novos neurônios no cérebro de camundongos. De acordo com o texto da revista, “o pulo do gato do estudo brasileiro é que eles descobriram o motivo do déficit: o alto colesterol atrapalha a neurogênese adulta. Explicando em termos menos técnicos: neurogênese é o processo de formação de novos neurônios no cérebro depois na fase adulta.”

Clique aqui para ler a íntegra da reportagem.

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UFSC na mídia: estudo aponta que escolhas de gêmeos têm pouca influência genética

09/08/2019 19:39

O Correio Brasiliense publicou matéria sobre estudo sobre como gêmeos univitelinos fazem escolhas alimentares que recebem pouca influência de características genéticas, mostra pesquisa com mais de mil voluntários. Segundo especialistas, o resultado enfatiza a importância de abordagens personalizadas para enfrentar a obesidade.

Na matéria, o professor associado do Departamento de Ciências Fisiológicas da Universidade Federal de Santa Catarina (CFS/UFSC), Alex Rafacho, é um pesquisadores que analisam o estudo.

Confira a matéria, na íntegra, aqui.

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UFSC na mídia: pesquisadora da UFSC participa de relatório da ONU sobre mudanças climáticas

08/08/2019 10:34

O jornal ‘O Globo’ publicou notícia sobre o relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), entidade da ONU para o assunto, que relaciona desmatamento e uso da terra às mudanças climáticas globais. Entre os 108 autores do estudo está a pesquisadora e professora do curso de Oceanografia da UFSC, Regina Rodrigues. Ela afirma, de acordo com a reportagem, que “o relatório deixa evidente que o custo econômico de não agir contra as mudanças climáticas será muito mais alto do que os sacrifícios implicados na implementação de novas políticas”.

Confira a notícia completa aqui.

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UFSC na mídia: livros de professor da UFSC são tema de resenha no Estadão

22/07/2019 08:45

Os Caminhos e o Rio e Caligrafias Ameríndias, livros que mesclam poesia, artes plástica, antropologia e tradução, de Sergio Medeiros (professor do Departamento de Língua e Literatura Vernáculas e da Pós-Graduação em Estudos da Tradução da UFSC) foram tema de resenha no jornal Estado de São Paulo no dia 21 de julho.

“Tradutor do poema maia-quiché Popol Vuh, ele faz de sua poesia um eco da mitologia ameríndia, à procura da palavra antiga, dos inícios, da decifração dos mistérios de uma cosmogonia própria, reinventada pela escrita. Há, contudo, consciência de que essa possibilidade de recuperação irremediavelmente se perdeu. Por isso, os fragmentos e grifos dos textos destroem, pouco a pouco, as montanhas da linguagem, os excessos da narração em prol da experiência, para que algum rio se faça entrever”.

Confira o texto completo aqui.

 

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UFSC na mídia: Laboratório apresenta estudo sobre Contorno Viário da Grande Florianópolis

18/07/2019 08:58

O Laboratório de Transporte e Logística da Universidade Federal de Santa Catarina (LabTrans/UFSC) apresentou em reunião na quarta-feira, 17 de julho, na capital análise sobre o Contorno Viário da Grande Florianópolis. O estudo foi encomendado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A obra deve ficar pronta em dezembro de 2022, conforme a concessionária da BR-101.

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UFSC na mídia: bloqueio de verbas afeta pesquisas na saúde, educação e agricultura

08/05/2019 16:59

Não é apenas o futuro da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que está ameaçado com o bloqueio de verbas superior a R$ 60 milhões imposto pelo Ministério da Educação (MEC), mas também uma série de pesquisas e projetos de extensão que visam beneficiar a sociedade.

Desde estudos para prevenir e tratar doenças como o câncer, a depressão e o Mal de Alzheimer, até testes para melhorar a qualidade de vida de agricultores catarinenses expostos a agrotóxicos, serão afetados, de acordo com a pró-reitoria de pesquisa da universidade. Há também soluções e novidades que perpassam áreas de economia, meio ambiente e tecnologia que dependem dos recursos federais.

É nesse cenário de incertezas quanto ao futuro que hoje estão professores, bolsistas e tutores dos milhares de projetos de pesquisa e extensão que estão sendo executados na UFSC. Muitos deles financiados por órgãos públicos, como a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Ministério da Saúde. Outros, com financiamento de empresas privadas ou públicas, exemplo da Petrobras.
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UFSC na Mídia: Bactérias da Antártica podem revelar evolução do aquecimento global

03/03/2017 09:26
Carolina e Giulia. (Foto: Renato Gamba Romano)

Carolina e Giulia. (Foto: Renato Gamba Romano)

RIO — Pesquisadores brasileiros coletaram 150 quilos de solo e gelo da Antártica, que podem trazer novas revelações sobre a vida de micro-organismos no continente gelado. O material também será usado para estudar o impacto das mudanças climáticas no ecossistema.

A coleta foi iniciada em janeiro e durou 24 dias. Agora, as amostras começarão a ser analisadas em laboratórios das instituições participantes do Projeto Microsfera. De acordo com os cientistas, a análise das bactérias é uma importante ferramenta para o estudo do aquecimento global. Estes micro-organismos respondem rapidamente a mudanças no clima e no meio ambiente, adaptando seu metabolismo para adequar-se a fatores como o frio e a escuridão no inverno. As transformações que se prolongam por muitos anos levam ao desaparecimento de algumas espécies.

— Os micro-organismos que vivem na Antártica estão sujeitos a diferentes pressões ambientais. Precisam, por exemplo, sobreviver em locais com poucos nutrientes, além do frio intenso, com períodos de congelamento e descongelamento — descreve Carolina Alves Fernandes, estudante de agronomia e pesquisadora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), uma das universidades vinculadas ao Projeto Microsfera. — A radiação solar também é um problema, já que ela afeta o DNA das células e isso interfere na capacidade de reprodução das bactérias. Mas talvez seu maior problema seja a escassez de água líquida, que é necessária para todos os seres vivos.

Coordenadora do projeto e professora do Instituto Oceanográfico da USP, Vivian Pellizari destaca que os cientistas ainda não conhecem o “elo mais antigo” — o ancestral que seria comum a todos os seres vivos. O contato com organismos primitivos, coletados nas amostras de gelo, é fundamental para aproximar os pesquisadores do início desta linha do tempo.

— A vida dos micro-organismos está ligada a processos químicos e à História do planeta — ressalta. — A atual diversidade das espécies tem um ancestral comum. Ao estudarmos regiões como a Antártica, temos acesso a amostras que não foram expostas a células recentes.

Uma pesquisa coordenada por Vivian concluiu que existe uma tendência de redução da diversidade de bactérias no solo antártico. Como a região mais afetada será aquela que estava coberta de gelo nos últimos 30 anos, resta saber se a diminuição do número de espécies se deve a mudanças climáticas ou se esta é uma tendência natural deste ecossistema.

— São duas frentes de trabalho: a descoberta da evolução destes micro-organismos e os impactos provocados pelas mudanças climáticas — explica Vivian. — Também podemos ver como as bactérias se adaptam a novas condições, inclusive a sua resistência à radiação ultravioleta.

Texto: Renato Grandelle
Foto: Divulgação/Carolina Fernandes
Fonte: O Globo

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UFSC na Mídia: Prédio da Reitoria e Praça da Cidadania devem ser tombados como patrimônio histórico

23/06/2016 12:33

Florianópolis deve ter mais um patrimônio histórico quando o novo Plano Diretor for homologado pela prefeitura. Ao menos esta é a expectativa do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), que pede a inclusão do prédio da reitoria e da praça da Cidadania, projetada pelo urbanista Roberto Burle Marx, no documento que orienta a política de desenvolvimento e ordenamento da expansão da cidade como “área de interesse patrimonial”. “A praça está prestes a ser tombada como patrimônio histórico para honrar o trabalho de Burle Marx, considerado o mais importante paisagista do século 20, orgulho da UFSC”, escreveu o reitor em sua página no Facebook.

Segundo o chefe do Departamento de Arquitetura e Urbanismo, César Floriano dos Santos, o pedido de tombamento tem como principal motivo resguardar o patrimônio modernista. “Assim, a praça e o prédio da reitoria seriam os primeiros edificações modernas a serem preservadas na cidade. Há outras indicações, como o prédio do LIC [Lagoa Iate Clube], que também é do Burle Marx, já que também representa o período da modernidade”, disse.

Com o tombamento, a universidade acredita que seria mais fácil conseguir financiar uma obra de restauração dos espaços. “O local será tombado do jeito que está, impedindo novas intervenções, construções ou mesmo a demolição. O tombamento resguarda a praça para que, em um momento oportuno, se faça uma restauração. O encontro com o reitor [na semana passada] foi para tentar elaborar um projeto de restauração, pelo menos, da parte em frente à reitoria”, resumiu Floriano.
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UFSC na mídia: Projeto de alunos da UFSC vai revitalizar biblioteca pública no Estreito

09/06/2016 13:47

Referência no Brasil, a Biblioteca Pública Barreiros Filho, no Estreito, em Florianópolis, foi eleita pelo Ministério da Cultura uma das 10 bibliotecas mais acessíveis do país, muito mais pelo empenho e dedicação dos 21 funcionários e voluntários do que pelo apoio do poder público. Vinculado à Secretaria do Continente, o espaço não recebe os recursos que lhe caberiam caso fosse vinculada à Secretaria de Cultura. Assim, para reformar a área de lazer e esportes, e dar continuidade a diversos projetos junto à comunidade, a biblioteca conta com o apoio da turma da 8ª fase do curso noturno de Administração da UFSC.

As estudantes Silvana Gomes Ortiz, de 25 anos, Francieli Hau, 23, e Izel Molinente, 26, estiveram no espaço, nesta terça-feira, para representar os 28 alunos que participam do projeto “Esporteca” e afinar os detalhes com a diretora da biblioteca, Marizza Fabiane Celestino. “Estamos buscando trazer os olhos da sociedade para a biblioteca. É um espaço público e gratuito, que não é valorizado como merece. Vimos que a estrutura não está adequada para o desenvolvimento das atividades e, a partir disso, iniciamos o planejamento do projeto”, conta Silvana.
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