Pesquisadores da UFSC alertam sobre riscos em decorrência de dragagem no Norte da Ilha 

08/10/2019 12:37

Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgaram uma carta aberta, na segunda-feira, dia 7 de outubro, na qual alertam sobre os riscos em decorrência das dragagens para o engordamento da praia de Canasvieiras, em Florianópolis. O documento afirma que a sociedade civil e as instituições da região não tiveram conhecimento “se todos os requisitos ambientais foram atendidos para garantir um processo com segurança”.

Os professores Paulo Antunes Horta e Leonardo Rorig, coordenadores do Laboratório de Ficologia do Centro de Ciências Biológicas (CCB), chamam a atenção para as possíveis consequências da atividade na área. Segundo os pesquisadores, o processo pode induzir a ocorrência de maré vermelha e causar prejuízos para a economia da região, que tem entre as principais fontes de renda a pesca e a maricultura.

A maré vermelha trata-se de um fenômeno natural e esporádico que consiste em um pico de crescimento de microalgas (fitoplâncton) em determinadas áreas, fazendo com que a cor da água se altere para tons de amarelo, vermelho ou alaranjado. Essas microalgas produzem toxinas que contaminam os moluscos, impossibilitando o comércio ao consumidor.

A carta aberta publicada na segunda-feira salienta que os bancos de areia no Norte da Ilha já foram palco de inúmeros eventos de floração de algas nocivas que potencialmente deixaram cistos (“sementes”) na região. O texto reforça que a legislação ambiental demanda a realização de análises prévias para garantir a segurança de empreendimentos dessa natureza. O fato de a jazida estar a cerca de um quilômetro da costa potencializa ainda mais os riscos. 
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Nota de falecimento: professora Maria Márcia Imenes Ishida

23/07/2019 11:11

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) comunica, com pesar, o falecimento da professora Maria Márcia Imenes Ishida, aposentada do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia (MIP) do Centro de Ciências Biológicas (CCB), ocorrido na segunda-feira, dia 22 de julho.

A professora Márcia, como era chamada, foi a primeira coordenadora do Curso de Ciências Biológicas, na modalidade a distância, e muito contribuiu para a formação de estudantes em diversos polos: Araranguá, Canoinhas e Tubarão (SC) e Pato Branco (PR). Em adição, atuou no ensino de Parasitologia para alunos de diversos cursos, em pesquisa na área de Parasitologia e na extensão, em áreas indígenas.

Com informações da Direção do Centro de Ciências Biológicas (CCB).

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Simpósio de Integração das Pós-graduações do CCB debate dez anos do Lameb

29/11/2018 16:41

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Foi em um ambiente de celebração que iniciou a sexta edição do Simpósio de Integração das Pós-graduações (VI SIP) do Centro de Ciências Biológicas (CCB). No entardecer de 28 de novembro, um grande público reuniu-se no auditório Garapuvu, no Centro de Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O espírito comemorativo que tomou conta da abertura do evento era decorrente do tema da abertura do VI SIP: o primeiro decênio do Laboratório Multiusuário de Estudos em Biologia (Lameb),

O Lameb é hoje referência local e nacional em laboratórios multiusuário. Com possibilidade de desenvolver pesquisas por 24 horas ininterruptas durante todos os dias da semana, o laboratório apresenta equipe técnica qualificada para auxiliar em pesquisas e análises de dados, e atende cerca de 600 usuários, que realizam pesquisas científicas em nível de graduação e pós-graduação em equipamentos complexos e pouco comuns em estruturas públicas com amplo acesso.

As atividades científicas desenvolvidas junto ao Lameb são abertas aos pesquisadores de toda a comunidade universitária, de modo ao laboratório atender atualmente estudos de cerca de 30 programas de pós-graduação. Nesses 10 primeiros anos de atividade, o Lameb foi o local de pesquisa de, pelo menos, 250 artigos científicos publicados em revistas nacionais e internacionais.
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Laboratório da UFSC celebra dez anos de existência em evento científico

06/11/2018 17:03

Criado no ano de 2008, o Laboratório Multiusuário de Estudos em Biologia (Lameb) está vinculado ao Centro de Ciências Biológicas (CCB) da UFSC. Em comemoração ao seu décimo aniversário será realizado o evento científico “LAMEB 10 Anos”, que ocorre junto com o VI Simpósio de Integração das Pós-Graduações do CCB (VI SIP) nos dias 28, 29 e 30 de novembro de 2018.

Durante o evento, estudantes de graduação e de pós-graduação são bem-vindos para exporem seus trabalhos científicos através de exposição de banner ou apresentação oral. Além de minicursos, palestras e mesa de discussão de assuntos de atual relevância. O evento integrará os discentes e docentes dos diferentes programas, permitindo a expansão da colaboração entre cientistas, favorecendo a multidisciplinaridade na pesquisa acadêmica mediante colaborações possíveis, dado o caráter multidisciplinar do evento.
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CCB promove curso online para estudantes de graduação sobre manejo de animais de laboratório

16/03/2018 16:57

O Centro de Ciências Biológicas (CCB) promove a terceira edição do Curso Online de Manejo de Animais de Laboratório para Alunos de Graduação, com inscrições abertas de 14 de março a 13 de julho de 2018. As inscrições são gratuitas e o curso dá direito a certificado de 21 horas.

A atividade é organizada pelos professores Carlos Tonussi, Cilene de Oliveira e pela médica veterinária Luciana Honorato, do CCB, e cumpre a exigência da Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA/UFSC) para alunos que irão participar de projetos de pesquisa envolvendo animais vertebrados.

 

Mais informações:
(48) 3721-2479
Site para inscrições

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Pesquisadoras da UFSC estudam bactérias na Antártica

20/02/2017 21:41
Carolina e Giulia. (Foto: Renato Gamba Romano)

Carolina e Giulia. (Foto: Renato Gamba Romano)

Duas estudantes de Agronomia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Carolina Alves Fernandes e Giulia Fabrin Scussel, estiveram na Antártica por 24 dias, entre janeiro e fevereiro, participando de uma pesquisa sobre as bactérias presentes naquele ambiente e sua ligação com as mudanças climáticas que acontecem no planeta. As alunas trouxeram as amostras coletadas para a Universidade, para serem analisadas. A pesquisa é realizada por meio do Laboratório de Ecologia Molecular e Extremófilos (LEMEx), do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia do Centro de Ciências Biológicas (CCB), sob a coordenação do professor Rubens Duarte.

O projeto é o Microsfera – A Vida microbiana na Criosfera Antártica: mudanças climáticas, e bioprospecção, que tem como objetivos estudar as bactérias da Antártica e verificar se esses micro-organismos podem fornecer informações sobre mudanças climáticas. É coordenado pela professora Vivian Pellizari, do departamento de Oceanografia Biológica do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP), com a participação de muitos outros docentes, entre eles o professor Rubens Duarte. “A ideia é que as bactérias respondem muito rapidamente às mudanças do clima e ambientais, adaptando seu metabolismo de forma a se adequar ao frio, ciclos de congelamento e descongelamento, aos períodos de muita luz ou de escuridão (verão e inverno antártico, respectivamente) etc. Quando há mudanças no clima, numa escala de vários anos, as bactérias do ambiente também mudam: algumas espécies aparecem, outras continuam no ambiente e outras somem”, explica o professor Rubens.

(Foto: Giulia Scussel)

(Foto: Giulia Scussel)

Para irem à Antártica, as estudantes precisaram se preparar no Rio de Janeiro, em agosto de 2016, onde estiveram durante uma semana realizando atividades físicas, provas de resistência, preparação de trabalho em equipe com a supervisão de psicólogos e assistindo a palestras sobre o que iriam enfrentar. “Lá conhecemos o pessoal que trabalha no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), da Marinha do Brasil, e recebemos orientações sobre vestimentas, o que levar, entre outras informações”, explica Giulia. O treinamento é oferecido a todos os pesquisadores que participam do programa.

(Foto: Giulia Scussel)

(Foto: Giulia Scussel)

Carolina e Giulia ficaram alojadas na base Professor Julio Escudero, do Instituto Antártico Chileno (Inach). “A presença das pesquisadoras nessa base deveu-se ao fato da estação científica brasileira Comandante Ferraz estar em obras, após o incêndio que destruiu 80% da sua estrutura em 2012”, detalha o professor Rubens. Além disso, ele ressalta, “a área de coleta dos solos e do gelo fica bem próximo à base chilena”. As alunas coletaram amostras de solo e gelo das geleiras, que ficaram guardadas em freezers do navio do Proantar, para chegarem congeladas ao Brasil, garantindo que não haja distúrbios nas bactérias durante o transporte.

Carolina explica que as coletas foram realizadas no solo do recuo da Geleira Collins e de blocos de gelo. “As amostras nos ajudarão a realizar estudos da comunidade microbiana e sua biodiversidade, além de realizar o levantamento de dados sobre os organismos adaptados a sobreviver em um ecossistema frio, seco, oligotrófico e com grandes flutuações de temperatura, especialmente na Península Antártica, um dos ambientes que mais sofre os efeitos das mudanças climáticas”, salienta a pesquisadora. “Queremos saber como essas mudanças podem exercer pressões seletivas nos microrganismos, como ocorre a sucessão microbiana no recuo de geleira e qual a sua contribuição nos ciclos biogeoquímicos, e como essa reativação das comunidades microbianas através da exposição do solo podem influenciar o efeito estufa”, explica.

Rotina e experiências

Base onde as pesquisadoras da UFSC ficaram alojadas.  (Foto: Carolina Fernandes)

Base onde as pesquisadoras da UFSC ficaram alojadas.
(Foto: Carolina Fernandes)

Em sua temporada no continente congelado, Carolina e Giulia trabalharam em uma equipe que contava também com a participação de Renato Gamba Romano, graduando em Oceanografia da USP e Antônio Calvo, alpinista profissional contratado pelo Proantar. O grupo tinha uma rotina definida e marcada pelo clima e compromissos dos demais pesquisadores. Elas explicam que a região onde estavam tem variações climáticas constantes, com mudanças muito drásticas e bruscas. “Definíamos a rotina um dia antes, geralmente na parte da noite. Sentávamos com o grupo de brasileiros que estava conosco e, com a previsão do tempo em mãos, planejávamos os próximos passos da pesquisa. Junto com o alpinista, era decidido quem sairia a campo e quem ficaria no laboratório”, relata Giulia. Carolina complementa que as coletas duravam praticamente o dia todo, as pesquisadoras caminhavam muitos quilômetros, quebravam gelo, carregavam muitas amostras e em algumas saídas contavam com o apoio de transporte e em outras não.

(Foto: Carolina Fernandes)

(Foto: Carolina Fernandes)

Durante o período na Antártica, as pesquisadoras da UFSC fizeram sete saídas a campo. Nos dias em que não era possível realizar coletas (pelo mau tempo ou outros fatores de logística) as alunas se dedicavam aos trabalhos internos no laboratório da estação, como a realização de processos de filtragem de gelo e preparação e esterilização de materiais utilizados na coleta.

(Foto: Giulia Scussel)

(Foto: Giulia Scussel)

“Nas horas vagas tínhamos a oportunidade de conhecer novos pontos da Antártica que não eram os de coleta, enriquecíamos a nossa experiência fazendo novas amizades com pessoas de outros países, conhecendo outros projetos de pesquisa e trocando informações. Tirávamos um tempinho para leitura e também para a diversão jogando ping-pong e assistindo a filmes e vídeos em espanhol com o pessoal da base”, complementa Carolina.

Giulia conta que, na ilha onde estavam, as mudanças climáticas eram muito evidentes. “É onde a temperatura mais aumentou. Não tenho um parâmetro de comparação, para saber como eram nos anos anteriores. Mas percebe-se grandes áreas de degelo e, conversando com outros pesquisadores, nota-se grande preocupação sobre o efeito do aquecimento climático nas espécies que vivem naquela área”, ressalta.

Carolina relata que, entre os pesquisadores da região, a preocupação com o aquecimento global e o degelo consequente dessas mudanças climáticas é uma constante. “Presenciamos uma frequência grande de chuva. Ao caminhar até os locais de coleta era possível observar como o cenário e a paisagem sofrem alterações típicas dessa época do verão, além do elevado processo de retração da geleira estudada. Muitos pesquisadores realizam estudos em áreas diferentes, porém com o mesmo propósito de entender como a dinâmica na Antártica está ligada às mudanças climáticas do nosso planeta. Ainda há muitos experimentos, análises e estudos a serem realizados para que possamos obter as respostas necessárias para essa questão. A Antártica é uma das regiões mais envolvidas nos debates sobre os efeitos de mudanças climáticas e ainda há muito o que ser estudado”, salienta.

(Foto: Giulia Scussel)

(Foto: Giulia Scussel)

(Foto: Giulia Scussel)

(Foto: Giulia Scussel)

As experiências no continente gelado foram marcantes para as duas pesquisadoras. Tanto pela descoberta de um novo ambiente como pelo autoconhecimento de viver em um local sem acesso a muitas facilidades da vida moderna, como um banho demorado, a proximidade aos amigos e familiares, a escolha da alimentação.

Mesmo com algumas dificuldades, estar na Antártica foi algo inesquecível para as alunas: “realizar pesquisa a campo no lugar mais inóspito, mais frio, mais seco, mais alto, mais ventoso, mais desconhecido e o mais preservado de todos os continentes é incrível! Desejo que essa experiência seja a porta de entrada para novas oportunidades de pesquisa nessa área. E como lição de vida, foi a superação de muitos limites, se ver tão pequeno em meio a imensidão, poder ouvir a si mesma e a natureza e apenas isso por horas, perceber como o planeta é grande e o quanto é possível quebrar as barreiras da distância. Eu percebi o quanto sou capaz de fazer coisas que jamais imaginei e quantas outras ainda estão por vir! Conheci pessoas maravilhosas, pesquisas e projetos incríveis, vivenciei outras culturas e fiz muitas amizades, sendo que algumas serão para a vida inteira. Até participei de uma maratona no continente gelado! A Antártica é o continente dos superlativos, e posso dizer que foi um novo marco na minha vida”, conta Carolina.

 

Mayra Cajueiro Warren
Jornalista da Agecom/UFSC

Tags: AntárticaAntártidaCCBCentro de Ciências Biológicas (CCB)Departamento de MicrobiologiaGeleira CollinsImunologia e Parasitologia do Centro de Ciências Biológicas (CCB)Laboratório de Ecologia Molecular e ExtremófilosLEMExOperação AntárticaPrograma Antártico BrasileiroUFSC

Centros de Ensino e Cursos da UFSC posicionam-se sobre manifestações estudantis

22/11/2016 11:56

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) atualmente tem três Centros de Ensino ocupados, o Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), o Centro de Ciências da Educação (CED) e o Centro de Comunicação e Expressão (CCE). O Colégio de AplicaçãoCentro de Ciências Biológicas (CCB), o Centro Socioeconômico (CSE) e parte do prédio do Departamento de Arquitetura (CTC) estão parcialmente ocupados. No CSE, aulas foram suspensas na segunda e terça-feira (21 e 22/11) em virtude de conflitos entre grupos de alunos favoráveis e contrários à ocupação.

Diversos cursos divulgaram manifestações de grupos de professores em apoio às manifestações estudantis. Professores dos Departamentos de Artes Cênicas, Jornalismo, Língua e Literatura Vernáculas, Letras Estrangeiras, Serviço Social, entre outros pronunciaram-se por meio de carta aberta. Também posicionaram-se professores do CCB e do CFH. Professores ligados à Comissão de Mobilização dos Docentes da UFSC deliberaram em assembleia na última quinta-feira, 17, favoráveis a um acampamento e vigília em frente ao prédio da Reitoria. O acampamento está montado de 22 a 25 de novembro. Discentes de cursos de graduação e pós-graduação também publicaram cartas abertas.

O Departamento de Sociologia e Ciência Política, do CFH, posicionou-se contrário à ocupação do Centro em nota.

Todas as manifestações e ocupações estudantis são contrárias à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 55, que tramita no Senado e terá votação em 1º turno na próxima terça-feira, dia 29. Também são contrárias a outras iniciativas do governo federal, como a Medida Provisória de reforma do Ensino Médio, a PEC da Escola Sem Partido e a PEC 65, do licenciamento ambiental.

O reitor Luiz Cancellier reuniu-se com diretores dos Centros de Ensino e no Colégio de Aplicação na manhã de terça-feira (22) para tratar das ocupações.

Agenda de debates

A Comissão de Mobilização Unificada UFSC, formada por docentes, técnicos e estudantes, divulgou uma agenda de assembleias e debates nesta semana, que culmina em um dia de paralisação geral na sexta-feira, dia 25.

Dia Hora Evento Local Organização
22/11 Terça-feira 12h Assembleia de Estudantes da Pós-Graduação Centro de Convivência Associação de Pós-Graduandos da Universidade Federal de Santa Catarina
23/11 Quarta-feira 12h30 Assembleia Geral Universitária Hall da Reitoria Comissão de Mobilização Unificada UFSC
24/11 Quinta-feira 9h Assembleia dos Técnicos Administrativos em Educação Reitoria Sintufsc
14h30 Assembleia Docente Praça da Cidadania Andes/UFSC
25/11 Sexta-feira Paralisação Geral Nacional

 

Mayra Cajueiro Warren
Jornalista da Agecom / UFSC

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Seminários ‘Science Club’ todas as quartas-feiras do semestre

15/04/2016 15:10

Programa de apresentação de seminários que visa apresentar os trabalhos de pesquisa e extensão que estão sendo desenvolvidos no Departamento de Ciências Fisiológicas (CFS). Esse é o “Science Club”, que ocorre todas as quartas-feiras, das 11h às 12h, na sala 508 do Centro de Ciências Biológicas (CCB). Os seminários têm duração de uma hora, da qual 40 minutos, aproximadamente, são para apresentações, e cerca de 20, para perguntas.

Docentes, pesquisadores de pós-doutorado e pós-graduandos comporão os convidados para as atividades semestrais, que têm como objetivo a divulgação dos trabalhos de pesquisa do CFS. “Nossas pesquisas são muito heterogêneas e, em sua maioria, voltadas ao uso de modelos experimentais pré-clínicos; por isso não há como sintetizar as informações, e esse é o objetivo do “Science Club”. Nosso Departamento possui docentes credenciados em diversos programas de pós-graduação do CCB, como Neurociências, Ciências Fisiológicas e Farmacologia, além do CCS e do CTC, e contemplam pesquisas nas áreas de metabolismo, endocrinologia, neurofisiologia, neurocomportamento, cardiologia, sistemas reprodutivos, entre outras”, especificou Alex Rafacho, coordenador do evento.
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Rede Sisbiota-Mar lança vídeo sobre pesquisas no ambiente marinho

16/03/2016 17:00

SisbiotaA Rede Nacional de Pesquisa em Biodiversidade Marinha (Sisbiota-Mar) apresentará, para a comunidade universitária, o vídeo “Rede Sisbiota-Mar: um mergulho nos recifes brasileiros”, produzido com imagens feitas por seus pesquisadores durante expedições científicas pela costa brasileira. A exibição está prevista para a próxima segunda-feira, dia 21, às 13h, no Laboratório Morfofuncional do Centro de Ciências Biológicas (CCB). Em seguida, haverá um debate sobre o ambiente marinho e sua preservação. O evento é gratuito e aberto ao público.

O vídeo foi produzido no âmbito de um projeto de extensão de divulgação científica, com o objetivo divulgar, para o público em geral, as pesquisas da Rede Sisbiota-Mar e seu trabalho no sentido da conservação do ambiente marinho brasileiro. Foi elaborado e editado pela estudante de Ciências Biológicas e bolsista de extensão da UFSC, Débora Ferrari da Silva, com a supervisão do professor Sergio Floeter, coordenador da Rede. A narração é do professor Alberto Lindner. O vídeo está disponível online e tem legenda em inglês.

Sobre a Rede Sisbiota-Mar

A criação da Rede Sisbiota-Mar permitiu que estudos antes realizados de forma separada por cada universidade fossem integrados e envolvessem toda a costa brasileira. São sete universidades envolvidas, sendo a sede do projeto na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Cerca de 30 pesquisadores participantes se reúnem periodicamente, planejam e executam os estudos nas três linhas de pesquisa principais — ecologia, conectividade genética e prospecção de substâncias químicas de organismos marinhos.Os pesquisadores padronizaram a linguagem, criando uma linearidade nos trabalhos que permite comparar os resultados com mais facilidade. Um avanço destacado pela equipe é a descoberta de que recifes isolados ou realmente protegidos da pesca no Brasil possuem mais peixes grandes do que locais próximos à costa ou desprotegidos, além da existência de alguns organismos fixos no fundo do mar que produzem substâncias químicas que podem ser usadas como medicamentos.

Mais informações no site.

O que: Apresentação do vídeo “Rede Sisbiota-Mar: um mergulho nos recifes brasileiros”.
Data: 21 de março de 2016, segunda-feira.
Horário: 13h
Local: Laboratório Morfofuncional (CCB – Setor F – Prédio Fritz Müller Térreo – Sala 10B)

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Direção do CCB faz ação no Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio

11/09/2015 15:40

A equipe da direção do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realizou, na quinta-feira, 10 de setembro, Dia Internacional de Prevenção ao Suicídio, uma ação de conscientização sobre o tema. Os diretores e técnicos utilizaram camisetas do movimento mundial “Setembro Amarelo”, visando ampliar a prevenção sobre esta que é a segunda maior causa mundial de morte entre pessoas na faixa etária de 15 a 29 anos. O objetivo geral do campanha é reduzir o número de incidências em 10% até 2020 no mundo todo.

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Responsável pela criação da campanha, a International Association for Suicide Prevention – IASP (Associação Internacional de Prevenção ao Suicídio) aponta que o objetivo da data é estimular a discussão sobre o assunto, preparando as pessoas a desempenharem um papel de suporte às vítimas em potencial. A iniciativa envolve entidades de âmbito nacional e internacional, como a Associação Médica Brasileira (AMB), Sociedade Brasileira de Neuropsicologia (SBNP), Cruz Vermelha, Centro de Valorização da Vida (CVV) e o Exército Brasileiro.

Estão previstas atividades em todo o país durante o mês: em Florianópolis, dia 20, ocorrerá uma passeata às 15h, na avenida Beira-Mar, e, no dia 22, a Secretaria Municipal de Saúde ministrará um curso de capacitação para profissionais da área.

Segundo o vice-diretor do CCB e coordenador científico da Associação Catarinense de Psiquiatria, Tadeu Lemos, a falta de discussão sobre o tema impede que informações preventivas cheguem às potenciais vítimas, que “sofrem com a ignorância, o preconceito e a discriminação”. Transtornos mentais como a depressão, somados ao consumo de entorpecentes, estão entre as principais causas do suicídio, que podem ser tratadas mediante atendimento médico e apoio de pessoas próximas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que o suicídio é responsável pela morte de 800 mil pessoas ao ano – com 86% dos casos incidindo em países em desenvolvimento. A maior parte das vítimas são adolescentes e adultos, na faixa etária entre 15 e 44 anos. O relatório de prevenção da OMS aponta que, globalmente, o suicídio corresponde a 50% das mortes violentas entre homens e a 78% entre as mulheres.

A cartilha oficial da campanha do “Setembro Amarelo” contém as principais informações relacionadas à prevenção ao suicídio, além de indicar os cuidados relacionados a ele. Instituições de saúde, serviços de pronto atendimento e CVVs são entidades que podem prestar auxílio às vítimas em potencial.

Na foto os professores Tadeu e Sônia diretores do CCB

Na foto os professores Tadeu e Sônia diretores do CCB

Gabriel Daros Lourenço / Estagiário de Jornalismo / DGC / UFSC

Tags: Centro de Ciências Biológicas (CCB)Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio