Dezesseis finalistas da segunda edição do Prêmio Jabuti Acadêmico levam a UFSC no currículo

31/07/2025 20:20

Três atuais professores, uma ex-professora, quatro egressos da Pós-Graduação e oito participantes de cursos ou ações de formação complementares citam a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em seus currículos. Eles formam um grupo de 16 nomes com alguma relação com a Universidade que foi indicado à final do Prêmio Jabuti Acadêmico – versão da maior distinção literária do Brasil para trabalhos acadêmicos, científicos, técnicos e profissionais. Os vencedores foram anunciados em cerimônia na terça-feira, 5 de agosto, em São Paulo. Dos 16, três foram premiados.

Esta é a segunda edição do Prêmio Jabuti Acadêmico, criado em 2024. A lista dos finalistas foi divulgada em julho pela organização do prêmio, que está a cargo da Câmara Brasileira do Livro (CBL), com apoio da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A CBL é a responsável também pela criação do Prêmio Jabuti, a maior distinção literária do país, que nasceu em 1958.

Ao todo, o Jabuti Acadêmico escolheu 130 trabalhos, com diversos autores, para disputar a final. Eles estão divididos em dois eixos: Ciência e Cultura, com 23 categorias; e Prêmios Especiais, com 3 categorias. De todos os trabalho finalistas, a Agência de Comunicação (Agecom/UFSC) separou aqueles cujos autores têm ou tiveram alguma passagem pela UFSC. Foram duas semanas de trabalho, recorrendo à Plataforma Lattes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Abaixo está a relação dos finalistas que citam a UFSC nos currículos e os premiados:


Professores

Foto: Plataforma Lattes/CNPq

Paula Pimenta Velloso – professora do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) da UFSC, concorre na categoria Tradução, do Eixo Prêmios Especiais, com a obra Dicionário dos intraduzíveis: um vocabulário das Filosofias: volume dois: Direito, Ética e Política, com outros tradutores.
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UFSC conquista 5º lugar geral nos 68º Jogos Universitários Catarinenses 2025

30/07/2025 11:27

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) conquistou o quinto lugar geral nos 68º Jogos Universitários Catarinenses (JUCs 2025). A delegação, formada por 164  alunos-atletas de diferentes cursos e centros de ensino, se destacou em diversas modalidades, conquistando 15 medalhas. O resultado foi divulgado no dia 23 de julho, após a finalização do último bloco de modalidades da competição, sediada na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) entre os dias 17 e 24 de julho, em Criciúma.

A participação das equipes da UFSC foi coordenada pelo Departamento de Esporte, Cultura e Lazer (DECL/SECARTE) e teve o apoio dos Centros de Ensino da UFSC, da Coordenadoria de Transportes (CTR/PU) e dos diferentes campi, além do suporte técnico dos professores do Centro de Desportos (CDS/UFSC), que coordenaram as equipes.
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Estudantes da Grande Florianópolis participam de encontro do projeto ‘Elas Protagonistas’ no Departamento de Física da UFSC

29/07/2025 15:25

Estudantes do ensino básico e integrantes do projeto Elas Protagonistas durante a visita ao Departamento de Física da UFSC. Foto: Divulgação/UFSC

Estudantes de duas escolas de educação básica da Grande Florianópolis participaram de um encontro formativo do projeto Elas Protagonistas, coordenado pela professora Roseline Strieder, do Departamento de Física da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Financiado pelo governo federal por meio da Chamada CNPq/MCTI/MMulheres nº 31/2023, o projeto Elas Protagonistas: por uma Física equitativa e dialógica visa fomentar o protagonismo de meninas na ciência, promovendo ações que dialogam com as realidades sociais e comunitárias dos participantes. A iniciativa busca construir uma formção crítica e engajada, valorizando a presença feminina nas ciências exatas por meio de atividades práticas, debates e projetos desenvolvidos a partir das vivências das próprias estudantes.

A atividade, realizada no dia 3 de julho, contou com a presença de bolsistas da Escola de Educação Básica Padre Anchieta, localizada no centro de Florianópolis, sob supervisão da professora Daiana Cordeiro, e da Escola de Educação Básica Gama Rosa, de São Pedro de Alcântara, acompanhadas pela professora Bruna Roncaglio.

Durante o encontro, as alunas se reuniram com professores do Departamento de Física da UFSC para discutir os principais desafios enfrentados em suas comunidades e propor soluções com base em conhecimentos científicos, reforçando a importância da ciência como ferramenta de transformação social. A escuta ativa, o diálogo e a valorização de suas vozes marcaram o momento, fortalecendo o vínculo entre educação, território e ciência.

Além da roda de conversa, as estudantes também participaram de uma visita ao Laboratório de Sistemas Nanoestruturados (LabSin), onde foram recebidas pela mestranda Ana Clara Lemos Caetano, que apresentou as principais linhas de pesquisa do laboratório e explicou de forma acessível como os estudos em nanociência e nanotecnologia contribuem para o avanço científico em diversas áreas, como energia, saúde e meio ambiente.

A experiência proporcionou uma aproximação concreta das estudantes com o espaço universitário, ao mesmo tempo em que reafirmou o papel transformador que a ciência pode exercer em suas trajetórias pessoais e coletivas.

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Nota de pesar: falece professor Ivo César Martorano, do Departamento de Engenharia Civil

23/07/2025 09:05

Foto: Álbum de Família

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) comunica, com pesar, o falecimento do professor Ivo César Martorano, que pertencia ao quadro do Departamento de Engenharia Civil, do Centro Tecnológico (CTC). O professor Ivo tinha 70 anos e atuava na área de Estruturas.

As cerimônias de despedida ocorrem nesta quarta-feira, 23 de julho, entre 13h30 e 17h, na Capela Marfim do Cemitério Jardim da Paz, na Rodovia SC-401, no bairro João Paulo, em Florianópolis.

O CTC emitiu nota lamentando a perda do professor. A Universidade e toda a sua comunidade expressam seu luto e solidarizam-se com a família e amigos de Ivo neste momento de luto.

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UFSC na Mídia: professora da UFSC fala sobre obra inédita que reúne traduções de autoras italianas

21/07/2025 15:13

A professora Patrícia Peterle, do Departamento de Língua e Literatura Estrangeiras e da pós-graduação em Literatura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), concedeu entrevista à rádio CBN Floripa no último sábado (19 de julho). Ela falou sobre o lançamento do livro bilíngue Cinco poetas italianas, organizado por ela e pela professora Elena Santi, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

A publicação traz dez poemas selecionados das autoras Maria Antonietta Torriani, Ada Negri, Amalia Guglielminetti, Maria Crisi Ginanni e Antonia Pozzi, todas nascidas entre 1840 e 1912 e traduzidas pela primeira vez para a língua portuguesa. De acordo com a professora Patrícia, os trabalhos dessas autoras têm diferenças de conteúdo e forma, mas todos refletem inquietações e lutas de seu tempo, ressoando, também, na época contemporânea.

A equipe que desenvolveu as traduções é formada por professoras e estudantes de graduação e pós-graduação da UFSC, UFJF, Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Universidade de São Paulo. Publicada pela Editora 7 Letras, a obra pode ser adquirida no site da própria editora ou em livrarias on-line.

Assista à entrevista no canal do YouTube da CBN Floripa

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Pesquisadores da UFSC catalogam 44 espécies de peixes que só existem no Oceano Atlântico

18/07/2025 08:28

Ilhas de São Pedro e São Paulo (SPSPA), Ascensão (ASC) e Santa Helena (STH). Reprodução: Ferrari et al. (2024).

Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) catalogaram 44 espécies de peixes recifais que só existem em três pequenas ilhas no Oceano Atlântico. Dessas espécies, duas aparentam ser mais antigas do que a própria ilha de Ascensão, que tem aproximadamente um milhão de anos, onde são encontradas.

As constatações fazem parte de um novo estudo publicado na quarta-feira, 16 de julho, na revista britânica Proceedings of the Royal Society B e que também envolveu pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Técnica da Dinamarca (DTU). 

De uma longa cadeia de montanhas submarinas, surgem algumas ilhas, como São Pedro e São Paulo, Ascensão e Santa Helena. Situadas na região conhecida como Dorsal Mesoatlântica, elas possuem 169 espécies de peixes recifais. O artigo de Isadora Cord, pós-graduanda em Ecologia, e Sergio Floeter, professor titular do Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC, reconstruiu rotas evolutivas e padrões de dispersão de 88 espécies que ocorrem na Dorsal Mesoatlântica a partir de dados moleculares e filogenéticos. Quarenta e quatro espécies são endêmicas, ou seja, não existem em nenhum outro lugar do mundo. 
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Acervo doado à UFSC mostra obstinação de mulher vítima da ditadura por reparação histórica

15/07/2025 09:12

Arthur Will Tocchetto foi bolsista do projeto que criou o acervo. Fotos: Gustavo Diehl

Boletins do Serviço de Polícia do Exército, questionários de interrogatório aplicados a presos políticos e arquivos que documentam a perseguição a catarinenses durante a ditadura militar estão entre os materiais digitalizados que compõem a coleção do Comitê Catarinense Pró-Memória dos Mortos e Desaparecidos Políticos (CCPMMDP). O acervo está disponível, mediante cadastro, no site do Acervo Memória e Direitos Humanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

O conjunto documental foi reunido por Derlei Catarina de Luca, vítima da ditadura militar e coordenadora do CCPMMDP. Como primeiro grupo pró-memória do Brasil, o comitê atua em Santa Catarina desde os anos 1990, com influências que ultrapassam o âmbito estadual, gerando articulações nacionais e internacionais em torno do direito à memória e à justiça.

Entre os materiais, destacam-se fotografias originais de funerais, do Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da atuação do comitê; listas com anotações de vítimas da repressão; manuais militares de interrogatório e tortura e cartas pessoais. Há também reportagens de jornais da época, documentos de movimentos sociais, registros da espionagem militar dentro da UFSC e dossiês sobre casos específicos como o de Arno Preis, guerrilheiro enterrado sob identidade falsa, ou o de Higino João Pio, prefeito de Balneário Camboriú cuja morte foi forjada como suicídio.

O material, reunido ao longo de mais de 25 anos de atuação de Derlei, foi doado ao Memorial dos Direitos Humanos, sediado no Laboratório de Sociologia do Trabalho da UFSC. Atualmente, está sob a guarda do Acervo Memória e Direitos Humanos do Instituto Memória e Direitos Humanos (IMDH) da universidade.  Uma outra parte dos documentos reunidos por ela está sob custódia do Instituto de Documentação e Investigação em Ciências Humanas (IDCH) da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

O acervo reúne aproximadamente 12 caixas de documentos, com mais de mil itens já indexados. Seu tratamento começou em 2022, como parte de um projeto de extensão universitária. Desde então, uma equipe multidisciplinar formada por historiadores, museólogos, especialistas em ciência da informação, relações internacionais e estatística passou a trabalhar na organização do conjunto documental. “O processo envolve muita leitura, interpretação e decodificação de documentos muitas vezes cifrados com siglas e codinomes usados pelos órgãos da ditadura”, explica o estudante de História Arthur Will Tocchetto, que integrou a equipe do projeto. Cada item é digitalizado página por página, com cuidado para manter a ordem original.

Para a professora Graziela Martins, coordenadora do GT- acervo, o valor da coleção é único justamente por reunir informações que não se encontram em nenhum outro lugar. “Trata-se de uma pesquisa minuciosa, com levantamento de nomes, situações de desaparecimento e outros dados fundamentais. Agora digitalizado, ele amplia o acesso da sociedade, mas é especialmente pensado para atender quem está se aprofundando na temática: estudantes, pesquisadores, autores de TCCs, teses e dissertações”, resume.
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Pesquisadores da UFSC denunciam degradação dos campos de altitude em nota na ‘Science’

11/07/2025 14:19

Ecossistemas protegidos por legislação federal e integrantes do bioma da Mata Atlântica, os campos de altitude de Santa Catarina estão sendo ameaçados por conta de legislação estadual que restringe a proteção dessas áreas a regiões com mais de 1,5 mil metros de altitude. O alerta foi publicado na revista Science nesta quinta-feira, 10 de julho, assinado por um grupo de pesquisadores de instituições catarinenses e gaúchas, entre eles os professores João de Deus Medeiros e Fernando Joner, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

De acordo com a nota publicada na Science, os campos de altitude têm 1.620 espécies de flora catalogadas, das quais pelo menos 25% são endêmicas, o que revela grande biodiversidade. A região é hábitat de 13 espécies de aves global e nacionalmente ameaçadas de extinção, além de espécies igualmente em risco como o lagarto Contomastix vacariensis e o veado-campeiro.

Leia a carta publicada na Science (em inglês)

A destruição dos campos de altitude em território catarinense, segundo a nota, é capitaneada por empresas florestais que se promovem como sustentáveis. Entre 2008 e 2023, cerca de 50 mil hectares de vegetação nativa foram substituídos por plantações de pínus, pois as empresas se valem do conceito estabelecido no Código Estadual do Meio Ambiente que determina a proteção para as áreas acima de 1,5 mil metros. Para os pesquisadores signatários da nota, os dispositivos estaduais que colocam esse ecossistema em risco deveriam ser considerados ilegais, já que se contrapõem à Constituição de 1988 e efetivamente vêm permitindo o processo de degradação.

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UFSC lidera pela primeira vez associação nacional de Filosofia comprometida com questões de gênero e inclusão 

11/07/2025 09:35

Professora informa que, em 2026, UFSC deve receber pela primeira vez evento nacional. Foto: Divulgação/UFSC

A professora Janyne Sattler, do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), assumiu, desde janeiro deste ano, a presidência da Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (ANPOF). Esta é a primeira vez que uma docente da universidade preside a ANPOF, o que representa uma conquista para a instituição e, sobretudo, para o Programa de Pós-Graduação em Filosofia (PPGFIL/UFSC), que terá mais protagonismo e visibilidade no cenário acadêmico brasileiro. “Em todos os espaços onde estarei representando a ANPOF, estarei representando o programa. Essa visibilidade também é importante para os alunos e alunas do programa, que podem se sentir mais próximos da associação”, afirma a pesquisadora. 

Além disso, a UFSC sediará o próximo encontro da ANPOF, em novembro de 2026, sendo a primeira vez que o evento ocorre em uma universidade catarinense. “Teremos toda a comunidade filosófica brasileira da pós-graduação aqui na UFSC”, comenta. PPGFIL  já possui a nota 7, que é a nota máxima na avaliação da CAPES. Mas geralmente as atenções estão mais voltadas principalmente aos programas do Rio de Janeiro e São Paulo. Portanto, segundo ela, será importante que o encontro ocorra na UFSC, valorizando a pesquisa que é produzida aqui. “O programa da UFSC já é muito consolidado. Temos um quadro docente bastante variado, que trabalha em áreas muito variadas.”

Questões de gênero em foco

“Eu diria que fui chamada à presidência um pouco pelo meu papel nas discussões sobre gênero dentro da filosofia”, explica Janyne, que é reconhecida na academia por suas contribuições nos debates e nas diversas atividades que vem desenvolvendo nesta área desde 2016. Por priorizar uma reflexão crítica feminista em um campo historicamente mais fechado a abordagens heterodoxas, Janyne se destacou no cenário nacional: “Isso foi importante para que confiassem em mim nesse cargo”, avalia.


Eu realmente estava e estou nesse lugar histórico, envolvida com essas ações que ficaram conhecidas e estão transformando o campo da filosofia. E daí vem o questionamento: por que não temos filósofas no cânone?

Janyne Sattler,
presidente da ANPOF


Segundo Janyne, debates sobre gênero e raça vêm ganhando espaço na filosofia e já havia uma demanda para que a ANPOF trilhasse um caminho mais progressista, buscando maior inclusão e descentralização. Tradicionalmente, a associação era liderada por um grupo político bastante conservador e elitista, focado em uma única regionalidade, geralmente o Sudeste. “Era sempre o mesmo grupo assumindo a ANPOF. E durante certo tempo, inclusive, não havia sequer eleição, era uma coisa assim de indicação“, lembra a professora. Em 2016, entretanto, uma candidatura mais progressista foi eleita pela primeira vez, representando um ponto de virada na história da entidade. “A ANPOF passou então a atuar contra esse elitismo acadêmico, contra a manutenção de uma única regionalidade, e também a pensar nessas outras questões que têm a ver com gênero, com raça, com classe.”
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UFSC na Mídia: Professor da UFSC fala sobre a Evolução em podcast popular

11/07/2025 07:42

Foto: Reprodução do Youtube

O professor de Biologia e Oceanografia da UFSC, Alberto Lindner, falou sobre a Evolução em participação no podcast Sem Groselha, popular no streaming. A íntegra está disponível no Youtube.

O pesquisador buscou difundir e desmistificar, de maneira menos técnica, um tema que ele considera bastante controverso no Brasil, que é a Evolução. “A conversa também incluiu a contribuição de Charles Darwin e os benefícios e riscos das novas técnicas de edição genética, especialmente CRISPR”, conta. Esta tecnologia possibilita a modificação do DNA.

A conversa explora a evolução cósmica, biológica e cultural, detalhando como cientistas desenvolveram a teoria da seleção natural, e como descobertas posteriores em genética complementaram o trabalho de Charles Darwin. A relação entre ciência e religião e a constante busca por conhecimento para preencher lacunas na compreensão do universo também fazem parte da conversa.

 

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UFSC tem 34 cientistas em ranking dos mais influentes do mundo em 12 áreas de conhecimento

10/07/2025 11:14

Somente na área de Química, 13 pesquisadores da Universidade são listados no ranking com 3,2 mil publicações. Foto: Daiane Mayer/Agecom/UFSC

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) tem 34 cientistas de 12 áreas de conhecimento listados entre os mais influentes do mundo. Os trabalhos tiveram impacto mensurado e divulgado pela Research.com, que intitula o ranking como Best Scientists in the World By Discipline 2025.

Em 2023, o mesmo ranking listava 26 pesquisadores entre os destaques em suas áreas, no mundo, o que representa um aumento de citações de trabalhos associados à UFSC e a seus cientistas, segundo os critérios estabelecidos pelo Research.com. Só na área de Química, 13 pesquisadores e pesquisadoras se destacaram, com um total de 3.264 publicações tabuladas.

No ranking nacional por campo do conhecimento, a instituição figura como destaque em Engenharia Elétrica, ocupando o segundo lugar; Química, ocupando a terceira posição, e em áreas como Medicina e Engenharia e Tecnologia, em sétimo.

A organização responsável pelo ranking informa que o número total de publicações dos pesquisadores da UFSC é de 6.766, com uma média de 199 publicações por pesquisador. O número total de citações dos cientistas de destaque é de 249.032, com uma média de 7.324,47 citações por pesquisador.

Lista de cientistas da UFSC no ranking

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Revestimento criado pela UFSC pode impactar ruído dos trens

08/07/2025 09:42

Trilhos de Joinville, cidade onde a pesquisa se desenvolve

A Universidade Federal de Santa Catarina lidera um estudo que terá impacto direto na saúde pública: a equipe coordenada pelos professores Yesid Ernesto Asaff  e Thiago Fiorentin, do curso de Engenharia Ferroviária e Metroviária da UFSC Joinville, busca a redução de ruído ferroviário, considerado uma das principais fontes de poluição sonora em áreas urbanas. O trabalho é realizado em parceria com a Vale, empresa multinacional brasileira de mineração, e chegou à criação de um revestimento sustentável, em processo de patenteamento.

O estudo indica que, conforme a União Europeia, cerca de 22 milhões de pessoas sofrem com os efeitos do tráfego ferroviário em todo o continente, com consequências que vão desde distúrbios do sono até problemas cardiovasculares. No Brasil, o avanço está a caminho com protagonismo de um dos únicos cursos de Engenharia Ferroviária do país. “A Vale, que transporta minério de ferro pela ferrovia Vitória-Minas, enfrenta desafios como o ruído gerado pelos trens. Como a UFSC é uma das poucas universidades brasileiras com graduação em Engenharia Ferroviária, a empresa buscou parceria com pesquisadores especializados no tema. A colaboração começou em 2017 com projetos relacionados a ruído ferroviário e, em 2023, evoluiu para o desenvolvimento deste revestimento”, explica Fiorentin.

Segundo o professor, a Vale participa definindo critérios de aplicação, como limites técnicos e viabilidade econômica, além de proporcionar testes em ferrovias, compartilhando dados operacionais e financiando o projeto. “Historicamente, o tratamento do ruído ferroviário tem se concentrado no uso de barreiras acústicas. No entanto, o alto custo e a dificuldade de instalação dessas estruturas em áreas urbanas densamente ocupadas tornaram essa alternativa pouco viável”, aponta o pesquisador Vítor Gustavo Gomes Catão, do Laboratório de Acústica e Vibrações.

O projeto da UFSC busca mitigar o ruído diretamente na fonte. O grupo avança na pesquisa de um novo revestimento para os trilhos, feito com carga mineral proveniente do próprio resíduo gerado pela mineração da Vale, promovendo assim uma alternativa sustentável e de baixo custo.

O professor aponta que o revestimento desenvolvido tem alguns benefícios: redução do ruído ferroviário, sustentabilidade por usar os rejeitos minerais e redução de custos, já que ele diminui a corrosão dos trilhos, que têm alto valor de reposição. Segundo ele, os principais desafios enfrentados foram a seleção dos materiais do rejeito compatíveis com diluição em água e eficazes no controle de ruído e o ajuste de propriedades como viscosidade, aderência e resistência a intempéries, como os raios UV.
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Professor da UFSC questiona o uso de animais em laboratórios e muda sua trajetória de pesquisa

04/07/2025 16:42

O professor Aguinaldo Roberto Pinto no Laboratório de Imunologia Aplicada na UFSC. Foto: Gustavo Diehl/Agecom/UFSC.

O professor Aguinaldo Roberto Pinto, do departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da Universidade Federal de Santa Catarina (MIP/UFSC), vinha desenvolvendo estudos sobre vacinas desde 1996. Naquele ano, ele ingressou no doutorado em Imunologia na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e estava entusiasmado com a possibilidade de contribuir para o desenvolvimento de uma vacina experimental utilizando uma abordagem nova a partir do DNA. Em 2000, ele defendeu a tese “Vacinação de camundongos BALB/c com o gene da gp43 de Paracoccidioides brasiliensis: estudo da resposta imune” e seguiu pesquisando sobre vacinas ao longo da década seguinte. 

Entretanto, em determinado momento de sua carreira, Aguinaldo decidiu mudar os rumos de suas investigações e hoje o desenvolvimento de imunizantes não está mais em seu horizonte. O principal motivo dessa transição é o fato de o professor deixar de acreditar que animais possam ser usados como cobaias em estudos que visam algum possível benefício aos humanos. Para Aguinaldo, o emprego de animais em testes de laboratórios tem validade científica duvidosa. “Com os novos recursos científicos e tecnológicos atualmente disponíveis, em breve será considerada uma prática antiga e ultrapassada”, observa.
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Rádio Ponto UFSC é premiada em três categorias no IV Prêmio Rubra de Rádio Universitário

04/07/2025 12:17

A Rádio Ponto UFSC, webemissora do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que funciona como projeto de extensão articulado com ensino e pesquisa, foi premiada em três categorias do IV Prêmio Rubra de Rádio Universitário. A premiação, anunciada e entregue no dia 2 de julho, é promovida pela Rubra (Rede de Rádios Universitárias do Brasil) e voltada para emissoras de rádio e webrádios universitárias, assim como para produções sonoras de projetos de extensão e pesquisa desenvolvidos em instituições de ensino superior brasileiras.

“As mãos que empurraram o reitor”, de Camila Borges e Julia Cataneo, com orientação do professor Áureo Mafra de Moraes, foi o grande vencedor na categoria Documentário. Veiculado na Rádio Ponto em três episódios, no modo podcast, conta os bastidores da morte do reitor Luiz Carlos Cancellier, em 2017, motivada por um caso de perseguição judicial pela Operação Lava Jato.
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Professor da UFSC vai reconstruir história de marfins do Museu Nacional de Belas Artes em pesquisa internacional

30/06/2025 10:02

Peças estudadas têm uma origem oficial que será investigada em pesquisa internacional liderada pela UFSC

O professor Sílvio Marcus de Souza Correa, do departamento de História da UFSC, vai conduzir uma investigação internacional que pretende reconstruir a história de marfins do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro (MNBA) em um projeto de pesquisa premiado pelo Centro Marc Bloch de Berlim, na Alemanha. Ele busca identificar as origens e o percurso de quatro peças lavradas da coleção africana e compreender se o conjunto foi um presente protocolar de Léopold Senghor, então Presidente do Senegal, durante a sua visita oficial ao Brasil em 1964.

Ele explica que esta hipótese carece de averiguação. Além disso, pairam dúvidas sobre a origem dos marfins, a sua antiguidade e sua procedência. “O objetivo principal é reconstituir o percurso desses marfins desde o seu ‘mundo de produção’ até a sua entrada no ‘mundo museal'”, comenta.

Para isso, uma equipe irá trabalhar ao longo de um ano. As atividades devem se realizar em etapas bimestrais. Na primeira etapa da pesquisa, a equipe deve reunir dados em documentos de arquivos no Brasil e no Senegal. Numa segunda etapa, a análise deste material permitirá um estudo comparativo com outros marfins lavrados em outros acervos museológicos, especialmente na França, Bélgica, Alemanha e Portugal.

Ainda haverá uma terceira etapa, na qual os pesquisadores devem se reunir para apresentar os resultados preliminares sobre os marfins lavrados do Museu. O trabalho será apresentados e também terá um relatório final associado à organização de um seminário com o apoio do Museu Théodore Monod de arte africana, em Dacar, e também da Universidade Gaston Berger de Saint-Louis.

A pesquisa de proveniência de objetos culturais, segundo o professor da UFSC e coordenador do projeto, é a nova tendência na museologia de países como a França e a Alemanha. A equipe de pesquisa que será coordenada pelo historiador brasileiro é formada por pesquisadores da França, da Alemanha e do Senegal. A iniciativa surgiu durante a pesquisa de pós-doutorado do professor, em 2023. “Na altura, eu pesquisava as coleções de arte africana em acervos museológicos do Brasil. Numa visita à reserva técnica do MNBA, encontrei esse conjunto de marfins lavrados”, explica.

História

Detalhes das peças investigadas

Segundo Correa, a base da coleção africana do MNBA vem de uma compra realizada no início da década de 1960 pelo seu então diretor José Roberto Teixeira Leite. “Depois de quase dois anos como adido cultural na embaixada do Brasil em Accra, Gasparino Damata trouxe cerca de uma centena de objetos de arte africanos para vender no país”, comenta. Mas estes quatro marfins investigados foram adquiridos pelo MNBA depois. “A informação que precisa ser comprovada é que os marfins foram um presente do presidente do Senegal, Léopold Sédar Senghor, no quadro de sua visita oficial ao Brasil em 1964″.

O professor conta que, no catálogo do MNBA de 1982, consta que os marfins são do Benim. Apesar disso, não há consenso entre especialistas em arte africana quanto ao fato. “Alguns especialistas em arte africana e, especialmente arte em marfim africano, me disseram que, provavelmente, aqueles marfins são da Costa do Loango”, diz.

Outro objetivo é saber se os marfins lavrados foram adquiridos pelo presidente do Senegal ou se já se encontram em outra coleção museológica como, por exemplo, aquela do museu do Instituto Fundamental da África Negra de Dacar (Senegal). “Outra dúvida é sobre a doação ao MNBA. Quem foi o doador? Senghor, o presidente senegalês ou o seu sobrinho, Henry Senghor, que foi embaixador do Senegal no Rio de Janeiro naquela época? “, questiona.

Financiamento e cooperação internacional

O Fundo Franco-Alemão de pesquisa de proveniência de objetos da África subsaariana abriu edital no início deste ano para pesquisadores que trabalham na intersecção de questões ligadas à história da arte, à proveniência dos objetos de coleção e às novas práticas museais.

Além do financiamento do Centro Marc Bloch de Berlim, o projeto tem o apoio da associação franco-senegalesa Rede de Valores Culturais Solidários, do Instituto Nacional de História da Arte de Paris, do Museu de Arte Africana Théodore Monod de Dacar e do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro.

A equipe internacional de pesquisa conta com profissionais com formação na Escola do Louvre, no Instituto Nacional de História da Arte e na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris, na Université Cheikh Anta Diop de Dacar e no Museu de História Natural do Instituto Leibniz de Pesquisa para Evolução e Biodiversidade de Berlim.

Para o professor, trata-se de um projeto de pesquisa em rede internacional que dará visibilidade às coleções africanas em museus do Brasil. Ele destaca ainda a importância do apoio à investigação científica do Centro Marc Bloch de Berlim, instituição de pesquisa franco-alemã para as áreas de humanidades e ciências sociais e das instituições museológicas de quatro países (Brasil, Senegal, França e Alemanha).

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Professores da UFSC colaboram em guia do Ministério do Esporte sobre autismo e atividade física

24/06/2025 09:33

Imagem de Mimzy por Pixabay

Dois professores da Universidade Federal de Santa Catarina estão entre os autores do Guia de Atividade Física para Pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo – TEA, lançado pelo Ministério do Esporte com apoio da Secretaria Nacional de Paradesporto. Joana Gaspar, coordenadora do Laboratório de Neuro-Imuno Metabolismo, e Humberto Carvalho, professor no Programa de Pós-Graduação em Psicologia, integram o grupo de dez especialistas que oferecem orientações detalhadas para profissionais de Educação Física sobre o TEA.

O material foi apresentado oficialmente na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, durante a 18ª Conferência dos Estados-Partes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, reforçando o compromisso do Brasil com a promoção dos direitos humanos e da inclusão social. O lançamento no Brasil ocorrerá no dia 2 de julho, em Brasília, na sede do Ministério do Esporte. Conforme Joana, o convite para integrar o núcleo de autores ocorreu pois todos os docentes participantes já eram colaboradores de vários trabalhos de pesquisa na área do TEA, com  publicações em conjunto.

De acordo com  Joana, os professores trabalharam com uma revisão de escopo, um tipo de estudo que busca mapear a literatura existente sobre um tema específico, identificando conceitos-chave, fontes de evidência e lacunas de pesquisa. “Diferente de uma revisão sistemática, a revisão de escopo não tem como objetivo principal avaliar a qualidade da evidência ou responder a uma pergunta de pesquisa específica, mas sim fornecer uma visão geral do que se sabe sobre o tema”, explica. Estruturado em cinco capítulos, o documento aborda fundamentos conceituais, protocolos de avaliação e estratégias práticas para ampliar a participação de pessoas com TEA em atividades físicas e esportivas, subsidiando o trabalho de profissionais da área em todo o país.

O guia discute o conceito de TEA e explora os benefícios da atividade física na melhoria da comunicação, interação social e redução de comportamentos repetitivos. O documento também apresenta métodos de avaliação pré-intervenção, como escalas e testes motores, e descreve o Protocolo do Programa de Exercício Físico-Autismo (PEP-Aut), com diretrizes para a estrutura das sessões e adaptações necessárias. Ainda, enfatiza a importância da rede de apoio familiar e dos cuidadores na promoção de um estilo de vida mais ativo para indivíduos com TEA, ressaltando que qualquer forma de atividade física contribui para a saúde.

Reprodução de Imagem do Guia

“O guia ajuda a reconhecer as particularidades das pessoas com TEA, considerando aspectos como sensibilidade sensorial, dificuldades de comunicação e interação social, comportamentos repetitivos e barreiras motoras. Esse reconhecimento é essencial para adaptar práticas e ambientes, promovendo inclusão verdadeira nas atividades físicas”, reforça a professora. De acordo com ela, o documento traz recomendações baseadas em evidências, o que contribui para fornecer embasamento técnico a profissionais de educação e esporte, bem como apoiar pais, cuidadores e educadores na promoção de uma vida mais ativa e saudável.

“A atividade física regular está associada a benefícios físicos, mentais e sociais, especialmente importantes para pessoas com TEA, tais como a melhora da coordenação motora e controle postural, redução da ansiedade e comportamentos estereotipados e aumento da autoestima e da socialização. O guia pode ajudar a estabelecer diretrizes específicas apoiando a formulação de políticas públicas inclusivas, sensibilizar gestores e instituições sobre a importância da acessibilidade nas práticas esportivas e incentivar a criação de projetos adaptados e programas comunitários”, comenta Joana.

 

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UFSC participa do Fórum de Reitores das Universidades dos BRICS+ no Rio de Janeiro

06/06/2025 11:42

O Fórum de Reitores das Universidades dos BRICS+, que ocorre no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, desde o dia 5 de junho, quinta-feira, tem a participação do Secretário de Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), professor Luiz Carlos Pinheiro Machado Filho, representando o reitor da instituição. O evento vai até este sábado, 7 de junho.

O Fórum reúne dirigentes das principais universidades dos países que compõem o BRICS+ (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã), além de representantes de governos, do setor privado e da sociedade civil. O encontro visa a promoção da cooperação acadêmica e científica, com debates sobre temas estratégicos como inteligência artificial, sustentabilidade, combate à pobreza, inclusão, diversidade, transição energética e normatização no espaço BRICS+.
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Professor da UFSC Blumenau integra comissão para aperfeiçoar logística do Enem

04/06/2025 17:07

Foto: arquivo pessoal

O professor Luiz Rafael dos Santos, do Departamento de Matemática do campus de Blumenau da Universidade federal de Santa Catarina (UFSC), foi convidado a integrar a Comissão Especial de Assessoramento Logístico do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025. O grupo foi nomeado em maio pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação do exame. O objetivo principal da comissão é propor melhorias no processo de ensalamento do Enem.

Luiz Rafael conta que a ideia é reduzir as distâncias entre as residências dos candidatos e os locais de prova. “Basicamente, o modo como o ensalamento era feito até 2023 consistia em um algoritmo que privilegiava quem estava perto de um centro de aplicação/escola. As pessoas que estavam longe eram escolhidas por último, e por vezes, com a limitação de espaço, eram obrigadas a viajar vários quilômetros para conseguirem fazer a prova. A ideia é minimizar essas distâncias e fazer uma distribuição de ensalamento mais justa”, explica o professor.

comissão, que iniciou os trabalhos em maio, é formada por quatro servidores do Inep e cinco professores da área de Matemática Aplicada e Computacional. “Tivemos reunião com o Inep e estamos trabalhando para fornecer uma distribuição dos candidatos por sala de maneira otimizada até agosto. Depois tem o acompanhamento. Existem muitos detalhes na modelagem, e principalmente, no tratamento dos dados. Imagine que teremos que olhar os CEPs de todos os candidatos inscritos no Enem, transformar isso em uma geolocalização e aí sim, estabelecer distâncias até os centros de aplicação. Nosso modelo visa minimizar a distância percorrida por cada candidato”, explica.

As inscrições para o Enem 2025 estão abertas até 6 de junho e as provas deste ano serão aplicadas nos dias 9 e 16 de novembro. Na UFSC, 30% das vagas em todos os cursos de graduação são reservadas para ingresso via Sisu.

Daiana Martini/Serviço de Comunicação UFSC Blumenau

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Feira de Cursos da UFSC leva informação e diversão para estudantes de Ensino Médio

03/06/2025 12:37

Feira reúne milhares de estudantes de Ensino Médio interessados em conhecer a UFSC

Carlos Gomes e Kauã Pires, da Escola Técnica de Comércio de Tubarão (ETCT), e um grupo de alunas do Colégio Luterano de Joaçaba estão entre os milhares de estudantes que participam da terceira edição da Feira de Cursos da UFSC, realizada nos dias 3 e 4 de junho,  das 8h às 17h, no campus de Florianópolis da Universidade Federal de Santa Catarina. O evento, voltado principalmente a estudantes do Ensino Médio, ocorre no Centro de Cultura e Eventos e tem como objetivo apresentar as diversas oportunidades de formação oferecidas pela universidade, que é gratuita, pública e referência em ensino superior no Estado.

Durante a visita, Carlos e Kauã, ambos com 17 anos, destacaram a recepção acolhedora e a clareza das informações compartilhadas nos estandes. Carlos, interessado em Biologia Marinha, afirmou que gostou bastante da experiência e espera retornar em outras edições. Já Kauã, que estagia na área de Engenharia Civil em Tubarão, está conhecendo as possibilidades de curso e pretende ingressar na UFSC no próximo ano. Entre os estandes que mais chamaram sua atenção estão os de Engenharia Civil de Joinville, Biologia e Engenharia Civil. Carlos destacou as interações nos estandes de Ciências Sociais e Biologia como as mais marcantes.

Quem também aproveitou a feira foi um grupo do terceiro ano do Colégio Luterano Santíssima Trindade, de Joaçaba — formado por Anna Luíza (17), Amanda Giumbelli (16), Luíza Giumbelli (16) e Gabrielle Becker (17). Para elas, a experiência é significativa em um momento decisivo da vida escolar. “Ajuda a gente a descobrir do que gosta, seja para quem ainda não tem certeza, seja para quem quer confirmar uma escolha”, afirmam. Entre os estandes que mais chamaram a atenção do grupo estão Medicina, Ciências Biológicas e Fonoaudiologia.
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Carlos Nobre defende transição energética e práticas regenerativas para frear colapso

27/05/2025 13:01

Professora Regina Rodrigues e Carlos Nobre participam de EcoTalks, na Semana do Meio Ambiente da UFSC (Fotos: Gustavo Diehl/Agecom)

A transição para práticas agrícolas e pecuárias regenerativas é uma das principais estratégias para enfrentar os efeitos da emergência climática e reduzir as emissões de gases de efeito estufa no Brasil. O alerta foi dado pelo climatologista Carlos Nobre, um dos maiores nomes de estudos do clima no país e no mundo, que também destacou o papel de uma rápida transição energética para que o país enfrente o desafio global. Em estudo ainda não publicado, ele e outros cientistas preveem que medidas como estas podem levar o país a cumprir a meta de carbono zero até 2040.

Os dados foram trazidos durante palestra na Semana do Meio Ambiente, promovida pela Coordenadoria de Gestão Ambiental (CGA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), realizada no Auditório da Reitoria, com mediação da professora Regina Rodrigues, da coordenadoria de Oceanografia. Segundo Nobre, menos de 15% da agricultura brasileira é regenerativa, mas esse percentual tem potencial para crescer rapidamente, liberando grandes áreas para restauração florestal e freando o impacto do aquecimento da Terra. Regina lembrou que os relatórios do Painel Intergovernamental do Clima acumulam evidências sobre o impacto da ação humana para o aumento na emissão dos gases de efeito estufa, principalmente o gás carbônico.

Nobre acrescentou que a ciência atua globalmente para explicar porque a temperatura aumentou 0,35 graus de 2022 até agora e, por que, por exemplo, tivemos o mês de janeiro de 2025 como o mais quente da história. O risco de influência na segurança alimentar e energética foi confirmado pelo cientista, que ressaltou que a quantidade de vapor da água que foi para a atmosfera também bateu recorde. “Temos pancadas de chuva mais curtas e mais fortes e recorde de ondas de calor, tudo porque se joga mais energia na atmosfera”.

A apresentação reuniu estudantes, docentes, pesquisadores e representantes da sociedade civil em um momento de reflexão sobre os limites do planeta. Nobre, que também é um dos principais nomes mundiais no estudo da Amazônia, reforçou que o mundo já não vive mais uma fase de “mudança”, mas sim de emergência climática. “Se continuar nesse nível de aumento de temperatura os eventos extremos não diminuirão mais”.

Há 35 anos, o cientista fez alertas sobre o chamado ponto de não retorno da Amazônia, que seria uma espécie de incapacidade de regeneração da floresta, com prejuízos incalculáveis para a humanidade. Ele voltou a alertar sobre o risco, acrescentando que estamos muito próximos deste ponto. “Há 35 anos fizemos os primeiros estudos que alertavam para isso. Hoje, estamos à beira desse ponto – e o mesmo vale para o Cerrado e a Caatinga”, afirmou.  Segundo ele, o projeto de lei que prevê a liberação do desmatamento em áreas sensíveis, a chamada “PL da devastação”, representa “a total devastação dos nossos biomas” e é “absolutamente inconstitucional”.
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Exposição traz raridades e territórios Guarani, Kaingang e Laklãnõ-Xokleng para a UFSC

27/05/2025 08:53

Entrada da exposição conta com vídeos produzidos nos três territórios (Fotos: Gustavo Diehl)

Uma casa de reza. Uma nascente de água. Uma barragem. Os símbolos de território para os povos Guarani, Kaingang e Laklãnõ-Xokleng em Santa Catarina contam a história do passado e do presente a partir de uma firme convicção de respeito à ancestralidade daqueles que ocupam o Estado há milênios. Esses três povos atuam como autores e também são parte da própria obra na exposição “TERRAS e ÁGUAS. História dos Territórios Guarani, Kaingang e Laklãnõ-Xokleng. Ontem, Hoje, Sempre”, recém aberta ao público no Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral – MArquE/UFSC.

A exposição é uma porta para a história, as tradições, as manifestações culturais e até mesmo as dores dos povos indígenas que têm territórios em Santa Catarina. Sua montagem começou há dois anos e envolveu o curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica e a ação Saberes Indígenas na Escola, com coordenação do professor do Departamento de História Lucas de Melo Reis Bueno, todos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

“São 11 curadores indígenas destes três povos contando sobre o território. Cada um tem suas especificidades, mas a ideia é reforçar a ancestralidade dos territórios indígenas”, explica Bueno. Por isso, sob essa lógica, o território não é só uma demarcação, mas um olhar para o mundo, que começa logo nas escadas do MArquE, com sons de cânticos e da natureza dando as boas-vindas aos visitantes.

Peças de artesanato foram selecionadas pelos povos indígenas, curadores da exposição instalada no museu

Na entrada, um mapa do tamanho da parede dá a ideia da dimensão da região Sul a partir da distribuição das Terras Indígenas e sítios arqueológicos associados aos três povos, marcados por características e tradições bastante diferentes.

A semelhança, segundo explica o professor, estaria no chamado tronco Jê, origem das línguas dos Kaingang e Laklãnõ-Xokleng. As diferenças e particularidades dos povos, no entanto, começam a aparecer já no primeiro ambiente, com a exibição de depoimentos e imagens dos territórios – tudo captado exclusivamente para a exposição.

Com tomadas de imagens aéreas captadas com o uso de drones é possível visualizar ambientes preservados, com mínimas intervenções e a presença das florestas. Homens e mulheres dos três povos também compartilham suas histórias e dão vida à experiência.
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Estudo da UFSC aponta áreas de preservação ameaçadas por espécie invasora

23/05/2025 08:31

Pesquisadores fazendo o manejo do coral-sol na REBIO Arvoredo – Ilha do Arvoredo – Santa Catarina (Foto: Marcelo Crivellaro – Acervo PACS Arvoredo)

Um estudo inédito publicado na revista Marine Pollution Bulletin utiliza a modelagem para prever a potencial distribuição e avaliar o risco de invasão do coral-sol (Tubastraea spp.) em Áreas Marinhas Protegidas federais brasileiras.A pesquisa revela quais dessas áreas estão mais ameaçadas e aponta a indústria de petróleo e gás como um fator chave no alastramento da espécie invasora. O artigo é fruto do trabalho de conclusão de curso da acadêmica de Oceanografia da Universidade Federal de Santa Catarina, Millene Ohanna, e foi orientado pelo pesquisador Thiago Silveira no Laboratório de Ecologia de Ambientes Recifais, e coordenado pela professora Bárbara Segal, do departamento de Ecologia e Zoologia.

Os resultados destacam que a variável mais importante para a distribuição do coral-sol nos modelos foi a extração de petróleo e gás. As estruturas associadas a esta indústria servem como habitats favoráveis e vetores de dispersão. Ao avaliar o risco de invasão para as áreas federais, o estudo classificou as com maior vulnerabilidade, considerando a adequabilidade de habitat indicada pelo modelo e o nível de proteção. A Reserva Extrativista Arapiranga-Tromaí (MA), o Monumento Natural das Ilhas de Trindade e Martim Vaz (ES) e Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais (PE) foram identificadas como as mais ameaçadas pela invasão do coral-sol.

A pesquisa também aponta para o alto risco de invasão na região próxima à foz do Rio Amazonas, uma área de grande relevância biológica e que tem sido alvo de discussões sobre planos de exploração de petróleo. O modelo prevê que esta área possui habitat adequado e está sob risco devido à proximidade potencial com atividades da indústria de petróleo e gás.

O coral-sol (Tubastraea coccinea e Tubastraea tagusensis), espécie invasora na costa brasileira, pode alterar habitats e comunidades nativas. Sua introdução no Brasil ocorreu no final da década de 1980 na Bacia de Campos, Rio de Janeiro, principalmente por conta da bioincrustação em estruturas artificiais da indústria de petróleo e gás, como plataformas e navios de perfuração. Desde então, ele se espalhou por mais de 3000 quilômetros da costa brasileira, colonizando tanto estruturas artificiais quanto recifes naturais.

Reserva Extrativista Arapiranga-Tromaí (Foto: Instituto Chico Mendes)

Diferentemente do que ocorria até então, esta pesquisa incluiu variáveis ambientais – como temperatura, salinidade e batimetria – e antropogênicas, relacionadas a atividades humanas, como a proximidade a áreas de extração de petróleo e gás, portos e naufrágios. A inclusão de fatores humanos foi importante pois a introdução e dispersão do coral-sol estão frequentemente ligadas a essas atividades.

Controlar espécies invasoras é um dos maiores desafios para a conservação da biodiversidade. Os pesquisadores explicam que a modelagem de distribuição espacial, como a utilizada no estudo, é uma ferramenta decisiva para prever onde espécies invasoras podem se estabelecer.

A precisão da modelagem, particularmente com a inclusão de preditores antropogênicos, oferece uma base científica robusta para o Plano Nacional de Prevenção, Controle e Monitoramento do Coral-Sol. O estudo enfatiza que confiar apenas em preditores ambientais pode levar a uma alocação menos eficaz de recursos.
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Parceria entre UFSC e Illinois propõe nova forma de separar enantiômeros; inovação pode beneficiar indústria

22/05/2025 08:11

As mãos são especulares, mas não se encaixam quando sobrepostas. É assim com os enantiômeros (Imagem de Avelino Calvar Martinez por Pixabay)

Imagine duas moléculas que parecem idênticas, mas que podem funcionar de forma completamente diferente no nosso organismo. Esse é o caso dos enantiômeros, compostos que, como nossas mãos, são imagens especulares entre si, mas não se encaixam perfeitamente quando sobrepostos.

Eles pertencem a uma classe especial de moléculas chamadas quirais, muito comuns na natureza e de extrema importância para áreas como a química, a farmacologia e a agricultura. Por meio de uma parceria com a Universidade de Illinois, o professor Fábio Zazyki Galetto, do departamento de Química da UFSC, desenvolveu uma solução promissora para o dificultoso processo de separação destas moléculas: um novo método baseado em eletroquímica, mais rápido, barato e sustentável em comparação aos atualmente praticados.

“As maiores implicações para o uso de enantiômeros estão na indústria farmacêutica, onde um determinado enantiômero pode ser um fármaco enquanto o outro pode ser tóxico. Daí podemos compreender a importância na diferenciação dos enantiômeros e porque os métodos de separação de enantiômeros são importantes”, resume o professor, cujo artigo com a proposta foi publicado recentemente no Journal of the American Chemical Society (JACS).

O professor explica que, devido à sua semelhança estrutural, os enantiômeros possuem propriedades físicas idênticas, o que inviabiliza a utilização da grande maioria dos métodos tradicionais de separação. Por outro lado, diferentes enantiômeros podem produzir respostas muito diferentes quando expostos a um ambiente quiral, como é o caso do organismo humano, o que torna ainda mais importante este processo.

“Atualmente, a separação de enantiômeros é realizada principalmente por cromatografia quiral”, explica. Segundo ele, embora eficaz, este método introduz uma série de desvantagens ao processo, incluindo alta demanda por recursos e insumos químicos, significativa geração de resíduos, além de ser um procedimento relativamente lento.

Indústria farmacêutica pode ser beneficiada (Imagem de Pexels por Pixabay)

Conforme aponta a pesquisa, a utilização de métodos de separação eletroquímicos surge como uma alternativa promissora. “A proposta apresentada neste artigo envolve um método eletroquímico que é muito mais rápido do que a cromatografia porque, diferente deste último, as etapas de equilíbrio necessárias para a separação podem ser alcançadas na ordem de milissegundos, pela aplicação de potencial elétrico ao sistema. Além disso, o método eletroquímico requer uma quantidade muito menor de insumos químicos quando comparado à cromatografia”, pontua.

Os resultados indicam que um excesso enantiomérico superior a 99% seria alcançável em apenas sete estágios teóricos, num processo em cascata. “Uma vez implementada, seria uma alternativa mais simples e barata à atualmente praticada, propiciando maior agilidade e redução de custos ao processo de produção de enantiômeros”, sintetiza, argumentando que, embora em estágio inicial, o estudo resultou no pedido de depósito de uma patente.

A pesquisa traz, ainda, novas oportunidades, particularmente para aplicação de métodos eletroquímicos de separação em meios e compostos orgânicos. “O projeto foi proposto como parte do meu pós-doutorado na University of Illinois, sob orientação do professor Xiao Su. A UFSC esteve envolvida desde a concepção deste projeto, que marcou o início da colaboração entre as duas instituições. Além do artigo e da patente, a colaboração já propiciou a vinda de dois pesquisadores, entre eles os primeiros autores do artigo, para ministrar palestras na UFSC. Também está prevista uma visita do professor Xiao Su à UFSC, que deverá ministrar uma palestra no final do mês de junho”, finaliza.

 

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Aberto concurso público para contratação de professores do Colégio de Aplicação e NDI da UFSC

21/05/2025 10:26

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por meio do Departamento de Desenvolvimento de Pessoas (DDP), abre o concurso público de seleção e preenchimento de seis vagas para o cargo de professor do Magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT), para atuação no Colégio de Aplicação (CA) e Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI) da Universidade.

Conforme o edital, para o CA, são contempladas as áreas de Artes/Teatro, Educação Física, Química e Educação Geral para os Anos Iniciais. Para o NDI, a vaga ofertada é voltada às Artes/Artes Plásticas. O edital estabelece etapas de pré-inscrição, reservada a pessoas com deficiência, negras, indígenas e quilombolas, e inscrição, para ampla concorrência.

A pré-inscrição deverá efetuada somente pela internet mediante o preenchimento de Requerimento de Pré-Inscrição constante na página do concurso, na opção do menu “Pré-Inscrição”, entre 30 de maio e 18 de junho. Para realizar a inscrição no âmbito da ampla concorrência, é necessário acessar a página do concurso, na opção do menu “Inscrição e Validação da PréInscrição”, entre 9 e 28 de julho.

O edital completo e informações mais detalhadas, estão disponíveis na página do concurso.

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UFSC abre concurso público para contratação de docentes indígenas no Departamento de História

21/05/2025 10:04

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por meio do Departamento de Desenvolvimento de Pessoas (DDP), divulga o concurso público para contratação de dois docentes indígenas do Magistério Superior para atuação no Departamento de História, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), no campus de Florianópolis. As inscrições poderão ser efetuadas entre 30 de maio e 30 de junho.

Para conferir o edital completo e mais informações, acesse a página de publicação do concurso.

 

 

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