Estudo da UFSC analisa benefícios do açaí e da juçara para a saúde

21/10/2020 10:53

O açaí é proveniente da palmeira ‘Euterpe oleracea’ e nativo da mata amazônica. Foto: Louisa Lösing/Sociobio Amazônia/CC by-NC-ND 2.0

Um estudo desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), pelo Grupo de Estudos em Nutrição e Estresse Oxidativo (GENEO), mostrou que o consumo diário de 200 mL de polpa de açaí ou de juçara durante 30 dias promoveu aumento do HDL-c (colesterol bom) e melhorou a defesa antioxidante de adultos saudáveis. O trabalho fez parte da tese de doutorado da nutricionista Sheyla de Liz Baptista, defendida em julho de 2020, sob orientação da professora Patricia Faria Di Pietro.

Nos últimos anos, houve um aumento na popularidade e no consumo do açaí, um fruto proveniente da palmeira Euterpe oleracea, nativo da mata amazônica, especialmente na região norte do Brasil. O fruto juçara é parecido com o açaí, porém produzido por uma espécie de palmeira diferente, a Euterpe edulis, cultivada nas áreas litorâneas de Mata Atlântica, principalmente nas regiões sul e sudeste do país. A palmeira juçara é mais conhecida por produzir um palmito comestível – o palmito juçara. Porém, com o corte da árvore para produção de palmito e devido à ação extrativista exacerbada, a palmeira juçara corre risco de extinção. Assim, a utilização de seus frutos é uma alternativa que vem sendo incentivada para a preservação da espécie.
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Pesquisadores estudam óleos funcionais como alternativa a tratamento com antibiótico na produção de frangos

19/08/2020 10:48

Foto: Thomas Iversen/Unsplash

Em uma parceria entre o setor privado, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), um grupo de pesquisadores investigou os efeitos de dois tipos de tratamento para a coccidiose, uma doença que atinge frangos e leva a perdas econômicas de bilhões de dólares na avicultura mundial. Foram comparados os efeitos do antibiótico tradicionalmente usado para a enfermidade (monensina) e da mistura dos óleos funcionais da casca de castanha de caju e de mamona. O estudo indica que os óleos funcionais regulam a microbiota intestinal dos animais e apresentam uma alternativa eficaz de tratamento para a doença, além de evitarem o desenvolvimento de resistência parasitária ao antibiótico. Os resultados foram publicados no início deste mês na revista científica Plos One.

A coccidiose é causada pelo parasita Eimeria spp. e tem como principal sintoma a diarreia. É uma enfermidade de fácil disseminação, que afeta o consumo de ração e o ganho de peso dos animais. Conforme alerta a professora do Departamento de Zootecnia e Desenvolvimento Rural da UFSC Priscila de Oliveira Moraes, uma das autoras da pesquisa, nem sempre os produtores enxergam os sinais clínicos de infecção. “Embora esse parasita não cause uma grande mortalidade, ele é capaz de causar grandes prejuízos porque durante o seu ciclo ele destrói as vilosidades (as células de absorção de nutrientes do intestino)”, comenta a docente. Isso leva a uma alteração na microbiota o ecossistema de micro-organismos que vive no trato digestivo dos animais e ao aumento da população de bactérias patogênicas.
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Pesquisadores identificam efeitos indesejados de agrotóxicos à base de glifosato em plantas transgênicas

17/08/2020 17:35

Em ambiente controlado, foram analisadas duas variedades de soja transgênica. Foto: Jefferson Mota

Cientistas da Universidade Federal e Santa Catarina (UFSC) e do GenØk, Centro de Biossegurança da Noruega, identificaram que herbicidas à base de glifosato desencadeiam efeitos indesejados mesmo nas variedades geneticamente modificadas para resistir a essa classe de agrotóxicos. Intitulado Stacked genetically modified soybean harboring herbicide resistance and insecticide rCry1Ac shows strong defense and redox homeostasis disturbance after glyphosate-based herbicide application, o estudo foi publicado na revista científica Environmental Sciences Europe e aborda os efeitos adversos de herbicidas à base de glifosato, como o Roundup, no metabolismo de soja geneticamente modificada, também chamada de transgênica.

O trabalho teve o objetivo de investigar se a inserção de mais de um transgene (material genético transferido entre dois organismos) na mesma planta poderia ter impacto na sua homeostase energética e na resposta bioquímica ao estresse proporcionado pela exposição ao glifosato. Em ambiente controlado, foram analisadas duas variedades de soja transgênica frequentemente utilizadas em Santa Catarina: com apenas um transgene inserido (o gene EPSPS, resistente aos herbicidas à base de glifosato) e com dois transgenes inseridos (os genes recombinantes EPSPS e rCry1Ac, que codifica para uma toxina inseticida). As análises foram feitas nas folhas coletadas oito horas após a aplicação do agrotóxico.
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Roda de conversa on-line debate mulheres na Engenharia na segunda, 20 de julho

17/07/2020 16:22

A partir das 18h do dia 20 de julho, segunda-feira,  ocorre a roda de conversa on-line “Como atrair mais mulheres às Engenharias“. Na ocasião serão apresentados os dados de pesquisa realizada sobre a composição por gênero em cursos do Centro Tecnológico da Universidade Federal de Santa Catarina (CTC/UFSC), realizada em 2019 no Laboratório de Informação e Orientação Profissional do Departamento de Psicologia

Promovido pela Alumni EMC, em conjunto com o Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC e com apoio do coletivo Mulheres na Engenharia da UFSC, o evento é aberto ao público e conta também com a participação de estudantes e docentes da instituição para relatado de experiências referentes ao tema. Dentre os participantes, estarão: Márcia Mantelli, professora da UFSC e ganhadora do Prêmio Revista Claudia Destaque Ciência 2012; professora Luciana Bolan Frigo, coordenadora do projeto Meninas Digitais da Sociedade Brasileira de Computação; professor Antônio Carlos Valdiero, autor de projeto de extensão voltado a levar estudantes do Ensino Médio às graduações em Engenharia. Para participar do evento, é necessário se inscrever no link abaixo:

Inscrições Como atrair mulheres às Engenharias

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Pesquisa quantifica a falta de diversidade na Física brasileira

24/06/2020 08:53

Homens brancos, heterossexuais e cisgênero que vivem no Sudeste do país: esse é o retrato dos físicos brasileiros, segundo uma pesquisa realizada por cientistas associados ao Grupo de Trabalho sobre Questões de Gênero da Sociedade Brasileira de Física (SBF). O levantamento teve o objetivo de quantificar a diversidade e a representatividade de diferentes grupos entre os profissionais da área e detectar motivações e dificuldades encontradas ao longo dos estudos e da carreira. Os resultados foram publicados no início do mês na revista científica internacional Physical Review Physics Education Research. Assinam o artigo pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) — esta última representada pela professora do Departamento de Física Débora Peres Menezes e pela estudante de bacharelado em Física Beatriz Nattrodt D’Avila

A pesquisa se baseou em um questionário respondido entre julho e setembro de 2018 por 1.695 membros da SBF — 44% do total de associados à época. Desses, 68% são homens; 88%, heterossexuais; 95%, cisgênero (3% preferiram não responder ou se classificar e cerca de 2% são transgênero); e 6,2% têm alguma alguma deficiência. Ainda, 61% se autodeclaram brancos; 20%, pardos; 6%, negros; 2%, asiáticos; 1%, indígenas; 1% declaram “outro” e 9% preferiram não responder ou se classificar. A título de comparação, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 56% da população brasileira é negra (incluindo pretos e pardos). Outro dado que chama a atenção é a alta concentração de físicos no Sudeste do país — 59% do total. 
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Peixes briguentos e donzelas invocadas: estudo descreve disputas territoriais em recifes de corais

10/06/2020 10:42

Peixe da espécie Stegastes rocasensis, da família dos donzelinhas – Foto: Sergio Ricardo Floeter

Em meio a corais arborescentes, coloridas esponjas tubulares e delicados tufos de algas, há pequenos peixes em disputas violentas, repletas de ataques e perseguições. Esses comportamentos agressivos, chamados de agonísticos, podem representar a competição por recursos, como alimento ou espaço. Um grupo de cientistas brasileiros identificou que, dentre todas as famílias de peixinhos que habitam os recifes, uma em particular chama a atenção por seu comportamento invocado: os donzelinhas, pertencentes à família Pomacentridae. A frequência com que eles interagem agressivamente entre si ou com outras espécies é a mesma, independente do recife analisado e da biodiversidade local. O estudo, publicado na terça-feira, 9 de junho, na revista científica internacional Ecography, originou-se da pesquisa de mestrado de Luisa Fontoura, conduzida no Programa de Pós-Graduação em Ecologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Utilizando câmeras GoPro, os pesquisadores investigaram o comportamento de peixes em recifes distribuídos ao longo de 34 mil quilômetros, desde Bali, no Oceano Pacífico, até Atol das Rocas, no nordeste brasileiro. Os equipamentos foram instalados em sete pontos, e captaram mais de 87 horas de filmagens. As interações de disputa entre os peixes foram analisadas a partir de 350 vídeos de 10 minutos cada. 
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Covid-19: pesquisadora busca desenvolver medicamento baseado na inibição de proteínas virais

26/05/2020 11:11

O desenvolvimento de um medicamento para a Covid-19 baseado no uso de uma molécula de RNA sintetizada em laboratório, utilizada para inibir a produção de proteínas essenciais para a replicação do novo coronavírus (Sars-Cov-2), é o objetivo de um projeto de pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Elaborada pela professora do Departamento de Ciências Farmacêuticas Tânia Beatriz Creczynski Pasa, que adaptou o método utilizado em suas pesquisas com câncer de mama, a proposta aguarda financiamento para ter início. 

A pesquisa utiliza uma técnica chamada de RNA de interferência. Nela, cientistas desenvolvem uma molécula chamada RNA curto de interferência, ou siRNA, que tem a capacidade de interromper a produção de determinadas proteínas em nosso corpo. Para entender seu funcionamento, é preciso, primeiro, compreender a função do RNA mensageiro em nossas células. Pode-se pensar nele como uma espécie de carteiro, que pega a instrução escrita por um gene para a fabricação de uma proteína e a leva até o ribossomo, a estrutura celular responsável pela produção. O siRNA é programado para destruir partes específicas do RNA mensageiro. Ao atacar o carteiro, ele impossibilita que a receita da proteína seja lida pelo ribossomo. Logo, ela não poderá mais ser executada. Esse efeito é chamado de silenciamento gênico.
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UFSC na mídia: Laboratório Fator Humano é destaque na Veja e no portal do MEC

13/04/2020 10:06
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‘Traduzindo ciência’ apresenta oficinas culinárias para promoção da alimentação saudável

09/03/2020 14:41

“Do campo à cozinha: oficinas culinárias para promoção da alimentação saudável e sustentável para participantes do programa Células de Consumidores Responsáveis” é o tema do primeiro episódio da série de vídeos “Traduzindo ciência” neste semestre, produzida pela Agência de Comunicação (Agecom) da UFSC. As oficinas deste projeto de extensão foram adaptadas do programa Nutrição e Culinária na Cozinha, desenvolvido durante a tese de doutorado da professora Greyce Bernardo.

Com a participação das professoras Suellen Secchi Martinelli e Greyce Bernardo, o episódio trata de oficinas culinárias com consumidores que realizam compra direta de alimentos orgânicos da agricultura familiar local por meio das Células de Consumidores Responsáveis, programa do Laboratório de Comercialização da Agricultura Familiar (Lacaf), do Centro de Ciências Agrárias.

O projeto de extensão estimula práticas alimentares saudáveis por meio de oficinas culinárias que destacam aspectos sobre a qualidade nutricional e conservação dos alimentos, técnicas diferenciadas para promover hábitos saudáveis, além do estímulo ao resgate de alimentos e preparações culturais e da sociobiodiversidade.

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Estudo demonstra importância do manejo com fogo nos campos de altitude

31/01/2020 11:07

Campo com manejo tradicional, com fogo e gado (à esquerda), e campo já substituído por arbustos dentro de área protegida (à direita) – Foto: Rafael Barbizan Sühs

A partir de entrevistas com moradores da região serrana do estado, um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) demonstrou a importância de se manter os campos de altitude a partir do manejo tradicional, com uso de fogo e de gado. O estudo, divulgado no dia 21 de janeiro na revista científica Scientific Reports, constata que, após 30 anos sem esse tipo de manejo, os campos desaparecem por completo – o que tem implicações diretas na biodiversidade, nos ecossistemas e na cultura regional. A pesquisa fez parte da tese de doutorado de Rafael Barbizan Sühs, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Ecologia da UFSC, e contou com a participação dos professores Eduardo Giehl e Nivaldo Peroni, ambos do Departamento de Ecologia e Zoologia.

O estudo foi desenvolvido entre 2016 e 2018, no Parque Nacional de São Joaquim e arredores, principalmente nos municípios de Urubici e Bom Jardim da Serra. As entrevistas com antigos e atuais proprietários de terras foram combinadas a análises de imagens aéreas e de satélites. “Nosso trabalho objetivou compreender como os proprietários que possuem campos de altitude em suas propriedades fazem o manejo desses campos, há quanto tempo isso é feito e, dentre outras coisas, a opinião desses proprietários sobre o futuro dos campos”, explica Sühs. Também foi avaliado como as paisagens se transformam com o passar do tempo em campos que ainda são manejados e em locais que foram convertidos em áreas protegidas, nos quais o fogo e o gado são proibidos. “Nossa hipótese foi de que as áreas de campo nativo convertidas em áreas com restrições de manejo tradicional sofrem uma rápida transformação, tornando-se arbustais (vegetação dominada por arbustos, também chamada de vassourais)”, complementa o pesquisador.
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Laboratório da UFSC monitora caravelas e medusas, as chamadas águas-vivas, populares no verão de SC

07/01/2020 11:45

 

Medusa Chrysaora lactea, na Ilha do Campeche. Foto: Ruan Luz

O Laboratório de Biodiversidade Marinha da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desenvolve um projeto de monitoramento de caravelas e medusas, animais popularmente denominados de águas-vivas e que podem causar milhares de acidentes no verão catarinense. Os principais objetivos da atividade são identificar as espécies predominantes, obter dados mais precisos sobre a sazonalidade e abundância desses animais, bem como acerca dos eventuais “blooms” (surtos de crescimento rápido e sem controle no meio aquático).

O projeto foi iniciado em dezembro de 2019 e envolve a identificação e quantificação de caravelas e medusas encalhadas em praias de Florianópolis. A ação será realizada ao menos duas vezes por mês, por dois anos. Alguns monitoramentos também são promovidos em Imbituba e em São Francisco do Sul, também no litoral catarinense.

A medusa Chrysaora lactea. Foto: Alberto Lindner

Entre janeiro e março de 2020, a atividade ainda ocorrerá nas praias do Rincão, em Santa Catarina, e do Cassino, no Rio Grande do Sul, pelas equipes da professora Mainara Figueiredo Cascaes, da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), e do professor Renato Nagata, da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), respectivamente. Pela UFSC, participam os estudantes Roberta Elis e Pedro de Oliveira, do curso de graduação em Biologia, a mestranda Mariana Mazza, do Programa de Pós-Graduação (PPG) em Ecologia, e a pós-doutoranda Renata Arantes, do PPG em Oceanografia.
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UFSC Ciência: revista de divulgação científica tem nova edição em 2019

20/12/2019 09:34

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) lança, neste fim de ano, a terceira edição da revista UFSC Ciência. A publicação é produzida pela equipe da Agência de Comunicação (Agecom) com o objetivo de promover a divulgação científica e dar visibilidade às pesquisas desenvolvidas na universidade. A revista pode ser acessada on-line e também está disponível em versão impressa.

A proposta é trazer, em linguagem acessível, parte do grande volume de saber científico produzido na UFSC. A diretora da Agecom, Mayra Cajueiro Warren, destaca que o objetivo é “traduzir um pouco do que produzem os mais de 620 grupos de pesquisa, que desenvolvem aproximadamente de 2,7 mil projetos na Universidade. São milhares de publicações em revistas científicas mundo afora, e nossa intenção é dar visibilidade à nossa produção. Tem destaque também a extensão, que atualmente realiza 21,8 mil iniciativas com impacto direto na sociedade”, complementa. O projeto gráfico foi desenvolvido pela Coordenadoria de Design e Programação Visual da Agecom, e toda a impressão foi feita na Imprensa Universitária.
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Pesquisa na UFSC promove melhoramento genético de videiras trazidas da Itália e Alemanha

09/12/2019 07:38

Desenvolver videiras de alta qualidade para vinhos que sejam resistentes às principais doenças que atacam essa cultura no Brasil. Com este objetivo, o Núcleo de Estudos da Uva e do Vinho (Neuvin) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza pesquisas desde 2012 com variedades vindas da Itália e Alemanha. Elas são uma colaboração entre UFSC (Centro de Curitibanos e Centro de Ciências Agrárias – CCA), Epagri, vinícolas parceiras e os institutos de pesquisa Fondazione Edmund Mach (Itália) e Julius Kühn-Institut (JKI, Alemanha). A expectativa é que em 2020 as mudas já possam ser disponibilizadas aos produtores.

Mudas de videiras vindas da Fondazione Edmund Mach e do JKI são cultivadas no Centro da UFSC em Curitibanos. Elas foram trazidas pelos contatos que professores da UFSC fizeram durante doutorados realizados na Itália e Alemanha. As espécies são conhecidas como Piwi (lê-se pívi), abreviação de pilzwiderstandsfähige rebsorten, que pode ser traduzida como “variedade resistente a fungos”.

Leocir Welter, professor do Campus de Curitibanos. Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

Um dos responsáveis é o professor Leocir Welter, do campus de Curitibanos, que atua no Programa de Pós-Graduação em Agroecossistemas Agrícolas e Naturais (PPGEAN).  Ele pesquisa o melhoramento genético das plantas e explica que os materiais trazidos para o Brasil foram aprimorados por décadas para o cultivo na Europa – produzem vinhos de alta qualidade e são resistentes a diversas doenças, como o míldio (Plasmopara viticola). Agora, a ideia é “pegar estes materiais, que têm os genes da resistência, e realizar cruzamentos para doenças que não têm lá e aqui no Brasil são grande problema”, aponta Leocir.

A partir dos cruzamentos com variedades americanas, serão selecionadas as sementes das plantas mais resistentes. Elas serão levadas a campo e os pesquisadores irão analisar as variedades menos suscetíveis às doenças que ocorrem nas videiras brasileiras. A partir das uvas, será verificada a qualidade do vinho resultante: “Têm de ser boas agronomicamente e boas na taça”, diz Vinicius Caliari, enólogo da Epagri.
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Cientificamente Falando: PANC é tema de segundo episódio da série animada

06/12/2019 11:01

Você sabia que 90% de todos os alimentos consumidos no mundo são provenientes de somente 20 espécies de seres vivos? E que se estima que existam 30 mil espécies de vegetais comestíveis, dos quais pelo menos 10 mil sejam nativos do Brasil?

A maior parte desses alimentos não é consumida por desconhecimento da população e é nesse contexto que se desenvolve o conceito de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC), tema do segundo episódio da série Cientificamente Falando. Produzida pela Agência de Comunicação (Agecom) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a série explica conceitos científicos com referências ao cotidiano e à cultura pop, em uma linguagem contemporânea e em vídeos animados.
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UFSC Explica: escassez de água

18/11/2019 08:10

Atualmente 80% da população humana sofre com vulnerabilidade hídrica, ou seja, em algum momento do ano fica sem acesso à água. A escassez hídrica é apontada pelo Banco Mundial como a maior ameaça à humanidade para os próximos anos e implica em prejuízos para além do consumo doméstico. A carência deste recurso impacta em ecossistemas terrestres e aquáticos e na produção de alimentos, produção de energia elétrica e de bens de consumo dos mais variados. Perdas no sistema de distribuição, alterações climáticas, escassez de chuvas e até mesmo excesso de chuvas podem tornar a quantidade ou mesmo a qualidade das águas impróprias para consumo ou uso.
As causas, consequências e desafios que devem ser enfrentados diante desse alarmante problema são o tema do décimo episódio do UFSC Explica: escassez de água. Abordam o tema três pesquisadores com notório conhecimento científico: Regina Rodrigues, professora de Oceanografia (UFSC), e Pedro Luiz Borges Chaffe e Ramon Dalsasso, professores do Departamento de Engenharia Sanitária da UFSC.
Concomitante ao vídeo, a escassez de água é analisada em seu impacto no Estado de Santa Catarina, onde, apesar da localização em região com recursos hídricos e com bons índices de chuvas, a crise hídrica tem atingido muitos moradores. Em Florianópolis, o sistema de captação, distribuição e tratamento de águas é igualmente abordado na matéria especialmente elaborada para tratar do tema.

Confira abaixo o vídeo, também disponível em nosso canal do YouTube, e aqui a matéria de divulgação:



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Estudo desenvolvido na UFSC revela relação de colesterol alto com depressão e perda de memória

31/10/2019 07:52

Estudo in vivo e in vitro. Arquivo pessoal de tese.

O colesterol alto hereditário (hipercolesterolemia familiar) está relacionado diretamente com a redução do número de novos neurônios, chamado cientificamente de neurogênese adulta. Esse fator se torna um potencial ao desenvolvimento de depressão e à perda de memória em seres vivos. Esses foram os principais achados da pesquisa de doutorado de Daiane Fátima Engel, Programa de Pós-Graduação em Bioquímica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e publicado recentemente na revista científica Molecular Metabolism.

O artigo Impaired adult hippocampal neurogenesis in amouse model of familial hypercholesterolemia: Arole for the LDL receptor and cholesterolmetabolism in adult neural precursor cells foi liderado pela professora Andreza Fabro de Bem, orientadora de Daiane e vinculada ao Departamento de Bioquímica da UFSC, e contou com a participação de mais duas pesquisadoras da UFSC (Jade de Oliveira e Patricia de Souza Brocardo) e quatro pesquisadores vinculados ao Centro Alemão de Doenças Neurodegenerativas (German Center for Neurodegenerative Diseases – DZNE).

Hipercolesterolemia e doenças vasculares são campos de pesquisa de Andreza que, por volta de 2005, começou a investigar também os efeitos do colesterol no sistema nervoso, tais como memória e aprendizado. “No laboratório começamos a pesquisar a relação da demência com os transtornos depressivos. Buscamos alguma alteração celular no cérebro dos camundongos nocaute que pudessem explicar dois comportamentos: perda de memória e comportamento tipo depressivo”, recorda Daiane.

Há uma região no cérebro chamada de hipocampo que controla essas duas características no sistema nervoso. A particularidade dessa estrutura é armazenar as lembranças, processo que só é possível em decorrência das sinapses (encontro entre dois neurônios), além de conter células-tronco mesmo na fase adulta. “Temos células precursoras neurais adultas que, durante toda a vida, são capazes de se diferenciarem em novos neurônios e melhorar esse processo de aprendizado, memória e regulação do humor”, explica Engel.

A redução na formação de novos neurônios acontece naturalmente à medida que envelhecemos, entretanto a pesquisa revelou que essa redução por causas metabólicas pode acelerar o processo e desencadear casos de demência e depressão muito mais cedo. “Um distúrbio metabólico não somente pode favorecer o aparecimento de doenças cardiovasculares, mas também pode afetar o sistema nervoso central, e isso se torna um problema de saúde pública importante”, enaltece Daiane.
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Pesquisa da UFSC revela nova perspectiva para diagnóstico e tratamento da tuberculose

21/10/2019 18:45

André Báfica, coordenador da pesquisa. Foto: Felipe Sales

Estudo realizado por pesquisadores do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da Universidade Federal de Santa Catarina (MIP/UFSC) – em parceria com a Universidade de Leuven (Bélgica), com o Laboratório de Saúde Pública de Santa Catarina (LACEN/SC) e a Universidade de Rockefeller, em Nova Iorque – demonstra o processo de infecção da tuberculose nos seres humanos e sugere processo de co-evolução entre a bactéria causadora da doença e a espécie humana. O estudo, com publicação na revista científica eLife nesta terça-feira, 22 de outubro, abre importante caminho para o diagnóstico e futuras terapias à tuberculose.

Pesquisa demonstra como ocorre a doença
A tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível que afeta principalmente os pulmões, embora possa acometer outros órgãos. Causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis (ou bacilo de Koch), a tuberculose é, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma das dez maiores causas de morte no mundo. No Brasil, a doença é um sério problema da saúde pública, com aproximadamente 70 mil novos casos e cerca de 4,5 mil mortes por ano.
No estudo coordenado por André Báfica, professor do Laboratório de Imunobiologia da UFSC, foi encontrada a conexão entre a doença e as células tronco hematopoiéticas (precursoras dos glóbulos sanguíneos). A bactéria causadora da tuberculose consegue sobreviver no corpo humano a partir infecção das células tronco hematopoiéticas, fazendo-as responder com um processo de amadurecimento das células, o que dá origem à resposta imunológica geradora de células de defesa do organismo, chamadas monócitos.
Desta forma, é possível que os monócitos atinjam a corrente sanguínea e, consequentemente, tecidos, geralmente, o pulmão. Os autores do trabalho constataram também que o bacilo de Koch induz citocinas – hormônios de comunicação do sistema imunológico – geradoras de inflamação. Dentre as citocinas analisadas, a interleucina 6 se destacou como a possibilidade de um alvo para a terapia em pacientes infectados com tuberculose no futuro.

Ancestralidade
A segunda parte do estudo analisou a relação de ancestralidade entre a bactéria e o homo sapiens. Por meio de análises de biologia de sistemas, observou-se que as citocinas começaram uma forma diferente de regulação somente em humanos. Essa rede de regulação trouxe à tona a hipótese de que a bactéria causadora da tuberculose se aloja nos seres humanos por conta do processo de uma nova conexão entre as citocinas durante a evolução da espécie humana.
Se confirmada essa possibilidade, será possível afirmar a existência de uma relação específica da Mycobacterium tuberculosis com os seres humanos e não com outros animais. Essa perspectiva pode ser a chave para novos estudos que relacionam a bactéria causadora da tuberculose com o sistema imunológico, pois aponta a um processo de co-evolução entre o bacilo de Koch e a espécie humana.
Os resultados do trabalho foram publicados na revista científica eLife. O acesso ao estudo, sob a forma preprint bioRxiv, pode ser realizado aqui.

 

 

Camila Costa da Cunha e Felipe Sales/ divulgação científica Programa de Pós-graduação em Farmacologia UFSC

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Novo episódio do ‘Traduzindo ciência’ fala sobre a história cultural do direito comum

21/10/2019 16:02

Ius Commune, em latim, quer dizer direito comum. Na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), um grupo de pesquisa analisa duas temáticas anuais sobre a história da cultura jurídica. São estudantes e professores de instituições brasileiras e estrangeiras que se reúnem em torno de fenômenos atemporais para refletir sobre as experiências jurídicas e como elas se refletem na sociedade. Neste sétimo episódio da série, o professor Diego Nunes explica como são desenvolvidas as atividades do Grupo Interinstitucional de História da Cultura Jurídica.

A Agência de Comunicação (Agecom) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publica semanalmente a série de vídeos ‘Traduzindo ciência’. Em cada episódio, cientistas da UFSC apresentam detalhes de projetos sobre estudos de excelência que impactam a sociedade e sobre o universo das pesquisas que ocorrem na instituição.

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UFSC na mídia: prótese desenvolvida na Engenharia Mecânica beneficia pacientes que perderam laringe

21/10/2019 11:18

Uma prótese desenvolvida pelo Departamento de Engenharia Mecânica (EMC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi tema de reportagem exibida no Jornal do Almoço, da rede NSC, no último sábado, dia 19 de outubro. Pesquisadores do Laboratório de Vibrações e Acústica (LVA) desenvolveram uma prótese acessível para pacientes que perderam a laringe em decorrência do câncer. A matéria destaca que modelo é mais acessível e barato dos existentes atualmente no mercado.

> Clique AQUI para assistir à reportagem

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Reflorestamento precisa de cautela, aponta publicação na Revista Science

18/10/2019 12:17

Divulgação: Leimac.

Michele Dechoum, professora do Departamento de Ecologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi uma dos 46 autores do comentário técnico “Comment on ‘The global tree restoration potential’” publicado nesta sexta-feira, 18 de outubro, pela Revista Science. O artigo, liderado por Joseph Veldman da Universidade A&M do Texas, pede cautela ao reflorestamento.

O grupo de cientistas ressalta que o plantio de árvores para reduzir as mudanças climáticas tem sido tratado de maneira exagerada em pesquisas recentes, uma vez que o plantio de árvores em locais errados pode destruir ecossistemas e, ao contrário do imaginado, pode agravar o aquecimento global.
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Laboratório da UFSC desenvolve prótese de voz

17/10/2019 11:00

O Laboratório de Vibrações e Acústica (LVA), do Departamento de Engenharia Mecânica (EMC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), desenvolve a pesquisa “Desenvolvimento de Prótese de Voz Tráqueo-Esofágica para Pacientes Laringectomizados”. Disponibilizar um modelo nacional por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) é uma das metas que movem os pesquisadores do LVA. “Nossa pesquisa tem grande apelo social porque viabilizaria uma prótese de voz para uma parcela enorme da população”, diz o professor Andrey Ricardo da Silva, cuja equipe trabalha em cooperação com o Centro de Pesquisas Oncológicas de Santa Catarina (Cepon).

Alguns pacientes compram ou recebem do SUS um aparelho conhecido como “laringe eletrônica” ou conseguem articular palavras com o auxílio do esôfago (voz esofágica). Contudo, em ambos os casos, a voz sai bastante alterada em relação à natural, inclusive meio robótica.  Já a prótese de voz é um tipo de válvula que permite a produção de som semelhante à voz de um falante saudável com rouquidão moderada, porém quase normal em termos de volume e intensidade. O benefício é tamanho que já há um coral de laringectomizados em Florianópolis.
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Astrônoma Lia Medeiros fala sobre buracos negros em palestras na UFSC

15/10/2019 19:11

Dois campi da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foram palco para palestras de Lia Medeiros, pós-doutoranda no Institute for Advanced Study (IAS), da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos. A astrônoma e física brasileira esteve envolvida no projeto de pesquisa que resultou na primeira foto de um buraco negro.

Na terça-feira, Lia falou sobre seu trabalho no auditório do Centro Tecnológico de Joinville (CTJ) e, na manhã desta quarta-feira, no auditório Garapuvu, no Centro de Cultura e Eventos do Campus Florianópolis. Em ambas as ocasiões os auditórios ficaram lotados para acompanhar a apresentação da pesquisadora.

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Tags: 10 anos UFSC JoinvilleastrofísicaBuraco NegroLia MedeirosUFSC

Cientificamente Falando: ambientes ICE são tema de estreia da série animada

10/10/2019 11:00

Você já esteve em um ambiente isolado, confinado e extremo? Esses locais, onde a sobrevivência humana é difícil, são conhecidos como ambientes ICE (em inglês: Isolated, Confined, Extreme environments). A sigla é utilizada internacionalmente para designar lugares como um deserto, uma estação espacial ou mesmo uma aeronave.

Este é o tema do primeiro episódio da série Cientificamente Falando. Produzida pela Agência de Comunicação (Agecom) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a série explica conceitos científicos com referências ao cotidiano e à cultura pop, em uma linguagem contemporânea e em vídeos animados.

O conceito
A designação ICE tem uma abrangência maior que a questão da sobrevivência: pode indicar locais para importantes pesquisas científicas ou, por exemplo, denominar os aviões em que viajamos ou as embarcações que transportam mercadorias.
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Rotulagem de alimentos é o tema do novo episódio da série ‘Traduzindo ciência’

30/09/2019 12:30

Rotulagem de alimentos é o novo episódio da série de vídeos “Traduzindo ciência”, produzida pela Agência de Comunicação (Agecom) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), disponível a partir desta segunda-feira, 30 de setembro. Em cada episódio, cientistas da UFSC apresentam detalhes de projetos sobre estudos de excelência que impactam a sociedade e sobre o universo das pesquisas que ocorrem na instituição.

No quinto episódio da série, a professora Ana Carolina Fernandes explica como funciona a pesquisa de avaliação de modelos de rotulagem de alimentos embalados no Brasil. O objetivo é fornecer subsídios técnicos e científicos em relação às diferentes propostas regulatórias relacionadas à rotulagem nutricional de alimentos embalados comercializados no Brasil.

Tags: Traduzindo ciênciaUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

UFSC Explica: Liberdade de Imprensa

26/09/2019 14:03

A Liberdade de Imprensa é parte da Liberdade de Expressão. Essas liberdades podem ameaçar grupos de poder, além de, como toda liberdade, terem certos limites. Mas quais são as garantias e os limites de quem escreve e dos meios de comunicação de massa? Além disso, qual é a relação entre Liberdade de Imprensa e democracia? E, mais importante, quais as consequências do cerceamento à Liberdade de Imprensa? Para responder a essas e outras perguntas, o UFSC Explica de setembro conversou com três pesquisadores especialistas no tema.
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