Observatório de Justiça Ecológica promove debate sobre direitos e lutas indígenas

18/02/2019 08:56

O Observatório de Justiça Ecológica (OJE) , vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Direito da UFSC, irá promover série de atividades entre os dias 27 e 28 de fevereiro no Centro de Ciências Jurídicas. Uma delas se refere a uma mesa de debates sobre direitos e lutas indígenas, e irá ocorrer às 10h, do dia 28 de fevereiro, na sala 301 do Centro de Ciências Jurídicas.

A mesa busca promover um diálogo entre a academia e lideranças dos três povos indígenas da região sul  (Kaigang, Laklãnõ/Xokleng e Guarani) sobre a conjuntura vivenciada no país no último período, a fim de apresentar  aos estudantes uma visão crítica sobre o processo de  desconstitucionalização e de negação dos direitos indígenas. Serão apresentadas as principais demandas, reivindicações e lutas dos povos indígenas, no escopo de visibilizar a perspectiva  dos povos originários sobre os Direitos e os importantes aportes nacionais e internacionais que tem sido produzidos  no campo jurídico nas últimas décadas.   

O OJE também promove duas defesas de tese: “Estado intercultural de direito: contribuições da antropologia jurídica latinoamericana para o direito à autonomia indígena”, de Isabella Cristina Lunelli (no dia 27 de fevereiro, às 15h, na sala 305 do Centro de Ciências Jurídicas), e “Os descaminhos do constitucionalismo latinoamericano: o caso equatoriano desde a plurinacionalidade e a libertação”, de  Efendy Emiliano Maldonado Bravo (no dia 28 de fevereiro, às 14h, na sala 305 do Centro de Ciências Jurídicas).

 

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Últimos dias: inscrições para Educação do Campo e vagas suplementares a negros, indígenas e quilombolas

12/11/2018 14:30

A Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgou os editais referentes às inscrições aos processos seletivos para a licenciatura em Educação do Campo e para as vagas suplementares destinadas ao grupo etnicorracial negro, indígenas e quilombolas.

As inscrições para as vagas suplementares devem ser realizadas até esta terça-feira, 13 de novembro.

As inscrições para licenciatura em Educação do Campo devem ser realizadas até 21 de novembro.

Mais informações na página da Coperve.

 

 

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Pesquisa inédita faz diagnóstico nacional de avanços e desafios no sistema de cotas brasileiro

14/05/2018 14:49

Joana Celia dos Passos, professora da UFSC. Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

‘Enquanto o couro do chicote cortava a carne

A dor metabolizada fortificava o caráter

A colônia produziu muito mais que cativos

Fez heroínas que pra não gerar escravos, matavam os filhos

Não fomos vencidas pela anulação social

Sobrevivemos à ausência na novela, e no comercial

O sistema pode até me transformar em empregada

Mas não pode me fazer raciocinar como criada’

A música ‘Mulheres Negras’ de Yzalú foi recitada pela professora da UFSC Joana Celia dos Passos, na abertura do seminário de socialização da pesquisa nacional ‘Trajetórias de cotistas no ensino superior’.
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Pós em Antropologia Social da UFSC realiza palestra ‘Os indígenas e o nascimento do Brasil’

29/09/2017 11:32

O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC irá promover a palestra “Os Indígenas e o nascimento do Brasil: ‘pacificação’, regime tutelar e formação de alteridades”, com o professor João Pacheco de Oliveira (MN/UFRJ). O encontro será no dia 3 de outubro, no auditório do CFH, às 18h30. 

O evento terá a coordenação de Edviges Ioris (PPGAS/UFSC) e a participação de Ana Lúcia Vulfe Nötzold (PPGH/UFSC) e  Oscar Calávia Saez (PPGAS/UFSC), como comentaristas, e de Joziléia Kaingang (Doutorado em Memória Social e Patrimônio Cultural/UFPel), Davi Timoteo (guarani – mestrado Antropologia/UFSC) e Joseane de Lima Tschucambang (professora Laklãnõ-Xokleng – Licenciatura Indígena/UFSC) como debatedores.

Mais informações na página do programa.

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Professora da UFSC integra o GT do primeiro concurso público para professores indígenas em SC

17/08/2017 16:27

A professora Maria Dorothea Post Darella, do Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC (MArquE), foi indicada para compor o grupo de trabalho do primeiro concurso público destinado a professores indígenas de Santa Catarina. O edital do concurso foi publicado do Diário Oficial do Estado e sua concepção teve a participação de integrantes de organizações governamentais e lideranças indígenas Guarani, Kaingang e Laklãnõ-Xokleng em reuniões realizadas na Secretaria Estadual de Educação. A prova objetiva será realizada no próximo dia 8 de outubro.

Foram estabelecidas diversas condições para as inscrições e provas referentes a cada etnia, respeitando-se as diferenças culturais. É necessário ser indígena da etnia específica para concorrer à respectiva vaga, já que parte da prova será composta de perguntas na língua materna, e ter o curso de Licenciatura Indígena, oferecido em Santa Catarina pela UFSC.

O concurso atende às normas constitucionais e legais que determinam ao poder público proteger a cultura dos povos indígenas, seus costumes, línguas e tradições, bem como promover uma educação diferenciada, com a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem. Observou-se também a obrigação do Estado de garantir a participação dos povos indígenas na construção das medidas administrativas que os afetem diretamente.

O desejo dos indígenas por um concurso público específico era antigo, pois até então os professores eram admitidos em caráter temporário (ACTs) para atuação nas escolas indígenas. Foi no Seminário “Desafios da Educação Escolar Indígena”, promovido pelo Ministério Público Federal em Chapecó em abril deste ano, e coordenado pelo procurador da República Carlos Humberto Prola Júnior, que o secretário de educação Eduardo Deschamps se comprometeu a criar o referido grupo de trabalho e a viabilizar o concurso.

Mais informações pelos fones (48) 2107-2466 e 98848-1506, -mail:

www.mpf.mp.br/sc, Twitter: @MPF_SC.

 

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Secretaria de Ações Afirmativas recepciona estudantes negros, quilombolas e indígenas

02/08/2017 17:46

Na noite de terça-feira, 1º de agosto, a Secretaria de Ações Afirmativas (Saad) da UFSC promoveu uma recepção aos calouros indígenas, negros e quilombolas que ingressaram por vagas suplementares. Além de receber os estudantes, o encontro teve como objetivo divulgar e esclarecer dúvidas em relação a alguns serviços e ações da universidade, como o acesso às bolsas de auxílio, moradia estudantil, uso do Restaurante Universitário e da Biblioteca.

A cerimônia foi realizada no auditório do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) e teve início com a fala do reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, que deu as boas vindas aos estudantes e lembrou da importância da implementação das ações afirmativas na UFSC, desde 2008, e da criação da Saad. O reitor reconhece que o programa tem alguns problemas, mas avalia de maneira positiva o desenvolvimento da Saad. “Estamos aprendendo ainda a fazer a execução da política pública, só existimos há um ano, mas a experiência tem sido boa”, defende Cancellier.

Graziela de Souza ao lado da filha que a acompanhou na recepção. Foto: Henrique Almeida

A estudante de Administração Graziela Salete de Souza comemora a entrada na universidade pelas vagas suplementares para negros. Ela e os dois filhos mais velhos ingressaram juntos no ensino superior neste ano. Um de seus filhos também entrou na UFSC por meio das vagas suplementares. “Eu tenho 41 anos e há pelo menos 15 anos eu tento entrar na faculdade. Se não fosse dessa forma eu nunca teria entrado”. Graziela trabalha como auxiliar administrativa e acredita que o ingresso no curso de Administração vai auxiliar muito na sua carreira. “Quero agarrar essa oportunidade com unhas e dentes”, ela conclui.

O evento contou ainda com a presença do diretor de Assuntos Estudantis da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae), Ruy Tadeu Mambrini Ribas; da Coordenadora de Avaliação e Apoio Pedagógico, Soraia Selva da Luz; da secretária de Ações Afirmativas, Francis Tourinho; e dos coordenadores dos cursos de Medicina, Pedagogia, Licenciatura Intercultural Indígena, Administração e Relações Internacionais.

Os estudantes receberam materiais com instruções sobre os serviços da Coordenadoria de Avaliação e Apoio Pedagógico, como as bolsas monitorias e o Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes (Piape). Aqueles que ingressaram agora podem ser monitores das disciplinas a partir da segunda fase, pois o pré-requisito é ter cursado a disciplina da qual será monitor. O Piape oferece aulas de conteúdo básico nos quais os estudantes demonstram mais dificuldade, como elaboração de textos e matemática básica.

Além dessas orientações, os alunos receberam a cartilha “Rede de Atenção e Serviços – Município de Florianópolis” que traz um guia de lugares que oferecem serviços de saúde, assistência social, lazer, cultura, arte, educação, direitos humanos, oportunidades de estágio e de emprego.

Giovanna Olivo/Estagiária de Jornalismo/Agecom/UFSC

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UFSC realiza recepção de indígenas, quilombolas e negros das vagas suplementares

28/07/2017 10:27

A Universidade Federal de Santa Catarina e a Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades (SAAD) irão realizar a recepção dos calouros das vagas suplementares Indígenas, Quilombolas e Negros do segundo semestre de 2017. O evento ocorrerá no Auditório do Centro de Ciências Jurídicas na próxima terça-feira, 1º de agosto, às 18h.

O reitor Luiz Luiz Carlos Cancellier de Olivo; o pró-reitor de Graduação, Alexandre Marino Costa; o pró-reitor de Assuntos Estudantis, Pedro Luiz Manique Barreto; e a secretária de Ações Afirmativas e Diversidades (SAAD), Francis Solange Vieira Tourinho, estarão presentes. Os coordenadores e professores das fases iniciais também foram convidados à participar da recepção.

Os estudantes receberão as boas-vindas e serão orientados quanto a assuntos acadêmicos, procedimentos, auxílios permanência, locais de assistência, além de assistirem uma apresentação da Universidade de forma geral.

Mais informações na SAAD.

 

 

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Editais para isenção do pagamento de cursos de língua estrangeira para alunos indígenas e quilombolas

26/07/2017 12:52

A Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades (Saad) divulga os editais que estabelecem as normas para a inscrição no processo seletivo destinado aos estudantes indígenas e quilombolas, regularmente matriculados na UFSC nos cursos de graduação e pós-graduação ingressantes pela Política de Ações Afirmativas, para a obtenção da isenção do pagamento dos cursos extracurriculares de línguas estrangeiras na modalidade presencial. Esta é a primeira vez que a Saad oferece a isenção para os estudantes quilombolas.

Os interessados devem se inscrever até o dia 3 de agosto, às 12h, conforme estabelecido nos editais. A obtenção da isenção não garante a vaga no curso ou turma ao estudante indígena ou quilombola, visto que as matrículas para todos os cursos devem ser feitas pelo próprio estudante no segundo semestre de 2017, via internet, pelo site www.cursosextra.com, seguindo as normas estabelecidas pelo DLLE/CCE.

O estudante indígena que tiver interesse deve acessar o Edital nº002/SAAD/2017. Já o estudante quilombola deve observar o Edital nº003/SAAD/2017.

 

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Secretaria divulga lista de estudantes indígenas contemplados com isenção em cursos de idiomas

07/03/2017 14:36

A Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades divulgou a classificação dos estudantes indígenas que obtiveram isenção do pagamento dos cursos extracurriculares na modalidade presencial promovidos pelo DLLE/CCE – Semestre 2017.1. O processo seletivo foi regido pelo Edital nº 01/SAAD/2017, de 23 de fevereiro de 2017.

As matrículas dos contemplados deverão ser realizadas por meio do site, conforme o cronograma de matrículas divulgado pelo Departamento de Língua e Literatura Estrangeiras (DLLE) para o primeiro semestre de 2017.

Confira a listagem.

 

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UFSC divulga nova chamada de calouros do Vestibular 2017 e vagas suplementares

08/02/2017 10:17

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgou a terceira chamada do Vestibular 2017 e a segunda das vagas suplementares para negros, quilombolas e indígenas. Os candidatos aprovados devem realizar matrícula on-line nesta quarta e quinta-feira, 8 e 9 de fevereiro, junto às coordenadorias de curso.

A matrícula presencial é realizada das 8 às 12h e das 14 às 18h, munidos da documentação exigida pelas Portarias 001/Prograd, 003/Prograd e 004/Prograd, conforme o processo seletivo. Nelas estão todas as informações sobre documentação exigida e cronograma de matricula presencial e das comissões de validação de renda.

A confirmação da etapa on-line da matrícula deve ser realizada pelo site http://simig.sistemas.ufsc.br.

A comprovação de renda dos candidatos cotistas deverá ser realizada durante o período de matrícula presencial.

Mais informações com o Departamento de Administração Escolar (DAE) nos contatos:

e-mail:

Fones: (48) 3721-7402/ 3721-7405

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UFSC abre processo seletivo para vagas suplementares destinadas a indígenas e quilombolas

26/10/2016 09:31

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) abriu inscrições, até 17 de novembro, para o processo seletivo para vagas suplementares destinadas a indígenas e quilombolas. O resultado é válido para ingresso no ano letivo de 2017, nos cursos presenciais de graduação oferecidos nos diversos campi da UFSC (Araranguá, Blumenau, Curitibanos, Florianópolis e Joinville).

Para realizar a inscrição, o candidato deve acessar o site http://suplementares2017.paginas.ufsc.br/, preencher integralmente o requerimento de inscrição e enviá-lo (via internet) para a Coperve/UFSC até as23h59 do dia 17 de novembro. Além disto, deve enviar os documentos solicitados pela Coperve até 10 de janeiro. As informações prestadas são de total responsabilidade do candidato, que deve imprimir e guardar o comprovante.

Poderão inscrever-se neste processo seletivo candidatos pertencentes aos povos indígenas residentes no território nacional e transfronteiriços e comunidades quilombolas oriundos de qualquer percurso escolar e que tenham concluído ou venham a concluir o Ensino Médio até a data da matrícula na UFSC.

Serão oferecidas 22 vagas suplementares para candidatos pertencentes a comunidades indígenas e nove vagas suplementares para candidatos pertencentes a comunidades quilombolas. Essas vagas serão preenchidas de acordo com a classificação geral desses candidatos, observado o limite máximo de três vagas por curso.

Mais informações no edital do processo seletivo.

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Seminário sobre Antropologia reafirma princípios éticos e científicos na Universidade

11/04/2016 17:12

Antropologia Poder e Direitos Tradicionais - Foto Henrique Almeida-5A abertura da segunda parte do Seminário Antropologia, Poder, e Direitos Tradicionais: A CPI que investiga a Funai e Incra começou com a leitura, pela Reitora Roselane Neckel, da nota aprovada pelo Conselho Universitário em dezembro do ano passado, em apoio ao trabalho dos profissionais da Antropologia e à atividade científica. “O elenco de impropérios e acusações infundadas no requerimento da CPI, contra o conhecimento antropológico e a atuação profissional dos antropólogos, revela não apenas total desconhecimento do corpo teórico-metodológico científico e do código de ética de uma disciplina que registra mais de dois séculos de existência. Ele revela também clara intenção de ignorar, depreciar e distorcer a verdade científica produzida de acordo com os códigos e métodos legítimos nas Ciências Sociais, para desvalidar direitos constitucionalmente constituídos”, diz o texto.

A segunda parte do Seminário, realizada na quinta e sexta-feira passadas, dias 7 e 8 de abril, abordou os argumentos presentes na justificativa para instalação da CPI, em relação aos processos de regularização fundiária que realizam para indígenas e comunidades remanescentes de quilombo. O presidente da Associação Brasileira de Antropologia, Antônio Carlos Souza Lima, contextualizou politicamente a CPI a partir do histórico brasileiro, a Assembleia Constituinte de 1987/88 e a sedimentação de poder após o regime militar.

A professora Ilka Boaventura Leite, da Pós-Graduação em Antropologia Social, alertou para a formação de estado de exceção e observou que a Antropologia não se sustenta em bloco único. Para garantir os direitos constitucionais de indígenas e quilombolas e a atividade antropológica, é preciso “descer do palco e trabalhar duro somo sempre fazemos para refinar nossas ferramentas críticas, não tomar posição heróica”, disse. E perguntou: “Quem está perdendo agora para que os relatórios antropológicos sejam alvos de ataques?”.

A professora Maria Dorothea Post Darella, do Museu de Arqueologia e Etnologia, falou sobre o histórico e os critérios de demarcação de terra Guarani em Santa Catarina e a aplicação de conceitos científicos. Oscar Calávia Saez, também da Pós-Graduação em Antropologia Social, afirmou que ese tipo de ataque com CPIs é constante. “Sempre com as mesmas preocupações, divulgam os mesmos tipos de boatos, certamente movidos pelos mesmos interesses”. Para ele, os dirigentes brasileiros “ignoram a população como premissa e só se referem a ela como problema”.

Antropologia Poder e Direitos Tradicionais - Foto Henrique Almeida-15A doutoranda Joziléia Daniza Jagso Inácio Schild e a mestranda Ana Patté, ambas da Pós em Antropologia, subiram à mesa ao final. Joziléia é kaingang e Ana é Laklãnõ/Xokleng. Joziléia lembrou a importância de conhecer os diferentes povos indígenas, suas características, hábitos e organização social. E observou ainda que todas as conquistas e melhoras passam pela terra. “Para ter saúde e educação, tem que ter território. No Rio Grande do Sul é tão grave que somos tratados como invasores em nossa própria terra. É assim que isso é mostrado”, disse.

A primeira parte da programação, realizada entre 14 e 17 de março, discutiu o conhecimento antropológico produzido na UFSC. A TV UFSC fez matéria sobre a mesa da manhã de 8 de abril. É a primeira da edição do UFSC Cidade Revista.

 

 

 

 

 

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Confira o UFSC Cidade Revista

07/07/2015 07:59

Alunos do curso de Jornalismo da UFSC produziram uma reportagem que fala sobre a lei aprovada pela Câmara de Vereadores de Florianópolis que afeta a rotina de pessoas que utilizam a carroça ou outros veículos de tração animal para trabalhar.

Estudantes da UFSC que recebem o auxílio-alimentação emergencial ocupam desde terça-feira à noite o hall de entrada da Reitoria.

As crianças do projeto Baby Basquetebol batem um papo sobre o esporte com o jogador da NBA, Tiago Splitter.

O Núcleo de Estudos de Povos Indígenas promoveu esta semana, na UFSC, o Seminário Universidade e Educação Intercultural Indígena.

Termina no próximo dia 10 o prazo das inscrições para o sorteio de três vagas remanescentes do Núcleo de Desenvolvimento Infantil da UFSC – NDI. 

Tags: basquetebolindígenasjornalismoUFSC Cidade Revista

Próxima edição de “Jornalismo em Debate” discute a cobertura da mídia sobre as questões indígenas

03/05/2012 08:21

A terceira edição deste semestre do programa “Jornalismo em Debate” vai colocar em pauta como os indígenas são retratados na mídia jornalística brasileira. Até o momento, já estão confirmadas as participações do cacique Karai Tataendy, do etnólogo indígena Aldo Litaiff e do jornalista e diretor da FENAJ Antônio Paulo. Esta edição do programa, que tem como título “Todo dia é dia de índio na mídia?”, poderá ser acompanhada ao vivo na próxima terça, dia 8, a partir das 16h, na Rádio Ponto UFSC, em www.radio.ufsc.br.
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UFSC abre inscrições para especialização gratuita em Educação de Jovens e Adultos e Educação na Diversidade

27/12/2010 15:08

Estão abertas até o dia 16 de fevereiro as inscrições para o processo seletivo do Curso de Especialização em Educação de Jovens e Adultos e Educação na Diversidade.

A pós-graduação em nível de especialização será oferecida na modalidade presencial na UFSC. É uma promoção do Departamento de Ciências Contábeis em parceria com o Departamento de Metodologia de Ensino, sendo direcionada a professores da rede pública e que atuam com educação de jovens e adultos e educação para a diversidade.

Financiada pelo Ministério da Educação, a capacitação é gratuita. A proposta está organizada em duas áreas: fundamentos de educação de jovens e adultos e fundamentos da economia solidária. O objetivo é a formação continuada de professores e outros profissionais da educação das redes públicas (prioritariamente), e demais instituições públicas que atuam na educação de jovens, adultos e idosos.

Podem também participar alfabetizadores populares e de instituições carcerárias, de instituições que atendem pessoas
com deficiência, indígenas e demais entidades da diversidade. A coordenação é do professor da UFSC Marcos Laffin.

O edital do curso que será oferecido para a região de Florianópolis está no site www.eja.fepese.ufsc.br/

Mais informações:   / (48) 3721-9383

Tags: diversidadeeducação de jovens e adultosespecializaçãoindígenas