Divulga UFSC – 06/07/2026 – Edição 2537
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Identificação de banheiros inclusivos está prevista na Resolução Normativa nº 181 do Conselho Universitário (Fotos: Gustavo Diehl / Agecom UFSC)
O início da identificação de banheiros inclusivos na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é parte da programação do mês do Orgulho LGBTQIA+, organizada pela Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), por meio da Coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento da Violência de Gênero (CDgen). As primeiras adesivações foram realizadas em um banheiro do térreo do Centro Socioeconômico (CSE) nesta quinta-feira, 18 de junho.
De acordo com a Proafe, a ação possui caráter educativo e institucional, reafirmando o compromisso da Universidade com o respeito à diversidade e à promoção dos direitos humanos. Para o reitor Irineu Manoel de Souza, “a ideia é colocar em todos os banheiros da Universidade orientando que cada estudante, docente e técnico-administrativo, utilize o banheiro de acordo com sua identidade de gênero”.

Iniciativa integra programação do mês do Orgulho LGBTQIA+ e ocorreu em banheiros do Centro Socioeconômico (CSE)
Marilise Luiza Martins dos Reis Sayão, Pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, acrescenta: “A instalação da primeira, de mais ou menos 400 placas, leva adiante mais um aspecto que foi demandado pela Rede Trans da Universidade”. Ela destaca que a iniciativa é uma das exigências da Resolução Normativa n° 181, aprovada pelo Conselho Universitário em 2023.
“Trata-se de uma ação alinhada aos princípios da dignidade da pessoa humana, da não discriminação e da garantia de condições adequadas de permanência e convivência para pessoas trans, travestis e não binárias na UFSC”, diz Marilise.
A programação do mês do Orgulho LGBTQIA+ seguirá com atividades on-line e pode ser acompanhada em sua integralidade no Instagram da CDGEN.

UFSC é a primeira universidade federal a aderir formalmente à Política Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ (Fotos: Divulgação)
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) assinou com a Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ um termo de adesão à Política Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, tornando a Universidade Federal de Santa Catarina a primeira universidade federal brasileira a aderir formalmente à iniciativa.
Esse foi o principal desdobramento da visita de representantes do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), por meio da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, para uma agenda institucional voltada à apresentação da Política Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ e das principais ações desenvolvidas pela Secretaria.
Os encontros ocorreram no dia 11 de junho. No período da manhã, o Secretário Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Hiago Mendes Guimarães, acompanhado de outros integrantes da Secretaria, foram recebidos pelo reitor, professor Irineu Manoel de Souza, e pela vice-reitora, professora Olga Regina Zigelli Garcia. Também participaram da reunião a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, professora Marilise Luíza Martins dos Reis Sayão; a superintendente de Ações Afirmativas e Equidade, Bianca Costa Silva de Souza; o advogado Rodrigo Sartoti; e a estagiária da Coordenadoria de Diversidade de Gênero (CDGEN), Mirê Chagas.

Assinatura ocorreu durante visita de representantes do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC)
Durante o encontro, foram discutidas estratégias de promoção dos direitos da população LGBTQIA+, bem como possibilidades de cooperação entre a Universidade e o Ministério na implementação de políticas públicas voltadas à garantia da cidadania, da inclusão e do enfrentamento às desigualdades.
A cerimônia de assinatura do termo de adesão foi realizada à tarde e contou com a presença dos representantes da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, do reitor, da vice-reitora, da superintendente de Ações Afirmativas e Equidade, Bianca Costa Silva de Souza, do advogado Rodrigo Sartoti e da bolsista da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Lene Bento.
“A adesão reafirma o compromisso institucional da UFSC com a promoção dos direitos humanos, da diversidade, da equidade e da construção de uma universidade cada vez mais inclusiva, democrática e comprometida com o respeito às diferenças”, destaca a vice-reitora Olga Zigelli Garcia.
Arte-educadores autistas graduados e pós-graduandos pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) criaram um espaço de expressão artística para pessoas neuroatípicas, o Projeto Autistar: Oficina de Teatro para Adultos Autistas. A iniciativa realiza encontros mensais gratuitos em Florianópolis até setembro de 2026 e é voltada exclusivamente ao público autista nessa faixa etária.
Iniciado em maio, o Autistar une teatro, acessibilidade, troca e construção de comunidade, promovendo atividades como jogos de improvisação, exercícios corporais e vocais, além de dinâmicas pensadas a partir das vivências neurodivergentes. As oficinas acontecem sempre no primeiro sábado do mês, das 14h às 17h, no centro cultural Casa Vermelha, no bairro Saco dos Limões, em Florianópolis. Cada encontro oferece 10 vagas, com inscrições abertas 15 dias antes de cada oficina por meio de formulário online. As próximas oficinas ocorrem nos dias 6 de junho, 4 de julho, 1º de agosto e 5 de setembro. É possível se inscrever para o encontro do dia 6 de junho neste link.
O projeto é conduzido por Araís Bernardo Jacinto de Araújo e Patrícia Pimenta de Paula, arte-educadores autistas graduados e pós-graduandos pela UFSC e pela Udesc. A proposta surgiu em função da escassez de atividades culturais voltadas para adultos autistas em Florianópolis. De acordo com o grupo promotor do projeto, embora existam iniciativas direcionadas ao público infantil, ainda são poucos os espaços que pensam acessibilidade, pertencimento e criação artística para pessoas autistas adultas. Outras informações no perfil Autistar Artes no Instagram.
O Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) lançou nesta quarta-feira, 6 de maio, o site oficial do evento Fazendo Gênero 14, que terá o tema Corpos-territórios: (eco)feminismos diversais na luta por vidas.
No site é possível obter informações iniciais sobre as inscrições, eixos temáticos, valores, cronograma e editais, além de um desenho inicial da programação do evento, que está em construção. As composições das comissões do evento também estão informadas.
O Fazendo Gênero 14 será realizado no Campus Trindade da UFSC, em Florianópolis, de 26 a 30 de julho de 2027.
O Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publicou na segunda-feira, 27 de abril, uma nota pública em que manifesta “profunda preocupação” diante da aprovação da lei estadual de Santa Catarina (SC) que proíbe a educação sobre igualdade de gênero nas escolas.
“Esta medida é um grave retrocesso no campo dos direitos humanos, da educação democrática e da promoção da igualdade. Ao interditar o debate sobre gênero no espaço escolar, a lei desconsidera décadas de produção acadêmica consolidada, compromissos internacionais assumidos pelo Brasil e, sobretudo, a urgência concreta de enfrentar as desigualdades e violências que atingem mulheres, meninas e pessoas LGBTQIAPN+ em nosso país”, diz um trecho da nota.
Além de um posicionamento crítico em relação à lei aprovada, o IEG também manifesta apoio a ações articuladas entre o Ministério da Educação e o Ministério das Mulheres, voltadas ao enfrentamento da violência de gênero. “Tais políticas públicas reafirmam a centralidade da educação na construção de uma cultura de direitos, respeito e equidade, em consonância com a Lei Maria da Penha e com os princípios constitucionais de dignidade da pessoa humana”.
A Nota está publicada na íntegra no site do IEG. Para mais informações acesse o site do Instituto.
Um estudo pioneiro, de abrangência nacional, liderado por pesquisadoras da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), está mapeando as repercussões da cirurgia de redesignação sexual (CRS) em mulheres trans brasileiras. O projeto Redesignadas envolve a parceria entre o Laboratório de Pesquisas, Tecnologias e Inovação em Enfermagem Psiquiátrica, Atenção Psicossocial e Transgeneridades (MentalTrans), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e o Instituto Nacional de Mulheres Redesignadas (Inamur).
O estudo entrevistou 144 mulheres trans que passaram pelo processo de transgenitalização (conjunto de procedimentos médico-cirúrgicos que visam alinhar o corpo com a identidade de gênero da pessoa trans), com o objetivo de compreender as repercussões da cirurgia na saúde mental e física dessas mulheres. A coleta de dados foi feita por meio de questionários socioeconômicos, entrevistas individuais e grupos focais em cada região do Brasil, ao longo das diferentes etapas do estudo.
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O Dia Nacional da Visibilidade das Pessoas Trans e Travestis, celebrado neste 29 de janeiro, ganha em 2026 um contorno histórico na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC): neste ano, ocorre o ingresso do primeiro grupo de estudantes selecionados pelas cotas para pessoas trans na instituição. Trata-se de um marco que materializa décadas de reivindicações dessa população e consolida a instituição como referência na implementação de políticas de ações afirmativas no Brasil, além de reafirmar o compromisso da UFSC com uma Universidade cada dia mais diversa.
A política de cotas para pessoas trans está fundamentada na Política Institucional de Inclusão de Pessoas Trans (Resolução Normativa 181/CUn/2023), aprovada pelo Conselho Universitário em agosto de 2023, após vários meses de discussões no grupo de trabalho formado para essa finalidade. O GT, na época coordenado pela então Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades (SAAD), envolveu mais de 40 participantes na elaboração da minuta do documento aprovado pelo CUn. A discussão foi precedida e atravessada pela intensa mobilização de estudantes e coletivos trans dentro da Universidade.
A Política abrange a inclusão de pessoas trans nos espaços institucionais da UFSC de forma estruturante, com reserva de vagas em concursos públicos e processos seletivos, acesso prioritário à assistência estudantil e adequação da infraestrutura institucional para garantir a permanência desse público de estudantes. Nos cursos de graduação e pós-graduação, são reservadas 2% das vagas, o que inclui editais de transferências e retornos. Já os concursos públicos passam a ter reserva de 1% das vagas.
A estrutura administrativa da Universidade também foi modificada em favor da implementação de políticas de inclusão de pessoas trans com a transformação da SAAD em Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), em julho de 2022. Pautada no princípio da equidade, a Proafe tem por objetivo desenvolver políticas e ações institucionais, pedagógicas e acadêmicas de promoção das ações afirmativas na Universidade, referentes ao ensino na educação básica, graduação, pós-graduação, pesquisa, extensão, contratação de pessoal e gestão institucional, de modo transversal e em articulação com as demais estruturas universitárias. O recorte inclusivo voltado à população trans fica a cargo da Coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento da Violência de Gênero (CDGEN), espaço institucional de acolhimento, orientação e atendimento às pessoas trans.
Um histórico de resistência e conquistas
A trajetória institucional da UFSC no campo da diversidade não é recente, mas foi acelerada pela mobilização de coletivos e movimentos sociais. Um marco importante é a Resolução Normativa 18/CUn/2012, que assegura o uso do nome social em registros acadêmicos. Outro instrumento normativo de relevo é a Resolução Normativa 199/CUn/2024, que aprimorou o processo de validação das autodeclarações, garantindo segurança jurídica e ética às políticas de cotas.
Outra frente de apoio à inclusão das pessoas trans é a realização de ações com foco no combate à violência simbólica e física. A instituição mantém uma campanha educativa que reafirma o compromisso da Universidade em combater todas as formas de violência e preconceito. Em 2023, foi lançado ainda o Guia de Prevenção e Enfrentamento à Transfobia, que oferece um glossário inclusivo e orientações sobre como proceder em casos de discriminação.
Desde 2019, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a transfobia é crime no Brasil, equiparada à injúria racial. Na UFSC, qualquer ocorrência deve ser denunciada via Plataforma Fala.BR (Ouvidoria). Fora da instituição, as autoridades orientam o uso do Disque 100 ou canais diretos do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.
Sobre o Dia Nacional da Visibilidade de Pessoas Trans
A data de 29 de janeiro remete à ocupação histórica do Congresso Nacional por lideranças trans e travestis, em 2004, acontecimento que conferiu visibilidade inédita às pautas dessa população no âmbito estatal. No mesmo ano, a campanha “Travesti e Respeito” foi lançada em 2004 pelo Ministério da Saúde em articulação com a Associação Nacional de Travestis e Transexuais. Hoje, o debate migra para as salas de aula e laboratórios de pesquisa. Ao abrir as portas para pessoas trans e travestis como sujeitos de direitos e produtoras de saber, a UFSC não apenas corrige uma desigualdade histórica, mas enriquece o ambiente acadêmico com novas perspectivas de mundo.
O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Estudos do Futebol Brasileiro (INCT Futebol) publicou nota de repúdio às declarações do presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, proferidas contra a jornalista Renata Mendonça, do grupo Globo, durante reunião de balanço da temporada 2025 do clube. A jornalista havia criticado a estrutura oferecida às jogadoras do time feminino do Flamengo apesar das boas condições financeiras do clube.
O dirigente, em vez de responder às críticas, mencionou características físicas da jornalista e fez declarações que podem ser interpretadas como banalização da violência contra a mulher.
“Declarações dessa natureza não produzem efeitos isolados. Elas reforçam um ambiente simbólico que naturaliza constrangimentos e assimetrias de gênero, afetando mulheres que atuam no jornalismo, na pesquisa, na gestão e em diferentes esferas do futebol. Por isso, extrapolam o caso individual e dizem respeito ao campo esportivo como um todo”, afirma um trecho da nota.
O INCT Futebol , sediado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), congrega uma rede nacional interdisciplinar de pesquisadores(as) e estudiosos(as) do futebol brasileiro, vinculados a programas de pós-graduação de diversas universidades brasileiras. Atualmente, a professora Carmen Rial, da UFSC, é a coordenadora geral do INCT Futebol.
Veja a íntegra da nota de repúdio.

Jamile Lima ganha o prêmio no Powerlist Mundo Negro – Mulheres Negras Mudam Historia na categoria Empreendedorismo Social (Foto: acervo pessoal)
Do interior da Bahia até o prêmio Powerlist Mundo Negro – Mulheres Negras Mudam Historia, Jamile Lima é premiada na categoria Empreendedorismo Social. A trajetória da intérprete de Libras, pesquisadora e empreendedora social é uma história de representatividade. A UFSC está presente nesta história: Jamile é formada em Letras/Libras e atualmente faz pós-graduação em Gestão do Conhecimento na Universidade. O prêmio, promovido pelo portal Mundo Negro, é concedido por votação popular e celebra mulheres negras que transformam a sociedade com iniciativas de impacto. A empreendedora é fundadora da Interpres, uma empresa de tradução e interpretação de Libras.
“Esse prêmio não é só meu. É de todas as pessoas negras, surdas e neurodivergentes que continuam resistindo e transformando o mundo com o que têm. Eu apenas abri uma porta e quero que muitos outros passem por ela”, conta Jamile.
Para Jamile, o reconhecimento é simbólico: “Quando uma mulher negra, do interior da Bahia, neurodivergente, ganha um prêmio nacional, isso prova que nossos corpos e nossas histórias importam”. Ela dedica o troféu à comunidade surda e a todas as pessoas negras que enfrentam exclusão no meio acadêmico e profissional. “Esse prêmio é sobre abrir caminhos. Quero que meninas negras e pessoas surdas olhem para mim e pensem: se ela conseguiu, eu também posso”.
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A Coordenadoria de Relações Étnico-Raciais (Coema) e a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) convidam a comunidade universitária e a comunidade externa a participar dos eventos do Novembro Negro, durante todo o mês em que se celebra o Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro.
As propostas de atividades e eventos podem ser encaminhadas até 31 de outubro, por meio do formulário on-line disponível na página novembronegro.ufsc.br.
A equipe de natação do Centro de Referência Paralímpico Brasileiro em Florianópolis, instalado no Centro de Desportos da Universidade Federal de Santa Catarina (CDS/UFSC), conquistou 40 medalhas na edição 2025 dos Jogos Abertos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc). As competições de natação reuniram 190 atletas de todo o estado, no sábado e no domingo, 13 e 14 de setembro, em Blumenau.
Os atletas do Centro de Referência representaram as cidades de Florianópolis, Ibirama, São José e Antônio Carlos, disputando 62 provas. Ao todo, conquistaram 40 medalhas: 18 de ouro, 11 de prata e 11 de bronze. Além dos resultados individuais, a equipe celebrou o título de vice-campeã geral masculino na categoria Deficiência Física e o 3º lugar por equipes na categoria Deficiência Auditiva Feminina.
Os centros de referência fazem parte do Plano Estratégico do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), elaborado em 2017 e revisitado em 2021. O objetivo é aproveitar espaços esportivos em estados e diferentes regiões do país para oferecer modalidades paralímpicas. Atualmente, o CPB conta com 72 centros de referência. Na UFSC, o Centro de Referência Paralímpico Brasileiro foi instalado em 2024.
O Laboratório Universitário de Política, Direitos, Conflitos e Antropologia (LUPA), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS/UFSC), ao INCT-InEAC e à REMA, anuncia o 1º Simpósio da LUPA, intitulado “Antropologia, Direitos Humanos e Conflitos: perspectivas contemporâneas”. O evento, gratuito e aberto ao público, será realizado no Campus Trindade da UFSC, entre os dias 10 e 12 de setembro.
Com uma programação que inclui mesas-redondas, conferências e rodas de conversa, o simpósio tem como objetivo reunir estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores da Antropologia de todo o país, além de representantes institucionais e de movimentos sociais. A proposta é fomentar o diálogo sobre temas urgentes na agenda dos direitos humanos, como territórios e retomadas indígenas, violência de estado, tecnologias de vigilância, política de drogas, conservadorismos, sistema prisional e dinâmicas raciais e de gênero.
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas através deste link. Os participantes terão direito a certificado de até 20 horas, mediante o cumprimento da carga horária mínima de 8 horas.
Mais informações no Instagram da Lupa.
O Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) lançou nesta segunda-feira, 14 de julho, o edital com as regras da terceira edição do Prêmio Zahidé Muzart. A iniciativa visa reconhecer e incentivar a produção acadêmica nas áreas de estudos feministas, de gênero, sexualidade, diversidades e interseccionalidades.
Podem participar estudantes de graduação e de pós-graduação da Universidade e de instituições parceiras em Santa Catarina. Além disso, haverá indicação das teses mais marcantes da história do IEG, aberta à participação de núcleos, laboratórios e linhas de pesquisa vinculados ao IEG. Os premiados vão receber certificado, livros de referência na área e divulgação em boletins e redes do IEG/UFSC.
No próximo dia 9 de junho, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realizará o lançamento do guia “Direitos diante da Violência Política contra Mulheres”, uma publicação que aborda os desafios enfrentados por mulheres nos espaços de poder e liderança, além de propor estratégias para o enfrentamento da violência de gênero no cenário político. O evento inicia a partir das 18h, no Espaço Cultural Gênero e Diversidades (ECGD), no campus de Florianópolis, no bairro Trindade. A entrada é gratuita.
A obra é fruto de uma pesquisa realizada pela Cátedra Antonieta de Barros: Educação para a Igualdade Racial, com financiamento da Secretaria Nacional de Articulação Institucional, Ações Temáticas e Participação Política do Ministério das Mulheres. Inspirada na marcante fala da ex-presidenta Dilma Rousseff — “É verdade: eu sou uma mulher dura cercada de homens meigos” —, a publicação evidencia os obstáculos enfrentados por mulheres em cargos de liderança e propõe caminhos para construir ambientes políticos mais seguros e igualitários.
O guia destaca os impactos da violência acumulada sobre mulheres que enfrentam múltiplas opressões, como racismo, machismo, capacitismo e LGBTQIA+fobia. Com foco em mulheres negras, indígenas, LGBTQIA+, com deficiência, ciganas e de comunidades periféricas, a publicação reforça a necessidade de políticas públicas efetivas, mudanças culturais profundas e medidas protetivas contínuas para combater essas desigualdades.
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Estudantes da UFSC e professores da UNAM que os receberam para estágio sanduíche. Fotos: divulgação
Entre os dias 26 de novembro e 6 de dezembro deste ano, a professora e vice-reitora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Joana Célia dos Passos, embarcou em uma missão de trabalho na Cidade do México. A iniciativa, vinculada ao Projeto Cátedra Antonieta de Barros: Educação para a Igualdade Racial e o Combate ao Racismo, recebeu recursos do Programa de Desenvolvimento Acadêmico Abdias Nascimento, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O objetivo central, relata Joana, é “fortalecer e internacionalizar os programas de pesquisa e de pós-graduação, por meio da mobilidade de docentes e discentes, promovendo um intercâmbio acadêmico que visa à construção de um conhecimento mais inclusivo e diversificado”.
O referido Programa, conforme Edital nº 16 da Capes, “destina-se à formação e capacitação de estudantes autodeclarados pretos, pardos, indígenas e estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades, com elevada qualificação em universidades, instituições de educação profissional e tecnológica e centros de pesquisa no Brasil e no exterior, de excelência.”
Durante a missão, Joana Célia se dedicou a realizar atividades acadêmicas focadas nas desigualdades raciais e de gênero na América Latina. A intenção era não apenas estreitar as relações interinstitucionais entre a UFSC e a Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM), mas, sobretudo, contribuir para a produção e ampliação de conhecimentos nas áreas de interesse do projeto. Dentre as interações, a professora também participou de reuniões com as equipes diretoras do Centro de Humanidades da UNAM e do Programa Universitário de Estudos da Diversidade Cultural e da Interculturalidade (PUIC).
Entre os destaques da agenda, Joana participou do XVI Colóquio Internacional Afroindoamérica 2024, que ocorreu na Universidade Autônoma Metropolitana (UAM), onde apresentou a conferência de abertura sobre Cultura Acadêmica, Racismo e Diversidade. Durante a cerimônia, ela foi homenageada pela Red Global Antirracista e recebeu um certificado que reconhece sua incansável dedicação a comunidades afrodescendentes. Este reconhecimento é um indicativo do impacto positivo que seu trabalho tem gerado em prol da igualdade racial.
Interações políticas e acadêmicas
A viagem da vice-reitora foi marcada por uma série de atividades institucionais que incluíram a participação em conferências internacionais e reuniões com figuras políticas mexicanas. No dia 29 de novembro, Joana Célia foi convidada a participar da Conferência Internacional sobre a Plataforma Conceitual para a Transformação Global, realizada no Senado da República do México. Esta conferência se alinha diretamente ao seu projeto de pesquisa sobre Participação Política e Enfrentamento às Violências de Gênero e Raça na América Latina e Caribe. O aprofundamento das discussões sobre políticas de gênero e raça é crucial para o fortalecimento da presença feminina, negra, indígena e LGBTQIA+ nos espaços políticos latinos.
Ainda durante a missão, Joana conduziu entrevistas com senadoras de diferentes estados do México, discutindo ações afirmativas voltadas para a comunidade LGBTTIQA+ e a população afromexicana. As interações com as senadoras Beatriz Mójica Morga e Edith López Hernández, com pesquisadores(as) e ativistas antirracistas, foram fundamentais para articular agendas comuns de combate ao racismo e a desigualdade de gênero.
A missão da vice-reitora também incluiu a apresentação de estudos comparativos entre Brasil e México, realizados por estudantes da UFSC em estágio sanduíche na UNAM. No dia 2 de dezembro, em reunião no auditório Arturo Warman do PUIC/UNAM, os bolsistas compartilharam suas experiências e avanços na pesquisa. A troca de conhecimentos entre os estudantes fortaleceu não apenas suas respectivas formações acadêmicas, mas também estabeleceu uma rede de colaboração entre as instituições de ensino.
A culminância da missão se deu em atividades que visaram a criação de parcerias estratégicas com a Coordenação de Humanidades da UNAM e a UAM. A professora Joana se reuniu com autoridades acadêmicas para discutir convênios que poderiam integrar mais instituições brasileiras ao projeto, promovendo um intercâmbio acadêmico ainda mais robusto.
A presença da professora da UFSC no México não foi apenas uma oportunidade de fortalecer laços institucionais, mas também um passo significativo na luta pela igualdade racial e de gênero. A UNAM, reconhecida como uma das universidades mais antiga e importante da América Latina, alinha-se aos ideais de inclusão e diversidade, reafirmando seu compromisso em promover um espaço acadêmico que dialogue com as diversas culturas e etnias que compõem a região.
Com mais de 300 mil estudantes ingressantes por ano, a UNAM tem a responsabilidade de enfrentar os desafios contemporâneos, buscando soluções para as desigualdades sociais que permeiam a sociedade. A colaboração entre a UFSC e a UNAM exemplifica como o intercâmbio acadêmico pode contribuir para a construção de um mundo mais justo e solidário. A missão em questão situa-se como uma contribuição valiosa para um futuro em que a diversidade é celebrada e as vozes marginalizadas são ouvidas e respeitadas.
Rosiani Bion de Almeida | imprensa.gr@contato.ufsc.br
Coordenadoria de Imprensa do GR | UFSC
A servidora Karina Marcelino, assistente em administração lotada na Coordenadoria de Capacitação de Pessoas (CCP) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), participou como speaker na última edição do TEDx Udesc, promovido pela Universidade do Estado de Santa Catarina. O tema do evento deste ano foi “Pontes” e a palestra de Karina foi realizada no dia 19 de novembro, no Centro Integrado de Cultura (CIC), no bairro Agronômica, em Florianópolis.
Atualmente afastada para cursar o doutorado, a servidora explica que a fala abordou sua área de pesquisa. A apresentação teve como propósito buscar a reflexão sobre a importância de reconhecer e valorizar a diversidade em todos os seus aspectos (raças, gêneros, deficiências…) e como empatia, alteridade e ações inclusivas podem transformar a sociedade, promovendo igualdade e equidade.
> Confira a apresentação no TEDx Udesc:
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![]() Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) | www.divulga.ufsc.br – 06/12/2023 – Edição 2154 |
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| Professora da UFSC vence prêmio Jabuti com tradução de obra de James Joyce
A professora Dirce Waltrick do Amarante, do curso de Artes Cênicas e da Pós-Graduação em Estudos da Tradução e um grupo de autores do Coletivo Finnegans venceu o prêmio Jabuti na categoria Tradução com a obra “Finnegans Rivolta”, do romancista e poeta James Joyce. O resultado foi divulgado na noite desta quinta-feira, 5 de dezembro. A docente foi a organizadora da obra e tem livros publicados na área de tradução, teoria literária, teatro e literatura infantil e juvenil. “Prêmios dão visibilidade ao trabalho, à proposta de trabalho. Não é a primeira vez que sou premiada por trabalhos que envolvem tradução e James Joyce – tenho alguns livros publicados a respeito do autor e de sua obra. Mas é a primeira vez que sou premiada coletivamente e isso me deixa bastante feliz”, comenta. O livro tem 720 páginas e pode ser encontrado aqui. Continue a leitura >>. |
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| Editora da UFSC divulga vencedor de concurso de Romance
A Editora da UFSC (EdUFSC) divulgou o resultado do Concurso Grupo Sul e o Modernismo Catarinense – Romance (2022/23). Dos 21 romances inscrições, a obra “Labirintos do poder”. de Pedro Henrique Magalhães (pseudônimo) foi o primeiro colocado. O romance vencedor será publicado pela EdUFSC. Confira aqui o resultado do concurso. |
Coral da UFSC comemora 60 anos com apresentação amanhã
O Coral da UFSC apresentará nesta quinta-feira, 7 de dezembro, às 19h no Teatro Carmen Fossari, o concerto em celebração dos seus 60 anos de atuação. A apresentação integra a programação de atividades em comemoração aos 63 anos UFSC. O evento é gratuito e aberto à comunidade, com entrada liberada por ordem de chegada. Continue a leitura >>. |
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Pesquisa
O Coletivo Veias Abertas, projeto do Instituto de Estudos Latino-Americanos da UFSC (IELA), promove o lançamento do e-book “Guia de estudos antirracistas para assistentes sociais e demais interessados/as/es”, nesta quarta-feira, dia 6 de dezembro, às 19h, no auditório do Centro Socioeconômico (CSE). Os participantes têm direito a certificado de 2 horas. Mais informações no Instagram do Coletivo Veias Abertas ou pelo e-mail projetopraxisantirracista@gmail.com.
Alunas do curso de Jornalismo vencem prêmio com TCC sobre Constelação Familiar As jornalistas Jullia Gouveia e Karoline Bernardi, recém graduadas pelo curso de Jornalismo da UFSC, venceram o Prêmio Livre.jor de Jornalismo-Mosca 2023 na categoria Universitária. As profissionais concorreram com o trabalho de conclusão de curso “Laços de Família: a presença da Constelação Familiar nas instituições públicas brasileiras“. Jullia e Karoline produziram uma série de reportagens multimídia com um levantamento inédito que denuncia que a aplicação de Constelação Familiar no sistema Judiciário brasileiro já custou, pelo menos, R$ 2,6 milhões aos cofres públicos. Além disso, o trabalho também expõe as mais de 24 mil sessões da prática aplicadas no SUS. Mais informações aqui. Extensão
O Programa de Pós-Graduação em Administração da UFSC (PPGAdm) promove o Seminário Celebração 45 Anos (PPGAdm). A atividade ocorre nesta quinta-feira, 7 de dezembro, às 16h, no auditório do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ). A programação terá a abertura com o reitor da UFSC, professor Irineu Manoel de Souza, às 16h, seguida de homenagens Memória Viva: Diálogos entre Docentes, Discentes e Egressos, e às 18h30 a confraternização. A participação é gratuita e não necessita de inscrição prévia. Mais informações no site do PPGAdm, Instagram, e no site DeOlhoNaIlha.
Futuro da Microeletrônica no Brasil é tema de evento nesta sexta O Laboratório de Computação Embarcada da UFSC (ECL – Embedded Computing Lab) promove nesta sexta-feira, 8 de dezembro, a “Conversa sobre o futuro da Microeletrônica no Brasil”. O evento ocorre das 9h às 10h, no Prédio do INE (Departamento de Informática e Estatística), sala 105. A atividade é gratuita e não necessita de inscrições prévias. Mais informações através deste link.
Laboratório de enfermagem promove encontro de professores, alunos e egressos O Laboratório de Pesquisa sobre Trabalho, Ética, Saúde e Enfermagem (Práxis) organiza um encontro nesta quinta-feira, 7 de dezembro, no auditório do Sindicato dos Professores das Universidades Federais de Santa Catarina (Apufsc), em comemoração aos seus 30 anos. Haverá transmissão ao vivo pelo canal da Práxis no YouTube. Mais informações no site do Laboratório. Cultura
O Cine Ciência exibe hoje o filme “Estrelas Além do Tempo”, dirigido por Theodore Melfi. A atividade ocorre às 19h, no auditório Elke Hering, na Biblioteca Universitária (BU), no campus Trindade. O evento é gratuito e aberto a todos. Mais informações pelo Instagram @cinecienciaufsc e pelo e-mail cinecienciaufscoficial@gmail.com. Acompanhe outras notícias da UFSC UFSC na mídia Confira a programação da TV UFSC
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Mirê, Mariana e Melina têm muito mais em comum do que a inicial dos seus nomes e um percurso marcado por lutas e pioneirismo. As três, partes ativas e atuantes de uma rede que nasceu de um coletivo de estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), são também fundadoras de um movimento intelectual com trabalhos sobre suas condições identitárias e pertencimento social como pessoas trans.
Ao mesmo tempo em que desenvolviam os estudos – marcados por uma ausência de referenciais teóricos de pessoas trans -, articulavam sua militância na Rede Trans – a rede de estudantes trans, travestis e não binárias da UFSC. No mês de junho – celebrado como o mês do Orgulho LGBTQIAPN+ – foram homenageadas com um post no Instagram ressaltando seus papéis em processos de mobilização, luta e resistência que resultaram, entre outras coisas, na política de acesso, inclusão e permanência para pessoas trans, travestis e não binárias da instituição.
As hoje assistentes sociais Mirê Chagas e Mariana Franco também foram pioneiras em outra frente: pela primeira vez em sua história uma turma da UFSC diplomou duas estudantes trans. “Acredito que a escassez das produções em relação aos trabalhos que trazem a questão da transgeneridade nas universidades federais se dá a partir da falta de pessoas trans dentro desses espaços de formação crítica e de ensino superior”, pontua Mirê, formada no curso de Serviço Social.
Ela defendeu o trabalho de conclusão de curso intitulado Trans-cidadanias: corpos políticos e a desproteção do Estado brasileiro, sob orientação da professora Maria Regina de Ávila. “A ideia de escrever este trabalho surge a partir do momento em que eu começo a realizar a transição de gênero e me surge ideias acerca do quão o Estado brasileiro não cumpre com a relação de proteção desses corpus políticos que são os nossos corpos trans e negros”, registra.
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Nesta quarta-feira, 22 de novembro, o palco do Projeto 12:30 recebe o show da artista Mana Moa Mc. A apresentação tem início às 12h30 e integra a programação do Novembro Negro na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A atividade é gratuita, aberta à comunidade e acontece na Praça da Cidadania, no campus da Trindade em Florianópolis.
Mana Moa é ativa no movimento Hip Hop em Florianópolis e seu trabalho tem como característica a luta por direitos e equidade social. Nos últimos 8 anos de carreira, recebeu diversos convites para apresentações em eventos e aberturas de shows nacionais. Entre eles: Racionais MC’s; Djonga Junior Dread; banda Groovii; Cris SNJ; Síntese; entre outros artistas relevantes da cena cultural brasileira.
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O 14º Festival Internacional de Teatro de Animação (14º FITA) ocorre de 4 a 19 de novembro, em três regiões de Santa Catarina: Grande Florianópolis, Sul e Meio-oeste do Estado. A programação tem espetáculos de teatro de animação nacionais e internacionais, oficinas, bate-papos, mesa redonda e Mostra Pequenas Cenas, com participação de alunos de instituições públicas. “O FITA volta com força total em sua 14ª edição, com espetáculos de inquestionável qualidade, todos com acesso gratuito, democratizando acesso à arte e à cultura para todos, inclusive para os professores e seus alunos, que podem agendar a ida de turmas ao teatro”, afirma Zélia Sabino, coordenadora do FITA.
O objetivo do evento é levar o teatro presencialmente para o público e promover o encontro por meio da arte. O festival recebe apoio institucional da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da Universidade Federal de Santa Catarina (Secarte), do Departamento Artístico Cultural, do Centro de Comunicação e Expressão e do Departamento de Artes Cênicas. A programação é toda gratuita e aberta ao público, com atividades ocorrendo nos espaços da UFSC (leia mais abaixo).
“Os encontros promovidos pelo FITA apreendem espectadores de todas as idades (crianças, adolescentes, jovens e adultos), estimulando a imaginação, a idealização de sonhos e novas esperanças de um mundo melhor. E a efusão cultural provocada nas cidades que o festival acontece também apoia na formação de plateia, tão importante para os artistas e para a sociedade de forma geral”, afirma Gustavo Bieberbach, um dos coordenadores do FITA.
“Além do Tempo” é o nome da exposição fotográfica que acontece na Biblioteca Central da Universidade de Santa Catarina (UFSC) até o dia 30 de junho. O projeto é realizado pelo artista Gabriel Bortolozzo, que busca fazer recortes de décadas entre 1920 e 2020, tendo como inspiração personalidades LGBTQIA+ que se destacaram no cenário social e cultural.
A exposição tem como objetivo o processo de criação de um ensaio fotográfico com o movimento LGBTQIA+, além de pessoas aliadas, tendo como tema a ideia de LGBTQIA+ para além do tempo.
A III Feira de Fungos e Cogumelos acontece na próxima segunda-feira, 5 de junho, das 13h30 até as 17h, no hall do auditório do Centro de Ciências Biológicas (CCB), no Campus de Florianópolis da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A feira é promovida semestralmente como parte da disciplina de Micologia. Os protagonistas dos trabalhos apresentados são estudantes que estão cursando a disciplina naquele semestre. O evento é aberto a toda comunidade e não é necessário realizar inscrição para participar.
A feira expõe trabalhos individuais desenvolvidos ao longo do semestre. O objetivo é mostrar aspectos dos fungos de forma variada e lúdica, fazendo uma explanação do tema escolhido adaptado à quem visitar o evento. Nesse exercício, os estudantes precisam pensar no público diverso que pode passar pela feira e adaptar a linguagem, de forma sempre cientificamente correta, para apresentar o tema para qualquer pessoa que tenha curiosidade para saber mais sobre o Reino Fungi.
A Feira de Fungos e Cogumelos está aberta à visitação de turmas de escolas e para que professores que tenham interesse no tema, para que possam usar o assunto em sala de aula.
Mais informações na página do laboratório e no Instagram.

Goalball é a única modalidade paralímpica criada originalmente para pessoas com deficiência visual (Fotos: Robson Ribeiro / Secom)
Levar o nome da instituição e do Estado para as competições. Esse é o lema de Cheila Aguiar dos Santos, uma das alunas do projeto de extensão de treinamento de goalball para deficientes visuais, oferecido pelo Centro de Desportos (CDS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), no Campus da Trindade, em Florianópolis.
A competidora conta que, antes de começar a participar dos treinos, sentia muita dificuldade para dormir devido à insônia. Com o incremento da atividade física na rotina semanal ela conseguiu melhorar a qualidade do sono, ganhar mais força e resistência. Além do benefício para a saúde, junto à equipe Cheila alcançou também o pódio e hoje coleciona ao menos oito medalhas. A última foi conquistada na Copa Sul de Goalball, disputada na cidade de Xanxerê, em 25 e 26 de março. “Eu nem acreditei que iríamos chegar em segundo lugar, porque foi somente um mês de treino, então para mim foi bem gratificante”, afirma.
Ao todo, neste semestre, além do goalball, são ofertadas à comunidade universitária com algum tipo de deficiência outras quatro modalidades: handebol, tênis, natação e atletismo. Crianças com autismo também podem participar das atividades de iniciação esportiva em práticas corporais. As ações são uma parceria entre a Universidade e a Associação Catarinense de Esportes Adaptados (Acesa).
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O Restaurante Universitário (RU) do Campus de Florianópolis da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), no bairro da Trindade, terá um cardápio especial em celebração ao Dia dos Povos Indígenas, na quarta-feira, 19 de abril.
O estudante indígena Laklãnõ/Xokleng Djeimi Camlem foi ao RU na última quinta-feira, 13 de abril, onde ensinou a chef do restaurante a preparar o totol (pronuncia-se totolo), um dos pratos que será servido no dia 19. O cardápio completo você encontra no site.
Totol é um prato bem simples do povo Laklãnõ/Xokleng, uma espécie de cuscuz à base de fubá, água, sal e uma pitada de azeite, preparado na panela. Pode ser servido sobre ty (folhas de caetê) ou no prato, com klágnē (carne) ou kagklo (peixe).
>> Assista ao vídeo do preparo: