Divulga UFSC – 14/09/2026 – Edição 2570
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A Universidade Federal de Santa Catarina foi destaque no Prêmio CAPES de Tese – Edição 2026, conquistando dois prêmios e uma menção honrosa em diferentes áreas do conhecimento. Foram reconhecidos os pesquisadores Guilherme Fidelis Peixer, da área de Engenharia Mecânica, e Camila Pereira Bruzinga, de Aquicultura. Philipi Cavalcanti Ricardo foi agraciado com menção honrosa em Ciência e Engenharia de Materiais.
O Prêmio CAPES é um dos mais importantes da ciência nacional, pois reconhece trabalhos de doutorado considerados de destaque em 50 áreas de avaliação da pós-graduação brasileira. A lista reúne pesquisas desenvolvidas em diferentes regiões do país e contempla temas que vão da biotecnologia e inteligência artificial à educação, meio ambiente, saúde, direitos humanos e ciências sociais.
A distinção também referencia os programas de pós-graduação e os orientadores dos trabalhos, que acompanham as produções científicas celebradas pelo órgão de fomento. Para realizar a seleção, a CAPES constituiu comissões específicas formadas por representantes das 50 áreas de avaliação. O resultado divulgado contempla um vencedor em cada área.
No caso dos trabalhos da UFSC, os programas de pós-graduação que deram origem às teses são qualificados com conceitos de excelência junto ao sistema de avaliação da Capes. O PPG de Ciência e Engenharia de Materiais tem nota 7, o conceito de excelência; Aquicultura nota 6, destacando-se dentre os melhores do país; e o de Engenharia Mecânica, nota 5, de elevado padrão.
Os trabalhos premiados da UFSC
Engenharia Mecânica
Optimization of the performance of magnetic refrigeration systems using artificial intelligence – Guilherme Fidelis Peixer, orientado por Jader Riso Barbosa Jr., com co-orientação de Jaime Lozano Cadena.
Aquicultura
Desenvolvimento de produto nanoestruturado contendo astaxantina e ácidos graxos de origem vegetal e sua aplicação no arraçoamento e performance de Penaeus vannamei – Camila Pereira Bruzinga, orientada por Marcelo Maraschin.
Ciência e Engenharia de Materiais (Menção Honrosa)
Síntese verde de nanopartículas de ouro e pontos quânticos de grafeno: estabilidade coloidal e aplicação em sensores eletroquímicos – Philipi Cavalcante Ricardo, orientado por Márcio Celso Fredel, com co-orientação de Filipe Samuel Silva.
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O egresso do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Ciências Mecânicas e engenheiro civil de infraestrura formado pela UFSC, Rafael Cristyan Fronza, foi o vencedor do Prêmio João Menescal Fabrício, edição 2026, concedido à Melhor Dissertação desenvolvida no âmbito das universidades brasileiras, na área de Asfaltos, pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP).
A pesquisa intitulada Estudo da Formulação e Avaliação do Desempenho à Deformação Permanente de Misturas Asfálticas de Módulo Elevado Utilizando Ligante Asfáltico Altamente Modificado HiMA foi orientada pelo professor Breno Salgado Barra e executada nas instalações do Laboratório de Desenvolvimento e Tecnologia em Pavimentação (LDTPav), do Campus da UFSC Joinville.
A dissertação abordou o desenvolvimento de misturas asfálticas do tipo Enrobé à Module Élevé (EME), para utilização em camadas de base e sub-base nas estruturas de pavimento, com enfoque inédito na aplicação de uma matriz betuminosa de elevado desempenho mecânico e reológico denominada Highly Modified Asphalt (HiMA).
A inovação conta com arranjo da cadeia molecular composto pelo polímero Estireno-Butadieno-Estireno (SBS), formulado em parceria com a multinacional Kraton Polymers, na França, com a Rudnick Minérios, de Joinville e com a distribuidora CBB Asfaltos, de Curitiba. As parcerias forneceram os insumos da pesquisa.
Outro fator de destaque do estudo foi o fato de utilizar níveis de formulação da metodologia francesa, considerada de vanguarda científica mundial, com adaptação ao contexto produtivo e de aplicação à realidade do mercado brasileiro.
A pesquisa foi realizada no âmbito do Termo de Execução Descentralizada (TED) nº 702/2020, celebrado entre a UFSC e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), intitulado “Avaliação do Comportamento Viscoelástico Linear de Misturas Asfálticas no Dimensionamento de Pavimentos Rodoviários Submetidos a Carregamento Dinâmico”, tendo o LDTPav atuado em representação ao Campus UFSC/Joinville.
Com informações da UFSC Joinville
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O Cine Paredão, projeto de extensão da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi reconhecido pelo Ministério da Cultura (MinC) como Ponto de Cultura. A conquista, que certifica grupos, coletivos e entidades sem fins lucrativos que realizam ações culturais diretamente nas comunidades, é resultado de um esforço conjunto do egresso do Curso de Cinema Eduardo Gonçalves Dias e da professora Clélia Mello, coordenadora do Cine Paredão.
A certificação do MinC ocorre por meio do Cadastro Nacional de Pontos e Pontões de Cultura, ferramenta oficial da Política Nacional de Cultura Viva (PNCV) integrada ao Mapa da Cultura. Fundamentado pela Lei nº 13.018/2014 e pelas Instruções Normativas nº 08/2016 e nº 12/2024, o processo avalia o histórico e o impacto das entidades. Após a aprovação por uma comissão, é emitido um certificado digital pela Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural, integrando o projeto ao mapa georreferenciado da Rede Cultura Viva.
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Arte-educadores autistas graduados e pós-graduandos pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) criaram um espaço de expressão artística para pessoas neuroatípicas, o Projeto Autistar: Oficina de Teatro para Adultos Autistas. A iniciativa realiza encontros mensais gratuitos em Florianópolis até setembro de 2026 e é voltada exclusivamente ao público autista nessa faixa etária.
Iniciado em maio, o Autistar une teatro, acessibilidade, troca e construção de comunidade, promovendo atividades como jogos de improvisação, exercícios corporais e vocais, além de dinâmicas pensadas a partir das vivências neurodivergentes. As oficinas acontecem sempre no primeiro sábado do mês, das 14h às 17h, no centro cultural Casa Vermelha, no bairro Saco dos Limões, em Florianópolis. Cada encontro oferece 10 vagas, com inscrições abertas 15 dias antes de cada oficina por meio de formulário online. As próximas oficinas ocorrem nos dias 6 de junho, 4 de julho, 1º de agosto e 5 de setembro. É possível se inscrever para o encontro do dia 6 de junho neste link.
O projeto é conduzido por Araís Bernardo Jacinto de Araújo e Patrícia Pimenta de Paula, arte-educadores autistas graduados e pós-graduandos pela UFSC e pela Udesc. A proposta surgiu em função da escassez de atividades culturais voltadas para adultos autistas em Florianópolis. De acordo com o grupo promotor do projeto, embora existam iniciativas direcionadas ao público infantil, ainda são poucos os espaços que pensam acessibilidade, pertencimento e criação artística para pessoas autistas adultas. Outras informações no perfil Autistar Artes no Instagram.
O professor Álvaro Reinaldo de Souza, ex-servidor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), receberá o título de professor emérito da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). A solenidade de entrega ocorrerá no dia 15 de maio, no auditório da Escola de Nutrição, no Rio de Janeiro.
Álvaro Reinaldo de Souza construiu sua formação acadêmica na UFSC, na área do Direito, tendo concluído o curso de graduação em 1974 e o de mestrado em 1982. Em 2002, obteve o título de doutor com a tese intutulada “Povos indígenas: minorias étnicas e eficiência dos direitos constitucionais no Brasil”.
Entre 1980 e 1989, Souza foi professor no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), onde ministrou aulas na disciplina Estudos de Problemas Brasileiros (EPB). Neste período, entre 1980 e 1982, exerceu o cargo de procurador-geral da UFSC, na gestão do reitor Ernani Bayer.
A partir de 1989, começou a lecionar em universidades do estado do Rio de Janeiro. Até 1993, foi professor adjunto da Universidade Federal Fluminense (UFF), no curso de Direito, tendo exercido a função de Coordenador de pós-graduação em Direito da Administração.
Em 1993, ingressou como professor titular na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), onde ocupou os cargos de diretor da Escola de Ciências Jurídicas (1993/1996 e 2000/2002); chefe de Departamento (1993-1994 e 2019/2022); membro do Conselho Universitário e do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Direito.

Resultados da pesquisa realizada pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental e Atenção Psicossocial da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Uma pesquisa conduzida pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental e Atenção Psicossocial da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), entre os egressos do mestrado, indicou que 66,7% deles tiveram aumento salarial após a conclusão da pós.
A pesquisa teve como objetivo compreender melhor o percurso dos egressos após a conclusão do curso de mestrado. O formulário foi respondido por 54 egressos, cujas respostas permitem traçar um panorama dos resultados do programa de pós-graduação.
Na atuação no SUS, os números indicam que quatro entre dez formados trabalha na atenção primária à saúde.
Os resultados também mostram como os cargos de liderança e gestão estão distribuídos. Segundo a pesquisa, 22,2% dos participantes disseram já ter posições de gestão, enquanto a maioria, que corresponde a 77,8%, nunca teve esse tipo de função.
Entre as funções ocupadas estão chefias de unidades de saúde mental do Hospital Universitário (HU), coordenação de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e CAPS infantojuvenil, além de cargos em serviços de saúde do servidor e gerências da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Não são consideradas atividades acadêmicas, como coordenação de cursos ou chefias de departamento.
O levantamento também mostrou como as dissertações estão distribuídas entre as linhas de pesquisa do programa. Uma das áreas mais exploradas pelos estudantes foi a de política, sistemas, programas e serviços de saúde mental, além do tema do uso e abuso de substâncias.

Thomas Pereira Klen, egresso do Curso de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFSC. Foto: Divulgação
Thomas Pereira Klen, egresso do curso de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) participa de um painel sobre neutralização de carbono na blue zone da COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática que acontece em Belém, no Pará. O engenheiro é um dos quatro palestrantes na mesa sobre cooperação Sul-Sul e estratégias conjuntas para acelerar a ação climática rumo à neutralidade de carbono, que ocorre na tarde desta segunda-feira, 10 de novembro, primeiro dia da COP30.
O convite para sua participação veio pelo reconhecimento de seu trabalho em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade do Pará (SEMAS).
Acesse a notícia no Portal da NSC.
No dia 14 de novembro, Klen irá participar, também, do painel “Descarbonização e economia circular no agro: o papel do Cefenp na inovação sustentável”, no green zone da conferência.

Mateus Rebouças Nascimento recebendo o prêmio Editor do Futuro durante o ABEC Meeting 2025. Foto: João Marcos Veiga/Divulgação.
Mateus Rebouças Nascimento, professor da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) e egresso do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal de Santa Catarina (PGCin/UFSC), recebeu o prêmio Jürgen Döbereiner da Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC Brasil) na categoria Editor do Futuro. A premiação ocorreu durante a celebração dos 40 anos da ABEC Brasil, no ABEC Meeting 2025, em João Pessoa (Paraíba). O evento é o principal fórum anual que reúne editores científicos e profissionais da área para debater e compartilhar conhecimentos sobre a publicação acadêmica no Brasil.
Mateus foi discente do mestrado e doutorado do PGCin de 2020 a 2025, desenvolvendo pesquisas relacionadas a indicadores de avaliação da pós-graduação da Capes na área de Ciência da Informação, e visibilidade para produção científica de pesquisadores da área. Suas pesquisas foram orientadas pelo professor Adilson Luiz Pinto.
O prêmio, que é promovido anualmente pela ABEC Brasil desde 2001, homenageia Jürgen Döbereiner, fundador e primeiro presidente da ABEC Brasil. Sua trajetória sintetiza o espírito da premiação de valorizar quem reconhece, na comunicação científica, um compromisso de longo prazo com a qualidade e o avanço da pesquisa. A comissão julgadora foi composta por pesquisadores brasileiros e internacionais, vinculados à Universidad Carlos III, de Madrid, Universidad de la República, de Uruguai, Universidade Estadual de Maringá (UEM), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC).
Mais informações na página do ABEC Meeting 2025.
Willian Moura, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução da Universidade Federal de Santa Catarina (PGET/UFSC) atuou na tradução para dublagem da série Medo Real (True Haunting), lançada recentemente na Netflix. Willian participou da segunda edição do curso Translation and Adaptation for Dubbing, promovido pela Netflix em parceria com a University College London, da Inglaterra, e foi selecionado para integrar o time de tradutores responsáveis por adaptar para o português brasileiro produções originais da empresa.
Em 2023, Willian realizou doutorado sanduíche no exterior com bolsa concedida pelo Programa Capes-PrInt, no âmbito do projeto Tradução, Tradição e Inovação, coordenado pela professora Andréia Guerini, do PGET. Durante sua estadia na Universitat Autònoma de Barcelona, na Espanha, o doutorando estabeleceu contatos por meio das atividades de seu grupo de pesquisa, o que resultou em sua participação na segunda edição do curso “Translation and Adaptation for Dubbing”, promovido pela Netflix em parceria com a University College London, da Inglaterra.
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Duas teses desenvolvidas na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foram premiadas no XII Congresso Brasileiro de Telessaúde e Saúde Digital – CBTMS 2025, realizado em 16 e 17 de outubro, no Rio de Janeiro.
O estudo PROV-Health: método para gerenciamento de dados de proveniência em sistemas de informação em saúde, de autoria de Márcio José Sembay com a orientação de Douglas Macedo, ficou em primeiro lugar na categoria Melhor Tese no Prêmio Professor György Miklós Böhm, criado pela Associação Brasileira de Telemedicina e Telessaúde (ABTMS). A tese foi realizada no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Informação (PGCIN/UFSC).
Em segundo lugar no prêmio ficou a pesquisa Enfermagem de precisão e inteligência artificial: variáveis preditoras e modelos de decisão da internação de pacientes infectados pela COVID-19 em Unidade de Terapia Intensiva, desenvolvida por Greici Capellari Fabrizzio, com orientação de Alacoque Lorenzini Erdmann. A pesquisa foi realizada no Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGENF/UFSC).
Sistemas de informação em saúde
A tese de Márcio, desenvolvida no Laboratório de Telemedicina (LabTelemed) da UFSC, aborda a complexidade dos Sistemas de Informação em Saúde (SIS), que armazenam grandes volumes de dados em seus repositórios descentralizados, tornando um desafio o gerenciamento e a interoperabilidade desses dados.

As jornalistas Isadora Camello e Juliana Carvalho, criadoras do Portal Sága. Foto: Divulgação/Agecom/UFSC
O jornalismo e a literatura independente se encontram no lançamento do Portal para literatura independente, iniciativa criada pelas jornalistas Isadora Camello e Juliana Carvalho, egressas do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O evento será realizado na terça-feira, 21 de outubro de 2025, às 19h, no Pátio Milano, em Florianópolis, com entrada gratuita.
A programação contará com uma roda de conversa com a escritora catarinense Marina Hadlich, mediada pelas idealizadoras do projeto. O encontro propõe um diálogo sobre os desafios e o potencial da literatura independente no Brasil, além de apresentar o Sága, portal dedicado à cobertura crítica, entrevistas e reportagens sobre autores, editoras e projetos literários fora do circuito comercial.
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Egressa e mestranda em Direito pela UFSC, Catherine Oliveira Araujo. Foto: reprodução/acervo pessoal
Catherine Oliveira Araujo, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD) e egressa do curso de Direito da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), conquistou o primeiro lugar no Prêmio Jurista Dora Lúcia de Lima Faye, concurso de monografias catarinenses em Direitos Humanos organizado pelo Centro Universitário Cesusc (Unicesusc). A premiação ocorreu na quarta-feira, 3 de setembro, durante o evento Gentes – Direitos Humanos e Interseccionalidades, organizado pela doutoranda do PPGD/UFSC Gabriela Jacinto Barbosa.
Com o título O tratamento jurídico da poliafetividade no Brasil: um estudo comparativo com a evolução legal da conjugalidade homoafetiva, a monografia de Catherine aborda as intermediações entre o Direito e a poliafetividade, buscando demonstrar a existência de um modus operandi na resistência para o reconhecimento de famílias dissidentes, considerando os papéis de gênero e sexualidade. A pesquisa foi orientada pela professora Renata Raupp Gomes e coorientada pelo professor Diego Nunes, seu orientador no mestrado. Dentre os prêmios, está a publicação do trabalho como livro, no formato e-book.
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O livro A Marca d’Água, fruto do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Jornalismo de Luana Consoli e Thais Kethlen, será lançado na Feira do Livro da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) nesta quinta-feira, 14 de agosto, às 16h30. O lançamento ocorre no Hall da Reitoria, campus da Trindade, em Florianópolis.
A obra é uma coletânea de 33 crônicas escritas por jornalistas formadas pela UFSC e reúne relatos de moradores de Porto Alegre e Canoas, no Rio Grande do Sul, atingidos pelas enchentes de maio de 2024. As autoras foram motivadas pela lacuna da cobertura jornalística sobre as enchentes, que, apesar de extensa, abordava sobretudo os números e revelava pouco das histórias das vítimas.
Luana e Thais, então estudantes de Jornalismo, passaram uma semana no Rio Grande do Sul fazendo entrevistas, fotos e conhecendo o cenário. A apuração foi mais densa do que elas esperavam, já que todas as pessoas durante a viagem contribuíam com relatos, até mesmo motoristas de aplicativo. “Não tinha ninguém sem uma história pra contar”, lembra Luana. A opção por narrar os fatos em crônicas também teve o objetivo de aproximar o leitor dos acontecimentos com uma perspectiva mais intimista e pessoal, mas ainda jornalística.
“As enchentes afetaram 478 dos 497 municípios gaúchos, deixando diversas cidades completamente alagadas por mais de 10 dias. Depois de meses de resgates, o último balanço publicado pela Defesa Civil, no dia 20 de agosto de 2024, confirmou 183 mortes e 806 feridos – foram mais de 2,3 milhões de pessoas afetadas e mais de 600 mil ficaram, em algum momento, fora de casa”, aponta o prólogo do livro.
A obra, publicada pela Editora Dialética, preserva a voz e as memórias de quem viveu a tragédia, transformando entrevistas e conversas em textos que revelam sentimentos, perdas, resistência e a força de quem precisou recomeçar. “A água pode levar uma vida, mas nunca uma história”, dizem as autoras. “Mais que registros jornalísticos, as crônicas de A Marca d’Água são um ato de memória: nomes, rostos, afetos e sonhos que poderiam ter se perdido na lama e na correnteza ganham permanência nas páginas.”
O livro está à venda no site da Editora Dialética, em marketplaces como Amazon e em livrarias selecionadas.
Projeto de extensão do curso de Cinema da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o Cinema UFSC Podcast publicou três novos episódios ao longo do último mês. A proposta é entrevistar e acompanhar a trajetória profissional de egressos da graduação em Cinema.
No episódio 20, a produtora Helena Sardinha fala sobre sua experiência no mercado estadunidense. Ela estudou na New York Film Academy e criou a empresa Driven Equation, sediada em Los Angeles.
Produtor-executivo de Ainda Estou Aqui, Lourenço Sant’Anna é o convidado do episódio seguinte. No programa ele conta como foi sua trajetória até o Oscar 2025. Já o episódio 22 traz uma entrevista com a fotógrafa e pilota de drone Carmina Renõnes, que aborda a Expedição Voz dos Oceanos, entre outros projetos de sua carreira.
O Cinema UFSC Podcast é apresentado pela professora Marta Machado, produzido e editado por Mario Rodolpho e está disponível nas principais plataformas de áudio.
Três atuais professores, uma ex-professora, quatro egressos da Pós-Graduação e oito participantes de cursos ou ações de formação complementares citam a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em seus currículos. Eles formam um grupo de 16 nomes com alguma relação com a Universidade que foi indicado à final do Prêmio Jabuti Acadêmico – versão da maior distinção literária do Brasil para trabalhos acadêmicos, científicos, técnicos e profissionais. Os vencedores foram anunciados em cerimônia na terça-feira, 5 de agosto, em São Paulo. Dos 16, três foram premiados.
Esta é a segunda edição do Prêmio Jabuti Acadêmico, criado em 2024. A lista dos finalistas foi divulgada em julho pela organização do prêmio, que está a cargo da Câmara Brasileira do Livro (CBL), com apoio da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A CBL é a responsável também pela criação do Prêmio Jabuti, a maior distinção literária do país, que nasceu em 1958.
Ao todo, o Jabuti Acadêmico escolheu 130 trabalhos, com diversos autores, para disputar a final. Eles estão divididos em dois eixos: Ciência e Cultura, com 23 categorias; e Prêmios Especiais, com 3 categorias. De todos os trabalho finalistas, a Agência de Comunicação (Agecom/UFSC) separou aqueles cujos autores têm ou tiveram alguma passagem pela UFSC. Foram duas semanas de trabalho, recorrendo à Plataforma Lattes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Abaixo está a relação dos finalistas que citam a UFSC nos currículos e os premiados:
Professores
Paula Pimenta Velloso – professora do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) da UFSC, concorre na categoria Tradução, do Eixo Prêmios Especiais, com a obra Dicionário dos intraduzíveis: um vocabulário das Filosofias: volume dois: Direito, Ética e Política, com outros tradutores.
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O engenheiro João Pedro Golynski, formado em Engenharia Aeroespacial pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), coordenará primeiro laboratório de foguetes no sul do país. Localizado em Joinville (SC), o laboratório tem como foco o desenvolvimento de motores e deve ser inaugurado no segundo semestre de 2025.
O projeto é viabilizado por meio de um termo de fomento com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Confira as matérias completas no NSC Total e ND Play.
com informações da UFSC Joinville
Joana Albano, egressa do curso de Engenharia Aeroespacial da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em Joinville, compartilhou sua trajetória de sucesso profissional, desde a graduação, ao portal de notícias NSC Total nesta segunda-feira, 5 de maio. Há dois anos, a engenheira realiza um sonho pessoal ao trabalhar no Centro Aeroespacial Alemão, uma das referências mundiais no setor.
Natural de Curitiba, Joana, de 26 anos, morou grande parte da sua vida em Chapecó, no Oeste catarinense, e mais tarde se mudou para Joinville, onde ingressou na UFSC. A jovem explicou que sempre gostou de matemática e física no ensino médio. Ao planejar seu futuro, ela descobriu o curso de Engenharia Aeroespacial da UFSC e viu a oportunidade de aliar sua paixão com seu futuro trabalho. “Não é um curso muito comum, as pessoas não conhecem muito. Enfim, na época eu descobri (o curso) pela internet mesmo. Prestei o vestibular da UFSC e passei”.
Importância da UFSC na carreira
Há dois anos, a engenheira trabalha no Centro Aeroespacial Alemão (DLR), com o foco em reduzir o impacto ambiental causado pela aviação. Para ela, o período na Universidade contribuiu de várias formas para alcançar o emprego desejado. Durante os primeiros anos do curso, Joana entrou em contato com matérias comuns às engenharias, chamado ciclo básico, e depois se aprofundou nas disciplinas específicas da Engenharia Aeroespacial.
“O curso da UFSC me motivou bastante. Parece meio clichê falar isso, mas eu acho que os professores foram grandes motivadores para mim, principalmente do ciclo específico, dos dois últimos anos. […] Eu fui me apaixonando muito pelas matérias. Eu lembro que a minha favorita foi aerodinâmica”, relembra.
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