Espaço Cultural Gênero e Diversidades convida para atividades gratuitas nos dias 11 e 12

06/06/2019 11:46

O Espaço Cultural Gênero e Diversidades (ECGD), espaço cultural desenvolvido em parceria com a SeCArte e a Saad da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), recebe nesta terça, 11 de junho, e quarta-feira, 12 de junho, duas atividades gratuitas e abertas ao público. O espaço fica na Rua Desembargador Vitor Lima, nº 45.

No dia 11 de junho, o Solo Teatral “Poeira” inicia às 20 horas e visa abordar temas como masculinidade e marginalização da mulher negra, através de elementos de atuação, de dança e de canto. Luan Renato iniciou, em 2017, sua graduação em licenciatura em Teatro, na Udesc. Em 2018, construiu o espetáculo “Poeira” durante a disciplina de interpretação IV e, desde então, realiza apresentações teatrais. Bailarino pela Skiante Cia de Dança, compõe o elenco do espetáculo Latência, além de participar de festivais de dança de caráter competitivo a nível profissional.

Já no dia 12 de junho, a partir das 12h15, acontece o Momento Bem-Estar “Práticas de respiração – princípios de Yoga”, com Cinthia Creatini, praticante de yoga, antropóloga, mãe, terapeuta (yoga massagem ayurvédica), buscadora do autoconhecimento através de círculos femininos e consagrações com plantas de poder.
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Curso de Gênero e Feminismos expõe diversidade de perspectivas acadêmicas e práticas

25/02/2019 08:39

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Durante cinco dias, cerca de 500 pessoas – em sua grande maioria mulheres –, estiveram reunidas na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para discutir questões relacionadas ao protagonismo e às lutas da mulher na sociedade. O 7º Curso de Gênero e Feminismos, promovido pelo Instituto de Estudos de Gênero (IEG/UFSC) entre 18 e 22 de fevereiro, foi marcado pela diversidade de perspectivas e pelo diálogo constante e intenso entre a academia e os movimentos sociais. Pesquisadoras, estudantes, ativistas, moradoras da cidade e do campo, negras, indígenas, estrangeiras: mulheres com múltiplas trajetórias e experiências de vida participaram das exposições, debates e atividades culturais. O clima foi de reflexão crítica, resistência e também de celebração e alegria.

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7º Curso ‘Gênero & Feminismos’ recebeu número recorde de inscrições

06/02/2019 15:38

A comissão organizadora do 7º Curso de Curta Duração (CCD) “Gênero & Feminismos” anunciou que aceitará 500 das 939 pessoas inscritas no curso. As inscrições homologadas serão divulgadas em breve. As inscrições encerraram no dia 05 de fevereiro, superando a expectativa do Instituto de Estudos de Gênero (IEG), que havia disponibilizado inicialmente 100 vagas. Com a alta procura, buscou-se um local para acolher o maior número de pessoas inscritas. Mas ainda assim não foi possível aceitar todos os interessados, devido à impossibilidade de um espaço físico maior. Além do Auditório do Espaço Físico Integrado (EFI), haverá um telão no Anfiteatro do EFI e também transmissão ao vivo pela internet.
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Organização laboral entre mulheres trabalhadoras será tema de palestra nesta terça, dia 7

06/08/2018 11:01

A disciplina Temas e Metodologias em História Global: Subjetividades, Gênero e Poder, dos programas de Pós-graduação em História e Interdisciplinar em Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove, no dia 7 de agosto, terça-feira, a partir das 16 horas, a palestra Organización laboral entre mujeres trabajadoras para cadenas globales de producción: el caso de Mexico y El Salvador. 

A professora Edmé Dominguez, da School of Global Studies da Universidade de Gothemburg (Suécia) abordará o tema. A atividade é aberta ao público e será realizada na Sala 10 do Departamento de História (CFH/UFSC).  Mais informações podem ser obtidas por meio do contato 

Serviço

O quê:  Palestra Organización laboral entre mujeres trabajadoras para cadenas globales de producción: el caso de Mexico y El Salvador.

Quando: 7 de agosto, às 16 horas.

Local: Sala 10 do Departamento de História (CFH/UFSC).
Tags: gêneromulheres trabalhadorasOrganização laboral entre mulheres trabalhadoraspalestra CFHpoderSubjetividadesTemas e Metodologias em História Global

Laboratório de Estudos de Gênero e História realiza 3ª Jornadas dias 20 e 21

12/03/2018 09:30
O Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove a ‘III Jornadas do LEGH’, nos dias 20 e 21 de março de 2018 na UFSC. A submissão de resumo de trabalho está aberta até o dia 30 de novembro, por meio do formulário eletrônico. O evento tem como objetivo socializar e promover as pesquisas desenvolvidas por pesquisadores de diversas localidades em níveis de iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado ao longo de 13 anos do Laboratório.
Tags: gênerohistóriaUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

‘Gênero e sistema punitivo’ é tema de debate que ocorre no dia 8 de março

02/03/2018 12:33

O Observatório de Justiça Ecológica (OJE) promoverá na quinta-feira, 8 de março, o debate “Gênero e sistema punitivo”. As palestrantes convidadas serão Vanessa Chiari Gonçalves, professora de Direito Penal e Criminologia dos cursos de graduação e pós-graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); e Camila Damasceno, doutoranda em Direito da UFSC. O evento será na sala 205 do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ), às 19h.

O OJE é um projeto de pesquisa e extensão vinculado ao Programa de Pós-graduação em Direito da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGD/UFSC).

Mais informações na página do OJE ou pelo e-mail

Tags: CCJDireitogêneroObservatório de Justiça EcológicaOJEPrograma de Pós-Graduação em Direitosistema punitivoUFSC

Curso de Artes Cênicas promove aula magna sobre ‘Cena, gênero e ativismos decoloniais’

23/02/2018 18:18

O curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove a aula magna “Cena, gênero e ativismos decoloniais”, que será ministrada pela professora Stela Fischer. O evento ocorre na quinta-feira, 2 de março, às 20h, no Espaço Caixa Preta, no Bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).

O encontro propõe um diálogo, partindo das epistemologias decoloniais, para compreender como os enfrentamentos aos processos de dominação e colonialidades (de poder, conhecimento, ser e, principalmente, de gênero) têm sido tratados no âmbito das artes cênicas latino-americanas.

Stela Fischer é doutora em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo e autora do livro Processo Colaborativo e Experiências de Companhias Teatrais Brasileiras (Hucitec, 2010). É professora da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR/FAP) e do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. É responsável pelo Rubro Obsceno, agrupamento de mulheres artistas com a finalidade de discutir as questões de gênero nas artes da cena.

Serviço:

Aula magna: “Cena, gênero e ativismos decoloniais”

Data: 2 de março

Horário: 20h

Local: Espaço Caixa Preta, Bloco D, CCE

 

Tags: artes cênicasativismos decoloniaisaula magnacenagêneroUFSC

Laboratório de Estudos de Gênero e História promove evento sobre ‘Feminismo e democracia’

19/02/2018 17:34

O Laboratório de Estudos de Gênero e História da Universidade Federal de Santa Catarina (LEGH/UFSC) promove a terceira edição das Jornadas do LEGH, nos dias 20 e 21 de março. Um dos objetivos do evento é discutir a presença das mulheres nos movimentos sociais e, principalmente, nos espaços de poder. “Nos últimos anos temos presenciado, de um lado, um movimento conservador que pretende excluir os direitos das mulheres e das minorias em geral e, de outro, aquilo que tem sido chamado de ‘Primavera das Mulheres’, ou seja, a presença de mulheres nas ruas, mas também em diferentes lugares e, inclusive, nos espaços virtuais”, explica a professora Joana Maria Pedro, uma das organizadoras do evento.

O LEGH incentiva o debate sobre temas como assédio sexual, marcha das mulheres em nível internacional, além das reivindicações LGBTQIA. As Jornadas do LEGH será um espaço de reflexão sobre como a academia tem abordado esses temas, e como pode contribuir para aprofundar os debates.  Na programação, estão previstas conferências, mesas-redondas, simpósios temáticos e mostra de fotografia. É possível fazer inscrição gratuita como ouvinte durante o evento.

Além do público local e nacional — como Ceará, Bahia, Paraná e Mato Grosso —, também participarão do evento pesquisadoras da Argentina, Chile e Uruguai, o que facilitará a aproximação entre diferentes instituições para  a articulação entre feminismo e democracia no Cone Sul. A programação completa está disponível aqui.

Mais informações na página do evento ou no Facebook.

Tags: feminismogêneroIII Jornadas do LEGHLaboratório de Estudos de Gênero e HistóriaLEGHUFSC

UFSC promove exposição e exibe documentário sobre assédio e violência contra a mulher

28/11/2017 11:31

A Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades (Saad) e a Coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento da Violência de Gênero (CDGEN) promovem a exposição ‘Rotas Alteradas’ e exibem o documentário ‘Precisamos falar do Assédio’. Os eventos fazem parte da campanha ‘A UFSC diz não à violência contra a mulher’. A exposição começa nesta quarta-feira, 29 de novembro e vai até o dia 15 de dezembro, no Hall da Reitoria 1. O documentário será exibido no Auditório da Reitoria 1 às 10h desta quinta-feira, dia 30 de novembro. 
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Tags: CDGENgêneroSaadUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

‘Aliança pela Igualdade e Diversidade’ transformará salas em espaço de acolhimento

24/11/2017 13:00

O Centro de Ciências da Saúde (CCS/UFSC) lançou durante a abertura da 3ª Semana de Combate às Fobias de Gênero na Saúde (SCFGS), nesta terça-feira, 21 de novembro, no Auditório da Pós-graduação do CCS, a iniciativa ‘Aliança pela Igualdade e Diversidade’. O objetivo da ação é fornecer adesivos aos servidores e setores interessados em apoiar e acolher pessoas que tenham passado por algum tipo de violência ou assédio.

Segundo Marcela Veiros, chefe do Departamento de Nutrição e idealizadora da iniciativa, a ação foi aprovada pelo Centro e a identificação estará disponível a partir da próxima semana aos interessados. “Temos que nos colocar no lugar do outro, ver o que está acontecendo e não fechar os olhos ou sofrer calado (a). As salas identificadas se tornarão um local de acolhimento ao estudante, aos colegas servidores, ou seja, a todos que estão passando por algum tipo de violência ou assédio. A iniciativa começa no CCS, mas a expectativa é que toda a comunidade da UFSC adote a ideia”, explica ela.

Para Rodrigo Moretti, docente no Departamento de Saúde Pública, a iniciativa visa levar o aprendizado aos estudantes para além da sala de aula. “Se não tivermos um ambiente que mostre apoio e suporte às pessoas para discutir essa temática, como os nossos estudantes vão atuar no serviço de saúde e dar esse tipo de atenção?”, questiona ele.

Para ampliar o debate sobre as questões de gênero e saúde, o Centro tem trabalhado na criação de diversas ações. Uma delas é a Semana de Combate às Fobias de Gênero na Saúde (SCFGS), realizada na UFSC pela terceira vez entre os dias 21 e 23 de novembro, e a recente aprovação da disciplina optativa ‘Gênero, Diversidade e Saúde Coletiva’, que será ministrada por Moretti e oferecida pelo Departamento de Saúde Pública a toda a comunidade universitária. “Essa temática deve ser discutida em todos os âmbitos. Temos muito a caminhar”.

Para Marcela é preciso prestar informações sobre a questão de gênero. “Só com a educação conseguiremos fazer com que as pessoas percebam e entendam o que está acontecendo e, com isso, mudem a sua postura e o seu comportamento”.

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A logomarca da iniciativa ‘Aliança pela Igualdade e Diversidade’ foi criada pelo ex-aluno do curso de Ciências da Computação da UFSC, Bruno Melo.

Nicole Trevisol / Jornalista da Agecom / UFSC

Henrique Almeida/Agecom/UFSC

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Instituto de Estudos de Gênero da UFSC é homenageado em Ato Parlamentar Solene na Alesc

23/11/2017 10:50

O Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), representado pelas servidoras Miriam Grossi, Mara Lago e Olga Zigelli Garcia, foi homenageado na noite desta quarta-feira, 22 de novembro, em Ato Parlamentar Solene realizada pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). Por indicação da deputada estadual Luciane Carminatti, a homenagem ocorreu no Plenarinho Deputado Paulo Stuart Wright e contou com a presença de autoridades, parceiros do IEG, estudantes de graduação e pós-graduação, ativistas de movimentos sociais e gestoras públicas.
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Alunas de Serviço Social promovem debate sobre violências de gênero e étnico raciais

20/11/2017 08:54

A campanha “16 dias de Ativismo pelo fim da violência” irá promover a mesa redonda “Tramas interseccionais: violência de gênero e ético raciais” no dia 28 de novembro, às 18h30, no Auditório do Centro Socioeconômico (CSE) da UFSC. 
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Café (Psico) Antropológico debate gênero, sexualidade e diversidade, nesta quinta

09/11/2017 07:31

Mais uma edição do Café (Psico) Antropológico será realizada nesta quinta-feira, 16 de novembro, a partir das 16h30, na Sala Silvio Coelho dos Santos (CFH/UFSC). Para participar, basta de dirigir até o local, não é necessária a inscrição.

O tema ‘Retrocessos nas políticas de gênero, sexualidade e diversidade no Brasil: fundamentalismos na educação e nos museus’ contará com o debate de Amurabi Oliveira (Ciências Sociais/UFSC), Eduardo Bonaldi (Ciências Sociais/UFSC), Nise Jenkings (Metodologia de Ensino/UFSC) e Thainá Castro (Museo/UFSC). A coordenação será de Miriam Grossi (Antropologia/UFSC).
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Projeto Café (Psico) Antropológico exibe filme ‘Quem matou Eloá’ dia 2 de outubro

25/09/2017 16:27

O Projeto Café (Psico) Antropológico promove no dia 2 de outubro, segunda-feira, às 10h, o evento “Gênero,mídia e violência”, com exibição do filme “Quem matou Eloá” (2015) seguido de debate realizado pelas professoras Carmen Rial (UFSC) e Marília Amaral (Cesusc). A atividade, que é gratuita, será realizada no auditório da Faculdade Cesusc.

O filme traz uma análise crítica sobre a espetacularização da violência e a abordagem da mídia televisiva nos casos de violência contra a mulher, revelando um dos motivos pelo qual o Brasil está entre os cinco no ranking de países que mais matam mulheres.

O projeto é organizado pelo Núcleo de Antropologia Audiovisual e Estudos da Imagem (Navi), Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) e Núcleo de Pesquisa em Práticas Sociais (Nupra).

 

Tags: debateexibição de filmesFaculdade Cesuscgêneromídia e violênciaProjeto Café (Psico) AntropológicoQuem matou Eloá

‘Descolando velcro’ abordará resistência e visibilidade lésbica

28/08/2017 07:23

Com o intuito de chamar a atenção para a luta de mulheres por seus direitos, independentemente de sua orientação sexual, agosto foi eleito o mês da Visibilidade Lésbica — sendo 29 de agosto o Dia Nacional da Visibilidade Lésbica. Nesse contexto, a Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades (Saad) da UFSC promove o evento “Descolando Velcro”, com o objetivo de discutir os assuntos que cercam a vida das mulheres lésbicas. As atividades ocorrem nos dias 29 e 30 de agosto, com debates, oficinas, passeata e piquenique.

Confira a programação:

29 de agosto (terça-feira):

Passeata Pela Visibilidade e Contra a Lesbofobia

Horário: A partir das 11h

Ponto de Encontro: Praça da Reitoria I

Mesa de Debates Sobre Resistência e Visibilidade Lésbica

Horário: Das 19h às 22h

Local: Auditório do Centro de Ciências da Saúde – CCS/UFSC

19h – Abertura

“Sapatão: Desobedecendo à Norma” – Ministrante: Ca Butiá

“A hetero-cis-norma da/na medicina: (re)pe(n)sado os corpos, as práticas e o (auto)cuidado à saúde” –  Ministrante: Ana/Alejandro Mujica

“Sapatravestilidades: Corpos e Afetos Possíveis” – Ministrante: Raíssa Éris Grimm

“Maternidade Lésbica” – Ministrante: Ana Amorim. | Debatedora: Miriam Pillar Grossi.

Este debate também possui o propósito de elaborar e aprovar uma Carta endereçada à Associação de Ginecologia e Obstetrícia de Santa Catarina (SOGISC), com vistas a dar visibilidade lésbica no atendimento à saúde.

30 de agosto (quarta-feira):

Piquenique/ Isoporzinho Sapatão

Tragam suas comidinnhas, seu isoporzinho, seus afetos e vivências para compartilharmos.

Horário: das 10h às 13h30

Local: Praça da Reitoria I

Oficina de Reparos e Reformas para a Autonomia da Mulher

Horário: das 13h30 às 15h

Local: Praça da Reitoria I

Ministrada por Kika Santos, com a colaboração de mulheres que também queiram trocar experiências e transmitir conhecimentos em reparos domésticos como: troca de resistência de chuveiro, circuitos e instalações elétricas, marcenaria básica, parafusadeira, serras, e outros.

Oficina de Auto Defesa para Mulheres

Horário: das 16h às 18h

Local: Hall da Reitoria

Ministrada por Fernanda Tourinho, com a colaboração de mulheres que também queiram trocar experiências e transmitir conhecimento em auto-defesa (vir com roupa para exercício físico).

Mais informações na página da Saad, pelo e-mail ou pelos telefones (48) 3721-5946 | 3721-5947.

 

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Cineclube do LEGH apresenta o filme ‘Olmo e a gaivota’, seguido de roda de conversa

23/08/2017 11:52

O Cineclube do LEGH, projeto do Laboratório de Estudos de Gênero e História irá apresentar o filme Olmo e a gaivota no dia 29 de agosto. A exibição será às 18h30, na Sala Silvio Coelho dos Santos, nº 110, no departamento de Antropologia, Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).  

Olmo e a gaivota, uma produção de Petra Costa e Lea Glob, trata de questões difíceis da gravidez que muitas vezes são silenciadas.

Após o filme, haverá roda de conversa com a professora Joana Maria Pedro. A participação na atividade dá direito a certificado.

Mais informações na página do LEGH.

 

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Protestos e clima de emoção marcam abertura do 11º Fazendo Gênero e 13º Mundos de Mulheres

02/08/2017 20:25

Professora Cristina Wolff, na cerimônia de abertura do evento.

“Se cuida! Se cuida! Se cuida seu machista! Que a América Latina vai ser toda feminista!” Com essas palavras de ordem, repetidas em coro por todo o público presente, a professora Cristina Scheibe Wolff finalizou seu discurso na abertura oficial do 11º Seminário Internacional Fazendo Gênero e 13º Congresso Mundos de Mulheres. Os dois eventos juntos, que estão acontecendo na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), receberam mais de 8500 inscrições de pesquisadoras, estudantes, trabalhadoras e militantes de todo o Brasil e de diversos outros países.

Cristina, que é docente do departamento de História da UFSC e integrante do Instituto de Estudos de Gênero (IEG), manifestou as alegrias e obstáculos na organização do evento: “O número expressivo de inscrições que recebemos reflete a importância que os estudos e as reivindicações de gênero assumiram na contemporaneidade. Por outro lado, a realização desse congresso, nesse momento político no Brasil e no mundo, é um grande desafio. O golpe de estado misógino que vivemos no ano passado, com a deposição da nossa primeira presidenta da república mulher, precipitou essa crise política, ética e econômica no Brasil.”

Segundo a professora, projetos como o “Escola Sem Partido” e o “Estatuto do Nascituro”, a reforma da previdência, a aprovação das novas leis trabalhistas, e a retirada dos conteúdos de gênero dos planos nacionais, estaduais e municipais de educação, são alguns dos aspectos dessa crise. “Mas nós estamos aqui, junto com as indígenas que abriram essa cerimônia, de punhos erguidos, de mãos dadas, com as nossas reivindicações, nosso saber, nossos gritos, nossos cantos, nossas poesias, nossas imagens, nossos corpos. Estamos aqui, no campus da UFSC, para discutir e pensar os desafios que temos pela frente nesse contexto em que direitos duramente conquistados estão sendo ameaçados e cortados, em que forças retrógradas, fundamentalistas e fascistas parecem ganhar terreno pelo mundo. Um evento como esse certamente terá muitos frutos.”

Mulheres africanas manisfestam-se durante a cerimônia.

O encontro entre a academia e os movimentos feministas de mulheres também foi ressaltado como uma das oportunidades que os dois congressos proporcionam: “O engajamento dos movimentos sociais na própria construção do evento possibilitou que as mulheres indígenas, quilombolas, negras, sindicalistas, camponesas, pessoas trans, trabalhadoras do sexo etc estejam aqui não somente como grupos que nós estudamos, mas como protagonistas desse diálogo. Essa é uma oportunidade única de trocas de saberes e também de luta pelos direitos negados historicamente às mulheres, pelo respeito à diversidade humana e social, pela superação do gênero como maneira de criar hierarquias, preconceitos, muros e territórios proibidos, pelo fim do assédio e da violência.”

Protestos

Graça Samo, moçambicana coordenadora da Marcha Mundial de Mulheres.

“Nessa noite, não posso deixar de dizer: primeiramente, Fora Temer!” O grito “Fora Temer!”, que a moçambicana Graça Samo escolheu para iniciar seu discurso, foi uma das marcas da cerimônia. Ora alguém bradava do palco, ora da platéia, e os gritos eram então repetidos com vigor por todos os demais, que clamavam também por “Diretas já!”.

Coordenadora da Marcha Mundial de Mulheres, sediada atualmente em Moçambique, Graça foi convidada à mesa para representar os movimentos sociais presentes no evento: “Minha fala não vai ser representativa de todas as vozes que escutei hoje e das vozes que estão lá fora, nas nossas comunidades. Mas o meu desafio é que cada um de vocês seja capaz de abrir seu coração para escutar as vozes de todos que não puderam estar aqui.”

Graça discorreu sobre as principais lutas dos diversos grupos sociais oprimidos. Destacou a importância da demarcação de terras indígenas: “As barragens e todo o extrativismo é destruidor de vidas humanas, é destruidor de povos indígenas”; e lamentou os resquícios da escravidão: “A escravatura do povo negro continua até hoje. Todos os dias, o colonialismo ainda se manifesta através das grandes corporações e de projetos chamados ‘de desenvolvimento’, mas que são apenas uma artifício para tomar nosso território. As pessoas são forçadas a sair de suas terras e buscar refúgio em outros lugares.”

Imagem: Joelson Cardoso/Estagiário de Jornalismo na TV UFSC.

O uso indiscriminado de agrotóxico pela indústria agropecuária brasileira também foi criticado: “Hoje as pessoas não morrem mais de velhice, mas sim de câncer. Morrem aos 20, 30, 50 anos. E morrem porque estão comendo veneno. A luta contra o agrotóxico não é uma luta só dos trabalhadores do campo. Estamos todos nos envenenando. Precisamos fazer uma reflexão em torno disso e dizer basta! Precisamos derrubar essa estrutura capitalista e neocolonialista que está aí.”

Graça ressaltou a importância de se aproveitar os espaços proporcionados pelo congresso para fortalecer essas diversas reivindicações: “Vai valer a pena ter vindo aqui se reafirmarmos nosso pacto de lutar. Lutar contra esse golpe, um golpe de direita, de extrema direita, que está gerando um retrocesso dos nossos direitos e a destruição de nossas vidas. E não adianta chorarmos o leite derramado enquanto não fizermos um compromisso para a mudança acontecer. E isso não é para ontem, nem para amanhã. É pra hoje e agora!”

Mesa da cerimônia de abertura.

Também estiveram presentes e discursaram durante a cerimônia o reitor da UFSC, Luiz Carlos Cancellier de Olivo; a deputada estadual Ana Paula Lima; a reitora do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), Maria Clara Kaschny Schneider; e a diretora do Centro de Ciências Humanas e da Educação da Universidade Estadual de Santa Catarina (FAED/Udesc), Julice Dias.

As atividades do 11º Seminário Internacional Fazendo Gênero e 13º Congresso Mundos de Mulheres seguem até sexta-feira, 4 de agosto. A programação completa está disponível aqui.

Daniela Caniçali/Jornalista da Agecom/UFSC

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Livro publicado pela EdUFSC discute fazeres de gênero entre o local e o global

02/08/2017 15:46

Na lista dos 450 títulos publicados pela Editora da UFSC e disponíveis para venda na Feira do Livro, que está sendo realizada no Centro de Cultura e Eventos, um dos destaques é a obra Saberes e fazeres de gênero entre o local e o global, organizada pelas professoras e pesquisadoras Luzinete Simões Minella e Susana Bornéo Funck, e que está sendo vendida a R$ 20,00.

Dividido em quatro grandes temas, o livro apresenta 21 artigos, provando que o machismo não tem ideologia, ou seja, ele existe na esquerda, no centro e na direita; além disso, não escolhe classes, podendo ser rico, de classe média ou miserável. O livro pode ser adquirido com 30% de desconto na 12ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex) que ocorre no Campus de Florianópolis da UFSC, até o dia 26 deste mês.

Os ensaios são resultados das conferências e mesas-redondas ocorridas durante o evento “Fazendo Gênero”, realizado em Florianópolis em 2004, e que mobilizou especialistas brasileiros e internacionais. As temáticas remetem aos desafios globais e às estratégias políticas locais: feminismo e justiça internacional; tortura; erotismo e frustração; guerra e gênero.
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Secretaria de Ações Afirmativas divulga dados sobre gênero na UFSC

27/07/2017 16:40

A Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades (SAAD/UFSC), através da Coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento da Violência de Gênero (CDGEN) apresenta dados sobre sexo e gênero na comunidade universitária da UFSC. Os dados foram sistematizados pelo Setor de Apoio a Pesquisas e Projetos e estão representados em gráficos e tabelas.

De forma geral, a comunidade universitária demonstra um equilíbrio de gênero: das 44.735 pessoas, temos 51,4% de homens e 48,6% de mulheres. Mas os dados por segmento da comunidade universitária, ou mesmo por centros e unidades da UFSC, apresentam um cenário diferente e complexo. Há áreas de concentração com grande predominância masculina ou feminina.

Estudantes de graduação

Entre os estudantes de graduação presencial há mais homens (16.722) do que mulheres (15.046). Mas a diferença seria revertida em favor das mulheres caso o CTC fosse tomado à parte, pois esse centro responde pelo maior público masculino em termos absolutos: de seus 6616 discentes, 4719 são homens.

O CDS e o campus de Joinville têm grande maioria masculina. Por outro lado, o CED apresenta a maior disparidade na distribuição por sexo, porque para cada estudante homem há mais de três mulheres; e elas também são mais do que o dobro no CCS, onde a razão é de 2,65 para um.

Estudantes de pós-graduação

Há mais pós-graduandas (3.886) do que pós-graduandos (3432). Nos centros de Saúde, Educação, Comunicação e Expressão e Ciências Biológicas predominam as mulheres. Somente o Centro Tecnológico e o de Ciências Físicas e Matemáticas têm predominância masculina e, mesmo assim, menor do que na graduação, no caso do CTC. Em nove dos quinze centros há mais estudantes mulheres do que homens. A maior diferença proporcional ocorre no CCS, onde elas são o quádruplo deles.

Servidores técnicos

As mulheres são maioria no segmento dos Servidores Técnico-Administrativos em Educação, superando os homens em 338 pessoas (1.777 mulheres para 1.439 homens). A maior parte dessa diferença pode ser explicada pela preponderância feminina no Hospital Universitário, que é o setor com maior lotação de servidores na UFSC e onde os homens não chegam a ser um terço do total da força de trabalho. Em contrapartida, na Pró-Reitoria de Administração – segundo maior setor – há mais de quatro homens para cada mulher.

Em 20 dos 36 setores de lotação há mais mulheres ocupando cargos na carreira técnica.

Servidores docentes

O corpo docente é majoritariamente masculino: há 371 professores a mais do que professoras num universo de 2.433.

O centro com o maior percentual de homens no exercício de atividades de ensino é o CFM (83,7%). Contudo, o CTC é o local que mais contribui para a preponderância masculina no segmento, por ter o maior corpo docente da universidade, somando 374 pessoas, sendo que os homens são 81%. Ademais, também em Blumenau e Joinville os homens são mais do que o dobro das mulheres na docência. As professoras são maioria somente no CCE, no CCS e no CED.

Todos os gráficos e tabelas estão disponíveis na página da SAAD.

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Professor ressalta a importância do debate sobre questões de gênero e sexualidade

26/06/2017 23:44

Foto: Daniela Caniçali/Agecom/UFSC

Identidade de gênero, orientação sexual, homossexualidade, transsexualidade, bissexualidade, intersexualidade, assexualidade. Esses foram alguns dos conceitos apresentados e debatidos na palestra “Gênero e Sexualidade: Conexões e Transversalidades”, proferida pelo professor Rodrigo Otávio Moretti-Pires na sexta-feira, 23 de junho. O evento, que foi promovido pelo PET Conexões de Saberes, ocorreu no auditório do Centro Socioeconômico (CSE) e contou com a participação de professores e estudantes de diversas áreas de estudo.

Rodrigo é professor do Departamento de Saúde Pública (DSP/CCS) da UFSC e desenvolve pesquisas na área de saúde coletiva, com enfoque em diversidade sexual e gênero. Durante a palestra, ele destacou como as questões de gênero e sexualidade estão presentes nos mais diversos espaços e relações sociais. Uma das questões centrais no mundo ocidental é a sexualidade. O filósofo francês Michel Foucault afirma que a sexualidade é como um dispositivo, um mecanismo que opera de forma muito mais ampla do que podemos perceber. Está presente o tempo todo, em todos os lugares e em todas as relações que estabelecemos. Ao mesmo tempo, quase não debatemos sobre isso em nosso cotidiano.”

Foto: Daniela Caniçali/Agecom/UFSC

Dividir o mundo entre homens e mulheres é, segundo o pesquisador, uma maneira muito precária de entender o conceito de gênero. “Sempre temos que dizer, quando preenchemos qualquer tipo de cadastro, qual é o nosso sexo. Mas qual a importância de se conhecer os genitais das pessoas? Nenhuma. Além disso, existem os genitais masculinos, femininos e o intersexo. Há poucos estudos sobre isso no Brasil, mas já é algo avançado em outros países. Em torno de 3 a 5 % da população é intersexual.” Os indivíduos intersexuais seriam aqueles que apresentam genitais com estrutura de ambos os sexos. Usualmente, detecta-se essa característica assim que a criança nasce e faz-se uma cirurgia priorizando o sexo que está mais desenvolvido.

Para o professor, esse tipo de decisão médica é condenável, pois pode gerar consequências negativas. “Muitas dessas pessoas nunca ficam sabendo que eram intersexuais. A justificativa para a intervenção cirúrgica é que estar no limbo entre ser homem ou mulher causa problemas numa sociedade que é binária. Mas o que o genital provoca na vida da pessoa não está dado, senão não haveria a possibilidade de alguém sentir atração pelo mesmo sexo. Na Europa existe um movimento forte que criminaliza a medicina que decide pelo corpo dessas pessoas antes delas mesmas.”

Foto: Daniela Caniçali/Agecom/UFSC

As diferenças entre identidade de gênero e expressão de gênero também foram expostas. “Identidade tem a ver com como eu me percebo. Cada um se percebe, se identifica, com um determinado gênero. A forma como expresso esse gênero é descolada da identidade, por isso pode ser diferente. Mulheres trans, por exemplo, podem sentir atração por mulheres, podem ser lésbicas. Como o corpo original, sem modificação, é de um homem, as pessoas geralmente se perguntam: então por que não continua sendo homem, sendo que se atrai por mulheres? Justamente porque a identidade é diferente da expressão de gênero.” Nesse sentido, explicou, ser drag queen seria uma parte da expressão de gênero e não estaria necessariamente relacionado à orientação sexual nem à identidade de gênero.

A orientação sexual, por sua vez, se refere à atração. “Posso me atrair por homens, por mulheres, pelos dois, por tudo ou por todos, como é o caso dos pansexuais, que se atraem por qualquer tipo de pessoa, sem discriminações. E posso também não me sentir atraído por ninguém, que são as pessoas assexuais.” Rodrigo observa, porém, que quem é assexual não tem desejo sexual pelo outro, mas pode se masturbar e sentir prazer sozinho. Ainda há poucos estudos sobre isso no Brasil e, pelo desconhecimento, os assexuais sofrem preconceitos inclusive por parte dos profissionais da saúde.

A questão da homossexualidade também foi abordada durante a palestra. “Isso ainda não está resolvido na maior parte do mundo. São poucos os países que permitem e reconhecem o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Muitos outros, além de não permitirem, criminalizam esse tipo de relação ao ponto de se condenar à prisão, prisão perpétua e até pena de morte. E mesmo nas sociedades menos discriminatórias, existe uma vigilância extrema sobre qualquer um que não se adeque à norma ou à expectativa social.” Para o professor, a estrutura patriarcal e machista na qual nossa sociedade é organizada precisa ser superada.

Daniela Caniçali/Jornalista da Agecom/UFSC

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Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades planeja Delegacia da Mulher no Campus Florianópolis

24/06/2016 13:59
Reunião realizada no início de junho entre a Administração Central e a Polícia Civil de Santa Catarina para discutir a criação de uma Delegacia da Mulher no campus UFSC Trindade. (Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC)

Reunião realizada no início de junho entre Administração Central e Polícia Civil de Santa Catarina para discutir a criação de uma Delegacia da Mulher no Campus Florianópolis. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

A recém-criada Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades (Saad) planeja novas ações de inclusão e de apoio à comunidade universitária, entre elas, a implantação de uma Delegacia da Mulher no campus em Florianópolis. A nova delegacia ainda depende de negociações com a Secretaria de Segurança Pública (SSP/SC) e a Polícia Civil, mas tratativas já foram iniciadas. Outra ação em fase de criação é um serviço de apoio à mulher, com atendimento psicológico, assistente social e aconselhamento legal.

Essas ações são agora planejadas pela coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento da Violência de Gênero, em parceria com outros setores da Universidade ligados a questões de gênero, e fobias relacionadas à mulher e ao público LGBT. A secretária da Saad, Francis Tourinho, acredita que é preciso investir em uma série de atividades, desde conscientização, a pesquisas e criação de serviços de apoio para quem sofre discriminação no campus.

A implantação de uma Delegacia da Mulher no campus deve acontecer de forma simultânea à criação de um serviço de apoio à mulher. Uma reunião de alinhamento já aconteceu, envolvendo o reitor Luis Carlos Cancellier e a Delegada de Polícia Civil, Patrícia Zimmermann D’Ávila, coordenadora das Delegacias de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso. “Estamos estudando, temos uma proposta de fazer uma parceria e trazer essa estrutura para o campus”, complementa Tourinho.

“Temos um crescente número de casos de violência no campus. Poucas mulheres da UFSC denunciam, por isso os números de ocorrências são pequenos, mas estão começando a aumentar. O número real é grande. Para a UFSC ser um ambiente saudável, plural, precisamos trabalhar a educação, tomar providências contra o que esta acontecendo, mas principalmente educar para mudar a cultura. Se estamos numa universidade precisamos trabalhar a educação. Acreditamos que não adianta execrar e não dar o direito de educar a pessoa. Quem faz errado tem que também ser educado”, ressalta.
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Seminário Internacional Fazendo Gênero divulga orientações para proposição de simpósios temáticos

23/05/2016 11:21

Depois de passar por Israel, Holanda, Irlanda, Estados Unidos, Costa Rica, Austrália, Noruega, Uganda, Coreia, Espanha, Canadá e Índia, é a vez do Brasil sediar o Women’s Worlds Congress, em um único evento com o Seminário Internacional Fazendo Gênero de 30 de julho a 4 de agosto de 2017, no campus da UFSC. A temática que norteará o encontro é “Transformações, Conexões, Deslocamentos”. A comissão organizadora do 13° Mundos de Mulheres & Fazendo Gênero 11 já publicou a primeira circular com as orientações para proposição de Simpósio Temático.
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18 de maio – Dia de combate ao abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes

12/05/2016 16:30

LOGO-18-DE-MAIOO Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre as Violências (Nuvic) e o Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Diferença, Arte e Educação (Alteritas), do Centro de Ciências da Educação (CED), promoverão, de maio a dezembro, ciclos de apresentações e discussões de pesquisas sobre as temáticas: Infâncias, Relações étnico-raciais, Gênero e Violências. O primeiro encontro será realizado 18 de maio, Dia de Combate ao Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, a partir das 17h no hall e no auditório do CED e no Colégio de Aplicação.

A programação do dia 18 contará com uma apresentação de cirandas infantis com as crianças do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI) da UFSC, uma mesa de conversa que discutirá os conceitos de vulnerabilidade e risco na infância e uma aula de biodança. As atividades são destinadas à comunidade universitária, a docentes e servidores das escolas municipais e atuantes de movimentos sociais.

As apresentações promovidas pelo Nuvic e Alteritas até dezembro buscam incentivar o compartilhamento das pesquisas que estão sendo realizadas por professoras, estudantes de graduação e de pós-graduação (mestrado e doutorado) destes grupos.

Inscrições para participar da mesa Vulnerabilidade, Risco e Infâncias podem ser realizadas até 18 de maio através deste link. A inscrição garante certificado de 2h/A.

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Palestra com jornalistas palestinas nesta quinta no CCE

07/04/2016 15:02

O curso de Jornalismo da UFSC promove a palestra “Textos da resistência: a Palestina revelada através do olhar de duas jornalistas”, com as jornalistas palestinas Linah Alsaafin e Rita Abu Ghosh. O evento será realizado nesta quinta-feira, às 18h30, na sala 226 do prédio A do CCE, às 18h30, como parte da disciplina optativa “Jornalismo e Gênero”, ministrada pelo professor Carlos Locatelli.
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Colóquio interdisciplinar discute gênero e violências na UFSC

25/09/2015 12:22

O Colóquio Interdisciplinar Gênero e Violências será realizado de 24 a 26 de novembro na UFSC e pretende debater de forma interdisciplinar esta temática em suas amplas possibilidades e interseccionalidades, no campo da academia, das políticas públicas, do cotidiano e do ativismo.

O evento visa reunir pesquisadores, estudantes e profissionais que trabalham em instituições de combate à violência e a sociedade em geral, em torno de conferências, mesas-redondas e fóruns de debates guiados por eixos temáticos que proporcionem exposições de pesquisas e trabalhos, reflexões aprofundadas, e que resultem em ações e encaminhamentos rumo ao fim da violência contra as mulheres e de gênero.

A proposta do evento é sua inserção na campanha nacional “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher”.

 

Trabalhos

Serão aceitos trabalhos que tenham a violência contra as mulheres e de gênero como objeto. Ao inscrever as propostas de comunicações o (a) participante deve indicar o eixo temático em que tem interesse de participar, podendo, a critério da comissão organizadora, haver remanejamento de eixos.

Os eixos são Práticas pelo fim da violência; Violências, feminismos, diversidades; Políticas públicas de enfrentamento à violência; e Educação e violência de gênero.

Os primeiros passos são a inscrição e o envio de um resumo expandido (até 400 palavras), como proposta de trabalho a ser avaliada pela comissão organizadora. As inscrições para comunicações estão abertas até 20 de outubro.

Cada trabalho poderá contar com até dois autores, sendo que ambos deverão estar inscritos no evento como autores. Cada autor poderá enviar uma única proposta de trabalho. Aqueles que tiverem propostas aprovadas deverão enviar os trabalhos completos até 19 de novembro.

Os trabalhos completos deverão ter de 20 a 30 mil caracteres (com espaçamento, notas e bibliografia) e deverão ser submetidos no site até 19 de novembro em arquivo de texto (doc ou docx), habilitado para edição, contendo título da comunicação; nome do(s) autor(es); e-mail para contato e breve resumo da formação acadêmica; resumo com até 150 palavras; de três a cinco palavras-chave.

Mais informações no site do evento.

 

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