UFSC na Mídia: professor da UFSC fala sobre a relação entre gênero e gastos públicos

24/09/2026 10:48

A reportagem Gênero e gastos públicos: pesquisador explica resultados do estudo no RN, publicada no portal Nossa Ciência, apresenta os resultados da pesquisa do professor Moacir Manoel Rodrigues Junior, do departamento de Ciências Contábeis da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O estudo foi publicado na Revista de Administração Pública, na SciELO. Partindo da pergunta “O que explica a diferença nos gastos públicos de municípios administrados por mulheres e homens?”, os pesquisadores analisaram municípios do Rio Grande do Norte (RN) entre 2017 e 2022.

Além de Moacir, o artigo também é assinado por Luciano Gomes Gonçalves e Alex Mussoi Ribeiro. O trabalho foi submetido em 26 de fevereiro de 2025 e aceito em 03 de junho de 2026. Confira um trecho da matéria:

A pesquisa encontrou uma relação negativa entre gestão feminina e gasto per capita em educação, contrariando a expectativa de que gestoras tenderiam, de maneira geral, a priorizar políticas sociais. O pesquisador relaciona parte dessa dinâmica à regra que determina a aplicação mínima de 25% das receitas municipais em educação, estabelecida da Constituição de 1988. “O gestor público é obrigado a gastar os 25% do orçamento municipal com gastos em educação”, explica. Na avaliação apresentada na entrevista, como esse percentual obrigatório já representa uma parcela relevante do orçamento, a margem para despesas discricionárias fica mais limitada.

Leia a reportagem na íntegra aqui.

O artigo está disponível aqui.

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Doutora pela UFSC recebe prêmio de Antropologia por estudo sobre violência obstétrica

20/07/2026 09:19

Bruna Fani Duarte durante a Reunião Brasileira de Antropologia. Foto: arquivo pessoal

A antropóloga  Bruna Fani Duarte Rocha, doutora pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), recebeu o I Prêmio Mariza Corrêa de Gênero, Sexualidade e Intersexualidade na categoria Artigo ou Ensaio Acadêmico, durante a 35ª Reunião Brasileira de Antropologia (RBA). O evento foi realizado entre os dias 13 e 17 de julho, no campus da Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia (GO). A pesquisadora foi reconhecida pelo estudo Onde não há consenso: a categoria ‘mãe’, a Lei Trans e as fraturas do feminismo espanhol, desenvolvido sob orientação da professora Alinne de Lima Bonetti, da UFSC. A premiação é concedida pela Associação Brasileira de Antropologia (ABA) e tem como objetivo incentivar e reconhecer produções acadêmicas voltadas aos estudos de gênero, sexualidade e intersexualidade no campo da antropologia brasileira.

A entrega do certificado ocorreu durante a programação da RBA, que neste ano teve como tema Antirracismo e Pluriversidade. O documento foi assinado pela presidenta da Associação Brasileira de Antropologia, Luciana de Oliveira Dias. Para Bruna a premiação representa mais do que um reconhecimento pessoal. “Mais do que um reconhecimento individual, vejo essa premiação como um reconhecimento da potência da antropologia comprometida com a transformação social e das lutas das mulheres que generosamente compartilharam suas histórias comigo.”

Segundo a pesquisadora, a trajetória da pesquisa foi construída a partir do diálogo entre sua experiência pessoal e o interesse em compreender como a violência obstétrica se estrutura e de que forma mulheres transformam essas vivências em mobilização, produção de conhecimento e resistência. “Minha pesquisa nasceu do encontro entre uma experiência profundamente pessoal e o desejo de compreender, por meio da antropologia, como a violência obstétrica se estrutura e como tantas mulheres a transformam em mobilização, conhecimento e resistência. Ao longo desse caminho, aprendi que produzir ciência também é escutar, construir vínculos e assumir responsabilidades éticas com as pessoas que tornam nossas pesquisas possíveis.”

Ela também destacou o significado de receber uma premiação que homenageia uma das principais referências da antropologia feminista no Brasil. “Receber um prêmio que leva o nome de Mariza Corrêa torna esse momento ainda mais especial. Sua trajetória inspira gerações de pesquisadoras e pesquisadores a fazer uma antropologia crítica, feminista e comprometida com as desigualdades e as violências que atravessam nossa sociedade.”

 

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Instituto de Estudos de Gênero da UFSC é homenageado por sua trajetória de 20 anos

20/03/2026 11:45

O Instituto de Estudos de Gênero da Universidade Federal de Santa Catarina (IEG/UFSC) será homenageado por seus 20 anos de atuação em uma sessão comemorativa na Câmara Municipal de Florianópolis. A iniciativa parte de uma proposição da vereadora Ingrid Sateré Mawé PSOL) e a cerimônia está marcada para a quinta-feira, 26 de março, às 16h, no plenário da Câmara. A atividade é aberta a todos, integrantes da comunidade acadêmica e moradores da cidade.

A Câmara reconhecerá a contribuição do instituto ao longo das duas últimas décadas, período em que o IEG se tornou um espaço de referência na produção de conhecimento, na formação acadêmica e na articulação política em torno das pautas de gênero. A homenagem destaca o papel do instituto no fortalecimento das lutas por direitos e pela equidade de gênero, tanto no âmbito universitário quanto na sociedade em geral.

Mais informações no site do IEG, nos Boletim | Instituto de Estudos de Gênero, no perfil do IEG no Instagram @iegufsc ou pelo e-mail estudosdegenero@gmail.com.

 

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INCT do Futebol publica nota de repúdio contra declarações de presidente do Flamengo

05/01/2026 08:31

O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Estudos do Futebol Brasileiro (INCT Futebol) publicou nota de repúdio às declarações do presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, proferidas contra a jornalista Renata Mendonça, do grupo Globo, durante reunião de balanço da temporada 2025 do clube. A jornalista havia criticado a estrutura oferecida às jogadoras do time feminino do Flamengo apesar das boas condições financeiras do clube.

O dirigente, em vez de responder às críticas, mencionou características físicas da jornalista e fez declarações que podem ser interpretadas como banalização da violência contra a mulher.

“Declarações dessa natureza não produzem efeitos isolados. Elas reforçam um ambiente simbólico que naturaliza constrangimentos e assimetrias de gênero, afetando mulheres que atuam no jornalismo, na pesquisa, na gestão e em diferentes esferas do futebol. Por isso, extrapolam o caso individual e dizem respeito ao campo esportivo como um todo”, afirma um trecho da nota.

O INCT Futebol , sediado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), congrega uma rede nacional interdisciplinar de pesquisadores(as) e estudiosos(as) do futebol brasileiro, vinculados a programas de pós-graduação de diversas universidades brasileiras. Atualmente, a professora Carmen Rial, da UFSC, é a coordenadora geral do INCT Futebol.
Veja a íntegra da nota de repúdio.

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UFSC lidera pela primeira vez associação nacional de Filosofia comprometida com questões de gênero e inclusão 

11/07/2025 09:35

Professora informa que, em 2026, UFSC deve receber pela primeira vez evento nacional. Foto: Divulgação/UFSC

A professora Janyne Sattler, do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), assumiu, desde janeiro deste ano, a presidência da Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (ANPOF). Esta é a primeira vez que uma docente da universidade preside a ANPOF, o que representa uma conquista para a instituição e, sobretudo, para o Programa de Pós-Graduação em Filosofia (PPGFIL/UFSC), que terá mais protagonismo e visibilidade no cenário acadêmico brasileiro. “Em todos os espaços onde estarei representando a ANPOF, estarei representando o programa. Essa visibilidade também é importante para os alunos e alunas do programa, que podem se sentir mais próximos da associação”, afirma a pesquisadora. 

Além disso, a UFSC sediará o próximo encontro da ANPOF, em novembro de 2026, sendo a primeira vez que o evento ocorre em uma universidade catarinense. “Teremos toda a comunidade filosófica brasileira da pós-graduação aqui na UFSC”, comenta. O  PPGFIL  já possui a nota 7, que é a nota máxima na avaliação da CAPES. Mas geralmente as atenções estão mais voltadas principalmente aos programas do Rio de Janeiro e São Paulo. Portanto, segundo ela, será importante que o encontro ocorra na UFSC, valorizando a pesquisa que é produzida aqui. “O programa da UFSC já é muito consolidado. Temos um quadro docente bastante variado, que trabalha em áreas muito variadas.”

Questões de gênero em foco

“Eu diria que fui chamada à presidência um pouco pelo meu papel nas discussões sobre gênero dentro da filosofia”, explica Janyne, que é reconhecida na academia por suas contribuições nos debates e nas diversas atividades que vem desenvolvendo nesta área desde 2016. Por priorizar uma reflexão crítica feminista em um campo historicamente mais fechado a abordagens heterodoxas, Janyne se destacou no cenário nacional: “Isso foi importante para que confiassem em mim nesse cargo”, avalia.


Eu realmente estava e estou nesse lugar histórico, envolvida com essas ações que ficaram conhecidas e estão transformando o campo da filosofia. E daí vem o questionamento: por que não temos filósofas no cânone?

Janyne Sattler,
presidente da ANPOF


Segundo Janyne, debates sobre gênero e raça vêm ganhando espaço na filosofia e já havia uma demanda para que a ANPOF trilhasse um caminho mais progressista, buscando maior inclusão e descentralização. Tradicionalmente, a associação era liderada por um grupo político bastante conservador e elitista, focado em uma única regionalidade, geralmente o Sudeste. “Era sempre o mesmo grupo assumindo a ANPOF. E durante certo tempo, inclusive, não havia sequer eleição, era uma coisa assim de indicação“, lembra a professora. Em 2016, entretanto, uma candidatura mais progressista foi eleita pela primeira vez, representando um ponto de virada na história da entidade. “A ANPOF passou então a atuar contra esse elitismo acadêmico, contra a manutenção de uma única regionalidade, e também a pensar nessas outras questões que têm a ver com gênero, com raça, com classe.”
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UFSC e Ministério da Igualdade Racial lançam cartilha e promovem evento na segunda-feira, 17

13/03/2025 16:21

O Laboratório de Sociologia do Trabalho (Lastro) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) convida para o evento de divulgação dos primeiros resultados da pesquisa Desigualdades sociais no trabalho por conta própria: análises interseccionais de raça, classe e gênero, realizada em colaboração com o Ministério da Igualdade Racial (MIR) e com a Rede Brasil Afroempreendedor (Reafro).

O evento ocorre na segunda-feira, 17 de março, das 9h às 12h, no auditório do Espaço Físico Integrado (EFI), no Campus de Florianópolis da UFSC e terá a participação da Secretária Nacional de Políticas de Ações Afirmativas e Combate e Superação do Racismo, Márcia Lima, que fará uma conferência sobre desigualdades interseccionadas e mercado de trabalho no Brasil.

A participação dá direito a certificado de atividade de extensão de três horas. A inscrição é gratuita e pode ser feita por aqui.

A pesquisa demonstra como discriminações de raça, gênero, classe e território incidem, combinadas, no trabalho por conta própria, fonte de renda de 25 milhões de pessoas no Brasil, um quarto da população economicamente ativa. O estudo compara dados obtidos pelo IBGE em 2019 e 2023 e constata a intensificação das desigualdades por conta dos efeitos da pandemia de Covid-19.

Importância da criação de políticas públicas

O relatório aponta a importância da criação de políticas públicas capazes de, ao mesmo tempo, combater as discriminações e fortalecer as atividades dos trabalhadores por conta própria. Os resultados serão divulgados em linguagem simples, em cartilha voltada a tomadores de decisão, pesquisadores, lideranças de movimentos sociais e organizações da sociedade civil.

Mais informações no site do evento.

 

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Seminário Fazendo Gênero abre com presença da Ministra das Mulheres, Cida Gonçalves

30/07/2024 19:03

Ritual indígena na abertura da conferência de Amina Mama. Foto: Carol Esmanhotto/Fazendo Gênero/UFSC

A 13° edição do Seminário Internacional Fazendo Gênero teve sua abertura oficial nesta segunda-feira, 29 de julho, com a conferência da escritora, ativista e acadêmica nigeriana-britânica Amina Mama, no auditório Garapuvu, no Centro de Cultura e Eventos Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, no Campus de Florianópolis, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Aberto com a apresentação de sons e danças de matriz africana além de um ritual indígena, o evento valorizou a diversidade e caráter democrático do seminário.

A mesa de abertura contou com a presença e falas da Ministra das Mulheres, Cida Gonçalves; da diretora de Políticas e Programas de Educação Superior da SeSU/MEC, Ana Lúcia Pereira; do reitor da UFSC, Irineu Manoel de Souza; da vice-reitora Joana Célia dos Passos; do reitor e da vice-reitora da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), José Fragalli e Clerilei Bier; do reitor do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), Maurício Gariba Júnior; da representante dos movimentos sociais Letícia Borges de Assis; da coordenadora do Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da UFSC, Teresa Kleba, e da comissão organizadora do evento, formada por Alexandra Alencar, Alinne de Lima Bonetti, Débora de Carvalho Figueiredo e Janyne Sattler.

>> Assista ao evento no canal do IEG no YouTube.

>> Marcha contra o fim do mundo, no centro de Florianópolis, ocorre nesta quarta-feira, 31 de julho

Outras autoridades também tiveram sua presença registrada, como pró-reitores, secretários, autoridades universitárias da UFSC, IFSC e Udesc.

Em sua fala, a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, citou a pandemia de Covid-19 enfrentada pelos brasileiros. “Perdemos 750 mil pessoas e até hoje não fomos capazes de viver o luto”, disse a ministra. Para ela, a volta do Fazendo Gênero simboliza o retorno da ciência, da pesquisa, do estudo. “Representa a volta do Brasil, a volta das mulheres que nunca desistiram deste país. Nós voltamos mais maduras, mas temos que enfrentar o fascismo todos os dias da nossa vida”. Ela citou alguns avanços já alcançados, mas ainda não garantidos, com a Lei da Igualdade Salarial entre homens e mulheres.

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Começa o ‘Fazendo Gênero’ na UFSC, com 6 mil participantes até 2 de agosto

26/07/2024 09:54

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sedia a 13° edição do Seminário Internacional Fazendo Gênero, a partir desta segunda-feira, 29 de julho, e até 2 de agosto. Com a temática Contra o fim do mundo: anti-colonialismo, anti-fascismo e justiça climática, os encontros buscam expressar a pluralidade às diferentes existências de mulheres e populações LGBTQIAPN+, informam os organizadores.

O Fazendo Gênero é uma realização da UFSC, através do Instituto de Estudos de Gênero (IEG), do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

Com mais de 6 mil inscritos, 45 mesas-redondas, tendas temáticas, oficinas, rodas de conversa, minicursos, e a Marcha Mundo de Mulheres, o seminário também celebra seus 30 anos de atividades e o retorno de encontros presenciais desde a pandemia da Covid-19.

A programação será concentrada ao redor do Campus de Florianópolis da UFSC, no bairro Trindade. As conferências ocorrem no Auditório Garapuvu do Centro de Cultura e Eventos Luiz Carlos Cancellier de Olivo, com quatro mulheres com atuação nos movimentos feministas: Débora Diniz, Mestra Joana (Joana D’arc da Silva Cavalcante), Adriana Arroyo Guzmán e Amina Mama. Em 31 de julho, haverá a Marcha Mundo de Mulheres, no centro de Florianópolis, das 16h às 20h, aberta a toda a população.
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“Sociedade é resistente à presença de mulheres em espaços de destaque”, diz secretária da SBPC

09/02/2024 10:05

Professora Maria Elisa Máximo é secretaria regional da SBPC, mulher, mãe e cientista. Foto: Arquivo Pessoal

A secretária regional em Santa Catarina da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Maria Elisa Máximo, considera o fator estrutural como uma das principais causas de distorções entre os espaços e os papéis ocupados por homens e mulheres na produção do conhecimento. “A desigualdade no meio científico é, antes e acima de tudo, consequência de uma sociedade desigual, excludente e violenta para meninas e mulheres”, pontua.

A adoção de linhas de financiamento e editais específicos para mulheres cientistas em diferentes estágios da carreira, os incentivos para a formação de grupos de pesquisa voltados aos estudos de gênero e diversidade e os programas de formação que incluam o letramento em gênero são citados por ela como algumas das possibilidades para acelerar o processo de equidade.

Em entrevista sobre o Dia Internacional das Mulheres e Meninas nas Ciências, celebrado neste domingo, 11 de fevereiro, ela, que também é professora do Departamento de Antropologia da UFSC, mãe e cientista, citou aqueles que considera os maiores desafios para as carreiras científicas das mulheres: a maternidade e a hostilidade do meio acadêmico associado ao machismo institucional.

Leia a entrevista completa

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Seminário Internacional Fazendo Gênero 13 seleciona propostas de trabalhos artísticos e culturais

20/11/2023 17:33

O Seminário Internacional Fazendo Gênero 13 (FG13) – evento que ocorre na Universidade Federal de Santa Catarina de 29 de julho a 2 de agosto de 2024 –  recebe inscrições para trabalhos artístico e culturais. Qualquer artista ou grupo pode se inscrever na modalidade de arte e cultura até o dia 2 de fevereiro de 2024. As informações sobre inscrição estão disponíveis no site do evento.

A Comissão de Atividades Culturais definirá critérios para a avaliação e seleção de trabalhos, com base em qualidade, atualidade, originalidade, afinidade com a temática do evento e possibilidade de execução da proposta. A divulgação das propostas selecionadas está prevista para 30 de abril de 2024. A comissão organizará a agenda de apresentações e a alocação dos espaços. Não há remuneração prevista ou verba destinada às despesas com deslocamento e hospedagem para artistas e coletivos selecionados. A organização do evento promoverá a isenção da inscrição e fornecerá certificados digitais para artistas selecionades que estiverem cadastrades no site.

Mais informações pelo e-mail 13fgatividadesculturais@gmail.com, pelo site do evento e pelo Instagram.

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Grupo que vai estudar e promover ações de equidade de gênero na UFSC começa a atuar

28/06/2023 16:32

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) passa a ter, a partir desta quarta-feira, 28 de junho, um Grupo de Trabalho (GT) focado na equidade de gênero, com a proposta prioritária de criar uma política específica de combate à violência de gênero. A primeira reunião do GT Equidade de Gênero ocorreu durante a tarde, a partir das 14h, focada na construção da Política de Equidade de Gênero da UFSC. “Esse plano pode incluir atividades como pesquisas, levantamento de dados, revisão de normas e regulamentos, audiências públicas, entre outros”, pontua a pedagoga Carolina Seidel, coordenadora de Diversidade Sexual e Enfrentamento da Violência de Gênero (CDGEN), instituída em janeiro.

O objetivo do grupo é promover discussões, análises e ações para a elaboração e implementação de políticas e diretrizes que promovam a equidade de gênero na instituição. Participam das atividades representantes da comunidade acadêmica, incluindo docentes, discentes, servidores técnicos-administrativos, além de representantes de movimentos sociais.

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Colóquio aborda questões de raça e gênero

22/03/2023 17:12

O Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza o Colóquio de Pesquisadoras/es IEG/UFSC 2023 nesta segunda-feira, 27 de março, à 18h. O evento tem o objetivo de discutir questões de raça e gênero e ocorrerá de forma remota pelo canal do IEG no Youtube. 

O projeto apresentará discussões sobre temas como feminismo negro, afetividade negra, juventude, memória e cena musical. As teses de três pesquisadores ligados ao IEG pautarão os principais pontos debatidos pelos presentes.

Para mais informações, acesse a página do IEG/UFSC.

 

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PET Biologia UFSC promove cine-debate sobre sexualidade e gênero no dia 17 de maio

13/05/2022 18:55

O projeto de extensão Miolhe, vinculado ao PET Biologia da UFSC, promove, na próxima terça-feira, 17 de maio, às 13h, um cine-debate voltado à educação sobre sexualidade e gênero. Será apresentado o curta-metragem “Still me”, cujo enredo aborda a história de Bailey, que depois de aceitar sua identidade não-binária decide se assumir na escola. A atividade é aberta a todos/as/es e as inscrições devem ser feitas pelo formulário on-line.

O cine-debate do PET Biologia tem por objetivo promover discussões sobre temas contemporâneos considerados de extrema importância. A proposta consiste em assistir um filme de curta-metragem sobre determinado assunto e, em seguida, fomentar um debate sobre as questões levantadas.

O filme será exibido na sala CCB7, localizada no 1º andar do Centro de Ciências Biológicas (CCB/UFSC). Para se inscrever, acesse aqui.

Miais informações pelo Instagram ou pelo e-mail petbiologiaufsc@gmail.com

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Prêmio Mulheres na Ciência: Cristina Scheibe Wolff

24/11/2021 08:00

Em 2022, a historiadora Cristina Scheibe Wolff completa 30 anos como professora do Departamento de História do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina (CFH/UFSC). Com uma trajetória acadêmica marcada por significativas contribuições ao debate sobre questões de gênero no campo da História, Cristina é uma das homenageadas pelo Prêmio Mulheres na Ciência 2021, promovido pela Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq/UFSC). Ela foi a vencedora na área de Ciências Humanas da categoria Sênior, voltada a pesquisadoras que ingressaram na UFSC até o ano 2000.
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Instituto de Estudos de Gênero da UFSC promove campanha ’21 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres’

18/11/2021 17:37

O Instituto de Estudos de Gênero da Universidade Federal de Santa Catarina (IEG/UFSC) promove a campanha “21 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres”. A ação faz parte da campanha internacional “Pelo fim da violência contra as mulheres”, cujo objetivo é dar visibilidade e dialogar sobre os tipos de violências que envolvem as mulheres em seus diversos pertencimentos e interseccionalidades.

Entre os dias 23 de novembro e 9 de dezembro, serão realizadas rodas de conversas com a participação de pesquisadoras do IEG e convidadas externas. A primeira mesa ocorre na terça-feira, 23 de novembro, às 19h, e será transmitida pelo canal do IEG no Youtube.

O evento terá intérpretes de Libras e fornecerá certificado de participação. A programação completa está disponível na página do IEG. As atividades são abertas a todos. Para participar, basta acessar o Youtube.

Mais informações pelo e-mail audiovisual.generoediversidade@gmail.com ou pelo Instagram.

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Curso sobre gênero, diversidades e equidade está com inscrições abertas

13/10/2021 11:12

Estudantes de graduação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) podem se inscrever a partir desta quarta-feira, 13 de setembro, no curso Gênero, diversidades e equidade, pelo formulário on-line. São ofertadas duas turmas, uma nas quartas-feiras, das 18h30 às 21h, e outra aos sábados, das 9h30 às 12h. Os encontros iniciam em 30 de outubro para quem optar pela turma de sábado e no dia 3 de novembro para quem optar pela turma de quarta-feira, com duração de seis semanas. 

Promovida pelo Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes (Piape) em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq), o Instituto de Estudos de Gênero (IEG) e a Comissão de Equidade da UFSC, a iniciativa dá continuidade ao curso Ciência, Gênero e Diversidades, oferecido em 2020.2, e tem o propósito de fomentar discussões e reflexões sobre questões relacionadas ao gênero e às diversidades, com foco na promoção de equidade. As ações são divididas em seis módulos:
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Projeto de Extensão da UFSC lança portal ‘Cultura e Diversidade’ com produções artísticas sobre questões de gênero

04/10/2021 11:46

Nesta segunda-feira, 04 de outubro, foi lançado o Portal Cultura e Diversidade, fruto de um projeto de extensão coordenado pela professora Rochelle Cristinha dos Santos, do Departamento de Design e Expressão Gráfica (EGR/CCE/UFSC). O projeto tem a participação da aluna bolsista Leticia Hass Maganhotto.
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Publicações de autoria feminina se destacam na classificação da UFSC em ranking internacional

24/06/2021 09:56

Ranking avalia proporção de autoras em publicações acadêmicas. Foto: Christin Hume/Unsplash

O número de publicações de autoria feminina na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) se destaca na classificação do Leiden Ranking, produzido pelo Centro de Estudos de Ciência e Tecnologia (CWTS), da Universidade de Leiden, na Holanda. Entre os quatros indicadores existentes no levantamento, ‘Gênero’ coloca a UFSC em sua melhor colocação entre as 1.225 universidades avaliadas em 69 países.

O Leiden Ranking é baseado em dados bibliográficos de publicações científicas, em particular em artigos publicados em revistas científicas. Atualmente, baseia-se no banco de dados Clarivate Analytics Web of Science como fonte primária e não usa dados obtidos diretamente das universidades. Na listagem, são considerados quatro parâmetros de análise: 1. Impacto científico (artigos publicados na base de dados Web of Science de 2016 a 2019); 2. Colaborações (artigos em parceria com outras instituições); 3. Acesso aberto (proporção de artigos livres em relação aos restritos); 4. Gênero (proporção de autoras).

Quando considerados os indicadores ‘Impacto científico’, ‘Colaborações’ e ‘Acesso aberto’, a Universidade figura entre as posições 430 e 480 no ranking internacional. Na classificação por gênero, a instituição catarinense passa a ocupar o 334º lugar, sendo a 10ª melhor colocada na América Latina e 8ª no Brasil. O levantamento contabiliza 17.741 publicações pela Universidade, sendo 7.185 delas (40,5%) de mulheres. Há ainda 811 publicações registradas como gênero desconhecido.

A professora Maique Weber Biavatti, superintendente de Projetos da Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq), afirma que o ranking reforça a posição da Universidade vista em outras classificações, mas considera que a falta de recursos para pesquisa brasileira dificulta a competitividade com as melhores instituições do mundo. “A UFSC tem um protagonismo bastante importante na ciência brasileira considerando o tamanho da Universidade e a abrangência dela. Sempre ficamos entre as dez melhores universidades em vários rankings. Quanto à classificação mundial, sabemos que somos um país periférico, então é muito difícil chegarmos no mesmo ponto onde estão países centrais e que recebem um grande financiamento. Acho que fazemos um trabalho milagroso diante do baixo financiamento que temos. E para o incentivo à pesquisa, infelizmente, não é um cenário favorável este que estamos vivendo”, avaliou.

Ainda em relação ao indicador ‘Gênero’, chama a atenção a proporção na divisão por áreas do conhecimento. A única em que o percentual de publicações femininas é superior às masculinas é na área das Ciências biomédicas e de saúde: 3.132 autorias masculinas (49,6%) e 3.186 autorias femininas (50,4%). Nas demais, a representatividade feminina é inferior. Nas Ciências da computação e Matemática, por exemplo, a participação das mulheres constitui apenas 10% do total de publicações (ver tabela abaixo).

Autoria masculina Autoria feminina
Ciências biomédicas e de saúde 3.132 (49,6%) 3.186 (50,4%)
Ciências da vida e da terra 2.495 (55,5%) 2.000 (44,5%)
Ciências da computação e Matemática 1.033 (90%) 115 (10%)
Ciências físicas e Engenharias 3.598 (67,4%) 1.737 (32,6%)
Ciências sociais e humanas 298 (67,1%) 146 (32,9%)

Para a professora Maique, a leve vantagem em uma das áreas não é suficiente para consolidar uma maioria. “Compartilhar o protagonismo, do ponto de vista de igualdade, seria 50%. Mas se você considerar que nas Ciências da saúde, em geral, historicamente a participação feminina é muito superior a 50,4%, então não chega a ser representativa, uma vez que a área é predominantemente exercida por mulheres. Ainda há uma participação masculina bastante grande, apesar de a maioria das pessoas que se formam na área da Saúde serem do sexo feminino”, salientou.
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Série de vídeos aborda emoções, afetos e relações de gênero na resistência a ditaduras

05/05/2021 11:02

O Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) lançou um novo projeto que envolve a pesquisa em história oral sobre a militância contra as ditaduras no Cone Sul latino-americano. O projeto Políticas da emoção e do gênero na resistência às ditaduras militares no Cone Sul, coordenado pela professora Cristina Scheibe Wolff e financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), é mais uma novidade com experimentação coletiva proposta pela docente e pelo laboratório.

A cada semana, é apresentado um novo minidocumentário, com cerca de dez minutos, no canal do LEGH no Youtube. Os roteiros partem de entrevistas realizadas por pesquisadores do laboratório com ativistas e militantes que lutaram contra as ditaduras em países como Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Chile. Abordam-se as experiências de resistência às ditaduras relacionadas às emoções, aos afetos e às relações de gênero. “Os vídeos trazem novas possibilidades de reflexão sobre as ditaduras do Cone Sul e sobre os movimentos da resistência e feministas, a partir da história das emoções”, declara Cristina.

O projeto prepara também o lançamento de um livro que irá trazer capítulos sobre as mesmas temáticas dos vídeos, abordando emoções como o amor, a amizade, a esperança, o medo, a culpa, o luto, a raiva, o ódio, a coragem, o riso e a voluntariedade.

Mais informações nas redes sociais (Facebook, Instagram e Youtube) e no site do LEGH.

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Curso ‘Ciência, Gênero e Diversidades’ prorroga inscrições

24/03/2021 08:37

Os interessados em participar do curso Ciência, Gênero e Diversidades têm até quinta-feira, 25 de março, para se inscrever – mesma data em que começam as atividades. As inscrições são feitas a partir do preenchimento do formulário, escolhendo a turma que mais se adequa aos seus horários. Solicita-se que o formulário seja preenchido também pelas pessoas que já se inscreveram mas não tenham recebido o e-mail de confirmação.

Realizado pelo Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes (Piape), em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq) e o Instituto de Estudos de Gênero (IEG), o curso tem o objetivo de fomentar discussões sobre o contexto histórico-cultural que norteia a trajetória científica das mulheres, explorando causas sociológicas e culturais que refletem a assimetria de gênero na ciência em suas múltiplas interseccionalidades (de raça, classe, orientação sexual, deficiência, geração) no Brasil e no mundo.

As turmas terão, no máximo, 45 pessoas e têm como público-alvo prioritário estudantes da graduação da UFSC. Será reservado um espaço de 10% para alunos da pós-graduação e de outras instituições. Os encontros durarão seis semanas, com finalização prevista para o dia 6 de maio, e podem ser validados como atividade complementar mediante participação em pelo menos 75% das aulas.

Mais informações no programa do curso.

Leia também: UFSC terá curso de seis semanas sobre ciência, gênero e diversidades

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Inscrições abertas para curso sobre Ciência, Gênero e Diversidades

15/03/2021 10:54

Realizado pelo Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes (Piape), em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq) e o Instituto de Estudos de Gênero (IEG), o curso Ciência, Gênero e Diversidades tem o objetivo de fomentar discussões sobre o contexto histórico-cultural que norteia a trajetória científica das mulheres, explorando causas sociológicas e culturais que refletem a assimetria de gênero na ciência em suas múltiplas interseccionalidades (de raça, classe, orientação sexual, deficiência, geração) no Brasil e no mundo. Os encontros terão início no dia 22 de março e serão realizados de maneira remota, com duração de aproximadamente 1h30 cada. 

Para participar, é preciso preencher, até quinta-feira, 18 de março, os formulários de inscrição e, em seguida, o de montagem de turmas.
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Instituto de Estudos de Gênero completa 15 anos

22/12/2020 08:13

O Instituto de Estudos de Gênero da Universidade Federal de Santa Catarina, voltado para o ensino, pesquisa e extensão no campo dos estudos de gênero e feminismos, completou 15 anos nesta segunda-feira, 21 de dezembro. Para marcar a data, o grupo irá compartilhar ao longo das próximas semanas, os momentos mais marcantes envolvendo o IEG e suas frentes.

Na mensagem de aniversário, o Instituto registra seu compromisso em  buscar a transformação da realidade social, reunindo diferentes pessoas, realidades e vivências. O IEG é formado por professoras e pesquisadoras da UFSC, da UDESC e de Instituições de Ensino Superior do país e do mundo, tanto na graduação, quanto na pós-graduação.

São seis frentes de atuação, com laboratórios e núcleos voltados aos estudos de gênero, feminismos, sexualidades, diversidades, interseccionalidades, etc. Entre essas frentes, estão o Centro de Documentação IEG-UFSC, um acervo de livros, periódicos, trabalhos acadêmicos, clippings de notícias, coleções de folders, banners e material audiovisual sobre feminismo, estudos de gênero, diversidade, sexualidade, entre outros.

Outro trabalho executado junto ao Instituto é a Revista Estudos Feministas, cuja última edição foi divulgada também nesta segunda-feira. O periódico pretende “proporcionar de forma acessível a todas e todos leituras críticas do contexto da história, da cultura e da sociedade em que vivemos a partir do olhar feminista”.

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Revitalização do Canal do Instituto de Estudos de Gênero enfoca vídeos didáticos

09/07/2020 08:21

Para potencializar as ações das diferentes frentes do Instituto de Estudos de Gênero UFSC (IEG), bolsistas, trabalhando de casa, criaram o Projeto IEG On-line, onde uma parte da equipe está envolvida para produzir, criar e dar visibilidade às atividades remotas do Instituto e suas frentes, voltadas ao ensino, pesquisa e extensão no campo dos estudos de gênero, feministas, das diversidades, sexualidades e interseccionalidades. O acervo de vídeo tem assuntos variados para serem utilizados como subsídio para o ensino.

No mês de julho o destaque é a revitalização do canal no YouTube, que vai ganhar nova cara a partir das postagens do 6º Curso de Curta Duração (CCD) em Gênero e Feminismos. As mesas que compõem o curso serão disponibilizadas semanalmente e acompanharão também a temática trabalhada nesse mês pelo Instituto, voltada às mulheres negras, latino americanas e caribenhas, ao feminismos diversos e plurais do nosso continente. A primeira mesa será a Conferência de Abertura, com as convidadas Luzinete Minella (UFSC) e Ângela Figueiredo (UFRB).

Para acompanhar os trabalhos audiovisuais é só se inscrever no canal Instituto de Estudos de Gênero UFSC e ativar o sininho para receber as notificações. Os vídeos serão disponibilizados todas as quintas-feiras direto no canal.

 

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Espaço Cultural Gênero e Diversidades da UFSC promove mostra virtual

09/06/2020 17:18

O Espaço Cultural Gênero e Diversidades (ECGD) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) lança no mês de julho de 2020 a mostra virtual “UFSC: entrelaçando mundos”. Segundo a coordenadora do ECGD, professora Olga Regina Zigelli Garcia, a mostra visa divulgar a cultura de diferentes grupos que compõem a comunidade universitária com enfoque nas questões relativas a gênero e diversidades.

“Dentro da comunidade universitária da UFSC temos estudantes e docentes de muitos países e de vários lugares do Brasil. Também é significativa a presença de estudantes indígenas de vários grupos étnicos. A mostra é uma oportunidade de conhecermos um pouquinho mais da diversidade cultural que se revela no dia-a-dia da UFSC. Sabemos da importância do contato com a diversidade cultural para ampliar nossa visão de mundo e nos tornar mais empáticos com as diferenças, desmistificando preconceitos e produzindo impacto nas formas com as quais nos socializamos no universo da comunidade universitária”, afirma a coordenadora.

A mostra será apresentada uma vez por semana, sempre às segundas-feiras, nas redes sociais do ECGD (Facebook e no Instagram). As pessoas interessadas em se inscrever para divulgar características de sua cultura podem entrar em contato com a equipe do ECGD pelo e-mail: ecgd.ieg@gmail.com ou deixar mensagem na página do ECGD no faccebook:  https://www.facebook.com/espacoculturalgeneroediversidades

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Vozes de diferentes movimentos trazem suas realidades em tempos de pandemia e desafios à Universidade

26/05/2020 17:27

A Roda de Conversa virtual “Academia, ativismo e gênero em tempos de pandemia”, ocorrida no dia 22 de maio, apontou caminhos para ampliar o debate ente a universidade e os movimentos sociais neste momento tão singular colocada pela pandemia da Covid-19. O evento foi organizado pela Comissão de Movimentos Sociais do Fazendo Gênero 12 vinculado ao Instituto de Estudos de Gênero (IEG/UFSC).

A conversa transcorreu na plataforma Zoom e foi transmitida simultaneamente na página do IEG no Facebook. A moderação foi feita pela pós-doutoranda do Programa Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH/UFSC), Vera Gasparetto.
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