Divulga UFSC – 17/08/2026 – Edição 2550
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O registro da pesca com botos, projeto de pesquisa coordenado por um professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi base de uma decisão judicial para suspender a construção de um emissário de esgoto no Rio Tramandaí, no Rio Grande do Sul.
Praticada principalmente na região de Laguna, no Sul catarinense, e de Tramandaí/Imbé, no Litoral Norte gaúcho, a pesca com botos foi reconhecida como patrimônio cultural imaterial em março deste ano pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
O projeto, coordenado pelo professor Caetano Kayuna Sordi Barbará Dias e desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa Canoa – Coletivo de Estudos sobre Ambientes, Percepções e Práticas, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC, em conjunto com o INCT Brasil Plural (IBP), elaborou o dossiê de Registro encaminhado ao Conselho Nacional do Patrimônio Cultural para reconhecimento da prática como patrimônio imaterial. A pesquisa conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu).
A decisão da juíza Patrícia Antunes Laydner, da Vara Regional do Meio Ambiente, foi proferida no dia 22 e determinou que a Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) não realize o lançamento de afluentes tratados pela Estação de Tratamento de Esgoto II (ETE) no Rio Tramandaí.
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O Instituto Memória e Direitos Humanos (IMDH) e o Serviço de Acolhimento a Vítimas de Violências (SEAVis) da UFSC lançam o e-book da exposição virtual Para não deixar esquecer: Direitos Humanos e os 60 anos do golpe militar, realizada no período de 2024 a 2025.
A exposição partiu do pressuposto que a efetivação dos Direitos Humanos passa pelo reconhecimento, respeito e compromisso com a humanidade do outro. “Apostamos que, por meio das fotos, a experiência com múltiplos rostos e olhares e a menção a artigos da Declaração dos Direitos Humanos são vias para o reconhecimento recíproco da humanidade em nós”, informam os organizadores. O material está disponível no link.

Visita técnica com o curso de Arquitetura e Urbanismo UFSC na Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim (Foto: Divulgação/Fortalezas/UFSC)
As fortalezas administradas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) são tema do quarto episódio da série 500 Anos de Santa Catarina: Uma História, exibido em 24 de junho no programa Balanço Geral Florianópolis e disponível no YouTube e na plataforma ND Play. A produção apresenta o sistema defensivo construído no século XVIII para proteger a Ilha de Santa Catarina e reúne entrevistas com integrantes do Departamento das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina (DFISC), vinculado à Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE/UFSC).
Com curadoria de quatro professores e historiadores de diferentes regiões do estado, a série dedica cada episódio a um capítulo da formação de Santa Catarina, abordando desde a presença dos povos originários até as disputas coloniais que marcaram o litoral catarinense. O quarto episódio, Território disputado: Fortes, Fronteiras e Soberania, é dedicado ao sistema de fortificações implantado na Ilha de Santa Catarina.
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Estão abertas, até o dia 10 de agosto, as inscrições para o Festival Universitário da Canção (FESTIUNI), promovido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – Campus Joinville. O festival busca incentivar a produção musical, valorizar os talentos da comunidade universitária e fortalecer a integração entre as instituições de ensino superior da região por meio da cultura.
Podem participar estudantes, professores e técnicos administrativos vinculados a instituições de ensino superior localizadas nos municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Joinville, São Francisco do Sul, Jaraguá do Sul, Corupá, Guaramirim, Massaranduba, Schroeder, Garuva, Itapoá, Campo Alegre, Rio Negrinho, São Bento do Sul e São João do Itaperiú.
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente pelo site oficial do festival.
O FESTIUNI contempla quatro categorias: música autoral; música eletrônica; interpretação de canção e música instrumental.
O festival será realizado em duas etapas, ambas no Teatro da Liga, em Joinville. A etapa classificatória ocorre no dia 12 de setembro, enquanto a grande final será realizada em 31 de outubro.
Os vencedores de cada categoria receberão premiação em dinheiro e a oportunidade de gravar a música em estúdio profissional. O primeiro colocado de cada categoria será premiado com R$ 5 mil, enquanto o segundo lugar receberá R$ 3 mil, ambos acompanhados da gravação profissional da obra selecionada.
Além das premiações por categoria, o público escolherá, por votação popular, a melhor apresentação do festival entre todos os finalistas. O vencedor também receberá um prêmio de R$ 5 mil.
O FESTIUNI é uma realização da UFSC Joinville, com recursos do Ministério da Cultura, por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), e conta com parceria cultural da Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura de Joinville.
Mais informações, regulamento e inscrições estão disponíveis no site oficial do festival.
O Instituto Memória e Direitos Humanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), realizará a 1ª Pré-Jornada de Agroecologia da Aldeia Mbya Guarani Tava’í, em Canelinha (SC), entre os dias 24 e 26 de julho, das 8h às 20h.
O evento “Sem Tekoá, não há Tekó” (Sem território, não há modo de vida.) busca promover um encontro de articulação, resistência e fortalecimento da construção da Teia dos Povos em Luta em Santa Catarina. A aldeia fica a apenas 65 km de Florianópolis, com fácil acesso pela BR-101-norte.
Estudantes poderão participar como monitores do evento e receberão certificado de participação. As inscrições devem ser realizadas via formulário até dia 20 de junho e possuem valor de 40 reais por dia de evento. O instituto dará certificação de 20 horas aos participantes. Para mais informações, encaminhe e-mail para teiadospovossc@gmail.com .
O estudante do curso de Museologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Gabriel Bicho, que também é artista multimídia e curador, foi selecionado para a exposição Arte Londrina 09, realizada pela Divisão de Artes Plásticas da Universidade Estadual de Londrina (UEL). A mostra ocorre de 11 de junho a 31 de julho de 2026.
Natural de Porto Velho (RO), Gabriel integra a exposição com os trabalhos Aguar as Fés e Destino ao começo do fim, selecionados por edital nacional. As obras dialogam com temas recorrentes em sua produção, como memória, espiritualidade, identidade, território e ancestralidade. O artista recebeu apoio da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da UFSC (SeCArtE) para participar do evento.
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Fala Sobre é o novo programa da TV UFSC que estreia nesta sexta-feira, 29 de maio. Não é um programa de entrevistas tradicional; ao invés disso, é exatamente o que nome diz: gente que conhece o assunto fala sobre o assunto, seja artes, ciências, esportes, política, fauna, arquitetura, sociedade. Vale tudo, com perguntas e respostas diretas e esclarecedoras. O primeiro convidado é o autor Zé Dassilva, que acabou de fazer sucesso como co-autor de “Três Graças”.
Zé Dassilva é formado em Jornalismo pela UFSC, já dirigiu documentários, escreveu livros de reportagem e manteve por muitos anos uma charge diária no Diário Catarinense, tendo conquistado o Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos por seu trabalho como cartunista.
Antes de Três Graças, Zé Dassilva foi roteirista em 10 novelas na Globo, três delas indicadas ao Emmy Awards, o Oscar da TV mundial – sendo que uma delas venceu a premiação: Império, em 2015, foi eleita a melhor novela mundial. Ele também escreveu programas como Casseta & Planeta, Sai de Baixo e Linha Direta. Pós-graduado em cinema pela FGV, Zé Dassilva dirigiu o curta “Dás um Banho, Zé Perri!”, ambientado em Florianópolis, que conta de forma lúdica a passagem do aviador Saint-Exupéry por Santa Catarina. O profissional atualmente está produzindo um longa-metragem, enquanto se prepara para novas novelas na TV.
O Fala Sobre está disponível no youtube da TV UFSC.
Arte-educadores autistas graduados e pós-graduandos pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) criaram um espaço de expressão artística para pessoas neuroatípicas, o Projeto Autistar: Oficina de Teatro para Adultos Autistas. A iniciativa realiza encontros mensais gratuitos em Florianópolis até setembro de 2026 e é voltada exclusivamente ao público autista nessa faixa etária.
Iniciado em maio, o Autistar une teatro, acessibilidade, troca e construção de comunidade, promovendo atividades como jogos de improvisação, exercícios corporais e vocais, além de dinâmicas pensadas a partir das vivências neurodivergentes. As oficinas acontecem sempre no primeiro sábado do mês, das 14h às 17h, no centro cultural Casa Vermelha, no bairro Saco dos Limões, em Florianópolis. Cada encontro oferece 10 vagas, com inscrições abertas 15 dias antes de cada oficina por meio de formulário online. As próximas oficinas ocorrem nos dias 6 de junho, 4 de julho, 1º de agosto e 5 de setembro. É possível se inscrever para o encontro do dia 6 de junho neste link.
O projeto é conduzido por Araís Bernardo Jacinto de Araújo e Patrícia Pimenta de Paula, arte-educadores autistas graduados e pós-graduandos pela UFSC e pela Udesc. A proposta surgiu em função da escassez de atividades culturais voltadas para adultos autistas em Florianópolis. De acordo com o grupo promotor do projeto, embora existam iniciativas direcionadas ao público infantil, ainda são poucos os espaços que pensam acessibilidade, pertencimento e criação artística para pessoas autistas adultas. Outras informações no perfil Autistar Artes no Instagram.
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) será um dos principais palcos para o 16º Festival Internacional de Teatro de Animação (FITA), que ocorrerá entre os dias 23 e 30 de maio, em Florianópolis e outras cidades catarinenses. Com atividades no Teatro Carmen Fossari, Centro de Cultura e Eventos, Igrejinha da UFSC, Praça da Cidadania e espaços do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), a programação reúne espetáculos de diferentes regiões do Brasil, atrações internacionais, oficinas formativas e rodas de conversa abertas ao público de forma gratuita.
Reconhecido como um dos principais festivais de teatro de animação do Sul do país, o FITA reafirma sua relação histórica com a universidade ao promover encontros entre artistas, estudantes, pesquisadores e comunidade. Nesta edição, a UFSC recebe montagens de Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso e Peru, além de atividades voltadas à formação artística e ao debate sobre o teatro de formas animadas. Os espetáculos são para diferentes faixas etárias e a classificação indicativa pode ser consultada no site do Festival: fitafloripa.com.br.
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A emissora de televisão pública da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) lançou, no dia 20 de maio, a primeira parte do especial do programa Giro Cultural com a banda Exclusive os Cabides, de Florianópolis.
Na entrevista, o grupo apresenta em primeira mão seu novo EP, Feliz e Triste ao mesmo tempo, que será lançado no dia 22 de maio. João Paulo Pretto, vocalista e guitarrista, Antônio dos Anjos, vocalista e percussionista, Maitê Fontalva, baixista, Eduardo Possa, guitarrista, e Carol Werutsky, baterista, contam como foram as gravações, a influência das turnês do ano passado e ainda falam sobre cada uma das sete músicas do novo lançamento. O programa foi gravado na casa que funciona como sede e espaço de ensaios do grupo, e ainda mostra eles tocando Bicicleta, a primeira música do EP.
O lançamento vem cercado de expectativa no circuito de rock independente brasileiro: o segundo álbum da banda, Coisas Estranhas, saiu em 2024 e entrou na lista dos 50 melhores discos do ano da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). A música Luminária de Lava ficou em sétimo lugar na escolha de melhores músicas do ano da revista eletrônica Scream&Yell. Na revista Rolling Stone, os músicos foram apontados como banda para prestar atenção. Toda essa repercussão ajudou a banda a fazer 43 shows no ano passado, entre eles o Popload Festival, junto com Norah Jones, St Vincent, Kim Gordon e Lemon Twigse Laufey, entre outros.
O primeiro show após o lançamento de Feliz e Triste ao Mesmo Tempo é no dia 28 de maio, no Sesc Pompeia, em São Paulo, mas os planos a partir de agora são assunto para a segunda parte do Giro Especial Visita Exclusive os Cabides, na semana que vem. Em Florianópolis, o próximo show é dia 6 de junho, junto com a banda paulista Pelados, na Célula Cultural.
O programa está no canal da TV UFSC no Youtube.
O projeto de extensão Coletivo UFSC Convida, em parceria com o Batalha do Conviva e com apoio da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da Universidade Federal de Santa Catarina (SeCArtE/UFSC), lançou o primeiro Mapeamento da Cultura Hip Hop no campus Trindade.
A iniciativa busca conectar a comunidade Hip Hop presente na universidade, fortalecer redes e promover trocas. A primeira chamada do mapeamento ocorre entre os dias 20 de maio e 20 de junho, pelo formulário digital. A ação objetiva identificar demandas, perspectivas e experiências da comunidade, além de contribuir para ações de fortalecimento do movimento cultural na UFSC.
Podem participar pessoas que atuam em algum dos elementos do Hip Hop, desenvolvem atividades culturais dentro da universidade ou se identificam com o movimento. A participação da comunidade é essencial para fortalecer iniciativas coletivas e ampliar espaços de representação, pertencimento e permanência na UFSC.
A proposta também dialoga com debates sobre permanência estudantil e políticas de ações afirmativas, ao reconhecer a cultura de rua como um importante espaço de expressão, pertencimento e construção coletiva. O objetivo é colaborar para uma universidade mais democrática, inclusiva e acolhedora, especialmente para pessoas negras, indígenas, quilombolas, latinas e periféricas.
Informações: Instagram @coletivo.ufsc.convida
A Associação Cultural Cinemateca Catarinense ABD/SC completa 40 anos em 2026. Criada em um momento de reorganização da produção cinematográfica no estado, a instituição participou diretamente da construção das bases do setor, atuando em formação, produção, difusão cultural e articulação política e com protagonismo da UFSC.
As primeiras ações da entidade foram realizadas na universidade. Na Igrejinha da UFSC, em 1986, foi realizado um curso de roteiro com Leopoldo Serran, roteirista de filmes como Dona Flor e Seus Dois Maridos e O Quatrilho. Quase uma década depois, em 1995, a Cinemateca Catarinense e a UFSC assinaram um termo de cooperação, no Curso de Jornalismo, para a proposta de criação do Curso de Cinema.
As parcerias continuaram entre agosto de 1997 e dezembro de 1999, quando foi oferecido o Curso de Cinema e Vídeo como atividade de extensão universitária, em convênio entre o Laboratório de Estudos de Comunicação e a Cinemateca Catarinense. Mais tarde, a TV UFSC também se aproximaria da Cinemateca, quando abrigou parte do acervo da entidade por um período.
O Curso de Cinema também produziu, em parceria com a Cinemateca, o Cinencontro com instituições do cinema em Santa Catarina e edições da Semana de Cinema.
Desenvolvimento
A Cinemateca participou de iniciativas para o desenvolvimento do setor audiovisual no estado, atuando em cineclubes, mostras, publicações, ações de formação, preservação de acervos e articulação de políticas culturais. Também esteve ligada à criação e ao fortalecimento do cinema catarinense. Em 2025, iniciou uma nova etapa de atuação com a implantação da Casa de Acervo, em Joaçaba, espaço dedicado à preservação de documentos, equipamentos, fotografias, filmes e registros históricos ligados ao audiovisual catarinense.
Ao longo do ano, a Cinemateca promove ações especiais como uma campanha audiovisual nas redes sociais com episódios sobre sua trajetória, reunindo integrantes de diferentes diretorias ao longo dessas quatro décadas, além de parcerias com festivais, mostras e cineclubes catarinenses para promover debates sobre memória, preservação e salvaguarda audiovisual.
O Cineclube Rogério Sganzerla da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove a segunda edição do ciclo ‘Watchlist’. Durante todo o mês de maio, serão exibidos apenas filmes sugeridos pelo público: “Aqueles que estão parados na sua lista, que você está enrolando para assistir, esperando uma chance de serem vistos na tela grande. Queremos transformar suas escolhas em sessões inesquecíveis”, explicam os organizadores.
As sugestões de filmes devem ser feitas pelo formulário on-line até 30 de abril. Cada pessoa pode sugerir até quatro filmes que gostaria de ver no cineclube. As sessões ocorrerão durante todo o mês de maio, sempre nas quintas-feiras, às 18h30, na sala de projeção (108) do Bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).
Mais informações no Instagram @cinecluberogeriosganzerla