Celebração da independência de Moçambique reúne diversas atividades

27/06/2019 20:03

No dia 25 de junho foi comemorado 44º ano da independência de Moçambique do colonialismo português. Para dar visibilidade a esse momento histórico, estudantes moçambicanos de Florianópolis, em parceria com diversos Departamentos da UFSC, fizeram uma programação diversa, que envolve Ciclo de Cinema, Seminário e uma confraternização solidária.

Confira abaixo a programação.

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Espaço Cultural promove roda de conversa sobre Marielle Franco

15/03/2019 11:42

O Espaço Cultural Gênero e Diversidades (ECGD) realiza, no dia 18 de março, às 18h20, a roda de conversa “Marielle Franco, Presente!”, para abordar questões acerca do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes, em março de 2018. A proposta é promover uma reflexão sobre as diferentes temáticas que envolvem a morte de Marielle.  O evento será aberto.

O ECGD é um espaço multiuso destinado a atividades artísticas, culturais e acadêmicas, sobre temas relativos a gênero e diversidades (de gênero, étnico-raciais, sexualidades, deficiências, etc.). É fruto de uma parceria do Instituto de Estudos de Gênero (IEG) com as Secretarias de Cultura e Arte (SeCArte) e de Ações Afirmativas e Diversidades (SAAD).

 

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Instituto de Estudos de Gênero lança livro no Dia Internacional da Mulher

08/03/2019 14:51

O Instituto de Estudos de Gênero (IEG) lança neste dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, o ebookMundos de Mulheres no Brasil” disponível gratuitamente no repositório da UFSC e no site da Editora CRV. A obra é uma reunião de textos desenvolvidos a partir das mesas-redondas realizadas no 13th Women’s Worlds Congress e do 11º Seminário Internacional Fazendo Gênero 11, em 2017, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Sobre o livro

A partir dos debates, reflexões, discussões empreendidos, este volume pretende ainda, tal como se lê na apresentação, reiterar o “comprometimento com os debates feministas contemporâneos, visando à equidade de gênero e ao compromisso com a visibilidade de sujeitas políticas, que por vezes passam ao largo do espaço acadêmico.

O ebook pode ser acessado na página do Repositório da UFSC ou no site da Editora CRV.

 

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Curso de Gênero e Feminismos expõe diversidade de perspectivas acadêmicas e práticas

25/02/2019 08:39

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Durante cinco dias, cerca de 500 pessoas – em sua grande maioria mulheres –, estiveram reunidas na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para discutir questões relacionadas ao protagonismo e às lutas da mulher na sociedade. O 7º Curso de Gênero e Feminismos, promovido pelo Instituto de Estudos de Gênero (IEG/UFSC) entre 18 e 22 de fevereiro, foi marcado pela diversidade de perspectivas e pelo diálogo constante e intenso entre a academia e os movimentos sociais. Pesquisadoras, estudantes, ativistas, moradoras da cidade e do campo, negras, indígenas, estrangeiras: mulheres com múltiplas trajetórias e experiências de vida participaram das exposições, debates e atividades culturais. O clima foi de reflexão crítica, resistência e também de celebração e alegria.

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7º Curso ‘Gênero & Feminismos’ recebeu número recorde de inscrições

06/02/2019 15:38

A comissão organizadora do 7º Curso de Curta Duração (CCD) “Gênero & Feminismos” anunciou que aceitará 500 das 939 pessoas inscritas no curso. As inscrições homologadas serão divulgadas em breve. As inscrições encerraram no dia 05 de fevereiro, superando a expectativa do Instituto de Estudos de Gênero (IEG), que havia disponibilizado inicialmente 100 vagas. Com a alta procura, buscou-se um local para acolher o maior número de pessoas inscritas. Mas ainda assim não foi possível aceitar todos os interessados, devido à impossibilidade de um espaço físico maior. Além do Auditório do Espaço Físico Integrado (EFI), haverá um telão no Anfiteatro do EFI e também transmissão ao vivo pela internet.
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Espetáculo ‘Manicômicas’ no Espaço Cultural Gênero e Diversidades nesta quinta, 6

06/12/2018 09:31

O Espaço Cultural Gênero e Diversidades (IEG) recebe nesta quinta-feira, 6 de dezembro, o espetáculo ‘Manicômicas’, a partir das 19 horas. O espetáculo de palhaçaria feminista da Companhia Lunáticas tem entrada gratuita.

Sinopse

E a mulher o que é? É o que ela quiser, inclusive Palhaça! E este universo das mulheres é tão vasto, diverso e singular, que é impossível falar de um assunto único. Por isso estas quatro palhaças se reuniram para expressar os seus percursos, para ter voz e ação, para lutar, para provocar, gerar expressões por meio da arte. Somos Mulheres, somos Palhaças, somos Manicômicas. Este espetáculo é composto por quatro cenas de palhaças que trazem para o palco diferentes abordagens sobre a comicidade feita por mulheres. O malabarismo, a música, a política, a poesia, e a existência humana são revisitadas pelas palhaças, que a partir de suas lógicas tortas, exercitam a desestabilização de padrões, tanto na palhaçaria quanto nas relações cotidianamente estabelecidas.
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Centro de Documentação do Instituto de Estudos de Gênero disponibiliza acervo para consulta

04/12/2018 12:08

O Centro de Documentação do Instituto de Estudos de Gênero (CEDOC/IEG) está aberto para consulta pública de livros e periódicos, que podem ser feitas no local e online. Não são permitidos empréstimos. As consultas e visitações ao acervo precisam ser agendadas previamente por meio de mensagem enviada ao e-mail ou pelo telefone (48) 3721-3504.

O catálogo online de livros e periódicos está disponível no endereço eletrônico www.ieg.ufsc.br/cedoc.php.

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IEG promove Seminário em Gênero e Feminismo de 1º a 3 de agosto na UFSC

27/07/2018 12:38

O Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove, de 1 a 3 de agosto, a sexta edição do Seminário em Gênero e Feminismo, no auditório do Espaço Físico Integrado (EFI), UFSC.

O seminário será ministrado por docentes e pesquisadores de referência na área de gênero, e será aberto a estudantes, pesquisadores, educadores, gestores públicos, e ativistas que atuam no campo dos estudos feministas e de gênero em Santa Catarina e no Brasil. A programação completa está disponível no link (via Facebook).

As inscrições já foram encerradas, e, por limitação do espaço do auditório, a organização pede que interessados em comparecer estejam no local com antecedência para se acomodar melhor. O auditório possui 180 lugares e será aberto uma hora antes do início das atividades, nos três dias do evento.

 

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Circuito Universitário de Cinema ocorre entre os dias 27 e 29

25/06/2018 09:53

O Circuito Universitário de Cinema ocorre nos dias 27, 28 e 29 de junho, sempre às 18h30, no Espaço Cultural Gênero e Diversidades, ao lado da Igrejinha da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Sob a temática relacionada a gênero e diversidades, o evento tem o apoio do Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da UFSC em parceria ao Fundo Sociambiental Caixa e conta com a curadoria de Jana Gularte.
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Instituto de Estudos de Gênero da UFSC é homenageado em Ato Parlamentar Solene na Alesc

23/11/2017 10:50

O Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), representado pelas servidoras Miriam Grossi, Mara Lago e Olga Zigelli Garcia, foi homenageado na noite desta quarta-feira, 22 de novembro, em Ato Parlamentar Solene realizada pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). Por indicação da deputada estadual Luciane Carminatti, a homenagem ocorreu no Plenarinho Deputado Paulo Stuart Wright e contou com a presença de autoridades, parceiros do IEG, estudantes de graduação e pós-graduação, ativistas de movimentos sociais e gestoras públicas.
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Escritora portuguesa finaliza temporada na UFSC com lançamento de livro

06/06/2016 16:15
Ana Luísa Amaral durante o lançamento do livro "Ara", na última segunda-feira, dia 30. (Foto: Herique Almeida/Agecom/UFSC)

Ana Luísa Amaral durante o lançamento do livro “Ara”, na última segunda-feira, dia 30. (Foto: Herique Almeida/Agecom/UFSC)

Ana Luísa Amaral esteve na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) por 21 dias durante o mês de maio. Segundo ela mesmo define, um período “nevrálgico” para o Brasil, no qual o país assistiu à votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado e o seu afastamento. Além disso, mobilizações por todo o Brasil contra o machismo após a divulgação de um caso de uma adolescente de 16 anos no Rio de Janeiro que sofreu estupro coletivo. Foi nesse cenário que a escritora, pesquisadora e tradutora portuguesa, premiada internacionalmente e referência na área de estudos feministas e de gênero, visitou a UFSC.

Ana Luísa veio ao Brasil lançar seu romance “Ara”, publicado em Portugal desde 2013 e já premiado. Em sua temporada na UFSC, ministrou uma aula aberta sobre linguagem e estudos de gênero, um minicurso, uma palestra na biblioteca itinerante Barca dos Livros, e um evento de lançamento de seu livro. Em todas as ocasiões, houve grande público, e Ana Luísa foi rodeada de acadêmicos, pesquisadores, leitores e curiosos.

Muitos a perguntavam sobre o que achava do cenário político e social no Brasil. Em seus diálogos, Ana Luísa falou de feminismo, de impunidade e de política com a mesma poesia que aborda o amor, as diferenças e as linguagens em seus livros. No Brasil ela tem publicados os livros: “Vozes”, “Escuro”, “A Gênese do Amor”, e agora “Ara”. É autora de mais de 20 livros, de diversos gêneros, como poesia, livros infantis, traduções, entre outros. Os seus livros estão editados em vários países como França, Suécia, Holanda, Venezuela, Itália, Colômbia, México e Alemanha. Professora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Ana Luísa integra a direção do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa e coordena o Grupo Intersexualidades.

A visita de Ana Luísa Amaral à UFSC foi possibilitada por meio do Núcleo Literatual de pesquisa em literatura do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), em parceria com o Instituto de Estudos de Gênero (IEG). Na última segunda-feira, dia 30, ela conversou com a Agência de Comunicação da UFSC sobre a sua visita, o cenário político brasileiro e sua obra. 
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Aula Magna incentiva a quebra de paradigmas e defende a universidade como espaço de transformação

16/03/2016 20:52
Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC

Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC

“Eu sou uma afronta para muitos colegas de trabalho. Sou uma afronta para muitos professores, reitores, pró-reitores. Também sou uma afronta para muitos discentes. Mas eu resisto, eu insisto, eu estou presente para ser o que quero ser.” Esse foi o tom que marcou todo o discurso da professora Luma Nogueira de Andrade, do Instituto de Humanidades e Letras (IHL) da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), na aula magna do primeiro semestre letivo de 2016. Luma é a primeira travesti a conquistar o título de doutora e a ocupar o cargo de professora de uma universidade pública e federal no país.

A partir do tema “Moral, código (i)moral e (i)moralidade dos costumes: a relação entre sujeitos e normas em épocas e lugares diferentes”, Luma iniciou sua aula explicando que se identifica e se autodenomina como travesti por uma questão política: “Por que eu não posso me afirmar enquanto travesti? Enquanto transexual? O que fizeram com nossas travestis ao longo da história?” A professora argumentou que a sociedade, em diferentes épocas, excluiu as travestis de suas instituições, lares, escolas. Justamente por isso é preciso criar linhas de fuga, inventar outras possibilidades, “fissuras nas normas”: “Estou aqui para dizer que é possível, sim, para uma travesti, ser doutora, ser professora universitária”.

Luma relatou os desafios que enfrenta como docente da Unilab, uma instituição de ensino que se propõe a ser plural, com o duplo desafio da internacionalização e da interiorização. “Lá existe uma grande resistência à diversidade sexual. É uma cultura muito fechada. Mas acredito que é possível uma transformação. A universidade deve ser um lugar de quebra de paradigmas.” Tendo como principal referência a obra “História da Sexualidade”, de Michel Foucault, a professora expôs a evolução do conceito de moral e moralidade desde a Antiguidade, passando pela Idade Média, até os dias atuais. Segundo ela, a cultura condiciona nossa visão de mundo e interfere, inclusive, no plano biológico, quando institui um modelo idealizado de homem e mulher. “Se hoje somos racistas, sexistas, é porque fomos adestrados a compreender o mundo nessa perspectiva. Mas é preciso estar aberto para as diferenças.”

Outra questão que abordou foi o fato de vivermos o tempo todo rodeados de códigos e regras: “Buscamos nesses códigos o que parece natural. O que é belo? O que a sociedade define como belo? Temos que perceber que o mundo não nasceu a partir do momento em que abrimos os olhos. Achamos que tudo é natural, mas tudo são regras e normas. O tempo todo nos é imposta uma forma de ser.” A professora incentivou a reflexão e a desconstrução desses paradigmas, chamando a atenção do público para o fato de que, mesmo entre aqueles considerados “imorais”, existem normas e códigos: “No campo da diversidade há, muitas vezes, a reprodução de uma heteronormatividade. Não devemos reproduzir a mesma forma de pensar que tanto criticamos.”

A aula magna ocorreu no auditório Garapuvu, do Centro de Cultura e Eventos, na noite de terça-feira (15). Estiveram presentes a reitora Roselane Neckel, a vice-reitora Lúcia Helena Martins-Pacheco, e a pró-reitora de pós-graduação Joana Maria Pedro, que presidiu a mesa.

Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC

Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC

Público

Minutos antes da aula começar, a caloura do curso de História, Thayná Costa, 22 anos, a aguardava com grandes expectativas: “Achei incrível uma travesti ser convidada para recepcionar os calouros. A universidade, principalmente a universidade pública, deve se posicionar contra as discriminações e dar o exemplo. Não sou trans, sou cis, mas quero aprender com a professora sobre respeitar o diferente e não reproduzir opressões.”

Quando Luma encerrou seu discurso, o público a aplaudiu de pé, demonstrando grande contentamento com o que acabara de ouvir. Dandara Manoela Santos, 23 anos, aluna da 5ª fase do Serviço Social, disse estar muito satisfeita: “Achei fantástico. Foi uma experiência bem positiva. Eu já tinha ouvido falar bem dela, mas ela me surpreendeu, foi além do que eu tinha imaginado. O que mais me chamou a atenção foi quando disse que a gente tende a reproduzir os mesmos comportamentos que criticamos.”

A estudante da 3ª fase de Ciências Sociais, Delza da Hora Souza, 20 anos, ressaltou a importância da presença de Luma na UFSC: “É um marco histórico para a universidade ter como convidada para uma aula magna uma professora travesti. Mais do que nunca, precisamos discutir as questões de gênero. A professora mostrou que as coisas nem sempre foram assim. É preciso sempre se reinventar, criar novas possibilidades. Se a homossexualidade ainda não é vista com bons olhos, podemos transformar essa realidade. Enquanto travesti, a professora deixa uma inspiração admirável para todas as mulheres.”

Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC

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Manifestações

Antes de iniciar a aula, integrantes do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) e do Instituto de Estudos de Gênero (IEG) entraram no auditório portando cartazes com mensagens como “Mulheres na luta para mudar a universidade”; “Lugar de mulher é onde ela quiser”; “A violência contra a mulher não pode ter voz”. A manifestação foi breve e silenciosa. Em seguida, cerca de 30 estudantes, que se autodenominavam como um grupo independente, entraram no auditório proferindo gritos de protesto. Uma das principais reivindicações foi em relação à moradia estudantil. Nos cartazes, as mensagens: “Permanência e moradia”; “Resistir para permanecer”; “Não basta acessar, é preciso permanecer”. Estudantes indígenas também manifestaram insatisfação com as condições de permanência e indignação com comportamentos racistas dentro do campus.

Daniela Caniçali/Jornalista da Agecom/DGC/UFSC

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Agenda Cultural: peça ‘Boneca de Pano’ em cartaz nesta sexta-feira

23/04/2015 08:36

O (Em) Companhia de Mulheres – Coletivo de Pesquisa Teatral Feminista, numa parceria com o Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da UFSC, apresenta a peça Boneca de Pano, nesta sexta-feira, 24 de abril, às 16h30, no Teatro da UFSC.

A produção, inspirada na dramaturgia de Franca Rame, entrelaça questões sobre a mulher na sociedade, incluindo monólogos das atrizes Meire Silva, Drica Santos e Priscila Mesquita. As experiências como mulheres saltam da esfera privada para a pública num misto de denúncia, confissão e provocação.

Confira o teaser da peça.

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Serviço

O quê: peça ‘Boneca de Pano’.

Quando: sexta-feira, 24 de abril, às 16h30.

Onde: Teatro da UFSC.

Quanto: gratuito. Indicado para maiores de 15 anos.

 

 

 

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Lançamento do almanaque da Rede Feminista nesta segunda

30/03/2015 08:27

CAPA-ALMANAQUE-DELASO Lançamento do Almanaque d’Elas “Ah! Então, eu sou feminista” será nesta segunda-feira, 30 de março, às 20h, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), em versão impressa e eletrônica.

A publicação da Rede Feminista de Saúde surge com a proposta de uma abordagem mais popular sobre temas relacionados ao feminismo e à questão de gênero, trazendo assuntos ainda considerados tabus ou de aspecto intelectualizado, para que alcancem o conhecimento de um maior número de pessoas, de maneira mais informal e objetiva.
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Mesa-redonda ‘Políticas Públicas de Gênero no Governo Dilma’ e lançamentos de livros

30/03/2015 08:00

Mesa Redonda Politicas Publicas de Gênero 30.3.2015Nesta segunda-feira, 30 de março, será realizada a mesa-redonda ‘Políticas Públicas de Gênero no Governo Dilma’, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), das 18h30 às 20h, com a assessora especial da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR), Sônia Malheiros Miguel.

Após a mesa, haverá lançamento dos livros do Fazendo Gênero 10 e últimas edições da Revista Estudos Feministas. Na ocasião, também será lançado o almanaque da Rede Feminista “Ah! Então, eu sou feminista”.
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Abertas inscrições para curso de especialização gratuito em Gênero e Diversidade na Escola

08/10/2014 08:29

As inscrições para o processo seletivo do curso gratuito a distância de Especialização em Gênero e Diversidade na Escola, oferecido pelo Instituto de Estudos de Gênero (IEG), do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC, abrem nesta quarta-feira, 8 de outubro, e vão até 27 de novembro. As inscrições devem ser feitas on-line e o resultado do processo seletivo será divulgado no dia 28 de novembro. O curso inicia em fevereiro de 2015 e vai até dezembro de 2016, com carga horária de 420 horas, sendo oito horas por mês presenciais.

gdeSerão oferecidas nove turmas com 25 vagas cada, nos municípios de Braço do Norte, Concórdia, Florianópolis, Itapema, Laguna, Palmitos, Pouso Redondo e Praia Grande; sendo duas delas na capital. O curso será dado em seis módulos, em 13 disciplinas, e uma prova será aplicada ao final de cada módulo.
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UFSC sedia XV encontro estadual de história e II colóquio internacional gênero, feminismos e ditaduras no Cone Sul

11/08/2014 15:45

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sedia, de 11 a 14 de agosto, o XV Encontro Estadual de História da ANPUH-SC o II Colóquio Internacional Gênero, Feminismos e Ditaduras no Cone Sul.

O encontro da ANPUH-SC enfocará a ditadura civil militar instaurada há cinquenta anos no Brasil. O tema de reflexão proposto para esta edição é  – “1964-2014: Memórias, Testemunhos e Estado” que se relaciona com o do Colóquio Internacional Gênero, Feminismos e Ditaduras no Cone Sul, o que justifica a realização conjunta desses eventos, que têm ampliados os eixos de discussão, campos de investigação e recortes temporais e geográficos contemplados no conjunto dos trabalhos.
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Instituto de Estudos de Gênero divulga nota de repúdio sobre revogação da portaria nº 415

05/06/2014 14:51

O Instituto de Estudos de Gênero, da Universidade Federal de Santa Catarina, solidariza-se e junta-se aos movimentos feministas, movimentos sociais, instituições e profissionais na manifestação de indignação em relação à revogação da portaria nº 415, de 21 de maio de 2014 que visava regulamentar o serviço de aborto legal no Sistema Único de Saúde em casos de estupro, risco de vida à mulher devido à gestação de alto risco e interrupção de gestação de anencéfalo, aumentando, para tanto, os repasses financeiros de custeio aos hospitais. Além disso, a portaria permitiria às mulheres a garantia de uma(um) acompanhante no momento da realização do procedimento e especificava a forma como o aborto legal era classificado nas estatísticas de saúde (aborto por razões médicas e legais), o que facilitaria na obtenção de estatísticas e reduziria as subnotificações que dificultam os debates sobre políticas de saúde voltadas para os direitos reprodutivos de milhares de brasileiras. A Portaria foi revogada justamente no período de comemoração dos vinte anos do Programa de Ação do Cairo de 1994, no qual o governo brasileiro comprometia-se com a implantação de políticas e leis que visassem assegurar e proteger os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres. Como pesquisadoras, compreendemos como um grande retrocesso para a saúde reprodutiva de brasileiras tal revogação, assinalando que a mesma corrobora a reprodução, legitimação e perpetuação de diferentes formas de violência praticadas contra as mulheres que, muitas vezes, custa-lhes a vida. Esperamos, assim, que o Ministério da Saúde dê explicações claras e comprometidas que permitam que a sociedade, como um todo e as mulheres, em particular, entendam qual é o significado e implicação dessa revogação para a sua saúde e como as mesmas serão acolhidas pelo SUS, a partir de agora, caso se enquadrem nos casos que seriam contemplados pela referida Portaria. É necessário, pois, que tais esclarecimentos sejam divulgados pelo Ministério da Saúde para que informações sejam disponibilizadas fazendo com que, desse modo, um número cada vez maior de mulheres possa compreender as formas como o Estado ampara ou deixa de ampará-las no que diz respeito aos seus direitos mais básicos e urgentes.

( Fonte: IEG/UFSC – recebido em 5/6/2014)

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Jornada Gênero, Feminismo e Ciências

26/06/2013 16:30

O Instituto de Estudos de Gênero (IEG) e o Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) da UFSC promovem nos dias 4 e 5 de julho, as Jornadas de Estudo NIGS, com o tema Jornada Gênero, Feminismo e Ciências. O evento será realizado no Miniauditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).
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Concurso sobre homofobia nas escolas abre inscrições

08/04/2013 15:37

Estão abertas as inscrições para o “V Concurso de Cartazes sobre Lesbofobia, Transfobia, Homofobia e Heterossexismo nas Escolas” – Violências e Discriminações se Combatem da Educação Infantil à Educação de Jovens e Adultos. O Concurso é uma boa oportunidade para os professores e professoras incentivarem os alunos e as alunas o debate sobre as violências no Dia Municipal contra a Homofobia, Lesbofobia e Transfobia, instituído pela Lei Municipal 7.476/07, de Florianópolis, e comemorado no dia 17 de maio.

O desafio é lançado às turmas das escolas públicas catarinenses pelo Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) em parceria com o Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Poderão participar alunas e alunos de escolas da Educação Infantil, Fundamental, Ensino Médio e de Jovens e Adultos – coordenados por uma professora ou professor ou integrante do corpo técnico-pedagógico.
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Antropólogo português participa de videoconferência aberta sobre gênero

28/02/2013 08:49

O antropólogo português Miguel Vale de Almeida ministrará uma videoconferência no dia 1º de março, das 19h às 21h, como parte das atividades do curso Gênero e Diversidade na Escola, promovido pela UFSC. O tema da palestra é  “Masculinidade e Homoparentalidades”.  A comunidade universitária poderá acompanhar a palestra pelo link (http://server.stream.ufsc.br/aovivo) ou no Pólo Universidade Aberta do Brasil (UAB) Florianópolis, localizado na Rua Ferreira Lima, 82, Centro.

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