Programa de Formação Continuada da UFSC abre chamada de atividades para docentes e TAEs

28/02/2025 09:57

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por meio da Pró-Reitoria de Graduação e Educação Básica (Prograd), abre chamada pública para a proposição de atividades formativas para o Programa de Formação Continuada (Profor). O edital visa encontrar servidores docentes e técnico-administrativos interessados em ministrar atividades junto ao Profor ao longo de 2025. As inscrições gratuitas estão disponíveis até 16 de março e devem ser feitas de acordo com as informações do site do programa, no item “editais”.

O Profor tem o objetivo de propiciar desenvolvimento profissional e aperfeiçoamento pedagógico continuado a servidores técnico-administrativos em educação e docentes da UFSC, sendo de caráter obrigatório para docentes em estágio probatório e facultativo aos demais servidores da instituição.

O edital visa ao recebimento de propostas de atividades formativas e ações de desenvolvimento, segundo a legislação da Política Nacional de Desenvolvimento de Pessoas e o Plano de Desenvolvimento de Pessoas (PDP), a serem analisadas, selecionadas e ofertadas nas modalidades presencial, semipresencial ou não presencial. As atividades formativas e ações de desenvolvimento propostas devem seguir as normas da Resolução Normativa nº 180/2023/CUn, de 30 de maio de 2023, que regulamenta o Profor, bem como o PDP da UFSC.

O resultado final da seleção será anunciado em 24 de março. Para conferir o edital completo, a lista de atividades formativas e mais informações, acesse a página do Profor.

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Professora da UFSC integra equipe premiada em desafio internacional de biodiversidade

21/02/2025 08:04

Trabalho em equipe rendeu o terceiro lugar para o Brazilian Team, formado por pesquisadores brasileiros de diversas regiões e parceiros internacionais. (Foto: Divulgação)

A professora Juliana de Paula Souza, do Departamento de Botânica do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi uma das cientistas premiadas no desafio XPRIZE Rainforest, patrocinado pelo Instituto Alana. A competição teve duração de cinco anos e terminou em novembro de 2024, durante a cúpula do G20 no Brasil. A experiência, segundo a docente, foi marcante por demonstrar a força da cooperação entre pesquisadores de diferentes áreas.

“Um dos resultados mais positivos dessa experiência foi a constatação de que a colaboração entre cientistas de áreas aparentemente tão distantes quanto as de biológicas (no nosso caso, Botânica), tecnologia (Robótica e Inteligência Artificial) e socioeconomia é fundamental para acelerar o processo de levantamentos e estudos em biodiversidade”, aponta. 

A professora complementa que a velocidade com que a destruição de hábitats vem ocorrendo pede que a ciência desenvolva soluções também ágeis. “É esse conhecimento que alicerça a construção de políticas públicas de preservação e recuperação de áreas degradadas. O que eu percebi trabalhando com esses colegas da tecnologia é que muitas das dificuldades, algumas até impeditivas para a coleta e processamento de dados biológicos, podem ter soluções simples e às vezes muito baratas”, reflete a pesquisadora. 
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UFSC na mídia: Pesquisadora é citada por The Guardian em reportagem que aponta recorde de calor no mundo

20/02/2025 08:58

Clique para acessar a reportagem

O jornal britânico The Guardian, uma das referências na cobertura das mudanças climáticas no mundo, citou a professora Regina Rodrigues, da coordenadoria de Oceanografia da UFSC, na reportagem em que anuncia 2024 como um ano de recorde de calor no mundo. O jornal fez um levantamento, apresentado no formato de infográfico, consolidando dados do Serviço de Alterações Climáticas Copernicus (C3S) da União Europeia.

O Guardian tomou como base as temperaturas médias de cada mês de 2024 e comparou-as com o mês mais quente desde 1979. A conclusão foi de que dois terços da superfície da Terra registraram recordes em pelo menos um mês, com aumento de até 5C. A análise é detalhada por região do globo, com destaque para continentes e países do Norte ao Sul.

No caso do Brasil, o estado do Amazonas é citado como um exemplo de local onde houve recorde todos os meses. “A América do Sul foi atingida por temperaturas recordes em quase todos os meses de 2024, mas de março a junho, as temperaturas foram consistentemente extremas na Bolívia, Peru, Colômbia e no estado do Amazonas, no Brasil”, aponta a reportagem. O texto também aborda a recorrência dos incêndios florestais que atingiram a região em 2024, na Amazônia e também o Pantanal, ambiente úmido.

A professora Regina Rodrigues comentou como os oceanos participam deste sistema. O Atlântico esteve especialmente quente na primeira metade do ano e áreas dos oceanos Pacífico e Índico ultrapassaram os recordes mensais em mais de 1°C em todos os meses. Segundo Regina, isso significa  “uma explosão de eventos extremos de todos os tipos”.

“Se não conseguirmos diminuir a queima de combustíveis fósseis e reduzir rapidamente as emissões globais de CO2, estas temperaturas extremas continuarão a tornar-se ainda mais extremas e frequentes”, disse Sonia Seneviratne, cientista climática e vice-presidente do grupo de trabalho de ciências físicas do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas (IPCC).

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Cartilha do MEC cita estudo da UFSC que relaciona uso de telas com alimentação menos saudável

12/02/2025 07:12

O ano escolar inicia com uma novidade em todo o Brasil: a restrição do uso de celulares nas escolas públicas e privadas. O objetivo é proteger a saúde mental, física e emocional de crianças e adolescentes. Em uma cartilha elaborada para orientar sobre a implementação da nova Lei nº 15.100, o Ministério da Educação (MEC) também explica quais são os problemas causados pelo uso de dispositivos eletrônicos portáteis e apresenta outras consequências negativas do uso de telas, entre elas sua associação com a ingestão de alimentos menos saudáveis e o sobrepeso. A referência científica para esses dados foi um estudo produzido pelo departamento de Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). 

Com o título “Conscientização para o uso de celulares na escola: por que precisamos falar sobre isso?”, o documento do MEC cita o artigo “Associação entre o uso de tela no período noturno e consumo alimentar no jantar e lanche da noite em escolares de 7 a 14 anos com e sem sobrepeso, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil”. O trabalho foi publicado na edição de maio de 2024 na Revista de Nutrição (Brazilian Journal of Nutrition), integrando o dossiê: “Insegurança alimentar, fome e obesidade no Brasil contemporâneo”. A pesquisa mostrou haver uma associação maior entre o uso de telas à noite e o consumo de alimentos não saudáveis no período noturno, além de uma menor ingestão de comidas saudáveis. 
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Professora da UFSC, liderança científica, alerta para desigualdades enfrentadas por mulheres na ciência

11/02/2025 07:57

A falta de igualdade de gênero na ciência e o enfrentamento aos obstáculos que constroem esses cenários precisam ser lembrados e confrontados. Essa é a avaliação da professora Débora Peres Menezes, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que também é diretora no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e foi a primeira mulher eleita a presidir a Sociedade Brasileira de Física.

“A academia tem que ser o mais inclusiva possível. E aí eu vejo a UFSC como protagonista de ações bem importantes”, destaca a cientista, pesquisadora de Física Nuclear, que recentemente publicou um artigo sobre os desafios das mulheres cientistas no repositório arXiv, da Universidade Cornell. Ela cita como exemplo positivo de enfrentamento às desigualdades o Prêmio Propesq-Mulheres na Ciência, que contempla apenas cientistas mulheres e destaca suas carreiras e trajetórias na universidade.

Conhecido como Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, esta terça-feira, 11 de fevereiro, é a data estabelecida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) desde 2015 para promover a inclusão feminina na ciência. “Existe uma estrutura na sociedade que não facilita a identificação de mulheres, principalmente, com as Ciências Exatas. Eu costumo lembrar a primeira lei do Império que já deixava as meninas de fora do ensino de Matemática”, aponta Débora.

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Mudanças climáticas agravaram inundações em SC, analisam organização global e UFSC

05/02/2025 09:08

Lestada é evento extremo local que precisa de mais pesquisa.
Foto: Pixabay/Divulgação

As mudanças climáticas agravaram as inundações de janeiro registradas no litoral de Santa Catarina por conta do fenômeno conhecido como “lestada”. A constatação foi divulgada em documento da World Weather Attribution (WWA), organização mundial que atua para dar respostas ágeis e com evidências científicas sobre o impacto das mudanças climáticas em eventos extremos, como ondas de calor, tempestades e inundações.

A professora de Oceanografia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Regina Rodrigues, assinou a análise em colaboração com o pesquisador da organização, Ben Clark. “Esses eventos são comuns em anos de La Niña fraca, como ocorreu em dezembro de 1995, quando 165 milímetros de chuva caíram na região metropolitana de Florianópolis em 36 horas. No entanto, o volume de chuva do evento mais recente em um período tão curto não tem precedentes”, pontua o documento.

Regina explica que, como esse evento é muito localizado, não é possível fazer o trabalho de atribuição às mudanças climáticas porque os modelos utilizados pela organização não conseguem executar a simulação. “Porém, nesses casos, a gente levanta os dados e casos semelhantes (regiões próximas) para inferir que teve influência das mudanças climáticas, dado o volume das chuvas em tão pouco espaço de tempo”.

O estudo traz os dados do acumulado de chuva registrado em diversas cidades catarinenses e na capital, Florianópolis, que atingiu, em menos de 48 horas, quase o dobro de volume esperado para janeiro. “Até o momento, as tendências recentes apontam para um aumento significativo da precipitação extrema na região”, indica o estudo, que traz referências da literatura mundial e também do relatório do IPCC AR6, de 2023, do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas.

Eventos duas vezes mais prováveis

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Nota de pesar: falece Vania Rabelo, professora aposentada do Colégio de Aplicação

23/01/2025 10:14

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) comunica com pesar o falecimento de Vania Lucia Coutinho Rabelo, professora aposentada do Colégio de Aplicação. Ela faleceu na quarta-feira, 22 de janeiro, aos 76 anos.

O velório da professora Vania ocorre nesta quinta-feira, 23 de janeiro, no Cemitério Parque Crematório Jardim da Paz, até as 12h.

A comunidade universitária solidariza-se com a família e os amigos da professora Vania Rabelo neste momento de dor.

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Pesquisadoras da UFSC analisam caso inédito de decisão judicial que condenou um país por não combater a crise climática

22/01/2025 14:56

Três pesquisadoras da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publicaram um  artigo sobre uma decisão judicial sem precedentes, que responsabilizou um país europeu por não agir ativamente no combate à emergência climática. Com o título El Tribunal Europeo de Derechos Humanos y el caso de la Asociación de Señoras por el Clima contra Suiza, o trabalho foi publicado na Revista Papeles, cuja edição teve como tema La Tierra clama por Justicia Ecológica. As autoras Letícia Albuquerque, Adriana B. Aparicio e Gabrielle T. Fagundez integram o Observatório de Justiça Ecológica (OJE/UFSC), vinculado ao departamento de Direito da universidade. A pesquisa faz parte do projeto Speak4Nature, financiado pela União Europeia, do qual o Programa de Pós-graduação em Direito (PPGD/UFSC) faz parte. 

O artigo analisa a decisão histórica do Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH) no caso “Verein KlimaSeniorinnen Schweiz e outros v. Suíça”, julgado em 9 de abril de 2024, condenando o país por inação frente à crise climática. Esta foi a primeira vez em que o TEDH sentenciou um Estado por não adotar medidas contra o aquecimento global, estabelecendo assim uma relação direta entre a proteção dos direitos humanos e as obrigações ambientais.
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“Lestadas” que atingiram SC são fenômenos únicos e locais, explica professor da UFSC

22/01/2025 11:36

Fenômeno transbordou laguinho no Campus de Florianópolis da UFSC. Foto: Caetano Machado/Agecom/UFSC

Chuvas fortes e intensas, com valores acima de 200 mm, passando de 350 mm em algumas regiões, num período de poucas horas. O fenômeno meteorológico que assustou os catarinenses de algumas regiões do Litoral no dia 16 de janeiro trouxe, em um único dia, quase o dobro da média de chuva esperada para janeiro. As Lestadas são chuvas orográficas, quando o ar úmido é forçado a subir ao encontrar barreiras naturais. O fenômeno local é estudado pelo professor Reinaldo Haas, do departamento de Física da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

“O vento sopra de leste e encontra as montanhas. O ar úmido é forçado a subir devido à presença de uma barreira montanhosa. Ao subir, ele esfria e a umidade se condensa, resultando em chuva. Esse tipo de precipitação é típico em regiões montanhosas e pode produzir garoas, chuvas fortes, granizo e ter uma duração prolongada, como é o caso das Lestadas em Santa Catarina. Nesse caso a ela dura três ou mais dias”.

Ele conta que as Lestadas têm sido descritas em jornais, livros e peças de teatro desde o século XVIII. “Na literatura e nos jornais desse período, encontramos boas descrições das enchentes subsequentes, naufrágios, fechamento de barras de rios e acidentes aéreos associados a esses fenômenos. Podemos dizer que as Lestadas estão no nosso DNA cultural”, conta.

No caso das fortes chuvas que provocaram estragos em cidades do litoral catarinense, Haas explica que, em 16 de janeiro, houve a formação de uma “baixa fria”, que gerou um jato de baixos níveis que é chamado de esteira transportadora de umidade. Esse fenômeno se associou com um sistema convectivo que normalmente se forma no verão no Sudeste do Brasil.

Nuvens muito baixas

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UFSC oferta vagas pelo SiSU distribuídas em 100 cursos de graduação da instituição

17/01/2025 07:20

Começam nesta sexta-feira ,17 de janeiro, as inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (SiSU), cujo critério de seleção é a nota do Enem 2024. Estudantes que realizaram o exame em 2024 poderão se inscrever para preencher vagas em 100 cursos de graduação ofertados pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em cinco campi (Araranguá, Blumenau, Curitibanos, Florianópolis e Joinville). As inscrições poderão ser feitas até 21 de janeiro, no endereço eletrônico https://sisualuno.mec.gov.br/.

Por meio do SiSU, a UFSC disponibiliza este ano 1953 vagas. A seleção levará em conta os resultados obtidos pelos candidatos no Enem realizado em 2024. Os interessados em concorrer às vagas disponibilizadas pela UFSC deverão verificar o conteúdo do Termo de Adesão disponível no site sisu2025.ufsc.br . Entre as informações disponíveis estarão os cursos participantes e o respectivo número de vagas ofertadas por meio do SiSU na instituição.

O resultado do SiSU está previsto para ser divulgado no dia 26 de janeiro deste mês. A Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) mantém um canal para tirar dúvidas pelo número (48) 37219951, de segunda a sexta das 7h30 às 13h30, ou pelo e-mail coperve@coperve.ufsc.br

Datas importantes relacionadas ao SiSu 2025

Inscrição no SiSU 2025
17 a 21 de janeiro de 2025

Resultado do SiSU 2025
26 de janeiro de 2025

Inscrições na lista de espera do SiSU 2025
26 a 31 de janeiro de 2025

Divulgação da lista de espera do SiSU 2025
11 de fevereiro de 2025

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Indicadores para monitorar regeneração natural propostos por pesquisa da UFSC ajudam recuperação da Amazônia

14/01/2025 12:06

FOTO: CATARINA JAKOVAC / ACERVO PESQUISADORES

Um estudo publicado na revista científica Communications Earth & Environment, do Grupo Nature, traz caminhos para garantir o sucesso da regeneração da floresta amazônica. A pesquisa foi feita por pesquisadores de instituições da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e do Museu Paraense Emílio Goeldi e trata da regeneração natural, método de recuperação da vegetação nativa baseada no restabelecimento espontâneo da cobertura florestal em áreas degradadas por fogo, agricultura e pastagem. Esse processo resulta na formação das chamadas florestas secundárias.

Segundo o artigo, a regeneração natural é mais eficiente em áreas que foram pouco usadas para agricultura ou pastagem no passado (por menos de 10 anos, aproximadamente), que possuam quantidade expressiva de floresta no entorno (mais de 50% da paisagem) e que tenham sofrido poucos eventos de corte e queima (menos de quatro).

O estudo foi realizado com base em dados de 448 florestas secundárias em 24 localidades na Amazônia brasileira, considerando medidas de diversidade, função e estrutura da vegetação — referentes à riqueza de espécies nativas e ao diâmetro dos troncos das árvores, por exemplo. Com base nesses dados, a equipe propôs um conjunto de indicadores e valores de referência para avaliar se uma floresta que está regenerando está realmente sendo capaz de restaurar o ecossistema nativo.

Os indicadores permitem o monitoramento adequado da restauração florestal e do cumprimento de obrigações legais, como a Lei de Proteção da Vegetação Nativa e as compensações por danos ambientais. “A incerteza sobre a efetividade do processo de restauração gera insegurança para proprietários, órgãos ambientais e investidores”, destaca André Giles, pesquisador da UFSC e autor principal do estudo. “Nosso trabalho dá o primeiro passo para enfrentar essa subjetividade, oferecendo ferramentas claras para a tomada de decisões sobre quando atestar que a regeneração natural cumpriu seu papel como método de restauração”, complementa. A professora Catarina Jakovac, do Departamento de Fitotecnia, também é autora do estudo.

A regeneração bem-sucedida resulta em florestas densas, diversas e com grande quantidade de biomassa. Os autores estimaram que uma floresta em regeneração com 20 anos de idade, por exemplo, deve ter no mínimo 14 metros quadrados de área basal por hectare – cálculo que considera a área ocupada pelos troncos e que indica sobre a estrutura da floresta. Essa floresta em regeneração também deve ter no mínimo 34 espécies a cada 100 indivíduos amostrados, um valor de 0,27 de índice de heterogeneidade estrutural – que é a variação no tamanho dos troncos das árvores, medida em uma escala de 0 a 1 – e pelo menos 123 toneladas de biomassa viva por hectare acima do solo.

Florestas regenerantes na Amazônia que apresentem indicadores abaixo desses valores estão aquém do potencial de restauração da região, indicando a necessidade de intervenções para acelerar o processo.

Segundo o Observatório da Restauração, o método é empregado em 67,58% dos projetos de restauração no Brasil. Na Amazônia, florestas regenerantes cobrem aproximadamente 18,9 milhões de hectares do bioma. Os autores esperam que os indicadores contribuam para um monitoramento mais preciso das iniciativas de restauração ecológica. Essa ferramenta baseada na ciência para verificar o sucesso da regeneração natural também deve permitir que o Brasil avance em direção ao cumprimento de suas metas ambientais globais, que incluem a restauração de 12 milhões de hectares até 2030, conforme o Acordo de Paris.

Com informações da Agência Bori

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Escola de Verão e das Águas de 2025 abordará turismo de base comunitária no contexto do desenvolvimento territorial sustentável

14/01/2025 11:29

Preparar e qualificar agentes de desenvolvimento territorial é o objetivo da IV Escola de Verão e das Águas (EVA), que será realizada de 06 de março a 1º de abril de 2025, com encontros on-line transmitidos pelo canal do Youtube do Laboratório da Multifuncionalidade Agrícola e do Território da Universidade Federal de Santa Catarina (LEMATE/UFSC). As inscrições são gratuitas e devem ser feitas neste link até 10 de fevereiro. Será fornecido certificado para quem cumprir 75% de presença.

A atividade é um curso de extensão em formato de conferências on-line para fomentar e difundir o debate em torno das questões dos territórios, do meio rural, da qualidade de vida, do planejamento e do desenvolvimento. No ano de 2025, a IV Escola de Verão das Águas tem como tema o “Turismo de Base Comunitária no Contexto do Desenvolvimento Territorial Sustentável”. A EVA também apresenta e discute projetos, pesquisas e outras iniciativas que visam promover o fortalecimento de redes de cooperação entre pesquisadores e atores territoriais. 
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Cátedra Sérgio Vieira de Mello, voltada à população em condição de refúgio, abre chamada para docentes e técnicos

20/12/2024 13:20

A Cátedra Sérgio Vieira de Mello (CSVM) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que promove a educação, a pesquisa e a extensão acadêmica voltada à população em condição de refúgio, abriu chamada para mapear iniciativas existentes ou com potencial de desenvolvimento de servidores docentes e técnicos-administrativos em Educação (TAEs) nesta temática. Os interessados podem preencher o formulário de inscrição, disponível neste link, até o dia 31 de janeiro de 2025.

A proposta da ação é verificar as possibilidades de integração das atividades à Cátedra. Entre as atividades de interesse estão: oferta de disciplinas na graduação e pós-graduação acerca de temática relacionada à migração e ao refúgio; programas, projetos e ações de extensão voltadas às populações migrantes e em condição de refúgio; trabalhos voltados a agilizar a revalidação e reconhecimento de diplomas obtidos no exterior; ensino de português para estrangeiros; atividades de pesquisa sobre temática relacionada às migrações e ao refúgio.

Os interessados serão convidados para um encontro com a Cátedra no fim de março de 2025, em data a ser posteriormente definida e informada, para organização e alinhamento das atividades.

Sobre a Cátedra

Em 2003, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) implementou a Cátedra Sérgio Vieira de Mello, em cooperação técnica com centros universitários nacionais. Atualmente, a CSVM está presente em mais de quarenta universidades do Brasil e segue em expansão. Na UFSC, busca fomentar o acesso e a permanência dessa população no ensino superior, bem como contribuir com a defesa dos direitos humanos das pessoas refugiadas, migrantes e solicitantes de refúgio.

Mais informações podem ser encontradas na página da Cátedra ou pelo e-mail janaina.santos@ufsc.br.

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UFSC na mídia: Pesquisa revela que agro brasileiro depende da chuva gerada por terras indígenas

06/12/2024 18:27

Floresta Amazônica. Foto: Bela Baderna/Instituto Serrapilheira.

O estudo Manutenção das Terras Indígenas é fundamental para a segurança hídrica e alimentar em grande parte do Brasil, desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e de outras universidades brasileiras e estrangeiras, foi divulgado em diversos veículos de abrangência nacional ao longo da semana. Trata-se de uma Nota Técnica, que tem como primeiro autor o pós-doutorando Caio Reis Costa Mattos, e também é assinado pela professora Marina Hirota, ambos do departamento de Física da UFSC. O documento está disponível aqui.

Na revista piauí, a reportagem 80% do agro brasileiro depende da chuva gerada pelas terras indígenas da Amazônia destaca que a área coberta por lavouras e pastagens no Brasil depende das florestas mantidas de pé. Pela primeira vez, diz o texto, “cientistas calcularam quanta água circula nos ‘rios voadores’ gerados nesses territórios e que caminho eles percorrem levando umidade para o resto do continente. A área alcançada pelas chuvas abarca dezoito estados e o Distrito Federal e inclui trechos do Cerrado, do Pantanal, do Pampa e da Mata Atlântica. Os nove estados mais beneficiados são responsáveis por 57% da renda do agronegócio brasileiro”.
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Saneamento em terras indígenas deve ser pensado com e para a comunidade, defende estudo da UFSC

06/12/2024 17:12

Rodrigo, à direita, durante sua pesquisa-ação na aldeia Tekoa Vy’a. Foto: Arquivo Pessoal.

Para o pesquisador Rodrigo de Pinho Franco, o saneamento, seja em regiões urbanas ou rurais, deve sempre ter em vista a promoção da saúde. Nesse sentido, ele deve ser planejado e executado com e para as pessoas, relacionando os saberes acadêmicos com os saberes tradicionais. Esses princípios estão no cerne de sua pesquisa de mestrado, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGEA/UFSC). Orientada pelo professor Paulo Belli Filho, a dissertação “Diálogos sobre Saneamento: Um caso de extensão sanitária na Reserva Indígena Tekoa Vy’a, em Major Gercino, SC” sugere uma nova práxis para o saneamento em territórios indígenas.

Entre as propostas apresentadas no trabalho, estão a proteção de nascentes, o aperfeiçoamento na rede de distribuição de água, a instalação de banheiros com sistema de tratamento de efluentes e a realização de oficinas sobre gestão de resíduos sólidos. Tais práticas são resultado do intercâmbio entre a reflexão acadêmica e o envolvimento dos indígenas no diagnóstico dos problemas e nas tomadas de decisão. “O respeito ao tempo Guarani e às formas de trabalho coletivo, com rodas de conversa e mutirões, permitiram ao projeto identificar as demandas e se reinventar ao longo do caminho”, afirma o pesquisador.
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Crianças que dormem e acordam mais cedo se alimentam melhor, revela estudo da UFSC

05/12/2024 12:07

Denise Miguel Teixeira Roberto, durante sua pesquisa de doutorado. Foto: Arquivo Pessoal.

A nutricionista Denise Miguel Teixeira Roberto sempre se interessou em saber quais fatores afetam nossa alimentação e de que forma o que comemos pode melhorar nossa saúde e nosso bem-estar de forma geral. Nesse contexto, ela elegeu o consumo alimentar de crianças como tema de sua pesquisa de mestrado, cuja dissertação foi defendida em 2020, no Programa de Pós-graduação em Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGN/UFSC), com o título “Avaliação da estabilidade de padrões de refeições em escolares do 2º ao 5º ano da rede pública de ensino de Florianópolis-SC: 2013-2015”. Incentivada por sua orientadora, a professora Patrícia de Fragas Hinnig, Denise decidiu seguir explorando o tema no doutorado. Dessa vez, seu trabalho estaria focado na associação entre hábitos de sono, alimentação, sobrepeso e obesidade em crianças e adolescentes.

“Minha orientadora começou a trabalhar com sono porque observou que estavam surgindo muitos estudos apontando a importância do sono para a saúde. Ela orientou uma dissertação sobre sono e alimentação e percebeu que esse era um tema muito em alta”, explica Denise. Segundo ela, um número cada vez maior de estudos mostrava a relevância do sono para a saúde e indicava que o modo de vida moderno vinha reduzindo nosso tempo de sono. “Especialmente em decorrência do aumento da exposição às telas, temos observado que as horas de sono estão diminuindo e que as pessoas têm ido dormir cada vez mais tarde, o que pode ocasionar prejuízos na saúde. Por isso decidimos investigar os impactos do sono nos padrões alimentares para saber exatamente quais refeições são as mais afetadas pelo sono.”
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UFSC funcionará em horário especial de 23 de dezembro a 28 de fevereiro

05/12/2024 10:19

A Portaria Normativa 497, emitida pelo Gabinete da Reitoria, estabelece para o período de 23 de dezembro de 2024 até 28 de fevereiro de 2025 o funcionamento da Universidade Federal de Santa Catarina em horário especial, o horário de verão. Entre essas datas, os servidores docentes e técnico-administrativos da instituição terão expediente entre 7h e 13h.

Em fevereiro, o horário de verão não se aplicará ao Colégio de Aplicação. A portaria também não se aplica aos setores em que há a prestação de serviços essenciais à comunidade, no qual o horário regular estará mantido. O documento também reforça a manutenção do projeto piloto do teletrabalho e da ampliação do atendimento com flexibilização da jornada de trabalho, que deve ser realizada no período indicado.

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Pós-Graduação em Biotecnologia e Biociências da UFSC recebe inscrições de candidatos ao mestrado e doutorado

03/12/2024 10:27

O Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia e Biociências do Centro de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGBTC/CCB/UFSC) recebe inscrições do processo seletivo para os cursos de mestrado e doutorado. Os candidatos ao mestrado devem se inscrever até 23 de janeiro de 2025; os candidatos ao doutorado, até 28 de janeiro.

Para o mestrado, são oferecidas 24 vagas, sendo 18 de ampla concorrência, três vagas para candidatos(as) pretos e pardos e indígenas, e uma vaga para candidatos(as) com deficiência e outras categorias de vulnerabilidades social. Para o doutorado, são oferecidas 22 vagas, sendo 18 de ampla concorrência, três vagas para candidatos(as) pretos e pardos e indígenas, e uma vaga para candidatos(as) com deficiência e outras categorias de vulnerabilidades social.

Confira o edital do mestrado e o edital do doutorado.

Todas as informações sobre o processo seletivo estão disponíveis na página do programa.

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Espetáculos de música, dança, teatro e slam marcam comemorações dos 64 anos da UFSC

02/12/2024 08:00

Dazaranha fará show em comemoração ao aniversário da UFSC

Os 64 anos da Universidade Federal de Santa Catarina terão a sua tradicional comemoração em sessão solene, no dia 13 de dezembro, às 14h, no Auditório Garapuvu, no Centro de Cultura e Eventos, mas a agenda festiva está repleta de atrações artísticas e culturais. Mostra de artes cênicas, espetáculos de dança, música, Orquestra, teatro, SLAM e um show da banda Dazaranha estão na agenda, que se estende de 3 dezembro até 19 de dezembro. As informações podem ser encontradas no site aniversario.ufsc.br.

A Mostra Artes da Cena dará início oficial às festividades, a partir de terça-feira, 3 de dezembro. Serão treze dias com apresentações de espetáculos teatrais em diferentes espaços da universidade. No dia 5, quinta-feira, às 19h30, o Auditório Garapuvu recebe Salim: Memórias em Movimento – uma jornada artística e poética em homenagem ao renomado escritor líbano-catarinense, do Projeto Práticas Corporais e Cia de Dança da UFSC.

Já na sexta, 6 de dezembro, é dia do Slam Educa realizar a sua etapa final, no Auditório do Espaço Físico Integrado (EFI), às 13h30. No mesmo dia, um texto didático de Bertolt Brecht, escrito em 1930, será exibido no Teatro Carmen Fossari. A atividade também será realizada no sábado, 7, e no domingo, 8, sempre às 20h.

A Orquestra Filarmônica Catarinense (OFiC) se apresenta na quarta-feira, 11 de dezembro, às 19h, na Igrejinha da UFSC. A entrada é gratuita, por ordem de chegada, a partir das 18h. A OFiC inova no formato dos programas musicais temáticos, envolvendo a plateia e convidando os ouvintes a participarem no processo de performance, seguindo o conceito “musicking”.

A turnê Ícones, da banda Dazaranha, é outro momento de celebração que marca o aniversário da UFSC, no dia 17 de dezembro, no Auditório Garapuvu, às 20h. O ingresso será solidário, e as informações sobre distribuição estão no site. A Igrejinha da UFSC será também palco de música: Pedro Bernardo, chefe de naipe nas Orquestras de Câmara do CESCB e Sinfônica de Caçador, se apresenta no dia 18, às 19h.

Acompanhe toda a programação cultural do aniversário da UFSC.

Sessão solene com homenagens

A UFSC completará 64 anos de história no dia 18 de dezembro deste ano, mas a sessão solene para comemorar a data será no dia 13, com homenagens as professoras eméritas. A dignidade universitária é “concedida a membro de pessoal docente aposentado, pelos altos méritos profissionais ou por relevantes serviços prestados à Instituição”.

Professora Maria Bernardete Ramos Flores

Maria Bernardete é Graduada em História pela Universidade do Vale do Itajaí (1973), Mestre em História pela UFSC (1979) e Doutora em História pela PUC/SP (1991). Realizou Pós-Doutorado na Universidade Nova de Lisboa e na University of Maryland (1999-2000), e no IDAES da Universidad de San Martín – Argentina (2009- 2010). Foi professora visitante na Universidade de Salamanca (2003) e pesquisadora visitante na University of California – Campus Davis (1994). Foi agraciada com o Prêmio Destaque de Pesquisa – Centro de Filosofia e Ciência Humanas (2010). Foi Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em História da UFSC por diversos anos, e atuou no Comitê da Área de História na Capes. Dedica-se à pesquisa de História e Arte, Modernidade e Estética, Teoria da Imagem e Teoria da História. Atua na Linha de Pesquisa História da Historiografia, Arte, Memória e Patrimônio, do Programa de Pós Graduação em História da UFSC.

A professora Maria Bernardete orientou 35 trabalhos de conclusão de curso de graduação, 36 dissertações de mestrado e 41 teses de doutorado durante sua carreira. É autora de livros, capítulos de livros e artigos científicos, organizadora de coletâneas diversas, no Brasil e exterior.

Professora Joana Maria Pedro

A professora Joana possui graduação em História pela Universidade do Vale do Itajaí/Univali (1972), mestrado em História pela UFSC (1979) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (USP) (1992). Fez pós-doutorado na França, na Université d´Avignon, entre 2001 e 2002, e nos Estados Unidos, na Brown University, entre 2016 e 2017. Foi professora visitante na Universidade do Chile (2021), na Universidade Nacional de La Plata (Argentina, 2013) e na Université Paris Diderot, Paris 7 (França, 2014).

No desenvolvimento de funções administrativas foi Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em História entre 1993 e 1995, Diretora do CFH entre 1996 e 2000, Coordenadora do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH) entre 2008 e 2012, e Pró-Reitora de Pós-Graduação entre 2012 e 2016.

Entre outras atividades cabe também mencionar que foi Presidenta da ANPUH – Associação Nacional de História na gestão 2017-2019; Editora da Revista Estudos Feministas; e que atuou no Comitê da Área de História do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Aposentou-se em março de 2019, dando continuidade a suas atividades em qualidade de professora voluntária como docente permanente do Programa de Pós-Graduação em História e do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC, e como pesquisadora do Instituto de Estudos de Gênero (IEG) e do Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH). É pesquisadora 1A do CNPq.

 

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Administração Central anuncia renovação de contrato do plano de saúde dos servidores da UFSC

29/11/2024 17:25

A Administração Central da UFSC, por meio das Pró-Reitorias de Administração (Proad) e de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp), informa que o contrato do plano de saúde dos servidores da UFSC com a Unimed foi renovado nesta sexta-feira, 29 de novembro.

Após negociação conduzida pela Reitoria, a Unimed aceitou reduzir o percentual de reajuste a ser aplicado sobre os planos de saúde. A empresa concordou em aplicar um reajuste de 12,94% nas mensalidades, após solicitar correção de 18,8% no início das negociações. A Universidade havia apresentado contraproposta de reajuste de 9%.

O percentual de reajuste vai vigorar durante o período de prorrogação do atual contrato com a Unimed, até 1º de dezembro de 2025. Ao mesmo tempo, a Administração Central prossegue com o processo licitação para contratação do novo plano de saúde dos servidores técnicos-administrativos e docentes da UFSC, que em breve deverá ser colocada em fase pública.

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UFSC Blumenau realiza demonstração de primeiro laboratório multiusuário

29/11/2024 14:40

A UFSC Blumenau realizou uma demonstração da estrutura do primeiro laboratório multiusuário do campus, que está em processo de implantação na nova sede. O Laboratório Multiusuário de Caracterização Avançada (LMCA) foi pensado para atender as comunidades interna e externa. A apresentação foi conduzida pelo supervisor do laboratório, professor Cristiano da Silva Teixeira.

Laboratórios multiusuários são instalações de apoio ao ensino e pesquisa que englobam equipamentos para utilização comum ou que oferecem serviços de forma compartilhada aos seus usuários. São capazes de realizar testes e análises de alta complexidade científica, envolvendo equipe técnica multidisciplinar.

 “A ideia surgiu da multidisciplinaridade do nosso centro, de forma a atender uma maior gama de atividades de pesquisa e de pesquisadores, com a criação de um ambiente cooperativo de pesquisa em ciências de materiais na UFSC Blumenau. Com isso, no ano de 2018, submetemos um projeto a uma chamada pública do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTIC) e fomos contemplados com um montante de cerca de um milhão de reais para aquisição dos equipamentos”, conta Teixeira.
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‘Nossa meta é conquistar um mundo livre do vírus da aids’, afirma professor da UFSC

28/11/2024 11:20

Professor Aguinaldo Roberto Pinto, no Laboratório de Imunologia Aplicada (LIA/CCB/UFSC). Foto: Gabriel Salles Beltrão.

O dia 1º de dezembro foi instituído pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o Dia Mundial de Luta contra a Aids. A data – definida em 1988, cinco anos depois de cientistas identificarem o HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) – tem por objetivo promover a conscientização sobre a doença e sua prevenção, combater preconceitos e desinformação,  além de celebrar os avanços no acesso a tratamentos. Tais avanços são resultados das contínuas pesquisas científicas na área, as quais têm contribuído desde a descoberta do vírus causador da pandemia de aids, até a busca por cura.

Entre os cientistas que se destacam internacionalmente na pesquisa sobre HIV/Aids está Aguinaldo Roberto Pinto, professor do departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da Universidade Federal de Santa Catarina (MIP/UFSC) e coordenador do Laboratório de Imunologia Aplicada (LIA/CCB/UFSC). Em alusão à data, o periódico científico Virology Journal publicou uma entrevista com o pesquisador, em que ele narra sua trajetória na investigação sobre o tema e os principais desafios enfrentados no combate à doença. Aguinaldo, que é editor da seção de Retrovírus da publicação, tem se dedicado a diversos aspectos relacionados à infecção pelo HIV e, atualmente, tem pesquisado também sobre o papel da proteína Spike sobre células microgliais – células do Sistema Nervoso Central (SNC) que atuam na defesa imunológica e na proteção do cérebro e da medula – e sua relevância na neuroinflamação da COVID-19.
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Abertas inscrições de curso para docentes voltado ao desenvolvimento de disciplinas em inglês

25/11/2024 16:26

O Núcleo Institucional de Línguas e Tradução (NILT), vinculado à Secretaria de Relações Internacionais (Sinter) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), está com inscrições abertas para o curso English as a Medium of Instruction (EMI). Voltado para professores que tenham interesse ou plano de desenvolverem disciplinas em inglês no futuro, a iniciativa tem como objetivo fomentar o envolvimento de diversas áreas do conhecimento no uso da língua como ferramenta de instrução e discussão acadêmica.

Com carga horária de 16 horas, o curso oferece práticas orais e escritas de inglês. Serão disponibilizadas 10 vagas, e as inscrições podem ser realizadas até às 10h de quinta-feira, 28 de novembro, por meio deste link. As atividades do curso ocorrerão de 28 de novembro a 18 de dezembro e incluem cinco aulas síncronas, sendo a primeira no dia 28, a partir das 16h. O Moodle será a plataforma utilizada para a condução das aulas.

Mais informações disponíveis no site da Sinter.

Tags: curso ensino e pesquisa em inglêsEnglish as a Medium of Instruction (EMI)inglês como língua de instruçãointernacionalização do ensinoNúcleo Institucional de Línguas e Tradução (NILT)Secretaria de Relações Internacionais (Sinter)Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Núcleo de Desenvolvimento Infantil da UFSC seleciona professor do Ensino Básico

21/11/2024 13:10

Núcleo de Desenvolvimento Infantil

O Núcleo de Desenvolvimento Infantil da Universidade Federal de Santa Catarina (NDI/UFSC) divulgou o edital do processo seletivo simplificado para 1 vaga de professor substituto do Ensino Básico. A vaga é destinada para graduados em Pedagogia – Licenciatura com previsão de ingresso para fevereiro de 2025. Acesse o edital aqui.

A inscrição deverá ser encaminhada para o e-mail processoseletivo.ndi@contato.ufsc.br até as 17h da próxima segunda-feira, 25 de novembro. O resultado final será divulgado no dia 6 de dezembro neste site.

A taxa de inscrição é de R$ 52,13, que deverão ser creditados na Conta Única do Tesouro Nacional – Banco do Brasil, através da emissão de GRU, sob o código de recolhimento nº 153 163 152 37 288 837. Poderá ser concedida isenção do pagamento da inscrição à pessoa candidata que estiver inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e for de família de baixa renda.

Documentos necessários para inscrição:

a) Formulário de Inscrição preenchido (constante no Anexo 1 do Edital e também disponível em concursos.ufsc.br);
b) Documento de identificação, nos termos do item 1.6 do edital;
c) Comprovante de pagamento da inscrição, nos termos do item 1.7 do edital.

Mais informações no site do NDI.

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Pesquisador da UFSC faz primeiro registro de espécie rara de louva-deus no Sul do país

21/11/2024 10:14

Louva-deus da espécie Vates phoenix. Foto: Leo Lanna/Projeto Mantis/Divulgação.

O pesquisador Gabriel de Almeida Ponte Gomes, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), fez o primeiro registro do Sul do Brasil de uma espécie rara de louva-deus, com cerca de sete centímetros de comprimento, listras pelo corpo, formato de folha nas pernas traseiras e um pequeno chifre na cabeça: a Vates phoenix. A expedição noturna ocorreu em novembro de 2022 em uma mata próxima à Lagoa do Peri, no Sul de Florianópolis.

Gabriel, que é estudante da graduação em Ciências Biológicas na UFSC, estava acompanhado do colega Djonatan Artur Rosemann – também pesquisador –, que olhou para cima e observou um inseto grande camuflado nas árvores. Gabriel coletou o louva-deus e identificou que era do gênero Vates. “Eu sabia que era um gênero que ainda não tinha registro na Ilha, então seria um registro novo”, relatou. Mais tarde, quando identificou a espécie do animal, Gabriel descobriu que esta ainda não havia sido registrada em nenhum estado do Sul do país.
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