Departamento de Inovação da UFSC lança editais para o ‘Programa Doutor/Mestre Profissional Inovador’

21/02/2024 14:15

O Departamento de Inovação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação da Universidade Federal de Santa Catarina (Sinova/Propesq/UFSC), em conjunto com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG), lança dois editais para o “Programa Doutor/Mestre Profissional Inovador”, iniciativa do Programa de Inovação e Empreendedorismo “INOVA UFSC”. Acesse os editais aqui e aqui.

O objetivo do Programa é fomentar o desenvolvimento de conhecimentos e competências para inovar, empreender e intraempreender, além da possibilidade de transformação dos conhecimentos originários de dissertações e teses de mestrado e doutorado profissional, em soluções aplicáveis ao mercado e a sociedade, por meio da inovação e possíveis negócios.
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UFSC divulga campanha de prevenção e combate à dengue

21/02/2024 11:34

A Coordenadoria de Gestão Ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina (CGA/UFSC) convoca toda a comunidade universitária para auxiliar no combate e prevenção à dengue nos diversos campi da Universidade. A eliminação dos locais de reprodução do mosquito, que são os pontos com água parada, suja ou limpa, é o método mais eficaz de combate à doença. Destacam-se como preferidos pelo mosquito os objetos artificiais como pneus, copos, pratos, latas, garrafas, pratos dos vasos de plantas, caixas d’água descobertas, calhas e lajes, piscinas, vasos sanitários sem uso.

No verão, o aumento das temperaturas e a elevação da frequência de chuvas favorecem a proliferação do mosquito Aedes aegypti, vetor responsável pela transmissão da dengue, cujo pico de incidência ocorre tipicamente no final de fevereiro. Os casos de dengue têm aumentado vertiginosamente no Brasil e há indicação de que este ano o país enfrentará a pior epidemia da doença em sua história. Em Santa Catarina, o último boletim da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE-SC) mostra que a curva de casos prováveis da doença segue em alta, com um aumento de 654,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Já foram registrados 13.002 casos prováveis de dengue em 175 municípios catarinenses, com oito óbitos confirmados, sendo cinco deles em Joinville.
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UFSC desenvolve trabalho pioneiro com carne cultivada

19/02/2024 08:18

A Universidade Federal de Santa Catarina deu início a um trabalho pioneiro na pesquisa de carne cultivada, em parceria com a Embrapa. O estudo Pesquisa e desenvolvimento de carne cultivada estruturada com scaffolds de origem vegetal, coordenado pela professora do departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos Silvani Verruck, vai trabalhar para resolver um desafio da área: como transformar as células animais cultivadas em ambientes controlados em um alimento estruturado, como seria um bife, por exemplo.

O projeto vai envolver pesquisadores de diversas áreas do conhecimento e tem financiamento da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), agência pública de fomento à inovação. São R$ 2,4 milhões para contribuir com um campo de pesquisa recente, mas também urgente: segundo Silvani, o aumento populacional no mundo traz o desafio de testar novas formas de produção e distribuição de alimentos seguros e de qualidade.

“Já temos pesquisas com biomateriais e caracterização de produtos cárneos desde que o departamento existe, mas com a aplicação específica em carne cultivada é nosso primeiro projeto e começamos no final do ano passado”, contextualiza. “As aplicações médicas da área de engenharia de tecidos está bem avançada, porém o escalonamento para cultivo celular para consumo humano, como alimento, é uma área emergente de pesquisa e desenvolvimento”, comenta.

A pesquisadora cita a engenharia de tecidos porque essa seria a base para a produção de carne cultivada. A carne cultivada pode ser produzida, conforme o projeto, aplicando-se as práticas de cultura de células e métodos de biofabricação para gerar tecidos ou proteínas de alto valor nutricional para consumo humano.

O cultivo pode acontecer com uma célula muscular, por exemplo, ou ainda com células tronco, que podem se diferenciar em qualquer outra. O desafio do projeto da UFSC seria estudar as estruturas que dão suporte para as células e como fazer para que essa estrutura se assemelhe ao máximo a alimentos já consumidos e tradicionais na dieta alimentar. “Nós vamos estudar que materiais utilizar para fazer essa estruturação acontecer”, afirma.

A forma estruturada vem acompanhada de uma outra ferramenta das pesquisas que envolvem a replicação celular – scaffold é o termo utilizado para falar dos materiais que dão suporte, que estruturam os tecidos. “Para se produzir cortes de carne, como é o caso da picanha bovina, por exemplo, é preciso mimetizar os processos biológicos que ocorrem naturalmente, sendo, portanto, necessário a formatação através de processos da engenharia de tecidos usando scaffolds”, argumenta a pesquisadora, no texto do projeto aprovado pela Finep.

Bife, não hambúrguer

Imagem de tookapic por Pixabay

Segundo Silvani, a ciência e a tecnologia avançaram no cultivo celular, mas ainda são desafiadas em como produzir um pedaço de carne. Um hambúrguer ou um kibe, por exemplo, já são tecnicamente possíveis, assim como também é a transformação de proteína vegetal nesses alimentos.

“Essa é a nossa ideia agora: estudar essas estruturas chamadas de scaffolds para fazer esse tipo de alimento. Ele precisa ser de grau alimentício e precisa estar disponível em grande escala”, salienta. De acordo com a professora, a partir do que já existe de pesquisa na área médica, a opção será estudar produtos de origem vegetal para fazerem esse papel de estruturação do alimento. “A ideia é tentar diminuir o máximo possível ingredientes de origem animal da cadeia de produção”.

A bioimpressão 3D será uma das técnicas utilizadas, já que por meio dela é possível criar estruturas para a adesão das células musculares. A bioimpressora de alta resolução será adquirida com parte do montante captado. “O principal desafio dessa etapa do projeto é transformar o laboratório em um lugar de estudo da carne cultivada, pois há todo um processo de adaptação para esta nova área de pesquisa”, comenta.

Isso porque, o Laboratório de Carnes e Derivados, localizado no Centro de Ciências Agrárias, vai ultrapassar uma fronteira da área e adentrar num novo campo científico. “É uma tecnologia disruptiva, e como tal, traz um certo desconforto ao público leigo. Por isso, o investimento em pesquisa e desenvolvimento poderá esclarecer as dúvidas relacionadas a este novo tipo de alimento. Já se produzem muitos ingredientes alimentares por meio da biotecnologia, como por exemplo enzimas usadas no processo de produção de queijos, algumas vitaminas, bebidas fermentadas, e a carne cultivada irá configurar mais uma opção”, compara.

Para Silvani, o pioneirismo da UFSC também terá implicações relevantes na área. “Entendo que, agora, parte do nosso papel como universidade é passar o conhecimento sobre o assunto adiante, que ele chegue em todos com informações baseadas em ciência. É uma área bem complexa, muita pesquisa precisa ser realizada para tornar o processo escalável”. O projeto já está em andamento e já tem, inclusive, pesquisadores bolsistas contratados em diversos níveis de ensino. A duração é de 36 meses.

Amanda Miranda, jornalista da Agecom/UFSC

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Estudo da UFSC na Nature traz de forma inédita os limites para se evitar colapso na Amazônia

14/02/2024 20:49

Vista de drone do Rio Amônia e floresta amazônica, no Peru (Foto: Andre Dib)

Uma abordagem inédita e holística sobre a resiliência da Floresta Amazônica desenvolvida por uma equipe de cientistas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e de outras instituições é destaque na revista Nature, um dos periódicos científicos mais relevantes do mundo. A pesquisa faz uma revisão de dados completa e traça cenários a partir do mapeamento de cinco elementos de stress que afetam a região: o aquecimento global, a chuva anual, a intensidade da sazonalidade das chuvas, a duração da estação seca e o desmatamento acumulado. Além disso, aponta caminhos possíveis para uma mudança de cenário que possa evitar o colapso. A estimativa é de que, nos próximos 25 anos, de 10% a 47% da Amazônia possam chegar a um ponto de não retorno, com transições inesperadas na paisagem.

A pesquisa é liderada pelo cientista Bernardo Monteiro Flores, que faz pós-doutorado em Ecologia na UFSC, com supervisão da professora Marina Hirota, co-autora do estudo. Além deles, Catarina Jakovac, do Departamento de Fitotecnia, e Carolina Levis, do Programa de Pós-Graduação em Ecologia, também assinam o artigo, que conta com a autoria de cientistas renomados, incluindo um dos especialistas brasileiro em climatologia mais citados no mundo, Carlos Nobre.
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UFSC na Mídia: pesquisadora aborda o impacto do javali no meio ambiente

14/02/2024 18:00

A professora Michele de Sá Dechoum, coordenadora do Laboratório de Ecologia de Invasões Biológicas, Manejo e Conservação da Universidade Federal de Santa Catarina (Leimac/UFSC), concedeu entrevista ao portal de notícias Deutsche Welle Brasil sobre o impacto do javali no meio ambiente. A matéria também foi publicada no portal UOL.

A pesquisadora, que vem observando os danos que a espécie causa no Parque Nacional de São Joaquim, na serra catarinense, comenta: “O que mais me impressiona é chegar nas áreas de campo e ver o estrago que os javalis estão causando. Parece que passou um trator e que alguém vai plantar alguma coisa.”

Michele orienta estudos que buscam identificar os prejuízos que a presença do animal vem provocando especialmente nos campos de altitude, um ecossistema rico em biodiversidade e importante culturalmente. “Quando os javalis vão fuçando e revirando o solo, algumas espécies vão sumindo. E estes campos têm espécies ameaçadas, espécies endêmicas. Para a biodiversidade é super importante ter uma estrutura bem mantida. Porque se há um efeito nas plantas, que são a base da cadeia alimentar, certamente vai chegar ao topo em algum momento”, explica.

Acesse a reportagem na íntegra aqui.

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“Sociedade é resistente à presença de mulheres em espaços de destaque”, diz secretária da SBPC

09/02/2024 10:05

Professora Maria Elisa Máximo é secretaria regional da SBPC, mulher, mãe e cientista. Foto: Arquivo Pessoal

A secretária regional em Santa Catarina da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Maria Elisa Máximo, considera o fator estrutural como uma das principais causas de distorções entre os espaços e os papéis ocupados por homens e mulheres na produção do conhecimento. “A desigualdade no meio científico é, antes e acima de tudo, consequência de uma sociedade desigual, excludente e violenta para meninas e mulheres”, pontua.

A adoção de linhas de financiamento e editais específicos para mulheres cientistas em diferentes estágios da carreira, os incentivos para a formação de grupos de pesquisa voltados aos estudos de gênero e diversidade e os programas de formação que incluam o letramento em gênero são citados por ela como algumas das possibilidades para acelerar o processo de equidade.

Em entrevista sobre o Dia Internacional das Mulheres e Meninas nas Ciências, celebrado neste domingo, 11 de fevereiro, ela, que também é professora do Departamento de Antropologia da UFSC, mãe e cientista, citou aqueles que considera os maiores desafios para as carreiras científicas das mulheres: a maternidade e a hostilidade do meio acadêmico associado ao machismo institucional.

Leia a entrevista completa

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Bolsa Cultura 2024 tem inscrições prorrogadas até 29 de fevereiro

07/02/2024 14:29

A  Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da Universidade Federal de Santa Catarina (SecArtE/UFSC) prorrogou as inscrições para o programa Bolsa Cultura até 29 de fevereiro. O Edital 013/2023 – Bolsa Cultura 2024 destina-se a projetos com vigência de 1º de abril de 2024 a 31 de março de 2025. Acesse o edital aqui.

O programa tem como objetivo oferecer auxílio financeiro a estudantes de graduação, incentivando sua participação no processo de criação artístico-cultural, além de proporcionar o envolvimento de estudantes, servidores técnico-administrativos e professores efetivos em atividades artístico-culturais em projetos de Arte e Cultura desenvolvidos na UFSC.

As propostas deverão ser enviadas por e-mail para o endereço bolsacultura@contato.ufsc.br até 29 de fevereiro de 2024 com o assunto “Bolsa Cultura 2023”. A inscrição será efetivada somente após o candidato receber, via e-mail, o protocolo de recebimento da proposta.

Todas as informações estão disponíveis no Edital 013/2023 – Bolsa Cultura 2024

Mais informações pelo e-mail bolsacultura@contato.ufsc.br ou pelo telefone (48) 3721-2376

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Curso de Verão em Direitos Animais da UFSC ocorre dias 19 e 20 de fevereiro

07/02/2024 12:20

O curso de verão “Direitos Animais: os direitos animais no contexto da justiça climática”, organizado pelo grupo de pesquisa Observatório de Justiça Ecológica da Universidade Federal de Santa Catarina (OJE/UFSC), ocorre nos dias 19 e 20 de fevereiro, das 9h às 17h, no auditório do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ/UFSC). O curso é gratuito, aberto à comunidade externa e ocorre de forma híbrida, permitindo também a participação remota. Os participantes terão direito a certificado de 20 horas.
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Programa de Formação Continuada da UFSC recebe proposições de atividades

31/01/2024 10:36

O Programa de Formação Continuada da Universidade Federal de Santa Catarina (PROFOR/UFSC), vinculado à Pró-Reitoria de Graduação e Educação Básica (Prograd/UFSC), publicou o edital de abertura de inscrições de propostas de atividades formativas e de desenvolvimento a servidores(as) docentes e técnico-administrativos(as), para o ano letivo de 2024. As inscrições devem ser feitas a partir desta sexta-feira, 02 de fevereiro, até 1º de março. O resultado final da seleção será divulgado no dia 15 de março. O edital está disponível aqui.
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Estudo sobre clima na Amazônia com participação da UFSC repercute internacionalmente

25/01/2024 08:45

Um estudo com participação da Universidade Federal de Santa Catarina sobre a mudança climática causada pelo ser humano e a seca histórica que atingiu a região Amazônica em 2023 repercutiu na mídia nacional e internacional. A investigação, conduzida por um grupo internacional do qual faz parte Regina Rodrigues, professora de Oceanografia Física e Clima, também pontuou que o El Niño – fenômeno climático natural que geralmente traz condições secas para a região – teve uma influência muito menor.

Pesquisadora falou sobre estudo à BBC

A análise foi realizada pelo World Weather Attribution (WWA), grupo internacional de cientistas especializados em pesquisas sobre o clima, e está disponível aqui. A repercussão dos dados foi internacional. A BBC, empresa de comunicação pública britânica, destacou que a seca recorde na Amazônia foi impulsionada pelas mudanças climáticas. Ao site e à televisão, Regina disse que a Amazônia tem papel central frente às discussões sobre mudanças climáticas. Isso porque, quando saudável, ela absorve o dióxido de carbono, mas com o desmatamento desenfreado é possível que chegue a um ponto de não retorno.

A professora também falou sobre o estudo ao The Guardian, que destacou que a seca devastadora na Amazônia é resultado da crise climática. A professora lembrou, em entrevista, que se protegermos a floresta ela continuará a funcionar como o maior sumidouro de carbono terrestre do mundo. “Mas se permitirmos que as emissões induzidas pelo homem e o desmatamento a empurrem para o ponto de não retorno, serão libertadas grandes quantidades de CO2. Precisamos proteger a floresta tropical e abandonar os combustíveis fósseis o mais rápido possível”, argumentou.

A professora também repercutiu o assunto ao Financial Times e ao The Washignton Post. No Brasil, o Jornal Nacional, da TV Globo, também deu destaque às constatações dos cientistas. “Temos que fazer uma transição para energias limpas, renováveis e também reduzir o desmatamento, que gera muito CO2. O Brasil, se reduzir o desmatamento, já reduz 40% dessas emissões”, disse à emissora brasileira.

Segundo o estudo, desde meados de 2023, a Bacia Amazônica tem enfrentado uma intensa seca, impulsionada pela baixa precipitação e pelo calor persistente. Rios em algumas regiões atingiram seus níveis mais baixos em mais de 120 anos, impactando milhões de pessoas. Comunidades ribeirinhas foram as mais afetadas, com a seca resultando em problemas de saúde, perda de renda, escassez de alimentos e água potável e falhas nas colheitas.

Os cientistas do WWA constataram que a mudança climática está reduzindo a precipitação e aumentando o calor na Amazônia, o que foi responsável por tornar a estiagem sem precedentes de 2023 cerca de 30 vezes mais provável do que ocorreria apenas pela ação do El Niño. “À medida que o clima se aquece, uma potente combinação de diminuição da precipitação e aumento do calor está impulsionando a seca na Amazônia”, explica Regina.

 

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Professora da UFSC participa de estudo que aponta mudança climática como causa da seca amazônica

24/01/2024 14:49

A mudança climática causada pelo ser humano foi a principal causa da seca histórica que atingiu a região Amazônica em 2023, enquanto o El Niño – fenômeno climático natural que geralmente traz condições secas para a região – teve uma influência muito menor. A conclusão faz parte da análise rápida de atribuição realizada pelo World Weather Attribution (WWA), grupo internacional de cientistas especializados em pesquisas sobre o clima, do qual faz parte a pesquisadora Regina Rodrigues, professora de Oceanografia Física e Clima da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O estudo está disponível aqui.
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UFSC divulga 2ª chamada do Vestibular e seleção de Indígenas e Quilombolas e de Letras-Libras

24/01/2024 14:01

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgou edital com a segunda chamada do Vestibular Unificado UFSC/IFSC/IFC 2024, vagas suplementares para Indígenas e Quilombolas e Vestibular Letras-Libras. Os candidatos convocados no edital deverão realizar de forma on-line a solicitação de matrícula acessando o site do  Sistema de Matrícula até a próxima segunda-feira, 29 de janeiro.

Acesse o edital aqui.

Mais informações na página do Departamento de Administração Escolar (DAE/UFSC).

 

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Projeto da UFSC com a Petrobras pretende reduzir danos de vazamento de combustível

23/01/2024 11:01

Imagem de simulação (Revista Fapeu)

As áreas contaminadas por combustíveis são causadoras de grandes impactos ambientais. O derramamento de gasolina, etanol, diesel e outros produtos semelhantes provoca a poluição do solo, das águas superficiais e subterrâneas. Um projeto desenvolvido na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com patrocínio da Petrobras, vem buscando formas de reduzir esses danos ambientais e diminuir os custos em processos de recuperação de locais atingidos.

O trabalho Estratégias de recuperação de áreas contaminadas por vazamentos de combustíveis conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu) e é coordenado pelo professor Admir José Giachini, do Núcleo Ressacada de Pesquisas em Meio Ambiente (Rema).

O projeto busca dar suporte técnico na tomada de decisão sobre eventos de contaminação ambiental e apontar as melhores estratégias de ação para conter ou resolver o problema. A iniciativa adota a ferramenta Solução Corretiva Baseada no Risco (SCBR), um software desenvolvido na UFSC com elementos inteligentes que ajudam o profissional do meio ambiente nas decisões sobre procedimentos de gerenciamento de áreas contaminadas.

O SCBR é um modelo matemático bidimensional de solução numérica, desenvolvido para apoiar a tomada de decisão em todas as etapas do gerenciamento ambiental de áreas impactadas ou de forma preventiva, em locais onde são desenvolvidas atividades potencialmente poluidoras. Além disso, pode ser empregado como instrumento facilitador do diálogo com órgãos de controle ambiental.

A ferramenta surgiu devido à ausência no mercado de um modelo matemático que simulasse o comportamento de plumas de hidrocarbonetos de petróleo sob influência de etanol, como no caso de derramamentos de gasolina. Os resultados obtidos nas áreas experimentais da Fazenda da Ressacada, localizado no Sul da Ilha de Santa Catarina, em Florianópolis, são usados na concepção da ferramenta e definem os grandes diferenciais do SCBR em relação aos demais softwares de simulação de contaminantes em solos e águas subterrâneas. Os outros modelos não emulam os efeitos dos biocombustíveis e não são baseados em dados de campo.

“Há mais de duas décadas, a Rema e a Petrobras mantêm uma parceria que vem apresentando resultados inéditos como o desenvolvimento de protótipos matemáticos inovadores para a previsão de cenários de derramamentos e controle de riscos no setor petrolífero e de biocombustíveis”, lembra o professor Admir Giachini. “Um exemplo disso foi o desenvolvimento do simulador SCBR, que vem sendo adotado no gerenciamento ambiental de áreas contaminadas em refinarias e em terminais da Petrobras, tornando a tomada de decisões mais objetiva, com base em critérios científicos e promovendo a economia de recursos financeiros”, ressalta.

Benefícios

O professor diz esperar que o projeto ofereça um gerenciamento ambiental mais orientado e com redução dos custos. “Também se estimam ações mais efetivas de gerenciamento ambiental, com resultados mais favoráveis, uma vez que a escolha da metodologia é embasada em conceitos técnicos orientados pela ferramenta”, destaca o professor Giachini.

Ele também pontua os muitos benefícios para a sociedade, dentre eles a implementação de metodologias mais assertivas para os problemas atrelados ao gerenciamento de áreas contaminadas. “A escolha por métodos orientados para cada situação aumenta as chances de sucesso. Além disso, a escolha das técnicas/ações mais adequadas para cada situação faz com que seja possível reduzir os custos de intervenção em processos de recuperação ambiental”. Dessa forma, segundo ele, faz-se um uso mais racional do recurso financeiro, possibilitando, inclusive, que ele seja utilizado nas áreas que efetivamente mais precisam.

Texto baseado em reportagem que integra a edição 14 da Revista da Fapeu. 

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Restaurante Universitário estará fechado nesta terça e quarta-feira, 23 e 24 de janeiro

22/01/2024 10:35

O Restaurante Universitário (RU/Trindade) estará fechado nesta terça e quarta-feira, 23 e 24 de janeiro, devido ao desligamento programado de energia para manutenção da rede de média tensão. Portanto, não serão servidos almoço e jantar nestes dias. A Pró-Reitoria de Permanência e Assuntos Estudantis (PRAE/UFSC) reforça que o serviço de agendamento é muito importante para a programação da produção das refeições e evitar o desperdício.

Para agendar sua refeição, acesse aqui.

Para consultar o cardápio semanal, acesse aqui.

Mais informações pelo Instagram do RU ou pelo telefone (48) 3721-9203.

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Oxidação avançada: tecnologia versátil é tema de evento internacional da UFSC 

18/01/2024 09:07

Água limpa pode ser um dos resultados das tecnologias de oxidação avançada (Imagem de Pexels por Pixabay)

Como limpar o ar? Como desinfetar um ambiente? Como melhorar o tratamento da água e a qualidade do ar? Como fazer vinhos? Como melhorar a qualidade dos alimentos? Como gerar hidrogênio a partir de fontes limpas? Todas essas perguntas interessam à ciência e têm em comum uma solução: as tecnologias de oxidação avançada (ou dos processos avançados de oxidação). Esses temas também fazem parte das pesquisas e de tecnologias inovadoras realizadas na Universidade Federal de Santa Catarina, que será sede, em 2024, de um dos principais eventos internacionais da área.

De acordo com a professora Regina Peralta, do departamento de Engenharia Química e de Alimentos da UFSC, os processos de oxidação avançada são tecnologias ambientalmente amigáveis, que costumam compor o tratamento de materiais perigosos. Mas o fato de ser muito versátil faz com que outras aplicações sejam possíveis em diversos setores, como por exemplo a produção de combustíveis renováveis e vários outros. “Há benefícios para diversas áreas, desde a agricultura, até a produção de vinhos, conservação de alimentos, saúde e mesmo na produção de materiais usados na construção civil”, explica.

Do ponto de vista químico, a oxidação avançada consiste na geração de radicais livres – especialmente o radical hidroxil (∙OH) – que é altamente oxidante e pode reagir não seletivamente com inúmeros compostos, de forma mais eficiente. “Um dos exemplos que podemos ver dessas tecnologias no dia a dia envolve o uso de substâncias ativas sob luz que são incorporadas em pisos e azulejos e assim esses materiais desenvolvem propriedades bactericidas e são superfícies autolimpantes”, explica Regina, que é presidente do Comitê Organizador da VI Iberoamerican Conference on Advanced Oxidation Technologies (CIPOA), evento internacional sobre essa tecnologia que ocorrerá na UFSC, em outubro deste ano.

A professora explica que há um conjunto extenso e longo histórico de pesquisas na UFSC que se amparam nesta técnica para garantirem inovação. Algumas são orientadas por ela no Laboratório de Energia e Meio Ambiente, mas outras ocorrem em áreas do conhecimento completamente distintas, como a Odontologia,  Aquicultura ou Engenharia de Alimentos. “Processos que utilizam o ozônio, radiação ultravioleta, energia solar, peróxido de hidrogênio, por exemplo, estão relacionados à oxidação avançada”, comenta.

Segundo Regina, o meio ambiente tende a se beneficiar da aplicação dessas tecnologias, já que permitem que determinados processos se tornem mais sustentáveis – como na indústria têxtil, por exemplo, que costuma trabalhar com muitos contaminantes da água. “São técnicas químicas ambientalmente amigáveis”, pontua. “Podem ser utilizadas desde a escala laboratorial até industrial, de forma isolada ou combinada ou com processos híbridos”, reforça.

A desinfecção e redução de poluentes em água, o combate a microrganismos patogênicos e o controle da germinação de sementes, a degradação e remoção de fármacos, a produção de materiais tecnológicos com funções autolimpantes e sanitizantes, a produção de hidrogênio verde e outros combustíveis renováveis são algumas das potencialidades dos processos, que também será aplicado em um reator piloto que será desenvolvido para a Petrobras em uma parceria recente firmada com a UFSC.

Evento será realizado em outubro 

A VI Iberoamerican Conference on Advanced Oxidation Technologies (CIPOA) será realizada de 7 a 11 de outubro, mas sua organização começou ainda no ano passado. Regina, que é coordenadora geral, explica que pretende que esse evento seja um marco importante para a área. “Há assuntos muito atuais, como as aplicações ambientais, o novo marco regulatório do saneamento que deverá garantir que 99% da população tenha acesso à água potável e 90% com tratamento e coleta de esgoto até 2033,  a transição energética e as iniciativas de descarbonização, que estão diretamente relacionadas a essas tecnologias”, argumenta. É justamente essa atualidade e a interdisciplinaridade que ela pretende usar como foco do evento.

“A química das reações envolvidas já é conhecida há bastante tempo e começou a ser pensada junto com os debates sobre escassez de água e transição energética, mas a versatilidade fez com que se expandisse nas suas aplicações”, comenta. Mesmo na pandemia de Covid-19, as tecnologias de oxidação avançada estiveram presentes – ela, por exemplo, buscou entender se era possível tornar as máscaras mais eficientes por meio desses processos.

“Nossa proposta é que não só químicos e engenheiros químicos ou ambientais se envolvam com essas discussões visto que o assunto é pesquisado em diferentes áreas do conhecimento”, complementa. Palestrantes de países como Inglaterra, Estados Unidos, Alemanha, Espanha e França já estão confirmados. Universidades brasileiras como a Universidade de Campinas e Federal do Rio de Janeiro terão alguns de seus pesquisadores mais reconhecidos como convidados. A participação de setores importantes da indústria é muito bem-vinda, com algumas presenças já confirmadas. O evento também premiará os pesquisadores que se destacam na área. Mais informações aqui.

Amanda Miranda, jornalista da Agecom/UFSC

Tags: evento internacionalLaboratório de Energia e Meio Ambienteoxidação avançadaVI Iberoamerican Conference on Advanced Oxidation Technologies

Expedição marítima de pesquisadoras da UFSC busca desvendar o Oceano Atlântico Sul

16/01/2024 13:10

Pesquisadoras trabalhando durante a expedição marítima. Foto: Divulgação.

A bordo do veleiro Pangeia, um grupo de pesquisadoras do departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de Santa Catarina (ECZ/UFSC) navegou entre Recife (PE) e Ilhabela (SP), ao longo do mês de novembro de 2023, percorrendo 2.200 quilômetros. Durante a expedição, elas realizaram ações em portos – compartilhando conhecimento científico com estudantes, professores e a sociedade civil –, e coletaram amostras da água, da vida marinha microscópica e de microplásticos na confluência do mar com os rios, como o famoso São Francisco. O material recolhido será enviado para diversos especialistas do Brasil, cujas análises vão ajudar a compreender os ecossistemas do Atlântico, trabalho fundamental em tempos de mudanças climáticas. 
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UFSC vai desenvolver modelo de precificação com impacto em tecnologias 5G e 6G

16/01/2024 11:21

Reprodução Anatel

A UFSC será protagonista, junto com a Agência Nacional de Telecomunicações, no estudo da precificação do espectro de radiofrequências, bem público administrado pela Anatel que impacta nas tecnologias 5G e 6G, entre outras coisas. O Laboratório de Pesquisa em Sistemas Espaciais (SpaceLab) já começou a atuar no projeto, que terá a duração de 30 meses e investimento de R$943 mil, principalmente para o pagamento de bolsistas e formação de recursos humanos na área.

Segundo o professor Xisto Lucas Travassos Junior, responsável pela cooperação, o grupo, formado por economistas e engenheiros, irá desenvolver um modelo a partir do que a Anatel já utiliza, mas aperfeiçoado com base em práticas internacionais. A proposta é pensar nas novas tecnologias, como a 5G e 6G, prevista para ser lançada de forma comercial, mundialmente, em 2030.

O projeto começou efetivamente no dia 26 de dezembro e uma segunda reunião entre as equipes da UFSC e da Anatel já está agendada para o próximo dia 24. “ “É uma oportunidade para estabelecer colaboração entre a Anatel e a Universidade Federal de Santa Catarina, na qual os respectivos corpos técnicos poderão interagir e desenvolver soluções inovadoras para evoluir os modelos de precificação em função das necessidades da Agência”, disse o conselheiro diretor da Anatel Alexandre Freire.

De acordo com o professor da UFSC, o projeto tem duração de 30 meses, sendo que neste primeiro semestre a ideia é realizar um estudo de precificação em nível global, depois entender como o processo ocorre na Anatel. O objetivo final é o desenvolvimento de um modelo atualizado com base em aspectos técnicos, econômicos e com base interdisciplinar.
“O modelo final será entregue pensando em tecnologias atuais e futuras”, destaca.

A cooperação prevê a realização de workshops para divulgação interna e externa do resultado da pesquisa. Dentro os produtos previstos, além da revisão bibliográfica, haverá o levantamento de boas práticas internacionais, a avaliação da metodologia e das ferramentas atualmente utilizadas pela Anatel, com diagnóstico e identificação de pontos de melhoria, o estudo e aprimoramento da metodologia o e desenvolvimento de boas práticas e recomendações de precificação de espectro para tecnologias futuras.

A Anatel ressaltou que o projeto se relaciona diretamente com os Objetivos 16 e 17 da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, uma vez que tem por objetivo construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis, fortalecendo a capacidade institucional da Agência para o desenvolvimento sustentável.

Com informações da Anatel

Tags: Agência Nacional de TelecomunicaçõesLaboratório de Pesquisa em Sistemas EspaciaisSpaceLab

Professor da UFSC integra grupo da Unesco sobre diversidade de expressões culturais

16/01/2024 08:39

Foto: Divulgação Brasunesco

Gilvan Muller de Oliveira, professor do Departamento de Língua e Literatura Vernáculas da Universidade Federal de Santa Catarina, irá compor o Grupo de Reflexão da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) sobre a Diversidade de Expressões Culturais no Ambiente Digital. Segundo a Delegação do Brasil junto à Unesco (Brasunesco), a relação entre língua, cultura e tecnologia deverá orientar as discussões do grupo.

O professor também coordena a Cátedra Unesco em Políticas Linguísticas para o Multilinguismo, com 31 universidades em 17 países, dedicada à pesquisa de diferentes facetas do multilinguismo, incluindo as políticas linguísticas para a ciência e a educação superior. “Uma maior diversidade cultural no ambiente digital está diretamente relacionada ao aprimoramento de tecnologias e modos de governança que fortaleçam o multilinguismo no cyber-espaço”, afirmou a Brasunesco no perfil oficial no Instagram.

A criação do grupo foi solicitada em junho de 2023 pela Conferência das Partes da Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, conhecida como Convenção de 2005. Em sua nona sessão, a Conferência reconheceu a urgência e a necessidade de realizar uma reflexão aprofundada sobre a implementação da Convenção no ambiente digital. A Conferência das Partes é o órgão plenário e supremo da Convenção de 2005, que se reúne a cada dois anos.

Oliveira é mestre em Linguística Teórica, Filosofia e História pela Universidade de Konstanz, na Alemanha e doutor em Linguística pela Unicamp. Fundou e coordenou o Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística entre 2002 e 2010, foi diretor executivo do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, em Cabo Verde, de 2010 a 2014.

Com informações da Imprensa Apufsc

Tags: BrasunescoDiversidade de Expressões Culturais no Ambiente Digitalunesco

UFSC na mídia: pesquisadora fala sobre recorde de calor em 2023

12/01/2024 10:12

Reprodução O Globo

A professora de Oceanografia da Universidade Federal de Santa Catarina. Regina Rodrigues, falou ao jornal O Globo sobre um dado que chamou a atenção e aumentou as preocupações da comunidade científica em 2023: o ano foi o mais quente já registrado, com 50% dos dias acima do limiar de perigo. A informação consta no relatório do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus (C3S), a agência europeia do clima, divulgado na última terça-feira, 9 de janeiro. De acordo com o jornal, “mais de 50% dos dias de 2023 estiveram 1,5ºC acima dos níveis de 1850-1900, o período pré-industrial”.

O relatório apontou que a média da temperatura global foi de 14,98ºC, 0,17ºC a mais do que a até então maior temperatura global, registrada em 2016. “Tanto aquecimento na atmosfera causou ondas de calor e frio brutais, incêndios florestais sem precedentes, degelo nunca observado e tempestades devastadoras”, escreveu O Globo.

Na reportagem, a professora da UFSC, que é especialista em ondas de calor oceânicas, destaca que os oceanos aquecidos foram uma das mais importantes anomalias de 2023, com implicações para o clima global. Ela explicau que a comparação com o El Niño de 2015-2015 com o de 2023 mostra claramente que o fenômeno não foi a única força a tornar 2023 um ano infernal.

Leia a reportagem.

Tags: aquecimentorecorde de calorUFSC na mídia

Pesquisadores da UFSC partem em missão de cooperação acadêmica entre Brasil e Timor-Leste

10/01/2024 11:08

Um grupo de professores do Centro de Ciências da Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (CED/UFSC) partirá com destino ao Timor-Leste, no sudeste asiático, na próxima segunda-feira, 15 de janeiro. O objetivo é apoiar e assessorar a implantação do primeiro programa regular de mestrado em Educação do país. A atividade faz parte do acordo de cooperação internacional entre Brasil e Timor-Leste, sob mediação da Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores (ABC/MRE).

A delegação é composta por docentes do Programa de Pós-Graduação em Educação Científica e Tecnológica (PPGECT) – Suzani Cassiani, Irlan Von Linsingen, Patricia Montanari Giraldi e Regina Célia Grando –, do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) – Elison Antônio Paim –, e do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação (PPGCIN) – Camila Monteiro de Barros. No Timor-Leste, os professores atuarão junto à Universidade Nacional Timor Lorosa’e (UNTL), localiza em Díli, capital do país.

Mais informações com a professora Suzani Cassiani pelo e-mail suzanicassiani@gmail.com.

Tags: CEDCentro de Ciências da Educaçãocooperação acadêmicaPPGCINPPGEPPGECTPrograma de Pós-Graduação em Ciência da InformaçãoPrograma de Pós-Graduação em EducaçãoPrograma de Pós-Graduação em Educação Científica e TecnológicaTimor-LesteUFSCUniversidade Nacional Timor Lorosa'eUNTL

Programa de Formação Continuada recebe proposições de atividades para 2024

03/01/2024 10:11

O Programa de Formação Continuada (Profor), gerido pela Pró-Reitoria de Graduação e Educação Básica (Prograd), lançou edital e recebe inscrições para proposições de atividades formativas e ações de desenvolvimento para serem desenvolvidas ao longo do ano de 2024. As inscrições podem ser feitas entre 2 de janeiro e 1° de março por meio de formulário a ser preenchido e enviado eletronicamente. O arquivo com o formulário e o link de inscrição estão disponíveis no site do Profor.

As propostas serão analisadas e o resultado está previsto para ser divulgado a partir de 15 de março, com as atividades sendo iniciadas a partir de abril. As atividades podem ser nas modalidades presencial, semi-presencial ou não presencial em diversas áreas, como aperfeiçoamento em habilidades didáticas, internacionalização, uso de softwares, ética, acessibilidade, entre outros. A lista de todas as áreas de interesse está disponível no edital. Professores e técnicos-administrativos da UFSC podem se inscrever gratuitamente.

Mais informações no site do Profor ou pelo e-mail profor@contato.ufsc.br

Tags: ProforprogradUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

UFSC tem desligamento programado de energia nos dias 2 e 3 de janeiro

30/12/2023 07:51

A Prefeitura Universitária da Universidade Federal de Santa Catarina (PU/UFSC) informa, por Ofício Circular, que haverá desligamentos programados de energia nas unidades do campus de Florianópolis nas próximas terça e quarta-feira, dias 2 e 3 de janeiro. Os desligamentos são necessários para a manutenção preventiva da rede de média tensão. A Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp) encaminhou Ofício que autoriza o trabalho remoto para os setores citados abaixo.

Na terça, das 8h às 17h, será desligada a Subestação CMD 02, que alimenta unidades da UFSC no Córrego Grande: Arquivo Central, Microfilmagem, Almoxarifado Central, Biotério Central (BIC), Centro de Ciências Biológicas (CCB), Coordenadoria de Transportes (CTR), Departamento de Gestão Patrimonial (DGP), Departamento de Engenharia Civil (ECV/CTC), Departamento de Engenharia Química (EQA/CTC), Departamentos da Prefeitura Universitária (PU), Almoxarifado da PU, Oficinas da PU e adjacências.

Na quarta, das 8h às 13h, será desligada Subestação CMD01, que alimenta diversas unidades do campus: Biblioteca Universitária, Centro de Ciências Biológicas (CCB) – Setor Carvoeira, Centro de Comunicação e Expressão (CCE), Centro de Ciências da Saúde (CCS), Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM), Centro Tecnológico (CTC), Centro de Cultura e Eventos (DCEven), Editora (EdUFSC), Espaço Físico Integrado (EFI), Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (FAPEU), Reitoria I, Superintendência de Governança Eletrônica e Tecnologia da Informação e Comunicação (SETIC), Restaurante Universitário (RU) e adjacências. O desligamento na Reitoria I e Biblioteca Universitária será das 8h às 17h.

Mais informações pelo e-mail prefeitura@contato.ufsc.br.

Tags: desligamento programado de energiamanutençãoOfício CircularPrefeitura UniversitáriaPUrede de média tensãoUFSC

Bolsa Cultura 2024 recebe inscrições de propostas até 9 de fevereiro

29/12/2023 14:49

A  Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da Universidade Federal de Santa Catarina (SecArtE/UFSC) publicou o Edital 013/2023 – Bolsa Cultura 2024, destinado a projetos com vigência no período de 1º de abril de 2024 a 31 de março de 2025. Acesse o edital aqui.

O programa tem como objetivo oferecer auxílio financeiro a estudantes de graduação, incentivando sua participação no processo de criação artístico-cultural, além de proporcionar o envolvimento de estudantes, servidores técnico-administrativos e professores efetivos em atividades artístico-culturais em projetos de Arte e Cultura desenvolvidos na UFSC.

As propostas deverão ser enviadas por e-mail para o endereço bolsacultura@contato.ufsc.br no período de 02 de janeiro  a 09 de fevereiro de 2024 com assunto “Bolsa Cultura 2023”. A inscrição será efetivada somente após o candidato receber, via e-mail, o protocolo de recebimento da proposta.

Todas as informações estão disponíveis no Edital 013/2023 – Bolsa Cultura 2024

Mais informações pelo e-mail bolsacultura@contato.ufsc.br ou pelo telefone (48) 3721-2376

Tags: Bolsa Cultura 2024editalSeCArteSecretaria de Cultura Arte e EsporteUFSC

Restaurante Universitário não servirá almoço na quarta-feira, 3 de janeiro

29/12/2023 13:28

O Restaurante Universitário (RU/Trindade) não servirá almoço na quarta-feira, 3 de janeiro, devido o desligamento programado de energia para manutenção da rede de média tensão. O jantar será servido normalmente. No dia 23 de janeiro, terça-feira, o RU estará fechado o dia todo. A Pró-reitoria de Permanência e Assuntos Estudantis (PRAE/UFSC) reforça que o serviço de agendamento é muito importante para a programação da produção das refeições e evitar o desperdício.

Para agendar sua refeição, acesse aqui.

Para consultar o cardápio semanal, acesse aqui.

Mais informações pelo Instagram do RU ou pelo telefone (48) 3721-9203.

Tags: almoçojantarPRAEPró-Reitoria de Permanência e Assuntos Estudantisrestaurante universitárioRUUFSC

Estudantes do Laboratório de Ficologia da UFSC são premiados em evento científico

12/12/2023 13:01

Pesquisadores da UFSC que participaram do 9° Workshop REDEALGAS.

Estudantes dos cursos de graduação e pós-graduação do Laboratório de Ficologia da Universidade Federal de Santa Catarina (LAFIC/UFSC) foram premiados no Workshop de Biotecnologia de Algas – o 9° REDEALGAS –, que ocorreu em Guarapari (ES), de 3 a 6 de dezembro. O evento reuniu especialistas brasileiros e internacionais e teve como tema “Biotecnologia, Sustentabilidade e Atividades de Extensão alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”.

Cerca de 30 estudantes, pesquisadores e professores do LAFIC e outros laboratórios participaram do evento, viajando até Guarapari com um ônibus da UFSC. Estiveram presentes representantes dos Programas de Pós-Graduação Biologia de Fungos, Algas e Plantas (PPG-FAP), Oceanografia (PPG-Oceano) e Biotecnologia e Biociências (PPG-Biotec).
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