Gerente do Hospital Universitário ressalta a importância da testagem no combate à infecção pelo HIV

30/11/2021 18:36

Foto: Ricardo Torres.

Entre as mensagens importantes do Dezembro Vermelho, mês dedicado à conscientização para o tratamento precoce pelo HIV/Aids e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), a gerente de Ensino e Pesquisa do Hospital Universitário (HU-UFSC/Ebserh), Maria Luiza Bazzo, destaca a importância de incentivar a ampla testagem, permitindo o diagnóstico e o tratamento precoces para garantir qualidade de vida às pessoas infectadas e redução da transmissão do HIV.

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Equipe do HU-UFSC e pacientes comemoram 10 anos de transplante hepático

29/11/2021 12:04

A equipe do Núcleo de Transplante Hepático e pacientes do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) encerraram nesta sexta-feira a programação de comemorações dos 10 anos de transplante hepático na instituição. Foram homenageados com uma solenidade no auditório do HU todos os envolvidos nesta história, que começou oficialmente no dia 26 de novembro de 2011 quando foi realizado o primeiro transplante de fígado no hospital.

Em nome de todos os 151 pacientes que passaram pelo transplante hepático no HU nestes dez anos, o vendedor de livros Nilson Roberto dos Santos contou um pouco de sua história. “Eu fui o primeiro paciente que fez o transplante no HU e posso dizer que esta equipe maravilhosa se torna a nossa família”, disse. Além dele, pacientes que fizeram transplante nestes últimos anos apresentaram depoimentos em vídeo, agradecendo pelo empenho da equipe do Hospital Universitário.

Na solenidade, a superintendente do hospital, Joanita Ângela Gonzaga Del Moral, agradeceu ao paciente pela participação no evento e parabenizou a equipe em nome de toda a instituição, ressaltando o papel de formador de profissionais e a qualidade da assistência oferecida pelo HU.

“Realizar um procedimento de alta complexidade em uma instituição pública e gratuita é um ato desafiador, é uma missão que os trabalhadores do HU cumprem com excelência”, afirmou a dirigente, que compôs a mesa da solenidade juntamente com o coordenador adjunto da SC Transplante, Rafael Lisboa; o médico hepatologista Leonardo de Lucca Schiavon, que representou a equipe multidisciplinar do Núcleo de Transplante Hepático, e o paciente Nilson dos Santos.

O evento foi transmitido remotamente, para garantir a participação de todos os interessados, e realizado com a presença de representantes de gestores do HU e da Associação Amigos do HU, além do ex-diretor do hospital Felipe Felício, professores e servidores técnico-administrativos convidados, com limite de participantes, de máscaras, e respeitando o distanciamento.

Um dos momentos mais marcantes do evento foi apresentação de um vídeo com depoimentos de pacientes que passaram pelo transplante hepático, relatando como suas vidas mudaram após o transplante. “Eu tinha uma vida instável e agora posso dizer que tenho um futuro”, disse Nikoli Martins Juscow, transplantada em abril de 2014, que ressaltou a gratidão pelo atendimento e carinho de toda a equipe.

Quem também apresentou seu relato foi o paciente Getúlio Della Justina, que emocionou o público ao fazer uma homenagem ao doador anônimo de fígado que salvou sua vida. “O telefone tocou. Era o HU me chamando. Naquele momento o mundo veio abaixo e o meu primeiro pensamento foi: ‘alguém doou um fígado para mim; alguém que não está mais entre nós’. Foi um choque naquele momento”, disse no vídeo, que contou também com depoimentos de profissionais da equipe do Núcleo de Transplante Hepático.

A solenidade desta sexta-feira, no aniversário do primeiro transplante, marca o encerramento de uma semana de comemorações para homenagear os envolvidos nestes dez anos de história. As atividades começaram na segunda-feira, 22, com uma programação de testagem rápida de hepatite B e C, e prosseguiu durante a semana com apresentação da Banda de Música da Polícia Militar e distribuição de mudas de árvores para simbolizar a esperança que o trabalho da equipe traz para a vida dos pacientes e seus familiares. Também foram realizadas campanha de informação sobre a saúde do fígado e a importância da doação de órgãos.

Confira o vídeo comemorativo:

Serviço de Comunicação do HU-UFSC-Ebserh

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Hospital Universitário celebra Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue com campanha de conscientização

25/11/2021 15:05

No dia 25 de novembro, Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue, a dona de casa Lúcia de Araújo Kämpfert tem uma mensagem de incentivo: “Doar sangue é gratificante, pois você pratica um ato solidário e pode ajudar a salvar vidas. Eu mesma, que já fui doadora, nunca imaginei que um dia iria precisar de sangue e hoje recebo transfusão de duas bolsas a cada 15 dias para meu tratamento.”

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Confere UFSC: É falso que o HU-UFSC tenha latas de leite a vencer

24/11/2021 17:34

Circula em grupos de aplicativos de mensagens e em perfis em redes sociais que o Núcleo de Alergia do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) tenha latas de leite Nam soy a vencer em dezembro, sugerindo procurar a instituição.

Esta informação é falsa.

O HU-UFSC esclarece que não existe material armazenado nestas condições e que a instituição não divulga contato pessoal de trabalhadores. O nome citado na referida mensagem sequer faz parte dos quadros do hospital.

Saiba mais em confere.ufsc.br

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HU celebra 10 anos de transplante hepático

23/11/2021 14:23

Trabalhadores, pacientes e acompanhantes participaram, nesta terça-feira, 23 de novembro, de uma das celebrações propostas pelo Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) para marcar os 10 anos de transplante hepático no HU. A data foi marcada pela apresentação da Banda de Música da Polícia Militar de Santa Catarina. Nesta quarta-feira, 24 de novembro, haverá uma ação de conscientização da população sobre a doação de órgãos.

A solenidade contou com a presença da superintendente do HU, a professora Joanita Ângela Gonzaga Del Moral, e demais dirigentes da instituição, de profissionais do Núcleo de Transplante Hepático e de pacientes que passaram pela cirurgia de transplante de fígado. Durante a apresentação, foram distribuídas mudas de árvores, doadas pela Floram, já que a ideia da equipe do Núcleo de Transplante Hepático do HU é marcar a semana com uma mensagem de esperança para quem precisa de um transplante, além de incentivar a doação de órgãos, mostrar a importância do trabalho da equipe e reforçar a importância da prevenção com as atividades da semana comemorativa.

Como parte destas atividades, também foram realizados 150 testes rápidos de hepatites virais B e C no início desta semana. Do total de testes, dois pacientes tiveram resultados positivos e foram encaminhados para consulta médica e posterior tratamento. Este tipo de ação é importante porque as hepatites B e C estão entre as principais causas de indicações para transplantes de fígado, juntamente com cirrose por álcool, cirrose por doença gordurosa não alcoólica, hepatocarcinoma e ascite refratária.

O HU realiza transplantes hepáticos desde novembro de 2011, contabilizando um total de 151 procedimentos realizados pela equipe do Núcleo de Transplante Hepático, uma equipe multidisciplinar especializada que atua em todas as fases do processo do transplante, envolvendo assistentes sociais, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, médicos anestesistas, médicos cardiologistas, médicos cirurgiões do aparelho digestivo, médicos hematologistas, médicos hepatologistas, médicos intensivistas, médicos pneumologistas, médicos radiologistas, nutricionistas, odontólogos e psicólogos.

Com informações da Unidade de Comunicação do HU

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Profissionais do HU aprimoram programa de controle de uso de antibióticos

22/11/2021 09:02

O Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), por meio da equipe do Programa de Gerenciamento de Uso de Antimicrobianos, decidiu adotar uma nova estratégia, fazendo uma busca ativa da prescrição e uso de antibióticos no hospital, num trabalho conjunto com farmacêuticos clínicos e infectologistas do hospital. Até agora, este gerenciamento era feito pelo infectologista, principalmente com base nas justificativas apresentadas pelo médico na prescrição. As ações ilustram a proposta da Semana Mundial de Conscientização Sobre o Uso de Antibióticos, criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com o objetivo de aumentar a conscientização sobre a resistência a antibióticos e de incentivar as melhores práticas entre o público em geral, profissionais de saúde e formuladores de políticas para evitar o surgimento e a disseminação de resistência a antibióticos. O debate é ainda mais importante neste período, devido ao aumento do uso destes medicamentos por causa da pandemia de Covid-19.

Na prática, o programa do HU funciona com a participação dos infectologistas do Serviço de Controle de Infecções Hospitalares (SCIH), que recebem informações dos farmacêuticos e dos médicos, por meio de planilhas eletrônicas na hora em que um antibiótico é prescrito. Com as informações disponibilizadas em tempo real, os membros da equipe podem saber a indicação da prescrição, além de avaliarem se a dosagem está adequada e outras intervenções que ajudem a racionalizar o uso do medicamento.

A infectologista do HU Patrícia de Almeida Vanny explicou que, com a pandemia, houve um aumento no uso de antibióticos e, uma vez iniciado o tratamento com este tipo de medicação, é mais difícil de retirá-la. “Por isso, a equipe decidiu partir para esta busca ativa e, nesta estratégia, o farmacêutico clínico tem um papel central”, explicou a médica.

O farmacêutico clínico do HU e um dos idealizadores do projeto, André Prado, explicou que não é somente fazer a busca ativa, mas também discutir o uso racional do antibiótico, procurando individualizar a terapia, para otimizar o uso dos antimicrobianos. Segundo ele, no ano do lançamento do projeto, em 2019, houve uma redução no uso destes medicamentos, além de uma aproximação maior dos profissionais com os médicos prescritores. “Agora, concluímos que esta ação conjunta e a busca ativa são fundamentais para ajustar o andamento do projeto”, explicou. O programa do HU atende a uma das diretrizes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e está em sintonia com as autoridades em saúde pública de todo o mundo, que têm alertado para a necessidade de controle no uso de antibióticos.

Além de gerenciar e controlar o uso de antibióticos e favorecer a integração entre os profissionais o programa traz uma melhor assistência ao paciente com infecção, reduzindo efeitos adversos e o impacto causado pelo uso de antimicrobianos. Outros fatores positivos são o menor custo para o hospital, decorrente do uso racional, e um tratamento mais efetivo e especializado de infecções.

Conforme informações registradas no site da Anvisa, desde a sua descoberta em 1945, os antimicrobianos têm servido como a pedra angular da medicina moderna. No entanto, o uso excessivo e persistente desses medicamentos na saúde humana e animal levou ao surgimento e à disseminação da resistência aos antimicrobianos. Esse fenômeno ocorre quando microrganismos, como as bactérias, tornam-se resistentes às drogas usadas para tratar as infecções causadas por eles, deixando-nos sem opções terapêuticas para diversos tipos de infecções como pneumonias e infecções urinárias, levando, desta forma, os indivíduos à óbito por falta de tratamento.
Unidade de Comunicação Social do HU

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Hospital Universitário comemora 10 anos de transplante hepático com 150 procedimentos realizados

18/11/2021 20:23

Foto: Ricardo Torres.

O Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (HU/UFSC) comemora em novembro de 2021 dez anos de transplante hepático. O procedimento é realizado no hospital por uma equipe que já contabiliza 150 procedimentos desde 26 de novembro de 2011, quando foi feito o primeiro transplante de fígado na instituição. A partir de então, o Núcleo de Transplante Hepático aprimorou na construção de conhecimento e na formação de profissionais especializados.

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Mês de novembro é dedicado à saúde do homem e ao combate ao câncer de próstata

17/11/2021 12:10

O mês de novembro é dedicado à saúde do homem, com foco no Combate Mundial ao Câncer de Próstata, que é o câncer mais comum entre os homens, de acordo com o médico urologista do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) Eduardo Deves, que reuniu algumas informações sobre o tema para marcar a campanha conhecida como Novembro Azul.

Segundo ele, todo ano são diagnosticados cerca de 65 mil casos de câncer de próstata no Brasil, e os sintomas só se apresentam em fases avançadas. “Nestas condições, a chance de cura cai drasticamente, por isso é importante fazer exames de rotina, mesmo sem sintomas”, disse o médico, acrescentando que, quando diagnosticada precocemente, a doença tem 90% de chance de cura.

Conforme o especialista, todo homem com 45 anos ou mais deve se submeter a exames de rotina. Quando houver história familiar de câncer de próstata (no caso de pai, tios, avós, irmãos ou primos), o ideal é procurar o médico antes, aos 40 anos.

Além do câncer de próstata, o Novembro Azul estimula o homem a reconhecer, diagnosticar e tratar todas as doenças que afetam sua saúde, tais como: disfunção erétil, queda da potência sexual, diabetes, hipertensão, obesidade e colesterol. “Consulte seu médico urologista e previna-se”, alertou Eduardo.
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Especialista do HU explica importância de prevenção, diagnóstico e tratamento da pneumonia

12/11/2021 08:46

A pneumonia é uma doença comum na população mas não deve ser negligenciada (Foto: Divulgação HU)

Dia 12 de novembro foi intitulado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o Dia Mundial da Pneumonia, com o objetivo de reforçar a importância da prevenção e alertar sobre os riscos dessa doença, que acomete diretamente os pulmões, provocando uma inflamação aguda.

No Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), a pneumologista Rosemeri Maurici da Silva, coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Asma e Inflamação das Vias Aéreas (Nupaiva), explicou que a data é importante porque traz esta mensagem para os cuidados relacionados à pneumonia, que é uma doença muito prevalente – comum na população -, potencialmente grave e potencialmente fatal.

“O diagnóstico e o tratamento corretos são fundamentais para alcançar um resultado melhor em um quadro de pneumonia”, esclareceu a médica, que é ex-coordenadora e, atualmente, membro da Comissão de Infecções Respiratórias da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT).

Segundo ela, este alerta é dirigido tanto aos profissionais de saúde, que devem estar atentos às questões técnicas ligadas ao diagnóstico e ao tratamento, quanto ao cidadão comum, que deve se manter informado sobre os fatores de risco e orientado a procurar os serviços de saúde diante dos sintomas, principalmente devido ao quadro da pandemia do coronavírus, já que as pneumonias se associam às infecções causadas pelo SARS-CoV-2, aumentando os riscos.

“É preciso ficar alerta a situações como quadros prolongados de gripe e febre ou tosse com expectoração que não melhora em 48 a 72 horas”, disse Rosemeri Maurici, explicando que esta atenção deve ser redobrada no caso de crianças e idosos, que tendem a apresentar quadros mais graves de pneumonia.

Ela lembra que existe a vacina antipneumocócica, que previne as formas mais graves de pneumonia provocada pela bactéria pneumococo, além de doença invasiva causada pela bactéria. É importante ressaltar, também, que há fatores de risco para o desenvolvimento da doença, como o hábito de fumar; o abuso de bebidas alcoólicas; e manter muitas pessoas em ambientes fechados e com pouca ventilação.

 

Unidade de Comunicação Social – HU-UFSC/Ebserh

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Especialista do HU ressalta importância de diagnóstico e prevenção da surdez

10/11/2021 11:18

Teste da Orelhinha identifica problemas de audição em recém-nascidos. Foto: divulgação/HU-UFSC/Ebserh

A surdez, nome dado genericamente à impossibilidade ou dificuldade de ouvir, pode ser prevenida, tratada, principalmente se diagnosticada precocemente, ou, se for o caso, ter seus impactos amenizados. Por isso, é importante adotar algumas medidas para preservar a saúde do aparelho auditivo e, sempre que possível, procurar ajuda médica para identificar possíveis problemas.

Para ressaltar a importância desses cuidados, foi criado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez, 10 de novembro, por portaria do Ministério da Saúde. “É importante ter uma data como esta para alertar sobre os cuidados e o diagnóstico porque a perda da audição é relativamente comum na população, já que cinco em cada 100 pessoas têm algum problema auditivo”, ressaltou o otorrinolaringologista do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), Cláudio Ikino.

Segundo ele, não existe uma causa única para a surdez, mas os casos mais frequentes estão relacionados à idade, à exposição a ruídos e, em algumas situações, ao uso de determinadas medicações. “Há ainda fatores familiares, por isso é preciso prestar atenção ao histórico da família”, disse o médico, acrescentando que existem também causas congênitas, que podem ser identificadas no recém-nascido pelo Teste da Orelhinha.
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HU marca Mês da Prematuridade com campanha de conscientização e sensibilização de profissionais

08/11/2021 15:16

Novembro Roxo contará com atividades on-line e presenciais. Foto: divulgação/HU-UFSC

A programação do Novembro Roxo – mês dedicado à sensibilização sobre a prematuridade – no Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) será marcada por uma série de atividades, que incluem sensibilização de profissionais para o cuidado com a mãe e o recém-nascido prematuro, informações técnicas sobre o tema e ações de sensibilização sobre a importância do cuidado adequado desde a gestação até a alta.

Serão encontros presenciais promovido com as equipes da Unidade Neonatal e encontros on-line de sensibilização sobre os cuidados com o recém-nascido e sua família. Durante todo o mês, estão marcadas atividades semanais abordando aspectos relacionados a todos os sentidos – visão, audição, tato, gustação e olfação – para o cuidado.

O HU-UFSC foi pioneiro em Santa Catarina na implantação da Política de Atenção Humanizada ao Recém-nascido Pré-termo e de Baixo peso (RNPTBP) – Método Canguru (MC), caracterizado como um modelo de assistência perinatal voltado para o cuidado humanizado, que reúne estratégias de intervenção biopsicossocial.

O Método Canguru tem como o objetivo contribuir com a mudança de postura dos profissionais na prática com o RNPTBP e sua família e propõe-se a uma contínua adequação da abordagem técnica e mudanças do ambiente neonatal para um adequado desenvolvimento do recém-nascido. O método consiste também no contato pele a pele entre o recém-nascido e sua mãe, proporcionando vantagens relacionadas ao desenvolvimento físico e psicoafetivo, além de aumentar e manter a produção do leite materno.

Os demais recém-nascidos internados na Unidade Neonatal (a termo doentes, malformados, sindrômicos, dentre outros) são igualmente beneficiados com muitas das ações do Método Canguru, pois a assistência humanizada é um direito de todos recém-nascidos. Como Centro Nacional de Referência do Ministério da Saúde, o HU-UFSC realiza cursos de capacitação para profissionais de diversos estados do país a fim de implantarem MC.

Confira a programação completa aqui.

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Relatório mostra impacto da pandemia sobre número de intoxicações

04/11/2021 17:20

O Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (CIATox/SC) funciona dentro do HU e é referência no Estado em toxicologia (Foto: Divulgação HU)

O Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (CIATox/SC), que funciona dentro das instalações do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) registrou um total de 18.113 atendimentos relativos a casos de intoxicação durante o ano de 2020, sendo que a maior parte dos casos está ligada a uso indevido de medicamentos (31,3%) e acidentes com animais peçonhentos (22,69%), de acordo com a Relatório Anual do CIATox/SC.

Apesar de registrar uma queda de 14,26% em relação ao ano de 2019, quando foram registrados 21.125 atendimentos, o número de 2020 é o segundo maior da série histórica do CIATox/SC, que completou 37 anos de atividade neste ano. A equipe do CIATox/SC explica que este número vem aumentando ano a ano, desde 1984, e que a queda de 2020 pode ser justificada pela redução da exposição das pessoas durante a pandemia.

No ano passado, o maior número de casos de intoxicação aconteceu dentro de casa (79,64%), sendo que as maiores vítimas humanas (o CIATox/SC também registra intoxicação de animais) foram as crianças na faixa de 1 a 4 anos, enquanto entre os adultos o mais elevado número de registro aconteceu na faixa etária entre 20 e 29 anos. As crianças foram intoxicadas principalmente por álcool etílico 70% e água sanitária, agentes também ligados às medidas de higiene adotadas durante a pandemia.

De acordo com o relatório, durante o ano passado, houve 117 atendimentos de casos envolvendo intoxicação por álcool doméstico (líquido e gel), correspondendo a um aumento de 170%, quando comparado aos atendimentos de 2019. Os dados correspondem aos casos de intoxicação simples e com múltiplos agentes.

De 1984 a 2020 o CIATox/SC registrou uma média anual de 7.305 casos, segundo dados divulgados pelos profissionais do serviço, que atuam em plantão de 24 horas no HU-UFSC/Ebserh. Esse serviço foi mantido mesmo durante a pandemia. Os números se referem a casos de intoxicação por diversos agentes, como medicamentos, agrotóxicos, produtos veterinários, raticidas, produtos químicos industriais e de uso domiciliar, drogas de abuso, plantas tóxicas e envenenamentos por animais peçonhentos, já que o CIATox/SC é um serviço de referência no Estado na área de Toxicologia.

O serviço é subordinado à Superintendência de Serviços Especializados e Regulação da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SUR/SES/SC), mantendo cooperação técnica e parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e o HU-UFSC, onde está localizado.

O CIATox/SC mantém um serviço de plantão permanente para informações específicas em caráter de urgência na área de Toxicologia Clínica aos profissionais de saúde, principalmente médicos da rede hospitalar e ambulatorial e de caráter educativo e preventivo à população em geral. Os atendimentos são feitos através de ligação gratuita pelo número 0800 643 5252.

 

Unidade de Comunicação Social HU/UFSC/Ebserh

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Pesquisa realizada no HU avalia nível de conhecimento de estudantes sobre dor miofascial

03/11/2021 13:47

Profissionais vinculados ao Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) e estudante da UFSC estão desenvolvendo uma pesquisa para identificar qual é o nível de conhecimento dos acadêmicos de Medicina sobre a Síndrome Dolorosa Miosfascial, caracterizado por uma dor de origem muscular. Apesar da alta prevalência, a dor miofascial ainda não é muito conhecida pela população e nem sempre é destaque nas instituições de ensino de saúde.

“A dor miofascial é caracterizada por uma dor de origem muscular, sendo que o paciente geralmente não consegue identificar com precisão onde está doendo. É diferente de uma osteoartrite de joelho, por exemplo, na qual o paciente descreve uma dor mais localizada”, detalhou o médico especialista em acupuntura e supervisor da Residência Médica em Acupuntura do HU-UFSC, Ari Ojeda Ocampo Moré, coorientador do trabalho conduzido pelo médico João Eduardo Marten Teixeira e pela estudante de medicina Fernanda Wolff.

Segundo ele, o objetivo é fazer incialmente o mapeamento no Brasil e, posteriormente, comparar com a situação no resto do mundo. Desta forma, espera-se que os resultados da pesquisa gerem ações de incentivo ao preparo dos profissionais para lidar com a dor miofascial. “É fundamental que os estudantes da área de saúde saibam reconhecer a dor miofascial, que é muito presente na população. Dentro do serviço público a dor miofascial é extremamente prevalente e todas as especialidades que lidam com dor acabam atendendo frequentemente pacientes com esta síndrome”, disse Ari Ojeda Moré, que também é médico do Serviço de Medicina Integrativa e Acupuntura do HU.

Em outra frente de trabalho nesta área, a UFSC e a Residência Médica em Acupuntura do HU têm uma parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis. Por meio de um projeto de extensão, médicos da atenção primária que atuam na rede municipal de saúde aprendem a utilizar a acupuntura para o tratamento de diferentes tipos dor, inclusive a miofascial. “Hoje, em Florianópolis, a maior parte dos Centros de Saúde têm médicos de família e comunidade, e residentes desta especialidade que aprenderam a identificar e tratar esta dor”, disse Moré. Ele também ressaltou que há seis anos o tema da dor miofascial foi introduzido na Disciplina de Ortopedia e Traumatologia do Departamento de Cirurgia da UFSC, permitindo que os alunos desde a graduação já passem a reconhecer o tema.

Ambulatório de Acupuntura

No HU, o Ambulatório de Acupuntura faz o tratamento de pacientes de diversos municípios do Estado, que geralmente são encaminhados com quadros de dor. “Além do atendimento ambulatorial, o Serviço de Acupuntura oferta atendimento nas enfermarias do HU, pois é muito comum o quadro de Síndrome Dolorosa Miofascial em pacientes que ficam muito tempo acamados”, explicou.

O Serviço de Acupuntura do HU-UFSC responde pareceres em todas as enfermarias do hospital e acompanha diariamente pacientes internados utilizando intervenções para auxiliar o controle de dor e outros sintomas que não tiveram resolução adequada com tratamento medicamentoso. Grande parte destes casos estão associados a quadros de Dor Miofascial. Tanto nas enfermarias quanto nos ambulatórios, os residentes e alunos acompanham as atividades do Serviço de Acupuntura e aprendem a examinar e tratar a importante causa de dor.

Segundo o médico especialista em Acupuntura, para identificar a dor miofascial, é fundamental um bom exame clínico. “Quando o paciente apresenta este padrão de queixa, o profissional vai palpar o músculo e identificar uma banda muscular tensa. Junto a esta região de tensão muscular há uma zona que chamamos de ponto-gatilho. Quando comprimimos o ponto-gatilho conseguimos reproduzir a dor e o desconforto descrito pelo paciente. Então, conseguimos fechar o diagnóstico com a palpação e identificação desses pontos-gatilho”, disse.

Uma vez identificado o ponto-gatilho, existem diversas intervenções que podem ser utilizadas para “desativar estes pontos”, sendo que a abordagem mais usada é a técnica chamada de agulhamento seco. “Com uma agulha de acupuntura você faz o procedimento em cima destes pontos-gatilho e desativa este ponto”, explicou o médico, acrescentando que esta desativação pode ser feita também com outras modalidades terapêuticas não invasivas, como a técnica manual de compressão isquêmica.

Dentro do contexto do tratamento da dor miofascial, há ainda a orientação para o paciente fazer alongamento da musculatura afetada, para evitar que ela volte a se encurtar. Além disso, busca-se corrigir possíveis fatores que perpetuam a dor. “Geralmente, a perpetuação da dor está associada a fatores posturais”, finalizou.

Unidade de Comunicação Social do HU

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Homenagem com música marca o Dia do Servidor Público no Hospital Universitário

28/10/2021 18:01

O Dia do Servidor Público no Hospital Universitário (HU-UFSC/Ebserh) foi comemorado com a distribuição de bombons e música. Atualmente, o HU possui cerca de 1.780 servidores públicos. A superintendente do hospital, Joanita Angela Gonzaga Del Moral, explicou que o objetivo da ação foi marcar o dia de forma leve, deixando uma mensagem de agradecimento e reconhecimento a todos os colaboradores.

“Isso é para todos vocês”, disse a dirigente, que surpreendeu os colegas cantando, ao lado da chefe da unidade de E-Saúde Francini Martins Derosa e do médico infectologista Alexandre Boschiroli no violão. As comemorações continuaram com a apresentação do Coral da Santíssima Trindade, com canções nos corredores do hospital.

Unidade de Comunicação Social – Hospital Universitário (HU-UFSC)

Mais informações pelo telefone (48) 3721-8104

Tags: Dia do Servidor PúblicoHospital UniversitárioHUUFSC

No Dia Nacional da Saúde Bucal, Hospital Universitário destaca a importância do atendimento a pessoas com deficiência

25/10/2021 10:31

Neste 25 de outubro, Dia Nacional da Saúde Bucal, a cirurgiã-dentista Alessandra Camargo, responsável técnica do Núcleo de Odontologia Hospitalar do Hospital Universitário (HU-UFSC/Ebserh) e professora do Departamento de Odontologia da UFSC, fala sobre importância dos serviços especializados para pessoas com deficiência. A data foi criada para promover o direito a assistência a todos os cidadãos brasileiros, além de destacar a importância da qualificação de pessoal e assistência nessa área.

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Maternidade do HU faz 26 anos com média de mais de 2,4 mil partos por ano

22/10/2021 17:43

A maternidade do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) completa 26 anos neste domingo, 24 de outubro, com a marca de 2.424 partos em média, por ano, considerando os últimos cinco anos. Só neste ano, até agosto, foram 1.629 partos. Composta por Ambulatório de Pré-natal de alto risco, Emergência Obstétrica, Centro Obstétrico, Alojamento Conjunto, Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, Central de Incentivo ao Aleitamento e Núcleo de Medicina Fetal, detém desde 2000 o prêmio Galba de Araújo, que reconhece as instituições que se destacam pelo parto humanizado.

Criada desde o princípio com foco na humanização e na interdisciplinaridade, a maternidade do HU é referência na assistência à mulher, ao recém-nascido e à família, além de exercer o importante papel na capacitação permanente de profissionais da área de saúde para esta assistência, na formação de profissionais especializados, geração de pesquisas e trabalhos científicos.

O processo de criação da maternidade nasceu junto com o hospital, no início da década de 1980, quando um grupo de profissionais da área de saúde da UFSC formou uma comissão visando a instalação de uma maternidade, já com foco em dois princípios: humanização e interdisciplinaridade. Em 1988, com esta meta, foi criada a Comissão de Implantação da Maternidade.

Estes princípios nortearam todas as fases de idealização, discussão, organização e implantação da maternidade do HU e estão presentes até hoje. A maternidade é considerada pela Unicef como Hospital Amigo da Criança, o que significa que adota ações de proteção, promoção e apoio ao Aleitamento Materno. Além da adoção das boas práticas assistenciais, busca um processo permanente de capacitação dos profissionais para esta assistência, o que inclui desde os grupos de Gestantes e Casais Grávidos, recepção da gestante e acompanhante desde a internação até a alta.

O Hospital é um Centro Nacional de Referência para o Método Canguru, modelo de assistência que humaniza e melhora os resultados e qualidade de vida dos recém natos prematuros e de baixo peso. O serviço de gravidez de alto risco e medicina fetal realiza reuniões frequentes e procura realizar uma assistência segura, atualizada e com respeito aos aspectos psicossociais da paciente. A maternidade do HU mantém pactuação com o programa Rede Cegonha, do governo federal, que tem como objetivo estruturar a atenção à saúde materno-infantil no Brasil.

Hospital é referência na pesquisa e formação de profissionais

Sempre com foco na interdisciplinaridade, a maternidade do HU é campo de atuação de profissionais e alunos da UFSC dos cursos de Medicina, Enfermagem, Psicologia, Serviço Social, Nutrição, Fonoaudiologia e alunos de outras universidades do estado de Santa Catarina conveniadas ao hospital. Como ambiente de assistência de referência, é local de produção de trabalhos científicos, com artigos apresentados e publicados. A residência Integrada Multiprofissional em Saúde, com ênfase na Saúde da Mulher e da Criança, foi criada em 2013 e integra profissionais da Enfermagem, Psicologia, Nutrição e Serviço Social, além da residência de Ginecologia e Obstetrícia que proporciona a formação de especialistas nesta área desde o ano 2006.

Unidade de Comunicação Social do HU

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Reumatologista do HU alerta para importância de exame para detectar osteoporose

20/10/2021 12:23

A osteoporose é uma condição assintomática que deixa os ossos frágeis e porosos e, à medida que progride com o avançar da idade,  aumenta o risco de fraturas, especialmente do quadril e da coluna. A ausência de sintomas faz com que seja importante que o público em geral e os profissionais de saúde se conscientizem sobre a detecção precoce da doença e seu tratamento.

A orientação é da reumatologista do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), Andressa Miozzo Soares, que falou sobre o tema no Dia Mundial e Nacional da Osteoporose, lembrado em 20 de outubro. “É importante saber que a doença existe para prevenir problemas no futuro. O diagnóstico pode ser feito por meio do exame de densitometria óssea e, se for diagnosticada num estado inicial ou mesmo numa fase de osteopenia (que significa, em termos gerais, pré-osteoporose), podemos prevenir que aconteça uma situação mais grave, a fratura”, disse.

Andressa Miozzo Soares, reumatologista do HU-UFSC/Ebserh. Foto: Sinval Paulino.

Segundo ela, se não for feito o exame, como a doença é assintomática, o paciente só vai ficar sabendo que tem osteoporose quando sofrer alguma fratura óssea. Nestes casos, há risco de perda de qualidade de vida, imobilização e até mesmo aumento de mortalidade, dependendo da área atingida. “Toda mulher com 65 anos ou mais, ou que estiver na menopausa e apresentar algum fator de risco, bem como homens com mais de 70 têm de fazer a densitometria, independente de sintomas”, explicou. Segundo ela, a osteoporose é mais comum em mulheres e em pessoas de descendência caucasiana.

Além da idade, da menopausa e de descendência como fator de risco, também é importante observar casos de histórico familiar de osteoporose ou fraturas e uso de remédios que provoquem perda de massa óssea. “Há também alguns fatores que chamamos de modificáveis, como o tabagismo, o sedentarismo, o etilismo, baixo peso e baixa ingestão de cálcio na dieta”, disse.

Ela explicou que, embora a doença tenha consequências graves para a pessoa, o tratamento é bem simples, com medicamentos que são bem tolerados pelos pacientes e considerados eficazes. A reumatologista do HU lembrou, ainda, que a pessoa com osteoporose, por não ter sintomas, pode ter uma vida normal até que sofra uma fratura. “Quando isso ocorre, aumenta-se a taxa de mortalidade e também a morbidade, que representa uma piora na qualidade de vida, pois a recuperação é difícil, a pessoa pode ter redução na mobilidade e ter uma vida prejudicada em função disso”.

Além disso, os hábitos de vida saudáveis desde a infância e adolescência podem ajudar a prevenir o aparecimento da osteoporose na velhice. “Exercícios físicos, boa alimentação, boa ingestão de cálcio e vitamina D podem ajudar a ter um osso de melhor qualidade”. Segundo ela, o HU participa da cadeia de cuidado nesta área acompanhando os pacientes idosos internados e nos ambulatórios, mesmo quando atendidos em outras especialidades e no tratamento dos casos mais graves.

“Os casos iniciais podem ser acompanhados nas unidades de saúde e aqui, para o reumatologista e endocrinologista, ficam casos mais graves, com fratura, falhas nos tratamentos convencionais, por exemplo”. Além deste atendimento especializado, o HU contribui para a formação de profissionais, com uma vaga de residência para Reumatologia, que dura dois anos após a residência médica em clínica médica e a formação em Medicina.

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HU inaugura exposição de quadros feitos por mulheres em tratamento contra o câncer

15/10/2021 15:56

O Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) inaugurou, nesta sexta-feira, 15 de outubro, a exposição de quadros As cores do meu mundo, produzidos por pacientes que fazem ou fizeram tratamento no Ambulatório de Quimioterapia do hospital. Os quadros, que foram exibidos no hall do HU, vão ficar expostos até o final do mês.

Para marcar a abertura da exposição, que faz parte das atividades do Outubro Rosa no hospital, foi realizada uma solenidade no auditório do HU, com número limitado de pessoas presencialmente e transmissão on-line. Durante o evento, foi realizada uma apresentação da Escola de Dança Professora Alessandra Gutierrez Gomes, atividades musicais apresentadas por trabalhadores do HU e doação de almofadas da Associação Amigos do HU (AAHU) para pacientes.

A superintendente do HU, Joanita Angela Gonzaga Del Moral, agradeceu a equipe e convidados pela organização do evento e surpreendeu o público ao cantar uma música e tocar violão. “Eu me emociono muito e agradeço por fazer parte deste momento e desta luta de toda a equipe em prol do bem-estar dos pacientes”, disse a superintendente.A organização do evento foi feita pelo Grupo de Trabalho de Humanização do HU-UFSC, pelo Projeto Girassol (que organizou a produção dos quadros juntos aos pacientes) e Associação Amigos do HU, com apoio de setores do hospital.

Confira fotos do evento na Galeria de Imagens do site.

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Oftalmologista do Hospital Universitário alerta sobre cuidados com os olhos no Dia Mundial da Visão

14/10/2021 15:34

Oftalmologista atende no ambulatório do HU-UFSC/Ebserh. Foto: Ricardo Torres.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estabeleceu a segunda quinta-feira do mês de outubro como o Dia Mundial da Visão (em inglês, World Sight Day). Para marcar esta data, neste 14 de outubro, o oftalmologista Luis Fernando Wayhs, que atua no Ambulatório de Oftalmologia do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) explicou o papel do HU na cadeia de cuidado da visão, com serviços que vão de consultas gerais a plástica ocular.

Segundo ele, as pessoas que chegam ao HU são pelas Unidade Básica de Saúde (UBS) ou já estão internadas no hospital. A instituição realiza consultas gerais de oftalmologia, córnea, glaucoma, retina e plástica ocular. São atendidos, no contexto atual, cerca de 300 pacientes por mês no ambulatório.

De acordo com Wayhs, o Dia Mundial da Visão é importante por chamar a atenção para doenças oculares e formas de prevenção, sendo que a medida mais importante é a visita regular ao oftalmologista, pois muitas doenças podem ter histórico familiar.

“A deficiência visual se caracteriza pela limitação das funções visuais, ou seja, pela redução da acuidade ou campo visual”, detalhou o médico, acrescentando que a Oftalmologia está em constante evolução, na busca por melhoras no diagnóstico e no tratamento: “Aparecem novidades todo ano, principalmente na área de catarata e retina.”

Na região de Santa Catarina, as maiores causas de deficiência visual são os erros refrativos, como a miopia, hipermetria e astigmatismo, além da catarata e glaucoma. A maior causa de cegueira reversível é catarata, e de cegueira irreversível é o glaucoma. É importante que as pessoas fiquem atentas a sinais de redução da acuidade visual e consultem regularmente os oftalmologistas nos postos de saúde, relatando problemas sempre que surgirem.

Unidade de Comunicação Social – Hospital Universitário (HU-UFSC)

Mais informações pelo telefone: (48) 3721-8104

 

Tags: Dia Mundial da VisãoEbserhHUOftalmologiaUFSC

Especialista do HU fala sobre serviço de cirurgia bariátrica e cuidados ao paciente com obesidade

14/10/2021 08:15

HU é referência estadual no cuidado à pessoa obesa. Foto: Sinval Paulino

A última segunda-feira, 11 de outubro, marcou oficialmente o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. O problema atinge quase metade da população brasileira, sendo que por volta de 5% das pessoas possuem obesidade mórbida, de acordo com Tiago Onzi, médico do Serviço de Cirurgia do Aparelho Digestivo do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh).

O HU é referência estadual no cuidado à pessoa obesa e um dos destaques desta cadeia de cuidado é a cirurgia bariátrica, sendo que o hospital oferece o tratamento completo aos pacientes encaminhados pelas unidades básicas de saúde, desde as entrevistas e consultas iniciais até o acompanhamento, passando por todas as fases preconizadas pelos conselhos federais e pelo Ministério da Saúde (MS).

Segundo Tiago Onzi, que é médico cirurgião do aparelho digestivo, cirurgião bariátrico, no HU são atendidos por volta de 150 a 200 pacientes por ano, sendo realizadas em média 70 a 80 cirurgias. O serviço é oferecido no hospital há cerca de 20 anos, mas começou ser realizado com mais regularidade a partir de 2005, quando foi instituído oficialmente o Programa de Cirurgia Bariátrica, segundo as diretrizes do MS, com o serviço de cirurgia e todas as demais áreas envolvidas, como Endocrinologia, Serviço Social, Nutrição, Educação Física, Cardiologia, Pneumologia e demais especialidades do HU.

“Depois que o paciente chega para a primeira consulta, encaminhado pelo Sistema de Regulação (Sisreg) pela unidade básica de saúde, nada é feito fora do HU. Temos a estrutura e a equipe completa para o acolhimento, consultas e acompanhamento”, disse.

Tiago Onzi explicou que a bariátrica é um procedimento de alta complexidade, regulada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pelo Ministério da Saúde e, como uma instituição vinculada ao Sistema Único de Saúde (SUS), o HU conta com uma equipe multidisciplinar que se envolve com todo o processo.

“Como tem muitas equipes envolvidas, o HU por sua vocação de ensino é um formador de pessoal qualificado. Temos residentes atuando em várias equipes e, devido a esta estrutura e procedimentos, formamos especialistas nesta área”, acrescentou o médico, que atua no HU também como supervisor da residência no Serviço de Aparelho Digestivo.

 

Unidade de Comunicação Social/HU-UFSC/Ebserh

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Especialista do HU aponta medidas que podem ajudar no combate à trombose

13/10/2021 11:48

Gilberto do Nascimento Galego é cirurgião vascular do HU-UFSC/Ebserh. Foto: Sinval Paulino

Manter hábitos saudáveis, estar atento aos sinais do corpo, evitar situações de estresse e adoção de medidas de prevenção são algumas das atitudes que podem ser tomadas por todos os cidadãos e por profissionais de saúde para combater e prevenir a trombose. As dicas foram apontadas pelo cirurgião vascular Gilberto do Nascimento Galego, chefe da Unidade do Sistema Cardiovascular do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), que falou sobre o tema por ocasião do Dia Mundial da Trombose, 13 de outubro.

A data tem como principais objetivos aumentar a conscientização sobre a doença, reduzir o número de casos não diagnosticados, incrementar medidas para prevenção baseada em evidências, incentivar sistemas de cuidados de saúde de forma a criar estratégias para garantir “melhores práticas” para a prevenção, diagnóstico e tratamento e incrementar os recursos adequados para essas ações e o apoio à pesquisa para reduzir a carga da doença trombótica.

Galego explicou que a trombose é a formação de um coágulo no interior de um vaso que pode ser uma artéria ou uma veia e isso vai orientar sobre o tipo de trombose, os fatores de risco, a dimensão do problema e as possibilidades de tratamento. “No caso de uma artéria, temos uma trombose arterial e no caso de uma veia, trombose venosa. Quando for uma veia mais calibrosa ou profunda, chamamos de Trombose Venosa Profunda”, explicou o médico.
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Equipe de radiologia do HU apresenta modelo de uso de telemedicina

06/10/2021 17:13

Médica radiologista do HU-UFSC/Ebserh utilizando a ferramenta para emitir laudo

Representantes do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) apresentaram, na terça-feira, a experiência da instituição com a ferramenta de Telemedicina e Telessaúde – STT para atendimento a pacientes, teleconsultoria e emissão de laudos de exames radiológicos na administração central da Empresa Brasileira de Serviços Ebserh.

A ferramenta foi desenvolvida pela UFSC e já funciona em mais de 200 municípios catarinenses, sendo que o HU é o único hospital da Rede Ebserh que utiliza o sistema, tanto para teleconsultas (incluindo chats) quanto para telerradiologia. Os profissionais utilizam o sistema para visualizar os laudos e imagens. Em algumas áreas, como a Pediatria e a Dermatologia, utiliza-se também para teleconsultoria.

A superintendente do HU, Joanita Angela Gonzaga Del Moral, o gerente de Atenção à Saúde Junior André da Rosa, junto dos integrantes da Unidade de Diagnóstico por Imagem (UDI), Isabel Lohn da Silveira e Gustavo Lemos Pelandré representaram a equipe do hospital na reunião com os gestores da Ebserh O encontro teve o objetivo de compartilhar a experiência do HU-UFSC sobre o uso da tecnologia do STT, tendo em vista a aprovação pela Direx da adesão à Oferta Tecnológica do STT, publicada pela UFSC.

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Alergista do Hospital Universitário explica relação entre a primavera e reações alérgicas

30/09/2021 16:51

A primavera chegou e, com ela, surgem algumas reações alérgicas com sintomas que começam no mês de setembro e podem se manifestar até janeiro, de acordo com a médica alergista Jane da Silva, coordenadora do Núcleo de Alergia do Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh). A profissional falou sobre o tema nesta entrevista a seguir:

Nas regiões onde as estações são bem definidas, há ocorrência de casos de alergia ao pólen na primavera. Como é este quadro no Brasil?

No Brasil a estação polínica está presente principalmente na região Sul, onde se observa o aparecimento de sintomas alérgicos com a maior concentração de pólens no ar. Entretanto, ainda são poucos os dados brasileiros que informam de maneira precisa sobre essa relação. Os poucos estudos no Brasil mostram que a polinose, que é a presença de sintomas de rinoconjuntivite e/ou asma, tem prevalência em torno de 15 a 20% das pessoas e que a sintomatologia inicia-se geralmente, em setembro, piora nos meses de outubro e novembro, e em alguns casos, vai até dezembro a janeiro.

Crianças e idosos são mais sensíveis com relação ao pólen?

Não são necessariamente mais sensíveis, mas sabe-se que esses grupos apresentam imunidade reduzida (a criança está em desenvolvimento e o idoso em senescência do sistema imune). Isso os torna mais suscetíveis às formas mais graves das doenças alérgicas. Associado à imunidade alterada, crianças podem não saber comunicar seus sintomas no início do aparecimento, o que retarda seu tratamento. Além disso, dependem de um adulto para fazê-lo. O idoso pode ter problemas cognitivos e fazer uso de medicamentos variados, o que pode interferir na aderência ao tratamento de doenças alérgicas e nas medidas comportamentais de controle de exposição a pólens.

Quais são os sintomas da alergia ao pólen?

Os sinais e sintomas estão relacionados principalmente às vias aéreas superiores, ou seja, de asma e rinoconjuntivite alérgica. Na asma sintomatologia é tosse seca e irritativa, chiado ou sibilância, falta de ar e sensação de aperto no peito. Na rinoconjuntivite são os múltiplos espirros que ocorrem já pela manhã, coriza e congestão nasal (nariz entupido), coceira no nariz e nos olhos, inclusive os olhos podem ficar bem vermelhos e inchados.

Existe alguma forma de prevenir?

Infelizmente não há prevenção, o que é possível é tentar minimizar a exposição e controlar os sintomas com medicamentos. Entre as medidas para minimizar a exposição, estão:

– Abrir as janelas quando a concentração de pólens está baixa (final da tarde) ou manter as janelas fechadas e usar ar-condicionado durante os períodos de alta polinização (especialmente se houver tempestade e muito vento);

– Evitar fazer atividades externas entre 5 e 10 horas da manhã e em dias secos, quentes e com ventos. Dê preferência a atividades externas no final da tarde ou após uma chuva pesada;

– Usar filtros especiais no carro para reduzir a concentração de pólen em seu interior e manter as janelas fechadas.

– Ao chegar em casa remover as roupas e tomar banho, lavando também os cabelos, pois os polens aderem-se às roupas e cabelos;

– Não estender a roupa a secar no exterior, preferir o interior de casa ou usar a máquina de secar;

– Utilizar óculos escuros para combater os sintomas oculares;

– Lavar os olhos e nariz com soro fisiológico várias vezes ao dia.

É verdade que as mudanças climáticas têm contribuído para agravar esta situação?

Estudos indicam que, por influência climática, em alguns locais as estações polínicas parecem estar se tornando mais intensas e prolongadas. Isso naturalmente prejudica as pessoas alérgicas a pólen de modo proporcional.

A poluição e as mudanças climáticas afetam de várias maneiras: promovem crescimento mais rápido das plantas, aumentam a polinização, antecipando e estendendo este período, além de contribuir com maior carga polínica na atmosfera. Há evidências de que os poluentes do ar podem se ligar a grãos de pólens, e estes podem mais facilmente penetrar nas mucosas nasais, dos brônquios e nos pulmões, potencializando a alergenicidade do pólen, que é a condição para tornar-se alérgico. Isso pode fazer com que mais pessoas fiquem sensibilizadas a polens, devido às mudanças no clima.

Há tratamento para alergia a pólen?

Medicamentos antialérgicos podem ser utilizados para o controle da alergia ao pólen, de acordo com a gravidade dos sintomas e da doença alérgica manifestada. Há possibilidade de utilização de vacinas com extratos alergênicos específicos. Estas vacinas podem ser de uso injetável (subcutânea) ou por via sublingual, sempre com a indicação e o acompanhamento de um médico alergista.

Unidade de Comunicação Social – Hospital Universitário (HU-UFSC)

Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares  (Ebserh)

Telefone: (48) 3721-8104

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HU divulga edital de processo seletivo para residência médica

29/09/2021 11:26

Entre 14 de outubro e 1º de novembro, a Comissão de Residência Médica do Hospital Universitário (Coreme/HU-UFSC) receberá as inscrições para o Processo Seletivo 2021-2022 da Residência Médica do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh). As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, no endereço coreme.fepese.org.br. A prova objetiva está prevista para o dia 21 de novembro. É importante que os interessados leiam o edital.

Acesse o edital

Acesse o extrato do edital

Informações complementares podem ser obtidas pelo e-mail coreme@fepese.org.br, pelo WhatsApp (48) 99146-7114 ou pelos telefones (48) 3953-1032, (48) 3953-1000, (48) 3953-1062 e (48) 3953-1065.

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Redução de doadores de córneas faz equipe do HU gerar alerta de incentivo e conscientização

27/09/2021 12:29

A enfermeira Izabelle de Freitas Ferreira integrante da Comissão Hospitalar de Transplantes do HU-UFSC/Ebserh. Foto: Sinval Paulino

Com um total de 500 pessoas na lista de espera em todo o Estado e uma significativa redução no número de doadores, a  Comissão Hospitalar de Transplantes (CHT) do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) aproveita o Dia Nacional de Doação de Órgãos (27/09) para fazer um alerta sobre a necessidade de incentivo à doação, conscientização das famílias de potenciais doadores e dos profissionais de saúde para promover e incentivar a doação de córneas, com a meta de zerar a fila de espera.

De acordo com a enfermeira Izabelle de Freitas Ferreira, integrante da CHT no HU, o ideal seria um total de 50 doadores por mês, mas este número teve uma queda significativa nos últimos meses. Para se ter uma ideia, até o início de 2020, antes da pandemia, não havia fila e os pacientes esperavam cerca de uma ou duas semanas, após a preparação, para o procedimento.

“Atualmente a quantidade de doações que estamos recebendo está suprindo as urgências e somente algumas cirurgias eletivas”, disse Izabelle, acrescentando que atualmente os integrantes da CHT estão trabalhando para aumentar as doações e zerar a fila novamente, de forma que os pacientes esperem no máximo uma semana para receber a córnea.

Izabelle lembra que, atualmente, não é mais necessário a anuência prévia do doador. Hoje, basta que família tome a decisão de fazer a doação. “É essencial mostrar que a doação é um direito da família e que há condições para que este direito possa ser exercido e, neste momento, é preciso reforçar a importância da doação”, esclareceu a enfermeira.

Para isso, a CHT tem pessoas capacitadas para cuidar e acolher as famílias dos potenciais doadores em cada etapa do processo de doação, formada por profissionais com experiência em estratégias de comunicação para lidar com as famílias em situações críticas e, com isso, conseguem ajudar estes familiares, apresentando a possibilidade de doação. “A doação traz ganhos para todos os envolvidos, pois além de trazer uma nova perspectiva para quem está em fila de espera, representa um ato de nobreza das famílias dos doadores”, concluiu.

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