Professora da UFSC recebe prêmio da Associação Brasileira de Literatura Comparada

09/07/2019 09:43

A professora Dirce Waltrick do Amarante, do Programa de Pós-graduação em Estudos da Tradução (PGET) e do Curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi a ganhadora do Prêmio Boris Schnaiderman, anunciado pela Associação Brasileira de Literatura Comparada (Abralic) na última segunda-feira, dia 8 de julho. Vencedora na categoria prosa, a professora foi premiada pela tradução do livro Finnegans Wake (por um fio), de James Joyce, fruto de sua pesquisa de pós-doutorado.

Amarante realizou a organização, tradução e posfácio da obra (São Paulo: Iluminuras, 2017, 181 p.). Na categoria poesia da premiação, Letícia Mei sagrou-se vencedora pela tradução do livro Sobre isto, de Vladímir Maiakóvski (São Paulo: Editora 34, 2018, 238 p.).
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Vestibular UFSC 2019-2: tema da redação aborda ‘Vacinas’

08/07/2019 17:12

Os grupos de candidatos aguardaram a abertura dos portões no terceiro e último dia do Vestibular 2019-2 da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), realizado nesta segunda-feira, 8 de julho, ao abrigo do sol. Em volta do laguinho, sentados sobre a grama, ocupando os bancos espalhados pelo Campus Florianópolis, os candidatos socializavam informações sobre os dois primeiros dias de provas e arriscavam palpitar sobre o tema da redação e das questões discursivas.

Alisson Volnei de Souza, 19 anos, se preparou para a redação com treinos diários e pretende cursar Engenharia Naval no Campus Joinville. “Acredito que o tema da redação pode ser sobre meio ambiente, quem sabe envolvendo microplástico, ou ainda algo sobre a violência contra a mulher ou imigração”, diz ele, levantando a problemática do microplástico, um dos principais poluentes dos oceanos. Carlos César Silva Júnior, 17 anos, fez a prova por experiência e se preparou para a redação e as quatro questões discursivas por meio de simulados. “Li muito, principalmente jornais, e pratiquei a escrita”.

Às 16h30 os primeiros candidatos começaram a deixar os locais de provas. O tema de redação desta edição do Vestibular foi ‘Vacinas’ e as quatro questões discursivas versaram sobre Geografia, tendo como referência as inundações de 2008 em Santa Catarina, Matemática, Química e Biologia.

Segundo Maria José Baldessar, presidente da Coperve, os candidatos receberam textos sobre a polêmica de vacinar ou não; possíveis consequências das crianças tomarem ou não vacinas, além de dados que apresentavam a linha do tempo das vacinas. “O candidato poderia optar por escrever um Conto sobre uma epidemia em um país sem vacinas; uma Carta Aberta sobre a vacinação nos tempos atuais; ou Dissertar sobre o assunto”.

Thomaz Edson Correa de Oliveira e Letícia Natal escolheram por escrever uma dissertação, pois consideraram que conseguiriam desenvolver melhor o raciocínio. “Gostei muito do tema e consegui trazer para o meu texto questões que remetiam ao passado”, diz Natal. Para Thomaz, a escolha do tema foi interessante. “O debate em torno de a vacinação ser obrigatória ou não, respeitado o individualismo ou se a coletividade, trouxe para o debate um assunto bem em voga”.
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Oceano Índico causa secas na América do Sul e ondas de calor marinhas no Atlântico Sul

08/07/2019 12:52

A seca severa que ocorreu no sudeste do Brasil no verão de 2013/2014, associada ao calor extremo em terra e mar, foi provocada por um evento climático distante, no Oceano Índico. É o que revela estudo publicado na revista científica Nature Geoscience, liderado pela professora da UFSC Regina R. Rodrigues com colaboração de Andréa Taschetto,  Alex Sen Gupta (ambos da Universidade de New South Wales – Austrália) e Gregory Foltz (do Laboratório Oceanográfico e Meteorológico do Atlântico – NOAA, dos EUA). A pesquisa sugere que não é a primeira vez que o Oceano Índico levou a eventos extremos no país e que fenômenos semelhantes podem ocorrer com maior frequência e intensidade.

Regina estuda os impactos dos oceanos no clima e, logo depois do verão de 2013/2014, foi pesquisadora visitante na Universidade de Oxford, onde trabalhou com pesquisador que é referência em eventos extremos no Hemisfério Norte, Tim Woollings. Do trabalho surgiu um mecanismo para explicar a seca no Sudeste e outros episódios. “Analisando dados de 1982 até 2016, percebemos que as secas mais severas que ocorreram no Sudeste como, por exemplo, as dos verões de 1984 e 2001 (esta última levou ao apagão), também estão associadas a bloqueios atmosféricos que têm suas origens no Oceano Índico. Entender os processos físicos que levam a esses extremos pode nos ajudar a prever quando os mesmos vão ocorrer no futuro” acrescenta Regina.

Professora Regina Rodrigues, autora de artigo publicado na ‘Nature Geoscience’

A professora da UFSC conta que a pesquisa traçou o motivo da estabilidade da alta de temperatura no Sudeste e Sul do Brasil naquele verão. Os dados apontam que tudo começou com uma perturbação atmosférica gerada por convecção profunda (o calor provoca a evaporação, formação de nuvens muito carregadas e chuva) sobre o Oceano Índico.  O fenômeno gerou uma onda planetária que atravessou o Pacífico Sul e chegou ao Atlântico Sul, deslocando a circulação atmosférica sobre a América do Sul. “Esta onda planetária produziu uma grande área de alta pressão, que pode ser interpretada como um bloqueio atmosférico, que impediu a formação de nuvens e, consequentemente, chuvas. Em 2013/2014 este bloqueio foi tão persistente que quase não choveu durante todo o verão no Sudeste e Sul do país”, afirma Regina Rodrigues.
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Oficina oferece educação patrimonial para crianças e familiares em fortaleza da UFSC

08/07/2019 11:46

A Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina, em comemoração aos 40 anos de gestão das fortalezas pela UFSC, promove a oficina de educação patrimonial “Famílias na Fortaleza de São José da Ponta Grossa” no dia 25 de julho. As inscrições são realizadas de 8 a 18 de julho, com vagas limitadas.

A oficina é composta por um momento de história sobre a construção, uso, abandono, recuperação e transformação das fortalezas da ilha em museus a céu aberto, seguida da confecção de um Paper Toy do Brigadeiro José da Silva Paes e finalizada com uma visita guiada à Fortaleza de São José da Ponta Grossa.

A oficina é gratuita, mas para acesso à fortaleza é cobrada taxa de visitação. Clique aqui para outras informações sobre ingressos e isenções. A Fortaleza de São José da Ponta Grossa ainda não está totalmente acessível para pessoas com dificuldade de locomoção, antes de fazer a inscrição é importante se informar sobre a acessibilidade nesta fortaleza. Em caso de chuva, o evento será cancelado.

O que: Oficina de educação patrimonial para crianças e familiares
Quando: 25 de julho, quinta-feira
Horário: 14h30
Onde: Fortaleza de São José da Ponta Grossa (inicia na Casa da Administração e finaliza na fortaleza)
Público: crianças de 4 a 8 anos acompanhadas por, no máximo, 2 adultos

Período de inscrição: de 8 a 18 de julho (vagas limitadas). Clique aqui para fazer a inscrição.

Mais informações na página das Fortalezas.

 

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Vestibular UFSC 2019-2: candidatos mais confiantes neste domingo

07/07/2019 17:37

Na ensolarada tarde de inverno deste domingo, 7 de julho, o Campus Florianópolis, na Trindade, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebeu os candidatos para o segundo dia do Vestibular UFSC 2019-2. Com os portões fechados, impreterivelmente, às 13h45, os vestibulandos realizaram as provas de Ciências Humanas e Sociais: Filosofia, Geografia, História e Sociologia, Física e Química.

Além de Florianópolis, as provas deste dia foram realizadas nos municípios de Araranguá, Blumenau, Chapecó, Criciúma, Curitibanos, Joinville e Tubarão. Aos impossibilitados de comparecer, o Vestibular 2019-2  também teve provas no Hospital Universitário, para um candidato, e nos presídios estaduais, no total de 151 pessoas, distribuídas em 18 grupos. A única ocorrência deste segundo dia foi a queda de energia elétrica na região de Curitibanos. A situação foi sanada com a contratação e uso de um gerador, a partir das 15h30.

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Vestibular 2019-2 consolida concursos no segundo semestre para ingresso na UFSC

06/07/2019 18:17

A presidente da Coperve, Maria José Baldessar, a vice-reitora, Alacoque Erdmann, o pró-reitor de Graduação, Alexandre Marino, e o diretor-geral do gabinete do reitor, Alvaro Lezana, visitam as coordenadorias dos centros da UFSC. Crédito das imagens: Henrique Almeida

O Vestibular 2019-2 consolidou a realização de concursos no segundo semestre para ingresso na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Da mesma forma que no ano anterior, as provas desta edição também estão sendo aplicadas em julho e destinam-se ao preenchimento de vagas nos cinco campi da instituição. Na tarde deste sábado, primeiro dia do concurso, representantes da Administração Central e da Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) visitaram os locais de prova em Florianópolis.

A vice-reitora da UFSC, professora Alacoque Lorenzini Erdmann, a presidente da Coperve, professora Maria José Baldessar, o pró-reitor de Graduação, professor Alexandre Marino Costa, e o diretor-geral do gabinete do reitor, professor Alvaro Guillermo Rojas Lezana, percorreram diversos centros do campus no bairro Trindade. Eles estiveram na Biblioteca Universitária (BU), no Centro Tecnológico (CTC), no Centro de Ciências da Saúde (CCS), no Centro Socioeconômico (CSE) e no Centro de Ciências Jurídicas (CCJ). O objetivo da visita foi acompanhar o trabalho das coordenadorias dos setores de aplicação das provas e dar apoio às equipes que atuam durante o concurso.
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Vestibular UFSC 2019-2: primeiro dia de provas, expectativas a mil

06/07/2019 16:32

Por volta do meio-dia deste sábado, 6 de julho, ainda com folga no relógio para o início das provas de Português e Literatura, Língua Estrangeira, Matemática e Biologia, os candidatos que escolheram a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) já circulavam no campus sede, no bairro Trindade, para participar do segundo vestibular realizado na metade do ano.

A cada tique-taque, a ansiedade só aumenta. No primeiro dia, muitos falam que é maior. Familiares, professores e até psicólogos acompanham os candidatos para ajudá-los a manter a calma nesse momento de decisão. O trânsito e o clima são fatores que também são levados em conta na preparação para o vestibular. A sensação de frio foi amenizada pelo sol, que desde cedo apareceu em Florianópolis. O vestibular acontece, além da capital, nas cidades de Araranguá, Blumenau, Chapecó, Criciúma, Curitibanos, Joinville e Tubarão. Mais de 8 mil inscritos realizam provas nesse final de semana e na segunda-feira.

A Comissão Permanente do Vestibular (Coperve), organizadora do concurso, o prepara há mais seis meses e tem como prioridade proporcionar aos candidatos acolhimento, tranquilidade, ambiente seguro, e atenção especial àqueles que possuem alguma restrição, seja por deficiência física ou por motivo religioso. Também para os que realizam provas no Hospital Universitário, que neste ano é apenas um, e nos presídios estaduais, no total de 151 pessoas, distribuídas em 18 grupos.

Os portões de acesso fecharam, impreterivelmente, às 13h45. A prova começou às 14h em ponto, com duração máxima de quatro horas. A partir daí, o ambiente foi tomado por um silêncio atípico do agitado campus universitário.
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Editor do The Intercept Brasil fala sobre jornalismo investigativo em palestra na UFSC

05/07/2019 17:56

Leandro Demori, editor do site The Intercept Brasil, palestra na UFSC

“Jornalismo serve pra uma coisa muito simples: falar a verdade, falar o quê os poderosos querem esconder. Doa a quem doer”. Para um público majoritariamente de estudantes de Jornalismo, o editor executivo do site The Intercept Brasil, Leandro Demori, respondeu às perguntas por mais de duas horas, durante a manhã desta sexta-feira, 5 de julho, sobre o exercício do jornalismo no Brasil e sua experiência na área. Com o tema “A cobertura da Vaza-Jato e suas consequências”, a atividade – que compõe a programação dos 40 anos do curso de Jornalismo da UFSC – reuniu cerca de 350 pessoas, segundo a organização. Com o Auditório da Reitoria cheio, quem não conseguiu entrar, pôde acompanhar o debate por um telão instalado no hall. De jovens universitários a senhores de cabeleiras brancas, a variedade do público do evento, aberto à comunidade, foi compatível à polêmica em torno do tema tratado por Demori: a série de reportagens investigativas do The Intercept Brasil (TIB) acerca da Operação Lava-Jato.

A “Vaza-Jato” analisa um enorme banco de dados recebido pela equipe do TIB em que constam conversas do atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, com os procuradores do Ministério Público durante o andamento da operação. Na época, o juiz de primeira instância do Paraná era o responsável pelos principais casos da Lava-Jato em Curitiba, como o suposto envolvimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um esquema de desvio de dinheiro. Segundo as reportagens, o ex-juiz, além de realizar o julgamento, participava ativamente da elaboração de estratégias para acusação do ex-presidente.

A Operação Lava-Jato tem sido, desde 2014, uma das maiores investigações contra a corrupção no Brasil. Com base na apuração de transações financeiras e delações premiadas de envolvidos nos casos, a Lava-Jato investigou e prendeu uma série de personagens importantes entre empresários, ex-executivos e membros da elite política, incluindo o ex-presidente. A operação se tornou um símbolo da luta contra a corrupção, com uma extensa cobertura midiática, focada em influentes agentes políticos. 
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Vestibular UFSC 2019-2: orientações gerais aos candidatos

05/07/2019 12:29

O Vestibular 2019-2 da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) será realizado entre os dias 6 e 8 de julho (sábado a segunda-feira) nos municípios de Araranguá, Blumenau, Chapecó, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Joinville e Tubarão. As provas irão ocorrer das 14h às 18h; porém, os portões de acesso estarão abertos somente das 13h às 13h45min. Ao entrar no setor de aplicação das provas, o vestibulando deve se dirigir imediatamente à sala (grupo) em que está alocado. O candidato que chegar após as 13h45min não poderá entrar, independentemente dos motivos alegados.

Para ter acesso à sala, são necessárias a apresentação do documento de identidade informado no requerimento de inscrição e a confirmação de inscrição definitiva. Aquele que não possuir o documento original da identidade – por motivo de perda, roubo ou extravio – deverá apresentar Boletim de Ocorrência emitido por autoridade policial competente, expedido há, no máximo, 90 dias. Neste caso, o candidato será submetido à identificação especial, compreendendo coleta de dados, assinatura e impressão digital em formulário próprio. A identificação especial também será exigida quando o documento apresentar dúvidas relativas à fisionomia ou à assinatura do portador, ou outras situações que não  permitam a identificação do candidato.
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Vestibular UFSC 2019-2: mais de 900 pessoas envolvidas na realização das provas

05/07/2019 10:58

Aplicação das provas terá a participação de docentes, técnicos e alunos. Crédito da foto: Henrique Almeida

O Vestibular 2019-2 da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) envolverá 918 participantes entre docentes, técnicos-administrativos, terceirizados (servidores de outras instituições de ensino), estudantes de graduação e pós-graduação, conforme dados divulgados pela Comissão Permanente do Vestibular (Coperve). Os professores e servidores desempenharão as funções de coordenadores e fiscais; enquanto os alunos, fiscais de corredor e de sala.

A aplicação das provas, entre os dias 6 e 8 de julho, ocorrerá em oito municípios: Araranguá, Blumenau, Chapecó, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Joinville e Tubarão. Ao todo, participarão da realização do concurso: 170 alunos da graduação da UFSC, 79 estudantes da pós-graduação, 322 técnicos-administrativos, 29 docentes e 318 terceirizados – nesta última categoria foram contabilizados aqueles que atuarão nas escolas do interior do estado onde as provas também serão aplicadas.
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Inovação é tema central da 37ª edição do Seminário de Extensão Universitária da Região Sul

04/07/2019 16:42

Extensão e Inovação foi o tema da 37ª edição do Seminário de Extensão Universitária da Região Sul (SEURS 2019), evento realizado nos dias 3 e 4 de julho na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) envolvendo pouco mais de 750 inscritos de 25 instituições de ensino do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Os discursos durante a solenidade de abertura reforçam a importância de a extensão levar ao cidadão as produções e o conhecimento gerados dentro das instituições de ensino. A palestra de abertura versou sobre os “Desafios e Oportunidades da Extensão Universitária”, no Auditório Garapuvu, e foi proferida a partir das 11 horas pelo ex-Secretário Nacional de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (2014/2018) e ex-reitor da UFSC (2008/2012), professor Álvaro Toubes Prata.

Na sua fala Rogério Cid Bastos, pró-reitor de Extensão, abordou a necessidade de a universidade mostrar o seu trabalho para a sociedade. “A melhor maneira de fazer isso é por meio da extensão. Também, temos a oportunidade de mudar concepções de ensino ao incluir atividades de extensão em suas diversas formas”.

Flavi Ferreira Lisboa Filho, presidente do Fórum de Pró-reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras (Forproex Sul) e pró-reitor de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), reforçou que desse encontro de dois dias saem frutos que fortalecem a luta da universidade pública. “A extensão é uma das principais interfaces que a universidade faz com a sociedade. Não basta que nós saibamos o papel da universidade pública e da extensão universitária, não basta nós mesmos nos defendemos, precisamos que a sociedade nos defenda, e para que ela faça isso ela precisa entender qual o papel da universidade pública”, disse ele, enaltecendo que é por meio da extensão que ocorre a transformação social.

Maria de Lourdes Alves Borges, secretária de Cultura e Arte da UFSC, aproveitou o momento para ressaltar o papel da arte na formação dos estudantes. “Através da arte começamos a entender o mundo, a criticar o mundo e a transformar o mundo. A universidade não é só transmissão de conhecimento, tem um propósito de dar uma educação global e ser um espaço de treinamento da democracia. Neste momento devemos entender a extensão como o espaço mais precioso do tripé Ensino/Pesquisa/Extensão”, disse ela, complementando que o papel da extensão é ocupar a sociedade, racionalmente, cientificamente e artisticamente.

No fechamento dos discursos de abertura, a vice-reitora da UFSC, Alacoque Lorenzini Erdmann, enfatizou que o conhecimento desenvolvido no âmbito da universidade deve extrapolar suas paredes e integrar a comunidade numa dimensão regional e global. “Estamos vivendo uma nova era em que não existem fronteiras, por isso cada cidadão que está presente, hoje, nas universidades precisa interagir com a comunidade”.
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Como camundongos e coelhos transformaram a trajetória de um cientista

04/07/2019 16:20

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC.

Carlos Roberto Zanetti, professor titular do departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da Universidade Federal de Santa Catarina (MIP/CCB/UFSC), escolheu a Biologia por gostar de animais e plantas. “Adorava estar na natureza. Um avô, que foi meu grande incentivador, sabia o nome de tudo quanto é árvore, tudo quanto é passarinho, o que cada um comia… Eu ficava fascinado com tudo aquilo”, recorda. Hoje, aos 58 anos e há 22 como docente da universidade, essa admiração e respeito pelos bichos permanece. Zanetti tornou-se referência nacional na difusão de métodos alternativos ao uso de animais na ciência. Sua enorme contribuição ao campo da Bioética é fruto de um longo caminho que inclui, paradoxalmente, amplo uso de animais em atividades acadêmicas.
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Trabalhamos para criar um ambiente tranquilo e seguro para nossos candidatos, diz presidente da Coperve

04/07/2019 09:44

Em entrevista concedida à Agência de Comunicação (Agecom) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a presidente da Comissão Permanente do Vestibular (Coperve), professora Maria José Baldessar, falou sobre a expectativa para a realização do concurso (assista ao vídeo abaixo). As provas, que ocorrem entre os dias 6 e 8 de junho, registraram mais de oito mil inscritos.

Baldessar destaca que a logística que envolve o planejamento e a realização de um evento desta proporção é desafiadora. “O Vestibular como um todo é um evento de muitos detalhes. É um trabalho que começa desde quando a gente discute a prova, a redação, as notas de corte até as questões referentes à aplicação da prova, o sigilo, a segurança…”, ressaltou. A presidente da Coperve lembrou ainda da atenção especial direcionada àqueles que comunicaram alguma restrição no momento da inscrição, por deficiência física ou motivo religioso. A Comissão irá providenciar atendimento específico para cegos, surdos, cadeirantes e sabatistas.
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Fortalezas 40 anos: Projeto da UFSC é reconhecido pelo Senado Federal

03/07/2019 17:20

A Sessão Solene em homenagem aos 40 anos do projeto UFSC Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim foi aprovada no plenário do Senado Federal nesta terça-feira, 2 de julho. O requerimento é do senador Esperidião Amin (PP). A data da solenidade ainda será definida.

Em 21 de novembro de 1979 a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) assumiu a gestão da Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim, hoje na área de jurisdição do município de Governador Celso Ramos. Ao assumir a administração do espaço histórico o Reitor Caspar Erich Stemmer enalteceu a importância da preservação da fortificação: “Dentro das limitações usuais do orçamento da Universidade fiquei temeroso de assumir a responsabilidade pela manutenção da Ilha de Anhatomirim.  (…) Somente depois de sentir, através da operação “Chapéu na Mão”, o carinho e o interesse que todo o povo florianopolitano dedica a Anhatomirim, é que compreendi que a Universidade não poderia deixar de dedicar-se de corpo e alma à (essa) tarefa (e nem) poderia fugir da missão de administrar, manter e utilizar estas construções históricas, no cenário desta ilha de deslumbrante beleza natural”.
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Aplicativo feito na UFSC vence prêmio nacional de computação aplicada à saúde

02/07/2019 15:13

Pensado para auxiliar os profissionais de saúde, o aplicativo e-SUS AB Atividade Coletiva serve como uma ferramenta para documentar as atividades coletivas realizadas fora das Unidades Básicas de Saúde (UBS). Desenvolvido no Laboratório Bridge, vinculado ao Centro Tecnológico da UFSC (CTC), e em parceria com o Ministério da Saúde, o aplicativo concorreu com sete finalistas de todo o país. 

Os profissionais das UBS, que antes faziam os registros em papel e depois repassavam manualmente para o computador, agora contam com o aplicativo para documentar os mutirões em escolas, reuniões entre profissionais de diversas UBS e demais atividades em grupo. “Preserva o meio ambiente e poupa retrabalho”, define Thaisa Lacerda, integrante do Grupo de Trabalho e-SUS AB que foi apresentar o projeto. Lançado em janeiro deste ano, o app já é utilizado em quase 200 municípios e possui mais de 15 mil registros.
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Exposição comemorativa aos 50 anos do Centro de Ciências da Educação

02/07/2019 13:57

O Centro de Ciências da Educação (CED) da UFSC completou 50 anos em junho de 2019 e a Coordenadoria do Arquivo Central convida a comunidade universitária a visitar a exposição comemorativa alusiva ao cinquentenário do Centro, no Arquivo Central da UFSC, com documentos que ajudam a contar um pouco desta trajetória.

Entre os documentos expostos encontram-se projetos de departamentalização, reforma administrativa, planejamentos institucionais, de ações e de transformação do espaço físico desde a década de 1970. Os documentos ainda revelam a participação do centro em matérias de interesse da comunidade acadêmica.

A exposição estará aberta à visitação até o dia 25 de julho no horário de funcionamento do Arquivo Central, das 7h às 19h.
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37º Seminário de Extensão Universitária começa nesta quarta

02/07/2019 10:22

37º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul ocorrerá dias 3 e 4 de julho de 2019, na Universidade Federal de Santa Catarina, no Campus Universitário Reitor João David Ferreira Lima, em Florianópolis.
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Cinco anos do Projeto ‘Colecionismo na Biblioteca’ será comemorado nesta sexta

02/07/2019 09:06

A Biblioteca Universitária (BU/UFSC) comemora cinco anos do Projeto Colecionismo na Biblioteca com abertura da XII Edição que apresenta fragmentos das coleções de colecionadores vinculados à Associação Filatélica e Numismática de SC (AFSC), no dia 5 de julho, às 10h, no hall de entrada da BU.

Colecionadores expositores:

Demétrio Delizoicov Neto – Professor no Programa de Pós-Graduação em Educação Científica e Tecnológica (PPGECT) da UFSC. Coleção de selos postais e materiais relacionados (Filatelia Temática)

Romeu Odilo Trauer – Engenheiro Mecânico e Professor Titular no Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC, atualmente aposentado. Coleção de selos postais e materiais relacionados (Filatelia Temática)

Ernani Santos Rebello – Aposentado. Coleção de máximos postais

Lucia Milazzo – Professora de Francês. Coleção de cartões telefônicos
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Atleta da UFSC é único estudante de universidade pública representando o Brasil em Atletismo em competição na Itália

01/07/2019 16:20

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

O estudante de Engenharia Sanitária e Ambiental, Jonatan Chaves Rodrigues, será o único representante de uma universidade pública a fazer parte do time de Atletismo convocado pela Confederação Brasileira de Desporto Universitário para representar o Brasil na Universíade de Verão, competição internacional que será realizado em Napoli, na Itália, de 3 a 14 de julho. Jonatan, além de atleta da UFSC, compõe a equipe da União Catarinense de Atletismo (UCA).

O Universíade de Verão é a segunda maior competição poliesportiva do mundo, e principal evento do esporte universitário. A cidade de Napoli receberá cerca de 10 mil atletas, de 127 países. A delegação brasileira, é formada por 190 pessoas, que, assim como Jonatan, competirão em sete modalidades: atletismo, futebol, ginástica artística, judô, natação, taekwondo e vôlei. Outras modalidades contempladas na competição, mas sem atletas brasileiros são: basquete, esgrima, ginástica rítmica, polo aquático, rugby 7, saltos ornamentais, tênis, tênis de mesa, tiro com arco, tiro esportivo e vela.

O Flash Catarinense, Jonatan foi convocado em maio para a competição internacional. Ele é bicampeão dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs 2015 e 2017), campeão Sul-americano Universitário em 2016 representando a UFSC, Campeão Brasileiro Sub23 em 2017, 5º lugar no Troféu Brasil 2018 e atualmente 3º colocado no Ranking Brasileiro de Atletismo na prova de 100 metros e convocado para o Grand Prix Brasil de Atletismo em abril deste ano.

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Disciplina da UFSC apresenta perspectiva inovadora sobre uso de animais na ciência

28/06/2019 17:28

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

No segundo semestre de 2019, o departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da Universidade Federal de Santa Catarina (MIP/CCB/UFSC) oferecerá, pela terceira vez, uma disciplina inédita na maioria das instituições de ensino brasileiras: “Aspectos Éticos em Pesquisa e Ensino com Animais”. O professor responsável, Carlos Roberto Zanetti, decidiu ofertá-la como matéria optativa do curso de Ciências Biológicas por considerar fundamental proporcionar aos estudantes da graduação uma reflexão crítica sobre questões éticas envolvendo o uso de animais no meio acadêmico. “Esse tema diz respeito a todos nós, mas sobretudo aos estudantes cujas profissões lidam diretamente com animais não-humanos. É um debate que vem crescendo nos últimos tempos em nível mundial, mas ainda é raramente abordado em nossas universidades”, afirma o docente.

A disciplina teve boa receptividade desde quando foi oferecida pela primeira vez, no segundo semestre de 2017. Os 30 estudantes matriculados tiveram 36 horas de aula com a participação de convidados de diferentes áreas do conhecimento, como Filosofia e Direito. A primeira versão da ementa apresentava uma perspectiva abolicionista – com argumentos pela extinção do uso de animais para qualquer finalidade – e alguns alunos chegaram a solicitar que o professor incluísse no programa uma perspectiva pró-vivisseccionista – isto é, favorável à dissecação de animais vivos. Zanetti se contrapôs: “Isso eu não vou fazer. Vocês já têm isso durante toda a graduação. Aqui vocês terão contato com uma visão contrária a essa visão hegemônica. Meu objetivo é apresentar-lhes outras possibilidades. Essa disciplina é uma oportunidade incrível de conhecerem um outro ponto de vista.”
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Yúpuri é primeiro indígena brasileiro a concluir o doutorado na UFSC

28/06/2019 13:50

João Rivelino Rezende Barreto durante a defesa da tese.

João Rivelino Rezende Barreto (também conhecido pelo nome indígena Yúpuri – guardião das portas do universo) tem 38 anos, é casado e pai de três filhos. Natural do município de São Gabriel da Cachoeira, extremo noroeste do estado do Amazonas, fronteira com a Colômbia e a Venezuela, nasceu na aldeia tukana São Domingos Sávio. Yúpuri é o primeiro indígena brasileiro a concluir o doutorado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

A defesa da tese ‘ÚKŨSSE: forma de conhecimento Tukano via arte do diálogo Kumuãnica’ desenvolvida por Rivelino no Programa de Pós-graduação em Antropologia Social (PPGAS/UFSC) foi realizada na tarde do dia 13 de junho de 2019 no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) e contou com a participação, na banca, da professora-orientadora Evelyn Martina Schuler Zea, dos professores externos Renato Monteiro Athias (UFPE/via videoconferência) e Danilo Paiva Ramos (UFBA), dos professores internos do PPGAS José Antônio Kelly Luciani e Antonella Maria Imperatriz Tassinari.

O ingresso no doutorado aconteceu em 2015 após conhecer mais sobre a UFSC em um evento realizado em Manaus pelo curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica, local em que João atualmente reside. Foi aos 11 anos que Yúpuri deixou a aldeia, porém as raízes culturais sempre o acompanharam. “Gosto de estudar as questões que envolvem o conhecimento indígena, por isso no mestrado e no doutorado busquei saber mais sobre o meu povo, o povo Tukano”, revela ele.

Com kumu tukano Luciano Barreto aprendendo a construir jequí (armadilha de peixe), Novo Airão (interior de Manaus).

Por meio da ‘etnografia em casa’, Rivelino desenvolveu a sua pesquisa estando em contato direto com três figuras definidas como detentoras de conhecimentos excepcionais: kumu (o pensador tukano), yai (o pajé), baya (o mestre de música). “A ciência tem focado que o conhecimento é concentrado no pajé, porém na minha pesquisa identifiquei que o kumu e o baya detêm muito conhecimento, sendo o kumu o mais forte”.

Na pesquisa de João o kumu foi o seu pai, Luciano Borges Barreto, que apresentou por meio do diálogo kumuãnica o pensamento, a formação, a organização social e a hierarquização dos tukanos. Assim, Yúpuri restabeleceu um laço forte com a sua comunidade indígena como forma aprofundar e documentar esses conhecimentos. “Com a pesquisa foi possível mostrar como acontece o processo de formação dessas três figuras, a responsabilidade de cada um, mostrando a existência do conhecimento Tukano”, enaltece João.
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Tags: defesa tese em Antropologiadiálogo Kumuãnicaindígena conclui doutoradoJoão Rivelino Rezende BarretoTukanoUFSCÚKŨSSE

UFSC Explica: Aquecimento global

27/06/2019 15:53

As principais pesquisas científicas recentes afirmam que as drásticas mudanças climáticas atuais têm como principal causa o aquecimento global. Mas o que é exatamente o aquecimento global? Que evidências existem? Quais suas consequências? Para responder a essas e outras perguntas, o UFSC Explica de junho conversou com três pesquisadores especialistas no tema.

Regina Rodrigues, professora de Oceanografia (UFSC) e integrante do Painel Intergovernamental de Mudanças Climática das Nações Unidas (IPCC) e do Núcleo de Estudos do Mar (Nemar/UFSC). Regina atuou entre 2015 e 2016 como pesquisadora visitante no Department of Atmospheric, Oceanic and Planetary Physics da Universidade de Oxford, na Inglaterra. Desenvolve estudos na área de Oceanografia Física; interação do oceano com a atmosfera; fenômeno El Niño; variabilidade climática; e variabilidade do Atlântico tropical.

Marina Hirota Magalhães, professora de Meteorologia (UFSC) e integrante do Group for Interdisciplinary Environmental Studies (IpES). Marina pesquisa Geociências; Meteorologia; Climatologia; interações biosfera-atmosfera; sistemas complexos, estados de equilíbrio alternativos e tipping points; tipping points no sistema clima-vegetação-distúrbios; efeitos das mudanças climáticas no sul do Brasil; e desastres naturais e eventos meteorológicos extremos.

Pablo Borges de Amorim, pós-doutorando do do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental (PPGEA/UFSC), membro do Laboratório de Hidrologia da UFSC (LabHidro). e assessor técnico da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) em projetos de adaptação à mudança do clima.  Foi auxiliar de coordenação de projetos entre Brasil e Alemanha e pesquisador pelo departamento de Remediação de Águas Subterrâneas do Helmholtz Umweltforschungszentrum (UFZ ), em Leipzig, Alemanha (de 2009 a 2015) e pela Technische Universitaet Dresden. Desenvolve pesquisas nas áreas de mudança do clima; Geociências, com ênfase em Climatologia, Hidrologia e extremos climáticos.

Confira abaixo o vídeo, também disponível em nosso canal do YouTube.

Tags: aquecimento globalUFSCUFSC Explica

Segundo Banco Mundial, nova rota da seda tem potencial de retirar milhões de pessoas da extrema pobreza

27/06/2019 14:20

Jornadas Acadêmicas “A nova rota da seda: perspectivas brasileiras e chinesas” abertas nesta quinta na UFSC

As Jornadas Acadêmicas “A nova rota da seda: perspectivas brasileiras e chinesas” iniciaram-se na manhã desta quinta-feira, 27 de junho, no auditório do Centro Socioeconômico (CSE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O representante da Embaixada da China no Brasil, Song Yang, compôs a mesa de abertura juntamente com a vice-reitora Alacoque Lorenzini Erdmann, o secretário de Relações Internacionais, Lincoln Paulo Fernandes, o diretor do centro de ensino, Irineu Manoel de Souza, o coordenador do projeto das jornadas, Pedro Vieira, e o diretor do Instituto Confúcio (Unesp/UFRGS), Antônio de Pádua.

Além de fomentar a internacionalização na Universidade, o evento busca promover o interesse sobre a cultura e língua chinesas; possibilitar estudos e intercâmbios com universidades e instituições da China, a criação e institucionalização de um núcleo interdisciplinar de estudos avançados na China; mapear, aproximar e incentivar estudantes e pesquisadores interessados no tema no âmbito da UFSC; sistematizar experiências existentes e do processo de formalização e das relações por meio de convênios e parcerias; e verificar a possibilidade de criar as condições para instalação do Instituto Confúcio na UFSC.
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Criptomoedas é tema do novo episódio do podcast UFSC Ciência

27/06/2019 14:10

A Agência de Comunicação (Agecom) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publicou nesta quinta-feira, 27 de junho, o quinto episódio do podcast UFSC Ciência. O assunto do último programa deste semestre são as criptomoedas. Foram entrevistados para falar sobre o tema os professores Jean Everson Martina, do Departamento de Informática e Estatística do campus Florianópolis da UFSC, e Martin Augusto Vigil, do Departamento de Engenharia da Computação do campus Araranguá.

Podcasts são arquivos de áudio disponíveis para o usuário escutar a hora que quiser. Os episódios serão quinzenais e estarão em diversas plataformas, como Spotify e iTunes. A próxima edição do programa retorna no segundo semestre, a partir de agosto.

A iniciativa é uma realização da Agência de Comunicação da UFSC para divulgar o trabalho de alunos, professores e pesquisadores da instituição. A gravação e edição dos episódios contam com apoios fundamentais de dois setores da UFSC: o Laboratório de Radiojornalismo, do Departamento de Jornalismo, que cede um espaço semanal para a gravação de entrevistas e áudios; e o Laboratório de Gravação e Edição de Som, do Departamento de Artes, onde os materiais são editados e há gravação de pequenos trechos complementares.

Mais informações na página UFSC Ciência.
> Ouça através do player abaixo:

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Tags: AgecomblockchaincriptomoedasDivulgação Científicainformáticapodcastpodcast UFSC CiênciaUFSC Ciência

UFSC compõe grupo de pesquisa para nova política alimentar da União Europeia

27/06/2019 13:36

Professora e pró-reitora de Pós-graduação da UFSC, Cristiane Derani.

Referência em direito ambiental e Fellow do Centro de Pesquisas C-EENRG (Centre for Environment, Energy and Natural Resource Governance), na Universidade de Cambridge, a professora e pró-reitora de Pós-graduação da Universidade Federal de Santa Catarina (PROPG/UFSC), Cristiane Derani, representa a UFSC, única universidade fora da Europa, no Grupo de Trabalho restrito constituído especialmente para pesquisar e responder a seguinte questão: Como construir um sistema alimentar sustentável que também tenha uma justa e durável distribuição de alimentos? A pergunta de pesquisa surge diante do projeto da União Europeia (UE) em lançar em 2020 uma política para a segurança e sustentabilidade alimentar.

O convite para participar deste grupo, composto por 12 pesquisadores da Europa que atuam nas áreas de ciências humanas, surgiu devido à estreita relação de pesquisa de Derani com Cambridge. “Durante o pós-doutorado em 2016 publiquei trabalhos, participei de projetos e proferi palestras sobre Mudanças climáticas, proteção da biodiversidade para a segurança alimentar, ou seja, questões relacionadas ao meio ambiente e a produção e distribuição de alimentos”, relembra a pesquisadora.

A relação com a universidade inglesa fez com que Derani ingressasse no Global Cambridge Food Security, uma rede de pesquisadores de Cambridge que trabalham a segurança alimentar. “A partir disso, embora brasileira, devido ao vínculo com a universidade, fui chamada para atuar no aconselhamento à União Europeia (UE), o que considero muito interessante”, diz ela.

É comum que grupos de cientistas sejam formados para dar consultoria e, por meio de um Relatório, orientar as políticas a serem realizadas na União Europeia. A UFSC é a única universidade fora da Europa que está neste seleto grupo. “Na UE as leis são construídas a partir da ciência, ou seja, a política é feita a partir da ciência, então existem vários grupos de cientistas que estão permanentemente vinculados à Comissão Europeia para prover os políticos de conhecimento, algo que o Brasil precisa aprender”, esclarece Derani.

No dia 25 de junho a pró-reitora esteve em Berlin, na Alemanha, para participar da primeira reunião com o Grupo de Trabalho que prestará informações científicas ao Mecanismo Europeu de Aconselhamento Científico (European Scientific Advice Mechanism – SAM), sendo que o primeiro esboço do Relatório de Revisão de Evidências deve ser apresentado em 13 de setembro e o Relatório Final finalizado até março de 2020.
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