Programa de Pós-Graduação em Física realiza o VII Encontro de Física e Astronomia da UFSC

31/01/2019 13:29

O Programa de Pós-Graduação em Física (PPGFSC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove o VII Encontro de Física e Astronomia da UFSC. O evento será realizado entre os dias 18 e 22 de fevereiro, no Auditório da Reitoria. A programação do Encontro conta com palestras, minicursos, apresentação de trabalhos selecionados e exibição de pôsteres. As inscrições são gratuitas e estarão abertas para apresentações de pôsteres até o dia 4 de fevereiro. O Encontro ainda premiará a melhor apresentação oral e pôster.

Programação

Reprodução: Pós-Graduação em Física

As inscrições podem ser feitas no site.

Mais informações na página do VII Encontro de Física e Astronomia da UFSC.

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Estudantes produzem websérie ‘Poeira das Estrelas’, inspirado em Carl Sagan

11/12/2018 11:38

O grupo Sporum, Projeto de Extensão do PET-Biologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), lançou no dia 6 de dezembro o primeiro episódio da websérie “Poeira das Estrelas” produzida pelos estudantes do curso. Inspirado no legado do cientista Carl Sagan, o curta-metragem apresenta uma jornada pela concepção do Universo, mostrando nossa ligação com o cosmos. O episódio está disponível no link .

 

Texto e narração: Eduardo Estevão Quirino

Produção musical: Alyson Cavalcante, Angelo Tenfen Nicoladeli e João Vitor Garcia

Produção visual: Gabrielle Franzmann, Jaquelino Gonçalves de Toledo

Assessoria cênica: Vitoria Vogel Dal Bosco

 

 

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UFSC na Mídia: professores da UFSC participam da descoberta de estrela com brilho peculiar

23/11/2018 11:06

Os professores do Departamento de Física da UFSC Roberto Saito e Raymundo Baptista  participam da pesquisa que descobriu a estrela VVV-WIT-07, com variações peculiares no seu brilho. A alterações da VVV-WIT-07 são  semelhantes às da Estrela de Tabby, outro objeto incomum, associado especulativamente a uma suposta atividade alienígena. Os pesquisadores buscam uma explicação sobre as variações no brilho; entre as hipóteses estão cometas ou fragmentos de um planeta destroçado.

Confira o texto da revista Scientific American na íntegra:

“Será que os astrônomos descobriram outra estrela com uma ‘megaestrutura alienígena’?”

Uma estrela distante no céu do Hemisfério Sul está piscando de uma maneira estranha, o que sugere que há uma nuvem bizarra de material – ou algo ainda mais estranho – em órbita ao redor dela. Descoberta por astrônomos usando um telescópio do Chile, a estrela lembra outros dois objetos astrofísicos enigmáticos. Um deles é um planeta com anéis 200 vezes maiores que os de Saturno. O outro é mais famoso pela remota possibilidade de estar rodeado por “megaestruturas alienígenas”. A nova estrela pode ajudar a lançar alguma luz sobre um ou ambos os objetos misteriosos.

Em 2010, a pesquisa Variáveis Vista na Via Láctea (VVV) iniciou seu projeto de criação de um mapa tridimensional de estrelas variáveis nas proximidades do centro da Via Láctea. Como parte do projeto, o astrônomo Roberto Saito, da Universidade Federal de Santa Catarina, vasculhou os dados do telescópio em busca de explosões de centenas de milhões de estrelas monitoradas. Mas a coisa mais notável que ele encontrou não foram explosões, e sim uma estrela que misteriosamente apresentou um enfraquecimento do seu brilho durante vários dias em 2012. Ele e seus colegas relataram suas descobertas em um artigo recentemente publicado na revista Monthly Notices da Royal Astronomical Society.

Estrela VVV-WIT-07, marcada por um “+”.

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7º Encontro de Física e Astronomia da UFSC ocorre de 18 a 22 de fevereiro de 2019

21/11/2018 17:51

O VII Encontro de Física e Astronomia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) será realizado de 18 a 22 de fevereiro de 2019 e contará com palestras e minicursos de professores convidados de renome. A programação completa e inscrições, como ouvinte e para apresentação de trabalhos, devem ser feitas no site do evento. Haverá premiação da melhor apresentação oral e pôster.

Mais informações no site do evento.

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Professor da UFSC fala sobre busca por vidas fora da Terra durante o ‘Pint of Science’

16/05/2018 19:02

“Posso imaginar um número infinito de mundos como a Terra, com um jardim do Éden em cada um”. A frase foi dita pelo filósofo, teólogo e astrônomo italiano Giordano Bruno, que viveu entre 1548 e 1600. De lá pra cá, os estudos sobre vida em outros planetas cresceram entre os cientistas, se distanciando cada vez mais da religião. Diferente da época de Bruno, quando descobertas científicas eram censuradas e trancafiadas em quartos escuros, hoje elas ganham espaço em lugares públicos, descontraídos, onde o conhecimento e o bom humor dividem uma mesa, durante o happy hour. Esse foi o cenário em que o professor de Física da UFSC, Roberto Saito, apresentou a palestra “Mundos distantes: Planetas extrassolares e vida no universo”, durante o evento Pint of Science, na noite da última terça (15).
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Inscrições abertas para sexto Encontro de Física e Astronomia da UFSC

23/10/2017 08:19

O VI Encontro de Física e Astronomia da UFSC será realizado de 19 a 23 de fevereiro, no campus de Florianópolis da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. O evento, que já está com as inscrições abertas, cobre um amplo espectro de temas de pesquisa em Física e Astronomia.

A programação será composta por palestras de pesquisadores do Brasil e do exterior, minicursos oferecidos por professores do Programa de Pós-Graduação em Física da UFSC, além de seminários e sessões de pôsteres, nos quais estudantes e pesquisadores poderão apresentar e discutir seus trabalhos.

Prazos de inscrições

Para inscrições de seminários: 15 de janeiro.
Aceitação dos seminários até 19 de janeiro.

Para inscrições de pôsteres: 29 de janeiro.
Aceitação dos pôsteres até 2 de fevereiro.

Não há prazo para inscrição como ouvinte, as inscrições vão até um dia anterior ao evento.

Mais informações no site.

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Pesquisadores do Brasil e do exterior participam do 5º Encontro de Física e Astronomia da UFSC

06/02/2017 08:00

cnot_7783O V Encontro de Física e Astronomia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) será realizado de 20 a 24 de fevereiro. A programação, que cobre um amplo espectro de temas, é composta por palestras de pesquisadores do Brasil e do exterior, minicursos oferecidos por professores do Programa de Pós-Graduação em Física da UFSC, além de seminários e sessões de pôsteres. O público-alvo são estudantes de pós-graduação e graduandos dos últimos anos do curso de Física.O evento não tem taxa de inscrição e é aberto a todos.

Mais informações no site do evento.

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CNPq apoia UFSC em projeto que insere Astronomia e Física nas escolas e comunidade

18/02/2014 14:30

Esfera Armilar é um dos instrumentos que fará parte das exposições itinerantes previstas no projeto. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está entre 40 instituições brasileiras contempladas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) na Chamada 85/2013 – “Apoio à criação e ao desenvolvimento de Centros e Museus de Ciência e Tecnologia”. O projeto selecionado, “A Astronomia e a Física vão à Escola e à Comunidade”, teve início em 2012 e tem como principal meta “fomentar o interesse da comunidade escolar e local pela Astronomia e ciências afins”.

A proposta será executada em articulação direta com o Planetário e o Observatório da UFSC – espaços tradicionais de disseminação do conhecimento dessas áreas no estado de Santa Catarina – e conta com a parceria do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), de grupos de astronomia amadores – Grupo de Estudos de Astronomia (GEA) e Núcleo de Estudos e Observação Astronômica José Brazilício de Souza (NEOA) – e da Oficina do Aprendiz.

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Pesquisador fala sobre processo de adesão do Brasil ao observatório astronômico ESO

10/12/2013 09:34

Andreas Kaufer durante a palestra no Larim/2013. Foto: Laura Tuyama / Agecom / UFSC

Um dos destaques do Encontro da Regional Latino-Americana da União Astronômica Internacional (Larim/2013), organizado pela Pós-Graduação em Física da UFSC, foi a palestra de Andreas Kaufer, do Observatório Europeu do Sul (European Southern Observatory, ESO). Trata-se do consórcio formado por 14 países europeus – que operam no Chile dois dos maiores observatórios astronômicos do mundo, o de La Silla e Paranal.

Na palestra, Kaufer abordou a atual estrutura do ESO e o alto impacto da produção científica, feita a partir dos dados coletados e analisados: 25% dos papers produzidos pelos cientistas do ESO têm mais de 100 citações. Falou também sobre os projetos em construção, entre eles o European Extremely Large Telescope (E-ELT), que irá analisar espectroscopicamente a atmosfera, a fim de descobrir indícios de vida fora da Terra.

Foi este mesmo projeto que atraiu o Brasil para fazer parte do ESO. Em 2009 começaram as primeiras negociações, e por se tratar de um acordo entre países, a adesão depende da aprovação do Congresso Nacional, processo que está tramitando desde maio deste ano na Câmara dos Deputados. Caso seja aprovado, o Brasil irá arcar com um custo de 255 milhões de euros, quase 700 milhões de reais em 10 anos, e será o 15º Estado Membro do ESO – o primeiro não europeu.

A adesão do Brasil ao ESO tem gerado debate na comunidade científica brasileira. A Sociedade Brasileira de Física estima que 75% da comunidade astronômica brasileira apoiem o ingresso, enquanto 10% estejam contra. Os argumentos em contrário afirmam que o Brasil não terá como arcar com tamanho investimento, que a contribuição financeira ao ESO, calculada sobre do PIB de cada país, seria desproporcional em relação ao número de astrônomos do Brasil que poderiam se beneficiar da parceria, que os pesquisadores brasileiros terão que disputar pelo tempo de observação nos equipamentos e, sobretudo, que existem alternativas para desenvolver a Astronomia brasileira a um custo muito menor.

Nesta entrevista, Andreas Kaufer fala sobre o ESO, o que pode representar para o Brasil o ingresso neste consórcio e também sobre as ações em divulgação científica:

Como os cientistas e a sociedade brasileiros podem se beneficiar com a parceria no ESO?

Andreas Kaufer – Tornar-se um membro do ESO pode ter muitos significados. O mais óbvio é a colaboração científica. O Brasil já tem uma comunidade de pesquisadores muito forte, com cerca de 600 astrônomos e 60 institutos. Existem muitas ligações tradicionais com a Europa e os países membros do ESO no campo científico. Desse ponto de vista, a abertura para cientistas brasileiros é uma extensão quase natural dessa  colaboração, não apenas para a capacidade de observação, que o ESO pode prover com os telescópios, o acesso ao observatório ALMA  (sigla de Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), além de tempo de observação. Também permite mais trabalho com institutos da Europa, na elaboração conjunta de papers de pesquisa. O Brasil também pode começar a construir instrumentos para os telescópios que já existem e para os novos projetos, poderá enfocar na ciência que quer fazer, e também influenciar, como membro do ESO, no futuro programa da instrumentação dos observatórios.  Um exemplo do que a adesão ira permitir será a participação de institutos brasileiros na construção de instrumentos para o novo espectrógrafo CUBES. Outro aspecto é que no ESO, os grandes projetos e os telescópios são muito caros, na ordem de bilhões de euros. Mas é importante observar que não estamos gastando esse dinheiro em nós mesmos, e sim em indústrias e institutos dos estados membros. Ou seja, o dinheiro retorna para o país. Estamos cientes de que o Brasil é um país muito avançado em relação a alta tecnologia, como por exemplo na construção de aviões e em seu programa aeroespacial. Então, esperamos que com isso o Brasil seja capaz, rapidamente, de contribuir para o seu desenvolvimento industrial e técnico.

Como está o andamento do projeto da adesão do Brasil ao ESO junto à Câmara dos Deputados?

Andreas Kaufer – Estamos acompanhando cuidadosamente as informações publicadas no site do Congresso, e muito felizes que as duas primeiras comissões tenham sido positivas em relação à adesão do Brasil ao ESO. As esperanças continuam para as próximas duas comissões. Embora não exista previsão de data, esperamos que este processo termine logo, especialmente antes das próximas eleições. Sabemos que no período eleitoral não sobra tempo para esse tipo de debate, o que é normal. Estamos otimistas agora, pois a segunda comissão foi a científica, que estava observando o valor científico da entrada do Brasil no ESO, e eles foram positivos. Esse é o tom da mensagem, na nossa opinião, de que há uma base científica para o ingresso.

Existe uma crítica de parte dos cientistas brasileiros em relação à participação na ESO, com o argumento de que o país faria um investimento muito alto que beneficiaria poucos cientistas. Como você comenta essas críticas?

Andreas Kaufer- Certamente é um grande investimento. Existem outras opções para investir o dinheiro em ciência. Neste sentido, não cabe ao ESO ou a mim comentar a decisão de integrar o consórcio. Mas posso apenas dizer que o Brasil é um país grande e que se desenvolve de forma extremamente rápida. Todos no mundo estão olhando para o Brasil e para a China atualmente. No caso da Ciência, diria que é preciso olhar para o futuro e para onde serão realizados os grandes desenvolvimentos. Na minha palestra mostrei alguns exemplos do que o ESO já tem a oferecer e no que está trabalhando para o futuro. Isso abre um caminho para o Brasil que não está acessível em nenhum outro lugar. A pergunta que os cientistas têm que se fazer é: o que o Brasil deixará de ganhar caso perca esta oportunidade de integrar o ESO, uma vez que esta chance não ocorrerá mais muitas vezes? Entendo as preocupações. Não há nada ruim em uma boa discussão. Mas, ao final, caso a decisão pelo ingresso do Brasil seja positiva, posso ver vários benefícios, incluindo ganhos às indústrias do país.

Em sua palestra, o professor afirmou considerar a comunicação como algo crítico para o futuro da Astronomia. O senhor poderia destacar algumas ações realizadas pelo ESO para popularizar a ciência?

Andreas Kaufer – No passado, a Europa não foi muito bem-sucedida em tornar públicas as suas descobertas cientificas. Quer dizer, não havia uma cultura de se dirigir ao público para explicar o seu trabalho. Os colegas norte-americanos são mais fortes neste campo. A Europa e o ESO, em particular, têm despendido muitos esforços nos últimos anos em falar com o público em diferentes mídias, não apenas nos jornais. Atualmente você tem que ir às mídias sociais, estar no Facebook, no Twitter, para se comunicar particularmente com a geração jovem. É esse público que queremos que esteja interessado na ciência. Em particular, em Astronomia, que tem uma grande vantagem, pois podemos utilizar imagens muito legais, que despertam emoções e sentimentos. Podemos usa-las para transmitir explicações mais científicas e provocar as pessoas a pensar “Por que isso é assim?”.  Existem muitas formas de popularizar a Ciência, como filmes, animações, notícias e também transmissões ao vivo do observatório.  O ESO tem investido em todos esses recursos. Temos feito um pouco menos em educação científica para escolas, pois este é um domínio de outras pessoas que podem fazer melhor do que nós. Os professores podem obviamente obter nossas publicações. Outro aspecto importante é que na Europa somos 50 Estados-Membros, que falam diferentes línguas. O ESO tem feito um grande esforço em traduzir toda essa mídia e materiais para o maior número de línguas possível, incluindo o português. Claro que sabemos que a língua da ciência é o inglês, mas não podemos esperar que o público de diferentes países fale esta língua. Acho que este esforço de tradução é muito importante e é feito por voluntários em seus países, para que seus compatriotas possam compreender.

O que a adesão ao ESO pode significar para a sociedade brasileira?

Andreas Kaufer – Acho que em todos os países da Europa, América Latina incluindo o Brasil, ainda precisamos realizar um grande trabalho para fazer o público entender a importância da ciência. De modo geral, queremos que as crianças nas escolas fiquem empolgadas com a ciência: que elas estudem, contatem os cientistas, sejam capazes de explicar ciência para seus pais e mais tarde para seus próprios filhos. Isso representa um desenvolvimento cultural muito grande. A ciência tem muito a ver com a cultura, nosso entendimento do mundo e do universo. É um desenvolvimento muito importante para a sociedade em qualquer lugar. Se a parceria com a ESO puder ajudar o Brasil nesse aspecto, já terá sido um grande sucesso.

Laura Tuyama / Jornalista da Agecom / UFSC

Revisão: Alita Diana e Claudio Borrelli/ Agecom/UFSC

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Encontro latino-americano reunirá cerca de 500 especialistas em Astronomia

27/11/2013 09:45

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Entre os dias 25 e 30 de novembro, Florianópolis sediará pela primeira vez um dos mais tradicionais eventos na América Latina sobre Astronomia, o Larim/2013, sigla para Encontro da Regional Latino-americana da União Astronômica Internacional. São aguardados cerca de 500 pesquisadores de 20 países. O evento será no Hotel Oceania, na praia dos Ingleses.

O Larim teve início há 35 anos em Santiago (Chile) e desde então tem se caracterizado por debater os mais diversos temas em Astronomia, como sistemas planetários e estelares, galáxias, cosmologia, astrofísica, história, e ensino, entre outros. Esta edição é coordenada pelo professor Roberto Cid Fernandes, do Departamento de Física da Universidade Federal de Santa Catarina. Fazem parte da programação sessões plenárias, apresentação de pesquisas e palestras voltadas ao público não especializado.
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Inscrições abertas para professores da Educação Básica em curso de Astronomia

13/11/2013 16:39

O Curso de Extensão para professores da Educação Básica – Formação de Professores para Educação em Astronomia – será realizado de 25 a 29 de novembro de 2013 na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), campus de Florianópolis, está com inscrições abertas até 15 de novembro pelo e-mail Taxa de inscrição: R$ 30. 
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Físico Marcelo Gleiser fala da raridade da vida e da nova ética cósmica

17/10/2013 13:56

Marcelo Gleiser falou sobre a importância da imperfeição para a evolução do Universo. Foto: Jair Filipe Quint / Agecom / UFSC

O físico Marcelo Gleiser esteve em Florianópolis nesta semana para ministrar a palestra “Criação imperfeita buscando por significado na era ciência”. Gleiser era um dos três convidados do ciclo de conferências “Fronteiras do Pensamento Santa Catarina 2013” e falou, para um auditório lotado na Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc),  sobre astronomia, ciência, curiosidade, criatividade, ética cósmica, entre outros assuntos. Ao final da palestra, o debate teve a participação do presidente do Grupo de Estudos de Astronomia (GEA) da UFSC, professor Adolfo Stotz.

Marcelo Gleiser falou que, longo da história da humanidade, firmou-se a ideia de que o universo tende ao ordenamento e à simetria, como as órbitas dos planetas e o ciclo de gestação podem nos levar a pensar. Assim, eventos inesperados, como cometas e terremotos, dão a sensação de perda de controle, de que o inesperado não é bom. “No entanto, é de eventos inesperados que surgem as mudanças e a evolução”, afirma.

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UFSC sedia encontro de Física e Astronomia na próxima semana

19/04/2013 11:07

Entre os dias 24 a 26 de abril, a Universidade Federal de Santa Catarina será a sede do I Encontro da Pós-Graduação em Física e Astronomia, que tem como objetivo promover o contato científico de pesquisadores e estudantes de Física da UFSC e universidades brasileiras, além de países da América do Sul. É a primeira vez que Santa Catarina sedia um encontro de pós-graduação sobre o tema. Toda a programação será no Auditório da Reitoria.

Os temas do encontro vão desde a física de partículas até as observações de galáxias. A palestra de abertura será com o professor da Universidade Federal Fluminense, Paulo Murilo.

Uma das palestras confirmadas está o relato do impacto da criação de um observatório astronômico na cidade catarinense de Videira. No início o observatório foi visto com ceticismo pela comunidade tradicionalmente agrícola. Hoje é um espaço consolidado e reconhecido, recebendo turistas do estado e de outras regiões brasileiras.

Outra palestra será a de pesquisadores da UFSC que estão colaborando para incrementar um banco de dados mundial e público sobre as propriedades físicas de galáxias.

Os participantes também poderão conhecer uma pesquisa que apresenta um modelo de rede que tenta imitar o crescimento de um tumor cancerígeno. Outra palestra irá explicar o funcionamento do Large Hadron Collider (LHC), localizado na fronteira da Suíça com a França e que é o maior e mais potente acelerador de partículas já construído.

O encontro ainda contará com seminários de curta duração e uma seção de painéis com relatos de pesquisadores participantes. O evento tem apoio da UFSC, Capes e CNPq.  As inscrições são gratuitas.

Serviço:
O quê:  I Encontro da Pós-Graduação em Física e Astronomia
Quando: 24 a 26 de abril de 2013
Local: Auditório da Reitoria da UFSC
Mais informações: http://encontro.pgfsc.sites.ufsc.br/2013/


Laura Tuyama / Jornalista da Agecom / UFSC

 

 

 

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Palestra “Chile, um Polo Mundial da Astronomia”

10/06/2011 10:18

O Grupo de Estudos de Astronomia do Planetário da UFSC promove nesta sexta-feira, dia 10, às 21h, a palestra “Chile, um Polo  Mundial da Astronomia”, com Edna Maria Esteves da Silva, no Anfiteatro do Planetário, Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), Campus Universitário. Com início às 20h, serão apresentadas as notícias de Astronomia que foram destaques na semana. A entrada é franca.

Mais informações pelos telefones (48) 3721-9241 e 3721-4133, pelo e-mail ou pelo site http://www.gea.org.br/programacao.html.

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Palestra “Introdução à Radioastronomia”

03/06/2011 09:10

O Grupo de Estudos de Astronomia do Planetário da UFSC promove nesta sexta-feira, dia 3, às 21h, a palestra “Introdução à Radioastronomia”, com Sérgio Schmiegelow, no Anfiteatro do Planetário, Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), Campus Universitário. Com início às 20h, serão apresentadas as notícias de Astronomia que foram destaques na semana. A entrada é franca.

Mais informações pelos telefones (48) 3721-9241 e 3721-4133, pelo e-mail ou pelo site http://www.gea.org.br/programacao.html.

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Palestra sobre astronomia

27/05/2011 10:11

O Grupo de Estudos de Astronomia do Planetário da UFSC promove nesta sexta-feira, dia 27, às 21h, a palestra “Visita à NASA – Kennedy Space Center”, com Daniel Cordeiro, no Anfiteatro do Planetário, Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), Campus Universitário. Com início às 20h, serão apresentadas as notícias de Astronomia que foram destaques na semana. A entrada é franca.

Mais informações pelos telefones (48) 3721-9241 e 3721-4133, pelo e-mail ou pelo site http://www.gea.org.br/programacao.html.

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Grupo de Estudos de Astronomia comemora 25 anos com programação especial no Auditório do Planetário

29/11/2010 09:46

Em comemoração aos 25 anos do Grupo de Estudos de Astronomia (GEA), o planetário da UFSC estenderá suas atividades até a primeira semana de dezembro com três dias de programação especial. A ideia é comemorar o aniversário do grupo e o Dia Internacional da Astronomia (02/12) com temas de interesse do público em geral.

Entre as palestras que serão ministradas por integrantes do GEA estão “História da Astronomia”, por Adolfo Stotz, “Estrelas, Constelações e Planetas”, por Alfredo Martins e “Cosmologia”, por Antonio Lucena.

“Não podemos deixar essas datas passarem em branco”, diz José Geraldo Mattos, secretário da atual diretoria do GEA. Por isso, no dia 3 de dezembro, acontecerá também uma festa de confraternização de fim de ano às 20h na Associação dos Servidores do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem (Asder).

O Anfiteatro do Planetário da UFSC, onde acontecem as palestras, tem capacidade de 45 lugares e não é necessária a inscrição prévia.

25 anos de Estudos Astronômicos

Há 25 anos, todas as sextas-feiras, às 20h, acontecem no Planetário da UFSC palestras abertas ao público com temas diversos relacionados à astronomia e a ciências afins. Além das palestras, são oferecidas à comunidade nos meses de maio e setembro cursos compostos por aulas expositivas, sessões de planetário e observação em telescópio. O Grupo foi criado no dia 2 de dezembro de 1985, e desde então  realiza também reuniões e eventos astronômicos, como a Festa das Estrelas no município de Alfredo Wagner, com observação de eclipses e cometas em locais públicos.

Programação de aniversário:

01/12 – quarta
18h – Sessão de DIGISTAR – Tânia Maris
19h – História da Astronomia – Adolfo Stotz
20h – Estrelas, Constelações e Planetas – Alfredo Martins
21h – Galáxias – Gustavo La Torre

02/12 – quinta
19h – Astronomia Moderna – Frederico Taves
20h – Cosmologia – Antonio Lucena
21h – Vida no Universo – Adolfo Stotz

03/12- sexta
20h – Festa de Confraternização de Fim de ano ASDER

Mais informações: www.gea.org.br

Por Ana Luísa Funchal/ Bolsista de Jornalismo na Agecom

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