Divulga UFSC – 24/02/2026 – Edição 2502
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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Laboratório de Biologia Molecular, Microbiologia e Sorologia (LBMMS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) avalia, há mais de uma década, a qualidade dos serviços de laboratórios e a capacitação dos profissionais de saúde que realizam testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites no Brasil.
Desde 2025, por iniciativa do Ministério da Saúde, os laboratórios passaram a ser certificados sobre a qualidade dos serviços ofertados ao Sistema Único de Saúde (SUS). O Selo Ouro será concedido àqueles que apresentarem excelência em todas as rodadas; o Selo Prata, àqueles que apresentarem uma excelência e nenhuma reprovação nas rodadas; e o Bronze, àqueles que tiverem aprovação em todas as rodadas do ano.
O projeto, que tem gestão financeira e de recursos humanos da Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu), é dividido em duas frentes: o Programa de Avaliação Externa da Qualidade dos Testes Rápidos (AEQ-TR) e o Programa de Avaliação Externa da Qualidade (AEQ) da Rede de Laboratórios e Rede Rápida.
“De forma geral, esses programas avaliam como os exames são realizados em todo o país. Quando identificamos inconsistências ou não conformidades, são realizadas ações corretivas e treinamentos com os profissionais envolvidos. Esse monitoramento contínuo assegura que o serviço prestado aos usuários do SUS seja de qualidade, com diagnósticos mais seguros e tratamentos mais eficazes”, destaca a professora Maria Luiza Bazzo, coordenadora do projeto.
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A Administração Central informa que a vice-reitora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), professora Joana Célia dos Passos, apresentou renúncia ao cargo na tarde desta quarta-feira, 18 de fevereiro.
A Administração registra o reconhecimento pelo período em que esteve à frente da Vice-Reitoria e informa que os encaminhamentos administrativos decorrentes da decisão serão realizados nos termos da legislação vigente.
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Dois projetos de saberes tradicionais de Santa Catarina e do Sul do Brasil estão em fase de consulta pública para reconhecimento como patrimônios culturais imateriais brasileiros pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Os processos contaram com a participação direta da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que foi a instituição executora da instrução técnica dos registros.
Os projetos são Saberes e Práticas Tradicionais Associados à Pesca com Auxílio de Botos em Laguna (SC) e Saberes e Práticas Tradicionais Associados aos Engenhos de Farinha de Mandioca em Santa Catarina. Ambos foram desenvolvidos por grupos de pesquisa vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS/UFSC) e ao INCT Brasil Plural, em parceria com o Iphan.
O órgão já disponibilizou um material com informações detalhadas sobre o processo e os canais de contato: Participe do processo de registro da Pesca com botos no sul do Brasil e Consulta pública: saberes associados aos Engenhos de Farinha de Mandioca.
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Estão abertas as inscrições para a 27th International Conference on Science and Technology of Synthetic Electronic Materials (ICSM 2026), que será realizada no Rio de Janeiro, de 19 a 24 de julho de 2026.
A ICSM é a série de conferências mais antiga na área de materiais orgânicos condutores e semicondutores. Fundada em 1976, juntamente com o surgimento de cristais moleculares altamente condutores e polímeros conjugados, a ICSM é dedicada à eletrônica orgânica. “Ao longo das últimas quatro décadas, a ICSM tornou-se um fórum de referência para discutir os mais recentes desenvolvimentos em eletrônica orgânica e fotônica, abrangendo síntese, caracterização, modelagem computacional, fabricação de dispositivos e aplicações práticas”, explica o professor da UFSC Ivan Bechtold, um dos organizadores.
O deadline para submissão de trabalhos é 3 de março de 2026. Pesquisadores e estudantes de instituições brasileiras têm 50% de desconto no valor da taxa de inscrição. Mais informações no site https://www.icsm2026.com/
O professor Alexandre Hohl, que atua na área de Endocrinologia e Metabologia no Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e é diretor da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), concedeu entrevista ao jornal Folha de S. Paulo sobre o uso seguro das chamadas “canetas emagrecedoras”.
Esses medicamentos injetáveis, como a semaglutida, a liraglutida e a tirzepatida, atuam como antagonistas do receptor GLP-1 e vêm sendo prescritos para o tratamento da obesidade. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou no último dia 9 um alerta para os riscos de pancreatite associados ao uso desses medicamentos, a partir dos resultados de um estudo internacional.
Na matéria publicada nesta terça-feira (10 de fevereiro) pela Folha on-line, o professor Alexandre Hohl pondera que, no estudo específico, o número de casos de pancreatite foi igual entre os pacientes usuários de semaglutida e os pacientes que usaram placebo. Ele enfatizou, também, que o tratamento com uso de canetas deve, necessariamente, ser prescrito e acompanhado por um médico. “Sem uma avaliação por um profissional, não há o controle das doses ou de alguma condição prévia e contraindicações”, diz a reportagem.
Leia a reportagem (acesso para assinantes).
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Uma equipe de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) está desenvolvendo um software para a Petrobras que, a partir de critérios e metodologias avançadas em meteorologia e oceanografia, visa a estimar condições ambientais extremas em plataformas e outras instalações de extração e produção de petróleo e gás natural em alto-mar.
O objetivo é otimizar a prevenção contra desastres ambientais e humanos e reduzir os riscos de colapso nas estruturas offshore. O trabalho conta com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu). “A Fapeu tem se mostrado uma excelente fundação de apoio à gestão de recursos financeiros do projeto, tanto da UFSC quanto da UFRGS”, observa o coordenador do projeto, professor do Departamento de Engenharia Mecânica Pedro Veras Guimarães.
O projeto “Análise de extremos multivariada de onda, perfil de vento e perfil corrente para projetos de engenharia offshore” foi a proposta vencedora de chamada lançada em 2023 pela Petrobras, que financia a iniciativa. Os trabalhos começaram em setembro de 2024 e têm previsão de 48 meses. “A partir de uma análise multivariada que considere a interdependência estatística entre variáveis como ondas, ventos e correntes, tratando-as como grandezas tridimensionais, a proposta é fornecer estimativas mais realistas e reduzir incertezas no dimensionamento de projetos de engenharia offshore”, explica o coordenador do projeto.
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De 23 a 27 de fevereiro, o Campus Blumenau da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sedia o XV Brazilian Workshop on Continuous Optimization (Workshop Brasileiro de Otimização Contínua) – BrazOpt 2026, evento que reunirá pesquisadores, profissionais e estudantes da área. O BrazOpt é um importante fórum para o intercâmbio científico, a colaboração e a divulgação de pesquisas na área.
O BrazOpt 2026 contará com a presença já confirmada de pesquisadores da Alemanha, Japão, Estados Unidos, França e Brasil, que são referências mundiais e possuem alto impacto científico. A programação do evento conta com diversas palestras (em inglês) ao longo da semana e uma mesa redonda, além de apresentação de pôsteres e uma visita de intercâmbio social e científico à cidade de Pomerode. Para conferir a programação completa, clique aqui.
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Um projeto nacional coordenado pelo Departamento de Ciências da Saúde da Universidade Federal de Santa Catarina (CCS/UFSC) foi tema de reportagem veiculada na RBS TV no último dia 23 de janeiro. Em convênio com o Ministério da Saúde, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu), o projeto Aprimoramento da Atenção Básica em Saúde no Brasil a partir da capacitação em práticas integrativas e complementares em saúde (Auriculoterapia e acupuntura) oferece formação em auriculoterapia para profissionais de saúde da atenção básica, com o objetivo de capacitá-los para atendimentos individuais e coletivos para diversos tipos de problemas de saúde.
O projeto já havia sido divulgado pela revista Fapeu, no Volume 13, de 2022, quando era coordenado pelo professor Lúcio José Botelho. Atualmente, o projeto é coordenado pelo professor Fabrício Augusto Menegon. Entre 2016 e 2024, aproximadamente 20 mil agentes do SUS concluíram o curso, que é dividido em duas etapas: uma fase a distância (EAD), com carga horária de 75 horas distribuídas em cinco módulos, e uma etapa presencial de cinco horas, realizada em municípios-pólo regionais.
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Um estudo pioneiro, de abrangência nacional, liderado por pesquisadoras da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), está mapeando as repercussões da cirurgia de redesignação sexual (CRS) em mulheres trans brasileiras. O projeto Redesignadas envolve a parceria entre o Laboratório de Pesquisas, Tecnologias e Inovação em Enfermagem Psiquiátrica, Atenção Psicossocial e Transgeneridades (MentalTrans), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e o Instituto Nacional de Mulheres Redesignadas (Inamur).
O estudo entrevistou 144 mulheres trans que passaram pelo processo de transgenitalização (conjunto de procedimentos médico-cirúrgicos que visam alinhar o corpo com a identidade de gênero da pessoa trans), com o objetivo de compreender as repercussões da cirurgia na saúde mental e física dessas mulheres. A coleta de dados foi feita por meio de questionários socioeconômicos, entrevistas individuais e grupos focais em cada região do Brasil, ao longo das diferentes etapas do estudo.
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