UFSC na mídia: pesquisa sobre exercício físico e diabetes tipo dois busca voluntários

11/04/2024 17:19

Professor Delevatti em entrevista na piscina do CDS. Foto: Reprodução/NDPLAY

O professor do Centro de Desportos da Universidade Federal de Santa Catarina (CDS/UFSC) Rodrigo Sudatti Delevatti e a aluna de Pós-Graduação Ingrid Wolin concederam entrevista para a NDTV sobre a busca de 64 voluntários interessados em participar de um estudo que visa avaliar os efeitos do exercício físico no tratamento da diabetes tipo 2.

Na matéria publicada nesta quinta-feira, 11 de abril, no NDPLAY, Rodrigo explica que o estudo visa comparar os efeitos do treinamento aquático, na modalidade de hidroginástica, com o treinamento terrestre, na modalidade de musculação e caminhada. A ideia é combinar os efeitos tanto na água como na terra para avaliar os impactos na saúde das pessoas com diabetes. 

Ingrid também explica que durante o estudo serão feitas diversas análises e acompanhamentos dos participantes, desde o momento que chegaram até o momento que estão saindo, além de receberem um informe de como foi o processo. 
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Pesticida usado na agricultura e no controle da dengue é fator de risco para diabetes gestacional

04/01/2023 09:53

Malathion é um dos inseticidas usados nos “fumacês”, as pulverizações para controle do mosquito da dengue. Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília/CC BY 2.0

Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) revelou que um dos agrotóxicos mais utilizados no país, o Malathion, pode ser fator de risco para o desenvolvimento de diabetes gestacional. Experimentos com animais indicaram que isso ocorre ainda que a gravidez aconteça somente após a interrupção do contato com o inseticida e mesmo nas doses consideradas seguras pelos órgãos reguladores. Além disso, a propensão ao desenvolvimento de diabetes pode ser transmitida aos filhos das mulheres expostas ao produto. Os resultados foram publicados na revista internacional Environmental Pollution.

O Malathion é um inseticida muito usado na agricultura, na jardinagem e nas pulverizações para erradicar mosquitos, como o Aedes aegypti, transmissor da dengue e de outras doenças. Apesar de ser considerado como provavelmente cancerígeno pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc, na sigla em inglês), ele foi o sétimo pesticida mais comercializado no Brasil em 2020 – foram 15,7 mil toneladas, de acordo com dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Com uma rápida busca no Google, aliás, qualquer pessoa consegue comprar um frasco do produto por menos de dez reais.

Foram justamente o alto índice de utilização do Malathion e o fato de a região Sul do país ser reconhecida pelas extensas áreas agrícolas que motivaram os pesquisadores do Laboratório de Investigação de Doenças Crônicas (Lidoc). “A ideia de começar esse estudo veio por volta de 2014. Eu tentei iniciar uma mudança no formato dos trabalhos aqui do meu grupo, para tentar fazer algum tipo de apelo mais regional, e que conseguisse fazer uma conversa entre pré-clínica, que são estudos com animais, e demandas da saúde pública”, afirma Alex Rafacho, professor do Departamento de Ciências Fisiológicas, coordenador do Lidoc e autor responsável pelo estudo.
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Departamento de Enfermagem realiza corrida informativa sobre diabete mellitus

17/11/2022 08:00

O Grupo de Estudo e Educação em Diabetes Infantil (Geedi), projeto de extensão do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), irá promover no dia 27 de novembro, domingo, o evento 5km pelo Diabetes com Geedi. A corrida tem o intuito de motivar o bem-estar físico e conscientizar os participantes sobre a importância do Dia Mundial do Diabetes, comemorado em 14 de novembro.

A corrida se iniciará às 7h, na Avenida Beira Mar Norte, na pista especificada para caminhantes aos domingos. Para participar, os interessados deverão se inscrever gratuitamente via Google Forms até 26 de novembro. O evento conta com o apoio da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Imprensa da UFSC, Academia Racer, AdrenaIlha, Beyond Academia, Essentia Pharma, Surf com Alma e Kina Box.

Para mais informações, consultar o Instagram do Geedi.

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Enfermeira do HU esclarece dúvidas sobre diabetes

11/11/2022 14:20

Equipe do Grupo de Enfermagem em Diabetes organiza campanha informativa – Foto: Sinval Paulino/HU-UFSC

Dia 14 de novembro é a data dedicada à conscientização sobre prevenção e controle do diabetes, criada com o objetivo de enfatizar a característica epidêmica e o impacto social e econômico da doença. A cor azul foi escolhida representando as cores da ONU, lembrando que o diabetes está presente em  todo o mundo.

No HU, a campanha é permanente, mas no mês de novembro são reforçadas as ações educativas sobre o tema, com divulgação de material informativo e alerta sobre os cuidados necessários para prevenir e tratar a doença. Dentro da campanha, a enfermeira Adnairdes Cabral de Sena, do Grupo de Enfermagem em Diabetes (GED) do HU-UFSC respondeu algumas perguntas sobre o tema:

1. O diabetes é mais associado a pessoas mais velhas. Com saber se uma criança ou adolescente pode desenvolver diabetes?

Para o diagnóstico de diabetes, geralmente as pessoas procuram as instituições de saúde quando apresentam algum sinal – como tontura, pele fria e outros. Então, muitas vezes o diagnóstico depende destes sinais e dos exames. Chegando nas unidades é que se descobre, por exames laboratoriais ou exame de glicemia capilar. Diabetes é uma doença crônica, silenciosa – muitas vezes a pessoa tem diabetes e não sabe. 
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Pesquisa da UFSC verifica relação entre hábitos alimentares de adolescentes e diabetes

30/06/2022 08:06

Uma pesquisa realizada no Programa de Pós-Graduação em Nutrição (PPGN) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) verificou a existência de relação entre hábitos alimentares de adolescentes brasileiros de 12 a 17 anos de idade e marcadores bioquímicos relacionados ao diabetes. Biomarcadores ou marcadores bioquímicos são valores que podem ser medidos experimentalmente e indicam a ocorrência de uma determinada função normal ou patológica. Na pesquisa, foram utilizados marcadores relacionados ao controle do diabetes e resistência à insulina.

O trabalho desenvolvido por Bernardo Paz Barboza aplicou os dados do Estudo de Risco Cardiovasculares em Adolescentes (Erica), realizado entre os anos de 2013 e 2014, em 273 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes, incluindo Florianópolis. O estudo realizado na UFSC considerou a participação de 35.454 adolescentes, estudantes de escolas públicas e privadas. Os dados sobre alimentação foram obtidos por meio de um recordatório alimentar de 24 horas que, como o nome sugere, trata-se de um instrumento para a coleta de informações sobre a alimentação do dia anterior.

“Com essas informações conseguimos entender como funciona a alimentação de uma forma mais robusta do que simplesmente observar alimentos ou grupos de alimentos de forma isolada, o que condiz muito mais com a realidade de uma alimentação, em que todos os nutrientes/alimentos estão sujeitos a influenciar na biodisponibilidade de absorção de cada um, como podemos também observar tendências culturais da amostra”, destaca Bernardo.

O diabetes mellitus (DM) representa uma condição metabólica presente em cerca de 537 milhões de pessoas no mundo. Esta condição é caracterizada por um aumento constante das concentrações de glicose sanguínea, devido à alteração na produção ou ação do hormônio insulina, produzido nas células β-pancreáticas. Dados do Global Burden of Disease Study mostrou o avanço de DM na população global, sendo observado um aumento de 102,9% de casos entre 1990 a 2017. Desses valores, a diabetes tipo 2 (DM2) correspondia a 98,3% dos novos casos em 2017. Já dados da International Diabetes Federation evidenciam o impacto econômico desta condição: em 2021, os gastos mundiais para portadores deste tipo de diabetes corresponderam a US$ 966 milhões, apresentando um crescimento de 316% nos últimos 15 anos.

O aumento na prevalência de DM2, antes considerado como sendo exclusivo de adultos, também tem sido observado em adolescentes e crianças. Em estudo prévio com os dados do Erica, constatou-se 22% de prevalência de pré-diabetes (definida por valores de glicemia de jejum entre 100 e 125 mg/dL) e 3,3% de DM2 na população de adolescentes de 12 a 17 anos. Com base nestes dados, estimou-se que no Brasil existiam cerca de 213.830 adolescentes vivendo com DM2 e 1,46 milhões com pré-diabetes.

“Jovens diagnosticados com DM2 apresentam maior dificuldade no controle glicêmico, maiores taxas de falha na terapia com metformina e maior depleção de função das células β-pancreáticas do que adultos. Além disso, o desenvolvimento precoce dessa condição pode acarretar em risco maior de desenvolvimento de complicações relacionadas ao DM2, como, por exemplo, desfechos micro e macrovasculares”, ressalta o pesquisador.

Metodologia e resultados da pesquisa

O estudo identificou três diferentes hábitos alimentares na população pesquisada. Crédito: Jimmy Dean | Unsplash

Durante suas análises, Bernardo identificou três diferentes hábitos alimentares na população pesquisada: 1) padrão tradicional: caracterizado por consumo de alimentos comuns na cultura brasileira como o arroz, feijão e carne; 2) padrão pão e café: caracterizado por alimentos relacionados a lanches como os panificados, café, chá, manteiga e carnes processadas como mortadela e presunto; e 3) padrão ocidental: caracterizado pelo consumo de alimentos como doces, bebidas açucaradas (refrigerante, suco em pó, iogurte adoçado, entre outros) e alimentos como hambúrguer, cachorro quente, pastel, entre outros alimentos.
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Estudantes e professoras do curso de Enfermagem da UFSC participam de corrida em prol do diabetes

11/11/2021 16:52

O Grupo de Estudos e Educação em Diabetes Infantil (GEEDI) do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em parceria com a Atlética Athena, convida a comunidade universitária para a “Corrida virtual em prol do diabetes”. O evento é promovido pelo Instituto Correndo pelo Diabetes e pela Sociedade Brasileira de Diabetes e tem por objetivo incentivar e reforçar a importância da atividade física na vida das pessoas com diabetes.

Neste ano, a campanha do Dia Mundial do Diabetes, promovida pela Federação Internacional de Diabetes e Organização Mundial da Saúde, é Acesso aos cuidados do diabetes. O grupo de estudantes e professoras do curso de Enfermagem da UFSC realizará a corrida no dia 21 de novembro, domingo, às 7h30. O ponto de encontro será no Koxixos, na avenida Beira-Mar, em Florianópolis (SC).

Mais informações no site do evento ou pelo Instagram do GEEDI.

 

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Curso de extensão sobre ‘Pé Diabético’ recebe inscrições de pessoas com mais de 50 anos

21/09/2021 16:32

O Programa de Extensão Agir e Educar (em)frente o Diabetes mellitus recebe inscrições para o curso de extensão “Pé Diabético – Conceitos e Cuidados”. O projeto é coordenado pela professora Laura Cavalcanti de Farias Brehmer em parceria com as professoras Luciana Martins da Rosa, Melissa Orlandi Honório Locks e Gisele Cristina Manfrini, do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina, e conta também com o apoio do (Núcleo de Estudos da Terceira Idade (NETI/UFSC).

O curso é dirigido a pessoas com mais de 50 anos, com Diabetes  e/ou com familiares com Diabetes.  Serão três encontros às quintas-feiras (30/09, 07/10 e 14/10), das 14h às 18h. As inscrições devem ser feitas aqui.

Para mais informações, acesse a página do NETI ou a página de inscrições. Dúvidas pode ser esclarecidas pelo e-mail laura.brehemr@ufsc.br.

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Inscrições abertas para curso sobre práticas alimentares para pessoas com Diabetes Mellitus

08/09/2021 12:10

Estão abertas até 17 de setembro as inscrições para o curso on-line Habilidades manuais para o cuidado em saúde na condição do Diabetes Mellitus. Voltada a pessoas que possuem diabetes (preferencialmente acima de 50 anos) e seus cuidadores, bem como a jovens e/ou estudantes que tenham proximidade com algum portador da doença, a atividade é gratuita e ocorre de 14 de setembro a 21 de outubro pelo Moodle Grupos. Os interessados podem se inscrever neste link.

O objetivo geral do curso é  promover melhores práticas alimentares para pessoas com Diabetes Mellitus. A proposta envolve a apresentação de práticas saudáveis, alimentos que auxiliam no controle glicêmico e aspectos relevantes para a escolha e o preparo de refeições. Também serão discutidas as potencialidades, dificuldades e estratégias para melhorar as práticas alimentares. Os participantes terão direito a certificado de 20 horas.

A ação faz parte do programa Diabetes mellitus: prevenir, tratar e reabilitar, contemplado no edital nº 3/2021/Proex de apoio aos programas vinculados ao Núcleo de Estudos da Terceira Idade (Neti).

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Curso de extensão aborda a relação entre diabetes e Covid-19

05/07/2021 18:59

O programa de extensão Agir e Educar (em)frente o Diabetes mellitus está com inscrições abertas para o curso Diabetes mellitus e Covid-19. A atividade abordará a relação entre as duas enfermidades, cuidados gerais e específicos e vacinação. As aulas são on-line e ocorrem de 15 de julho a 6 de agosto, com momentos síncronos (em tempo real) às quintas ou sextas, das 14 às 18 horas. Podem participar pessoas com mais de 50 anos que possuam computador com acesso à internet. As inscrições são realizadas até 11 de julho pelo site inscricoes.ufsc.br/curso-dm-covid.

O programa é coordenado pela professora Laura Cavalcanti de Farias Brehmer em colaboração com as docentes Luciana Martins da Rosa, Melissa Orlandi Honório Locks e Gisele Cristina Manfrini, todas do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A ação tem apoio do Edital Nº 3/2021/ PROEX e parceria com o Núcleo de Estudos da Terceira idade (Neti) da UFSC.

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Profissionais do HU explicam relação entre diabetes e Covid-19

25/06/2021 09:36

Os pacientes com Diabetes Mellitus controlado têm menor risco de complicação pela Covid-19. Por isso, é fundamental, neste período, manter os medicamentos e os cuidados indicados pelos profissionais de saúde. O alerta é da equipe do Ambulatório de Diabetes do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina (HU/UFSC), que divulgou uma série de orientações por ocasião do Dia Nacional do Diabetes (26/06).

De acordo com a enfermeira Dionice Furlani, do grupo de Enfermagem em Diabetes do HU/UFSC, além do uso regular dos remédios, estes cuidados estão relacionados a alimentação, prática de exercícios físicos e monitoração da glicemia. “São dicas de autocuidado e controle de diabetes em tempos de Covid-19”, reforçou a profissional.

O Ambulatório de Diabetes do HU/UFSC atende pacientes de todas as regiões de Santa Catarina. Foto: Sinval Paulino

O Diabetes Mellitus (DM) é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos. A insulina é produzida pelo pâncreas e é responsável pela manutenção do metabolismo da glicose e a falta desse hormônio provoca déficit na metabolização da glicose e, consequentemente, diabetes. Caracteriza-se por altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia) de forma permanente.

O prolongamento da hiperglicemia (altas taxas de açúcar no sangue) pode causar sérios danos à saúde, como lesões na retina do olho, alterações renais, pé diabético (ocorre quando uma área machucada ou infeccionada nos pés desenvolve uma úlcera), infarto e infecções, entre outros.
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Pesquisa avalia impacto de intervenção culinária em pessoas com diabetes mellitus tipo 2

19/01/2021 14:15

Analisar o impacto de uma intervenção culinária, baseada no programa Nutrição e Culinária na Cozinha (NCC) e nas habilidades culinárias de indivíduos com diabetes mellitus tipo 2 (DM2) foi o objetivo de uma pesquisa desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina. O estudo é resultado da dissertação defendida em outubro pela nutricionista Clarice Mariano Fernandes Elpo, sob a orientação da professora Paula Lazzarin Uggioni e coorientação da professora Greyce Luci Bernardo. O trabalho foi apoiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e realizado no âmbito no Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições (NUPPRE) da UFSC.

A amostra foi composta por 44 pessoas com diabetes mellitus tipo 2, adultas e residentes na Grande Florianópolis. Elas se inscreveram voluntariamente por formulário on-line e distribuídas em dois grupos de igual tamanho: um de intervenção e outro de controle. O de intervenção participou do programa Nutrição e Culinária na Cozinha por um período de seis semanas, com três horas semanais, englobando duas oficinas culinárias práticas (Laboratório de Técnica Dietética do Departamento de Nutrição da UFSC), uma oficina de compra e seleção de alimentos e, três oficinas culinárias por meio de videoaulas demonstrativas (gravadas e adicionadas à plataforma YouTube). As videoaulas foram escolhidas em virtude do período de isolamento social visando medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da pandemia de Covid-19.

O diabetes mellitus tipo 2 é uma doença crônica caracterizada por açúcar elevado no sangue (hiperglicemia) e a adoção de uma alimentação saudável pode auxiliar no controle deste aumento e na preservação de complicações mais graves decorrentes do distúrbio. O desenvolvimento de habilidades de autonomia e autocuidado é importante para indivíduos com a doença e, dentre essas habilidades, destacam-se as culinárias. Clarice aponta que “as habilidades culinárias podem ser definidas, portanto, como a confiança, atitude e aplicação de conhecimentos individuais para executar funções culinárias, desde o planejamento dos cardápios e das compras até o preparo dos alimentos, sejam esses in natura, minimamente processados ou ultraprocessados. Além disso, vincula-se com a capacidade dos indivíduos em realizar combinações entre os ingredientes, julgando o sabor, cor e textura dos alimentos”. As habilidades culinárias  são capazes de contribuir para uma alimentação mais saudável e, podem ser incentivadas por meio de intervenções culinárias, pondera a pesquisadora.
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Trabalhos da UFSC ajudam a elaboração de novas recomendações da Espen

31/10/2016 16:00

Dois estudos realizados na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foram selecionados para criar uma recomendação específica sobre o uso de ácidos graxos ômega-3. Esses estudos correspondem à pesquisa de mestrado de Juliana de Aguiar Pastore Silva e à tese de doutorado de Michel Carlos Mocellin, ambos do Programa de Pós-Graduação em Nutrição (PPGN). Os trabalhos tiveram orientação do professor Erasmo Benicio Santos de Moraes Trindade, em parceria com os professores Tânia Silvia Fröde, Everson Araújo. Nunes, Yara Maria Franco Moreno e Giovanna Medeiros Rataichesck Fiates. As pesquisas colaboraram para a elaboração de 44 recomendações.
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