Pós em Sociologia e Ciência Política promove aula magna sobre Programas de Ciências Sociais no Brasil

30/03/2023 14:53

O Programa de Pós Graduação em Sociologia e Ciência Política (PPGSP) promove a aula inaugural Os programas de pós-graduação nas Ciências Sociais no Brasil e os desafios para a década de 2020. O encontro será realizado no dia 5 de abril, às 14h, no auditório F do Centro de Filosofia e Ciências Humanas . A aula magna contará com a presença do professor Adriano Codato, presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais e professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR).Para participar, não é necessário se inscrever.

O PPGSP da UFSC se vincula ao Departamento de Sociologia e Ciência Política e oferece os cursos de Mestrado e de Doutorado em Sociologia e Ciência Política, com áreas de concentração em Sociologia e em Ciência Política. Para mais informações, acesse a página do PPGSP.

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Congresso internacional sobre Migrações e questões políticas e econômicas tem inscrições abertas

30/03/2023 11:40

A professora Andréia Isabel Giacomozzi, do Laboratório de Psicologia Social da Comunicação e Cognição (Laccos), participa da organização do congresso internacional Political and Economic Self-Constitution Migration and Citizenship Education. O evento ocorre entre os dias 15 a 16 de junho na Universidade do Peloponeso, na Grécia, e online, com atividades presenciais no primeiro dia e online no segundo.

O congresso será em inglês e os interessados podem se inscrever através do formulário. O evento é parte de um projeto de extensão organizado pela docente.

Alguns dos temas que serão tratados no congresso são: a guerra na Ucrânia, migração e integração de migrantes; refugiados e educação para refugiados; opinião pública sobre questões políticas e econômicas; psicologia do empreendedorismo e psicologia do comportamento do consumidor.

Mais informações sobre o congresso podem ser conferidas no site do evento.  

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Caminhada pela Democracia terá teatro e contextualização histórica no Centro de Florianópolis

29/03/2023 13:48

O Coletivo Catarinense Memória, Verdade e Justiça, em conjunto com entidades parceiras, organiza a Caminhada pela Democracia — 59 anos do golpe neste sábado, 1º de abril, às 9h, com saída em frente à União Catarinense dos Estudantes (UCE), localizada na rua Álvaro de Carvalho, 246, no Centro de Florianópolis. O roteiro foi construído com base na pesquisa histórica do Acervo Memória e Direitos Humanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Em cada local de parada, haverá encenação teatral e contextualização histórica.

Conheça os pontos de memória do trajeto:

União Catarinense de Estudantes – Rua Álvaro de Carvalho nº 246, no Centro, próximo do terminal de ônibus. A UCE existe desde 1949 e, em 1961, atuou junto com a União Nacional dos Estudantes (UNE) na campanha da legalidade a favor da posse de João Goulart e em ações no campo da cultura com a criação do Centro Popular de Cultura e da UNE Volante, voltados à erradicação do analfabetismo e ao aumento da conscientização popular. Foi neste prédio que começou o Restaurante Universitário. Em 1964, com o golpe civil-militar, houve perseguição aos opositores, o presidente da entidade foi preso, e a sede, fechada.
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Pesquisadores da UFSC estudam como a biologia do Aedes pode ajudar no combate à dengue

29/03/2023 13:34

Equipe de pesquisadores estuda a biologia do mosquito que transmite a dengue. Fotos: Camila Collato/Agecom/UFSC

Em meio a uma nova epidemia de dengue em Santa Catarina, é dentro de um laboratório da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que um grupo de pesquisadores utiliza a fisiologia do mosquito Aedes aegypti – vetor de transmissão do vírus para os humanos – para estudar formas de combatê-lo. Um organismo pequeno, mas complexo, que se alimenta de sangue e é capaz de se reproduzir rapidamente, gerando situação de emergência em diversas regiões do Estado.

O inseto, que também é vetor de transmissão do zika vírus e chikungunya, é o objeto de pesquisa do Laboratório de Imunobiologia e Doenças Infecciosas (Lidi) da UFSC, coordenado pelo professor José Henrique Oliveira e por outros docentes do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia. Ele investiga como mosquitos vetores toleram infecções por arbovírus – aqueles que são transmitidos por insetos que se alimentam de sangue.

Tolerância, nesse caso, tem relação com a capacidade do mosquito de não ser prejudicado pelo vírus que, nos humanos, pode causar sintomas dolorosos e levar à morte. “O meu objetivo primário é entender essa biologia, é pensar em intervenções capazes de inibir esse processo de tolerância que nós chamamos de um processo adaptativo”, explica Oliveira.

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Livro sobre aquisição atípica da linguagem é lançado em evento online

28/03/2023 16:16

Nesta quarta-feira, 29 de março, ocorre o lançamento da coletânea Aquisição atípica da linguagem: modelos linguísticos e prática clínica, às 19h, por meio do canal no Youtube da Editora Abralin. A coletânea conta com textos de pesquisadores brasileiros e portugueses, das áreas de Linguística e Fonoaudiologia, e foi publicada pela Editora da Associação Brasileira de Linguística.

A obra é organizada pela professora Cristiane Lazzarotto-Volcão, do Departamento de Língua e Literatura Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Linguística da UFSC, juntamente com as professoras Marian Oliveira, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), e Maria João Freitas, da Universidade de Lisboa.

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UFSC inicia cultivo de Cannabis para aplicação em pesquisa na área de medicina veterinária

27/03/2023 17:14

Plantas serão cultivadas em estufa para pesquisas agronômicas do Campus de Curitibanos (Fotos: Divulgação)

Dentro de cinco a seis meses, pesquisadores do Campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), liderados pelo professor Erik Amazonas, esperam começar a produzir os extratos de Cannabis a partir de plantas cultivadas em laboratório. Recentemente, foram plantadas 120 sementes de mesma genética certificada de uma variedade rica em Canabidiol (CBD), substância já amplamente empregada na produção de medicamentos.

Estes são os primeiros desdobramentos da permissão concedida pela Justiça Federal, no final de 2022, para que o professor Amazonas possa realizar o cultivo, preparo, produção, fabricação, depósito, porte e prescrição de derivados da Cannabis sativa. Os extratos serão utilizados em uma pesquisa da aplicação da planta na área da medicina veterinária, da qual ele é um reconhecido pesquisador.

As mudas serão cultivadas em estufa própria para cultivo e pesquisas agronômicas do Campus de Curitibanos – espera-se uma taxa de germinação entre 90% e 95%. Enquanto as plantas crescem, o professor pretende importar insumos de parceiros para já obter extratos para pesquisas.

A extração dos óleos será feita na própria Universidade. “Temos o Laboratório Multiusuário de Análise Instrumental (Lamai) no Campus de Curitibanos, coordenado pelo professor Cristian Soldi, que tem condições de realizar extrações alcoólica, hidroalcoólica, por ultrassom, dentre outras. Um dos desdobramentos de pesquisa que iremos abordar é o desenvolvimento de diferentes métodos de extração e de formulações para uso veterinário”, explica Amazonas.

De acordo com o professor, o Centro de Ciências Rurais (CCR) tem condições de analisar, avaliar e garantir a qualidade dos óleos, contudo os pesquisadores também pretendem fazer parcerias com outras instituições para ampliar o rol de compostos avaliados entre os diferentes laboratórios, de modo a analisar qualitativamente os extratos de forma mais completa.

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Pesquisa da UFSC recruta pacientes com sintomas prolongados da Covid-19 para tratamento gratuito de acupuntura

27/03/2023 15:44

Uma pesquisa do Departamento de Ciências Fisiológicas do Centro de Ciências Biológicas da UFSC (CFS/CCB) vem utilizando a acupuntura para tratar pacientes com sintomas prolongados ou que não tenham se recuperado totalmente da Covid-19. O tratamento é feito por meio da ativação de um nervo específico, o nervo vago.

“Vários estudos demonstram que a ativação do nervo vago, por meio da acupuntura, promove efeito anti-inflamatório e auxilia na prevenção e tratamento de várias doenças crônicas. Imaginamos que as pessoas com sintomas persistentes pós-Covid estejam justamente com desequilíbrios no seu sistema imunológico, e esse tratamento pode ajudá-los a balancear essas deficiências”, explica o professor e pesquisador do Departamento de Ciências Fisiológicas Guilherme Speretta.

A pesquisa está com inscrições abertas para novos pacientes que sofram de sintomas persistentes pós-Covid, como o cansaço, dor no peito, dificuldade respiratória, falta de memória e atenção. Interessados em participar dos estudos e receber atendimento gratuito de acupuntura na UFSC podem entrar em contato pelo WhatsApp – (48) 98808 – 4968.

Podem participar adultos de 18 a 60 anos, que tiveram Covid-19 há no máximo 12 meses, que relatam sintomas persistentes, sem diagnóstico de doença crônica prévio à Covid-19.

 

Saiba mais:
Reportagem sobre a pesquisa 

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UFSC lança Guia de Campo das Bromélias do Campus de Florianópolis

27/03/2023 12:25

A publicação Bromélias-tanque (Bromeliaceae) do Campus Trindade (UFSC) está disponível para download. O material é um guia de campo, resultado de três anos de pesquisas (incursões e análises laboratoriais) para estudo da relação entre as bromélias e o mosquito Aedes aegypti no ambiente urbano da UFSC.

A iniciativa foi da Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC (CGA) em parceria técnico-cientifica com o Laboratório de Anatomia Vegetal do Departamento de Botânica (LAVeg). O Guia é associado ao livreto (disponível aqui) lançado em 2022, para juntos compor material que evidenciam o papel ecológico das bromélias, por meio da descrição da sua biologia, estrutura e de como protagonizam diversas interações interespecíficas.

Guias de campo

O Field Guide é um projeto do Field Museum (Chicago, USA) que agrega e disponibiliza gratuitamente guias de campo de todo o mundo. Além das belas imagens, os documentos consolidam informações científicas com fins de apresentar às pessoas a diversidade natural e cultural do nosso planeta.

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Colóquio aborda questões de raça e gênero

22/03/2023 17:12

O Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza o Colóquio de Pesquisadoras/es IEG/UFSC 2023 nesta segunda-feira, 27 de março, à 18h. O evento tem o objetivo de discutir questões de raça e gênero e ocorrerá de forma remota pelo canal do IEG no Youtube

O projeto apresentará discussões sobre temas como feminismo negro, afetividade negra, juventude, memória e cena musical. As teses de três pesquisadores ligados ao IEG pautarão os principais pontos debatidos pelos presentes.

Para mais informações, acesse a página do IEG/UFSC.

 

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Livro sobre impactos econômicos e sociais da covid será lançado dia 21

17/03/2023 17:57

O livro O legado econômico e social da covid-19 no Brasil e em Santa Catarina será lançado na próxima terça-feira, 21 de março, às 18h30, no Auditório do Centro Socioeconômico (CSE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), no Campus Universitário Trindade, em Florianópolis. A obra é uma coletânea de artigos de pesquisadores da UFSC e de outras instituições nacionais, e discute temas como os impactos econômicos da pandemia, a evolução da pobreza, o crescimento da fome e os efeitos no processo educacional.

Organizado pelo professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSC Lauro Mattei e com prefácio de Fabrício Menegon, do Departamento de Saúde Pública, o livro retrata o cenário econômico e social do país e do estado após três anos de pandemia de covid-19. 

Em seus 14 capítulos, a obra destaca as principais consequências e as lições que ficaram desse período histórico vivido pelas populações das diferentes partes do mundo. Também explora com detalhes a complexidade social e econômica exposta pela covid-19 e procura entender, à luz de uma perspectiva histórica de longa duração, as possíveis transformações estruturais que o país deverá enfrentar após a incidência da pandemia. 

No evento de lançamento, será possível assistir a uma apresentação dos autores. Os que estiverem participando de forma presencial farão falas de até cinco minutos cada. Já os pesquisadores de instituições de fora do estado, enviarão vídeos sobre seus trabalhos.

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Livro apresenta mulheres que contribuíram para a descoberta de elementos químicos

17/03/2023 14:03

Keysy Solange Costa Nogueira e Raissa Souza Rezende são autoras do livro Mulheres e a tabela periódica: caminhos que se cruzam. Foto: Arquivo pessoal

A egressa do curso de Licenciatura em Química da UFSC Blumenau Raissa Souza Rezende, juntamente com a professora Keysy Solange Costa Nogueira, acabam de lançar o livro Mulheres e a tabela periódica: caminhos que se cruzam, pela Editora Livraria da Física. A obra conta a história de mulheres cientistas que contribuíram para a descoberta de elementos químicos da tabela periódica e que geralmente não são reconhecidas.

O livro é o resultado do trabalho de conclusão de curso (TCC) de Raissa, que foi orientado pela professora Keysy. A egressa conta que o tema surgiu no início do curso e foi sendo amadurecido ao longo da graduação. “Quando fiz a disciplina de Química Inorgânica com o professor José Wilmo, me apaixonei pela tabela periódica e decidi que gostaria de pesquisá-la mais a fundo. Em outro momento, quando já estava mais avançada na graduação, acabei lendo um artigo da revista Galileu que falava sobre as mulheres esquecidas por trás da tabela. Achei o tema muito interessante e então comecei a pensar em uma forma de juntar os dois assuntos.”

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Cadernos de Tradução lança edição sobre tradutores de teatro

16/03/2023 10:15

Está disponível a primeira edição de 2023 da revista Cadernos de Tradução, publicada pelo Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução da Universidade Federal de Santa Catarina. O número foi organizado pelas professoras Alinne Balduino Pires Fernandes (UFSC) e Ruth Bohunovsky (UFPR) e conta com nove artigos que abordam diversas formas de agência do tradutor no âmbito teatral, tanto no Brasil quanto em contextos internacionais. “Entender a função do tradutor de teatro como próximo à do dramaturgista pode ampliar nossa compreensão sobre sua relevância e influência nos entremeados dos caminhos de sobrevida, de recepção, mas também de sumiços e ressurreições de textos teatrais”, diz a apresentação da revista.

> Confira a publicação através do link.

O objetivo principal da revista é publicar resultados de pesquisas no campo dos Estudos da Tradução no Brasil e no exterior e acompanhar o debate na área, cuja interdisciplinaridade lhe é inerente. Publica regularmente artigos, resenhas e entrevistas de alta qualidade, com efetiva contribuição científico-acadêmica para os Estudos da Tradução. Além disso, os critérios adotados para a seleção dos trabalhos são: ineditismo, originalidade, clareza, relevância para a área.

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Nota de pesar: Falece Peninha, artista popular, museólogo e servidor aposentado da UFSC

16/03/2023 09:28

Um guardião da memória da cultura açoriana. Um entusiasta das histórias da Ilha de Santa Catarina. Um artista popular. Um pioneiro na introdução da museologia no estado. A biografia de Peninha – o Gelci Coelho -, que faleceu na madrugada desta quinta-feira, 16 de março, em São José, é daquelas que prendem qualquer leitor.

Na Universidade Federal de Santa Catarina, foi diretor do Museu de Arqueologia e Etnologia Oswaldo Rodrigues Cabral (Marque), tendo cultivado uma história de amizade e de parceria com o artista Franklin Cascaes – cuja morte, coincidentemente, fez 40 anos nesta quarta-feira, 15 de março. O velório será em São José, na Igreja de Nossa Senhora dos Passos, das 11h até 15h30, quando saíra o cortejo para sepultamento, às 17h, no Cemitério Municipal de São José.

“Para nosso museu, Peninha foi um dos mais importantes e presentes pilares, ao longo de toda sua trajetória. Moldou, através de seu sempre comprometido e incansável trabalho, muito do que somos. Foi, mesmo depois de sua aposentadoria em 2008, figura central, sempre à disposição da instituição para colaborar, dividindo seu talento e seu conhecimento”, informa a nota de pesar elaborada pelos colegas do Marque, onde Peninha foi diretor por mais de uma década.

A historiadora Elizabeth Neves Pires relembra o pioneirismo do artista ao trabalhar pela capacitação dos trabalhadores de museus. “O curso de Museologia da UFSC também faz parte dessa história. Muitos dos trabalhadores de museus eram pessoas leigas e lutamos para a criação do curso”, recorda ela, que esteve com Peninha dias antes de seu falecimento.

“Aprendi muito com ele. A humildade que ele tinha e a vontade de repassar o conhecimento sempre foram exemplo. Na UFSC, a montagem dos presépios na frente do Museu fez parte dessa história”, conta a amiga. Ela também lembra que a trajetória do artista na cultura popular fez com que, em muitos momentos, fosse marginalizado na academia. “Ele dizia que doutor não carregava cadeira e ele sim”, narra.

Peninha era formado em História pela UFSC e especialista em Museu, Educação e Artes pela Universidade de São Paulo. Dedicava-se à extensão universitária com seu trabalho como museólogo. Trabalhava com oficinas nas quais ensinava a construir alegorias do folguedo folclórico do Boi de Mamão, promovia palestras sobre mapeamento cultural de base açoriana, entre outras coisas. Também criou e coordenou o Núcleo de Estudos Museológicos.

Em um trabalho de conclusão de curso de História, Peninha é citado como um dos principais responsáveis pela publicização dos trabalhos de Franklin Cascaes – cuja casa dos pais ele conhecia desde a infância. Além disso, foi graças à insistência dele que a UFSC recebeu todo o acervo produzido pelo artista. A aproximação entre eles, portanto, foi fundamental para a arte catarinense. “Cascaes retomou seu processo de trabalho, circulando de forma constante nos circuitos artísticos do estado e expondo individualmente em algumas cidades catarinenses. No meio cultural Cascaes começou a ter sua obra reconhecida e constantemente exposta para o público em geral”, sinaliza o texto de Alan Cristhian Michelmann.

 

Peninha (no canto à direita) na abertura de exposição da obra de Franklin Cascaes, em 1974. Foto: Acervo Agecom.

Manezinho raiz

Nascido em São Pedro de Alcântara, em 10 de agosto de 1949, Gelci José Coelho, o Peninha, foi um dos guardiões da história, memória, cultura e arte de Santa Catarina. Cresceu e viveu em São José e na Enseada de Brito, em Palhoça. Com formação em História e Museologia, trabalhou desde os 21 anos até a aposentadoria na UFSC junto ao MArquE. Nesta instituição, atuou em pesquisa, guarda de acervo, exposição, gestão em museologia e se tornou, em 1996, Diretor do Museu, cargo no qual permaneceu até se desvincular da instituição, em 2008. Trabalhou com o artista, folclorista e pesquisador Franklin Joaquim Cascaes por mais de uma década, sendo seu assistente e aprendiz.

Foi artista plástico, perfomer, ator, dramaturgo, produtor de instalações urbanas como o Presépio Natural e Artesanal da Praça XV de Novembro no centro de Florianópolis. Foi apoiador e consultor de atividades culturais ligadas à herança dos açorianos, dos descendentes das nações africanas e indígenas que habitam o litoral catarinense, sendo também um reconhecido contador de histórias.

Dentre as lendas de sua autoria, a mais famosa é a do Baile das Bruxas em Itaguaçu. As icônicas pedras da praia no bairro de Coqueiros, na parte continental de Florianópolis, seriam bruxas que foram petrificadas por não terem convidado o diabo para a grande festa que promoveram ali. A lenda já faz parte do repertório cultural da região e foi devidamente reconhecida pelo poder público municipal, que a registrou em uma placa de ferro fixada no local. As ‘Pedras de Itaguaçu’ foram tombadas como Patrimônio Natural, Paisagístico e Cultural do Município em 2014.

Em 2019, lançou o livro Narrativas absurdas: verdades contadas por um mentiroso, em que mescla sua história de vida com lendas, contos e casos raros do litoral de Santa Catarina, narrando sua trajetória desde as primeiras lembranças. A comunidade universitária, enlutada,  solidariza-se com a família e os amigos de Peninha.

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Instituto de Estudos de Gênero da UFSC premia pesquisas na área do feminismo

15/03/2023 17:03

O Instituto de Estudos de Gênero (IEG), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), apresentará pela primeira vez o Prêmio Zahidé Muzart, que premia as melhores teses, dissertações e TCCs na área de estudos feministas. Os interessados poderão se candidatar ao prêmio até  30 de março, via formulário.

Serão aceitos apenas os trabalhos defendidos em 2022 que foram orientados por professores vinculados ao IEG ou que foram formalmente indicados por carta de um orientador de um dos núcleos que compõem o instituto. A divulgação do resultado ocorrerá em maio. Para mais informações, acesse o edital de seleção.

 

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Inovações e sustentabilidade na Amazônia são tema de palestra

15/03/2023 09:52

O Laboratório de Estudos da Multifuncionalidade Agrícola e do Território (Lemate) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em parceria com o Programa de Educação Tutorial (PET) Educampo, promove a palestra Inovações sociomateriais e sustentabilidade em Territórios Amazônicos. O evento ocorre nesta quinta-feira, 16 de março, às 19h, pelo canal do Lemate no Youtube

A atividade faz parte do ciclo de palestras 2ª Escola de Verão e das Águas, que trata sobre os temas do desenvolvimento territorial sustentável (DTS) e, mais especificamente, dos territórios rurais criativos. A 2ª Escola de Verão e das Águas ocorre durante o mês de março, nas terças e quintas-feiras, das 19 às 21h, sendo uma hora de palestra e outra de debate com os palestrantes, sempre pelo Youtube

As sessões contam com a participação de um pesquisador e de um ator territorial, que pode ser uma liderança de organização representativa da agricultura familiar ou um agente de DTS ligados a órgãos públicos ou da sociedade civil. O objetivo é ampliar a visibilidade e aprender com iniciativas consolidadas de desenvolvimento territorial sustentável existentes no meio rural brasileiro. Algumas dessas experiências têm uma trajetória histórica de mais de três décadas e cumprem, na atualidade, distintos papéis no diversificado leque de ações de DTS.
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Pesquisadores da UFSC usam lasers da Nasa para detecção de fumaça e nuvens

14/03/2023 15:24

Você com certeza nem notou, mas há cerca de um mês e meio, na madrugada de 27 de janeiro, raios lasers verdes vindos do espaço atingiram Florianópolis, varrendo a ilha de norte a sul. Os feixes de luz – finos demais para serem observados a olho nu por humanos desavisados – vêm de um satélite da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, e são capazes de medir com bastante precisão a altura de árvores, morros e icebergs, a espessura de camadas de gelo e a profundidade de mares e lagoas. Já descobriram até um lago secreto sob o manto de gelo da Antártida. 

Satélite ICESat-2 é equipado com um sistema de lasers verdes, que mede a altura da superfície do planeta. Ilustração: Nasa Goddard Media Studios

Também vêm sendo usados de modos inovadores por cientistas catarinenses. Os professores Renato Ramos da Silva, Reinaldo Haas, ambos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e Yoshiaki Sakagami, do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), aplicaram os dados obtidos com os lasers para avaliar a altura de fumaça e nuvens em regiões de queimadas. Combinando informações de outros satélites e de balões meteorológicos, os pesquisadores observaram um aumento da temperatura da atmosfera na mesma altura da fumaça, um indicativo de que as queimadas podem gerar uma camada que inibe a formação de chuvas em períodos muito secos. Os resultados foram publicados na revista científica Holos Environment e chamaram a atenção da Nasa, que convidou o grupo a apresentar o trabalho em um evento científico internacional, realizado em novembro de 2022 e disponibilizado no Youtube.

Lasers da Nasa

Lançado em 2018, o satélite ICESat-2 (Ice, Cloud and Land Elevation Satellite-2) é equipado com um sistema de lasers verdes, dentro do espectro da luz visível. Com 10 mil pulsos de laser emitidos por segundo, o equipamento realiza medidas de altura conforme trafega pelo planeta. A altitude de cada elemento da superfície terrestre é medida a partir do cálculo do tempo que o feixe de luz leva para voltar ao satélite. 

Parte do Sistema de Observação da Terra da Nasa, que tem como principal foco as áreas congeladas do planeta, chamadas de criosfera, o satélite também mede alturas nas regiões temperadas e tropicais e permite fazer um balanço da vegetação nas florestas em todo o mundo. Os dados coletados pelo satélite são públicos e de livre acesso e têm viabilizado descobertas importantes. Recentemente, por exemplo, os lasers possibilitaram a identificação de dois lagos subterrâneos na Antártida, bem como a observação de que o volume dos lagos está diminuindo, sua água está secando. 
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Pós-graduação em Engenharia Civil abre vagas de doutorado para 2º trimestre de 2023

13/03/2023 11:13

O Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil (PPGEC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está com processo seletivo aberto para doutorado no 2° trimestre de 2023. Ao todo, serão disponibilizadas 13 vagas, em que 4 delas estão reservadas para candidatos de ações afirmativas. Os interessados deverão se inscrever gratuitamente até 2 de abril, via sistema capg.

A seleção será realizada a partir da avaliação do Histórico Escolar, Currículo Lattes e de Carta de Intenções. Outros documentos, formulários exigidos e procedimentos para inscrição devem ser consultados no edital. Os candidatos ingressantes no Doutorado do PPGEC poderão concorrer a bolsas, de acordo com editais específicos a serem divulgados após a publicação dos resultados do processo seletivo. O resultado final está previsto para dia 6 de maio. Para mais informações, consulte a página do PPGEC ou o canal do Youtube.

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Em decisão, STF indica artigo de professora da UFSC como referência em estudos de gênero

08/03/2023 11:06

O artigo Direito Brasileiro: Discurso, Método e Violências Institucionalizadas, assinado pela professora Grazielly Alessandra Baggenstoss, do Departamento de Direito da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi citado como referência em decisão assinada pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O trabalho foi considerado um dentre “a vasta produção que precisa ser conhecida e reconhecida pelo Poder Judiciário” quando o assunto envolve a perspectiva de gênero.

Grazielly conta que, entre 2018 e 2019, estudou e coordenou pesquisas com a temática Direito e Feminismos, que tinham com o objetivo investigar o direito brasileiro e verificar a possibilidade de existência de lacunas normativas no campo dos direitos humanos, especialmente no que se referia às mulheres.

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Estudantes da UFSC desenvolvem carro elétrico autônomo

06/03/2023 15:18

ERA-222 é o segundo fórmula autônomo das Américas. Foto: divulgação/Ampera Racing

A equipe de competição Ampera Racing, formada por estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), finalizou seu primeiro projeto de carro autônomo – que dirige sozinho, sem motorista para conduzi-lo. Lançado oficialmente na última semana, o protótipo ERA-222 é movido por um motor elétrico e foi projetado com tecnologia avançada de inteligência artificial, que faz a detecção de cones e o planejamento da trajetória e permite sua operação sem controle humano direto. O veículo pode ser visto andando pelo Campus Universitário Trindade, em Florianópolis, nesta primeira semana de aulas.

O carro é equipado com um atuador na direção, para controlar o volante, um freio de emergência e um sistema de emergência remoto em caso de falha. Além disso, um sistema de câmeras inteligentes permite estimar a posição dos objetos e do próprio carro. Este é um diferencial em relação à maioria dos veículos autônomos do mundo. O sensor mais utilizado atualmente para reconhecimento de terreno e obstáculos se chama Lidar e se baseia em um conjunto de lasers para mapear seus arredores. 

A troca ocorreu pelo preço do produto – os sensores passam de R$ 20 mil. Mas as pesquisas da UFSC com carros autônomos também buscam alternativas ao Lidar pela falta de clareza sobre os riscos que uma exposição ampliada e contínua a esses lasers possa oferecer às pessoas em um potencial futuro repleto de carros autônomos rodando pelas ruas.
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Tags: Ampera Racingequipes de competiçãoUFSCUniversidade Federal de Santa CatarinaVeículos Autônomos

Palestra apresenta técnica de visualização em microscopia de fluorescência

27/02/2023 17:03

Laboratório Multiusuário de Estudos em Biologia atende demandas de ensino, pesquisa e extensão. Foto: CCB/UFSC

O Laboratório Multiusuário de Estudos em Biologia (Lameb) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove a palestra Bioimaging Brasil – Simplificando a bioimagem: dos conceitos básicos até a aplicação nesta quinta-feira, 2 de março, às 10h. Direcionada a estudantes de graduação e pós-graduação, servidores técnico-administrativos das áreas laboratoriais e pesquisadores que trabalhem ou que tenham interesse em trabalhar com visualização de imagens de marcadores fluorescentes em animais in vivo, a atividade é gratuita e ocorre no auditório do Bloco E do Centro de Ciências Biológicas (CCB), andar térreo, em Florianópolis. Não há necessidade de inscrição prévia.

A palestrante é Maísa Mota Antunes, pesquisadora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e integrante do Projeto Bioimaging Brasil. A convidada irá apresentar uma técnica chamada de microscopia intravital, utilizada para visualização de animais vivos anestesiados que receberam marcadores fluorescentes para as mais diversas estruturas. A técnica utiliza microscópios de fluorescência como os disponíveis para uso no Lameb. Segundo os organizadores da atividade, seu conhecimento possibilitará a aplicação em diversas pesquisas que estão sendo realizadas na UFSC e potencializará as publicações de trabalhos realizados na instituição.

Mais informações pelo e-mail lameb.ccb@gmail.com.

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Engenharia Química apresenta projeto sobre produção de hidrogênio verde

27/02/2023 13:44

O Departamento de Engenharia Química da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) apresentará o projeto Produção de hidrogênio verde com ênfase em catalisadores para a transição energética e desenvolvimento de protótipo em evento on-line nacional nesta terça-feira, 28 de fevereiro. Organizada pelo Programa de Inovação em Hidrogênio Verde (iH2 Brasil), do qual a UFSC faz parte, a atividade tem início às 10h30 e transmissão ao vivo pelo canal do Parque Tecnológico Itaipu (PTI) no Youtube. Os interessados em participar podem se inscrever pelo formulário

Ao longo do evento, serão apresentados oitos projetos desenvolvidos por instituições sem fins lucrativos inscritas na categoria P&D do Programa iH2 Brasil. O projeto integra a Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável e é implementado pela Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH e pelo Ministério de Minas e Energia (MME) com apoio do Ministério para Cooperação e Desenvolvimento da Alemanha (BMZ). O projeto apresentado no âmbito da UFSC é coordenado pela professora Regina de Fátima Peralta Muniz Moreira.

 

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Estudo analisa soberania e segurança alimentar em comunidade quilombola de SC

24/02/2023 10:18

Apesar de estar no local há cerca de 200 anos, a Comunidade Remanescente de Quilombo São Roque ainda não tem garantido o direito a seu território. Foto: Danilo Barretto

A luta pelo direito ao território, os conflitos em torno do uso da terra, a diversidade de plantas alimentícias e as relações entre soberania e segurança alimentar são alguns dos temas abordados na pesquisa de doutorado de Maiara Cristina Gonçalves, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Fungos Algas e Plantas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O estudo, realizado junto à Comunidade Remanescente de Quilombo São Roque, localizada em Praia Grande (SC), revela que, apesar da ampla variedade de espécies de plantas cultivadas e do compartilhamento e doações entre os moradores, mais da metade das famílias enfrenta algum grau de insegurança alimentar.

Isso se deve principalmente ao pouco espaço disponível para cultivo – consequência da lentidão do processo de regularização do direito ao território. Os resultados iniciais foram divulgados no artigo Agricultura tradicional e soberania alimentar: conhecimento quilombola no manejo de plantas alimentícias, publicado na revista internacional Journal of Ethnobiology (disponível também em português aqui).

Formada no século XIX por escravizados negros e indígenas como uma das formas de resistir ao sistema escravista, a Comunidade Remanescente de Quilombo São Roque hoje tem aproximadamente 160 habitantes, divididos em 38 unidades familiares e distribuídos em 7.328 hectares. Apesar de estar no local há cerca de 200 anos, ainda não tem garantido o direito a seu território, estabelecido entre os Campos de Cima da Serra e as planícies da bacia do rio Mampituba, próximo à divisa com o Rio Grande do Sul. A comunidade foi reconhecida oficialmente pela Fundação Cultural Palmares e também já passou pelos estudos antropológicos necessários. Desde 2019, o processo está parado em Brasília.

A sobreposição a duas unidades nacionais de conservação, os Parques Nacionais Aparados da Serra e Serra Geral, causou uma série de conflitos nas últimas décadas em função das limitações para atividades econômicas e uso da terra, que restringem o modo de vida quilombola. Em 2018, um termo de compromisso firmado com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) permitiu que a comunidade utilizasse menos de 20 hectares da área contestada para agricultura.
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Em parceria com Harvard, professor da UFSC chega a resultados inéditos em estudos sobre células-tronco

23/02/2023 09:18

Imagem de Doodlart por Pixabay

Células-tronco são capazes de se diferenciar e se transformar em outras células e, por isso, há décadas são estudadas como uma das revoluções da ciência e da medicina. Do câncer a doenças cardíacas, passando pelo Alzheimer, elas são também objetos de investigação na UFSC, onde o professor Edroaldo Lummertz da Rocha, do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia, publicou, somente neste ano, três estudos com resultados inéditos em revistas de alto impacto do grupo Nature e da prestigiada Cell Stem Cell.

As pesquisas trabalham com a biologia de sistemas, usando softwares como forma de estudar e descrever o comportamento celular, mas também têm abordagem experimental. Os mecanismos são pesquisados em organismos vivos como camundongos e também no peixe-zebra. “Em conjunto, estes estudos destacam a importância da biologia computacional para compreender o funcionamento das nossas células e como utilizar esse conhecimento para criar células-tronco hematopoiéticas em laboratório a partir de células-tronco pluripotentes, as quais possuem a capacidade de produzir praticamente qualquer célula do nosso organismo”.

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UFSC lidera a lista na pesquisa aplicada em Jornalismo no Brasil

15/02/2023 11:58

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) lidera o ranking de instituições que mais publicaram trabalhos sobre pesquisa aplicada em jornalismo. Entre 2011 e 2022, a instituição publicou 19 trabalhos em revistas científicas, anais de eventos acadêmicos e em seu programa de pós-graduação, por meio de dissertações e teses. O ranking ainda destaca dois pesquisadores da UFSC e que são referência em pesquisa aplicada: a professora Rita Paulino e o professor Elias Machado.

A UFSC também desponta como primeira universidade a oferecer cursos de mestrado e doutorado acadêmico em Jornalismo do país, em 2007 e 2013, respectivamente. Desde então é referência em termos de pesquisa em Jornalismo, por meio de quadros docentes de relevância nacional e internacional. O grupo de docentes também é reconhecido pela liderança na atuação acadêmica da pesquisa e da teorização.

Os dados foram extraídos do repositório do Observatório de Pesquisa Aplicada em Jornalismo no Brasil. O levantamento é fruto de uma pesquisa acadêmica desenvolvida pelo projeto Tecnologias da comunicação e a formação em jornalismo, ligado ao Grupo de Pesquisa Comunicação, Tecnologia e Sociedade, do Centro Universitário Internacional Uninter, em Curitiba.

Saiba mais no site OPAJOR

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Trabalho com satélites de professor da UFSC é reconhecido pela Agência Espacial Brasileira

14/02/2023 10:58

Professor Bezerra e Carlos Augusto Teixeira de Moura, presidente da AEB

O professor Eduardo Augusto Bezerra, do Laboratório de Pesquisa em Sistemas Espaciais (SpaceLab), do departamento de Engenharia Elétrica e Eletrônica da UFSC, foi um dos dez homenageados com a menção honrosa ao mérito espacial, honraria concedida no aniversário de 29 anos da Agência Espacial Brasileira (AEB).Bezerra foi um dos acadêmicos prestigiados pela liderança em projetos ligados ao Programa Espacial Brasileiro. Na solenidade, disse estar representando dezenas e centenas de pessoas com quem trabalhou ao longo dos últimos 29 anos, boa parte deles com apoio da AEB.

Na segunda-feira, 13 de fevereiro, o trabalho do laboratório coordenado pelo pesquisador foi destaque no portal da AEB. O texto indica que o FloripaSat-1, missão de demonstração tecnológica totalmente desenvolvida por estudantes do SpaceLab, está em operação – um CubeSat composto por cinco módulos, cujos objetivos principais são o educacional e a validação em órbita (In-orbit Validation, IoV).

À AEB, ele afirmou que os objetivos foram concluídos com êxito e que novas missões utilizando a plataforma aberta do FloripaSat têm como propósito a independência tecnológica em relação aos fornecedores estrangeiros. “Temos uma formação em fluxo contínuo de estudantes nos diversos níveis, da graduação ao doutorado, incluindo pós-doutorado, em uma vasta área de assuntos relacionados a CubeSats e aplicações espaciais em geral”, disse.

A primeira atividade do professor junto à AEB foi realizada ainda 1993, quando desenvolveu o procedimento de testes para o computador de bordo do satélite brasileiro SACI-I na sua pesquisa de mestrado. “Após isso, foram diversos sistemas e aplicações desenvolvidas, com utilização em foguetes de sondagem, na Estação Espacial Internacional, em satélites de grande porte, e os satélites de pequeno porte desenvolvidos e em desenvolvimento”, explica.

Ele ainda destacou a parceria que trouxe a ‘Constelação Catarina’ para o Estado. O programa tem o objetivo de desenvolver e fabricar nanossatélites para atuar na defesa civil e na agricultura de precisão e conta com a parceria de instituições do Estado.

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