Revista acadêmica do curso de Direito da UFSC lança 11ª edição

21/12/2022 10:15

Foi publicada nesta semana a 11ª edição da Revista Avant (vol. 6, nº 2), publicação do curso de Direito do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A revista acadêmica é uma produção independente dos alunos e tem como objetivo criar um veículo para promoção do debate e divulgação de trabalhos científicos em diversas áreas jurídicas produzidos por graduandos.

Na apresentação, o corpo editoral afirma que a publicação “reafirma o compromisso do nosso periódico com a produção científica crítica e de qualidade ao ser construída em meio às incertezas impostas pelo cenário de cortes sucessivos na educação, que comprometem o funcionamento das instituições públicas de ensino e prejudicam diretamente milhares de pesquisadores e estudantes que dependem de auxílio estudantil para permanência na Universidade”.

A publicação surgiu da constatação da carência, em algumas disciplinas, do estímulo à pesquisa desde as primeiras fases do curso. O conteúdo pode ser acessado no Repositório Institucional da UFSC e compreende discussões acadêmicas e trabalhos culturais submetidos por discentes de todo o Brasil.

Mais informações sobre a publicação na página revistaavant.paginas.ufsc.br. As edições anteriores podem ser encontradas neste link.

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UFSC premia alunos destaques da Iniciação Científica e Tecnológica em 2022

21/12/2022 08:59

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promoverá na quinta-feira, 22 de dezembro, a premiação do 32º Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica e do 12º Seminário de Iniciação Científica para o Ensino Médio da Universidade. A cerimônia será às 9h, na Sala dos Conselhos, localizada no prédio da Reitoria 1, no Campus Universitário Trindade, em Florianópolis. Nesta edição, oito alunos receberão as honras, sete da graduação e uma estudante que ainda está no Ensino Médio.

Como prêmio, os alunos da graduação ganharão inscrição e passagens custeadas pela UFSC para apresentarem os seus trabalhos na Jornada Nacional de Iniciação Científica (JNIC) 2023, prevista para acontecer entre os dias 23 e 29 de julho de 2023, em Curitiba. Já a aluna do Ensino Médio, será premiada com um Kindle. Estarão presentes o reitor, Irineu Manoel de Souza, o pró-reitor de Pesquisa e Inovação em exercício, William Gerson Matias, e servidores da Coordenadoria do Programa Institucional de Iniciação Científica e Tecnológica. Para lista completa dos premiados e mais informações, acesse a página do evento.

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Projeto de laboratório remoto para programação é premiado em evento internacional

16/12/2022 14:57

Laboratório possibilita programação e manipulação de um Arduino remotamente. Foto: divulgação

O projeto Ambiente remoto para programação e desenvolvimento em Arduino conquistou a primeira colocação na categoria “Experimento controlado remotamente” do Prêmio Internacional de Laboratórios Online, promovido pelo Consórcio Global de Laboratórios Online (GOLC). Desenvolvido pelo Laboratório de Experimentação Remota (Rexlab) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o projeto oferece um ambiente de experimentação direcionado à criação e à execução de códigos de programação com possibilidade de acesso e manipulação de dispositivos por streaming de vídeo. A premiação será entregue durante a Conferência sobre Engenharia Remota e Instrumentação Virtual, que ocorre de 1º a 3 de março em Thessaloniki, na Grécia. 

Sob coordenação dos professores do Centro de Ciências, Tecnologias e Saúde da UFSC Araranguá Juarez Bento da Silva e Simone Meister Sommer Bilessimo e pelo docente do Centro Tecnológico (CTC) João Bosco da Mota Alves, o laboratório remoto é destinado a professores e alunos de todos os níveis educacionais e demais interessados nas áreas de eletrônica, programação e automação. O objetivo é auxiliar em estudos e práticas relacionados à programação para o microcontrolador Arduino. Ao permitir a verificação, o carregamento de códigos, a manipulação de um Arduino Uno e o controle de sensores e atuadores remotamente, também pode dar suporte a ambientes de experimentação e aprendizado de internet das coisas (IoT). 

O laboratório está disponível em quatro idiomas – português, inglês, espanhol e francês – e pode ser acessado a partir do Ambiente de Aprendizagem com Experimentos Remotos (Relle). O projeto foi desenvolvido dentro da filosofia open source e open hardware, com documentação disponível em github.com/RExLab. 

Confira o vídeo apresentado na inscrição para o prêmio (em inglês):

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UFSC e MCTI apresentam equipamentos para fabricar alimentos em pó

15/12/2022 08:47

Unidade demonstrativa foi inaugurada no Campus Trindade, em Florianópolis. Foto: MCTI/Divulgação

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) inaugurou nesta quarta-feira, 14 de dezembro, a unidade demonstrativa do projeto Cadeias Produtivas do Açaí e Cupuaçu: Fábrica Sustentável de Alimentos em Pó em Pequena Escala. A planta está instalada no Laboratório de Propriedades Físicas dos Alimentos da Universidade Federal de Santa Catarina (PROFI/UFSC), no Campus Universitário Trindade, em Florianópolis. A unidade demonstrativa será utilizada para aperfeiçoamento do maquinário que irá beneficiar famílias de pequenos produtores de açaí e cupuaçu na região amazônica.

O MCTI investiu R$ 2,2 milhões na nova tecnologia que pretende ser uma solução para melhorar o aproveitamento de produtos das cadeias produtivas da bioeconomia. A ideia é que, com os novos equipamentos, as comunidades possam ter acesso a novos mercados e agreguem valor ao produto. A unidade demonstrativa na UFSC será utilizada para aperfeiçoamento do maquinário, desenvolvimento de protocolos e realização de capacitações das unidades de processamento, cujas obras têm previsão de se encerrar até o fim deste ano.

O processamento para obtenção de polpa em pó possibilita o desenvolvimento de novos produtos alimentares, cosméticos e farmacológicos, e apoia o desenvolvimento sustentável das comunidades produtoras e extrativistas da região amazônica – que devem receber as primeiras unidades de processamento.

“Esses equipamentos são mais um resultado da produção científica e tecnológica da UFSC que beneficiará famílias produtoras brasileiras, contribuindo para o desenvolvimento social que é um dos objetivos de nossa instituição”, comenta o reitor da UFSC, Irineu Manoel de Souza.

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UFSC promove evento sobre a arte e ciência da escrita nesta quarta-feira, dia 14

12/12/2022 09:57

O evento Arte e ciência da escrita: por que parece tão difícil escrever? ocorre nesta quarta-feira, dia 14 de dezembro, das 9h às 12h, no Auditório do Centro de Ciências da Educação (CED) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A atividade também será transmitida on-line pelo YouTube. As inscrições podem ser realizadas através do formulário até o dia 13 de dezembro. Os participantes recebem certificado de três horas complementares. 

A atividade aborda os estudos da escrita e as contribuições da pós-graduação sobre o tema. Será ministrada por  Ana Maria Netto Machado da Université International Terre Citoyenne (UiTC), com a participação da professora Luciana Passos Sá do Programa de Pós-Graduação em Educação Científica e Tecnológica (PPGECT) da UFSC. Também conta com a presença do Lucídio Bianchetti do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da UFSC. O evento compõe o projeto de estágio de pós-doutorado intitulado A escrita na pesquisa em educação científica e tecnológica: reflexões sobre autoria, autonomia e formação, juntamente com a disciplina Escrita acadêmica e pesquisa em educação científica e tecnológica, oferecida por Adriana Mohr da PPGECT da e Carmen Farias, pós-doutoranda da PPGECT. 

Organizado pelo Programa de Pós-graduação em Educação Científica e Tecnológica (PPGECT) da UFSC; Casulo: Grupo de Pesquisa e Educação em Ciências e Biologia; Programa de Pós-graduação em Educação (PPGE) da UFSC, Traces: Grupo de Pesquisa Trabalho e Conhecimento em Educação Superior; Programa de Pós-graduação em Ensino das Ciências (PPGEC) da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

 

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Egresso da UFSC vence o 24º Prêmio Catarinense de Economia com trabalho de conclusão de curso

12/12/2022 09:49

O egresso do curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), João Vitor Pinheiro Ocker, foi o primeiro colocado na categoria Acadêmica: Monografia de Graduação do 24º Prêmio Catarinense de Economia (PCE), promovido anualmente pelo Conselho Regional de Economia (Corecon-SC). Egressos da UFSC também foram colocados no segundo e terceiro lugares da premiação.

João Vitor Ocker disputou o prêmio com o trabalho “Bem-estar subjetivo dos indivíduos e sofisticação da estrutura produtiva”, apresentado em 22 de julho deste ano. Na monografia, ele aplicou uma regressão logística (com odds ratio) a um grande conjunto de dados do World Value Survey com 17 mil indivíduos de 41 sociedades entre 2017 e 2020. Os resultados demonstraram que “a complexidade econômica tem uma associação positiva e significativa com o bem-estar subjetivo, mesmo após o controle de múltiplos outras variáveis explicativas da felicidade, como saúde, casamento, renda ou democracia”. Isso, apontou o estudo, “implica que pode não ser suficiente focar nos fatores de felicidade em nível individual, mas a estrutura produtiva do país também desempenha um papel significativo na prevenção da infelicidade. O trabalho, na íntegra, está disponível no Repositório UFSC.

Ocker, atualmente é analista de dados na Fundação Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (Fepese). Pela premiação, ele receberá do Corecon-SC um certificado e vai representar o Estado de Santa Catarina no Prêmio Brasil de Economia (PBE), que o Conselho Federal de Economia (Cofecon) promoverá no ano que vem.
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Cadernos NAUI tem nova edição com dossiê sobre ‘patrimônio local e global em tempos de pandemia’

12/12/2022 09:05

A revista eletrônica criada e editada pelo Núcleo de Pesquisa Dinâmicas Urbanas e Patrimônio Cultural (NAUI), do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), apresenta mais um número da publicação que reúne artigos inéditos, resenhas, traduções, entrevistas, dossiês temáticos e ensaios fotográficos. A nova edição do Cadernos NAUI está disponível no site para visualização e download do conteúdo.

O número atual apresenta o dossiê temático “Patrimônio local e global em tempos de pandemia”, organizado por Monica Rotman e Alicia Norma González de Castells, sob a ótica do Painel realizado no congresso International Union of Anthropological and Ethnological Sciences (IUAES), em 2021. O objetivo é visualizar a conjuntura mundial da Covid-19 o seu impacto nos processos de patrimonialização, considerando as dinâmicas como que atravessadas transversalmente por múltiplos fatores, produtos das relações sociopolíticas e econômicas e consequência das articulações entre o global-regional e o local.
Visite a revista eletrônica no site.
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Em último dia, fórum global sobre riscos de desastres reúne especialistas na UFSC

02/12/2022 12:26

Seminário de Boas Práticas trouxe exemplos de atuação da Defesa Civil

O Fórum Global Understanding Risk (UR22), que reuniu durante a semana uma comunidade internacional de especialistas e profissionais da área de identificação de riscos de desastres, chegou ao último dia nesta sexta-feira, 2 de dezembro, com uma agenda de debates e de apresentação de boas práticas na Universidade Federal de Santa Catarina. O evento contou com atividades on-line e presenciais, em diferentes locais de Florianópolis, e incluiu mais de cem sessões técnicas com especialistas de todo o mundo, plenárias, palestras, demonstrações de tecnologia e performances artísticas.

A UFSC sediou a programação desta sexta-feira, realizada no Centro de Cultura e Eventos. A instituição também seria o palco das atividades de quinta, mas em virtude dos prejuízos causados pelas chuvas extremas na Grande Florianópolis, o evento foi reprogramado para a modalidade online. Uma das agendas do último dia de evento foi o painel Ciência Comportamental – A Chave para Desbloquear a Resiliência, em que especialistas de diferentes áreas e regiões do mundo falaram sobre comportamento diante do risco, aplicação das ciências sociais ao gerenciamento de riscos e desastres e governança a partir do diálogo com as comunidades.

O evento foi conduzido pela United Nations Office for Disaster Risk Reduction, entidade global que apoia os países na implementação, monitoramento e compartilhamento do que funciona na redução do risco existente e na prevenção de novos riscos. Uma das painelistas foi a ex-vice-ministra de Habitação, Ordenamento do Território e Meio Ambiente do Uruguai no governo de Pepe Mujica. Ela destacou a importância de se pensar nos riscos frente às anomalias e desigualdades que incidem de forma clara na América Latina.

A arquiteta questionou, por exemplo, como se pode planejar a gestão de riscos em modelos de desenvolvimentos em que há predominância de discriminação e exclusão, e apontou a necessidade de uma governança que reconheça a complexidade das dinâmicas das cidades. Ela reforçou, ainda, que é preciso pensar o ordenamento territorial e que a participação das pessoas nesse processo é um elemento chave.

Paralelamente, um workshop de boas práticas da Defesa Civil discutia, no auditório, exemplos eficientes de gestão, prevenção e controle de riscos. Exemplos de Minas Gerais foram apresentados ao público. Engenheiros de Caratinga, no interior do Estado, levaram ao público os processos que resultaram no aplicativo Proximidade, voltado a populações ribeirinhas em áreas próximas a barragens. Segundo Juscélio da Silva, o aplicativo é um instrumento de contato e de alerta para a população cadastrada, que pode também visualizar manchas de inundação utilizadas para a atuação da Defesa Civil.

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UFSC obtém autorização judicial para cultivar e produzir insumos de Cannabis em pesquisa científica

01/12/2022 14:00

Yara foi a “paciente zero” do professor Erik Amazonas. Aos oito meses de idade, a cachorrinha começou a usar o óleo de Cannabis, ou canabidiol, para tratar suas crises convulsivas. Foto: arquivo pessoal

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é a primeira instituição de ensino superior do País a obter uma medida judicial que lhe permite produzir todos os insumos para a pesquisa da aplicação da Cannabis na área da medicina veterinária. A 1ª Vara da Justiça Federal, em Florianópolis, concedeu um salvo-conduto que autoriza o pesquisador e professor Erik Amazonas, do Centro de Ciências Rurais (Campus de Curitibanos), a realizar o cultivo, preparo, produção, fabricação, depósito, porte e prescrição da Cannabis sativa.

Com isso, a Faculdade de Medicina Veterinária do Campus de Curitibanos, pioneira no ensino do uso veterinário da Cannabis no Brasil, conquistou o inédito direito de cultivar a planta para fins de pesquisa veterinária.

O professor Amazonas coordena a linha de pesquisa “Endocanabinologia e Cannabis Medicinal”, do Grupo de Estudos em Produção Animal e Saúde, que busca “traçar o perfil terpenofenólico de diferentes linhagens de Cannabis spp a fim de categorizar as diferentes linhagens quanto ao seu real conteúdo de canabinoides e terpenos” – existem centenas de variedades de Cannabis spp. A pesquisa também objetiva reunir conhecimento sobre os óleos derivados de diferentes linhagens e comparar métodos de extração de compostos.

Está no escopo do estudo avaliar o uso de medicação à base de terpenofenóis em animais não humanos. Formulações de uso tópico contendo Cannabis serão analisadas quanto ao seu potencial cicatrizante e anti-inflamatório, efeito inseticida, repelente, mosquicida e anti-helmíntico e efeito desinfetante. Até mesmo o uso alimentar em animais não humanos será pesquisado. O grupo reúne, além de Amazonas, outros seis professores, um servidor técnico-administrativo, alunos de graduação e pós-graduação do campus de Curitibanos e um consultor externo.
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‘Cartografias do Contemporâneo’ debate crises de governamentalidade

30/11/2022 11:07

Com o tema Crises de governamentalidade?, será realizada, entre 7 e 10 de dezembro, mais uma edição do evento Cartografias do Contemporâneo, resultado de uma parceria que reúne vários grupos de pesquisa que, no Brasil, se dedicam aos estudos de Foucault na área de Letras, notadamente no campo da Análise de Discurso. Organizado, neste 2022, pelo Grupo de Estudos no Campo Discursivo, o evento tem apoio do Programa de Pós-Graduação em Linguística da UFSC. As inscrições devem ser feitas no link.

Há duas modalidades para as inscrições: ouvinte e com apresentação de comunicação oral. O questionamento que tematiza o evento aparece a partir das reflexões de Maurizio Lazzarato, para quem a crise da Covid-19 materializou justamente o ocaso das modalidades de governo tais quais pensadas por Foucault. Diante desse suposto fracasso, pretende-se lançar questões acerca dos deslocamentos das formas de governo, do hibridismo das topologias governamentais e da relação entre governo. Discute-se, ainda, a vida e as tecnologias, do vértice entre governamentalidade , resistências e práticas de liberdade, das possibilidades de pensar gênero, raça e governo, das formas materiais constitutivas da governamentalidade – entre tantas outras problematizações que os dias atuais sugerem e exigem.

O evento terá transmissão on-line pelo canal do Grupo de Estudos no Campo Discursivo. Mais informações podem ser obtidas na página oficial da atividade. Confira também a programação completa.

Tags: Crises de governamentalidade?V Cartografias do Contemporâneo

Livro aborda guerra às drogas no Brasil e no México

25/11/2022 17:38

Será lançado nesta quarta-feira, 30 de novembro, o livro Democracias em guerra contra as drogas: a mística militar no Brasil e no México, de Anaís Medeiros Passos, professora do Departamento de Sociologia e Ciência Política da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O evento ocorre às 18h30, na sala 324 do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), e contará com comentários de Flávia Medeiros Santos, professora de Antropologia da UFSC. 

O livro aborda a temática da militarização da guerra às drogas nas periferias urbanas, a partir de uma análise crítica sobre as operações das forças armadas na cidade de Tijuana e no Rio de Janeiro. A partir de um extenso conjunto de documentos e de entrevistas com elites políticas, militares e sociedade civil, a obra analisa a produção de políticas de segurança baseadas em lógicas de punição e no militarismo. Em análise comparada, investiga as causas, as missões e as consequências para os regimes democráticos da atuação das forças armadas na segurança pública. A “mística militar” revela que um conjunto de crenças sobre a superioridade moral e a eficiência dos militares influencia o processo de tomada de decisão e de implementação dos operativos conjuntos, no México, e das operações para garantia da lei e da ordem, no Brasil. 

Mais informações pelo e-mail imdh@contato.ufsc.br e pelo Instagram @imdh.ufsc.

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UFSC sedia encontro sobre memória e direitos humanos

23/11/2022 08:00

O Instituto Memória e Direitos Humanos UFSC/Udesc realiza, nos dias 7 e 8 de dezembro, a segunda edição do Encontro Memória e Direitos Humanos. O evento ocorre presencialmente no Centro de Cultura e Eventos do campus da Trindade, na Universidade Federal de Santa Catarina. Organizada em meio à Semana Internacional dos Direitos Humanos, a programação contará com apresentações de trabalhos, debates e conferências sobre a situação dos direitos humanos em Santa Catarina, no Brasil e na América Latina.

A segunda edição tem como tema geral Direitos humanos e democracia em Santa Catarina: lutas e protagonistas, e focará o debate no pós-processo de transição da ditadura militar. Para participar, não é necessário realizar inscrições ou pagar taxas. Os interessados em adquirir um certificado de participação de 20 horas, deverão se inscrever neste link e participar de no mínimo 75% das atividades. Confira a programação na íntegra no site do evento.

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Pesquisa sobre depressão e atividade física recruta voluntários

22/11/2022 16:15

O Projeto Vincular seleciona voluntários para participar da pesquisa Efetividade de um programa de aconselhamento nos sintomas de depressão e nos comportamentos de movimento das 24 horas em adultos com sintomatologia depressiva. A ação faz parte da tese de doutorado da pesquisadora Cecília Bertuol, do Programa de Pós-Graduação em Educação Física (PPGEF) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Podem se inscrever pessoas com sintomas depressivos, com idade entre 20 e 59 anos, que possuam dispositivo eletrônico (como computador, tablet ou celular) com câmera e microfone instalados e que tenham acesso à internet. Para participar é necessário realizar inscrição pelo formulário.

A pesquisa é dividida em etapas remotas e presenciais. Inicia-se com a aplicação de um questionário on-line, seguido de um questionário complementar presencial e da utilização de um pequeno sensor de movimento por sete dias para medição da atividade física habitual, de comportamento sedentário e sono. O equipamento será entregue pelos membros da pesquisa no mesmo dia da aplicação do questionário presencial.

O projeto busca avaliar a efetividade de uma intervenção, baseada na Teoria da Autodeterminação, nos sintomas de depressão e no comportamento ativo de adultos. A ideia é que o estudo possa contribuir com a redução de sintomas depressivos a partir de mudanças nos níveis de atividade física e em fatores relacionados às necessidades psicológicas básicas. Cabe mencionar que o questionário utilizado para a verificação dos sintomas depressivos não substitui o diagnóstico de depressão, realizado por profissionais da área médica.

Todos os participantes terão acesso aos resultados do estudo, e, caso haja a comprovação de eficácia do programa de aconselhamento, os pesquisadores disponibilizarão a intervenção ao grupo controle posteriormente, visando estender o benefício a todos os participantes. Todas as informações coletadas serão mantidas em anonimato e armazenadas em local seguro, resguardando o sigilo.

Tags: atividade físicadepressãoPPGEFPrograma de Pós-Graduação em Educação Física (PPGEF)saúdeUFSC

Revista Qorpus lança nova edição com reflexões sobre diálogo entre línguas

17/11/2022 14:55

Está no ar mais uma edição da revista Qorpus, que abre com o dossiê Crítica de tradução. Os textos trazem reflexões críticas sobre o diálogo entre línguas. Além disso, temas contemporâneos como corpo, rito e (anti)poética são abordados em ensaios, assinados por especialistas nesses assuntos. A edição contém artigos e resenhas, que abordam os temas tradução e literatura. As entrevistas são com os tradutores Juan Díaz Victoria, Rita Süssekind e Fábio Gullo. A última parte possui dois textos criativos, a Crónica de un viaje imaginado a Oaxaca e o Cheiro de Praia. 

A Qorpus é uma revista digital vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGET-UFSC). O periódico publica três edições regulares anuais. Seu principal objetivo é divulgar trabalhos acadêmicos nas áreas de Estudos da Tradução, Literatura, Dramaturgia e Artes.

Tags: Programa de Pós-Graduação em Estudos da TraduçãoQorpusUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Estudantes da UFSC são premiados na ‘Jornada Matemática’ da Região Sul

17/11/2022 11:11

Foto: Divulgação

Estudantes do curso de Graduação em Matemática da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) participaram e foram premiados durante a 6ª edição da Jornada de Matemática, Matemática Aplicada e Educação Matemática (J3M) na Universidade Federal do Paraná (UFPR) em Curitiba, entre 9 e 11 de novembro. Os estudantes apresentaram trabalhos que estão sendo desenvolvidos em programa de Iniciação Científica. Ao total, foram mais 60 trabalhos de pesquisa apresentados no evento de estudante da região Sul.

Dentre os vencedores, sete estudantes da UFSC, campus Florianópolis, receberam prêmios de Excelência Acadêmica e Menção Honrosa pelos seus trabalhos apresentados. Os premiados são: Sofia Meneghel Silva, na área de Geometria com tema “Sombreamento em Espaços Shift”; Gearlisson dos Santos Mendonça, na área de Otimização, com um estudo sobre métodos de máxima descida e acelerações; Felipe K.Riffel, na área de Análise Numérica, com tema “Tomografia por Impedância Elétrica”; Vinicius Marcondes Pereira, na área de Álgebra, com tema “Álgebras de Caminhos de Leavitt”; e Mônica Maria Funk Drechsler, na área de Geometria com tema “Teorema de Gauss-Bonnet: Uma abordagem moderna”.

Mais informações no site do evento.

Tags: competiçãoCurso de MatemáticaIniciação CientíficaJ3Mmatemática ufscpremiaçãoUFPRUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

UFSC entrega prêmio a cientistas negras nesta segunda, 21 de novembro

16/11/2022 14:28

A Universidade Federal de Santa Catarina entrega nesta segunda-feira, 21 de novembro, o Prêmio Propesq – Mulheres na Ciência – Especial Cientistas Negras para cinco pesquisadoras de diferentes áreas do conhecimento que se destacam pela sua trajetória na instituição. O prêmio, iniciativa da  Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (Propesq), também marca um mês de programação intensa do Novembro Negro, cujas atividades começaram no dia 1 de novembro e seguem até o dia 30. A cerimônia ocorre às 16h, na Sala dos Conselhos da Reitoria.

O resultado do edital foi divulgado no início do mês, destacando que as premiadas  “promoveram excelentes contribuições para a ciência ao longo de suas trajetórias”. Apesar disso, o número de inscritas foi inferior ao das categorias disponíveis, indicativo da “pequena presença de mulheres negras no corpo docente da UFSC”, conforme sintetiza o documento. Com o objetivo de valorizar os trabalhos de todas as pesquisadoras e pensando em
uma politica de inclusão, a Propesq decidiu premiar todas as inscritas.
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Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC comemora 15 anos com semana de eventos especiais

11/11/2022 07:36

O Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina celebra seus 15 anos com uma programação especial, que ocorrerá de 21 a 25 de novembro. A Semana Comemorativa engloba palestras, rodas de conversa e mesas que discutem temas variados da pesquisa em jornalismo e encerra uma série de eventos realizados durante todo o ano de 2022.

A programação começa na segunda-feira, 21, com a palestra da antropóloga e professora da UFSC, Letícia Cesarino, autora do recém-lançado livro “O Mundo do Avesso – verdade e política na era digital” (Ubu Editora). O evento ocorre no auditório do CFH, às 9h. Já no dia 22, terça-feira, Fabiana Moraes, jornalista e professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), autora do livro recém-lançado A pauta é uma arma de combate  também estará presente no evento, com palestra marcada para 13h30, no auditório Henrique Fontes, no CCE. Entre os dias 21 e 24, o evento segue com a socialização das pesquisas dos mestrandos e doutorandos do programa  durante a 12ª Jornada Discente.

O encerramento da programação especial ocorre na sexta-feira, 25, com a realização de mesas temáticas sobre a pesquisa em jornalismo no Brasil e o pioneirismo da UFSC, com a presença de professores fundadores do Programa. A programação inicia às 9h, no auditório do EFI.

Sobre o Programa de Pós-Graduação em Jornalismo

Criado em 2007,  surgiu da experiência bem-sucedida de três décadas de formação de profissionais jornalistas no curso de Jornalismo, sendo um produto do amadurecimento desta área acadêmica na instituição, por meio de um contínuo investimento na formação docente, na produção científica e na criação da infraestrutura necessária ao empreendimento.

O Programa conta com três linhas de pesquisa: 1 – Cultura e Sociedade; 2 – Tecnologias, Linguagens e Inovação; e 3 – Conhecimento e profissão e ao longo desses 15 anos formou mais de 170 pesquisadores.

Programação

21/11
09h – Palestra com a Profª Drª Letícia Cesarino – Auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH)

22/11
13h30min – Palestracom a Profª Drª Fabiana Moraes – Auditório Henrique Fontes (CCE – Bloco B)

21 a 24/11
12ª Jornada Discente do PPGJor/UFSC

25/11
9h – Mesas temáticas do PPGJOR – Auditório do EFI

Tags: 15 anos Programa de Pós-Graduação em Jornalismojornada discentePrograma de Pós-Graduação em Jornalismo

Estudo da UFSC sobre desemprego e subemprego no Brasil ganha prêmio nacional

10/11/2022 08:11

O egresso Vicente Loeblein Heinen, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi o vencedor da categoria Monografia no XXVIII Prêmio Brasil de Economia, do Conselho Federal de Economia. A pesquisa Superpopulação relativa no Brasil: tamanho e composição entre 2012 e 2020 teve o objetivo principal de identificar a composição e mensurar o tamanho do exército de reserva brasileiro entre 2012 e 2020, categoria que se refere ao  desemprego estrutural das economias capitalista.

O trabalho abordou os temas do desemprego e do subemprego no Brasil entre 2012 e 2020 sob a ótica da categoria marxista da superpopulação relativa. A conclusão foi que ao final de 2020 essa superpopulação relativa era composta por 58 milhões de pessoas, o que correspondia a 53% da força de trabalho do país. Desse contingente, as pessoas negras e as mulheres eram majoritárias.

Segundo a pesquisa, o exército de reserva brasileiro é efetivamente maior e mais diverso do que poderiam indicar quaisquer estatísticas convencionais. “Ele era composto por 47 milhões de pessoas em 2012, tendo chegado a 58 milhões ao final de 2020. Ao longo de todo esse período, o capital não chegou a empregar regularmente sequer 60% de toda a força de trabalho disponível no país, mantendo sempre um volumoso excedente de trabalhadores a postos para garantir o regime de superexploração”, indica.

A análise constata que além dos desempregados em suas figuras mais tradicionais, essa população também é composta por trabalhadores em ocupações irregulares, pequenos produtores ou prestadores de serviços autônomos, geralmente vivendo em condições de miséria ou realizando trabalhos extremamente degradantes. “A principal funcionalidade sistêmica dessa população excedente é potencializar a concorrência pelos postos de trabalho existentes, garantindo a subordinação dos trabalhadores ao capital e os menores preços possíveis no mercado da força de trabalho”, sintetiza.  O trabalho foi orientado pelo professor Lauro Mattei, com co-orientação de Pietro Caldeirini Aruto.

Diversos Conselhos Regionais de Economia entregam, anualmente, prêmios para as melhores monografias. Os trabalhos vencedores em cada Corecon, ou aqueles indicados, nos casos em que não há um concurso de monografias instituído, disputaram o primeiro lugar. Giornni Paolinelli Raposo Duarte, da Universidade Federal de Minas Gerais, obteve o segundo lugar com o trabalho O Nexo Água-Energia-Emissões na Matriz Elétrica de Minas Gerais: Impactos Econômicos e Ambientais. A terceira colocada foi Izabelli Barreto Cardoso, da Universidade Federal Fluminense, que apresentou um trabalho contendo uma Análise dos Impactos Ambientais na Agropecuária no Centro-Oeste Brasileiro. Ambos receberam menções honrosas.

Tags: Núcleo de Estudos da Economia Catarinense (Necat)Prêmio Brasil de Economia

SEPEX promove mesa redonda sobre mudanças climáticas e as contribuições da UFSC na temática

09/11/2022 11:11

A mesa redonda Mudanças climáticas: Qual a contribuição da ciência feita na UFSC? ocorre nesta sexta-feira, 11 de novembro, às 10h, no Auditório da Reitoria, como parte da programação da 19ª Semana de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação (Sepex). O evento propõe debater como as pesquisas e ações desenvolvidas na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) contribuem para o desenvolvimento tecnológico e acadêmico acerca das mudanças climáticas e seus impactos sociais, políticos e geográficos no Brasil e no mundo.

Na mesa, pesquisadores da UFSC e convidados conduzem a conversa conforme as problemáticas apresentadas. São eles:

Regina R. Rodrigues, formada em Oceanografia pela Universidade Federal do Rio Grande, é coordenadora da Subrede Desastres Naturais da Rede Nacional de Mudanças Climáticas (Rede CLIMA) e também do Painel do Atlântico e do Painel de Riscos Climáticos, ambos do Programa Mundial de Pesquisas Climáticas da Organização Mundial de Meteorologia. Atualmente é editora da revista científica Nature Communications Earth & Environment. Tem como principal área de atuação entender a variabilidade climática e eventos extremos, principalmente na América do Sul e Atlântico Sul. Em particular, sua pesquisa foca nos mecanismos físicos geradores de eventos extremos compostos de secas, ondas de calor terrestres e marinhas.

Marina Hirota, professora associada do Departamento de Física da Universidade Federal de Santa Catarina, no qual leciona para os cursos de graduação em Meteorologia e Engenharias, e pós-graduação em Ecologia. Possui formação acadêmica multidisciplinar com doutorado em meteorologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), e mestrado e graduação pela Universidade de Campinas (Unicamp) em engenharia de computação e matemática aplicada, respectivamente. Dedica-se a combinar ferramentas matemáticas e computacionais na compreensão mecanicista da dinâmica e resiliência de sistemas vegetação-clima, especialmente na América do Sul tropical, e dos efeitos de perturbações como mudanças climáticas, incêndios e desmatamento, resultando em potenciais alterações na distribuição atual da vegetação. É pesquisadora integrante da rede de cientistas apoiados pelo Instituto Serrapilheira.

Lindberg Nascimento Júnior, geógrafo pela Universidade Estadual de Londrina (licenciatura e bacharelado), mestre e doutor em geografia pela Universidade Estadual Paulista. Atualmente, é professor do Departamento de Geociências da UFSC e atua no curso de geografia nos programas de pós-graduação em Geografia e em Desastres Naturais. É coordenador do Laboratório de Climatologia Aplicada (GCN/UFSC), e vice-líder do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão População e Políticas da Espacialidade (NuPOPE) e do Grupo Alteritas de Estudos e Pesquisas sobre Diferença, Arte e Educação, e desenvolve atividades nos campos de Climatologia Geográfica, Geografia do Clima e Geografia Física Crítica (Critical Physical Geography), com enfoque nos temas que versam sobre a variabilidade climática, clima urbano, risco climático, desastres, racismo ambiental e educação geográfica antirracista.

A mediação da conversa será realizada pela professora Suzana Alcantara, do Departamento de Botânica da UFSC, doutora em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em Ecologia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e bacharel Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Faz parte da rede de pesquisadores apoiado pelo Instituto Serrapilheira. Desenvolve pesquisas nas áreas de evolução morfológica, sistemática molecular, genética de populações e quantitativa, biogeografia e ecologia de comunidades vegetais, com foco nas estratégias de sobrevivência de plantas em ambientes inóspitos e o efeito do clima na evolução e distribuição de linhagens tropicais.

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Na COP-27, pesquisadora da UFSC fala sobre lacunas nas informações climáticas para tomada de decisões

09/11/2022 07:00

A incerteza nos dados científicos, a ausência deles em parte do Sul Global e a necessidade imediata de se tomar decisões que não estejam concentradas em um modelo “de cima para baixo” foram alguns dos temas da fala da professora da Universidade Federal de Santa Catarina, Regina Rodrigues, na sessão da Organização Mundial de Meteorologia (WMO) na conferência do clima da Organização das Nações Unidas, a COP 27. O evento ocorre no Egito e reúne os principais pesquisadores, líderes e ativistas mundiais em discussões sobre clima e sustentabilidade. A participação ocorreu remotamente na madrugada desta quarta-feira, 9 de novembro, e reuniu o que a WMO chamou de “uma delegação de alto nível”.

Regina Rodrigues foi a única pesquisadora brasileira no painel, que contou com debates sobre como trazer a sociedade para a ciência; observação e modelos climáticos; avaliações de risco e ações de adaptação e temperaturas médias e calor extremo. Além disso, a sessão ainda trouxe discussões sobre os limites do sistema terrestre seguros e justos para o planeta; avanços no desenvolvimento de informações do clima físico para a tomada de decisões e sobre mudanças passadas e projetadas no clima e extremos climáticos.

Evento reúne pesquisadores, ativistas e lideranças do mundo todo

A professora da UFSC falou sobre a lacuna entre a produção e o uso de informações climáticas, em palestra intitulada Inverting the construction on climate information for local-to-regional climate risk. Ela lembrou que, ao longo de décadas, há uma convocação para o uso de informações climáticas, mas que existe um gap entre a produção e uso. “A lacuna resulta em parte no foco em melhores dados, ao invés de em melhores tomadas de decisões”, pontuou.

Ela também destacou a existência de uma abordagem “de cima para baixo” que pode comprometer a efetiva tomada de decisões. “Essa abordagem adota medidas de qualidade científica inevitavelmente conduzidas pelos próprios cientistas climáticos. Viola, assim, os princípios fundamentais da coprodução, que tem um rico legado nos estudos de sustentabilidade”, disse. Segundo ela, para ser útil, a ciência da mudança climática precisa romper com o paradigma tradicional e criar uma comunidade de usuários.

O desafio seria lidar com essa complexidade, mantendo a simplicidade e o esforço de empoderar as comunidades locais para conhecerem sua situação com dados concretos e transparência. No artigo Small is beautiful: climate-change science as if people mattered, recentemente publicado e citado por ela na apresentação, a professora aponta que, nas comunidades, a mudança climática é apenas um fator entre muitos a serem considerados.

Professora foi a única brasileira no painel da WMO na COP-27

No texto, fala sobre a importância de se investir na “simplicidade ao lidar com incertezas” e também sobre a ideia de capacitar as comunidades locais para entender sua própria situação, que pode ser abordada desenvolvendo tecnologias intermediárias. “Acreditamos que a própria ciência pode ser reconfigurada para ser mais adequada ao propósito, ou seja, tornar a pesquisa útil no contexto da adaptação climática e do risco climático local”, alertou, no painel da COP 27.

Sobre os sistemas de dados disponíveis, a pesquisadora listou como desafios a limitação dos indicadores a longo prazo, já que modelos climáticos também podem, de certo modo, deturpar importantes variáveis físicas, além de terem certa incapacidade em simular determinados fenômenos de modo mais realista.
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Solenidade marca abertura oficial da 19ª Sepex na UFSC

08/11/2022 17:53

Uma solenidade no auditório da Reitoria, com participação da vice-reitora Joana Célia dos Passos e representantes da Administração Central, marca a abertura oficial da 19ª Semana de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação (Sepex) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A cerimônia será realizada na quarta-feira, 9 de novembro, às 14 horas.

Com uma programação que contempla minicursos, rotas temáticas, programações artístico-culturais e feira de ciências, a Sepex é um dos eventos mais tradicionais da UFSC e promove a interlocução direta com a comunidade ao longo de cinco dias de programação – os minicursos gratuitos iniciaram no dia 7 de novembro.

Logo na sequência, às 14h30, a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (Propesq), em conjunto com o Departamento de Inovação da Universidade Federal de Santa Catarina (Sinova), promove o primeiro Inova UFSC – Rodada de Conexão Interna e Externa. A proposta é explorar os ambientes de inovação e empreendedorismo na Universidade, como laboratórios e centros.

Também a partir do dia 9, o hall do Centro de Eventos da UFSC receberá a Feira de Ciências 2022, com 52 estandes nas mais variadas temáticas que levarão informações sobre projetos e atividades científicas aos visitantes. A exposição estará aberta até 11 de novembro, das 8h30 até 19h.

A programação da Sepex também contempla, de 9 a 11 de novembro, rotas temáticas, agregadas por áreas. São nove opções com programação especiais. Ciências Agrárias; Comunicação e Expressão; Desporto; Filosofia, Ciências Humanas e Educação; Física, Matemática, Química e Oceanografia; Tecnologia; Saúde; Reitoria, Pró-reitorias e Secretarias e Colégio de Aplicação.

Na rota de Desporto, por exemplo, o Núcleo de Aventuras vai promover a prática de slackline em árvores ao lado das quadras de tênis no Centro de Desportos e em frente à Reitoria. Já na rota de Tecnologia será possível fazer um percurso histórico desde a máquina a vapor até a Indústria 5.0, atividade promovida pelo Departamento de Automação e Sistemas.

Para participar das rotas temáticas é necessário estar atento às informações das atividades indicadas, seus horários e capacidade de público, disponíveis no site do evento.

Outra atração da semana são as atividades culturais, que contarão com apresentação de coral, boi de mamão, dos terapeutas da alegria, de alunos do Núcleo de Estudos da Terceira Idade, Scam e Kyudo. A participação nas atividades da Sepex é gratuita.

A cerimônia de encerramento da 19ª Sepex está programada para o auditório da Reitoria da UFSC, às 10h da próxima sexta-feira, com a mesa redonda Mudanças climáticas: Qual a contribuição da ciência feita na UFSC? Para mais informações, acesse o site do evento e também o Instagram e acompanhe as atualizações nas redes sociais da UFSC.

 

 

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Propesq mapeia projetos de pesquisa e extensão voltados à população de rua

04/11/2022 15:10

A Pró-reitoria de Pesquisa e Inovação (Propesq) e a Pró-reitoria de Extensão (Proex) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em cooperação com o Movimento da População de Rua e a Pastoral do Povo de Rua da Arquidiocese de Florianópolis, convidam servidores(as) docentes e técnico-administrativos que já realizam ou têm interesse em realizar projetos de extensão e pesquisa/inovação a respeito da população de rua a se manifestarem por meio deste formulário até o dia 25 de novembro.

O Movimento da População de Rua e a Pastoral do Povo de Rua querem conhecer melhor as pesquisas e 
ações de extensão já existentes na UFSC a respeito da população de rua e pretendem, em cooperação com a universidade, desenvolver um programa transdisciplinar de pesquisa e extensão com foco na região metropolitana de Florianópolis.

Estima-se que existam em torno de 2.500 pessoas em condição de rua nos quatro maiores municípios da 
região (Florianópolis, São José, Biguaçu e Palhoça). A investigação e a atenção ao povo da rua comportam múltiplas temáticas: habitação, saúde, políticas públicas, educação, segurança, entre outras. A realização de um censo da população de rua na região é uma necessidade apontada como relevante.

Os projetos da comunidade da UFSC apresentados nesta chamada serão discutidos e conectados numa 
oficina, com a participação do Movimento e da Pastoral, no dia 9 de dezembro de 2022. Questões relativas ao detalhamento e financiamento dos projetos serão encaminhadas na oficina.

Dúvidas podem ser esclarecidas na Pró-Reitoria de Extensão, por meio do portal de atendimento: 
https://proex.ufsc.br/.

Link para o formulário: clique aqui.

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Professora da UFSC que recebeu prêmio em júri presidido por Angela Merkel está na programação da COP 27

04/11/2022 08:15

Professora da UFSC integra programação da COP 27

A professora da Universidade Federal de Santa Catarina Regina Rodrigues foi reconhecida em um prêmio internacional cujo júri foi presidido pela ex-primeira-ministra alemã, Angela Merkel. A pesquisadora é a editora e revisora do Capítulo 7 de um dos relatórios do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC), vencedor do Prêmio Gulbenkian para a Humanidade junto com o Painel Intergovernamental para Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES). As duas entidades – IPBES e IPCC – foram selecionadas entre 116 candidaturas de 41 nacionalidades e dos cinco continentes. O resultado foi divulgado dia 13 de outubro, na Alemanha e, agora, Regina se prepara para participar da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP 27, na modalidade online.

O prêmio foi destinado às organizações por produzirem conhecimento científico, alertarem a sociedade e informarem os tomadores de decisão para que façam melhores escolhas no combate às mudanças climáticas e à perda de biodiversidade. “Esse relatório trata da desertificação e degradação do solo e o impacto na segurança alimentar”, conta a pesquisadora. Todos os 36 cientistas que assinaram o documento, contribuindo com dados técnicos, receberam o prêmio. Regina é a única brasileira do grupo e assina a revisão junto com o cientista dos Estados Unidos Billie Lee Turner II.

“O relatório constatou que a área continental para produção de alimentos já é limitada, representa 30% do planeta e está extremamente degradada”, explicou a professora. Segundo ela, com a pressão do crescimento populacional e com as mudanças climáticas aumentando a desertificação, a área agriculturável diminui ainda mais e coloca em risco a segurança alimentar global. O capítulo revisado por ela mostra evidências de políticas públicas que minimizam os impactos negativos do fenômeno.

Regina é professora de Oceanografia Física e tem se dedicado a compreender as mudanças climáticas a partir de uma série de produções científicas. Um dos artigos mais recentes, que ela assina com outros pesquisadores, trata dos impactos da oscilação do El-niño na América do Sul e foi citado por mais de 226 outros estudos no mundo todo.

Professora Regina R. Rodrigues é uma das revisoras do capítulo 7 do IPCC

Na COP-27, que este ano ocorre no Egito, a professora irá falar no COP27 WCRP Pavilion event, no dia 9 de novembro. A sessão tem o tema Informações Climáticas para Tomada de Decisões, programa da Organização Mundial de Meteorologia em que Regina coordena atividade sobre risco climático. “As mudanças climáticas antropogênicas trazem desafios e riscos significativos que afetam quase todos os aspectos da vida na Terra. Isso é particularmente verdadeiro para áreas urbanas e comunidades no Sul Global. Esta sessão explora as principais prioridades e requisitos para melhorar a qualidade e a utilidade das informações climáticas de escala regional para local para tomada de decisões, planejamento de adaptação, monitoramento de mitigação, relatórios e verificação. Ele está vinculado ao Relatório Especial do IPCC sobre Cidades e Mudanças Climáticas”, pontua a sinopse do evento.

 

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UFSC na Mídia: Clima e uso do solo estão modificando o ciclo da água no Brasil, aponta pesquisa

03/11/2022 10:51

Imagem indica que, onde há cores mais escuras, intensidade das mudanças nas cheias e secas foi mais marcante

A maior parte do território brasileiro ou está secando ou está sofrendo com as cheias, dois eventos climáticos extremos com impactos ambientais e sociais. A conclusão é de um estudo da Universidade Federal de Santa Catarina publicado na Nature Communications, periódico do Grupo Nature, um dos mais prestigiados do mundo. Uma equipe liderada pelo professor Pedro Luiz Borges Chaffe, do Laboratório de Hidrologia da Universidade Federal de Santa Catarina, indicou como ocorre o fenômeno – definido como aceleração do ciclo da água – com base em dados de vazão, chuvas, uso da água e cobertura florestal. O assunto foi tema de uma reportagem do Jornal Hoje, da Rede Globo, nesta quarta-feira.

A pesquisa trabalhou com dados dos últimos 40 anos e identificou que há, no Brasil, muito mais pontos de seca e de cheia do que se esperava. “Percebemos um aumento dos extremos e que o manejo da terra está impactando e amplificando o efeito da mudança climática”, destaca Chaffe. “A maior parte do Brasil está secando por causa da mudança de regime de chuvas e aumento do uso da água, com impacto também da cobertura florestal. Tanto o aumento de secas, quanto das cheias traz preocupação”.

As descobertas são parte do doutorado de Vinícius Chagas, orientando de Chaffe, e também tem a co-autoria do professor Günter Blöschl, da Universidade de Viena, na Áustria. Os cientistas analisaram um conjunto de dados disponíveis em 886 estações hidrométricas e cruzaram com indicadores sobre chuvas, cobertura de solo e uso de água.

“Em Santa Catarina, por exemplo, a aceleração do ciclo foi detectada no litoral e no extremo oeste. Apesar de o Estado ter em média mais água disponível ao longo do ano, o litoral e extremo oeste estão ficando cada vez mais suscetíveis a curtos episódios de secas”, explica o professor.

O estudo propõe uma classificação quanto ao aumento dos extremos. O processo de aceleração hídrica – que reúne tanto os dados de inundações mais severas quanto de secas – está relacionada a chuvas mais extremas e desmatamento e ocorre em 29% da área de estudo, incluindo o sul da Amazônia. A pesquisa é parte de um esforço do Laboratório de Hidrologia da UFSC em investigar quais bacias hidrográficas são mais sensíveis a mudanças climáticas para se pensar no planejamento e gestão de recursos hídricos.

O conjunto de dados coletado pelos pesquisadores foi também analisado considerando quatro grandes regiões a partir das suas semelhanças: Sul e Norte da Amazônia e Sul e Sudeste do Brasil. Estes hotspots foram delimitados a partir de suas características semelhantes: no Sul do Brasil e norte da Amazônia foi constatada mais disponibilidade de água por conta do volume de chuvas e cheias. Já o Sudeste está ficando mais seco, processo explicado pelo aumento no uso da água, o que está relacionado à atividade humana.

No Sul da Amazônia, outro dado chamou a atenção: naquela região, as mínimas diminuíram e as máximas aumentaram. Como o padrão de chuvas não mudou, é possível que a aceleração hídrica tenha sido causada por conta da mudança na cobertura vegetal. “Essa aceleração pode levar a grandes impactos na produção global de alimentos, no ecossistema saúde e infraestrutura”, resumem os cientistas no artigo.

Disponibilidade hídrica

Vazão dos rios foi fonte de dados do estudo ( Imagem de luis deltreehd por Pixabay)

A questão geral dos trabalhos realizados no laboratório diz respeito à vazão e disponibilidade hídrica no Brasil. “Os extremos estão mudando – tanto as cheias, quanto as secas. Uma das causas é o volume das chuvas, mas o uso da água também faz com que isso mude, assim como a cobertura da vegetação”, reitera o professor.

Ainda segundo ele, a aceleração do ciclo hidrológico geralmente é analisada por climatologistas com base em dados de chuva e evaporação, porém, no continente esses fluxos são modulados pelas Bacia Hidrográficas. “Nós sabemos que tanto a cheia quanto a seca são afetadas pelas mudanças climáticas, que aumentam esses extremos. Porém, precisamos entender como as características da bacia hidrográfica afetam o que acontece na parte terrestre do ciclo hidrológico”.

O estudo conclui que a menor quantidade de água disponível na seca também está relacionada ao aumento do uso da água, fator que chamou a atenção dos pesquisadores na região Sudeste, por exemplo. “A disponibilidade hídrica também é resultado das mudanças climáticas e no Brasil nós vemos esse fenômeno de aceleração hídrica, que é o aumento dos dois extremos: cheias e secas mais intensas”, indica.

“Nossos dados mostram que as mudanças de vazão têm sido generalizadas no Brasil. Secas ainda mais intensas podem ser encontradas no sul da Amazônia e no sudeste do Brasil, enquanto aumento das cheias podem ser encontrados no norte da Amazônia e no sul do país”, sintetizam os autores.

O estudo também aponta que, no Planalto Central, as secas ficaram pelo menos 48% mais intensas nas últimas quatro décadas. Em Santa Catarina, o fenômeno é oposto: há mais cheias, com dados que demonstram que elas são 18% mais intensas do que no passado. Também no estado, uma cheia que acontecia a cada 100 anos, em média, agora ocorre a cada 70 anos. No geral, os indicadores apontam o fenômeno em todo o território nacional, com mais secas e menos cheias em 42% do Brasil, principalmente na região da expansão do agronegócio. Ainda, na região da Bacia do Rio Doce, onde houve recentes desastres no estado de Minas Gerais, percebe-se o aumento da sazonalidade do clima, com mais chuva durante estação chuvosa e menos chuva na estação seca.

Amanda Miranda, Jornalista da Agecom/UFSC

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Laboratório da UFSC lança nova versão de projeto para a Atenção Primária da Saúde brasileira

31/10/2022 17:24

O Laboratório Bridge da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em parceria com o Ministério da Saúde, desenvolveu e lançou a nova versão do Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC). O projeto faz parte do e-SUS APS, estratégia oficial de informatização da Atenção Primária em Saúde do país, também desenvolvido pelo Bridge.

A atualização traz maior agilidade e praticidade para a rotina dos profissionais de saúde, melhorando as principais necessidades relatadas às equipes de desenvolvimento. Foram feitas 150 entrevistas com usuários do produto, além da consulta a mais de 300 profissionais da saúde no processo de criação.

Como resultado, a versão 5.0 finaliza o redesign do módulo de atendimento do sistema, com o uso de novas tecnologias e interfaces. Com o sistema mais ágil, intuitivo e eficiente, os profissionais da saúde poderão dedicar mais tempo ao atendimento e acompanhamento clínico efetivo e adequado aos cidadãos.

Para o Supervisor de Desenvolvimento do projeto no Bridge, Gabriel Geraldeli, a nova versão é um marco na atualização tecnológica e redesign do PEC. “Ela conta com funcionalidades desenvolvidas e validadas junto com os usuários, para facilitar o registro clínico e trazer informações importantes com mais praticidade”, afirma.

Thaísa Lacerda, product owner que encabeçou a atualização no Laboratório Bridge, afirma que as novidades servem para ajudar os profissionais da saúde que correm contra o tempo para garantir atendimento adequado aos cidadãos. “Essa atualização é resultado da dedicação, competência e qualidade do trabalho dos profissionais do Laboratório Bridge! Construímos um PEC mais eficiente, eficaz, fácil de usar e que com certeza vai fazer a diferença no dia a dia da Atenção Primária em todo o Brasil”, conta.

Todas as novidades detalhadas podem ser lidas na página do Laboratório Bridge.

O Laboratório Bridge

Com mais de 170 pessoas colaboradoras entre bolsistas, profissionais e professores da UFSC, o Laboratório Bridge desenvolve sistemas e aplicações para a gestão informatizada da saúde pública desde 2013. Em parceria com o Ministério da Saúde, atualmente desenvolve toda a estratégia e-SUS APS, que informatiza a Atenção Primária à Saúde no Brasil, incluindo os aplicativos mobile.

Conheça mais sobre a atuação do Laboratório Bridge.

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