Marque abre exposição de ilustrações naturalistas na terça-feira, 5 de dezembro

01/12/2023 13:59

O Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (Marque) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) abre na próxima terça-feira, 5 de dezembro, às 18h30, a exposição A alquimia do detalhe: explorando o estúdio naturalista, com ilustrações elaboradas por 27 participantes da oficina de Ilustração Naturalista. Após a abertura, a mostra poderá ser visitada de terça a sexta-feira, das 7h às 19h, e a partir do dia 18 de dezembro, em horário de verão, das 7h30 às 13h30.

A exposição recria o universo de um estúdio de ilustração naturalista, no qual plantas, conchas, crânios e insetos compartilham espaço com papéis, lápis, tintas, godês e pincéis, criando uma atmosfera criativa e instigante, entre a observação e a criação. A exposição é promovida em parceria com o Laboratório de Significação da Marca, Informação e Comunicação Organizacional (Sigmo/UFSC) e com o Estúdio Leandro Lopes.

A atividade faz parte da programação de comemoração do aniversário de 63 anos da UFSC, que contempla, ainda, shows musicais, peças de teatro, sessão solene, entre outras atividades. Confira a programação completa.

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Documentário ‘O Último Chão da Terra’ tem pré-estreia na UFSC nesta quarta-feira

30/11/2023 12:02

O documentário “O Último Chão da Terra” terá sua pré-estreia na próxima quarta-feira, 6 de dezembro, no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal de Santa Catarina (MArquE/UFSC). A sessão ocorre às 19 horas, é gratuita e aberta a todos. Estarão presentes o arqueólogo e professor do Departamento de História da UFSC Lucas de Melo Reis Bueno e os diretores Adriano Espínola Filho e Priscila Pitta Beleli.

O filme aborda as teorias da chegada do ser humano às Américas, uma das maiores e mais fascinantes questões da arqueologia contemporânea. No Brasil, foram encontrados os vestígios mais antigos da presença humana em todo o continente, superando em dezenas de milhares de anos a data tradicionalmente estabelecida. O documentário, filmado em importantes sítios arqueológicos do país, mostra como essas descobertas provocaram um grande debate entre os pesquisadores do assunto. Quem foram os primeiros americanos? Por onde chegaram? Quando isso aconteceu? Será a América do Sul o último continente povoado do planeta?

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Exposição ‘Brasil: só quem vive(u) sabe’ representa a cultura brasileira através dos memes

29/05/2023 11:01

Cachorro Caramelo faz parte da mostra organizada por estudantes de Museologia

Memes, frascos de corote pendurados, um cachorro da cor caramelo. Na televisão, a novela Avenida Brasil. Uma feira, grafite (arte urbana) e um bar com cadeiras de plástico. Esses são alguns elementos que mais identificam a brasilidade. Pensando nisso, estudantes do curso de Museologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) organizaram a exposição Brasil: só quem vive(u) sabe – que está em exibição no Museu de Arqueologia e Etnologia (Marque/UFSC), no Campus de Florianópolis, até a próxima sexta-feira, 2 de junho. Inspirada nos memes sobre o que representa o Brasil mais que futebol e samba, os criadores montaram uma exibição para mostrar a identidade da cultura brasileira. A mostra é gratuita e aberta ao público das 8h30 às 17h30 de terça-feira a sexta-feira. 

>> Confira o vídeo da exposição no TikTok da UFSC.

“Representa uma ideia de cultura brasileira não hegemônica. Discutindo justamente essa ideia da cultura cotidiana que tem na cultura brasileira. Elementos ligados à questão social e mais popular”, explica o estudante de Museologia Carlos José Klann, sobre o objetivo da mostra. A exposição é divida em três núcleos. Ao chegar, você irá se deparar com o núcleo introdutório que traz os memes como uma crítica social.  “O humor pode ser abordado de várias formas. Um dos objetivos da exposição é mostrar como o humor pode ser discutido como uma crítica social e também uma representação da cultura brasileira”, diz Carlos José.

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Nota de pesar: Falece Peninha, artista popular, museólogo e servidor aposentado da UFSC

16/03/2023 09:28

Um guardião da memória da cultura açoriana. Um entusiasta das histórias da Ilha de Santa Catarina. Um artista popular. Um pioneiro na introdução da museologia no estado. A biografia de Peninha – o Gelci Coelho -, que faleceu na madrugada desta quinta-feira, 16 de março, em São José, é daquelas que prendem qualquer leitor.

Na Universidade Federal de Santa Catarina, foi diretor do Museu de Arqueologia e Etnologia Oswaldo Rodrigues Cabral (Marque), tendo cultivado uma história de amizade e de parceria com o artista Franklin Cascaes – cuja morte, coincidentemente, fez 40 anos nesta quarta-feira, 15 de março. O velório será em São José, na Igreja de Nossa Senhora dos Passos, das 11h até 15h30, quando saíra o cortejo para sepultamento, às 17h, no Cemitério Municipal de São José.

“Para nosso museu, Peninha foi um dos mais importantes e presentes pilares, ao longo de toda sua trajetória. Moldou, através de seu sempre comprometido e incansável trabalho, muito do que somos. Foi, mesmo depois de sua aposentadoria em 2008, figura central, sempre à disposição da instituição para colaborar, dividindo seu talento e seu conhecimento”, informa a nota de pesar elaborada pelos colegas do Marque, onde Peninha foi diretor por mais de uma década.

A historiadora Elizabeth Neves Pires relembra o pioneirismo do artista ao trabalhar pela capacitação dos trabalhadores de museus. “O curso de Museologia da UFSC também faz parte dessa história. Muitos dos trabalhadores de museus eram pessoas leigas e lutamos para a criação do curso”, recorda ela, que esteve com Peninha dias antes de seu falecimento.

“Aprendi muito com ele. A humildade que ele tinha e a vontade de repassar o conhecimento sempre foram exemplo. Na UFSC, a montagem dos presépios na frente do Museu fez parte dessa história”, conta a amiga. Ela também lembra que a trajetória do artista na cultura popular fez com que, em muitos momentos, fosse marginalizado na academia. “Ele dizia que doutor não carregava cadeira e ele sim”, narra.

Peninha era formado em História pela UFSC e especialista em Museu, Educação e Artes pela Universidade de São Paulo. Dedicava-se à extensão universitária com seu trabalho como museólogo. Trabalhava com oficinas nas quais ensinava a construir alegorias do folguedo folclórico do Boi de Mamão, promovia palestras sobre mapeamento cultural de base açoriana, entre outras coisas. Também criou e coordenou o Núcleo de Estudos Museológicos.

Em um trabalho de conclusão de curso de História, Peninha é citado como um dos principais responsáveis pela publicização dos trabalhos de Franklin Cascaes – cuja casa dos pais ele conhecia desde a infância. Além disso, foi graças à insistência dele que a UFSC recebeu todo o acervo produzido pelo artista. A aproximação entre eles, portanto, foi fundamental para a arte catarinense. “Cascaes retomou seu processo de trabalho, circulando de forma constante nos circuitos artísticos do estado e expondo individualmente em algumas cidades catarinenses. No meio cultural Cascaes começou a ter sua obra reconhecida e constantemente exposta para o público em geral”, sinaliza o texto de Alan Cristhian Michelmann.

 

Peninha (no canto à direita) na abertura de exposição da obra de Franklin Cascaes, em 1974. Foto: Acervo Agecom.

Manezinho raiz

Nascido em São Pedro de Alcântara, em 10 de agosto de 1949, Gelci José Coelho, o Peninha, foi um dos guardiões da história, memória, cultura e arte de Santa Catarina. Cresceu e viveu em São José e na Enseada de Brito, em Palhoça. Com formação em História e Museologia, trabalhou desde os 21 anos até a aposentadoria na UFSC junto ao MArquE. Nesta instituição, atuou em pesquisa, guarda de acervo, exposição, gestão em museologia e se tornou, em 1996, Diretor do Museu, cargo no qual permaneceu até se desvincular da instituição, em 2008. Trabalhou com o artista, folclorista e pesquisador Franklin Joaquim Cascaes por mais de uma década, sendo seu assistente e aprendiz.

Foi artista plástico, perfomer, ator, dramaturgo, produtor de instalações urbanas como o Presépio Natural e Artesanal da Praça XV de Novembro no centro de Florianópolis. Foi apoiador e consultor de atividades culturais ligadas à herança dos açorianos, dos descendentes das nações africanas e indígenas que habitam o litoral catarinense, sendo também um reconhecido contador de histórias.

Dentre as lendas de sua autoria, a mais famosa é a do Baile das Bruxas em Itaguaçu. As icônicas pedras da praia no bairro de Coqueiros, na parte continental de Florianópolis, seriam bruxas que foram petrificadas por não terem convidado o diabo para a grande festa que promoveram ali. A lenda já faz parte do repertório cultural da região e foi devidamente reconhecida pelo poder público municipal, que a registrou em uma placa de ferro fixada no local. As ‘Pedras de Itaguaçu’ foram tombadas como Patrimônio Natural, Paisagístico e Cultural do Município em 2014.

Em 2019, lançou o livro Narrativas absurdas: verdades contadas por um mentiroso, em que mescla sua história de vida com lendas, contos e casos raros do litoral de Santa Catarina, narrando sua trajetória desde as primeiras lembranças. A comunidade universitária, enlutada,  solidariza-se com a família e os amigos de Peninha.

Tags: Franklin CascaesGelci CoelhoMArquEMArquE – Museu de Arqueologia e EtnologiaPeninha

MArquE abre exposição de obras de Franklin Cascaes nesta sexta, dia 25

25/11/2022 10:34

O Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) abre as portas para a exposição Franklin Cascaes – Artista nesta sexta-feira, 25 de novembro, às 16h. A coleção Elizabeth Pavan Cascaes, criada por Franklin Cascaes e nomeada por ele para homenagear sua esposa, contém desenhos e esculturas. O objetivo é apresentar algumas das investigações artísticas do processo criativo do artista. Seus trabalhos partiam de uma coleta de histórias e tradições orais da cidade e seu entorno. 

Todo o acervo de Franklin Cascaes foi doado em vida pelo mesmo em 1981 e desde então está sob a guarda do museu. Com o intuito de respeitar o desejo do artista de se criar um espaço de memória para a totalidade de seu acervo, celebramos a abertura desta sala. Com a proposta de expandir e diversificar os olhares sobre a obra de Franklin Cascaes (Florianópolis, 1908-1983), esta exposição tem como foco apresentar algumas das investigações artísticas em seu processo criativo”, diz o resumo da exposição. 

Sala Cascaes faz parte do pavilhão Silvio Coelho dos Santos, no MArquE, e é destinado a abrigar exposições da coleção Professora Elizabeth Pavan Cascaes. As adequações necessárias, visando a conservação do acervo, foram realizadas por meio do “Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura ∕ Patrimônio e Paisagem Cultural – Edição 2021” da Fundação Catarinense de Cultura (FCC).

“Em seus próprios registros, Cascaes se autodefinia como artista. É este trabalho de exploração de técnicas e formas que buscamos destacar no recorte aqui apresentado. Sob este mesmo enfoque são propostas duas etapas de exposição com diferentes seleções de obras. Ao serem apresentados deslocados de seus conjuntos os personagens escultóricos tem as suas individualidades potencializadas, destacando assim suas expressividades e caracterizações únicas. Em contraposição, é através da aproximação dos desenhos selecionados, que estas mesmas experimentações estilísticas se apresentam no processo de dar vida aos seres que o habitam. É sob esta ótica que convidamos a todes a adentrar e conhecer uma pequena parcela deste universo, traduzido e construído por Cascaes, em toda sua complexidade de sentidos e significados”, evidencia a organização do evento.

Escolas e grupos que queiram agendar sua visita com mediação de especialistas do MArquE podem entrar em contato por meio do site.

 

Serviço:

Local: Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE/UFSC)
Abertura: sexta-feira, 25 de novembro, às 16h
Horários de visitação: de terça a sexta, das 9h às 17h
Contato: 48 3721-6472 / ufsc.mu.secretaria@gmail.com
Mais informações: museu.ufsc.br | Instagram (@marqueufsc) | Facebook (marqueufsc)

 

Tags: MArquEMuseu de Arqueologia e Etnologia Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE/UFSC)UFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

MArquE inaugura a exposição ‘Franklin Cascaes – Artista’ nesta sexta, dia 25

21/11/2022 13:00

O Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) abre as portas para a exposição Franklin Cascaes – Artista nesta sexta-feira, 25 de novembro, às 16h. A coleção Elizabeth Pavan Cascaes, criada por Franklin Cascaes, contém desenhos e esculturas. O objetivo é apresentar algumas das investigações artísticas do processo criativo do artista. Seus trabalhos partiam de uma coleta de histórias e tradições orais da cidade e seu entorno. 

Todo o acervo de Franklin Cascaes foi doado em vida pelo mesmo em 1981 e desde então está sob a guarda do museu. Com o intuito de respeitar o desejo do artista de se criar um espaço de memória para a totalidade de seu acervo, celebramos a abertura desta sala. Com a proposta de expandir e diversificar os olhares sobre a obra de Franklin Cascaes (Florianópolis, 1908-1983), esta exposição tem como foco apresentar algumas das investigações artísticas em seu processo criativo”, diz o resumo da exposição. 

Serviço:

Local: Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE/UFSC)
Abertura: sexta-feira, 25 de novembro, às 16h
Horários de visitação: de terça a sexta, das 9h às 17h
Contato: 48 3721-6472 / ufsc.mu.secretaria@gmail.com
Agendamento de mediação: museu.ufsc.br/agendamento-de-grupos
Mais informações: museu.ufsc.br | Instagram (@marqueufsc) | Facebook (marqueufsc)

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Museu de Arqueologia e Etnologia organiza evento com experiências sensoriais e conversa com arqueólogos

20/06/2022 17:47

Evento busca levar acervo do Museu para novos espaços. Foto: divulgação/Marque/UFSC

O Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal de Santa Catarina (Marque/UFSC) realiza nesta quarta-feira, 22 de junho, das 10h às 11h30, a ação Marque no pátio. O público terá oportunidade de conversar com os arqueólogos e ter uma experiência sensorial com a coleção didática, em frente à entrada do museu.

O Marque no pátio faz parte de uma série de atividades programadas para ocorrer ao longo do ano. Oficinas irão trabalhar diferentes temas que perpassam o cotidiano da instituição, incluindo ações de divulgação de seu acervo, no lado externo das edificações do museu.

Tags: MArquEMArquE no PátioUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Acervo de Franklin Cascaes integra exposição do SESC em São Paulo; entenda como ocorre o transporte de obras

22/02/2022 16:44

Cartaz de divulgação da exposição

O Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE) da Univesidade Federal de Santa Catarina (UFSC) participa da exposição Raio que o parta: Ficções do Moderno no Brasil, no Sesc São Paulo – Unidade 24 de Maio, com acervo do artista catarinense Franklin Cascaes. O evento integra o projeto Diversos 22 e celebra o centenário da Semana de Arte Moderna e o bicentenário da Independência.

Com 600 obras de 200 artistas, o espaço terá visitações livres e gratuitas até 7 de agosto de 2022. A mostra traz artistas como Lídia Baís, Mestre Zumba, Genaro de Carvalho, Anita Malfatti, Tomie Ohtake, Raimundo Cela, Pagu, Alberto da Veiga Guignard, Rubem Valentim, Tarsila do Amaral, Mestre Vitalino, Ernesto Mayer Filho, dentre outros. A curadoria é assinada por Aldrin Figueiredo, Clarissa Diniz, Divino Sobral, Marcelo Campos, Paula Ramos e Raphael Fonseca e consultoria de Fernanda Pitta.

A obra de Franklin Cascaes selecionada para participar da exposição foi o conjunto escultórico A dança dos 25 bichos do jogo, em argila e/ou gesso policromados. E, para que as peças pudessem ser disponibilizadas para participar da exposição em São Paulo, foram necessárias uma série de medidas para se garantir a segurança e preservação do acervo.

Vitrine com obras de Franklin Cascaes na exposição no SESC/SP

Como ocorre o transporte de obras

Obras em processo de avaliação do seu estado de conservação e elaboração de laudo

Primeiramente, verificou-se se as obras solicitadas estavam em bom estado de conservação e se o SESC possuía condições adequadas para receber o acervo. Depois, foi firmado um convênio ou apólice de seguro para as peças em questão e realizada a elaboração de laudos técnicos da obra em trânsito.

Firmado o empréstimo, o transporte das obras é uma das ações mais complexas, pois é necessário planejar para que os objetos sejam manuseados com segurança e cheguem bem ao seu destino expositivo. A empresa contratada para embalagem e transporte inicia o trabalho após a realização do laudo do estado de conservação. Esse documento acompanha a obra durante todo o trajeto, nas diversas revisões de que será objeto: na saída de seu local de origem, na chegada e saída da exposição e em seu regresso à instituição de guarda.
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Curso da UFSC de introdução à arqueologia para docentes da educação básica recebe homenagem do IPHAN

07/12/2021 17:19

O Curso de Introdução à Arqueologia para docentes da Educação Básica, projeto de extensão da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi homenageado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional de Santa Catarina (IPHAN/SC) por vencer a etapa estadual do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade 2020.

Realizado na modalidade educação a distância, pela plataforma Moodle Grupos da UFSC, o curso é ministrado por meio de videoaulas, textos, fóruns de discussão e recursos didáticos. Atua na formação continuada de profissionais da educação básica, com o objetivo de ampliar seus repertórios teóricos e práticos para abordar temas relacionados à arqueologia em diferentes contextos de trabalho educativo.

A iniciativa é coordenada por Flora Bazzo Schmidt, pedagoga do Museu de Arqueologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE). A ação tem parceria com a Secretaria de Educação a Distância (Sead) e conta com a contribuição de parceiros que colaboraram para a elaboração dos conteúdos, notadamente pesquisadores indígenas.

O curso foi promovido pela primeira vez em 2019 e, inicialmente, o público-alvo era composto exclusivamente por docentes da educação básica (como indica o nome do projeto). Porém, conforme explica a coordenadora Flora Schmidt, devido à alta demanda apresentada, outros profissionais da educação básica, profissionais do ensino superior, profissionais que atuam na educação não-formal e estudantes de licenciaturas atualmente também podem ingressar no curso.

Tags: arqueologiaeducação básicaInstituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)IPHAN/SCMArquEUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Seminário Memória e Museologia LGBT + Resistência ocorre de 19 a 22 de outubro

28/09/2021 16:59

Entre os dias 19 e 22 de outubro a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sedia três eventos na área de Museologia: o “Seminário Memória e Museologia LGBT + Resistência”, o “IV Seminário Museus e Resistência” e o “III Seminário Museus, Memória e Museologia LGBT.” Os seminários são promovidos pelo curso de Museologia da UFSC, pelo Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE/UFSC), pelo Museu Victor Meirelles, por integrantes da Rede LGBT+ de Memória e Museologia Social e pela equipe da Revista Memória LGBT+.

O objetivo dos eventos é discutir e produzir conhecimento atualizado sobre museus, memória e Museologia quando em conexão com populações com identidade de gênero e sexualidade dissidentes da matriz branca e cisheterossexual. As atividades contarão com a presença de pessoas que se posicionam contra o racismo e LGBTfobia por meio de reconhecida produção intelectual, artística, ativista e atuação profissional no campo da Museologia LGBT+.

As inscrições devem ser feitas na página dos eventos. O certificado, de 24 horas, será expedido para as pessoas que participarem de no mínimo 75% das atividades.

Os seminários serão transmitidos pelo canal YouTube da Museologia UFSC e o link será enviado por e-mail aos participantes que fizerem a inscrição na plataforma.

A programação completa está disponível aqui.

Para se inscrever, acesse aqui.

Mais informações nas seguintes páginas no Instagram: MuseologiaUFSC e MArquEUFSC

Tags: IV Seminário Museus e ResistênciaMArquEmuseologiaMuseu de Arqueologia e EtnologiaSeminário Memória e Museologia LGBT + ResistênciaUFSC

Museu da UFSC oferece curso gratuito de Arqueologia no idioma francês

05/07/2021 09:13

O Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal de Santa Catarina (MArquE/UFSC) está com inscrições abertas para o curso em francês “Découvrir le patrimoine archéologique du Sud du Brésil: Santa Catarina”. As inscrições são gratuitas e abertas a toda a comunidade. O único requisito é a compreensão do idioma francês.

A atividade, que será ministrada online entre os dias 12 de julho a 20 de agosto, faz parte do Programa de Mobilidade Virtual da UFSC e fornece certificado de participação de 30 horas.

O curso apresentará a exposição “Arqueologia em questão: percorrendo o litoral catarinense”, ampliando as temáticas do discurso expositivo por meio de videoaulas e textos de pesquisadores indígenas convidados. Os participantes farão uma viagem no tempo de cerca de 10.000 anos.

As inscrições devem ser feitas neste link até sexta-feira, 10 de julho.

Mais informações na página do MArquE.

Tags: francêsMArquEMuseu de Arqueologia e EtnologiaUFSC

MArquE promove curso de extensão em francês sobre patrimônio arqueológico do sul do Brasil 

01/06/2021 16:42

 

O curso de extensão “Découvrir le patrimoine archéologique du Sud du Brésil: Santa Catarina”, oferecido pelo Museu de Arqueologia e Etnologia prof. Oswaldo Rodrigues Cabral da Universidade Federal de Santa Catarina (MArquE-UFSC), será realizado entre os dias 10 de junho a 22 de julho. As inscrições são gratuitas e abertas a toda a comunidade, – o único requisito é o domínio do idioma francês.

O curso faz parte do Programa de Mobilidade Virtual da UFSC. Vai apresentar a exposição de longa duração do museu “Arqueologia em questão: percorrendo o litoral catarinense”. E irá ampliar as temáticas do discurso expositivo por meio de videoaulas e textos de pesquisadores convidados, notadamente indígenas. É uma viagem no tempo de cerca de 10.000 anos. 

Coordenado pelo prof. Dr. Lucas Bueno e pela pedagoga Flora Schmidt, o curso tem 30 horas de duração, 100% à distância, e suas atividades são assíncronas.

As inscrições poderão ser feitas até dia 07 de junho

Tags: Découvrir le patrimoine archéologique du Sud du Brésil: Santa CatarinaMArquEMuseu de Arqueologia e Etnologia prof. Oswaldo Rodrigues CabralUFSC

Livro infantil inclusivo conta a história do Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC

19/05/2021 16:14

Foto: divulgação

Um livro infantil pedagógico e inclusivo desenvolvido no âmbito de uma ação de extensão da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi selecionado para compor as “Caixas inclusivas de mediação” do projeto Formação de Educadores em Museus em Santa Catarina, que prevê a circulação do material por todas as regiões do estado. Intitulada MArquE, uma história para contar, a obra foi projetada e desenvolvida em parceria entre o setor pedagógico do Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC (MArquE) – Oswaldo Rodrigues Cabral e o professor Luciano de Castro, secretário de Educação a Distância da UFSC.

O livro aborda a história e os acervos do Museu e foi inteiramente pensado em uma perspectiva inclusiva, para ser compartilhado por crianças com e sem deficiência visual. Dessa forma, conta com impressão em offset em cores contrastantes, que considera a acessibilidade às crianças com baixa visão, assim como escrita em braille e relevo nas imagens, ambos realizados em uma tecnologia inovadora desenvolvida a partir de processo de impressão serigráfico. 

A transparência total dessa técnica em serigrafia preserva a qualidade da impressão offset do texto ou imagem, permitindo a aplicação de braille e relevo sobre o texto comum sem qualquer interferência ou prejuízo de legibilidade. Destaca-se também que o diâmetro e a altura do relevo dos pontos da cela braille são produzidos com precisão sem gerar o baixo relevo no verso da folha. Assim, mantém-se a qualidade da leitura do material impresso tanto para o leitor vidente quanto para aquele com deficiência visual. Outra vantagem é a impressão em papel de gramatura inferior ao exigido pelo sistema braille convencional, resultando em publicações de volume consideravelmente menor. 

A elaboração e a impressão dos livros foram viabilizadas pelo edital 01/Proex/2019, da Pró-Reitoria de Extensão, e o material tem distribuição gratuita e dirigida. Sete exemplares foram disponibilizados para o projeto, que é uma proposição da professora da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) Maria Cristina Rosa e foi contemplado no Prêmio Elisabeth Anderle 2019.

Foto: divulgação

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Projeto estuda o acervo arqueológico da Fortaleza de São José de Ponta Grossa

17/05/2021 16:23

Foto: divulgação/ MArquE

Um projeto de pesquisa desenvolvido pelo Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está esquadrinhando o acervo arqueológico da Fortaleza de São José de Ponta Grossa, localizada entre as praias do Forte e de Jurerê, no Norte da Ilha de Santa Catarina, em Florianópolis. O trabalho tem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu) e é viabilizado por recursos do prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura de 2019, financiado pelo Governo do Estado de SC por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC).

“A Fapeu atua como gestora dos recursos advindos da FCC e promove as condições para a concretização do projeto, apoiando a equipe nos trâmites burocráticos atendendo as legislações específicas”, explica o arqueólogo Bruno Labrador Rodrigues da Silva, que é o coordenador do projeto Fortalezas para além as muralhas: dos fragmentos aos monumentos. As atividades começaram em janeiro de 2020 e serão finalizadas em junho deste ano. A elaboração e o desenvolvimento são realizados em uma parceria entre o setor de arqueologia do MarquE e a arqueóloga Ana Cristina de Oliveira Sampaio, que possui atuação profissional no campo da arqueologia histórica.

A publicação de um catálogo digital a ser disponibilizado gratuitamente a pesquisadores e ao público em geral é o objetivo final do projeto. A ideia é contextualizar artefatos e fragmentos descobertos, como faiança, grés, vidro e cerâmica, fivelas de cintos e sapatos, botões, munições de chumbo e pederneiras, estabelecendo origens, cronologias e contextos de produção.
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Museu apresenta exposição virtual sobre arqueologia do litoral catarinense

05/05/2021 10:19

O Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC (MArquE) lançou o projeto MArquE Virtual, com os objetivos de criar canais de divulgação do acervo da instituição e de preencher uma lacuna exposta pela impossibilidade de visitas presenciais às exposições. A partir de postagens nas redes sociais e no site do museu, são apresentadas informações sobre o acervo da exposição de longa-duração Arqueologia em questão: percorrendo o litoral catarinense. O projeto é desenvolvido pela equipe do museu em parceria com a Secretaria de Educação a Distância da UFSC.

Novos textos e imagens são divulgados todas as terças e sextas-feiras. Os primeiros posts sobre os sambaquis já podem ser conferidos no Instagram, no Facebook e no site do MArquE.

Tags: arqueologiaMArquEsambaquisUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Lançado catálogo sobre material arqueológico da Fortaleza de São José de Ponta Grossa

22/04/2021 17:21

O Museu de Arqueologia e Etnologia Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE/UFSC) disponibiliza o Catálogo “Para além das Muralhas: dos fragmentos ao monumento”. A obra apresenta registro fotográfico e resultados da análise de peças que integram o acervo arqueológico da Fortaleza de São José de Ponta Grossa. A autora, Ana Cristina de Oliveira Sampaio, em colaboração com o setor de Arqueologia do MArquE desenvolveu a pesquisa no âmbito do projeto homônimo, contemplado pelo prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura (2019).

Mais informações: https://museu.ufsc.br/

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Seminário Museus e Resistência será realizado de forma on-line em outubro

08/10/2020 11:54

O III Seminário Museus e Resistência, idealizado pelo curso de Museologia e pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC (MArquE), será realizado inteiramente on-line, em diferentes plataformas, ao longo de outubro.

Pelo Instagram vídeos semanais de poucos minutos abordarão discussões importantes sobre museus, pandemia, mídias e saúde cultural. Em parceria com o Museológicas Podcast (disponível em diversas plataformas de áudio) serão lançados, nas terças-feiras de outubro, programas com convidados debatendo temas importantes para a nova configuração do campo dos museus, como Patrimônio Imaterial, Museus Comunitários, Novas Epistemologias Museológicas etc. Às quintas-feiras, sempre às 18h, haverá live no canal do YouTube Museologia UFSC.

O propósito do evento é trazer à tona novas experiências de museus e museologias que promovam o debate democrático e atuem como fontes de inspiração de atuais e futuros profissionais da área. Em decorrência da pandemia de Covid-19, e o fechamento físico de museus e universidades, junto ao surgimento de museus virtuais e novos debates no campo da Museologia, a organização do evento aponta que aparelhos culturais na virtualidade se mostraram importantes espaços de acolhimento, “mostrando que saúde cultural está diretamente ligada a saúde mental”.

O evento é apoiado pelos parceiros Museologia Kilombola, Museológicas Podcast, IEB-USP, SISEM-SP, Memorial da Inclusão, Museologia, Museu de Arqueologia e Etnologia, MArquE e UFSC.

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Aberta nova turma de Introdução à Arqueologia para docentes da Educação Básica

06/08/2020 13:24

Projeto de extensão do Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE), em parceria com a Secretaria de Educação a Distância (Sead), abre nova turma do Curso de Introdução à Arqueologia para docentes da Educação Básica. As inscrições estarão abertas entre os dias 7 e 14 de agosto e deverão ser solicitadas por meio do formulário disponível na página https://museu.ufsc.br/cursodocentes/.

Docentes e outros profissionais da educação formal, profissionais da educação não-formal e estudantes de licenciatura podem se inscrever. Tendo em vista o foco do curso, serão priorizadas as inscrições daqueles que atuam/estudam no território catarinense. Havendo vagas, serão chamados os inscritos de outros estados.

O curso tem carga horária de 60 horas, 100% a distância, e conta com certificado de extensão pela UFSC para os concluintes que tiverem aproveitamento. Será realizado entre agosto e dezembro de 2020. As atividades são todas assíncronas, ou seja, podem ser realizadas em qualquer dia/horário até os prazos estabelecidos no cronograma.
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MArquE participa do Fórum Acervos Arqueológicos nas Redes com novo vídeo

23/07/2020 08:38

O projeto de climatização da Reserva Técnica III do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal de Santa Catarina (MArquE/UFSC) participou com um vídeo do IV Fórum Acervos Arqueológicos nas Redes.

A Reserva III do MArquE armazena o acervo osteológico humano, e agora contará com controle e monitoramento do ambiente (temperatura e a umidade relativa) com a implantação do Sistema REAQUIS e do Sistema Climus. Os sistemas foram desenvolvidos especialmente para serem utilizados em ambientes de guarda de acervos, museus e exposições pelo professor Saulo Guths (Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC), que também participa do projeto.

A “Climatização da Reserva Técnica III do MArquE: Coleção Osteológica Humana” foi contemplada pelo Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura, Fundação Catarinense de Cultura. Com coordenação da arqueóloga do MArquE Luciane Zanenga Scherer, conta com a participação da conservadora/restauradora do MArquE, Vanilde Rohling Ghizoni.
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Projeto do MArquE participa do Fórum Acervos Arqueológicos nas Redes

16/07/2020 09:31

O Projeto de Arqueologia “Fortalezas para Além das Muralhas: dos fragmentos aos monumentos”, realizado pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal de Santa Catarina (MArquE/UFSC), participou com um vídeo do IV Fórum Acervos Arqueológicos nas Redes.

O MarquE possui a guarda do material arqueológico, proveniente das escavações realizadas nas Fortalezas de São José da Ponta Grossa, Santa Cruz de Anhatomirim e de Nossa Senhora da Conceição de Araçatuba. O material está sendo estudado pela arqueóloga Ana Cristina Sampaio, especialista em coleções de cerâmicas históricas, consultora do projeto.

O vídeo está disponível no Facebook do Fórum Acervos Arqueológicos.

 

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Projetos do MArquE recebem financiamento para análise e conservação de acervo arqueológico

05/02/2020 10:54

Dois projetos do Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE) da UFSC foram aprovados no Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura, da Fundação Catarinense de Cultura (FCC): “Fortalezas para além das muralhas: dos fragmentos aos monumentos” e “Climatização da Reserva Técnica III do MArquE: Coleção Osteológica Humana”. O aceite ocorreu no final de 2019 e os trabalhos começam a ser colocados em prática agora.

O projeto “Fortalezas para além das muralhas: dos fragmentos aos monumentos” é coordenado pelo arqueólogo do MArquE Bruno Labrador Rodrigues da Silva e conta com o apoio da FAPEU. O é analisar o material arqueológico proveniente das Fortalezas de São José da Ponta Grossa, Santa Cruz de Anhatomirim e de Nossa Senhora da Conceição de Araçatuba. A análise consistirá na identificação e estabelecimento de origem e data de produção de peças e fragmentos, e, a partir disto, será produzido um catálogo digital a ser disponibilizado para consulta gratuita de pesquisadores e público em geral.
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Povos de Lagoa Santa são tema de palestras no Centro de Filosofia e Ciências Humanas

03/12/2019 10:19

O Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE/UFSC) e o Laboratório de Estudos Interdisciplinares em Arqueologia (Leia/CFH/UFSC) promovem as palestras “Morte e vida na Lapa do Santo: uma biografia arqueológica dos povos de Luzia” ministrada pelo professor Rodrigo Elias de Oliveira (Instituto de Biociências – USP)  e  “Arqueogenética do Brasil pré-colonial: de Lagoa Santa aos Sambaquis do sul do Brasil”, pelo professor André Menezes Strauss (Instituto de Biociências –  USP). 

O evento será realizado no dia 10 de dezembro, às 18 horas, no auditório do bloco E do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH)

A região de Lagoa Santa é internacionalmente famosa pela enorme quantidade de sítios arqueológicos do Holoceno Inicial (11.500 a 8.000 anos antes do presente), estudados desde o início do século XIX. A equipe dos professores Rodrigo Elias de Oliveira e André Menezes Strauss trabalha na região desde 2005 com o objetivo de descobrir e entender quem eram esses brasileiros, de onde vieram, quais suas doenças, o que caçavam, pescavam e coletavam no cerrado mineiro e por fim, como enterravam seus mortos 10 mil anos atrás.

Mais informações na página do MArquE.

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MArquE recebe a exposição ‘Vivo ou Morto?’ até 28 de junho

24/06/2019 13:00

O Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC (MArquE) recebe até 28 de junho, das 9h às 19 h, de terça a sexta-feira, a exposição “Vivo ou Morto?”, que propõe uma reflexão acerca do tema “morte” sob a perspectiva do patrimônio  nacional.

A atividade foi idealizada pelos estudantes do curso de Museologia da UFSC durante a disciplina de Prática de Exposição 2019 e visa estimular a reflexão acerca do que vem a ser o patrimônio de uma nação demonstrando, dessa forma, a importância de ser preservado e não apagado de nossas memórias.

Mais informações na página da exposição.

Tags: exposição Vivo ou Morto?MArquEMuseologia UFSCUFSC

MArquE recebe exposição de estudantes de Museologia da UFSC

30/05/2019 13:58

O Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC (MArquE) recebe de 04 a 28 de julho, das 9 às 19 horas, de terça a sexta-feira, a exposição “Vivo ou Morto?”, que propõe uma reflexão acerca do tema “morte” sob a perspectiva do patrimônio  nacional.

A atividade foi idealizada pelos estudantes do curso de Museologia da UFSC durante a disciplina de Prática de Exposição 2019 e visa estimular a reflexão acerca do que vem a ser o patrimônio de uma nação demonstrando, dessa forma, a importância de ser preservado e não apagado de nossas memórias.

Mais informações em  https://www.instagram.com/vivomortoexpo/

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UFSC apresenta podcast para divulgação da produção científica

30/04/2019 13:20

Luciane a Simon foram os primeiros entrevistados do podcast UFSC Ciência. Foto: Caetano Machado/Agecom/UFSC

Figurando no ranking de produção científica no Brasil como a décima instituição que mais produz ciência, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desenvolve diversas atividades de ensino, pesquisa e extensão em seus mais de 108 cursos de graduação presenciais e 14 cursos de educação a distância. A partir desta terça-feira, dia 30 de abril, toda essa produção científica ganha um novo espaço: o podcast UFSC Ciência.

Podcasts são arquivos de áudio disponíveis para o usuário escutar a hora que quiser. Os episódios serão quinzenais, a partir desta terça-feira, 30 de abril, e estarão em diversas plataformas, como Spotify, iTunes e Soundcloud.
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