UFSC promove debate sobre o movimento ‘Democracia Corinthiana’ com Juca Kfouri

23/09/2022 14:46

O Departamento de Esporte da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (Secarte) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove na próxima sexta-feira, 30 de setembro, encontro com o tema A Democracia Corinthiana e sua importância como fato histórico para o futebol, o esporte e o Brasil. O evento contará com a participação virtual do jornalista e sociólogo Juca Kfouri e presencial do professor João Batista Freire, pesquisador e estudioso da pedagogia dos esportes e do jogo de futebol do Brasil, vinculado à Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).

O encontro será às 19h30 no Auditório Garapuvu do Centro de Cultura e Eventos da UFSC, com transmissão simultânea no canal do YouTube DCEven UFSC. As inscrições são gratuitas e estão disponíveis no formulário digital. Haverá emissão de certificado de participação.

A ação é um bate-papo com formulação de questões aos palestrantes convidados, que objetiva refletir sobre o contexto, os atores e os desdobramentos do movimento intitulado “Democracia Corinthiana” para o futebol, o esporte e o Brasil. A expectativa é de tratar o tema da democracia no âmbito do esporte e do “jogar”, a partir da compreensão de João Batista Freire, estabelecendo um diálogo com o reconhecido conhecimento histórico quanto ao tema do especialista convidado Juca Kfouri.

Movimento Democracia Corinthiana

A Democracia Corinthiana foi um movimento do início da década de 1980 que lutou pelo fim da ditadura militar no Brasil. Sócrates, Wladimir, Casagrande, Zenon e outros ex-atletas do time participaram da campanha pela volta do direito ao voto para presidente, o que não acontecia desde 1960.
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Vice-reitora da UFSC participa de audiência de custódia de estudante presa

12/08/2022 16:50

A vice-reitora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), professora Joana Célia dos Passos, participou como ouvinte da audiência de custódia realizada para avaliar a prisão de uma estudante da Universidade durante ato em defesa da democracia, na noite do dia 11 de agosto. Representando a instituição, a professora Joana conversou com a estudante antes do início formal da sessão e prestou apoio e solidariedade. A audiência, realizada no começo da tarde desta sexta-feira, 12 de agosto, determinou a libertação da aluna.

A vice-reitora disse à estudante que a Universidade e os amigos confiavam nela e estavam ao seu lado. “Que chegue a você o nosso afeto. Ninguém pode ser calado por defender a democracia”. A gestora disse também que a UFSC buscará dar atendimento psicossocial a ela, para que possa concluir seus estudos.

A audiência de custódia, presidida pelo juiz Ruy Fernando Falk, destinava-se a avaliar a prisão em flagrante e decidir sobre a eventual necessidade de conversão em prisão provisória. O auto de prisão apontou os crimes de pichação, desacato, desobediência e lesão corporal.
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UFSC é palco de ato cívico em defesa do estado democrático de direito

12/08/2022 16:25

Auditório da Reitoria ficou lotado e muitas pessoas acompanharam evento por um telão instalado no hall (Fotos: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

Cerca de 500 pessoas estiveram presentes no auditório e no hall da Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) na quinta-feira, 11 de agosto, para o ato cívico em defesa do estado democrático de direito. O ato foi promovido pelo Sindicato dos Professores das Universidades Federais de Santa Catarina (Apufsc) em conjunto com 27 entidades da sociedade civil. Estiveram presentes autoridades políticas, representantes de organizações sindicais e integrantes da gestão da Universidade, entre eles o reitor Irineu Manoel de Souza e a vice-reitora Joana Célia dos Passos.

O ato foi realizado simultaneamente à leitura da Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito, realizada na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).

O evento na UFSC teve apresentações artístico-culturais, falas de representantes das entidades participantes e manifestações individuais de preferências eleitorais. Antes do início formal, a MC Triz fez uma performance de hip hop em que improvisou rimas com temas sugeridos pelo público, tais como democracia, urna eletrônica e a mulher.

Voz e voto

Após a execução do hino nacional, o presidente da Apufsc, Carlos Alberto Marques, o Bebeto, ocupou a tribuna. Em sua fala, destacou que as ameaças autoritárias são um instrumento para frear as conquistas políticas e sociais. “A democracia morre muito antes dos golpes e dos rompantes autoritários. Ela morre quando não gera mais emprego e renda, quando produz desigualdades e miseráveis, quando faz as pessoas não terem teto para morar e terra para plantar. Ela, a democracia, seguramente morre quando ao povo é negada a voz e o voto”.

Gabriel Kazapi, do Grupo Prerrogativas, elogiou a atitude da Apufsc de organizar o evento. “Estar aqui hoje, neste território livre da arte e da ciência, para defender o estado democrático de direito, é tarefa de todos aqueles que não deixam surrupiar a memória”.

Evento teve apresentações culturais, como o hip hop da MC Triz

Representando a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD), Prudente José Silveira Mello mencionou as lutas empreendidas pela sociedade desde a leitura da primeira Carta aos Brasileiros, em 1977, como a volta dos perseguidos políticos, a Lei da Anistia, as eleições diretas para presidente e a Assembleia Nacional Constituinte. E também citou os retrocessos vividos em tempos mais recentes. “Tivemos a destruição dos direitos sociais e trabalhistas, os ataques contra as instituições democráticas e a apologia da volta da ditadura. Nós queremos a garantia da Constituição, a garantia dos direitos fundamentais”.

Cláudia Maria Dadico, juíza federal e conselheira nacional da Associação Juízes para a Democracia (AJD), leu a carta elaborada pela Coalizão para a Defesa do Sistema Eleitoral, um coletivo que reúne mais de 200 entidades e organizações da sociedade civil. A carta cita os “ataques periódicos, reiterados e sistemáticos ao sistema eleitoral brasileiro” e como eles geram instabilidade institucional e insegurança jurídica. “A normalidade democrática formal é fundamental para que o Brasil retome o combate contra a destruição do Estado social e de enfrentamentos às diversas formas de discriminação, segregação e exclusão”, diz um trecho do documento.

Avanço civilizatório

O ex-governador Paulo Afonso evocou a história do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) na resistência à ditadura e nas conquistas sociais e democráticas que se seguiram. Ele considerou “surreal” que tenhamos hoje que reeditar essas lutas. “Hoje temos que voltar às ruas, praças e auditórios para dizer não ao fascismo, não à ditadura, não ao autoritarismo e não à violência”. De acordo com o ex-governador, a democracia tem suas imperfeições, mas é ela que garante a cidadania, o avanço civilizatório, os direitos humanos e a nossa liberdade de decidir.

Nesta altura do ato, o músico Toni Dias e cantora Aline Sandoval interromperam a apresentação da canção “Samba da Utopia” para que o público pudesse acompanhar a leitura da Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito, diretamente da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). A apresentação musical foi retomada após a transmissão.

Marcos Aurélio dos Santos foi um dos oradores, representando o movimento negro

A parte cultural seguiu com a poetisa Vânia Schwenck, que narrou um conto africano.

Momento emocionante do evento no auditório da Reitoria foi a “chamada” de diversos nomes de personalidades que foram vítimas ou se notabilizaram no enfrentamento à ditadura e aos abusos de poder. A ex-senadora Ideli Salvatti, que presidia a mesa, convidou todos a ficarem em pé e iniciou a leitura dos nomes pelo deputado catarinense Paulo Stuart Wright. Também foram citados Arno Preis, Derlei Catarina de Luca, Adolfo Dias, Hamilton Alexandre (Mosquito), bispo Dom José Gomes, Eurides Mescolotto, desembargador Lédio Rosa de Andrade. Após a menção a cada nome, a plateia repetiu “presente!”. Por fim, foi chamado o nome do ex-reitor da UFSC Luiz Carlos Cancellier de Olivo, o Cau, “pessoa que entregou a vida, num ato político contra a perseguição e a injustiça”, nas palavras de Ideli Salvatti.

Imensos desafios

A presidente estadual da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Ana Júlia Rodrigues, lembrou que a classe trabalhadora é a primeira a sofrer nas ditaduras e enalteceu o valor da democracia. “A democracia para as trabalhadoras e os trabalhadores é mais que um direito de votar em quem quiser, de se expressar de maneira livre. É na democracia que a classe trabalhadora pode se organizar, reivindicar, conquistar e ampliar direitos”.

O ex-senador Nelson Wedekin iniciou sua fala dizendo-se feliz em estar em local nos quais o hino e a bandeira nacional estavam num ambiente de civilidade, paz e diálogo. Ele lembrou dos imensos desafios a vencer no Brasil, como a pobreza e a fome. “Mas antes disso nós precisamos afastar o mal, a indignidade, a força bruta, a mentira, o obscurantismo”. Wedekin foi aplaudido quando defendeu as urnas e o sistema eleitoral. Também criticou a “mistura deletéria” entre política e religião e alertou para uma escalada de atos golpistas no Brasil. “Nosso compromisso é com a liberdade. Estamos tratando aqui de resgatar o nosso sonho de viver num país onde exista a paz, a justiça, a liberdade e a solidariedade”.

Os representantes estudantis Lucas Bonatto, do Diretório Central de Estudantes (DCE), e Victória Salgado, do Centro Acadêmico XI de Fevereiro (Caxif), foram juntos à tribuna. Lucas afirmou que não devemos almejar qualquer democracia. “Devemos buscar por uma democracia que sirva aos interesses do povo brasileiro e à soberania nacional”, afirmou. Victória disse que aquele era um dia de celebração – Dia do Estudante e Dia do Advogado – mas também um dia muito sério e crítico na História do país. “No ano em que comemoramos os 200 anos da Independência, o Brasil se une pela educação, a democracia e o devido processo legal nas eleições”, disse ela.

O representante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Vilson Santin, destacou a necessidade de estarmos em movimento “diuturnamente, com alma, coração, sentimento, pertença e mística”. Ele citou uma frase da pensadora Rosa Luxemburgo: “Quem não se movimenta não sente as correntes que o aprisionam”. Segundo Santin, a sociedade tem a missão histórica de derrotar o neofascismo.

Resistência

Irineu e Joana lembraram participação da UFSC em momentos importantes da história recente do país

Presidente do Conselho Estadual da População Afrodescendente, Marcos Aurélio dos Santos citou que as pessoas negras têm pouco acesso a direitos e afirmou que o Brasil tem uma dívida histórica com essa população. De acordo com ele, “abolição inacabada” deixou as pessoas negras em situação que exige reparação, não só através de políticas de cotas, mas também reparação de terras e financeira. “Precisamos avançar nas políticas públicas voltadas para essa população”, afirmou Marcos Aurélio.

A vice-reitora Joana Célia dos Passos e o reitor Irineu Manoel de Souza foram os últimos oradores do evento. A professora Joana disse que a UFSC não poderia se furtar de estar junto à sociedade na defesa do estado democrático de direito, como fez em outros momentos dos seus 60 anos. Ela leu um trecho do poema “Resistência”, do poeta negro Cuti. “Resistência porque é isso que estamos fazendo aqui hoje, é o que os 56% da população negra faz todos os dias e é o que a população indígena faz historicamente neste país”.

O professor Irineu disse estar feliz por participar deste “momento histórico”, destacando que as universidades são instituições críticas e seculares. Ele lembrou que a UFSC sempre está presente em momentos difíceis e também em momentos felizes da vida nacional. O reitor afirmou que a Universidade também trava suas próprias lutas, em busca de recursos e condições para sobreviver e manter-se funcionando. “Neste momento é importante a Universidade Federal de Santa Catarina acolher todas essas manifestações e apoiar a Constituição, o estado democrático de direito e a democracia”.

O evento cívico foi encerrado com a exibição de um vídeo em que personalidades do mundo artístico leram trechos da Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito.

A íntegra da solenidade pode ser acompanhada no Canal do YouTube da Apufsc

 

Luís Carlos Ferrari / Agecom/UFSC

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UFSC sediará evento de leitura da Carta pela democracia

09/08/2022 09:20

A leitura da “Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito” será transmitida em evento presencial na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) na próxima quinta-feira, 11 de agosto, às 10h, no Auditório da Reitoria. A leitura ocorre na Universidade de São Paulo (USP) e eventos presenciais como o da UFSC estão sendo planejados para acontecerem concomitantemente em diversos campi universitários em todo o Brasil. Na UFSC, a leitura da Carta tem apoio do Sindicato dos Professores das Universidades Federais de Santa Catarina (Apufsc-Sindical).

A leitura da Carta na UFSC e as manifestações presenciais da comunidade universitária no Auditório da Reitoria serão transmitidas pelo canal da Apufsc no YouTube. O documento, idealizado por egressos da Faculdade de Direito da USP, é apartidário e recebe ampla adesão, com mais de 800 mil assinaturas. A inspiração veio da “Carta aos Brasileiros”, lida em 8 de agosto de 1977, e escrita pelo professor da USP Goffredo da Silva Telles Junior.

 

Mais informações:
www.estadodedireitosempre.com
Jornal da USP – “Um movimento pela Democracia”
Apufsc convida comunidade acadêmica para ato em defesa da democracia

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Presidente da SBPC e rapper abrem ciclo de conferências Universidade InComum

09/09/2021 11:50

O Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina (CFH-UFSC) promove na próxima segunda-feira, 13 de setembro, às 9h30, as conferências de abertura do ciclo Universidade InComum, com o tema A universidade e a reconstrução do Brasil democrático. O evento é on-line, gratuito, aberto para toda comunidade acadêmica e será transmitido por meio do canal do CFH no Youtube.

Participam das conferências o filósofo e presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Renato Janine Ribeiro, e o rapper brasiliense GOG, com a mediação de Miriam Furtado Hartung, diretora do Centro de Filosofia e Ciências Humanas.

GOG é pioneiro do rap brasileiro. Radicado em Brasília, independente, lançou 11 discos autorais, o primeiro deles em 1992. Colaborou com Lenine, Maria Rita, Gerson King Combo, Hamilton de Holanda, Fabiana Coza, entre outros artistas. Publicou, em 2010, A rima denuncia, coletânea com 48 de suas letras de rap. Voz respeitada nas periferias das metrópoles, GOG colabora com movimentos sociais, movimentos culturais e com a literatura marginal.

Renato Janine Ribeiro é professor-titular da cadeira de Ética e Filosofia Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Recebeu o Prêmio Jabuti de Literatura em 2001 por A Sociedade Contra o Social, foi ministro da Educação em 2015, membro do Conselho Deliberativo do CNPq e diretor de Avaliação da Capes de 2004 a 2008. Foi eleito presidente da SBPC em 2021.

O ciclo Universidade InComum é uma iniciativa do CFH com apoio dos centros de Ciências da Educação (CED), Socioeconômico (CSE) e de Comunicação e Expressão (CCE).

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Curso de Pedagogia promove conferência em defesa da democracia

30/08/2021 18:14

A coordenação do Curso de Pedagogia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove uma conferência virtual sobre a construção de um projeto de nação soberana e de Estado democrático, em defesa da democracia, da vida, dos direitos sociais, da educação e do Plano Nacional de Educação (PNE). O evento ocorre nesta quinta-feira, 2 de setembro, às 19hno canal do curso no Youtube.

A atividade contará com a participação da professora da Universidade Federal de Paraná (UFPR) Megg Rayara Gomes de Oliveira e de Marcos Aurélio dos Santos, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de São José (Sintram) e militante do Movimento Negro de Santa Catarina.

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Direitos humanos, democracia e neoconservadorismo são temas de nova edição da revista Katálysis

19/05/2020 09:05

Foi publicada a segunda edição deste ano da Revista Katálysis, referente ao quadrimestre de maio a agosto de 2020, com a temática Direitos humanos, democracia e neoconservadorismo. A obra destina-se à publicação de artigos científicos originais sobre assuntos atuais e relevantes no âmbito do Serviço Social, áreas afins e suas relações interdisciplinares.

Cada edição focaliza uma unidade temática, tendo em vista sua importância dentro do contexto social contemporâneo, mas abre espaço também para trabalhos que tratem de temas livres. A revista é vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Serviço Social e ao de Curso de Graduação em Serviço Social da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

A edição nº 2 V.23/2020 está disponível na seção de periódicos da Universidade ou no portal Scielo.

Para saber mais sobre a revista acesse: periodicos.ufsc.br/index.php/katalysis

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Democracia e Direitos Humanos é tema de Aula Magna nesta terça-feira, 5 de novembro

31/10/2019 13:31

O Observatório de Democracia e Direitos Humanos (ODDH/UFSC) realiza no dia 5 de novembro, terça-feira, às 19 horas, no Auditório do Fórum do Norte da Ilha (CCJ/UFSC), o ato de fundação e a Aula Magna “Democracia e direitos humanos: os desdobramentos de uma nova agenda política no cenário brasileiro”, ministrada pelo presidente do Conselho Nacional de Direitos Humanos, Leandro Pinho. As inscrições podem ser feitas no endereço http://inscricoes.ufsc.br/ODDH.

Este espaço de estudo e pesquisa visa analisar e investigar o direito à memória e à verdade como pilares do Estado Democrático de Direito. Face ao cenário vivido pela democracia brasileira e com a ascensão de regimes extremistas em todo o globo, o observatório tem como linha de pesquisa a atuação dos Estados, enquanto ator político heterogêneo, atua na preservação do legado do passado bem como suas responsabilidades em relação aos crimes cometidos por agentes estatais.
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Extrema direita, fascismo e crise democrática foram temas de debate em palestra na UFSC

23/11/2018 16:53

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC.

Há cerca de dois anos a professora Esther Solano, do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), pesquisa o avanço da extrema direita e do conservadorismo na política brasileira e mundial. A partir de entrevistas em profundidade com eleitores de Bolsonaro no centro e, sobretudo, periferias de São Paulo, a pesquisadora tenta entender por que tantas pessoas decidiram apoiar um candidato de extrema direita. “É uma proposta acadêmica, intelectual, mas é também uma proposta de chamar a atenção da academia, que durante muito tempo ficou enclausurada, fechada e centrada em si mesma. É nosso dever estar na sociedade, escutar e entender a sociedade. É preciso humildade na escuta. As pessoas estão falando, estão gritando, mas ainda nos falta ouvir”, explicou a docente no início da palestra que ministrou na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) com o título “A crise da democracia e os extremismos de direita”. O evento, que ocorreu no dia 19 de novembro, foi promovido pelo Centro Acadêmico de Relações Internacionais (CARI/UFSC), com apoio do departamento de Relações Internacionais e do Centro Socioeconômico (CSE).
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Democracia no cenário pós-eleitoral 2018 é tema de mesa-redonda na UFSC

21/11/2018 13:14

Golpe. Neoliberalismo. Fascismo. Eleições. As reflexões levantadas por Joana Célia dos Passos (CED/UFSC), Sandra Noemi Cucurullo de Caponi (CFH/UFSC) e Luis Felipe Miguel (UnB) versou sobre ‘Perspectivas para a Democracia no cenário pós-eleitoral’ durante o segundo encontro do Ciclo de Debates do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina, realizado na manhã do dia 14 de novembro, no Auditório do Centro.

Miriam Furtado Hartung, diretora do CFH, enfatizou na abertura a necessidade de pensar o futuro, pois é na universidade que se reflete, discute e reage às tentativas de subtração do pensamento. “A produção de conhecimento, em específico na área de humanidades, significa um contínuo processo de reflexão como forma de propor mundos mais igualitários e justos”.

O propósito da mesa foi instigar o pensamento crítico sobre a situação da vida política e social no Brasil nos dias de hoje, no período pós-eleição. A primeira a falar, Passos reafirmou a importância de, sempre, o espaço acadêmico se colocar para o debate em um diálogo franco e aberto. “O Brasil se fez pela violência e o que nos faz, volta e meia reafirmar a essa lógica, é porque não saímos ainda desse ciclo. O que vivemos agora, com a ‘saída do armário’ dessa onda conservadora, homofóbica, racista e sexista, reitera o modo como fomos constituídos e o que somos enquanto sociedade brasileira”.
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UFSC Explica: República como forma de governo

14/11/2018 19:15

República como forma de governo” é o tema da segunda edição da série “UFSC Explica”. Foram convidados três professores da universidade para abordar o assunto a partir de suas diferentes áreas de conhecimento: Adriano Luiz Duarte, do departamento de História; Aylton Barbieri Durão, do departamento de Filosofia; e Tiago Bahia Losso, do departamento de Sociologia e Ciência Política. Confira o vídeo aqui.

A república é um regime político que amplia a participação popular? Quais são os elementos da monarquia, da aristocracia e da democracia na república brasileira? Quando e onde a república como categoria política foi formulada pela primeira vez? Qual a relação entre interesse público e interesse privado em um regime republicano? Essas são algumas das perguntas que os pesquisadores da universidade respondem no vídeo.

UFSC Explica

A série UFSC Explica tem por objetivo apresentar perspectivas acadêmicas, com a participação de pesquisadores da Universidade, sobre temas relevantes e em evidência na atualidade. O assunto da primeira edição em vídeo da série foi “Liberdade de Cátedra“, que está disponível aqui. Os vídeos da série foram desenvolvidos a partir de entrevistas com três pesquisadores da UFSC, cujas entrevistas completas estão disponíveis aqui.

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UFSC manifesta-se em defesa da universidade pública, gratuita, autônoma e plural

31/10/2018 18:06

Em defesa da Universidade Pública, Gratuita, Autônoma e Plural

A Administração da Universidade Federal de Santa Catarina, passado o processo das eleições em todos os níveis, reitera seu compromisso histórico e institucional em defesa das Instituições Públicas de Ensino – laicas, republicanas e autônomas – além do posicionamento intransigente no sentido do pleno respeito à Democracia. Superadas as questões político partidárias, a Universidade posiciona-se em favor da manutenção de um ambiente saudável, seguro, em que prevaleçam o respeito às diferenças e o convívio harmonioso e tolerante entre as pessoas. Ainda reiteramos o caráter intocável da Liberdade de Cátedra e da ampla autonomia no exercício da docência, em todas as esferas de Educação, a fim de que a formação cidadã se dê nas bases Legais, morais e éticas, sem admitir qualquer tipo de cerceamento ou ameaça à atuação de professoras e professores. Por fim, acreditamos firmemente no papel de cada cidadão e cidadã, das instituições, dos governos, e na força do ensino, da pesquisa e da extensão, como ferramentas essenciais na construção de uma nação livre, democrática e diversa.

Florianópolis, 31 de outubro de 2018

A Administração da UFSC

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Palestra sobre Ditadura, memória e transição para a democracia na Argentina ocorre dia 25 de setembro

21/09/2018 15:08

Ludmila Catela. Foto: divulgação

Na terça-feira, 25 de setembro, a UFSC recebe a pesquisadora Ludmila Catela para a palestra “Ditadura, memória e transição para a democracia na Argentina”. O evento ocorre na sala 102 do Centro Socioeconômico (CSE), a partir das 14h20.

A palestra é gratuita e não há necessidade de inscrição para participar.

Sobre a palestrante

Ludmila Catela é doutora em Antropologia Cultural e mestre em Sociologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), professora da Universidade Nacional de Córdoba (Argentina), investigadora do Conselho Nacional de Investigações Científicas e Técnicas da Argentina (CONICET) e é fundadora e diretora do Arquivo Provincial da Memória de Córdoba (APM)

Mais informações pelo email clarissa.dri@ufsc.br

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Luis Felipe Miguel na UFSC: ‘Os rituais da democracia estão completamente desprovidos de efetividade’

30/03/2018 17:29

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

“O que esse momento político nos diz de maneira muito clara? A vontade popular não importa. Os rituais da democracia estão completamente desprovidos de efetividade.” Esse foi o tom da palestra do professor Luis Felipe Miguel, da Universidade de Brasília (UnB), convidado para a aula magna do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina. O evento integra o Ciclo de Debates “O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil”, e foi também a aula inaugural do Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH). Com o tema “A democracia em retração”, a atividade ocorreu na quarta-feira, 28 de março.

Ainda antes de começar, o auditório do CFH já estava lotado, com muitos, inclusive, sentados no chão. Todos queriam ouvir o professor que, em fevereiro, foi alvo de ataques do ministro da Educação Mendonça Filho, que tentou censurar a disciplina que Luis Felipe ofertava para este semestre. Como resposta, e em defesa da autonomia universitária, diversas outras universidades do país organizaram atividades com o mesmo título da matéria oferecida pelo pesquisador. Foi nesse contexto que o CFH promoveu o Ciclo de debates e o convidou a palestrar.
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Vladimir Safatle na UFSC: ‘A ditadura militar no Brasil nunca terminou, nunca foi vencida’

16/03/2018 12:22

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

“Como chegamos até aqui? E o que significa exatamente o ‘aqui’?”, perguntou-se o filósofo e professor universitário Vladimir Safatle no início de sua palestra, apontando o “caráter completamente singular do momento histórico atual”. Segundo ele, “o Brasil nunca conheceu nada parecido em nenhum outro período de sua história. Não há nenhum momento que seja minimamente similar ao que ocorre agora. Vivemos um momento de profundo esgotamento.” O evento, que ocorreu na quarta-feira, 14 de março, no Centro de Cultura e Eventos, foi promovido pelo Centros Acadêmicos Livres de Psicologia (CALPsi) e de Filosofia (CAFIL) da Universidade Federal de Santa Catarina, com apoio da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte/UFSC).
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Guilherme Boulos fala sobre crise da democracia e desafios da esquerda em aula magna na UFSC

01/12/2017 11:59

A 3ª aula magna do Centro de Estudos em Reparação Psíquica de Santa Catarina (CERP-SC) trouxe para a UFSC nesta quarta-feira, 29 de novembro, o coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos. “Democracia ou Barbárie”, o tema da conferência, refere-se à encruzilhada vivida hoje no país. “A crise econômica, junto com a crise política, é algo sem precedentes na nossa história. Desde o fim da ditadura militar, não tivemos momentos tão graves como esses que estamos vivendo desde o ano passado. E por isso é muito pertinente fazer debates e discutir os rumos dessa encruzilhada”, afirmou Boulos.

Segundo ele, o Brasil está passando por retrocessos que são marcados pela dissolução de três pactos nacionais que foram construídos na sociedade brasileira no último século. Um deles é a política implementada nos 13 anos de experiências do governo do PT no país, com seus avanços e problemas. “Nesses avanços nós podemos destacar um conjunto de políticas sociais, de valorização do salário mínimo, que permitiu ao povo mais pobre ter acesso a meios de consumo que antes não tinham. Os elementos progressivos que marcaram esse pacto foram as primeiras vítimas do golpe: alguns deles desmontados, outros destruídos”, observou Boulos. Em seguida, ele citou o pacto constitucional, ameaçado principalmente pela aprovação da Emenda Constitucional 95, que congela os gastos públicos por 20 anos. Ele ressaltou que a aprovação da medida foi realizada a partir de um elemento profundamente antidemocrático: um presidente que não foi eleito estabeleceu a política econômica dos próximos quatro presidentes. “É uma política obrigatória de ajuste fiscal político”. E, por último, Boulos falou sobre o pacto varguista dos anos 40: “Foi aprovada uma reforma trabalhista que rasga toda a proteção ao trabalho que nós tivemos nos últimos 80 anos – o que não foi feito nem na ditadura militar.”
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Pós em Sociologia Política promove palestra sobre ‘A crise da democracia no Brasil’

24/07/2017 15:36

O programa de pós-graduação em Sociologia Política da UFSC promove uma palestra de abertura do segundo semestre, com o tema “A crise da democracia no Brasil”. A palestra será ministrada pelo professor Fabiano Santos (IESP/UERJ), presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (ANPOCS). O evento ocorre no dia 14 de agosto, segunda-feira, às 14h, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC).

Mais informações pelo e-mail ou ppgsocpol@contato.ufsc.br ou pelo telefone: (48) 3721-9253.

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Programa de Pós-Graduação em História promove debate sobre democracia

14/06/2016 15:28

O Programa de Pós-Graduação em História promove o evento “Democracia, que horas ela volta?”, um debate sobre “Escola, gênero e racismo na conjuntura do golpe”, nesta quinta-feira, 16 de junho, às 18h30, no auditório do Centro de Ciências da Educação (CED). O debate contará com a presença das professoras Joana Maria Pedro, Joana Célia dos Passos, Mônica Martins da Silva e Sônia Weidner Maluf.
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Recepção aos calouros do semestre 2015-2 é em dois dias, nesta segunda e terça-feira

10/08/2015 09:04

A programação da recepção aos novos estudantes começa na segunda-feira às 18h30min no Auditório Garapuvu do Centro de Cultura e Eventos, com apresentações de vídeo institucional da Universidade e da Orquestra de Câmara da UFSC,  Os calouros assistirão também o vídeo e apresentação da Comissão da Verdade UFSC. A partir das 19h30, o professor Durval Muniz de Albuquerque Jr apresenta a Aula Magna “Entre o desconhecimento, a amnésia e a má fé: ditadura e democracia no Brasil”.

Durval é graduado em Licenciatura Plena em História pela Universidade Estadual da Paraíba (1982), mestre em História pela Universidade Estadual de Campinas (1988) e doutor em História pela Universidade Estadual de Campinas (1994). Atualmente é colaborador da Universidade Federal de Pernambuco, professor titular da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Tem experiência na área de História, com ênfase em Teoria e Filosofia da História, atuando principalmente nos seguintes temas: gênero, nordeste, masculinidade, identidade, cultura, biografia histórica e produção de subjetividade.

Na manhã de terça-feira, a partir das 8h30min, também no Auditório Garapuvu, o acolhimento é com o Madrigal e a Orquestra da UFSC e as falas de representantes da Administração Central. Eles darão  as boas-vindas aos recém-chegados e apresentarão um pouco do que será o período de graduação na Universidade. Os eventos serão transmitidos ao vivo em streaming pela internet.

A partir de segunda-feira, as redes sociais da UFSC ajudam também a divulgar pontos importantes da Resolução 17, que regulamenta os cursos de graduação, em pontos como currículo, horários, regime acadêmico, matrícula e vários outros. E as comunicações aos calouros serão centralizadas ainda no site calouros.ufsc.br.

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Mesa-redonda “Que movimento é esse? Democracia e movimentos sociais” nesta terça-feira

02/07/2013 09:30

O Projeto de Extensão Justiça e Democracia promove a mesa-redonda “Que movimento é esse? Democracia e movimentos sociais”, no dia 2 de julho, terça-feira, às 19h, no Auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), com a participação dos professores da UFSC Adriano Duarte (História), Carlos Eduardo Sell (Sociologia e Ciência Política) e Denilson Werle (Filosofia).

Apoio: Núcleo de Ética e Filosofia Política (NÉFIPO), Núcleo de Estudos História, Literatura e Sociedade (NEHLIS), CFH/UFSC, DCE e  Centro Acadêmico de Filosofia (CAFIL). A entrada é gratuita e aberta ao público.

 

Informações: https://www.facebook.com/events/1391557537724597/.

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Marina Silva ministra conferência na UFSC nesta sexta

03/05/2013 09:59

Com o tema “Democracia e Sustentabilidade: Os Desafios do Século XXI”, a ex-ministra do Meio Ambiente e ex-senadora Marina Silva ministrará conferência no dia 3 de maio, sexta-feira, às 19h, no Auditório da Reitoria da UFSC. O evento é gratuito e aberto ao público, e promovido pelos Departamentos de Botânica (BOT/CCB) e Economia e Relações Internacionais (CSE).

Outras informações: (48) 3721-2888.

Tags: BOTCCBCSEdemocraciaMarina SilvasustentabilidadeUFSC

Marina Silva ministra conferência na UFSC sobre democracia e sustentabilidade

02/05/2013 08:44

Com o tema “Democracia e Sustentabilidade: Os Desafios do Século XXI”, a ex-ministra do Meio Ambiente e ex-senadora Marina Silva ministrará conferência no dia 3 de maio, sexta-feira, às 19h, no Auditório da Reitoria da UFSC. O evento é gratuito e aberto ao público, e promovido pelos Departamentos de Botânica (BOT/CCB) e Economia e Relações Internacionais (CSE).

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Tags: conferênciademocraciaMarina SilvasustentabilidadeUFSC

II Semana de Direitos Humanos da UFSC

11/10/2011 11:33

Democracia. Essa a temática da II Semana de Direitos Humanos da UFSC, que será realizada de 24 a 28 de outubro. “A legitimidade e apoio popular ao sistema democrático da Venezuela” é o título da palestra de abertura com o professor Jose Vicente Carrasqueiro, da Universidade Simon Bolivar, de Caracas, dia 24, a partir das 19 horas, no auditório do Centro de Ciências Jurídicas.
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Portal que congrega informações socioambientais foi lançado na última sexta

21/09/2011 10:14

Foi lançado na última sexta-feira, dia 16, o portal “Floripa em Movimento”, um projeto de extensão da UFSC coordenado por professores do Núcleo de Estudos em Serviço Social e Organização Popular, NESSOP, e do Espaço Sala Verde. O site tem por objetivo divulgar à comunidade em geral informações e agendas das Associações de Moradores, Conselhos Comunitários, Organizações Ambientalistas e Fóruns, além de pautas de representantes da sociedade na gestão de políticas públicas e outros coletivos comprometidos com a manutenção da democracia. participativa.

Diversas pessoas ligadas aos movimentos sócio-ambientais estiveram presentes e explicitaram, durante a apresentação, a importância da criação do portal, além de sugerir demais modificações. “Fiquei convencida dos desafios que nos ficam: a sustentabilidade do portal, ou seja, atuar para que se mantenha. e ainda, para que seja conhecido e daí sim, um meio, junto aos movimentos sociais, associações de moradores e ambientalistas, etc. Neste sentido, temos ainda muito a fazer!” ressalta Vera Herweg, uma das coordenadoras do projeto.

“O Portal pretende ser um espaço democrático orientado para que a comunidade possa dialogar entre si, articular forças, convergir em ações e criar um fluxo de informações que potencialize e permita fortalecer a atuação da sociedade em processos coletivos”, comenta Raúl Burgos, um dos coordenadores do projeto. Informações e contatos sobre órgãos de proteção social, como o Conselho de Igualdade Social e o Conselho dos Direitos da Mulher, estarão disponíveis no portal, assim como links para mídias alternativas e portais de Transparência Pública.

Por Ana Luísa Funchal/ Bolsista de jornalismo no portal Floripa Em Movimento

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