Depósito legal: BU reúne mais de 82 mil produções técnico-científicas produzidas na UFSC

21/08/2024 17:12

A BU/UFSC é um sistema composto pela Biblioteca Central, 10 Bibliotecas Setoriais e 1 Sala de Leitura. Foto: Henrique Almeida/Agecom

A ansiedade, o nervosismo e o sentimento de realização são algumas das emoções vivenciadas em um dos dias mais importantes da trajetória de um pesquisador: a defesa de seu trabalho diante da banca examinadora. Mesmo com a aprovação, o percurso para a obtenção do certificado do título ainda exige outras providências. Entre elas está o depósito legal, a etapa que se refere à entrega obrigatória de teses, dissertações, Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) e monografias para inclusão no acervo da instituição.

De responsabilidade da Biblioteca Universitária (BU) na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), esse serviço compreende também a guarda das publicações de cunho literário ou técnico-científico editadas pelas unidades acadêmicas ou administrativas, como livros e periódicos, manuais, cartilhas, anais de congressos e seminários, entre outros. Conforme avalia a bibliotecária-documentalista Joana Carla Felício, coordenadora da Divisão de Desenvolvimento de Coleções e Tratamento da Informação (DECTI), o depósito legal garante o acesso, a democratização do conhecimento para a comunidade acadêmica e para sociedade, preservando o patrimônio científico da UFSC para as futuras gerações. “É um compromisso da BU/UFSC promover o acesso, a disseminação e a preservação da memória técnico-científica institucional”, afirma.

O acervo da BU reúne atualmente mais de 82 mil publicações e é dividido em três grupos: a Coleção Especial de Publicações da UFSC (CEPU); a Coleção Especial de Teses e Dissertações (CETD); e trabalhos acadêmicos. Na CEPU, estão incluídos os livros publicados pela Editora da Universidade (EdUFSC); livros e periódicos publicados pelas unidades acadêmicas e administrativas da instituição; produções relacionadas à contratação de professores, como relatórios, aulas, monografias exigidas em concursos; produções variadas de programas, laboratórios e eventos, em uma variedade de conteúdos e suportes. Esse acervo é composto por exemplares em formato impresso e digital, sendo a versão on-line disponibilizada no Repositório Institucional da Universidade (RI/UFSC).
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Equipe Ampera Racing, que faz carro elétrico de competição da UFSC, conquista segundo lugar na Fórmula SAE Brasil

16/08/2024 18:06

Equipe Ampera Racing na 20º Fórmula SAE Brasil Foto: Divulgação/Ampera Racing/UFSC

A Ampera Racing, equipe de competição que cria automóveis, formada por estudantes de diferentes cursos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), conquistou o segundo lugar geral na categoria elétrica na 20° Fórmula SAE Brasil. A competição ocorreu de 31 de julho a 4 de agosto, no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA) em Piracicaba, São Paulo. Além disso, a equipe obteve o primeiro lugar em Design, o segundo em Apresentação/Business e o segundo em Enduro.

Protótipo desenvolvido pela equipe Foto: Divulgação/Ampera Racing/UFSC

Uma das principais conquistas da equipe foi o estabelecimento de um novo recorde na prova de endurance, com o protótipo percorrendo mais de 5 km, superando sua própria marca anterior. Todo o protótipo é desenvolvido pelos próprios estudantes.

A Fórmula SAE Brasil, promovida pela Society of Automotive Engineers, é uma competição estudantil que visa promover a integração prática e teórica na formação de engenheiros. Este evento representa um momento significativo para a Ampera Racing, permitindo a demonstração do protótipo elétrico e autônomo desenvolvido ao longo da temporada.

Mais informações no site da Ampera Racing e no Instagram.

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UFSC Joinville aplica lições de aula em competição nacional de embarcações em miniatura

16/08/2024 17:09

Embarcações criadas por universitários competirão na Expoville, em Joinville. Foto: divulgação/Duna/UFSC

Com o objetivo de consolidar conhecimentos adquiridos em sala de aula, estudantes e professores do curso de Engenharia Naval do Campus de Joinville da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promovem mais uma edição do Desafio Universitário de Nautidesign (Duna). O evento vai reunir 24 equipes, de 11 diferentes estados brasileiros, entre a próxima quarta-feira, 21 de agosto, e o sábado, 24 de agosto. Há atividades online e presenciais, no lago da Expoville, em Joinville.

As equipes desenvolvem embarcações em escala (tamanho proporcional, mas reduzido) que são submetidas a uma série de provas com o objetivo de avaliar a qualidade do projeto e da construção. Os barcos são testados em sete competições práticas: força, manobrabilidade, bollard pull a ré, avante e ré, velocidade (duas provas) e cabo de guerra. Há ainda uma prova teórica: projeto.

O Duna foi criado em 2013 por estudantes de Engenharia Naval da UFSC Joinville. As equipes atuais campeãs do evento são a Seven Seas, UFSC Joinville, e AEGIR, da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) de Itajaí, que retornam este ano para tentar um bicampeonato. A UFSC possui mais dois representantes no evento: Holandês Voador, com dois barcos, e Hydra.

Veja como foi a competição em 2019:

Outras informações no site www.oficialduna.com e no Instagram do evento: @oficialduna

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Pós-Graduação em Gestão do Cuidado em Enfermagem recebe inscrições para Mestrado e Doutorado

12/08/2024 15:23

O Programa de Pós-Graduação em Gestão do Cuidado em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGENF/UFSC) está com inscrições abertas para o processo seletivo de ingresso no Mestrado e Doutorado – modalidade profissional.

As inscrições vão até 15 de setembro. Confira o Edital para Mestrado e o Edital para Doutorado

Mais informações estão disponíveis no site do PPGENF.

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Pesquisa da UFSC pretende melhorar terapia de crianças autistas com Inteligência Artificial

09/08/2024 18:49

Uma ferramenta em desenvolvimento pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) busca auxiliar e aumentar a efetividade do processo terapêutico de crianças autistas por meio do uso de Inteligência Artificial (IA). O projeto, conduzido pelo professor Jônata Tyska, do Departamento de Informática e Estatística, estuda o desenvolvimento e aplicação de técnicas de machine learning para a extração de padrões e eventos de interesse em sessões de terapia. Estas análises são consideradas essenciais para que o tratamento melhore o desenvolvimento cognitivo, de comunicação, e a qualidade de vida de crianças com autismo.

A proximidade com o assunto surgiu durante o doutorado do professor junto ao Instituto de Ciências e Tecnologias da Cognição (ISTC), em Roma, que é um instituto de pesquisa do Conselho Nacional de Pesquisas Italiano (CNR). Durante este período, embora o tema principal de seu doutorado fosse a robótica e a Inteligência Artificial, havia um grupo de pesquisadores desenvolvendo pesquisas sobre o autismo.

Um dos estudos realizados por essa equipe resultou em um dispositivo chamado Plus Me: Companheiros Vestíveis Transitórios. Em formato de um urso panda de pelúcia, o objeto é utilizado para a terapia de crianças. O dispositivo experimental, sensível ao toque, consegue reagir com luzes e sons às interações do paciente com o dispositivo, recurso potencialmente relevante para a prática terapêutica.

Tyska trouxe dispositivo desenvolvido para tratamento de crianças com autismo. Foto: reprodução/Agecom/UFSC

O instituto também informa, no site do dispositivo, que ele é capaz de emitir respostas atraentes como luzes coloridas e sons divertidos quando tocado nas patas. Os estímulos são chamados de resultados gratificantes, pois as crianças geralmente demonstram satisfação quando recebem esse tipo de feedback. O dispositivo está conectado a um tablet de controle que permite a um terapeuta, por exemplo, modificar parâmetros de acordo com a reação da criança.
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Estudos em grupos de pesquisa da UFSC são referenciais para obra em homenagem a livro de Pierre Bourdieu

08/08/2024 17:49

Uma publicação de coletânea em homenagem aos 30 anos de A miséria do Mundo, de Pierre Bourdieu, acaba de ser lançada. Intitulada Miséria e Sofrimento na Educação Brasileira, a obra foi criada organizada em seis partes, tendo como referência estudos desenvolvidos a partir de entrevistas no quadro de grupos de pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A organização do livro foi feita pela professora Ione Ribeiro Valle, professora do Departamento de Estudos Especializados em Educação, e a publicação é da Editora da UFBA.

A primeira parte – “Fazer Sociologia da Educação com Pierre Bourdieu” –, situa a leitura na obra de Pierre Bourdieu, no quadro da dinâmica reflexiva e analítica adotada por ele e por seus colaboradores em A Miséria do Mundo. Já na segunda parte – “Políticas Neoliberais, Educação e Pós-Graduação” –  os autores abordam mudanças introduzidas no campo educacional, a partir de “novos” modelos de gestão, envolvendo a qualidade e a internacionalização, além das ambiguidades entre as conquistas e as misérias vividas e sentidas ao longo do percurso doutoral. A terceira parte – “Profissionais da Educação: ‘A Mão Esquerda do Estado’” – traz as dificuldades enfrentadas para exercer os diferentes métiers no campo educacional, e isso desde a formação universitária, decorrentes da “demissão do Estado”, das próprias políticas de ação afirmativa, e de verdadeiras armadilhas impostas atualmente pelas redes sociais.

A quarta parte – “Limites e Contradições da Democratização da Educação” – oferece a análise de obstáculos às políticas de expansão das oportunidades educacionais, enredadas em dinâmicas institucionais que distanciam os percursos escolares e que favorecem os mais favorecidos, assim como a ausência de expectativas para os que acessam tardiamente a escolarização e vislumbram novas oportunidades profissionais. A quinta parte – “Magistério como Estratégia de Inserção e Progressão Profissional” – analisa maneiras postas em prática para construir uma carreira no magistério tendo em vista a necessidade de se reclassificar ou de evitar a desclassificação social, assim como as condições adversas enfrentadas durante as trajetórias escolares e de progressão profissional. E na sexta e última parte – “As violências se multiplicam, se diversificam, se sobrepõem e atravessam fronteiras” – são postos em evidência os impactos da distribuição desigual dos diferentes capitais, promotora de formas de discriminação, de violências (grandes e pequenas) e de exclusão social e profissional, que se inscrevem nos corpos das vítimas como “efeito de destino” e vêm sendo naturalizadas.

A obra se encerra com um texto de Nonna Mayer, traduzido para português, intitulado: A entrevista segundo Pierre Bourdieu. Análise crítica de A Miséria do mundo, publicado pela Revista Francesa de Sociologia em 1995.

Mais informações no site da EdUFBA.

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Pesquisa da UFSC destaca pioneirismo da universidade na discussão sobre ética animal no Brasil

08/08/2024 11:31

Letícia apresentando a pesquisa em evento na Universidade de Oxford, Inglaterra.

Uma pesquisa desenvolvida pela professora Letícia Albuquerque, do departamento de Direito da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), destaca o pioneirismo de duas professoras na discussão sobre ética animal nos programas de ensino e pesquisa da universidade.

O artigo Animal Ethics: pioneers of Ethical Sensitivity to Animals at the Federal University of Santa Catarina in Brazil foi apresentado no evento The Ninth Annual Oxford Animal Ethics Summer School, que ocorreu de 5 a 8 de agosto, na Universidade de Oxford, na Inglaterra. O tema do encontro deste ano foi Animal Thinkers: Celebrating the Pioneers of Ethical Sensitivity to Animals. Além de Letícia, o trabalho tem co-autoria de Gabriela Franziska Schoch Santos Carvalho, egressa da graduação e do mestrado em Direito da UFSC.
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Na ‘Science’, pesquisadores da UFSC ressaltam proteção aos guardiões do conhecimento sobre biodiversidade

07/08/2024 15:00

Pesquisadores do projeto Useflora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publicaram na última sexta-feira, 2 de agosto, uma carta na revista Science que ressalta a importância de salvaguardar os guardiões originais do conhecimento sobre biodiversidade. De acordo com o texto, as pesquisas acerca do tema devem reconhecer adequadamente os povos indígenas e as comunidades locais para evitar o mal-entendido e a apropriação dos sistemas de conhecimento pela ciência ocidental.

Os autores afirmam que esses sistemas de conhecimento indígenas e locais foram marginalizados e explorados por séculos. “Embora a ciência ocidental tenha começado recentemente a defender o papel central dos povos indígenas e das comunidades locais como guardiões do conhecimento da biodiversidade, as comunidades ainda lutam para obter o reconhecimento de seus direitos intelectuais e territoriais. Esses direitos incluem consentimento livre, prévio e informado para atividades que os afetam ou que usam seus conhecimentos e práticas, incluindo pesquisa científica; autoridade para negar atividades e pesquisas que afetam negativamente as culturas, territórios ou conhecimentos indígenas; e participação na construção de ferramentas, produtos e publicações acadêmicas com base no conhecimento de comunidades indígenas e locais”, traz a publicação.

> Acesse a íntegra da carta publicada na Science (em inglês)

Segundo os pesquisadores, manter a integridade física e intelectual dos guardiões da biodiversidade e salvaguardar seus territórios é pré-requisito para manter esse conhecimento vivo. “(…) a governança de dados deve exigir a inclusão de informações sobre os detentores originais dos dados e envolvê-los efetivamente nas práticas científicas — desde o planejamento, execução e publicação — por meio de um processo de co-construção de conhecimentos. Caso contrário, esses grupos continuarão a ser desapropriados, e seus direitos de consentimento e repartição de benefícios continuarão a ser violados”.

Assinam a carta publicada na Science: Carolina Levis, Natalia Hanazaki, Sofia Zank, Nivaldo Peroni, Cristiane Gomes Julião, Marciano Toledo da Silva, Ana Luiza Arraes de Alencar Assis, Elaine Mitie Nakamura, Gustavo Soldati, Emmanuel Duarte Almada, Guillaume Odonne e Irene Teixidor-Toneu.

O projeto Useflora

O projeto Useflora consiste em um banco de dados que reúne e sintetiza informações sobre os usos, manejo e domesticação de plantas, vinculando essas informações aos grupos humanos detentores desse conhecimento. São dados já existentes em publicações acadêmicas ou ainda não publicados, organizados pelos integrantes do Laboratório de Ecologia Humana e Etnobotânica (ECOHE) da UFSC e por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) desde 2014.

O objetivo geral do projeto é abrigar um banco de dados que seja usado como ferramenta de síntese de informações a respeito de plantas com potencial de uso, manejo e domesticação nas Américas. “Pretende ser um instrumento de proteção e reconhecimento dos conhecimentos tradicionais associados, de modo a fortalecer os detentores de conhecimentos tradicionais e a pesquisa científica, o desenvolvimento tecnológico e de inovação”.

Mais informações no site useflora.ufsc.br.

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UFSC tem egressos premiados na primeira edição do Jabuti Acadêmico 2024

07/08/2024 11:38

Foto: Divulgação

A primeira edição do Prêmio Jabuti Acadêmico, nova premiação dedicada às áreas científicas, técnicas e profissionais, foi realizada na terça-feira, 6 de agosto, no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo. Promovida pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), a cerimônia consagrou vencedores em 29 categorias, distribuídas nos eixos de Ciência e Cultura e Prêmios Especiais. Dois egressos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) estão entre as pessoas premiadas.

>> Confira a lista completa de vencedores

Ligia Giovanella, premiada pela obra “Atenção Primária à Saúde em Municípios Rurais Remotos no Brasil”, cuja autoria divide com Adriano Maia dos Santos, Aylene Bousquat, Márcia Cristina Rodrigues Fausto e Patty Fidelis de Almeida graduou-se em Medicina pela UFSC, em 1979. Atualmente atua na Fundação Oswaldo Cruz.

Leonardo Castro Maia, premiado com o livro “Água e conflitos socioambientais: tratamento no Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos”, é doutor formado pela UFSC, pelo Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas. Atua como Promotor de Justiça de Defesa do Meio Ambiente em Belo Horizonte, Minas Gerais.

Além de receberem a estatueta dourada do Prêmio Jabuti Acadêmico, os autores premiados em cada categoria ganham um prêmio de R$ 5 mil.

A nova premiação contou também com o apoio da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e da Gráfica Santa Marta. A cerimônia de premiação foi transmitida ao vivo pelo canal do YouTube da CBL e está disponível aqui. Para obter mais informações e detalhes sobre o Prêmio Jabuti Acadêmico, visite o site oficial.

 

com informações da assessoria de imprensa da CBL e da Apufsc-Sindical 

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Projeto Restaura Restinga lança vídeo sobre a recuperação das dunas da Lagoa da Conceição

07/08/2024 08:01

Equipe do projeto Restaura Restinga atuando nas dunas da Lagoa da Conceição. Foto: Todd Southgate

O projeto de extensão Restaura Restinga, vinculado ao Laboratório de Ecologia de Invasões Biológicas, Manejo e Conservação da Universidade Federal de Santa Catarina (Leimac/UFSC), lançou um vídeo para divulgar as atividades de pesquisa e extensão que vêm sendo desenvolvidas com o objetivo de restaurar a restinga em praias de Florianópolis (SC).

No vídeo, a professora Michele de Sá Dechoum explica as motivações para a criação do projeto: “Ecossistemas costeiros, como restinga e manguezais, vêm sendo negativamente impactados em escala global como resultado da ação humana no meio ambiente, o que tem ocasionado a perda de hábitat, mudanças climáticas, poluição, sobre-exploração de recursos e invasões biológicas. A restauração ecológica é uma estratégia que gera aumento de diversidade biológica e de serviços ecossistêmicos que são fundamentais ao bem-estar humano.”
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Mulheres na Ciência: Sandra Caponi é a quinta homenageada da série de pesquisadoras

06/08/2024 15:34

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publica nesta terça-feira, 6 de agosto, o quinto vídeo da série que homenageia as professoras reconhecidas pelo 3° Prêmio Propesq – Mulheres na Ciência 2023. A entrevistada desta edição é Sandra Noemi Cucurullo de Caponi, premiada na Categoria Sênior, área de Ciências Humanas.

Professora titular do Departamento de Sociologia e Ciência Política do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), Sandra é docente permanente do Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política. Coordena o grupo de pesquisa Sociologia, Filosofia e História das Ciências da Saúde e também o Núcleo de Estudos em Sociologia, Filosofia e História das Ciências da Saúde. É uma das principais pesquisadoras latino-americanas sobre a medicalização da vida cotidiana e do sofrimento psíquico, publicando diversos artigos em revistas nacionais e internacionais sobre essa temática.


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Pós-Graduação em Farmacologia recebe inscrições de candidatos ao curso de mestrado

06/08/2024 07:19

O Programa de Pós-Graduação em Farmacologia da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGFarmaco/UFSC) recebe inscrições de candidatos ao mestrado até o dia 22 de agosto. O edital está disponível aqui. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas neste link. O resultado final será divulgado a partir de 30 de agosto e o início das aulas está previsto para 9 de setembro.
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Artigo de professor da UFSC recebe reconhecimento em evento realizado no MIT, Estados Unidos

05/08/2024 11:46

Apresentação do professor Leonardo Sacht, da UFSC. (Foto: Reprodução)

O professor Leonardo Sacht, do Departamento de Matemática da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) teve seu artigo “Cascading upper bounds for triangle soup Pompeiu-Hausdorff distance” premiado com o “Best Paper Award (Honorable Mention)” durante o Symposium on Geometry Processing 2024, evento realizado no Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos. O trabalho foi premiado por ter sido escolhido um dos três melhores artigos do simpósio.

O estudo, segundo o professor Leonardo, surgiu de uma colaboração com o professor da Universidade de Toronto, Alec Jacobson, sobre impressão 3D. “Uma das questões fundamentais era determinar quão diferente um objeto impresso seria do objeto que foi enviado para impressão”, explica o docente. “Uma das maneiras mais usadas para quantificar quão diferentes dois objetos são é a distância de Pompeiu-Hausdorff e, ao pesquisar sobre ela, percebemos que não havia um método rápido e preciso para determiná-la. A partir daí focamos em propor um algoritmo para este problema”, relata.

O professor prevê que um dos resultados da publicação seja o uso livre por outros pesquisadores da área, seja na Academia, ou na indústria. “Nós disponibilizamos o código-fonte do método de maneira aberta em um repositório para que pesquisadores na academia e na indústria possam usá-lo livremente. Ele terá utilidade em vários processamentos de superfícies que gerem erros como impressão 3D, mudanças de resolução, etc. Para aumentar o uso nós adotamos a convenção de que os objetos a serem comparados estejam representados por conjuntos (malhas ou sopas) de triângulos, que é a maneira mais usada para representar superfícies no computador”, explica.

A apresentação completa e o vídeo da cerimônia de premiação estão disponíveis no YouTube.

 

Mais informações:
Site do Simpósio
Preprint do artigo
Código-fonte do método proposto no artigo

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UFSC participa de concurso nacional de qualidade do mel com avaliação de 190 rótulos

05/08/2024 08:59

Professora Ana Carolina Costa coordena o Laboratório de Química de Alimentos (LabQA) e desenvolve diversas pesquisas com mel. (Foto: Divulgação/CNA)

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) participou como parte do corpo de avaliadores de 190 rótulos de mel durante o concurso Prêmio CNA Brasil Artesanal. Os produtos vieram de 22 estados e do Distrito Federal e concorrem nas categorias claro e escuro. A etapa de avaliação ocorreu nos dias 25 e 26 de julho, em Brasília. A professora Ana Carolina Costa, do Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos do Centro de Ciências Agrárias (CCA) foi uma das juradas na ocasião.

O prêmio é realizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores de Santa Catarina (Faasc), Confederação Brasileira de Apicultura e Meliponicultora (CBA) e Escola Brasileira de Apicultura e Meliponicultora (Ebram).

A professora apontou as propriedades nutricionais do mel como sendo muito variadas e que podem ser reconhecidas como terapêuticas. “O mel, apesar de ser um produto que é doce, que tem um sabor adocicado, é nutricionalmente muito importante com uma variedade de substâncias que têm benefícios para a saúde como, por exemplo, atividade antioxidante elevada, atividade anti-inflamatória e uma quantidade de minerais bastante significativa também, de acordo com a variedade do mel”.
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UFSC assina artigo com outras três universidades internacionais na recém-criada Nature Chemical Engineering

02/08/2024 18:14

Um artigo publicado por pesquisadores de quatro universidades, incluindo a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em uma parceria internacional, na revista Nature Chemical Engineering, descreve uma pesquisa que auxilia na sustentabilidade na indústria química, com consequente redução no consumo de matérias-primas e energia e na geração de resíduos para alguns processos específicos. O texto, que tem o título Determining photon flux and effective optical path length in intensified flow photoreactors, é o resultado do trabalho conjunto entre a UFSC, a Universiteit van Amsterdam e a Technische Universiteit Eindhoven, ambas dos Países Baixos; e a Janssen Research and Development, da Bélgica. O artigo foi publicado na edição de julho da Nature Chemical Engineering – uma publicação mensal vinculada à Revista Nature que foi criada em janeiro de 2024 para tratar de desenvolvimentos na área de Engenharia Química.

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Fazendo Gênero 13: primeira mulher a comandar nação de maracatu, Mestra Joana ressalta o combate ao machismo

02/08/2024 18:02

Professora Alexandra Alencar, rainha do Maracatu Arrasta Ilha, e a Mestra Joana durante conferência do Fazendo Gênero. (Foto: Carol Esmanhotto/Fazendo Gênero)

“Mulheres do mundo inteiro, com garra pra vencer, vamos unir as nossas forças e fazer acontecer. Temos direito à liberdade, temos direito de viver, temos direito, temos direito, temos direito de vencer”. Esse é um trecho da loa “Maria da Penha é forte”, primeira canção composta por Joana D’arc da Silva Cavalcante, a Mestra Joana, no Baque Mulher. A artista foi responsável pela conferência do quarto dia do Seminário Internacional Fazendo Gênero 13, na última quinta-feira, 1° de agosto. 

O Maracatu Baque Mulher nasceu em outubro de 2008, em Recife, com o objetivo de combater o machismo nos grupos que realizam essa prática cultural. Em depoimento à dissertação de mestrado de Héveny Araújo, Mestra Joana explicou que o Baque Mulher buscava inicialmente “fazer com que as mulheres da comunidade tocassem livremente instrumentos de percussão até então proibidos para elas, ainda hoje há nações de Maracatu que proíbem que as mulheres toquem.” Em Florianópolis, o Baque Mulher foi criado em 2016. 

A artista popular pernambucana Mestra Joana é a única mulher a coordenar e apitar o batuque de uma Nação de Maracatu de baque virado, a Nação Encanto do Pina. Ela lidera dois outros grupos: Baque Mulher e Mazuca da Quixaba.  

Joana nasceu e cresceu na Comunidade do Bode, periferia de Recife. Neta da Yalorixá dona Maria de Quixaba, Mestra Joana integra uma linhagem de mulheres que têm o candomblé como tradição religiosa. Além de ser mãe pequena do Ylé Axé Oxum Deym, segunda pessoa na hierarquia de mando de uma casa de Candomblé, ela é responsável pela manutenção da tradição afro-pernambucana da Nação de Maracatu Encanto do Pina. 
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Artigo aborda revolução dos diplomas digitais no Brasil com a contribuição da UFSC

01/08/2024 17:45

O artigo The Digital Degree Certification Revolution in Brazil and Beyond, produzido pelos professores Antônio Carlos Mariani, Jean Everson Martina e pelo doutorando Lucas Machado da Palma, vinculados ao Departamento de Informática e Estatística (INE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi publicado pela revista Communications of the ACM. O texto aborda a revolução na certificação digital de diplomas no Brasil, contando a contribuição da Universidade nesse trabalho. A edição de agosto da revista apresenta uma seção especial sobre os principais avanços em computação na América Latina. 

A proposta de digitalização completa de documentos acadêmicos surgiu a partir da necessidade de combater a proliferação de diplomas falsos e aumentar a acessibilidade e segurança dos documentos acadêmicos, de acordo com os autores do artigo. A iniciativa foi impulsionada pelo Ministério da Educação do Brasil (MEC), que criou o modelo de documentos acadêmicos digitais utilizando a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) e assinaturas digitais XML (XADES).

“Nosso departamento participou ativamente em todas as etapas de construção do projeto de diploma digital do MEC. Desde a fase de concepção até a implementação, estivemos envolvidos no desenvolvimento das soluções técnicas e na definição dos padrões de segurança”, informa o professor Jean Everson Martina.
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Fazendo Gênero 13: conferencista Adriana Guzmán discute gênero, patriarcado e despolitização

01/08/2024 10:33

Adriana Guzman foi a palestrante do segundo dia do Seminário. (Foto: Elaine Schmitt/Fazendo Gênero)

Adriana Guzmán foi a responsável pela conferência “De que feminismos estamos falando? Gênero, patriarcado e despolitização”, realizada nesta terça-feira, 30 de julho, no auditório Garapuvu da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis. Na segunda noite do Seminário Internacional Fazendo Gênero 13, a ativista indígena Aymara, da Bolívia, convocou todas as pessoas presentes a refletirem e atuarem na construção de feminismos que contribuam para o fim da violência, do patriarcado e das estruturas coloniais. “Temos experiência. Temos resistido por mais de 500 anos e o fascismo não nos venceu”, anunciou na ocasião.

Durante a conferência, Adriana ressaltou a importância de feminismos que dialoguem com os povos e fujam à instrumentalização, não se limitem a ser apenas interlocutores do poder público. “O feminismo se faz do corpo, do território, não se faz do Estado”, afirmou. Ela ressaltou ainda a necessidade de romper com as lógicas individualistas mesmo com as democráticas que permitem que fascistas e racistas sejam eleitos. A ativista, que integra o movimento Feminismo Comunitário Antipatriarcal, na Bolívia, provocou a plateia para a reflexão a respeito de outros formatos políticos que fujam da binariedade, em que se vê apenas democracia e ditadura, colonial e descolonial, etc., como possíveis.

Para a conferencista, somente os povos podem promover essas transformações. Por isso, reforçou a relevância de construir feminismos de comunhão. “A convocação é por diminuir cada vez mais o poder do Estado, deixar de pensar nele e pensar mais na comunidade”, enfatizou. Adriana considerou que, muitas vezes, o Brasil e os feminismos do país ficam ilhados por não dialogar com o restante de Abya Yala (termo kuna que se refere ao território da América Latina). Para a intelectual, se há uma saída ao que se vive na atualidade, ela é coletiva. 
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Mulheres na Ciência: Lia Vainer Schucman é a quarta homenageada da série de pesquisadoras

30/07/2024 19:00

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publica nesta terça-feira, 30 de julho, o quarto vídeo da série que homenageia as professoras reconhecidas pelo 3° Prêmio Propesq – Mulheres na Ciência 2023. A entrevistada desta edição é Lia Vainer Schucman, premiada na Categoria Junior, área de Ciências Humanas.

Professora do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Lia é doutora em Psicologia Social pela Universidade de São Paulo (USP) com estágio de Doutoramento no Centro de Novos Estudos Raciais pela Universidade da Califórnia. É também membro do Núcleo de Práticas Sociais, Estética e Política da UFSC. Sua importante produção intelectual sobre o tema das relações étnico-raciais, desde o ponto de vista da Psicologia, é reconhecida nacional e internacionalmente.

Mulheres na Ciência

Produzidos pelo Núcleo de Apoio à Divulgação Científica (NADC) da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (Propesq), os vídeos serão publicados semanalmente. O objetivo é retratar a trajetória e as contribuições das sete pesquisadoras contempladas na última edição do Prêmio Propesq – Mulheres na Ciência.

O Prêmio Propesq – Mulheres na Ciência foi criado pela pró-reitoria com o objetivo de valorizar e promover maior visibilidade às mulheres da UFSC que realizam pesquisas científicas, tecnológicas e inovadoras. A premiação também busca diminuir a assimetria de gênero na ciência.

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Estudantes da UFSC conquistam primeiro e segundo prêmios no CADAthlon Brasil 2024

30/07/2024 12:13

A UFSC contou com três equipes participantes.A equipe campeã foi a “Amigos do André”, com João Mai e Lucas Yuki Imamura; “Rabisco-UFSC”, com Arthur João Lourenço e Bernardo Borges Sandoval, ficou com o segundo lugar, e a equipe “V4SCO”, composta pelos estudantes Lucas de Lacerda Tinoco e Tális Breda.

Estudantes do Bacharelado em Ciências da Computação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e membros do Laboratório de Computação Embarcada (ECL) se destacaram na IV Maratona Brasileira de Programação para Projeto Automatizado de Circuitos Integrados (CADAthlon Brasil 2024) com as conquistas de primeiro e segundo prêmio na competição.

João Mai e Lucas Yuki Imamura, da equipe Amigos do André, conquistaram o primeiro lugar, enquanto Arthur João Lourenço e Bernardo Borges Sandoval, da equipe Rabisco-UFSC, ficaram em segundo. O evento ocorreu presencialmente no campus da Universidade de Brasília (UnB), no dia 23 de julho, sendo um dos eventos satélites do 44º Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (SBC).

Como em edições anteriores, as equipes, formadas por duplas de estudantes de graduação e/ou pós-graduação, trabalharam para resolver seis problemas de programação relacionados aos tópicos de interesse do evento. Os problemas foram apresentados no dia da competição, mas, uma semana antes, as equipes receberam informações preliminares e literatura associada aos temas para um treinamento preliminar.

Este ano, 11 equipes de estudantes de graduação e pós-graduação participaram do CADAthlon Brasil 2024. A UFSC foi representada por três equipes: “Amigos do André” e “Rabisco-UFSC”, que conquistaram os dois primeiros lugares, e a equipe “V4SCO”, composta pelos estudantes Lucas de Lacerda Tinoco e Tális Breda.

As duas melhores equipes foram convidadas a participar do CADAthlon @ ICCAD, que será realizado em New Jersey, EUA, em outubro de 2024.
Para mais informações sobre o CADAthlon Brasil 2024 acesse o site.

 

Fotos: João Júnior da Silva Machado, membro do Comitê de Organização do CADathlon Brasil 2024

 

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UFSC na mídia: estudo encontra resquício de cocaína em espécie de tubarão da costa brasileira

23/07/2024 18:04

O tubarão mede em média 52 centímetros de comprimento e pesa menos que o equivalente a um litro de leite. Foto: Getty Images

Um estudo realizado por uma parceria de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) com a Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Fundação Oswaldo Cruz e a seção Seção Laboratorial Avançada (SLAV/SC) do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA-RS) encontrou resquício de cocaína e benzoilecgonina em 13 tubarões-bico-fino (Rhizoprionodon lalandii), no litoral do Rio de Janeiro.

O caso foi publicado neste mês no periódico Science of the Total Environment e recentemente ganhou destaque na imprensa nacional e internacional. A professora Silvani Verruck e o estudante de pós-graduação Luan Valdemiro Alves de Oliveira, pesquisadores do Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos da UFSC, fizeram parte do estudo. O professor externo da Pós-Graduação da UFSC Rodrigo Barcellos Hoff, também participou pela SLAV/SC.

Como divulgado pelo O Globo, a equipe do estudo comprou 13 tubarões de embarcações de pesca. Após dissecar os animais, foram realizados testes no tecido de músculo e do fígado utilizando o método cromatografia líquida acoplada à espectrometria de massas. Todas as amostras testaram positivo para cocaína e apresentaram uma concentração 100 vezes maior do que em outros animais aquáticos. De acordo com o estudo, 92% das amostras também acusou benzoilecgonina, um metabólito da cocaína ou do chá de coca. 

De acordo com a revista Science, os pesquisadores estavam curiosos com a possibilidade de os tubarões estarem expostos à droga.  A espécie foi escolhida e capturada no Rio de Janeiro, pela proximidade de zonas costeiras. O tubarão tem mais chance de absorver a droga, seja pela água, seja pelos peixes que come. 
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Laboratório da UFSC lança 11 e-books de acesso gratuito sobre o litoral de SC em cinco anos

23/07/2024 14:14

O Laboratório de Geologia Costeira (GEOCOST), vinculado ao Departamento de Geologia do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), divulgou uma série de resultados de suas pesquisas realizadas entre 2020 e 2024. Esses estudos, focados no litoral de Santa Catarina, resultaram na publicação de 11 e-books e um mapa geológico, totalizando aproximadamente 2.300 páginas de produção científica. Os e-books e o mapa geológico estão disponíveis no site do laboratório, na aba principais publicações.

Todas as publicações foram realizadas pela Edições do Bosque, editora do CFH. O trabalho contou com a participação de 52 autores, incluindo alunos de graduação e pós-graduação dos cursos de Geografia, Geologia e Oceanografia, bolsistas de iniciação científica e pesquisadores de outras instituições como o Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF), Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI), Universidade da Região de Joinville (UNIVILLE) e a Universidade de São Paulo (USP).

As pesquisas do GEOCOST estão integradas ao Programa de Geologia e Geofísica Marinha (PGGM), do qual a UFSC é uma instituição efetiva, tendo como representante o professor Norberto Olmiro Horn Filho, supervisor dos laboratórios de Geologia e Sedimentologia.

De acordo com o professor, as publicações fornecem uma compreensão detalhada da geologia costeira de Santa Catarina e são recursos valiosos para pesquisadores, estudantes e profissionais da área. Mais informações no link ou no QRCode abaixo. 

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Mulheres na Ciência: Débora de Oliveira é a terceira homenageada da série de pesquisadoras da UFSC

23/07/2024 09:50

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publica nesta terça-feira, 23 de julho, o terceiro vídeo da série que homenageia as professoras reconhecidas pelo 3° Prêmio Propesq – Mulheres na Ciência 2023. A entrevistada desta edição é Débora de Oiveira, premiada na Categoria Plena, Ciências Exatas e da Terra.

Professora do Departamento de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos do Centro Tecnológico, atua no corpo docente permanente dos programas de Pós-Graduação em Engenharia de Alimentos e em Engenharia Química, exercendo a função de coordenadora deste último, nota 7 na avaliação da CAPES.

Mulheres na Ciência

Produzidos pelo Núcleo de Apoio à Divulgação Científica (NADC) da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (Propesq), os vídeos serão publicados semanalmente. O objetivo é retratar a trajetória e as contribuições das sete pesquisadoras contempladas na última edição do Prêmio Propesq – Mulheres na Ciência.

O Prêmio Propesq – Mulheres na Ciência foi criado pela pró-reitoria com o objetivo de valorizar e promover maior visibilidade às mulheres da UFSC que realizam pesquisas científicas, tecnológicas e inovadoras. A premiação também busca diminuir a assimetria de gênero na ciência.

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Grupo de pesquisa da UFSC conquista quatro prêmios em congresso de neurociências

19/07/2024 11:26

O Grupo de Pesquisa em Motivação e Movimento Humano (Motus) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)  conquistou quatro prêmios na categoria Jovem Pesquisador no congresso de neurociências Brain Behavior and Emotions, realizado no Rio de Janeiro (RJ) entre os dias 26 e 29 de junho. O grupo é liderado pelo professor Thiago Sousa Matias, do Departamento de Educação Física e dos Programas de Pós-Graduação em Educação Física e Pós-Graduação em Saúde Coletiva.

O professor Thiago destaca a importância de os trabalhos e a excelência em pesquisa da UFSC serem reconhecidos em um dos maiores eventos científicos de grande porte. “Ilustra o trabalho coletivo desses estudantes. Coloca a Ciência do Comportamento e Motivação Humana em áreas como a Psiquiatria, Nutrição, Psicologia, Fisioterapia etc., que hoje entendem que saber mais sobre as pessoas e seus interesses é importante para intervenções em saúde”, afirma. De acordo com o docente, o Motus/UFSC se posiciona como um dos principais grupos de pesquisa do Brasil na busca por intervenções em saúde que promovam estilos de vida saudáveis, que façam as pessoas encontrarem suas motivações e que tenham garantidas a promoção da sua saúde mental.

> Confira a lista dos trabalhos premiados:

Título – Cluster de comportamento do estilo de vida e depressão em brasileiros: PNS 2019
Autores – Tuane Sarmento, Sarah Vitoria Bristot Carnevalli, Leticia Schmitz Nacur de Almeida, Gabriela Remor e Thiago Sousa Matias
Instituições – Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Título – As necessidades psicológicas básicas, regulações motivacionais para o exercício e os estados de humor de adolescentes
Autores – Eduarda Eugenia Dias de Jesus, Gislaine Terezinha do Amaral Nienov, Julianne Fic Alves, Maria Christina Silva Nunes, Alexandro Andrade e Thiago Sousa Matias
Instituições – Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc)
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Congresso premia projeto ‘Formação de Conselheiros para a Vigilância em Saúde no SUS’

19/07/2024 11:06

Durante o 29º Congresso Nacional de Pós-Graduandos, realizado entre 12 e 14 de julho em Belo Horizonte (MG), o projeto Formação de Conselheiros para a Vigilância em Saúde no SUS foi destaque na Mostra Científica, conquistando o primeiro lugar na votação popular. O trabalho, de autoria de Rosani Ramos Machado, Felipa Rafaela Amadigi, Denise Elvira Pires de Pires e Vitória Davi Marzola (relatora), foi idealizado pelas professoras do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e realizado com o apoio do Programa Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS).

O projeto, desenvolvido pelas docentes desde 2015 como uma atividade de extensão na Universidade, alcançou centenas de pessoas e contribuiu para o Controle Social do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil. “Foi um prazer imenso levar esse projeto incrível para que todo o país pudesse conhecê-lo, incentivando a pesquisa, a extensão e a iniciação científica”, disse a pós-graduanda Vitória Davi Marzola, do Programa de Pós Graduação em Enfermagem.
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