UFSC na mídia: professor fala sobre os milhares de peixes mortos no Manguezal do Itacorubi

17/01/2023 09:38

Milhares de peixes apareceram mortos, boiando, no Manguezal do Itacorubi, em Florianópolis, na segunda-feira, 16 de janeiro. Na manhã do mesmo dia, o professor Paulo Horta, do Departamento de Botânica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), esteve no local e coletou amostras de água e peixes mortos para análise. Ele foi entrevistado pela jornalista Carolina Fernandes para reportagem que foi ao ar no Jornal do Almoço.

De acordo com o professor, a situação se trata de um crime ambiental. Análises preliminares indicam baixas concentrações de oxigênio na água. A mortandade também pode estar relacionada a substâncias tóxicas ou a alguma doença que tenha acometido todo o cardume. 

“O Manguezal era pra ser um grande berçário. Infelizmente, com falta de planejamento urbano, com falta de atenção para o saneamento básico, nós estamos transformando um manguezal num cemitério”, afirmou Horta.

Assista à reportagem completa.

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UFSC na mídia: professores falam sobre araucárias gigantes e ameaças à espécie

09/01/2023 12:32

Professor Marcelo Scipioni, um dos entrevistados, falou sobre as pesquisas com araucárias gigantes. Foto: arquivo pessoal

No último domingo, 8 de janeiro, foi ao ar uma edição especial do Globo Rural sobre a araucária. Na data em que completou 43 anos, o programa homenageou essa majestosa árvore do Sul do Brasil. A reportagem de César Dassie destacou que a espécie é uma sobrevivente: presenciou a separação dos continentes e o choque do asteroide que exterminou os dinossauros. Mas quase não resistiu à ação humana.

A busca frenética pela madeira destruiu 97% do total de araucárias, o que colocou a árvore na lista de espécies em risco de extinção. Paralelamente, a etnia indígena Xokleng, cuja história é interligada à da araucária, também quase desapareceu – a população caiu de 4 mil para 104 pessoas entre meados do século 19 e início do século 20. Hoje, indígenas e pesquisadores lutam para preservar a araucária.

Dois professores do Campus de Curitibanos da UFSC estão entre os entrevistados. Marcelo Scipioni falou sobre os estudos com as últimas araucárias gigantes sobreviventes. A gravação foi feita no Parque René Frey, em Fraiburgo (SC), onde está a maior concentração de árvores gigantes, com grandes imbuias e xaxins – uma floresta de crescimento antigo rara, onde seu grupo realiza diversas pesquisas. 

Cesar Marchioro, por sua vez, abordou o impacto das mudanças climáticas sobre as araucárias. A espécie, que já está em risco de extinção, pode ficar ainda mais vulnerável por causa do efeito estufa e do aumento da temperatura média anual em seu habitat natural. Dois cenários são projetados: sem novas medidas para controlar a emissão dos gases até 2100, cerca de 77% do habitat da espécie seria perdido; já em caso de forte redução dos gases do efeito estufa em 20 anos, haveria uma perda de aproximadamente 50% da área de distribuição da araucária.

Acesse aqui a reportagem completa. O programa também pode ser assistido na íntegra na Globoplay.

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UFSC na mídia: projeto da UFSC Araranguá aproxima ensino médio do ambiente universitário

14/12/2022 14:36

O programa ND Notícias, da NDTV, exibiu na última terça-feira, 13 de dezembro, uma reportagem sobre o programa de visitas guiadas do Campus de Araranguá da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Iniciado em 2019, o projeto apresenta os cursos e laboratórios do Campus a estudantes de escolas públicas e particulares da região, além de explicar como se dá o acesso à Universidade e quais são as políticas de permanência estudantil.

Mais de 500 estudantes do Ensino Médio foram recepcionados na UFSC Araranguá neste ano, e o objetivo dos organizadores da ação é dobrar esse número em 2023. O agendamento das visitas pode ser realizado pelo Instagram do projeto.

Confira a reportagem na íntegra:

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UFSC na mídia: professora de Relações Internacionais analisa onda de protestos de mulheres no Irã

08/12/2022 12:58

O Estadão Notícias publicou na última terça-feira, 6 de dezembro, um novo episódio de podcast, intitulado A revolução das mulheres no Irã e as chances do regime colapsar (30 min). O programa entrevistou a professora Danielle Jacon Ayres Pinto, vice-presidente da Associação Brasileira de Estudos de Defesa (Abed) e coordenadora da pós-graduação de Relações Internacionais (PPGRI) e do Grupo de Pesquisa em Estudos Estratégicos e Política Internacional Contemporânea (Geppic) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

O episódio aborda a onda de protestos que tomaram conta do Irã nos últimos três meses devido à morte de Mahsa Amini, de 22 anos, que foi detida por “uso inadequado” do hijab – o véu islâmico, obrigatório no país. Após o caso, diversas manifestações foram reprimidas com violência pelo governo local. Segundo a Iran Human Rights Watch, mais de 350 pessoas morreram durante os protestos. No episódio (disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, entre outros agregadores), a docente da UFSC analisa a decisão de dissolver a chamada “polícia moral” no país, a influência da religião neste cenário e a abertura existente para a democratização.

> Ouça a íntegra do episódio do podcast Estadão Notícias

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UFSC na mídia: professor participa de reportagem sobre os benefícios da água para a saúde

29/11/2022 11:49

Professor Fernando Hellmann, do Departamento de Saúde Pública da UFSC, foi entrevistado para o programa especial. Foto: Captura de tela/Divulgação

O professor Fernando Hellmann, do Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), falou, em reportagem exibida no Globo Repórter, sobre como a água pode ajudar a tratar algumas doenças e promover a saúde e o bem-estar. O programa intitulado O poder das águas foi exibido na sexta-feira, dia 25 de novembro.

O programa se passa nas águas termais de Santa Catarina e fala sobre os benefícios da água para a saúde. Na entrevista, o professor conta que o uso terapêutico das águas termais é milenar e intuitivo: “ultrapassa as culturas, ultrapassa o tempo, o uso das águas, da água mineral, da água termal, ela é desde que a humanidade existe”, diz Fernando Hellmann. 

Além dele, também participaram da reportagem, o Laboratório de Neurociências Experimental (Lanex) da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), que pesquisa sobre como a água termomineral de Santo Amaro age no corpo, suavizando dores e inflamações. O doutor Áureo, do Vale do Capão, na Chapada Diamantina, ensinou aos moradores da região técnicas fáceis e acessíveis da hidroterapia, entre elas a da faixa úmida.

Veja reportagem completa aqui

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UFSC na Mídia: Clima e uso do solo estão modificando o ciclo da água no Brasil, aponta pesquisa

03/11/2022 10:51

Imagem indica que, onde há cores mais escuras, intensidade das mudanças nas cheias e secas foi mais marcante

A maior parte do território brasileiro ou está secando ou está sofrendo com as cheias, dois eventos climáticos extremos com impactos ambientais e sociais. A conclusão é de um estudo da Universidade Federal de Santa Catarina publicado na Nature Communications, periódico do Grupo Nature, um dos mais prestigiados do mundo. Uma equipe liderada pelo professor Pedro Luiz Borges Chaffe, do Laboratório de Hidrologia da Universidade Federal de Santa Catarina, indicou como ocorre o fenômeno – definido como aceleração do ciclo da água – com base em dados de vazão, chuvas, uso da água e cobertura florestal. O assunto foi tema de uma reportagem do Jornal Hoje, da Rede Globo, nesta quarta-feira.

A pesquisa trabalhou com dados dos últimos 40 anos e identificou que há, no Brasil, muito mais pontos de seca e de cheia do que se esperava. “Percebemos um aumento dos extremos e que o manejo da terra está impactando e amplificando o efeito da mudança climática”, destaca Chaffe. “A maior parte do Brasil está secando por causa da mudança de regime de chuvas e aumento do uso da água, com impacto também da cobertura florestal. Tanto o aumento de secas, quanto das cheias traz preocupação”.

As descobertas são parte do doutorado de Vinícius Chagas, orientando de Chaffe, e também tem a co-autoria do professor Günter Blöschl, da Universidade de Viena, na Áustria. Os cientistas analisaram um conjunto de dados disponíveis em 886 estações hidrométricas e cruzaram com indicadores sobre chuvas, cobertura de solo e uso de água.

“Em Santa Catarina, por exemplo, a aceleração do ciclo foi detectada no litoral e no extremo oeste. Apesar de o Estado ter em média mais água disponível ao longo do ano, o litoral e extremo oeste estão ficando cada vez mais suscetíveis a curtos episódios de secas”, explica o professor.

O estudo propõe uma classificação quanto ao aumento dos extremos. O processo de aceleração hídrica – que reúne tanto os dados de inundações mais severas quanto de secas – está relacionada a chuvas mais extremas e desmatamento e ocorre em 29% da área de estudo, incluindo o sul da Amazônia. A pesquisa é parte de um esforço do Laboratório de Hidrologia da UFSC em investigar quais bacias hidrográficas são mais sensíveis a mudanças climáticas para se pensar no planejamento e gestão de recursos hídricos.

O conjunto de dados coletado pelos pesquisadores foi também analisado considerando quatro grandes regiões a partir das suas semelhanças: Sul e Norte da Amazônia e Sul e Sudeste do Brasil. Estes hotspots foram delimitados a partir de suas características semelhantes: no Sul do Brasil e norte da Amazônia foi constatada mais disponibilidade de água por conta do volume de chuvas e cheias. Já o Sudeste está ficando mais seco, processo explicado pelo aumento no uso da água, o que está relacionado à atividade humana.

No Sul da Amazônia, outro dado chamou a atenção: naquela região, as mínimas diminuíram e as máximas aumentaram. Como o padrão de chuvas não mudou, é possível que a aceleração hídrica tenha sido causada por conta da mudança na cobertura vegetal. “Essa aceleração pode levar a grandes impactos na produção global de alimentos, no ecossistema saúde e infraestrutura”, resumem os cientistas no artigo.

Disponibilidade hídrica

Vazão dos rios foi fonte de dados do estudo ( Imagem de luis deltreehd por Pixabay)

A questão geral dos trabalhos realizados no laboratório diz respeito à vazão e disponibilidade hídrica no Brasil. “Os extremos estão mudando – tanto as cheias, quanto as secas. Uma das causas é o volume das chuvas, mas o uso da água também faz com que isso mude, assim como a cobertura da vegetação”, reitera o professor.

Ainda segundo ele, a aceleração do ciclo hidrológico geralmente é analisada por climatologistas com base em dados de chuva e evaporação, porém, no continente esses fluxos são modulados pelas Bacia Hidrográficas. “Nós sabemos que tanto a cheia quanto a seca são afetadas pelas mudanças climáticas, que aumentam esses extremos. Porém, precisamos entender como as características da bacia hidrográfica afetam o que acontece na parte terrestre do ciclo hidrológico”.

O estudo conclui que a menor quantidade de água disponível na seca também está relacionada ao aumento do uso da água, fator que chamou a atenção dos pesquisadores na região Sudeste, por exemplo. “A disponibilidade hídrica também é resultado das mudanças climáticas e no Brasil nós vemos esse fenômeno de aceleração hídrica, que é o aumento dos dois extremos: cheias e secas mais intensas”, indica.

“Nossos dados mostram que as mudanças de vazão têm sido generalizadas no Brasil. Secas ainda mais intensas podem ser encontradas no sul da Amazônia e no sudeste do Brasil, enquanto aumento das cheias podem ser encontrados no norte da Amazônia e no sul do país”, sintetizam os autores.

O estudo também aponta que, no Planalto Central, as secas ficaram pelo menos 48% mais intensas nas últimas quatro décadas. Em Santa Catarina, o fenômeno é oposto: há mais cheias, com dados que demonstram que elas são 18% mais intensas do que no passado. Também no estado, uma cheia que acontecia a cada 100 anos, em média, agora ocorre a cada 70 anos. No geral, os indicadores apontam o fenômeno em todo o território nacional, com mais secas e menos cheias em 42% do Brasil, principalmente na região da expansão do agronegócio. Ainda, na região da Bacia do Rio Doce, onde houve recentes desastres no estado de Minas Gerais, percebe-se o aumento da sazonalidade do clima, com mais chuva durante estação chuvosa e menos chuva na estação seca.

Amanda Miranda, Jornalista da Agecom/UFSC

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UFSC na mídia: série do Jornal do Almoço retrata realidade dos 10 anos da Lei de Cotas

22/08/2022 14:30

O Jornal do Almoço, telejornal da NSCTV, exibiu, durante a semana de 15 a 18 de agosto, uma série de reportagens especiais sobre os dez anos desde a edição da Lei de Cotas (Lei 12.711/2012). Nesta segunda-feira, 22 de agosto, também foi publicada uma matéria no site do Diário Catarinense.

As reportagens são de Carolina Fernandes, egressa do curso de Jornalismo da UFSC que ingressou na Universidade por meio das políticas de ações afirmativas. As matérias jornalísticas estão concentradas nas cotas da UFSC, e trazem depoimentos de estudantes que se formaram na instituição, como o ator e pesquisador Leandro Batz; o ortodontista Gabriel Xavier da Silva; o professor Daniel Machado; a atriz, cantora, produtora cultural e professora Roberta Lira; e a atual estudante da instituição Raquel Ribeiro.

A repórter também ouviu especialistas como Rosana Heringer, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e José Vicente, reitor da Universidade Zumbi dos Palmares (Unipalmares) e idealizador da campanha Cotas Sim, o jornalista Paulo César Vasconcelos, e o professor e pesquisador Laurentino Gomes. A pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade da UFSC, Leslie Sedrez Chaves, também foi entrevistada.

Assista às matérias por meio dos links abaixo (Globoplay):

Parte 1 – A democratização do acesso à universidade

Parte 2 – Desafio para concluir cursos universitários

Parte 3 – A formatura e o ingresso no mercado de trabalho

Parte 4 – A revisão no Congresso Nacional

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UFSC na mídia: doutoranda participa de programa sobre estética nas redes sociais

08/08/2022 12:45

Imagem: reprodução/Youtube

A pesquisadora Larisse Louise Pontes Gomes, doutoranda em Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), participou de uma discussão sobre estética nas redes sociais no programa Hiperconectado, apresentado pelo biólogo Atila Iamarino. O episódio foi ao ar no último sábado, 6 de agosto, na TV Cultura, e também está disponível no Youtube.

Larisse falou sobre as redes sociais como um lugar de empoderamento e divulgação de novos corpos e estéticas. Ela citou, como exemplo, o movimento de transição capilar – um processo de abandono de químicas alisadoras e retorno aos cabelos naturais. O movimento ganhou força, principalmente, a partir de mobilizações em redes sociais e, segundo a pesquisadora, tem provocado mudanças políticas no Brasil e no mundo.

“São questões estéticas ligadas ao cabelo, principalmente ao cabelo crespo, e isso é algo muito representativo, muito importante, fundamental para as populações negras, mas é algo  que vem impactando as relações sociais de modo geral. (…) Os espaços, como a escola, o ambiente de trabalho, a família, os espaços sociais de modo geral, começam a ter que se repensar para poder também acolher e não discriminar mais pessoas que tenham seus cabelos naturalmente crespos”, afirmou Larisse na entrevista.

Além dela, participaram do programa Jeferson Araújo, o “rei dos filtros”, e o cirurgião Wendell Uguetto. Jeferson falou sobre os filtros, tecnologia que dominou as selfies, e mostrou quais são os padrões estéticos mais buscados nas web. Já Wendell alertou para a correlação entre o aumento de cirurgias plásticas no Brasil e a nossa imagem virtual.

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UFSC na mídia: epidemiologista analisa lotação de UTIs pediátricas em SC

31/05/2022 09:00

Santa Catarina está com ocupação de 100% dos leitos de UTI pediátricos. Ao todo, são 89 unidades disponíveis no estado, sendo 20 delas somente no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis. Uma reportagem veiculada na edição do Jornal do Almoço na última terça-feira, 30 de maio, verificou também que a situação dos leitos de UTI neonatal é considerada “preocupante”.

A professora Alexandra Boing, epidemiologista da UFSC, foi uma das entrevistadas para a reportagem. De acordo com ela, a situação é crítica, e o Estado não tem implementado medidas efetivas para sua resolução.

“É importante destacar que é inadmissível não termos leito disponível, sendo que o inverno – período de maior circulação de vírus respiratórios – ainda não chegou”, ressalta. “O Estado precisa avançar na contratação imediata de leitos e pensar em novas estratégias de contratação de serviços para que situações como essa não se repitam, porque não basta agir apenas na consequência”, avalia.

> Assista à íntegra da reportagem na Globoplay

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UFSC na mídia: projeto do campus Joinville desperta interesse de meninas por áreas tecnológicas

12/05/2022 11:09

O Projeto Meninas na Tecnologia, do campus Joinville da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi tema do programa Balanço Geral, da NDTV. O projeto busca despertar o interesse de jovens mulheres para áreas da tecnologia, tais como robótica, programação e tecnologia da informação. Essas áreas estão em sintonia com as necessidades de empresas da região e também são responsáveis por muitas ofertas de vagas no mercado de trabalho.

O projeto de educação tecnológica teve início no ano passado e contou com a participação de alunas de cinco escolas públicas de nível fundamental ou de ensino médio de Joinville. A nova rodada do projeto está com inscrições abertas para escolas públicas até o dia 14 de maio. As aulas serão remotas, mas algumas atividades estão planejadas para ocorrer presencialmente.

Veja a reportagem completa: Mulheres na tecnologia: projeto da UFSC quer despertar interesse de alunas de escolas públicas | ND Mais

 

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UFSC na mídia: Professor da UFSC é entrevistado no Jornal Nacional

03/05/2022 11:31

(Foto: Reprodução/JN)

O professor Selvino Neckel de Oliveira, do Departamento de Ecologia e Zoologia do Centro de Ciências Biológicas da UFSC (ECZ/CCB) foi entrevistado pelo Jornal Nacional em uma matéria que foi veiculada nesta segunda-feira, 2 de maio. Neckel é responsável pelo Laboratório de Ecologia de Anfíbios e Répteis (LEAR) e falou à reportagem sobre a presença de jacarés do papo-amarelo nas regiões urbanas de Florianópolis.

Assista à edição no site do Globoplay e no site do telejornal.

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UFSC na mídia: professora da UFSC tem artigo noticiado pela BBC News

02/05/2022 13:12

Na última segunda-feira, 25 de abril, foi publicada pela BBC News a matéria Como a “interdependência” da Rússia e do Ocidente começou no sistema alimentar global (e qual é o seu impacto na guerra na Ucrânia), na qual é citado um artigo escrito por Cristiane Derani no site da Universidade de Cambridge. Cristiane é professora de Direito Econômico e Ambiental Internacional da UFSC, pró-reitora de pós graduação da instituição, Fellow do Centro de Pesquisas C-EENRG na Universidade de Cambridge e membro da rede Global Cambridge Food Security.

A matéria enfatiza, por meio do artigo publicado por Cristiane, como as sanções econômicas impostas sobre a Rússia implicam diretamente no sistema de produção alimentícia, não apenas da Europa, mas de todos os continentes. “Há uma forte interdependência entre as economias ocidentais e a Rússia no sistema alimentar global”, aponta Derani.

“Guerras causam crises alimentares. Síria, Irã, Iraque… todos esses países sofrem com a escassez de alimentos. Mas o Ocidente é especialmente sensível às consequências desta guerra – a da Rússia e da Ucrânia – devido à importância dos atores envolvidos”, disse Cristiane, ao comentar sobre as consequências da guerra na Ucrânia na produção e distribuição alimentícia. Isso, segundo ela, afeta em peso a oferta de alimentos em razão da inflação no mercado global, causada pelas medidas políticas que não levam em conta os direitos humanos da comunidade internacional.

 

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UFSC na mídia: Ricardo Hoffmann toma posse na Academia Catarinense de Letras

19/04/2022 08:39

Ricardo Hoffmann trabalhou como técnico em assuntos educacionais na UFSC. Foto: Acervo pessoal

O escritor Ricardo Hoffmann toma posse nesta terça-feira, 19 de abril, como imortal da Academia Catarinense de Letras (ACL), em cerimônia a ser realizada no Palácio Cruz e Sousa, em Florianópolis.  Uma reportagem no caderno Cultura & Comportamento, do grupo NSC Total, publicada no último sábado, traz a biografia do criciumense que vai suceder Silveira de Souza na cadeira 33 da ACL. Além do mundo infantil e dos romances, a trajetória de Hoffmann se estendeu ainda a outros temas contemporâneos relacionados à sociologia do desenvolvimento e gestão universitária, área em que fez mestrado e na qual trabalhou como técnico em assuntos educacionais na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

O escritor nasceu em outubro de 1937 e passou a infância em Blumenau. “A mãe Maria Mathilde escrevia poesias. O pai dedicou-se à música e à pintura. Hoffmann chegou a concluir a graduação em Direito, mas seguiu o caminho dos pais. Ao lado da esposa Marilza, com quem foi casado por 50 anos, também transmitiu às filhas desde pequenas o gosto pela literatura, acompanhando-as nos primeiros passos da leitura de clássicos, como Lewis Carroll”, descreve a reportagem.

Seu romance de estreia, A Superficie (1967), foi considerado pela crítica nacional como um dos melhores do gênero e o catarinense conquistou projeção nacional. Na comemoração dos 80 anos de vida, Hoffmann presenteou os leitores com o lançamento de Casa da Matéria (2018), coletânea de 14 poesias da década de 1970 e selecionadas para o 1º Concurso de Poesia de Florianópolis, em 1977. Por todo o conjunto da obra, foi homenageado com o Prêmio da Academia Catarinense de Letras, em 2020.

> Confira a íntegra da matéria neste link.

 

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UFSC na mídia: Curso de astrofísica é destaque no programa ‘Ciência é Tudo’

12/04/2022 10:28

Curso é voltado a pessoas de todas as idade. Crédito: Reprodução TV Brasil

O curso Astrofísica para Todos, projeto de extensão da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi destaque na edição do último sábado, 9 de abril, do programa Ciência é Tudo, parceria da TV Brasil com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

A iniciativa da UFSC, oferecida de forma gratuita e on-line, compreende temas como astronomia, astronáutica e cosmologia. Voltado a alunos de todas as idades, as inscrições estão sempre abertas e cada participante pode assistir às aulas em seu próprio ritmo.

Todo o conteúdo está disponível na página do curso. Não é preciso se inscrever para assistir às aulas, mas uma taxa é cobrada de quem deseja realizar as provas on-line para obtenção de Certificado. Os valores arrecadados na inscrição são investidos exclusivamente no projeto, para melhoria e expansão.

O professor Alexandre Zabot, coordenador geral do projeto, afirma que o assunto envolve todos os públicos, desde crianças pequenas até aposentados. “Os temas que mais despertam interesse são aqueles mais diferentes, aquilo que foge mais ao cotidiano das pessoas. Como, por exemplo, buracos negros e cosmologia em geral – aquela parte da astrofísica que estuda o início e a evolução do Universo”, disse Zabot em entrevista à TV Brasil.

Para mais informações sobre o curso, acesse astrofisica.ufsc.br.

> Assista à integra da reportagem:

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UFSC na mídia: professora explica a afasia, distúrbio que acometeu o ator Bruce Willis

08/04/2022 10:54

 

A professora Maria Isabel D’Ávila Freitas, do Departamento de Fonoaudiologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), concedeu entrevistas a diversos meios de comunicação para explicar sobre a afasia, o transtorno da linguagem que ganhou evidência após acometer o ator Bruce Willis. Maria Isabel é coordenadora do Comitê de Linguagem Oral e Escrita do Adulto e do Idoso, do Departamento de Linguagem da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia.

Na UFSC, a professora é coordenadora do ambulatório de afasia e do Grupo de Atenção à Pessoa com Afasia (GAPA), que funciona nas dependências do Hospital Universitário. Durante a pandemia da COVID-19 os encontros dos participantes do GAPA têm sido na modalidade à distância. Os interessados podem obter maiores informações pelo e-mail gapa.ufsc@gmail.com ou pelo instagram @gapa.ufsc.

Na entrevista ao jornal Estado de São Paulo, a especialista da UFSC disse que, apesar das poucas informações disponíveis, é possível que a afasia do ator seja um tipo de demência rara que afeta a linguagem, a Afasia Progressiva Primária (APP), uma vez que não houve notícia de que ele tenha sido diagnosticado com tumor ou Acidente Vascular Cerebral (AVC), por exemplo. Ela ressalta que as causas da afasia devem ser investigadas por um médico, mas que o tratamento do distúrbio da linguagem que o paciente apresenta é papel do fonoaudiólogo.

Ao portal G1, a professora explicou que a afasia é um distúrbio neurológico que afeta não somente a fala. “A capacidade para compreender a fala, se comunicar pela escrita e gestos, além de dificuldade na leitura também são considerados sintomas da afasia”, afirmou.

A causa mais frequente da afasia é o AVC que afeta o lado esquerdo do cérebro, relacionado à função da linguagem, mas o transtorno pode ser provocado também por tumores, traumatismos, aneurisma, infecções e demências.

O tratamento fonoaudiológico é indicado para as pessoas com afasia e pode ajudar a recuperar a capacidade de linguagem nos casos de AVC, tumores, infecções ou traumatismos. Já nos casos cuja doença é de origem neurodegenerativa, como a Afasia Progressiva Primária, o tratamento busca preservar, pelo maior tempo possível, as habilidades de linguagem, explicou a especialista.

Um estilo de vida saudável, com exercício físico regular e boa alimentação, ajuda a prevenir o AVC, principal causa relacionada à afasia, além de ser um fator de proteção do cérebro em geral, o que ajudaria a prevenir o surgimento de demência ou a sua progressão.

https://ge.globo.com/eu-atleta/saude-mental/noticia/2022/03/30/o-que-e-afasia-doenca-do-ator-bruce-willis-que-afeta-a-linguagem.ghtml

https://emais.estadao.com.br/noticias/gente,bruce-willis-e-diagnosticado-com-afasia-entenda-o-que-e-o-transtorno,70004024475

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UFSC na mídia: telejornal relembra história inusitada com microscópio de Fritz Müller

18/03/2022 13:56

Veja a notícia

Um microscópio que viajou da Europa ao Brasil, ajudou o naturalista Fritz Müller a fazer ciência de ponta, foi para Blumenau e passou até por um episódio de roubo foi tema de uma notícia veiculada no Bom dia Santa Catarina, da NSC TV, na manhã desta sexta-feira, 18 de março. O repórter Felipe Sales narrou o episódio, resgatado pelo professor da UFSC Mário Steindel, e destacou que o equipamento estará presente em uma exposição que ocorrerá no  Museu Histórico de Santa Catarina, no Palácio Cruz e Sousa, em Florianópolis. A exposição 200 anos de Fritz Müller – O Príncipe dos Observadores será aberta no dia 31 de março e é uma promoção do grupo Desterro Fritz Müller Darwin 200 Anos.

A notícia narrou episódios descritos pelo pesquisador da UFSC, que escreveu um texto intitulado A Saga do Microscópio Schiek, relatando como o equipamento utilizado para realizar estudos em favor da comprovação da teoria de Charles Darwin chegou até suas mãos. O primeiro passo foi dado pelo amigo de Müller, Max Schultze, que remeteu o microscópio da Alemanha.

Quando Müller faleceu, em 1897, sua filha ficou com o material, que permaneceu entre os descendentes e foi doado por um tataraneto do cientista para o Museu de Ecologia Fritz Müller, situado em Blumenau. Pouco depois, uma reviravolta quase deu fim ao equipamento: o microscópio foi roubado. “O ladrão entrou em contato com o então diretor de patrimônio histórico de Blumenau, na época, exigindo uma recompensa com ameaça de jogar o microscópio no rio Itajaí”. Por mil dólares, o resgate foi feito e a peça voltou às mãos dos familiares de Müller.

O professor conta que não conhecia a história do microscópio – além desse, Fritz Müller usava um outro, de dissecção – e que foi graças a um amigo que conseguiu localizá-lo, no Litoral Norte de Santa Catarina. “Esta rara peça de uso pessoal do cientista, agora localizada, após as comemorações será doada novamente ao Museu Ecológico Fritz Müller, mediante garantias à sua integridade”.

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UFSC na mídia: professora explica os desdobramentos da guerra na Ucrânia

08/03/2022 17:15

A professora Danielle Jacon Ayres Pinto, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGRI/UFSC), participou, nos últimos dias de diversos programas jornalísticos abordando as causas e o desenrolar da guerra na Ucrânia.

Danielle Ayres, que também é vice-presidente da Associação Brasileira de Estudos de Defesa (Abed) destacou que, antes do início da guerra, muitos analistas especulavam que o interesse do presidente russo, Vladimir Putin, se concentraria no apoio às regiões de Donetsk e Lugansk (Donbass), no Leste da Ucrânia, onde existe um conflito entre separatistas pró-Rússia e as forças armadas ucranianas.
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UFSC na mídia: epidemiologista critica liberação do uso de máscaras por crianças em SC

04/03/2022 17:46

A liberação do uso de máscaras por crianças de 6 a 12 anos em Santa Catarina foi tema de reportagem na edição do Jornal do Almoço, na NSC TV, na última quinta-feira, dia 3 de março. O decreto nº 1.769 dispõe que o uso de máscara de proteção individual nessa faixa etária “fica sob responsabilidade dos pais ou do responsável, que deverão supervisionar a correta utilização da máscara, sua colocação e retirada”.

O documento traz ainda que a obrigação de uso é dispensada no caso de pessoas com transtorno do espectro autista, com deficiência intelectual, com deficiências sensoriais ou com quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado de máscara de proteção facial.

Ainda na quinta-feira, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) emitiu uma nota na qual defende a manutenção do uso de máscaras em todos os ambientes da instituição. O texto ressaltou ainda que a medida estadual viola a Lei Federal nº 13.979/2020, artigo 3º A, caput e inciso III, quanto à obrigatoriedade do uso de máscara em estabelecimentos de ensino.

“O decreto é irresponsável, do ponto de vista sanitário, e acaba violando a Lei Federal. Esse decreto coloca em risco o ambiente escolar, onde as crianças deveriam estar protegidas e onde a máscara já estava incorporada”, ressaltou Alexandra Boing, epidemiologista da UFSC.

> Assista à íntegra da reportagem

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UFSC na mídia: professor fala sobre economia e inovação na Rússia em meio à eclosão de conflito

24/02/2022 09:37

Em meio à eclosão de um conflito ocasionado pela invasão à Ucrânia por tropas da Rússia, na madrugada desta quinta-feira, 24 de fevereiro, o professor do departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSC Fred Leite Siqueira Campos concedeu uma entrevista à revista Época Negócios sobre a economia e a inovação nos países envolvidos no conflito.

Ele, que é coordenador do Grupo de Estudos sobre a Rússia (PRORUS), lembrou que até o final do século passado a economia da Rússia estava arrasada, com muitos pesquisadores saindo com destino às universidades americanas. “Mas o país se reergueu. Os herdeiros da URSS se reinventaram e conseguiram, de alguma forma, se desenvolver e manter seu destaque em biotecnologia.”

O professor também comentou que o país tem grandes pensadores e cientistas em todas as áreas. Ele lembra, ainda, que a Rússia tem uma lei responsável por organizar o desenvolvimento tecnológico no país, que foi modernizada no último ano. A reportagem registra que a lei direciona o foco de inovação para atividades como biotecnologia e tecnologia da informação.

O conflito 

Nas últimas semanas, o mundo tem acompanhado a tensão entre Rússia e Ucrânia, conflito que teve seu ponto máximo, até o momento, com a invasão da Ucrânia por tropas militares anunciada pelo presidente russo Vladimir Putin. Ele afirmou em pronunciamento à TV que os soldados ucranianos deveriam largar suas armas e voltar para casa.

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky também se pronunciou, convocando os cidadãos para se apresentarem ao exército e solicitando doação de sangue. Ele disse que a Rússia atacou o país de forma covarde, em discurso transmitido via rede sociais.

Com informações da CNN Internacional 

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UFSC na mídia: Professora de Nutrição comenta sobre liberação de alvarás sanitários em estabelecimentos

22/02/2022 17:43

A professora Liliana Bricarello, do Departamento de Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi uma das entrevistadas para um reportagem do Jornal do Almoço, da emissora NSC, exibida na última sexta-feira, 18 de fevereiro. A matéria abordou uma mudança na legislação que facilitou a abertura de negócios sem a necessidade de emissão de alvarás sanitários.

Conforme a nova regra, restaurantes, padarias, lanchonetes e até açougues poderão ser liberados da apresentação do documento. “O alvará é uma garantia de que as condições de higiene básicas para saúde do cliente/consumidor final foram observadas e estão sendo cumpridas”, disse Liliana.

> Clique AQUI para assistir à integra da reportagem

 

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UFSC na mídia: Reportagem destaca feito de Rosa Maria, a estudante que descobriu sete asteroides

22/02/2022 08:56

Os sete asteroides descobertos recentemente por uma estudante do Colégio de Aplicação da UFSC transformaram Rosa Maria Miranda em um exemplo. “É muito legal poder inspirar essas crianças”, contou ela para a equipe da NSC TV em reportagem exibida no dia 19 de fevereiro. A adolescente de 14 anos conseguiu o feito a partir de um programa da NASA, agência espacial norte-americana e uma das maiores agências de estudos astronômicos do mundo.

Reprodução NSC TV

Na reportagem, Rosa Maria conta que sempre se interessou por ciência, mas foi durante a pandemia que a astronomia a atraiu. O projeto da NASA a fez buscar asteroides e descobrir não apenas um, mas sete deles. O professor Alexandre Zabot, do curso de Engenharia Aeroespacial, reconheceu o feito e lembrou que os jovens têm buscado cada vez mais conhecimento e capacitação na área.

Rosa explicou como foi a descoberta: equipes recebem pacotes de imagens de um telescópio, que roda em um programa no computador, gerando animações. Lá, é possível procurar movimentos que seriam dos asteroides, pedaços de rocha no espaço. A adolescente também lembrou o quanto é importante que se incentive crianças a se interessarem por qualquer área da ciência. “Tudo contribui para a humanidade”, disse.

A mãe de Rosa, Josemari Pereira, reforçou a fala da filha, revelando seu orgulho e destacando a importância do incentivo para que outras jovens também tenham seu espaço como cientistas. “Pode ter um monte de cientista por aí. Várias ‘Rosinhas’ escondidas”.

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UFSC na mídia: Pesquisa aponta que diversidade de algas calcárias no Brasil é maior que o esperado

07/02/2022 16:11

Atol das Rocas, no Rio Grande do Norte. Foto: Marina Sissini

Estudos desenvolvidos por pesquisadores brasileiros propuseram um novo número de espécies de algas calcárias vermelhas encontradas na costa do país, importantes formadoras de recifes que servem de abrigo para inúmeras espécies marinhas. Os trabalhos foram publicados nas revistas Coral Reefs e European Journal of Phycology.

De acordo com notícia publicada pela Agência Fapesp nesta segunda-feira, 7 de fevereiro, o sequenciamento genético de exemplares coletados ao longo do litoral e das ilhas oceânicas brasileiras apontou que pelo menos 79 espécies ocorrem no Brasil. O trabalho possibilitou ainda mapear a distribuição dessas algas e apontar regiões com maior importância para conservação. O grupo também descreveu sete novas espécies e um novo gênero, cujos nomes homenageiam povos originários de cada região em que as algas foram encontradas.

“Essas algas são as maiores formadoras de recifes do Atlântico Sudoeste. O único atol do Brasil, o das Rocas [no Rio Grande do Norte], por exemplo, é majoritariamente construído por elas, diferentemente de outros que são formados por corais”, conta Marina Nasri Sissini, primeira autora do artigo publicado na Coral Reefs. Ela realizou os trabalhos como parte de seu doutorado no Programa de Pós-Graduação em Ecologia na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

> Leia a íntegra da notícia no site da Fapesp.

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UFSC na mídia: professora da UFSC Joinville fala sobre mobilidade e acidentes de trânsito

02/02/2022 13:01

A professora Renata Cavion, do Departamento de Engenharias da Mobilidade do Campus de Joinville, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), concedeu entrevista ao programa Notícia na Manhã, da Rádio CBN – Joinville, na última quinta-feira, 27 de janeiro. Na ocasião, a docente conversou com os jornalistas Marcos Pereira e Fernando Gonçalves sobre infraestrutura de mobilidade urbana, mais especificamente sobre os perigos da avenida Avenida Santos Dumont, que teve  a ocorrência de um grave acidente com três vítimas fatais.

A avenida Santos Dumont é uma das principais vias de Joinville, ligando a cidade ao Aeroporto, ao Distrito Industrial Norte e a algumas das regiões mais populosas, como o bairro Aventureiro, que concentra cerca de 55 mil pessoas. Nos últimos anos, os acidentes nesta avenida aumentaram em torno de 40%. Sem radares eletrônicos, a imprudência dos motoristas que passam pela via com excesso de velocidade vem causando preocupação na população local.

A professora Renata Cavion destacou que é preciso avaliar como a avenida está atendendo a necessidade de cada tipo de usuário e a proteção oferecida aos mesmos, que neste caso inclui desde o pedestre até caminhões de carga pesada. Sendo o excesso de velocidade o maior causador de mortes no trânsito, é preciso buscar meios alternativos para reduzir a velocidade dos veículos, já que a instalação de radares ainda não tem previsão de ocorrer. Algumas opções seriam a pavimentação com mais atrito, rampas e ondulações. Renata acrescenta que educação e conscientização dos motoristas também são essenciais. Outro ponto citado pela professora é a inclusão dessas melhorias no Novo Plano Viário de Joinville, para que toda a infraestrutura de mobilidade do município seja pensada de forma conjunta.

A íntegra da reportagem está disponível aqui. A participação da professora Renata inicia a partir do minuto 41:33.


Comunicação Institucional – UFSC Joinville

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UFSC na mídia: professor explica o efeito-estufa em carros fechados sob o sol

24/01/2022 10:19

O professor Saulo Güths, do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC, participou do Programa Fantástico, da TV Globo, exibido no domingo, 23 de janeiro. Ele deu entrevista em uma reportagem que mostrou casos de cães deixados presos em carros nas cidades de Balneário Camboriú e Itajaí, em Santa Catarina, e Mossoró, no Rio Grande do Norte, em dias de calor intenso.

A participação do professor Saulo consistiu em demonstrar, com uso de um equipamento de medição, o que ocorre no interior de um veículo fechado debaixo do sol. “O sol emite ondas eletromagnéticas que podem atravessar superfícies tais como vidros, plástico, acrílico, tudo o que é transparente”, explicou o professor. Com portas e vidros fechados, o calor fica retido dentro do carro, criando um tipo de efeito-estufa.

Após duas horas sob o sol com os vidros fechados, a temperatura no interior do veículo chegou a 60 graus centígrados no ar e, no painel, passou de 80 graus, relatou o professor Saulo Güths.

Veja a reportagem completa em https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2022/01/23/caes-sao-deixados-pelos-donos-dentro-de-carros-trancados-em-dias-de-calor-intenso.ghtml

 

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UFSC na mídia: Professoras da UFSC destacam história da educadora Antonieta de Barros

21/01/2022 17:38

As professoras Joana Célia dos Passos e Eliane Debus, do Centro de Ciências da Educação (CED) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), destacaram a história da educadora Antonieta de Barros, em matéria publicada na página da Deutsche Welle Brasil nesta sexta-feira, 21 de janeiro. O texto aborda o título doutora honoris causa (in memoriam), concedido pela Universidade em dezembro de 2021, quase 70 anos após sua morte.

“Trazer o legado de uma mulher negra como Antonieta e torná-la doutora honoris causa na UFSC significa recontar parte da luta das mulheres negras neste estado ainda tão racista, sexista e conservador”, afirmou à publicação a educadora Joana Célia dos Passos, professora do Departamento de Estudos Especializados em Educação.

“Antonieta de Barros tem importância fundamental na memória política, cultural e histórica de Santa Catarina”, avaliou Eliane Debus, professora no Departamento de Metodologia de Ensino e autora do livro infantil Antonieta, que conta a trajetória da educadora.

> Acesse a íntegra da matéria neste link.

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