Mais de 400 alunos de ensino médio de escolas públicas e particulares participaram da primeira edição do UFSC Blumenau de Portas Abertas, evento realizado na semana passada, entre 12 e 15 de setembro. O objetivo principal foi aproximar o campus da sociedade, especialmente dos estudantes de segundo e terceiro ano que estão se preparando para ingressarem na Universidade.
Os visitantes foram recebidos no Auditório Professor Fernando Ribeiro Oliveira pelo diretor da UFSC Blumenau, o professor Adriano Péres. Ele falou brevemente sobre os cursos que o campus oferece, do programa de assistência estudantil da UFSC e também do vestibular, que está com inscrições abertas até 13 de outubro. “Estamos muito felizes de recebê-los. O que vocês vão ver é apenas uma parte da nossa estrutura. Sejam bem-vindos e aproveitem essa experiência”, disse o diretor na ocasião.
Alunos acompanharam apresentações e experimentos realizados por alunos dos cursos, professores e servidores
Na sequência, os estudantes foram divididos em grupos fizeram uma visita, guiada por monitores, a alguns laboratórios do campus, onde puderam acompanhar apresentações e experimentos realizados por alunos dos cursos, professores e servidores técnico-administrativos. Cada coordenação preparou uma experiência diferente para os visitantes, que também levaram folders dos cursos de interesse.
Bruna Cristina Beltrão, de 18 anos, visitou o campus durante o evento
A estudante Bruna Cristina Beltrão, de 18 anos, foi uma das participantes do evento. Cursando o terceiro ano do ensino médio na Escola de Educação Básica Adolpho Konder, ela conta que não conhecia os cursos. “Eu não tinha noção de como eram os cursos ofertados aqui. Agora que deu para conhecer um pouco melhor, estou considerando a opção de vir estudar aqui”, disse. Entre os cursos, um deles chamou mais a atenção da estudante. “Fiquei impressionada com a Engenharia Têxtil. É incrível ver a quantidade de processos envolvidos na fabricação de tecidos e de roupas. É uma coisa tão comum no nosso dia a dia e não fazemos noção de quanto estudo tem por trás”, completa.
A realização do UFSC Blumenau de Portas Abertas foi idealizada pelo Comitê Permanente de Divulgação na Rede Escolar (Copere). A ideia é que novas edições do evento sejam realizadas nos próximos anos, sempre durante o período de inscrições para o Vestibular da UFSC.
Texto: Serviço de Comunicação e Eventos Institucionais | UFSC Blumenau
Foram utilizados 68 módulos, sendo 54 opacos e 14 semitransparentes. Foto: Laboratório Fotovoltaica/ UFSC
O primeiro sistema fotovoltaico integrado a uma edificação e conectado à rede elétrica pública do Brasil completou 25 anos de operação ininterrupta no Laboratório de Energia Solar Fotovoltaica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Desde 16 de setembro de 1997, ele está instalado no topo do prédio do Departamento de Engenharia Mecânica, no Centro Tecnológico do campus de Florianópolis (CTC) – sede original do Laboratório Fotovoltaica, que construiu e monitora este e diversos outros sistemas fotovoltaicos no país.
O gerador tem a potência instalada de 2 kWp, fixado em uma área total de 40m². A inclinação foi ajustada para a face norte, à linha do equador, captando a maior radiação possível ao longo do ano. O projeto original do sistema de 2 kWp foi composto na forma de subsistemas, utilizando quatro inversores, que são os responsáveis por converter a energia gerada em corrente alternada para injetá-la na rede pública. O sistema operou dessa forma de setembro de 1997 até o final de 2008, quando os quatro inversores foram substituídos por apenas um de 2,5kW.
Ao longo do período de 11 anos de operação foram detectadas algumas poucas interrupções de geração, rapidamente solucionadas. O sistema foi mantido configurado como instalado, demonstrando a elevada confiabilidade de um gerador deste tipo em atividade de longo prazo. Com a atualização da tecnologia, hoje um sistema com essa mesma potência pode ocupar apenas 10m².
Depois de duas décadas funcionando, foi necessário desconectar alguns dos módulos. Isto reduziu a capacidade de geração para 1,28 kWp. No entanto, os problemas que causaram a redução do número de módulos estão associados a componentes, e não à tecnologia em si. Com os avanços no setor, esses componentes se apresentam de forma mais robusta nos módulos fotovoltaicos disponíveis hoje no mercado.
No início do ano de 2022, 10 anos após o marco legal que regulamentou o uso de geradores solares fotovoltaicos na rede elétrica pública em nosso país, o Brasil alcançou a marca de 14 mil megawatts instalados, mesma potência da Usina Hidrelétrica de Itaipu. A longevidade do primeiro gerador fotovoltaico conectado à rede e ainda em operação representa uma consistente contribuição ao conhecimento do desempenho de longo prazo da geração solar, que é limpa e de baixo custo.
O projeto internacional de pesquisa e extensão AtlantECO, vinculado ao Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC organiza, na quarta-feira, 21 de setembro, uma atividade do Ocean Sampling Day (OSD), campanha científica global com o objetivo de analisar a biodiversidade e a função microbiana marinha. Nesse dia, a equipe do Projeto AtlantECO, bem como outros pesquisadores da UFSC vinculados à Chamada Blue Growth, realizam amostragens na Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, em Santa Catarina.
O OSD visa gerar o maior conjunto de dados microbianos padronizados em um único dia em diversas regiões do mundo. Durante todo o dia, pesquisadores estarão recolhendo amostras de águas da zona costeira e esta será a primeira vez em que a atividade ocorre na região do Atlântico Sul. A iniciativa já existe, desde 2014, em todos os oceanos, com exceção da costa brasileira e africana.
O AtlantECO organiza a atividade em 2022 e nos próximos dois anos, em parceria com o European Marine Biological Resource Center (EMBRC). O AtlantECO é um projeto desenvolvido em parceria com 36 instituições de 11 países da Europa, Brasil e África do Sul, que tem por finalidade a pesquisa sobre o microbioma do Atlântico, os impactos das mudanças climáticas e da poluição no oceano. (mais…)
Pesquisadores e gestores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) estiveram na Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) nesta sexta-feira, 16 de setembro, em reunião sobre os projetos que serão desenvolvidos na região da Lagoa da Conceição e que foram contemplados no edital de pesquisa com apoio financeiro da CASAN, Fapesc e UFSC.
Entre os temas das pesquisas estão avaliação toxicológica de fontes de contaminação, drenagem urbana sustentável, diagnóstico utilizando biomarcadores de contaminação aquática, restauração de ambientes florestais, sensores para o monitoramento inteligente e gestão da sustentabilidade urbana na Lagoa da Conceição, e educomunicação, entre outros.
Ao todo, 38 estudos foram selecionados e receberão investimento de R$ 3,2 milhões para desenvolvimento tecnológico e inovação em áreas do conhecimento relacionadas aos Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU). A Casan fez o repasse de R$ 2 milhões, e UFSC e Fapesc repassaram R$ 600 mil cada. (mais…)
Não são raras as vezes em que aquele seu seriado preferido de investigação começa com uma clássica cena: um detetive adentrando em um ambiente apinhado de peritos que fotografam, coletam amostras, fazem demarcações e simulações no local onde ocorreu um crime. A resolução de casos policiais sempre foi um assunto de grande interesse do público. Além de séries, é hoje objeto de livros, podcasts, webséries e tem até canal de TV dedicado exclusivamente ao tema.
Um dos pontos centrais da curiosidade da audiência é o desenrolar do processo de investigação, as técnicas, as ferramentas e os conhecimentos aplicados na tentativa de elucidar uma ocorrência. Para isso, entram em ação as ciências forenses – um conjunto de métodos e conhecimentos científicos necessários para esclarecer questões específicas que auxiliarão e darão suporte à justiça.
Engana-se quem pensa que esse tipo de ciência é utilizado apenas em casos criminais. Conforme explica Beatriz Barros, doutora pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), especialista em odontologia legal e antropologia forense, “as ciências forenses são utilizadas para desvendar não só crimes, como também variados assuntos legais: cíveis, penais, trabalhistas ou administrativos. O objetivo principal é contribuir com as investigações judiciais”.
As ciências forenses agregam especialistas dos mais diferentes campos. Crédito: Henrique Almeida | Agecom
Beatriz, no entanto, salienta que a realidade performada em filmes e séries é uma representação fantasiosa do trabalho do perito e das ciências forenses. “Nos laboratórios das séries de ficção é possível ver tecnologias superavançadas que, no cotidiano, não existem. Há também uma diferença fundamental no tempo real de resposta. Na ficção tudo se resolve em poucos dias, no mesmo capítulo ou episódio. Na vida real, as análises e seus resultados não são tão imediatos”, pondera.
Da esquerda para direita: as professoras Beatriz Barros e Elisa Winkelmann, e as estudantes Aline Assmann e Aline Jaques. Crédito: Henrique Almeida | Agecom
Ainda que a tecnologia disponível ainda não seja exatamente a exibida nas telas, a variedade de profissionais envolvidos em uma investigação é real. O campo forense agrega peritos das mais distintas áreas. É considerado interdisciplinar por envolver física, química, biologia, antropologia, medicina, odontologia, engenharia, contabilidade, linguística, genética, entomologia, tecnologia da informação – enfim, uma lista extensa e não taxativa.
UFSC cria primeiro laboratório no Sul
A UFSC foi pioneira ao criar o primeiro laboratório dedicado às ciências forenses no sul do país em uma instituição de ensino superior. O Laboratório de Antropologia Forense (Lanfor) começou suas atividades em março de 2017, por iniciativa da professora de anatomia Elisa Winkelmann, neurocientista especializada em sistema nervoso central.
Incentivada por um aluno que havia cursado especialização em antropologia na Universidade de Coimbra, em Portugal, Elisa passou a se dedicar à análise de ossos, a participar de congressos na área e a contatar docentes com interesse na prática forense.
No início, as atividades do Lanfor eram desenvolvidas em diversos laboratórios pertencentes ao Departamento de Ciências Morfológicas. Desde março deste ano, entretanto, o grupo passou a ter um espaço próprio, no prédio do Centro de Ciências Biológicas (CCB), instalado no bairro Córrego Grande, em Florianópolis. O Lanfor conta atualmente com 15 integrantes, entre professores e alunos, que se reúnem às segundas-feiras, ao meio-dia. Os encontros alternam-se: em uma semana há a realização de seminário para apresentação de artigos ou trabalhos no auditório do CCB, sempre em sessões abertas ao público; e, na outra, são realizadas atividades práticas de análise e montagem de esqueletos.
Professor e arqueólogo Marcelo Balvoa (à esquerda) em atividade de escavação de sepultamentos no Rio Vermelho, em Florianópolis. Crédito: Lanfor/UFSC
Dois workshops já foram promovidos pelo laboratório da UFSC. O primeiro foi voltado a profissionais do Instituto Geral de Perícia e o segundo a alunos com interesse na área forense – neste último, as vagas esgotaram-se em seis minutos. Em um dos workshops, em 2018, um dos temas tratados foi a estimativa do perfil biológico de um indivíduo. Na ocasião, os participantes vivenciaram uma demonstração prática, capitaneada pelo professor Marcelo Balvoa, em que os alunos conheceram as técnicas de escavação arqueológica.
A professora Elisa destaca que uma das propostas do laboratório é montar uma coleção de esqueletos identificados. “E, para isso, o foco não é saber o nome da pessoa, mas aplicar o conhecimento para outros tipos de identificação, como estatura, idade, sexo e ancestralidade. Por meio do estudo dessas ossadas, podemos averiguar a compatibilidade com as tabelas que já existem na literatura”, ressalta.
A supervisora do Lanfor, contudo, observa que um dos maiores obstáculos na atividade de identificação humana é a falta de parâmetros nacionais e o consequente uso de tabelas estrangeiras (europeias, americanas e australianas, principalmente) para se estimar as características do indivíduo. Outro problema recente enfrentado pela equipe do Laboratório foi o fim do convênio com a Polícia Científica do Estado de Santa Catarina, antigo Instituto Geral de Perícias (IGP). O acordo entre o órgão estadual e a UFSC garantia a doação de cadáveres para o desenvolvimento de pesquisas na Universidade.
Expertise de inúmeras áreas
São diversos os campos do conhecimento que podem ser empregados na resolução de crimes ou outras situações legais. A botânica, por exemplo, já detectou livros literalmente venenosos, encadernados no século XIX com um tecido imbuído em arsênico. Essa ciência contribuiu ainda para resolução do famoso sequestro do bebê de Lindbergh, em 1932, quando a anatomia da escada usada pelo criminoso e abandonada no local facilitou o veredito dos jurados. Um especialista conseguiu provar que a escada havia sido construída com o mesmo material que estava faltando no assoalho do sótão da casa em que morava o acusado, conforme revelou o padrão de crescimento dos anéis da madeira. O julgamento foi o primeiro caso em tribunal em que a botânica forense foi admitida como prova nos Estados Unidos.
Escada utilizada no rapto do bebê de Lindbergh. Crédito: murderpedia.org
Um tipo de análise também bastante comum é a hematologia, que realiza a avaliação de manchas de sangue formadas durante um crime violento. Um perito especializado pode ajudar a entender a posição e a localização da vítima na hora do crime, o ângulo e a força com que ela foi atingida pelo golpe ou objeto que a matou, bem como a arma utilizada de acordo com padrões formados pelas manchas de sangue.
Outra ciência que colabora com o trabalho investigativo é a tricologia, o estudo dos pelos. A importância desse tipo de material no estudo forense reside na sua resistência à decomposição e, logo, na vantagem de ser extremamente durável. Essa característica é atribuída à cutícula, formada por células achatadas ricas em enxofre que dão forma ao cabelo e que o protegem de choques físicos e agentes químicos potentes. Entre as drogas e substâncias que podem ser verificadas pela medicina forense em amostras estão anfetaminas, anticonvulsivantes, benzodiazepínicos, canabinoides, cocaína, antifúngicos, morfina, níquel, hormônios sexuais e minerais.
Professor Glauco Olinger recebe homenagem das mãos do reitor da UFSC, Irineu Manoel de Souza, durante sessão solene nesta terça-feira, 13 de setembro. (Foto: Camila Collato/Agecom/UFSC)
Matéria atualizada no dia 19/09/2022 para inserção de informações sobre homenagem do CCA
O Conselho Universitário (CUn) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) prestou homenagem ao professor aposentado do Centro de Ciências Agrárias (CCA), Glauco Olinger, que comemora 100 anos no próximo sábado, dia 17. A sessão solene do Conselho ocorreu na terça-feira, 13 de setembro, no auditório da Reitoria e teve transmissão ao vivo pelo YouTube.
“Foi aqui nesta universidade que alguns anos atrás eu recebi o maior título, o que mais me honrou e mais me honra. Dificilmente haverá um título mais honroso que o título de professor”, disse Glauco, primeiro a discursar durante a sessão solene. (mais…)
Documentário sobre a luta indígena do povo Laklãnõ-Xokleng, Vãnh Gõ Tõ Laklãnõ fará parte da programação do 26º Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM). Com 25 minutos de duração, o filme tem roteiro e direção de Barbara Pettres, Flávia Person e Walderes Coctá Priprá, que é mestra pelo Programa de Pós-Graduação em História da UFSC e primeira indígena a defender um título de pós-graduação na área de Arqueologia no Brasil. A exibição, com entrada gratuita, será no dia 23 de setembro, sexta-feira, às 16h, no Cine Show Beiramar, em Florianópolis.
O curta-metragem tem como produtor local Jucelino Filho, aluno do curso de Jornalismo da UFSC. Na trilha sonora, há uma composição inédita de Fernando Xokleng, também graduando indígena da UFSC em Jornalismo. O filme é parte do Portal de Saberes, projeto de exposição da memória e luta Laklãnõ-Xokleng.
Confira o trailer do filme abaixo:
Sobre o festival e atividades paralelas
O FAM é um festival de cinema com o objetivo de difusão da produção latino-americana. Esta é a primeira edição presencial do evento desde a restrição da pandemia, sendo ao todo 75 filmes de 12 países compondo a grade de exibição. Paralelas ao programa de filmes, neste ano serão ofertadas duas oficinas: Invenção de filmes na escola, com o cineasta, montador e arte-educador Fabrício Borges; e A música e o filme, com o compositor, produtor musical e multi-instrumentista italiano Dario Forzato. A primeira é voltada a professores, e será no sábado, 24 de setembro, às 9h, no Museu de Florianópolis – Sesc, abordando todas as etapas da produção de um curta-metragem de forma coletiva: da criação do roteiro até a exibição e o debate na comunidade escolar.
A oficina ministrada por Dario Forzato será nos dias 26 e 27 de setembro, às 13h30 no CineShow Beiramar Shopping, sobre o processo criativo da trilha sonora. Ele cria músicas para diversas mídias, com clientes como National Geographic e Netflix. As oficinas têm custo para entrada de até R$ 50, com reserva de vagas para ingresso gratuito, sendo 20% das vagas para pessoas de baixa renda, 10% para ações afirmativas e 10% para público geral.
A programação completa do Festival e mais informações sobre as oficinas podem ser acessadas na página do FAM. Para saber mais sobre a produção do documentário Vãnh Gõ Tõ Laklãnõ, conheça o projeto de exposição da memória xokleng na página Portal de Saberes.
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está comemorando os resultados preliminares da Avaliação Quadrienal dos programas de pós-graduação realizada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Dos 67 programas acadêmicos avaliados, 43 mantiveram as notas obtidas há quatro anos, 19 tiveram notas maiores que em 2017 e 3 foram avaliados pela primeira vez. Apenas dois programas tiveram pontuação mais baixa em relação ao último levantamento. A Avaliação Quadrienal da Capes escrutina mais de 7.500 cursos do Sistema Nacional de Pós-graduação e leva em conta critérios quantitativos e qualitativos.
Na nova avaliação, a UFSC passou a ter 26 programas com notas 6 ou 7, considerados de excelência acadêmica – 39% do total. Na avaliação de 2017, o nível de excelência foi obtido por 20 programas (31%). Neste grupo estão os cursos de Educação Física, Engenharia de Alimentos, Engenharia e Gestão do Conhecimento, Engenharia Elétrica e Filosofia, que alcançaram a nota 7 e se juntaram aos programas de Ciência e Engenharia de Materiais, Engenharia Química e Química.
Também entraram para o grupo de excelência os cursos de Antropologia Social, Bioquímica, Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Neurociências e Saúde Coletiva. Eles alcançaram nota 6, que já era ostentada desde 2017 pelos programas de Aquicultura, Ciências dos Alimentos, Direito, Educação Científica e Tecnológica, Enfermagem, Engenharia Ambiental, Engenharia de Automação e Sistemas, Engenharia Mecânica, Estudos da Tradução, Farmacologia, Linguística e Recursos Genéticos Vegetais.
O pró-reitor de Pós-Graduação, Werner Kraus Jr, destaca o crescimento no número de programas com notas 6 e 7, com total de 11 programas sendo promovidos – destes, cinco obtiveram promoção para nota 7 e seis programas subiram para nota 6.
“Confirma-se, por meio dos resultados da avaliação do quadriênio 2017-2020, a excelência acadêmica da UFSC já captada por outros indicadores, tais como o ranking Times Higher Education, que posicionou a UFSC como a sexta melhor colocada na América Latina. Embora a avaliação seja da pós-graduação, é inegável sua relação íntima com a qualidade da graduação, da pesquisa, da extensão e da administração na Universidade. O resultado reflete o esforço e o talento das pessoas que aqui trabalham e estudam, tanto nas atividades-fim como na gestão universitária. Trata-se, portanto, de uma conquista de toda a comunidade universitária. Manter o avanço contínuo da qualidade será o resultado da dedicação continuada e da criatividade de todos, mesmo diante das adversidades de financiamento que se apresentam à universidade pública brasileira”, afirma Kraus Jr.
A Universidade tem outros 19 programas com nota 5 e 15 programas com nota 4 na avaliação da Capes. Apenas cinco programas têm nota 3, incluindo o de Geologia, que teve em 2021 sua primeira avaliação.
Profissionais
Entre os 11 programas profissionais de pós-graduação avaliados, dois tiveram notas mais altas, quatro mantiveram as notas de 2017, um teve a primeira nota e o restante recebeu uma avaliação mais baixa. Os resultados são preliminares, cabendo pedido de reconsideração das notas à respectiva área de avaliação e, eventualmente, recurso ao Conselho Técnico-Científico (CTC-ES) da Capes.
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) estão com inscrições abertas para seu primeiro vestibular unificado. São ofertadas 5.506 vagas, sendo 4.542 para a UFSC e 964 para o IFSC. Os interessados devem ler com atenção o edital e se inscrever pelo site vestibular.coperve.ufsc.br até 13 de outubro. Cada candidato deve escolher apenas uma graduação entre as opções disponibilizadas pelas duas instituições.
A UFSC tem vagas em 100 cursos localizados nos campi de Araranguá, Blumenau Curitibanos, Florianópolis e Joinville. No Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), são 46 graduações nos campi de Araranguá, Caçador, Canoinhas, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Garopaba, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joinville, Lages, Palhoça, São José, São Miguel do Oeste, Tubarão, Urupema e Xanxerê.
Pedidos de isenção da taxa de inscrição
A taxa de inscrição é de R$155, mas há possibilidade de pedir isenção, de acordo com os critérios estabelecidos no edital. Para esse caso, o candidato deve ter renda familiar bruta mensal igual ou inferior a 1,5 salário mínimo per capita e ter cursado o Ensino Médio integralmente em escola da rede pública ou ter recebido bolsa total em escola da rede privada. O prazo para solicitar a isenção vai até 3 de outubro. (mais…)
Henrique da Silva Fontes (dir.) à frente das obras do primeiro edifício da cidade universitária, a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Crédito: Acervo da Agecom/UFSC
A Coordenadoria do Arquivo Central divulgou nesta terça-feira, 13 de setembro, a exposição virtual com o tema Fundação Universidade de Santa Catarina, organização que realizou ações preparatórias para a criação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Entre os documentos expostos encontram-se esboços do estatuto da Fundação, planos para a cidade universitária com ações para organização hierárquica e do espaço físico da Universidade nas décadas de 1950 e 60, bem como aqueles destinados à instalação da universidade.
A Fundação Universidade de Santa Catarina teve início com a promulgação da Lei n° 1.363, de 29 de outubro de 1955, que autorizou o Poder Executivo a promover a criação da Universidade de Santa Catarina, prevista no artigo 180 da Constituição do Estado e no art. 24 do Ato das Disposições Constitucionais e Transitórias (ADCT).
Para tanto, a Fundação teve dentre seus propósitos encarregar-se da execução do Plano da Cidade Universitária, que foi implantada nas terras doadas pelo Estado, da Fazenda Modelo Assis Brasil, localizada no subdistrito da Trindade, em Florianópolis. O professor Henrique da Silva Fontes foi nomeado pelo governador para os atos preparatórios da criação da UFSC. O Plano da Cidade universitária foi aprovado pelo então Governador em exercício Jorge Lacerda, mesmo com recomendação contrária do plano diretor da cidade de Florianópolis, em 1952. Assim, no ano de 1957 iniciou-se a construção do conjunto universitário na Trindade, a partir da Faculdade de Filosofia, com recursos do governo estadual.
No mesmo ano, a Faculdade de Direito foi federalizada, dando início ao movimento de criação de uma instituição federal de ensino, na conjunção dos ideais de Henrique da Silva Fontes e David Ferreira Lima. Paralelamente, a execução do Plano da Cidade Universitária e despesas de manutenção foram transferidos a Governo do Estado. Posteriormente, por meio da Lei nº 3.849, de 18 de dezembro de 1960, assinada por Juscelino Kubitschek, a Universidade de Santa Catarina foi criada.
A Fundação Universidade de Santa Catarina não chegou a se estabelecer como uma universidade de fato, tratou-se de organização preparatória e destinada a estudos sobre a futura esfera de competência da Universidade, se estadual ou municipal, entre outras questões operacionais e legais para sua implementação. A Fundação foi extinta em dezembro de 1960, consumada a doação das terras situadas no subdistrito da Trindade pelo Governo do Estado.
Obras na cidade universitária nos anos 1950 e 1960. Crédito: Acervo Agecom/UFSC
Obras de construção do primeiro edifício da cidade universitária. Foto: Acervo/Agecom/UFSC
Fazenda Modelo Assis Brasil, localizada no subdistrito da Trindade, em Florianópolis, nos anos 1950. Crédito: Acervo Agecom/UFSC
Oito perguntas e respostas utilizadas no estudo apontam pessimismo geral e saúde mental afetada pelos problemas ambientais. (clique para ampliar)
A saúde mental de estudantes das áreas de Biologia de seis universidades públicas foi tema de um estudo publicado na terça-feira, 6 de setembro, no periódico internacional PLOS Biology. A pesquisa identificou um alto número de estudantes afetados pelo medo do colapso ambiental, conhecido como “eco-ansiedade” ou “luto ecológico”.
Esse sentimento é uma nova e crescente fonte de sofrimento mental, que pode afetar particularmente a próxima geração de biólogos conservacionistas, segundo explicam os pesquisadores, que oferecem, no artigo, estratégias de cuidado e empatia que educadores podem utilizar para ajudar a prevenir o agravamento da saúde mental dos alunos.
A pesquisa coletou informações por meio de um questionário de saúde mental respondido anonimamente por 250 estudantes de graduação em Ciências Biológicas durante o mês de março de 2022. A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi uma das participantes, além das universidades federais de São Carlos (UFSCar), Pernambuco (UFPE), Juiz de Fora (UFJF), Piauí (UFPI) e a Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF).
A maioria dos entrevistados considerou sua saúde mental recente como ruim, e afirmou que os problemas ambientais a afetam em algum grau. A maioria dos entrevistados disse que estudar e entender os problemas ambientais piorou sua saúde mental. No entanto, apesar do pessimismo geral, muitos entrevistados ainda se sentiam otimistas em trabalhar como biólogos e a maioria estava animada para buscar soluções para os problemas ambientais. Além disso, a maioria dos alunos afirmou que a opinião pessoal de seus professores influencia em algum grau suas perspectivas para o futuro.
A equipe Apex Rocketry, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – Campus Trindade, ganhou a medalha de prata em uma competição internacional de lançamento de foguetes experimentais. O segundo lugar foi conquistado na categoria de apogeu de 500m da Latin American Space Challenge (LASC) com o foguete Gravatá. A competição ocorreu em Tatuí – São Paulo, entre os dias 5 e 7 de agosto, nos quais as equipes se reuniram para realizar o lançamento de foguetes de 0.5km a 3km de apogeu, que é a altura máxima que o foguete atinge.
A LASC é a maior competição de foguetemodelismo da América Latina e contou com a inscrição de 68 projetos de 10 países em seu primeiro evento presencial pós-pandemia, sendo 58 deles de países da América Latina e 10 projetos de países de outras regiões.
Equipe Apex Rocketry (Foto: Divulgação)
A Apex Rocketry é uma equipe de competição interdisciplinar, contando com membros de diversos cursos – Engenharia Mecânica, Engenharia de Materiais, Engenharia Química, Engenharia de Controle e de Automação, Física, Ciência da Computação, entre outros. Criada em 2018, tem como foco a construção e o desenvolvimento de foguetes experimentais, sendo o Gravatá o quarto a ser construído e o terceiro a ser lançado. Todo o projeto é construído e testado por alunos da graduação da equipe nos laboratórios da UFSC, com apoio institucional e de patrocinadores.
Dentro da equipe, o objetivo é que os membros se desenvolvam intelectualmente e profissionalmente, tendo em vista que a participação nos projetos possibilita que os estudantes adquiram novos conhecimentos e também que apliquem aqueles obtidos em sala de aula.
Equipes que participaram da competição (Foto: Divulgação)
Para mais informações, acessar as redes sociais da Apex Rocketry:
>Facebook
> Instagram
> Tiktok
Os estudantes que pretendem concorrer a vagas do Vestibular Unificado UFSC/IFSC 2023 devem ler com atenção o edital do concurso antes de realizar as inscrições a partir da próxima segunda-feira, 12 de setembro. O edital completo está disponível no site www.vestibularunificado2023.ufsc.br . O candidato deve escolher apenas uma graduação entre as opções ofertadas pelas duas instituições.
No total, há 5506 vagas, sendo 4542 para Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e 964 para o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC). A UFSC oferta vagas em 100 graduações localizadas nos campi de Araranguá, Blumenau Curitibanos, Florianópolis e Joinville. No Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) são 46 graduações nos campi de Araranguá, Caçador, Canoinhas, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Garopaba, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joinville, Lages, Palhoça, São José, São Miguel do Oeste, Tubarão, Urupema e Xanxerê.
A Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) disponibiliza o atendimento telefônico pelo (48) 3721 9951 (9h às 17h) ou envio de e-mail pelo coperve@coperve.ufsc.br para prestar esclarecimentos sobre o concurso. No site www.vestibularunificado2023.ufsc.br o candidato também pode acessar, ao lado direito da página, o “Dúvidas Frequentes”. O Vestibular Unificado UFSC/IFSC 2023 será realizado nos dias 10 e 11 de dezembro das 14h às 19h.
Pedidos de isenção da taxa de inscrição
A taxa de inscrição é de R$155, mas há possibilidade de pedir isenção, de acordo com os critérios estabelecidos no edital. Para esse caso, o candidato deve ter renda familiar bruta mensal igual ou inferior a 1,5 (um vírgula cinco) do salário mínimo per capita e ter cursado o Ensino Médio integralmente em escola da rede pública ou ter recebido bolsa total em escola da rede privada. O prazo para solicitar a isenção começará na segunda-feira, 12 de setembro, e terminará em 03 de outubro.
Para realizar o pedido, o candidato deve preencher formulário disponível no site www.vestibularunificado2023.ufsc.br/isencao e anexar a documentação exigida no edital, conforme descrita abaixo:
– histórico escolar referente a todas as séries do Ensino Médio (ou certificado de conclusão contendo a escola em que o candidato cursou cada série/ano do Ensino Médio). Caso esteja cursando a última série, deverá ser anexado, além do histórico das séries anteriores, uma declaração da Instituição de Ensino de que está matriculado na última série.
– Os candidatos que cursaram o Ensino Médio em escola da rede privada, deverão anexar declaração da Instituição de Ensino de que receberam bolsa total em todas as séries do Ensino Médio.
O candidato deve ficar atento em como finalizar o pedido. É necessário clicar no botão “Concluir” para visualizar o Comprovante de Requerimento de Isenção. Não serão aceitos documentos sem identificação do candidato, sem assinatura e carimbo do servidor responsável pela emissão, documentos sem validade legal, ilegíveis ou incompletos.
Resultado dos pedidos de isenção
O resultado dos pedidos de isenção do pagamento da taxa de inscrição será divulgado até 05 de outubro no site www.vestibularunificado2023.ufsc.br. Os candidatos que tiverem a isenção deferida terão a inscrição automaticamente efetivada.
Os candidatos cujo pedido de isenção da taxa não tenha sido aprovado, deverão fazer o pagamento da taxa de inscrição até o dia 13 de outubro de 2022, até às 23h59., conforme edital disponível no site www.vestibularunificado2023.ufsc.br.
O Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC) esclareceu que o sistema de referenciamento, adotado no atendimento a casos ginecológicos e obstetrícios, tem o objetivo de ordenar a entrada de pacientes, garantindo a assistência segura e integral a todos os casos que forem encaminhados pelo sistema. O referenciamento é uma forma de ordenamento preconizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A maternidade do HU é referência para casos de alta complexidade.
A explicação faz parte de uma série de perguntas e respostas elaboradas pela direção da instituição com o objetivo de esclarecer as principais dúvidas apresentadas pela população e pela imprensa desde que adotou o referenciamento, no dia 5, após, uma série de discussões com as autoridades de saúde.
Além destes esclarecimentos pontuais, foram elaborados cartazes e realizada uma campanha interna com os funcionários do HU para orientar as pacientes que chegam ao hospital. O referenciamento – que, na prática significa que todos os casos deverão ser encaminhados por outras unidades, via núcleo interno de regulação (NIR) – tem o objetivo de garantir o atendimento qualificado e integral, bem como a segurança das pacientes e enfrentar os problemas de constante superlotação resultante do aumento da demanda. Não haverá alteração no número de casos atendidos dentro do contratualizado.
Pesquisas do Necat analisam impactos da pandemia em SC. Crédito: Taylor Brandon | Unsplash
O Núcleo de Estudos de Economia Catarinense (Necat) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promoverá, nos dias 14 e 15 de setembro, o seminário Impactos Econômicos e Sociais da Covid-19 em Santa Catarina. O evento será realizado no Auditório do Centro Socioeconômico (CSE) da Universidade, das 8h às 18h, em ambos os dias. Os interessados podem se inscrever no site do evento até 9 de setembro (o número de vagas é limitado a 120 participantes).
Desde o início da pandemia provocada pelo coronavírus, o Necat trabalha em estudos sobre a evolução da covid-19 no estado. Atualmente estão em curso três projetos de pesquisa: 1. Análise sobre o comportamento da covid-19 em SC (desde março de 2020 estão sendo produzidos boletins semanais sobre o comportamento da doença no estado, tendo-se atingido a marca de 115 boletins ininterruptos); 2. Análise dos impactos econômicos da pandemia em SC (a partir de agosto de 2020 começaram a ser elaboradas análises mensais dos efeitos da doença na indústria, comércio e serviços); 3. Análise dos impactos sociais da Covid-19 em SC (ação com ênfase no comportamento do mercado de trabalho e na renda das famílias catarinenses).
Desta forma, o seminário estadual tem como objetivos apresentar os resultados dos estudos dos diversos pesquisadores do Núcleo sobre os impactos econômicos e sociais da covid-19 em Santa Catarina, mobilizar diferentes segmentos da sociedade catarinense para debater a realidade atual após mais de dois anos e meio de pandemia, além de discutir e definir alguns desafios decorrentes deste cenário a serem enfrentados pela sociedade catarinense nos próximos anos.
O evento é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). Além de representantes de todos os campi da UFSC, a iniciativa contará com a participação de representantes das principais instituições de ensino superior existentes no estado: Universidade Regional de Blumenau (FURB), Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó), Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). Também deverão participar do seminário representantes dos diversos setores empresariais e de representação dos trabalhadores, bem como representantes dos diversos órgãos governamentais do estado catarinense.
Começa na próxima terça-feira, dia 13 de setembro, o Festival Internacional de Teatro de Animação (Fita). Realizada de forma presencial e on-line, a 13ª edição segue até 15 de setembro, com espetáculos de companhias do Brasil e da Holanda, oficina e mesas de conversas. Duas estreias estarão no palco do festival: Oroboro, do grupo paulista XPTO, e JOE 5, da holandesa Duda Paiva Company. Todas as ações são gratuitas.
O espetáculo que abre a programação é Às Sombras de Anita, da companhia O Sombrista, de Turvo (SC), no dia 13 de setembro, em dois horários (10h e 15h), no Teatro Carmem Fossari, na UFSC, sempre com bate-papo após as sessões. Inspirada na vida de Anita Garibaldi, a apresentação terá audiodescrição aberta e entrega de texto em braile para a plateia, colocando em evidência e debate a acessibilidade no teatro.
No mesmo dia, o espetáculo JOE 5, que marca a abertura oficial do Festival, estreia no Brasil, às 20h, no canal de YouTube do Fita. A companhia é dirigida pelo brasileiro Duda Paiva, referência em teatro de animação na Europa. No solo criado ainda antes da pandemia, o cenário de um mundo pós-apocalíptico é explorado e a humanidade é questionada. Após o espetáculo, haverá mesa de conversa com o diretor e os professores convidados Beto Costa (ECA/USP) e Dalmir Rogério Pereira (EMAC/UFG), com mediação de Sassá Moretti (UFSC).
No segundo dia, Santa Catarina e Minas Gerais se apresentam no Festival. O espetáculo Felpo Filva, do grupo Cirquinho do Revirado, de Criciúma (SC), está marcado para o dia 14, às 10h e 15h, no Teatro Carmem Fossari, com bate-papo após as sessões. No mesmo dia, no canal de YouTube do Fita, às 15h, vai ter sessão do espetáculo O Som das Cores, da Catibrum Teatro de Bonecos, de Belo Horizonte (MG), seguida da mesa de conversa Acessibilidade no teatro de animação, com Adriana Focas (Catibrum Teatro de Bonecos) e Natália Rigo (Udesc).
Outra atividade formativa do segundo dia é a mesa de conversas Diálogos sobre o teatro de sombras: ‘Uakitu – O amigo do vento’ – Entreaberta Cia. Teatral, com Fabiana Lazzari (UnB) e Maysa Carvalho, com mediação de Sassá Moretti (UFSC).
Enceramento com estreia de espetáculo brasileiro em SC
Oroboro, que estreia em SC no Festival, encerra o 13º Fita na próxima quinta-feira, dia 15. Serão duas sessões, às 15h e às 20h. Neste espetáculo, um náufrago à deriva é hostilizado por urubus e resolve atirar-se ao mar, mergulhando nas águas profundas do oceano. Em uma ilha próxima, uma misteriosa serpente deixa um estranho ovo que provoca a curiosidade e a ambição dos seres que habitam o lugar. Nesta montagem, repleta de humor, mistérios e trapaças, o mito de Oroboro – a serpente que devora a própria cauda – representa alegoricamente o caráter cíclico da existência.
O espetáculo da companhia paulistana também será apresentado on-line, no canal do Fita no YouTube, às 10h. E, no mesmo dia, às 12h30, tem a intervenção O Abismo, com (A)Gentes do Riso, de Florianópolis (SC), na Praça da Cidadania do campus Trindade.
O Fita também estará em creche, asilo e escola municipal de Florianópolis por meio do Fita Visita. Na Escola Básica Municipal Virgílio dos Reis Várzea, duas oficinas de confecção de bonecos de sucata serão ministradas pelo bonequeiro Bento Manoel Ribeiro Tacques Neto. (mais…)
As inscrições para propostas de ações no âmbito da 19ª SEPEX, a Semana de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação da UFSC, estão abertas a partir de quinta-feira, 8 de setembro, e seguem até o dia 25. O evento chega a 19ª edição após dois anos sendo realizado à distância em decorrência da pandemia da Covid-19, com programação em toda a UFSC, nas modalidades presencial e virtual. Tradicionalmente, a SEPEX segue a temática da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia – dessa vez com a proposta de discutir o Bicentenário da Independência: 200 de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil. As atividades ocorrem de 7 a 11 de novembro.
As propostas para a semana, conforme o edital, podem ser submetidas nas modalidades feira de ciências, com estandes; rota temática, com a abertura de espaços à visitação; e minicursos. As inscrições de estandes e minicursos podem ser realizadas através do sistema sgsepex.ufsc.br. Já as inscrições para rotas temáticas podem ser feitas por meio de formulário. As propostas selecionadas serão divulgadas entre 26 e 30 de setembro. Mais informações no site https://sepex.ufsc.br/.
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) abriu 52 vagas em concurso para o cargo de professor da carreira do Magistério Superior para os campi de Araranguá, de Blumenau, de Curitibanos, de Joinville e de Florianópolis. As inscrições começam no dia 5 de outubro e podem ser realizadas até 3 de novembro. Todas as informações do Edital nº 095/2022/DDP serão publicadas na página do concurso.
As vagas estão distribuídas em vários departamentos, com regimes de trabalho de 20 horas e de dedicação exclusiva. Todos os campos de conhecimento, independentemente de reserva de vagas, poderão ter inscrições de candidatos com deficiência, de candidatos negros ou ampla concorrência. A agenda do concurso está disponível aqui.
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) agora possui Políticas de Ações Afirmativas em todos os níveis de ensino. O Conselho Universitário (CUn), em sessão realizada na terça-feira, 30 de agosto, aprovou a PAA do Colégio de Aplicação e do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI). A minuta de resolução normativa aprovada prevê reservar 20% das vagas de ampla concorrência oferecidas na Educação Básica da UFSC para negros, indígenas e quilombolas, independentemente do percurso escolar ou da renda. Além das cotas, a Política de Ações Afirmativas prevê também a adoção de medidas visando a permanência estudantil. A reserva de vagas para crianças com deficiência, que já era garantida nos editais de ingresso do CA e do NDI, permanece inalterada.
A reserva de vagas deverá constar dos editais de sorteio de vagas das duas escolas. No Colégio de Aplicação, a maior parte do ingresso ocorre no primeiro ano do ensino fundamental e no Núcleo de Desenvolvimento Infantil o ingresso se dá principalmente no primeiro ano da educação infantil.
A proposta já vinha sendo construída há cerca de dois anos, quando foi criada uma comissão para elaborar a PAA da educação básica. A sugestão resultante desse trabalho tramitou e foi aprovada com amplo apoio nos colegiados do NDI, do Colégio de Aplicação, no Conselho do Centro de Ciências da Educação (CED) e na Câmara de Graduação. (mais…)
Planta eólica do campus Araranguá. (Imagem: Energy Plus/ Alef Cerutti)
Nesta quarta-feira, 31 de agosto, às 18h30, o Grupo de Pesquisa Aplicada na Área das Energias Renováveis (Plus Energy), do Departamento de Energia e Sustentabilidade da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), irá inaugurar o seu próprio aerogerador no Campus de Araranguá. O projeto consiste em extrair do vento a energia cinética e convertê-la em energia elétrica, com o objetivo de alimentar a sala do centro acadêmico dos cursos do campus e, futuramente, o laboratório do Plus Energy.
A torre eólica, instalada em 20 de junho, foi totalmente projetada, construída e montada por uma equipe de dez estudantes. “O projeto surgiu em uma conversa no restaurante universitário, entre um amigo e eu, e pensamos em fazer algo que se relacionasse ao curso e aplicasse várias disciplinas”, conta Sulivan Graebin, aluno do curso de Engenharia de Energia. Durante o processo, foi preciso avaliar a viabilidade da construção da torre em Araranguá por estudos de qualidade do vento e potencial eólico, e ir atrás de patrocínio para construção dos sistemas elétricos e das pás.
O trabalho teve seu maior desenvolvimento após a restrição da pandemia de Covid-19, entre 2021 e 2022, mas a ideia foi concebida pelos próprios estudantes em 2019. A planta eólica que está sendo inaugurada nesta semana é o segundo modelo, construído com base nas análises feitas de dados da primeira versão do projeto. Alef Cerutti, aluno de Engenharia de Energia, comenta que “a parte mais difícil, falando de modo geral, é a questão financeira. Muita dificuldade de ter recurso e conseguir verba para comprar o necessário para montar o sistema”.
O gerador, autônomo, possui capacidade para gerar 5kW. A sua estrutura tem, da base até a ponta das pás, 13,5 metros – cada pá é constituída de alumínio e tem 3 metros de comprimento. Atualmente, o projeto está em etapas de estruturação do sistema de armazenamento da energia e sua distribuição, já que o grupo de pesquisa trabalha em projetos ligados à energia eólica e solar para abastecer parte da demanda do campus.
Confira a galeria de imagens do processo de construção e instalação da planta eólica:
Fotos: Instagram/ Energy Plus.
Carolina Monteiro e Matheus Alves/ Estagiários Agecom/ UFSC Supervisão: Camila Raposo/ Jornalista da Agecom/ UFSC
“A inclusão é um processo em andamento, que está longe de ser concretizado”. A frase do trabalho de conclusão de curso da estudante Vera Rejane Veleda Machado da Roza talvez seja também um resumo da sua trajetória. Aos 42 anos, teve um diagnóstico de câncer de mama e venceu a doença. Mas seis anos depois, acordou sem enxergar. Hoje, aos 54, é a primeira mulher cega a defender o TCC em Direito na UFSC. “Nós não vamos desistir, porque esse desejo de vencer e de crescer também faz parte de nós, também está na pessoa com deficiência”.
Vera ainda tem cerca de um ano e meio de curso pela frente, mas já sabe qual é o próximo passo: quer se tornar juíza. O trabalho Direito à educação inclusiva e a acessibilidade a partir da experiência do Curso de Graduação em Direito da UFSC foi aprovado em banca e também obteve outras conquistas. A partir da sua vivência, Vera propôs mudanças na acessibilidade da instituição. “Sou uma mulher totalmente fora dos padrões do curso de Direito. Vivi momentos muito difíceis, complicados, que exigiram um desdobramento enorme da minha parte”, recorda.
Ela se refere especialmente à falta de acolhimento da turma, mas também a pequenas e grandes dificuldades de rotina. “A inclusão é feita a partir de políticas públicas, mas também pela prática das pessoas. E nem todas as pessoas são inclusivas”, relata. “Eu terminei o Ensino Médio em 1991 e só voltei a estudar em 2009. Quando perdi a visão fiquei com a sensação de que minha vida tinha acabado ali”, recorda.
Vera e professores da banca no dia da defesa do TCC
Naquele momento, a estudante contou com o apoio da Associação Catarinense para Integração do Cego, a Acic. Ela recorda que foi uma adaptação extremamente difícil, mas que o acolhimento e a estrutura da entidade lhe deram autonomia para executar as tarefas de rotina e aquelas sem as quais não conseguiria ser uma universitária. “Se fosse em outra cidade, talvez eu tivesse parado de estudar. Mas por conta desse suporte eu me viro muito bem e sempre consegui desenvolver minhas atividades”, diz.
No estudo defendido na UFSC, Vera trata da educação inclusiva como um direito fundamental, trazendo discussões sobre exclusão e capacitismo. Ela também aborda o papel do gestor educacional, a importância das ações afirmativas e da acessibilidade. Seu trabalho ainda deixa um legado: uma proposta de adequação na qual apresenta demandas comuns a pessoas com deficiência.
A acadêmica reconhece uma mobilização para que sua inclusão ocorra. Ela conta que desde a direção do centro de ensino até os servidores demonstraram compreender o quanto a UFSC ganha, como instituição, ao se propor incluir. “É importante para o curso, para a instituição e para a sociedade. Uma nova realidade vai sendo construída”, analisa.
No texto do TCC, ela também indica o quanto o diálogo foi criando condições para que transições ocorressem. “Em minha trajetória acadêmica vivenciei várias situações de exclusão, de discriminação. Mas, devo reconhecer que foram muitos os esforços para que minha inclusão se efetivasse. Compreendo o caráter inédito e pedagógico que minha presença no curso de Direito na UFSC possui”, registra, na conclusão.
O professor José Isaac Pilati, diretor do Centro de Ciências Jurídicas, lembra que Vera teve um início muito difícil no curso, justamente por ter sido pioneira. “Não havia, até então, um caso que nos mostrasse o que devia ser feito, mas ela veio com a proposta”, recorda. No TCC, Vera traz um desafio que a direção adotou como meta: levar o curso a celebrar seu centenário, em 2032, com completa acessibilidade a pessoas com deficiência.
Ele conta como a presença de Vera e o legado que ela vai deixar ao curso são simbólicos. “Vera é uma batalhadora, uma heroína. Nós construímos nos últimos anos uma relação de amizade”, comenta. “Ela embarcou no nosso calendário do centenário do curso com uma parcela importantíssima de colaboração quanto a uma questão muito relevante. No dia da formatura, quero abraçar e estar junto dela”.
Sonhos
O curso de Direito sempre foi um sonho para ela, que tem formação em Pedagogia e especialização em gestão escolar. Caçula de uma família de dez filhos, do interior, ela não via estudar como uma opção, até porque a cidade mais próxima com instituições de ensino era distante. Depois de ser mãe e criar os filhos é que ela conseguiu se dedicar ao sonho. Emendou um curso no outro e nunca mais parou.
“Quando eu era mais jovem era absolutamente impossível de acessar o ensino superior. Para isso, eu teria que sair da casa dos meus pais, que moravam no interior. Depois, casei, mudei várias vezes de cidade e só quando vim para uma capital é que as coisas começaram a mudar”, recorda.
Vera chegou a ter matrículas recusadas em cursinhos preparatórios para o vestibular, pois teria que ela própria custear um professor auxiliar que a ajudasse com a adaptação dos materiais e com os estudos. “Passei oito meses estudando cinco horas por dia por vídeo aula”, relembra. No final de 2018 ela foi aprovada tanto no Sisu, quanto no Vestibular. “Era um sonho de criança”, conta.
Das coincidências da vida, ela ainda registra outra, com orgulho – Vera se matriculou na UFSC no mesmo dia em que defendeu o trabalho de conclusão em um curso de especialização do Instituto Federal de Santa Catarina. De um sonho para o outro, trouxe uma certeza: “Hoje em dia eu acho que a imensa maioria dos professores e dos colegas entenderam que eu vim para ficar e só saio daqui formada”.
Adaptações
Vera e voluntários do projeto Releituras que auxiliaram a Vera com a leitura de material didático
Outro desafio para a acessibilidade de Vera foi construir uma relação com os professores que contribuísse com sua rotina de estudos. Como o curso de Direito tem muito conteúdo de leitura, ela precisa de uma preparação prévia especial. Por isso, assim que se matricula em qualquer disciplina, Vera envia uma carta sobre as suas condições e necessidades.
A estudante também tem o apoio do Serviço de Acessibilidade Informacional da Biblioteca Universitária da UFSC, que realiza a adaptação do seu material de estudo. Depois desse processo, é por meio de um software que ela lê os textos indicados na bibliografia das disciplinas. “É um trabalho técnico, bem importante e bem demorado. Minhas disciplinas têm demanda de leitura bem grande e essa é uma etapa essencial”, comenta.
Outro suporte com que ela contou foi o Projeto Releituras, iniciativa da graduanda Maria de Fátima Medeiros e Silva do curso de Letras- Português, que trabalha com a confecção de Áudio Livros para pessoas de baixa visão e cegos. “O releituras fazia a gravação em áudio de materiais que ainda não estavam acessíveis para mim. Foi um projeto bem importante nesse processo”, conta.
“A Vera merece destaque pela sua caminhada na UFSC e pelo fato de ser a primeira mulher cega que conclui o curso de Direito. Ela será a primeira juíza cega do estado de Santa Catarina, e eu acredito que será”, resume Maria de Fátima, do Releituras. O desejo de ser juíza também é um sonho na vida dela, daqueles que ela percorre com a mesma obstinação que consolida sua trajetória. “Vou me formar com a idade que muitos estão se aposentando e com carreira já consolidada. Eu não me imagino como uma pessoa inválida, por isso eu não digo que eu gostaria de ser. Eu digo que eu serei”.
O ônibus da vacinação da Prefeitura Municipal de Florianópolis estará no campus Trindade da UFSC nos dias 1º e 2 de setembro, das 9h às 17h, em frente ao Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE). Será uma oportunidade para alunos, servidores, trabalhadores terceirizados e demais integrantes da comunidade universitária completarem ou atualizarem o ciclo de vacinação contra a covid. Para os demais campi da UFSC, a orientação é que a comunidade universitária verifique o calendário divulgado pelas Secretarias Municipais de Saúde.
A vinda do ônibus atende a pedido do Departamento de Atenção à Saúde (DAS) da Pró-reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp) e é uma das iniciativas de uma campanha de reforço às medidas de prevenção contra a covid. A campanha é composta por cartazes, peças de divulgação, visita aos setores para esclarecimentos e nova oportunidade para quem quer completar ou atualizar o esquema vacinal.
As ações do DAS foram iniciadas após vários indicadores demonstrarem que a pandemia ainda está presente na Universidade e na sociedade em geral. Isso tem impacto na saúde e no trabalho dos servidores. Desde o retorno integral das atividades presenciais na UFSC, no mês de abril, 486 servidores (8,3% do total) precisaram se afastar do trabalho em razão da covid.
Essa situação levou a Universidade a manter a exigência do uso da máscara de proteção facial em ambientes fechados, a chamar atenção para os cuidados gerais de prevenção e a estimular todos a completarem o ciclo vacinal.
Recepção aos calouros foi no auditório Garapuvu do Centro de Cultura e Eventos (Fotos: Camila Collato/Agecom/UFSC)
O reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Irineu Manoel de Souza, e a vice-reitora, Joana Célia dos Passos, receberam nesta sexta-feira, 26 de agosto, no Auditório Garapuvu do Centro de Cultura e Eventos, os calouros do segundo semestre letivo de 2022, para desejarem as boas-vindas e apresentarem os recursos e possibilidades que a Universidade oferece.
A recepção foi realizada em três momentos – manhã, tarde e início da noite -, visando alcançar os (as) estudantes de todos os turnos da UFSC. Além do reitor e da vice-reitora, compuseram as mesas representantes das pró-reitorias de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), de Pesquisa e Inovação (Propesq), de Graduação e de Educação Básica (Prograd), de Extensão (Proex) e do Diretório Central dos Estudantes (DCE) Luís Travassos.
Na abertura do acolhimento foi exibido o vídeo institucional da UFSC e, em seguida, a estudante de Artes Cênicas Anna Luísa Pacheco, interpretando a “Bruxinha da Sustentabilidade”, apresentou os projetos da Universidade na área ambiental, que buscam a gestão sustentável de resíduos e a economia de energia e água. Outra iniciativa destacada foi o projeto UFSC Solidária, em parceria com o Centro de Hematologia e Hemoterapia (Hemosc), que estimula a doação de sangue e de medula óssea. (mais…)
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publicou nesta segunda-feira, 29 de agosto, a segunda chamada do Processo Seletivo UFSC 2022: Vagas Remanescentes e a quinta chamada do Vestibular 2022, do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), da Reopção do Vestibular e dos Processos Seletivos UFSC 2022: Vagas Suplementares Negros e Vagas Suplementares Indígenas e Quilombolas.
A relação de candidatos selecionados pode ser conferida nos editais:
15/2022/DAE/Prograd/UFSC – quinta chamada do Vestibular 2022; da Reopção do Vestibular 2022; e dos Processos Seletivos UFSC 2022: Vagas Suplementares Negros e Vagas Suplementares Indígenas e Quilombolas.
17/2022/DAE/Prograd/UFSC – segunda chamada do do Processo Seletivo UFSC 2022: Vagas Remanescentes.
Os candidatos devem realizar matrícula on-line de 29 a 31 de agosto pelo site simig.sistemas.ufsc.br. Já a etapa documental vai das 8h do dia 2 de setembro às 18h de 22 de setembro, através do envio de e-mail às coordenadorias dos cursos, disponíveis no Anexo 1 dos editais.
“Só com a educação a gente sabe que consegue ter melhores chances na vida”. Gregory Santos, estudante de Direito. (Foto: Arquivo Pessoal)
Há dez anos, no dia 29 de agosto de 2012, foi sancionada a Lei de Cotas (Lei 12.711/2012), que possibilitou a reserva de vagas no acesso a cursos de universidades e instituições federais de ensino para alunos de baixa renda, pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência, e que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas. No entanto, cinco anos antes, em julho de 2007, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) já havia regulamentado o seu Programa de Ações Afirmativas, em um esforço para democratizar o acesso à educação superior.
A vice-reitora da UFSC, professora Joana Célia dos Passos, entende que a reserva de vagas no ensino superior é apenas uma parte do conjunto de ações afirmativas necessárias para a democratização do acesso à Universidade. Outras políticas regulamentadas por leis e normativas distintas já preveem reservas de vagas na pós-graduação e nos concursos públicos: “Você assegura um espaço no trabalho para que as pessoas possam acessar, e isso é muito importante para nós”, explica.
No Brasil, o programa regulamentado pela Lei de Cotas ainda está em desenvolvimento, sujeito a revisões. “A política de ações afirmativas no ensino superior é a maior política de democratização do acesso ao ensino superior brasileiro na história das universidades brasileiras”, analisa a vice-reitora.
O hall da Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, de 26 de dezembro a 8 de janeiro, a exposição de pinturas 8 de Janeiro – Jamais Fomos Modernos, de Alex Frechette. A mostra[...]
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