Especialista do HU fala sobre serviço de cirurgia bariátrica e cuidados ao paciente com obesidade

14/10/2021 08:15

HU é referência estadual no cuidado à pessoa obesa. Foto: Sinval Paulino

A última segunda-feira, 11 de outubro, marcou oficialmente o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. O problema atinge quase metade da população brasileira, sendo que por volta de 5% das pessoas possuem obesidade mórbida, de acordo com Tiago Onzi, médico do Serviço de Cirurgia do Aparelho Digestivo do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh).

O HU é referência estadual no cuidado à pessoa obesa e um dos destaques desta cadeia de cuidado é a cirurgia bariátrica, sendo que o hospital oferece o tratamento completo aos pacientes encaminhados pelas unidades básicas de saúde, desde as entrevistas e consultas iniciais até o acompanhamento, passando por todas as fases preconizadas pelos conselhos federais e pelo Ministério da Saúde (MS).

Segundo Tiago Onzi, que é médico cirurgião do aparelho digestivo, cirurgião bariátrico, no HU são atendidos por volta de 150 a 200 pacientes por ano, sendo realizadas em média 70 a 80 cirurgias. O serviço é oferecido no hospital há cerca de 20 anos, mas começou ser realizado com mais regularidade a partir de 2005, quando foi instituído oficialmente o Programa de Cirurgia Bariátrica, segundo as diretrizes do MS, com o serviço de cirurgia e todas as demais áreas envolvidas, como Endocrinologia, Serviço Social, Nutrição, Educação Física, Cardiologia, Pneumologia e demais especialidades do HU.

“Depois que o paciente chega para a primeira consulta, encaminhado pelo Sistema de Regulação (Sisreg) pela unidade básica de saúde, nada é feito fora do HU. Temos a estrutura e a equipe completa para o acolhimento, consultas e acompanhamento”, disse.

Tiago Onzi explicou que a bariátrica é um procedimento de alta complexidade, regulada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pelo Ministério da Saúde e, como uma instituição vinculada ao Sistema Único de Saúde (SUS), o HU conta com uma equipe multidisciplinar que se envolve com todo o processo.

“Como tem muitas equipes envolvidas, o HU por sua vocação de ensino é um formador de pessoal qualificado. Temos residentes atuando em várias equipes e, devido a esta estrutura e procedimentos, formamos especialistas nesta área”, acrescentou o médico, que atua no HU também como supervisor da residência no Serviço de Aparelho Digestivo.

 

Unidade de Comunicação Social/HU-UFSC/Ebserh

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Especialista do HU aponta medidas que podem ajudar no combate à trombose

13/10/2021 11:48

Gilberto do Nascimento Galego é cirurgião vascular do HU-UFSC/Ebserh. Foto: Sinval Paulino

Manter hábitos saudáveis, estar atento aos sinais do corpo, evitar situações de estresse e adoção de medidas de prevenção são algumas das atitudes que podem ser tomadas por todos os cidadãos e por profissionais de saúde para combater e prevenir a trombose. As dicas foram apontadas pelo cirurgião vascular Gilberto do Nascimento Galego, chefe da Unidade do Sistema Cardiovascular do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), que falou sobre o tema por ocasião do Dia Mundial da Trombose, 13 de outubro.

A data tem como principais objetivos aumentar a conscientização sobre a doença, reduzir o número de casos não diagnosticados, incrementar medidas para prevenção baseada em evidências, incentivar sistemas de cuidados de saúde de forma a criar estratégias para garantir “melhores práticas” para a prevenção, diagnóstico e tratamento e incrementar os recursos adequados para essas ações e o apoio à pesquisa para reduzir a carga da doença trombótica.

Galego explicou que a trombose é a formação de um coágulo no interior de um vaso que pode ser uma artéria ou uma veia e isso vai orientar sobre o tipo de trombose, os fatores de risco, a dimensão do problema e as possibilidades de tratamento. “No caso de uma artéria, temos uma trombose arterial e no caso de uma veia, trombose venosa. Quando for uma veia mais calibrosa ou profunda, chamamos de Trombose Venosa Profunda”, explicou o médico.
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HU-UFSC é o primeiro hospital credenciado em Santa Catarina para formar especialistas em endoscopia

08/10/2021 10:20

O Centro de Endoscopia Digestiva do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) foi credenciado para formar médicos especialistas na área de endoscopia digestiva. Com isso, a instituição vai passar a oferecer, oficialmente, um curso de especialização nesta área, com formação plena de dois anos.

O credenciamento foi feito pela Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (Sobed), que vistoriou o Centro de Endoscopia do HU e considerou itens como o espaço físico, o processo de desinfecção, a equipe de enfermagem e apoio, o grau de complexidade da proposta, o número de preceptores, a grade curricular e os processos gerais (segurança do paciente, sigilo de dados e resultados críticos). Em todos os itens, o diagnóstico da Sobed foi de “adequado”.

A coordenadora do Centro de Endoscopia, a gastroenterologista Cintia Zimmermann de Meireles, disse que os cursos serão oferecidos a partir de 2022, formando dois médicos especialistas por ano, considerando o número de procedimentos realizados no HU. “Nosso centro será o primeiro em Santa Catarina credenciado pela Sobed para este treinamento”, acrescentou a especialista, que atuará como coordenadora do Centro de Ensino e Treinamento.

Os membros da comissão da Sobed que fizeram a avaliação especificaram que o serviço oferecido no HU conta com boa estrutura física e equipamentos, realizando desde procedimentos básicos até avançados, incluindo CPRE (colangiopancreatografia retrógrada endoscópica) e Ecoendoscopia.

A gerente de Ensino e Pesquisa do HU-UFSC, Maria Luiza Bazzo, disse que os médicos que se candidatarem ao curso que oferece o título de especialista em endoscopia no hospital terão contato direto com uma equipe especializada, além de acesso a procedimentos e material de ponta para a sua formação. “Isso vem ao encontro do papel do HU, que é de unir uma assistência de qualidade à excelência na formação de profissionais qualificados”, explicou a dirigente.

Unidade de Comunicação Social HU-UFSC/Ebserh

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Alergista do Hospital Universitário explica relação entre a primavera e reações alérgicas

30/09/2021 16:51

A primavera chegou e, com ela, surgem algumas reações alérgicas com sintomas que começam no mês de setembro e podem se manifestar até janeiro, de acordo com a médica alergista Jane da Silva, coordenadora do Núcleo de Alergia do Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh). A profissional falou sobre o tema nesta entrevista a seguir:

Nas regiões onde as estações são bem definidas, há ocorrência de casos de alergia ao pólen na primavera. Como é este quadro no Brasil?

No Brasil a estação polínica está presente principalmente na região Sul, onde se observa o aparecimento de sintomas alérgicos com a maior concentração de pólens no ar. Entretanto, ainda são poucos os dados brasileiros que informam de maneira precisa sobre essa relação. Os poucos estudos no Brasil mostram que a polinose, que é a presença de sintomas de rinoconjuntivite e/ou asma, tem prevalência em torno de 15 a 20% das pessoas e que a sintomatologia inicia-se geralmente, em setembro, piora nos meses de outubro e novembro, e em alguns casos, vai até dezembro a janeiro.

Crianças e idosos são mais sensíveis com relação ao pólen?

Não são necessariamente mais sensíveis, mas sabe-se que esses grupos apresentam imunidade reduzida (a criança está em desenvolvimento e o idoso em senescência do sistema imune). Isso os torna mais suscetíveis às formas mais graves das doenças alérgicas. Associado à imunidade alterada, crianças podem não saber comunicar seus sintomas no início do aparecimento, o que retarda seu tratamento. Além disso, dependem de um adulto para fazê-lo. O idoso pode ter problemas cognitivos e fazer uso de medicamentos variados, o que pode interferir na aderência ao tratamento de doenças alérgicas e nas medidas comportamentais de controle de exposição a pólens.

Quais são os sintomas da alergia ao pólen?

Os sinais e sintomas estão relacionados principalmente às vias aéreas superiores, ou seja, de asma e rinoconjuntivite alérgica. Na asma sintomatologia é tosse seca e irritativa, chiado ou sibilância, falta de ar e sensação de aperto no peito. Na rinoconjuntivite são os múltiplos espirros que ocorrem já pela manhã, coriza e congestão nasal (nariz entupido), coceira no nariz e nos olhos, inclusive os olhos podem ficar bem vermelhos e inchados.

Existe alguma forma de prevenir?

Infelizmente não há prevenção, o que é possível é tentar minimizar a exposição e controlar os sintomas com medicamentos. Entre as medidas para minimizar a exposição, estão:

– Abrir as janelas quando a concentração de pólens está baixa (final da tarde) ou manter as janelas fechadas e usar ar-condicionado durante os períodos de alta polinização (especialmente se houver tempestade e muito vento);

– Evitar fazer atividades externas entre 5 e 10 horas da manhã e em dias secos, quentes e com ventos. Dê preferência a atividades externas no final da tarde ou após uma chuva pesada;

– Usar filtros especiais no carro para reduzir a concentração de pólen em seu interior e manter as janelas fechadas.

– Ao chegar em casa remover as roupas e tomar banho, lavando também os cabelos, pois os polens aderem-se às roupas e cabelos;

– Não estender a roupa a secar no exterior, preferir o interior de casa ou usar a máquina de secar;

– Utilizar óculos escuros para combater os sintomas oculares;

– Lavar os olhos e nariz com soro fisiológico várias vezes ao dia.

É verdade que as mudanças climáticas têm contribuído para agravar esta situação?

Estudos indicam que, por influência climática, em alguns locais as estações polínicas parecem estar se tornando mais intensas e prolongadas. Isso naturalmente prejudica as pessoas alérgicas a pólen de modo proporcional.

A poluição e as mudanças climáticas afetam de várias maneiras: promovem crescimento mais rápido das plantas, aumentam a polinização, antecipando e estendendo este período, além de contribuir com maior carga polínica na atmosfera. Há evidências de que os poluentes do ar podem se ligar a grãos de pólens, e estes podem mais facilmente penetrar nas mucosas nasais, dos brônquios e nos pulmões, potencializando a alergenicidade do pólen, que é a condição para tornar-se alérgico. Isso pode fazer com que mais pessoas fiquem sensibilizadas a polens, devido às mudanças no clima.

Há tratamento para alergia a pólen?

Medicamentos antialérgicos podem ser utilizados para o controle da alergia ao pólen, de acordo com a gravidade dos sintomas e da doença alérgica manifestada. Há possibilidade de utilização de vacinas com extratos alergênicos específicos. Estas vacinas podem ser de uso injetável (subcutânea) ou por via sublingual, sempre com a indicação e o acompanhamento de um médico alergista.

Unidade de Comunicação Social – Hospital Universitário (HU-UFSC)

Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares  (Ebserh)

Telefone: (48) 3721-8104

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HU divulga edital de processo seletivo para residência médica

29/09/2021 11:26

Entre 14 de outubro e 1º de novembro, a Comissão de Residência Médica do Hospital Universitário (Coreme/HU-UFSC) receberá as inscrições para o Processo Seletivo 2021-2022 da Residência Médica do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh). As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, no endereço coreme.fepese.org.br. A prova objetiva está prevista para o dia 21 de novembro. É importante que os interessados leiam o edital.

Acesse o edital

Acesse o extrato do edital

Informações complementares podem ser obtidas pelo e-mail coreme@fepese.org.br, pelo WhatsApp (48) 99146-7114 ou pelos telefones (48) 3953-1032, (48) 3953-1000, (48) 3953-1062 e (48) 3953-1065.

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Redução de doadores de córneas faz equipe do HU gerar alerta de incentivo e conscientização

27/09/2021 12:29

A enfermeira Izabelle de Freitas Ferreira integrante da Comissão Hospitalar de Transplantes do HU-UFSC/Ebserh. Foto: Sinval Paulino

Com um total de 500 pessoas na lista de espera em todo o Estado e uma significativa redução no número de doadores, a  Comissão Hospitalar de Transplantes (CHT) do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) aproveita o Dia Nacional de Doação de Órgãos (27/09) para fazer um alerta sobre a necessidade de incentivo à doação, conscientização das famílias de potenciais doadores e dos profissionais de saúde para promover e incentivar a doação de córneas, com a meta de zerar a fila de espera.

De acordo com a enfermeira Izabelle de Freitas Ferreira, integrante da CHT no HU, o ideal seria um total de 50 doadores por mês, mas este número teve uma queda significativa nos últimos meses. Para se ter uma ideia, até o início de 2020, antes da pandemia, não havia fila e os pacientes esperavam cerca de uma ou duas semanas, após a preparação, para o procedimento.

“Atualmente a quantidade de doações que estamos recebendo está suprindo as urgências e somente algumas cirurgias eletivas”, disse Izabelle, acrescentando que atualmente os integrantes da CHT estão trabalhando para aumentar as doações e zerar a fila novamente, de forma que os pacientes esperem no máximo uma semana para receber a córnea.

Izabelle lembra que, atualmente, não é mais necessário a anuência prévia do doador. Hoje, basta que família tome a decisão de fazer a doação. “É essencial mostrar que a doação é um direito da família e que há condições para que este direito possa ser exercido e, neste momento, é preciso reforçar a importância da doação”, esclareceu a enfermeira.

Para isso, a CHT tem pessoas capacitadas para cuidar e acolher as famílias dos potenciais doadores em cada etapa do processo de doação, formada por profissionais com experiência em estratégias de comunicação para lidar com as famílias em situações críticas e, com isso, conseguem ajudar estes familiares, apresentando a possibilidade de doação. “A doação traz ganhos para todos os envolvidos, pois além de trazer uma nova perspectiva para quem está em fila de espera, representa um ato de nobreza das famílias dos doadores”, concluiu.

Assista 

Unidade de Comunicação do HU

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Fonoaudióloga do HU explica cuidados com a saúde auditiva

24/09/2021 15:00

A especialista em audiologia do HU-UFSC/Ebserh, Nicoli Valverde Mafra Alves, realiza exame em bebê no hospital. Foto: Sinval Paulino

O dia 26 de setembro é o aniversário da criação da primeira escola de surdos do Brasil, atualmente conhecida como Instituto Nacional de Educação de Surdos. Por isso, desde 2008 a data é oficialmente o Dia Nacional dos Surdos, criada por lei federal para promover a reflexão e o debate a respeito dos direitos e da luta pela inclusão de pessoas surdas na sociedade.

A fonoaudióloga do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) Francine Freiberger explicou que no hospital, logo ao nascer, é feito o Teste da Orelhinha, também conhecido como triagem auditiva neonatal ou teste das emissões otoacústicas transientes, que ajuda a identificar possíveis problemas auditivos.

“Fazemos o Teste da Orelhinha na maternidade, e, quando o bebê falha nessa triagem, no HU mesmo, no Ambulatório de Fonoaudiologia, se faz o reteste. Se houver uma nova falha, seguindo as Diretrizes de Triagem Auditiva Neonatal do Ministério da Saúde, fazemos outro teste, o Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico para triagem e, ao falhar novamente, encaminha-se o bebê para um Serviço Ambulatorial de Saúde Auditiva para diagnóstico”, explicou.
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Especialista do HU tira dúvidas sobre amamentação durante a pandemia

22/09/2021 11:47

Pediatra explica que, como regra geral, a indicação é manter o aleitamento durante a pandemia. Foto: marki1983/Flickr/CC BY-ND 2.0

Como manter a amamentação dos bebês durante a pandemia? Como mães com suspeita de contaminação ou mesmo com covid-19 podem manter seus bebês alimentados com leite humano? E no caso de crianças com covid-19? Se as dúvidas sobre amamentação sempre foram significativas, ficaram ainda maiores com a pandemia e, para esclarecer, a pediatra do Serviço de Neonatologia do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) Flavia Gheller Schaidhauer respondeu algumas perguntas sobre o tema.

Mestra em Pediatria e vice-coordenadora da Comissão de Aleitamento do HU-UFSC, Flavia explicou que, como regra geral, a intenção é manter o aleitamento, sendo que não existe qualquer restrição para mulheres saudáveis. “Mesmo mães com Covid devem amamentar seus bebês, se tiverem condições clínicas”. Se não tiverem estas condições, a recomendação é retirar o leite e oferecer para o bebê por meio de um copo ou colher. Esta e outras dicas são apresentadas na entrevista que a médica concedeu sobre o tema.
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Enfermeira do HU ressalta importância do tratamento humanizado para pacientes com linfoma

20/09/2021 14:30

A enfermeira Michele Dotto atua na Unidade de Oncologia e Hematologia do HU-UFSC. Foto: Sinval Paulino

O Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas é celebrado anualmente em 15 de setembro. Como o próprio nome sugere, o principal objetivo dessa data é conscientizar a população sobre a importância de identificar precocemente os sintomas do linfoma, ajudando a facilitar o seu tratamento, além de ressaltar a importância do atendimento humanizado, do respeito aos familiares e da necessidade de apoio afetivo por parte da equipe de saúde.

Com 19 anos de atuação nesta área no Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), a enfermeira da Unidade de Oncologia e Hematologia Michele Dotto explicou, nesta entrevista, um pouco sobre a doença e como é o atendimento para os pacientes no hospital.

O que caracteriza o linfoma?

O linfoma é um tipo de câncer que afeta as células de defesa do corpo. Existem diferentes tipos de linfoma, mas os principais sinais de alerta da manifestação da doença são: perda de peso/emagrecimento repentino, sudorese noturna, febre, aparecimento de gânglios aumentados (principalmente na região do pescoço, axilas, abdômen), dor importante e persistente no peito, estômago, abdômen.  É muito importante sempre buscar atendimento médico para avaliação, pois o diagnóstico precoce é fundamental.
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Especialista do HU fala do papel dos profissionais de saúde e da família para identificar câncer intraocular em crianças

17/09/2021 16:14

Eduardo Vieira de Souza é oftalmologista no HU. Foto: divulgação/HU-UFSC/Ebserh

Os bebês que nascem no Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) passam por vários exames e um deles é o teste do olhinho. Neste momento, o pediatra usa uma lanterna e verifica o olho da criança e, por mais simples que pareça, essa iniciativa é capaz de identificar precocemente diferentes problemas, entre eles o retinoblastoma, o câncer intraocular mais comum na infância. O tema é tão importante que foi criado, por lei, o Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma, 18 de setembro.

Se houver alguma dúvida, o bebê é encaminhado para o Ambulatório de Oftalmologia do HU, onde passa por uma avaliação mais detalhada, realizada pelo oftalmologista Eduardo Vieira de Souza. “É muito importante ter esse diagnóstico precoce porque quanto mais cedo se inicia o tratamento, melhor o resultado”, disse.

Conforme o especialista, os pais podem ajudar na luta por esta identificação porque a criança com retinoblastoma – que é causado por uma mutação genética – apresenta um branco no centro do olho ou tem o olho torno (estrábico). Em alguns casos, em fotos, esta mancha branca no olho aparece.  “O retinoblastoma é um tumor que cresce no fundo do olho e afeta a retina, que é a responsável pelo reflexo vermelho. Como a retina é afetada, o reflexo vermelho fica comprometido, aparecendo como uma mancha branca”, explicou.

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Enfermeira do HU fala sobre combate à sepse, infecção que pode levar à morte

13/09/2021 10:28

No dia 13 de setembro, instituições e profissionais de todo o mundo se mobilizam para lembrar a importância da luta contra a sepse, um conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção, que atinge de 15 a 17 milhões de pessoas em ambiente hospitalar no mundo todo. A data é uma oportunidade para aumentar a consciência pública para este evento pouco conhecido.

A enfermeira Andréia Labrea Pereira, do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), explicou que existem uma série de procedimentos e protocolos que são seguidos pelos profissionais de saúde para ajudar no combate à sepse. Confira a entrevista sobre o tema, em que ela explica a importância do diagnóstico precoce para evitar o agravamento do quadro.

O que é a Sepse?

A Sepse é um conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção. É desencadeada pela invasão de agentes infecciosos, principalmente bactérias ou vírus, causando uma intensa resposta inflamatória por todo o organismo. Antigamente também era chamada de infecção no sangue ou septicemia.

Há algum sintoma?

Os sintomas da Sepse podem passar despercebidos logo no seu início, podendo ser confundido com outras patologias. Porém, existem critérios que podem nos ajudar a realizar o seu diagnóstico como por exemplo a alteração de sinais vitais e de exames laboratoriais rebaixamento do nível de consciência, agitação, entre outros.

Como é o tratamento?

Os tratamentos para os casos de Sepse são variáveis, dependo do grau de comprometimento do paciente. Vai depender do tempo em que o diagnóstico foi realizado, assim como, da resposta do organismo as condutas adotadas.

Podemos prevenir Sepse?

A prevenção da Sepse pode ser realizada através de um diagnóstico precoce, evitando o agravamento do quadro. É muito comum na imprensa informações de pessoas que se submeteram a procedimentos (principalmente estéticos) e ficaram à beira da morte por causa de Sepse.

Por que esta inflamação causa tanto impacto?

Os procedimentos cirúrgicos, independentemente do local, podem desencadear a Sepse. Alguns procedimentos chamam mais atenção por se tratar de procedimentos eletivos, como os estéticos.

O que pode causar a Sepse?

Para a prevenção da Sepse é recomendado que as unidades sigam as diretrizes para prevenção de infecções relacionadas a estes dispositivos (pneumonia associada a ventilação mecânica, infecção de corrente sanguínea associada a cateter venoso central e infecção do trato urinário relacionado a cateter vesical de demora).

Como o quadro de Sepse pode levar à morte?

A Sepse pode ser encarada como um problema de saúde, não apenas no Brasil, mas no mundo todo, com uma alta taxa de mortalidade nos hospitais públicos e privados. Estima-se em cerca de 15 a 17 milhões o número de pacientes acometidos por Sepse no ambiente hospitalar, sendo esta síndrome considerada a causa prevalente de morte nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

Veja o vídeo.

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Pesquisa avalia que erva-mate pode colaborar com o tratamento de pessoas com doença genética

01/09/2021 13:01

Infusão de folhas de erva-mate (Ilex paraguariensi) mostrou resultado promissor para o tratamento da hemocromatose hereditária. Foto: United States Botanic Garden/Wikimedia Commons/CC BY-SA 3.0

Um estudo desenvolvido na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) avaliou o efeito da infusão de folhas de erva-mate (Ilex paraguariensis A. St. Hil.) para reduzir a absorção de ferro em portadores de hemocromatose hereditária, uma doença genética caracterizada pelo acúmulo excessivo de ferro e que pode levar ao  comprometimento de órgãos e sistemas. Com resultados promissores, capazes de contribuir para o tratamento da enfermidade e uma melhor qualidade de vida dos pacientes, o trabalho foi conduzido pela pesquisadora Cristiane Manfé Pagliosa para sua tese de doutorado, realizada no Programa de Pós-Graduação em Nutrição sob orientação dos professores Edson Luiz da Silva e Francilene G. K. Vieira. 

A pesquisa foi dividida em duas etapas. Inicialmente foram realizados testes em laboratório para definir a melhor forma de preparo da infusão, para que atingisse as propriedades desejadas e mantivesse maior estabilidade para seu armazenamento. As folhas utilizadas foram provenientes de cultivo orgânico e sem a presença de contaminantes que pudessem oferecer risco à saúde.

A segunda fase consistiu em um ensaio clínico com 14 pacientes com hemocromatose hereditária em fase de tratamento. Cada um ingeriu, em três momentos diferentes, uma refeição padronizada enriquecida com sulfato ferroso, um composto químico comumente usado em suplementos para reposição de ferro, e 200 ml de bebida (uma a cada dia): água, infusão de folhas de erva-mate e suspensão de Silybum marianum, um produto vendido em farmácias para tratamento de problemas no fígado. A finalidade foi avaliar o efeito do consumo de cada uma na inibição da absorção do ferro.
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Estudo do HU que ajuda a classificar e tratar pacientes fragilizados é premiado em congresso

25/08/2021 12:41

Uma pesquisa desenvolvida no Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU/UFSC/Ebserh) foi premiada pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), durante um congresso realizado nos últimos dias 20 e 22. Ao todo, foram submetidos 118 trabalhos científicos sobre asma, DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) e tabagismo. 

A pesquisa, chamada Fragilidade em pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica e sua associação com as classificações propostas pela Global Initiative For Chronic Obstructive Lung Disease, foi realizada com cerca de 100 pacientes no Núcleo de Pesquisa em Asma e Inflamação das Vias Aéreas (Nupaiva) por um grupo de estudantes de doutorado e pós-doutorado orientados pela professora e pneumologista do HU Rosemeri Maurici da Silva, coordenadora do Nupaiva. 

O trabalho foi apresentado no Congresso SPPT Virtual e premiado juntamente com as pesquisas denominadas Aumento do consumo de cigarros durante a primeira onda da pandemia de covid-19 no Brasil: prevalência e fatores associados e Diabetes concomitante está associado a menor função pulmonar em asmáticos
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HU comemora dez anos como centro credenciado de implante coclear

23/08/2021 12:03

O Serviço Hospitalar de Saúde Auditiva do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC) comemora dez anos de atividade como centro credenciado de implante coclear.  O serviço abrange 218 pacientes, com 275 cirurgias de implante – a primeira delas realizada em agosto de 2011.

O implante coclear é uma prótese eletrônica introduzida por cirurgia na orelha interna para estimular diretamente o nervo coclear e assim, associado a um componente externo, recuperar a audição de pacientes com perda auditiva severa e profunda e que não apresentam resposta aos aparelhos auditivos de amplificação convencional. A cirurgia pode ser realizada a partir dos seis meses de idade.

Por ser uma cirurgia de alta complexidade, a habilitação do hospital é feita pelo Ministério da Saúde após o cumprimento de diversas exigências com relação à qualificação dos profissionais que atenderão os pacientes e com relação à estrutura física da instituição. A fonoaudióloga Francine Freiberger, referência no serviço, explicou que os pacientes são encaminhados por um dos cinco serviços ambulatoriais de saúde auditiva de Santa Catarina. No hospital, os profissionais fazem a avaliação, testes no Centro Cirúrgico e acompanhamento do uso do implante.

Para avaliar se o paciente é candidato a cirurgia, ele passa por uma equipe multiprofissional, composta também pela fonoaudióloga Nicoli Valverde Mafra Alves, pela professora Maria Madalena Pinheiro do Departamento de Fonoaudiologia, pela assistente social Michelly Cardoso, pela psicóloga Andrea Thaís Xavier Rodríguez Hurtado e pelo otorrinolaringologista Cláudio Márcio Yudi Ikino.

Com informações da Unidade de Comunicação do HU

Tags: Hospital UniversitárioHospital Universitário (HU/UFSC)HUServiço Hospitalar de Saúde Auditiva

Médico do HU alerta para aumento nos níveis de colesterol durante a pandemia

06/08/2021 14:47

Apesar de ser um tema comum nas conversas do dia a dia, o colesterol ainda é um assunto cercado de dúvidas. O médico do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) e cardiologista Douglas Muniz Barbosa respondeu a perguntas sobre as consequências da alimentação inadequada e da falta de exercícios, situações que podem ter se agravado na pandemia. O Dia Nacional do Combate ao Colesterol é celebrado neste domingo, 8 de agosto.

Segundo o médico, o controle do nível de colesterol depende muito da própria pessoa, por meio da adoção de hábitos saudáveis, como prática de exercícios e alimentação adequada e balanceada.

Leia a entrevista

O que é colesterol?

Colesterol é um conjunto de gorduras que faz parte de estruturas dentro de células do nosso corpo – cérebro, nervos, músculos, peles, intestino e coração, por exemplo – e é essencial ao funcionamento das células para formação de hormônios, de vitamina D e de ácidos biliares que ajudam na digestão de gorduras.

Qual é a importância de um dia de prevenção ao colesterol?

O excesso de colesterol está associado a diversas doenças, principalmente as cardiovasculares, como AVC e infarto. Por isso, a importância de ter um dia específico para combate e prevenção ao colesterol em excesso. Mas, esta batalha deve ocorrer todos os dias.

Como é feito o tratamento? Há algum estudo em andamento para o surgimento de novidades nesta área?

O tratamento é feito basicamente com medicações, as estatinas. Existem algumas classes de estatinas que vêm progredindo com o passar do tempo, oferecendo mais qualidade e eficácia na sua função. Além disso, o colesterol é tratado com prevenção, com ações básicas, com mudança no estilo de vida, principalmente atividade física e alimentação adequada e balanceada – são algumas das atitudes iniciais a serem tomadas.

É muito comum ouvir relatos de pessoas da terceira idade sobre colesterol alto. Todas as pessoas na terceira idade vão ter colesterol alto?

Nem todas as pessoas. Isso depende de fatores genéticos e principalmente da fonte que você busca estas gorduras ou o fato de não praticar atividades físicas, por exemplo.

Há uma preocupação geral com o aumento do colesterol, devido à pandemia (alcoolismo, alimentação inadequada, falta de exercícios físicos, estresse, etc). Já é possível falar de um quadro de aumento dos níveis de colesterol da população em função deste cenário?

Com toda certeza, este período da pandemia fez com que as pessoas diminuíssem as atividades físicas e aumentassem o consumo de alimentos de maneira inadequada e isso gera alterações nos níveis de colesterol. Ainda não existe um estudo mostrando estes dados sobre os níveis de colesterol da população devido ao cenário da pandemia e não temos como mostrar isso cientificamente, mas com toda certeza haverá, sim, pelo ganho de peso e por outros fatores como redução da atividade física e alimentação inadequada, um aumento no número de pessoas com colesterol alterado.

Quais são as consequências? Acredita em um aumento na demanda da área de saúde por causa de doenças cardiovasculares?

De uma maneira geral, as consequências vão ser sentidas em várias áreas. A consequência primária é que as pessoas comecem, por estarem mais obesas, a desenvolver doenças secundárias e isso pode trazer uma sobrecarga no sistema de saúde, mas isso pode ser prevenido. A gente passou por um período de um ano e meio de isolamento, necessário, mas as pessoas começam a voltar a praticar atividades físicas. Com a vacinação e mantendo os devidos cuidados, as pessoas começam a voltar a praticar estas atividades. Além disso, em qualquer tempo é preciso evitar se alimentar mal. Então, tem como mudar este cenário. Esperamos sim um aumento da demanda, mas não é uma consequência definitiva e isso pode ser contornado por meio de medidas não farmacológicas e, se for necessário, com medidas farmacológicas.

Por que cada vez mais os jovens apresentam colesterol elevado?

Cada vez mais jovens tem apresentado uma alteração nos níveis de colesterol, até em função das pesquisas, das estatísticas. Hoje, a orientação é que crianças a partir dos 10 anos de idade comecem a fazer exames laboratoriais para avaliação do colesterol. Além disso, há um aumento muito grande do consumo de produtos industrializados, da alimentação inadequada, isso faz com que mais jovens comecem a desenvolver alteração do colesterol. Basicamente o problema está relacionado a alimentação inadequada e falta de atividade física.

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Hospital Universitário destaca atuação do sanitarista Oswaldo Cruz no Dia Nacional da Saúde

05/08/2021 15:45

 Nesta quinta-feira, 5 de agosto, celebra-se o Dia Nacional da Saúde. A data foi criada para homenagear o sanitarista Oswaldo Cruz, cuja trajetória está muito relacionada ao contexto atual. Sua história foi marcada pelo combate e erradicação de doenças, e pela sua luta para garantir uma política pública  ampla de vacinação. Em sua época, o médico enfrentou muita resistência e reação daqueles que se opunham à vacina, conforme lembra Maria Luiza Bazzo, professora e gerente de Ensino e Pesquisa do Hospital Universitário (HU-UFSC/Ebserh).

Segundo Bazzo, foram justamente a pesquisa e a criação de estratégias de ação e campanhas de vacinação que deram condições ao Brasil de enfrentar epidemias: “Assim como no início do século XX, estamos enfrentando atualmente resistência às vacinas. É necessário compreender a importância de ampliar a cobertura vacinal para diminuir a circulação de SARS-CoV-2 e conter a pandemia.”

A professora explicou que, no início do século XX, Oswaldo Cruz empreendeu campanhas sanitárias para resolver as epidemias de febre amarela, peste bubônica e varíola, que assolavam o Rio de Janeiro, capital do Brasil à época. Sobre a febre amarela, ao compreender que o transmissor era o mosquito, ele implantou medidas sanitárias, com brigadas que percorriam casas, jardins, quintais e ruas, eliminando os focos de insetos.

Sua atuação provocou violenta reação popular. “Em 1904, com o recrudescimento de surto de varíola, ele tentou promover vacinação em massa e foi vítima de campanha contra essa medida. Mas hoje sabemos que foi a vacina contra a varíola que permitiu a erradicação dessa doença, que é muito grave”, explicou a dirigente do HU.

Neste Dia Nacional da Saúde, 117 anos depois, o tema volta à tona, reforçando a importância da pesquisa em saúde. “Foi a pesquisa executada ao longo dos anos que permitiu o desenvolvimento muito rápido da vacina para SARS-CoV-2, o vírus que causa a Covid-19”, disse Bazzo, ressaltando a importância do profissional de saúde na promoção do ensino e da pesquisa, no incentivo à vacinação, na testagem e nas medidas para reduzir a circulação do vírus. “Entre as lições da pandemia, está a importância da educação em saúde para que todo profissional seja um agente transformador, capaz de educar a população e esclarecer dúvidas sobre riscos e vantagens das vacinas, por exemplo.”

Mais informações pelo telefone (48) 3721-8104

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Hospital Universitário da UFSC efetiva 31 novos profissionais na equipe

03/08/2021 14:21

O HU-UFSC/Ebserh recebeu um reforço de 31 profissionais efetivos. Foto: Sinval Paulino.

O Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (HU-UFSC/Ebserh) começou o mês de agosto recebendo um reforço de 31 profissionais efetivos. A integração, que começou no dia 2 de agosto, incluiu 11 assistentes administrativos, sete médicos, sete técnicos de enfermagem, dois enfermeiros, um fisioterapeuta, um técnico em contabilidade, um técnico em segurança do trabalho e um técnico em radiologia.

Os médicos são das áreas de Ginecologia e Obstetrícia (dois), Anestesiologia, Hepatologia, Neonatologia, Clínica Médica e Hematologia e Hemoterapia.

No primeiro dia de trabalho – que é um processo de integração – os novos contratados receberam material sobre o HU e sobre a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), além de informações sobre a legislação trabalhista, segurança do trabalho, regras internas do hospital, entre outros. Os participantes foram orientados a usar álcool em gel e manter distanciamento durante a solenidade de recepção.

A superintendente do hospital, Joanita Angela Gonzaga Del Moral, recebeu a nova equipe, falando um pouco da história da instituição e sobre o papel dos profissionais na assistência e no ensino.

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HU terá mesa redonda com especialistas na semana mundial da amamentação

02/08/2021 12:25

A Semana Mundial da Amamentação, comemorada todos os anos em agosto desde 1992, terá como tema Proteja a amamentação: uma responsabilidade compartilhada, ressaltando como a amamentação contribui para a sobrevivência, saúde e bem-estar da criança, trazendo benefícios para a mulher, famílias e sociedade. De acordo com a coordenadora da Comissão Pró-Aleitamento Materno e da Central de Incentivo ao Aleitamento Materno (CIAM) do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), a enfermeira Isabel Maliska, proteger a amamentação é a uma forma de oferecer o melhor começo de vida para uma criança. Como parte da programação do HU para a Semana Mundial do Aleitamento 2021, está marcada para o dia 4 de agosto uma mesa redonda com especialistas.

O evento será realizado pelo Google Meet, com emissão de certificado. Serão abordados temas como “Desafios para a promoção e proteção do aleitamento materno: Aspectos psicológicos e culturais”, com a psicóloga que atua na maternidade do HU, Amanda Kliemann; “Papel da equipe assistencial no apoio ao aleitamento materno: gestação, parto e puerpério”, com a médica pediatra do HU Flavia Gheller Schaidhauer e “Como proteger a amamentação na perspectiva dos diferentes atores sociais?”, com a enfermeira Marcia Sueli Del Castanhel. No decorrer do mês de agosto, serão divulgados outros conteúdos compartilhando informações a respeito da amamentação.

A semana é comemorada em todo mundo e o HU participa com divulgação de material informativo sobre o tema, eventos culturais e científicos envolvendo gestantes, puérperas, profissionais e demais interessados. Como Hospital Amigo da Criança, o HU-UFSC é referência na assistência à mulher no pré-parto, parto e pós-parto, ressaltando-se a promoção e proteção do aleitamento materno durante todo o processo assistencial.

“Também queremos chamar a atenção da população para aspectos da amamentação que são ainda vistos com certo tabu: amamentar um filho com dois anos ou mais, tal como é recomendado pelo Ministério da Saúde, muitas vezes é percebido com certo estranhamento, pela criança não ser mais um bebê”, explica a nutricionista do HU, Viviane Dingee, integrante da Comissão Pró-Aleitamento Materno do hospital. “Da mesma forma gostaríamos de chamar a atenção para amamentação de gemelares, que é totalmente possível, em tandem (quando a mulher amamenta um filho recém-nascido e outro filho um pouco maior). É preciso olhar para estas situações com mais naturalidade, pois este ato se traduz em benefícios para as crianças envolvidas”, explicou a nutricionista.

Apoio

A enfermeira Isabel Maliska acrescenta que há ainda uma situação que merece um olhar especial: a volta da mulher ao trabalho, com quatro ou seis meses pós-parto, e a necessidade que ela receba apoio para continuar amamentando, extraindo seu leite quando estiver ausente, inclusive no seu local de trabalho, a fim de evitar o desmame precoce. “Este é um momento extremamente importante, pois o apoio da família, rede social, local de trabalho será decisivo para que ela continue a amamentar ou interrompa o aleitamento materno”, diz.

Profissionais de saúde envolvidos na campanha deste ano explicam que o tema escolhido está relacionado à Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, um plano de ação para pessoas, planeta e economia sem destruição da natureza, que orientará programas de desenvolvimento para os próximos anos. “A mulher precisa ter a proteção do aleitamento em todas as suas esferas de relacionamento: em casa, no ambiente de trabalho, com os vizinhos, com as pessoas na comunidade, por exemplo”, detalha a enfermeira.

Ela também lembra que este apoio deve ser amparado pela equipe de saúde que assiste a mulher desde o pré-natal, por políticas governamentais, pela legislação, a exemplo de leis trabalhistas que protejam o aleitamento materno, pela imprensa e pela sociedade civil, que têm um importante papel a ser desempenhado.

A Aliança Mundial para Ação de Aleitamento Materno (WABA) é uma rede global de indivíduos e organizações dedicadas à proteção, promoção e apoio ao aleitamento materno em todo o mundo. Anualmente, a WABA coordena e organiza a Semana Mundial da Amamentação (WBW), que ocorre entre 1 e 7 de agosto. Desde 2016, a instituição alinha a campanha WBW com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, a qual chama de Campanha WBW-SDGs.
Com informações da Unidade de Comunicação Social do HU

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Live com psicóloga e psiquiatra do HU debate impacto da cirurgia bariátrica na saúde mental

02/08/2021 11:52

Profissionais do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) vão apresentar uma live nesta terça-feira, 3 de agosto, com o tema Saúde mental e cirurgia bariátrica. O evento on-line será realizado no canal do HU-UFSC no YouTube, a partir das 11 horas. O público-alvo são pacientes em pré e pós-operatório atendimento no ambulatório e o público em geral interessado no tema.

Na live, a psicóloga Maria Emilia Pereira Nunes e a psiquiatra Valéria Pereira, que atuam junto ao Ambulatório de Cirurgia Bariátrica do HU, falarão sobre o impacto das emoções, pensamentos e comportamento no tratamento pré e pós-operatório. Para participar ao vivo, basta acessar o canal durante a realização da live. Os participantes poderão enviar dúvidas pelos comentários no chat.

A live foi apresentada como uma atividade de educação em saúde com o objetivo de sensibilizar os participantes sobre a importância do cuidado em saúde mental para o sucesso da cirurgia. “Espera-se que a apresentação auxilie os pacientes a compreenderem os aspectos psicológicos e psiquiátricos que podem interferir no tratamento e quanto o cuidado em saúde mental pode potencializar os efeitos positivos da cirurgia”, afirmaram as profissionais.

Unidade de Comunicação do HU

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Laboratório de Análises Clínicas do Hospital Universitário tem 17 pesquisas em andamento

29/07/2021 17:15

Heloísa Zorzi Costa, Técnica de Laboratório da ULAC/HU-UFSC. Foto: Ricardo Torres.

A Unidade de Laboratório de Análises Clínicas (ULAC) do Hospital Universitário (HU-UFSC/Ebserh) está sendo utilizada, atualmente, para o desenvolvimento de 17 pesquisas, de acordo com dados divulgados pelo Setor de Gestão da Qualidade do laboratório.

O processo de cadastramento e análise de projetos de pesquisa é estruturado pela unidade em conjunto com a Gerência de Ensino e Pesquisa do HU desde 2019. Com isso, é possível obter um controle do volume de pesquisas que utilizam a estrutura do laboratório.

De acordo com a técnica de laboratório do HU, Cristiane Quadros Mademann, que é integrante da equipe do Setor de Gestão da Qualidade do ULAC e gerencia as pesquisas no laboratório, a unidade é usada nestes estudos para coleta de amostra biológica, análise (processamento) destas amostras, acesso ao banco de dados (laudos e estatísticas, por exemplo) ou utilização do espaço físico (como bancadas e equipamentos).

Desde 2019, foram cadastradas na ULAC 34 pesquisas, sendo 15 em 2019, oito em 2020 e 11 neste ano. De acordo com o cronograma das pesquisas, são 17 em ativa e as demais concluíram o trabalho no laboratório (algumas podem requisitar ampliação do prazo).

Entre as pesquisas em andamento estão trabalhos que envolvem estudos sobre diagnóstico da infecção por bactérias, percepção de risco de agentes de saúde, alterações metabólicas em casos de cirrose, nutrição, perfil laboratorial de pacientes, estudos sobre diabetes, Covid-19, entre outras.

Confira a relação das pesquisas aqui.

Mais informações pelo telefone (48) 3721-8104

Unidade de Comunicação Social – Hospital Universitário (HU-UFSC)

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Profissionais do Hospital Universitário participam de Fórum sobre diagnóstico bucal

20/07/2021 19:27

Nesta quarta-feira, 21 de julho, será realizado o VIII Fórum de Discussão em Diagnóstico Bucal, como parte das atividades do Julho Verde, mês de conscientização sobre câncer de cabeça e pescoço.  O evento ocorre das 18h às 21h, em formato on-line, pela plataforma Zoom. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas aqui.

A atividade é promovida pela Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP) e terá a participação de equipes multiprofissionais de todo o Brasil. Duas profissionais do Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (HU/UFSC) estão na organização do Fórum: Liliane Grando, coordenadora do Ambulatório de Estomatologia, e Cláudia Mituuti, coordenadora do Ambulatório de Disfagia.

O Julho Verde foi oficialmente criado pela Lei 8086/2017, que institui 27 de julho como o Dia Mundial do Câncer de Cabeça e Pescoço para conscientização e combate a esses tipos de cânceres. A Associação de Câncer de Boca e Garganta (ACBG) lidera a campanha, em parceria com o Núcleo de Odontologia Hospitalar do HU.

O HU-UFSC também participa da campanha realizando ações de conscientização e orientações sobre o tema, por meio da Unidade Cérvico-Facial e de seus serviços de Odontologia Hospitalar, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, e dos Cursos de Fonoaudiologia e de Odontologia da UFSC.

Mais informações pelo telefone (48) 3721-8104.

Unidade de Comunicação Social / Hospital Universitário (HU-UFSC)

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Equipe de Terapia Ocupacional completa dois anos de atividade no Hospital Universitário

19/07/2021 11:03

A equipe de Terapia Ocupacional do Hospital Universitário (HU-UFSC) realiza diversas ações para marcar seus dois anos de atividade na instituição. Três terapeutas ocupacionais atuam no HU desde junho de 2019, junto à equipe multiprofissional, na assistência de pacientes internados na UTI Adulto, UTI Neonatal, enfermarias adulto e pediátrica e Ambulatório de Pediatria, além dos pacientes com Covid-19.

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Pediatra do HU-UFSC explica a importância do Estatuto da Criança e do Adolescente

13/07/2021 15:49

Profissional orienta paciente sobre tempo de tela, uma atividade que faz parte das ações da equipe de Pediatria do HU. Foto: Ricardo Torres.

Nessa terça-feira, 13 de julho, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completou 31 anos. O documento, criado em 1980, estabeleceu um conjunto de normas que coloca a criança e o adolescente com até 18 anos incompletos como cidadãos brasileiros, sujeitos de direito com proteção e garantia específicas. E um dos direitos básicos destes cidadãos é o acesso prioritário à saúde, entendida de forma ampla.

Nesse contexto, o pediatra e chefe da Unidade de Cuidado da Criança e do Adolescente do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), Fábio Schneider, ressalta que o profissional de saúde deve estar ciente desses direitos e saber que a criança precisa ser tratada em suas especificidades.

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Abertas inscrições para Simpósio de Imaginologia organizado pelo HU

12/07/2021 15:49

Foto: divulgação/HU-UFSC

Estão abertas as inscrições para o IX Simpósio de Imaginologia, o maior evento da região Sul do Brasil no campo de Diagnóstico por Imagem, organizado pelo Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), com o apoio do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e do Conselho Regional de Técnicos de Radiologia de Santa Catarina (CRTR 11).

Para se inscrever, é preciso preencher o formulário até o dia 11 de agosto. O evento é gratuito e vai ser realizado de forma on-line nos dias 14 e 15 de agosto, abordando temas como ressonância magnética, posicionamento mamográfico, medidores de radiação, atuação dos conselhos profissionais, contraste em tomografia computadorizada, entre outros.

> Confira a programação.

A coordenadora do evento e chefe da Unidade de Diagnóstico por Imagem do HU, Isabel Lohn da Silveira, acrescentou que o simpósio já proporcionou qualificação para 2.936 participantes, com mais de 3.140 quilos de alimentos arrecadados e distribuídos para entidades carentes da grande Florianópolis. 98 palestrantes já compartilharam seus conhecimentos no evento.

“Em 2021, assim como em 2020, entendendo a limitação de se fazer um evento presencial, o Simpósio de Imaginologia se adequa ao cenário atual e concretiza uma versão on-line com uma oportunidade única de capacitar um número maior de pessoas, fortalecendo e motivando o investimento na educação continuada”, disse a coordenadora.

Segundo ela, em 2020 foram 1366 inscritos, com representantes de todos os estados do Brasil e de cinco outros países: Angola, Argentina, Bolívia, Equador e Venezuela. Estima-se mais de duas mil inscrições na edição de 2021.

 

Unidade de Comunicação Social/HU-UFSC
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HU contabiliza mais de 900 mil procedimentos em cinco anos

02/07/2021 15:01

O Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) contabilizou um total de 921.774 procedimentos, entre consultas, internações e exames de imagem nos últimos cinco anos, segundo dados de registros internos e do Modelo de Gestão de Atenção Hospitalar (MGAH) da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

Os números foram apresentados por ocasião do Dia do Hospital, 2 de julho, data criada pelo Decreto 50.871, de 27 de junho de 1961, em função da inauguração da Santa Casa de Misericórdia de Santos, em 2 de julho de 1944.

A superintendente do HU, Joanita Angela Gonzaga Del Moral, disse que os dados refletem a importância do hospital dentro da rede de atenção à saúde no Estado. “O Dia do Hospital é uma oportunidade para mostrar o impacto de uma instituição desta magnitude na sociedade”, detalhou a superintendente, lembrando que a data tem o objetivo de comemorar a criação dos hospitais no Brasil e homenagear a instituição e os profissionais que trabalham na área da saúde.
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