Pesquisadora e agricultora dialogam sobre a relação entre o feminismo e a natureza

01/03/2019 14:49

Justina e Claudia são duas mulheres da mesma geração, com trajetórias de vida bastante distintas, mas muitas coisas em comum. Justina é “agricultora desde sempre”, como gosta orgulhosamente de se apresentar. Claudia é uma acadêmica que, também “desde sempre”, dedica-se à pesquisa, ao ensino e à produção intelectual. Ambas são mulheres de luta, mulheres de vanguarda, admiradas pelo que fazem e representam. Cada uma à sua maneira, em seu próprio espaço político e social, é engajada em propagar o ideal de uma sociedade mais justa e igualitária e de um mundo onde tudo e todas – plantas, florestas, rios, mares, animais de todas as espécies (inclusive a humana) etc – vivam e convivam em harmonia uns com os outros, de forma a preservar o planeta.
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Curso de Gênero e Feminismos expõe diversidade de perspectivas acadêmicas e práticas

25/02/2019 08:39

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Durante cinco dias, cerca de 500 pessoas – em sua grande maioria mulheres –, estiveram reunidas na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para discutir questões relacionadas ao protagonismo e às lutas da mulher na sociedade. O 7º Curso de Gênero e Feminismos, promovido pelo Instituto de Estudos de Gênero (IEG/UFSC) entre 18 e 22 de fevereiro, foi marcado pela diversidade de perspectivas e pelo diálogo constante e intenso entre a academia e os movimentos sociais. Pesquisadoras, estudantes, ativistas, moradoras da cidade e do campo, negras, indígenas, estrangeiras: mulheres com múltiplas trajetórias e experiências de vida participaram das exposições, debates e atividades culturais. O clima foi de reflexão crítica, resistência e também de celebração e alegria.

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Observatório de Justiça Ecológica promove oficina ‘Contribuições do Feminismo Interseccional aos Direitos Humanos’

01/10/2018 08:27

O Observatório de Justiça Ecológica irá promover a oficina “Contribuições do Feminismo Interseccional aos Direitos Humanos”, no dia 9 de outubro, das 16h20 às 18h, no auditório do Centro de Ciências Jurídicas. O evento integra o projeto de extensão “Oficinas de Direitos Humanos”. A atividade é gratuita, aberta à comunidade e não necessita inscrição prévia.

A ministrante será Gabriela M. Kyrillos, doutora em Direito pelo PPGD/UFSC e a oficina tem como objetivo abordar a teoria feminista interseccional e suas contribuições no campo internacional dos Direitos Humanos.
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Laboratório de Estudos de Gênero e História promove evento sobre ‘Feminismo e democracia’

19/02/2018 17:34

O Laboratório de Estudos de Gênero e História da Universidade Federal de Santa Catarina (LEGH/UFSC) promove a terceira edição das Jornadas do LEGH, nos dias 20 e 21 de março. Um dos objetivos do evento é discutir a presença das mulheres nos movimentos sociais e, principalmente, nos espaços de poder. “Nos últimos anos temos presenciado, de um lado, um movimento conservador que pretende excluir os direitos das mulheres e das minorias em geral e, de outro, aquilo que tem sido chamado de ‘Primavera das Mulheres’, ou seja, a presença de mulheres nas ruas, mas também em diferentes lugares e, inclusive, nos espaços virtuais”, explica a professora Joana Maria Pedro, uma das organizadoras do evento.

O LEGH incentiva o debate sobre temas como assédio sexual, marcha das mulheres em nível internacional, além das reivindicações LGBTQIA. As Jornadas do LEGH será um espaço de reflexão sobre como a academia tem abordado esses temas, e como pode contribuir para aprofundar os debates.  Na programação, estão previstas conferências, mesas-redondas, simpósios temáticos e mostra de fotografia. É possível fazer inscrição gratuita como ouvinte durante o evento.

Além do público local e nacional — como Ceará, Bahia, Paraná e Mato Grosso —, também participarão do evento pesquisadoras da Argentina, Chile e Uruguai, o que facilitará a aproximação entre diferentes instituições para  a articulação entre feminismo e democracia no Cone Sul. A programação completa está disponível aqui.

Mais informações na página do evento ou no Facebook.

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Professora da UFSC organiza antologia ‘Traduções da cultura: perspectivas críticas feministas (1970-2010)’

30/11/2017 09:57

A professora Claudia de Lima Costa (LLV/PPGLit/UFSC) coorganizou, junto com as professoras da UFAL Izabel Brandão, Ildney Cavalcanti e Ana Cecília A. Lima, a antologia Traduções da cultura: perspectivas críticas feministas (1970-2010) (Editora Mulheres /EdUFSC /EdUFAL, 2017). 
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Coletivo Mulheres na Engenharia promove palestra sobre feminismo nesta terça-feira

20/10/2017 16:30
O coletivo Mulheres na Engenharia promove uma palestra com o objetivo de explicar o movimento. A palestra ocorrerá no dia 24 de outubro, às 18h30, no Auditório da Mecânica, e será ministrada pela mestra em História Cultural pela UFSC, que contribui com trabalhos do Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da UFSC, Soraia Carolina de Mello, e pela doutoranda em Ciências Humanas na UFSC e integrante do Laboratório de Estudos de Gênero e História, Morgani Guzzo.
Sobre o coletivo
Devido ao baixo índice de mulheres nos cursos de engenharia, graduandas e pós-graduandas das engenharias da Universidade Federal de Santa Catarina formaram um coletivo com o intuito de empoderar, reunir, e incentivar as acadêmicas de engenharia da UFS, para intensificar a valorização das engenheiras no meio acadêmico e profissional, através da criação de um ambiente em que possam trabalhar sem limitações e preconceitos impostos pelo machismo.
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Protestos e clima de emoção marcam abertura do 11º Fazendo Gênero e 13º Mundos de Mulheres

02/08/2017 20:25

Professora Cristina Wolff, na cerimônia de abertura do evento.

“Se cuida! Se cuida! Se cuida seu machista! Que a América Latina vai ser toda feminista!” Com essas palavras de ordem, repetidas em coro por todo o público presente, a professora Cristina Scheibe Wolff finalizou seu discurso na abertura oficial do 11º Seminário Internacional Fazendo Gênero e 13º Congresso Mundos de Mulheres. Os dois eventos juntos, que estão acontecendo na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), receberam mais de 8500 inscrições de pesquisadoras, estudantes, trabalhadoras e militantes de todo o Brasil e de diversos outros países.

Cristina, que é docente do departamento de História da UFSC e integrante do Instituto de Estudos de Gênero (IEG), manifestou as alegrias e obstáculos na organização do evento: “O número expressivo de inscrições que recebemos reflete a importância que os estudos e as reivindicações de gênero assumiram na contemporaneidade. Por outro lado, a realização desse congresso, nesse momento político no Brasil e no mundo, é um grande desafio. O golpe de estado misógino que vivemos no ano passado, com a deposição da nossa primeira presidenta da república mulher, precipitou essa crise política, ética e econômica no Brasil.”

Segundo a professora, projetos como o “Escola Sem Partido” e o “Estatuto do Nascituro”, a reforma da previdência, a aprovação das novas leis trabalhistas, e a retirada dos conteúdos de gênero dos planos nacionais, estaduais e municipais de educação, são alguns dos aspectos dessa crise. “Mas nós estamos aqui, junto com as indígenas que abriram essa cerimônia, de punhos erguidos, de mãos dadas, com as nossas reivindicações, nosso saber, nossos gritos, nossos cantos, nossas poesias, nossas imagens, nossos corpos. Estamos aqui, no campus da UFSC, para discutir e pensar os desafios que temos pela frente nesse contexto em que direitos duramente conquistados estão sendo ameaçados e cortados, em que forças retrógradas, fundamentalistas e fascistas parecem ganhar terreno pelo mundo. Um evento como esse certamente terá muitos frutos.”

Mulheres africanas manisfestam-se durante a cerimônia.

O encontro entre a academia e os movimentos feministas de mulheres também foi ressaltado como uma das oportunidades que os dois congressos proporcionam: “O engajamento dos movimentos sociais na própria construção do evento possibilitou que as mulheres indígenas, quilombolas, negras, sindicalistas, camponesas, pessoas trans, trabalhadoras do sexo etc estejam aqui não somente como grupos que nós estudamos, mas como protagonistas desse diálogo. Essa é uma oportunidade única de trocas de saberes e também de luta pelos direitos negados historicamente às mulheres, pelo respeito à diversidade humana e social, pela superação do gênero como maneira de criar hierarquias, preconceitos, muros e territórios proibidos, pelo fim do assédio e da violência.”

Protestos

Graça Samo, moçambicana coordenadora da Marcha Mundial de Mulheres.

“Nessa noite, não posso deixar de dizer: primeiramente, Fora Temer!” O grito “Fora Temer!”, que a moçambicana Graça Samo escolheu para iniciar seu discurso, foi uma das marcas da cerimônia. Ora alguém bradava do palco, ora da platéia, e os gritos eram então repetidos com vigor por todos os demais, que clamavam também por “Diretas já!”.

Coordenadora da Marcha Mundial de Mulheres, sediada atualmente em Moçambique, Graça foi convidada à mesa para representar os movimentos sociais presentes no evento: “Minha fala não vai ser representativa de todas as vozes que escutei hoje e das vozes que estão lá fora, nas nossas comunidades. Mas o meu desafio é que cada um de vocês seja capaz de abrir seu coração para escutar as vozes de todos que não puderam estar aqui.”

Graça discorreu sobre as principais lutas dos diversos grupos sociais oprimidos. Destacou a importância da demarcação de terras indígenas: “As barragens e todo o extrativismo é destruidor de vidas humanas, é destruidor de povos indígenas”; e lamentou os resquícios da escravidão: “A escravatura do povo negro continua até hoje. Todos os dias, o colonialismo ainda se manifesta através das grandes corporações e de projetos chamados ‘de desenvolvimento’, mas que são apenas uma artifício para tomar nosso território. As pessoas são forçadas a sair de suas terras e buscar refúgio em outros lugares.”

Imagem: Joelson Cardoso/Estagiário de Jornalismo na TV UFSC.

O uso indiscriminado de agrotóxico pela indústria agropecuária brasileira também foi criticado: “Hoje as pessoas não morrem mais de velhice, mas sim de câncer. Morrem aos 20, 30, 50 anos. E morrem porque estão comendo veneno. A luta contra o agrotóxico não é uma luta só dos trabalhadores do campo. Estamos todos nos envenenando. Precisamos fazer uma reflexão em torno disso e dizer basta! Precisamos derrubar essa estrutura capitalista e neocolonialista que está aí.”

Graça ressaltou a importância de se aproveitar os espaços proporcionados pelo congresso para fortalecer essas diversas reivindicações: “Vai valer a pena ter vindo aqui se reafirmarmos nosso pacto de lutar. Lutar contra esse golpe, um golpe de direita, de extrema direita, que está gerando um retrocesso dos nossos direitos e a destruição de nossas vidas. E não adianta chorarmos o leite derramado enquanto não fizermos um compromisso para a mudança acontecer. E isso não é para ontem, nem para amanhã. É pra hoje e agora!”

Mesa da cerimônia de abertura.

Também estiveram presentes e discursaram durante a cerimônia o reitor da UFSC, Luiz Carlos Cancellier de Olivo; a deputada estadual Ana Paula Lima; a reitora do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), Maria Clara Kaschny Schneider; e a diretora do Centro de Ciências Humanas e da Educação da Universidade Estadual de Santa Catarina (FAED/Udesc), Julice Dias.

As atividades do 11º Seminário Internacional Fazendo Gênero e 13º Congresso Mundos de Mulheres seguem até sexta-feira, 4 de agosto. A programação completa está disponível aqui.

Daniela Caniçali/Jornalista da Agecom/UFSC

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CinePet Debate exibe filme ‘As sufragistas’ nesta sexta-feira

27/03/2017 11:24

O Programa de Educação Tutorial (PET) de Serviço Social promove o CinePet Debate no dia 31 de março, às 14h, no Auditório da Biblioteca Universitária. O encontro é aberto à comunidade universitária.

O filme da vez é As sufragistas, que discute a luta do movimento feminista no início do século XX no contexto europeu, com 106 min de duração. Haverá certificação de 4 horas ao final da atividade, que conta com debate sobre a película.

Mais informações no site.

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Dia Internacional da Mulher tem extensa programação de debates e manifestações

07/03/2017 11:17

8MDurante toda a quarta-feira, dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, uma extensa programação de atividades acontece na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), bem como na cidade de Florianópolis e em todo o país. O movimento marca uma data que não é uma comemoração, e sim uma oportunidade de mobilização, de dar voz às mulheres e de chamar a atenção para as ameaças aos direitos e para as muitas violências sofridas pela mulher em todo o mundo.

Além das palestras e debates, é organizada uma Greve Internacional de Mulheres (GIM), um movimento de mulheres de mais de 40 países. O “Dia sem Mulher” nasceu de um manifesto publicado pelo grupo Women’s March, dos Estados Unidos, inspirado pela mobilização Ni Una Menos, da Argentina. Sob o slogan “Se nosso trabalho não vale, produzam sem nós”, os grupos convocam mulheres de todo o mundo a deixarem os seus postos de trabalho e suas atribuições de cuidado e serviço doméstico para tomarem as ruas por igualdade salarial, respeito e um fim à violência contra a mulher.

A Administração Central da UFSC manifestou-se por meio de uma nota.

Debates, Roda de Conversa e Exposição na UFSC

Várias atividades estão programadas para esta quarta-feira na Universidade. O Sindicato dos Trabalhadores da UFSC (Sintufsc) organiza uma paralisação, com palestra e debate no Auditório da Reitoria. O Laboratório de Ensino de História do Colégio de Aplicação da UFSC (Lehca) promove a mesa-redonda “Dia Internacional da Mulher: feminismo e luta por direitos”, às 9h30, no Auditório do Colégio de Aplicação.

O encontro no Colégio é aberto à comunidade e terá a participação de Eliane Schimidt (servidora de carreira e superintendente do INSS da região sul entre 2005 e 2012), que falará sobre “As mulheres e a proposta de reforma da previdência do governo Michel Temer”. A professora Cristina Scheibe Wolff  (do departamento de História da UFSC) irá discutir sobre “Feminismo e direito das mulheres”.

Uma roda de conversa para marcar o Dia Internacional da Mulher será promovida nesta quarta-feira, 8 de março, às 14h, no varandão do Centro de Comunicação e Expressão (CCE). O evento terá a presença da presidenta da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Maria José Braga, e participação via skype da pesquisadora da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Márcia Veiga. A atividade é promovida pelo Departamento de Jornalismo, Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (Posjor/UFSC), Coletivo Jornalismo sem Machismo, Centro Acadêmico Livre de Jornalismo Adelmo Genro Filho, Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina (SJSC) e Fenaj.

A Biblioteca Central da UFSC promove, também na quarta-feira, a exposição “Elas São: Galeria de Mulheres”. A mostra será inaugurada às 16h e permanecerá aberta à visitação até 30 de abril, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 22h, e aos sábados, das 8h às 17h, no hall do auditório Elke Hering, localizado no piso superior da biblioteca. A exposição reúne dez retratos em acrílico sobre tela de mulheres anônimas e famosas que impactam este tempo com seu modo de existir, seu gesto artístico, político ou intelectual.

A artista plástica autora das obras é a professora universitária e bibliotecária Narcisa Amboni, que escolheu retratar dez mulheres por ser “um número cabalístico, que significa liderança, força e vitória”. As personalidades femininas homenageadas se destacam por sua arte, conhecimento, militância política ou simplesmente por sua presença carismática no mundo.

A Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades (Saad) da UFSC paralisará suas atividades na quarta-feira em solidariedade à Greve Internacional de Mulheres e convidou a comunidade universitária a participar da luta. Leia aqui o Memorando Circular 002/2017/SAAD. A Secretaria distribuirá panfletos e participará de eventos no Centro da Cidade.

Programação em Florianópolis

Organizada pelo 8M Brasil – SC, a programação acontece durante todo o dia e inclui uma marcha de mulheres a partir das 19h. Confira:

06h30 às 9h: Panfletagem e entrega de fita lilás e apitos no Terminal de Integração do Centro (Ticen).

9h às 18h: Tribuna Livre para mulheres, com debates, exibição de vídeos, atividades artísticas, atendimento com profissionais de saúde e do direito, na Tenda do 8MBrasilSC no Largo da Alfândega.

12h30: Hora M – Apitaço Mundial das Mulheres

13h: Concentração e Ato Contra a Reforma da Previdência, em frente ao prédio do INSS, na Rua Felipe Schmidt, com mulheres do campo e da cidade, seguida de panfletagem nas ruas e lojas do Centro.

17h: Assembleia de mulheres para leitura e aprovação do Manifesto 8MBrasilSC, na Tenda do 8MBrasilSC no Largo da Alfândega.

18h: Concentração no TICEN para a Marcha das Mulheres em Florianópolis, com saída às 19h.

Clique nas imagens abaixo para acessar o panfleto do movimento.

UFSC Explica: Feminismo

Em novembro de 2015, a Agecom publicou o UFSC Explica: Feminismo, parte da série que oferece o viés acadêmico, com participação de pesquisadores da Universidade, sobre assuntos em evidência na sociedade. As respostas são da professora Cristina Scheibe Wolff, do Departamento de História da UFSC. Wolff é doutora em História pela Universidade de São Paulo (USP), com pós-doutorado nas universidades de Rennes (França) e Maryland (Estados Unidos). Atualmente, atua como coordenadora do Programa de Pós-Graduação em História e do Laboratório de Estudos de Gênero e História, é uma das editoras da revista Estudos Feministas, além de integrante do Instituto de Estudos de Gênero da UFSC. Sua pesquisa atual trata das relações de gênero na resistência às ditaduras no Cone Sul, nos anos 1960-1980, e do feminismo. Confira no link.

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Laboratório promove mesa-redonda sobre feminismo no Colégio de Aplicação

06/03/2017 09:52

O Laboratório de Ensino de História do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Santa Catarina (LEHCA) promove a mesa-redonda “Dia Internacional da Mulher: feminismo e luta por direitos” no dia 8 de março, às 9h30, no Auditório do Colégio de Aplicação.

O encontro é aberto à comunidade e terá a participação de Eliane Schimidt (servidora de carreira e superintendente do INSS da região sul entre 2005 e 2012), que falará sobre “As mulheres e a proposta de reforma da previdência do governo Michel Temer”. Já Cristina Scheibe Wolff  (do departamento de História da UFSC) irá discutir sobre “Feminismo e direito das mulheres”.

Mais informações no site.

cartaz evento dia da mulher

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UFSC sedia 1º Congresso de Direito das Mulheres em novembro

13/10/2016 09:18

O I Congresso de Direito das Mulheres irá apresentar à comunidade acadêmica o conjunto de atividades e estudos realizados no Projeto de Pesquisa e Extensão “Direito das Mulheres”, concretizados em sua 1ª edição, nos dois semestres de 2016. 14524626_238610433208096_1274117638653549462_o

A programação científica contará com palestras de temáticas relacionadas às mulheres, apresentadas durante os três dias do evento. Os palestrantes participam ou participaram, direta ou indiretamente, da construção do projeto durante este ano e vêm a público trazer sua vinculação com a discussão “Direito” e “Mulheres”.

O congresso apresenta ainda a Mostra Artística.

Mais informações no Facebook.

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Programa ‘Jornalismo em Debate’ aborda cultura do estupro e representação da mulher na mídia

28/06/2016 08:51

A última edição deste semestre do programa Jornalismo em Debate, da Rádio Ponto UFSC, discute como a grande mídia cobriu os casos de estupro coletivo no Rio de Janeiro e no Piauí, observando também a repercussão do assédio do cantor MC Biel a uma jornalista do IG. Participam convidadas envolvidas na produção de um jornalismo feminista. O programa também traz reportagens especiais, incluindo entrevistas e análises de vários especialistas sobre o comportamento da mídia.

Intitulada Cultura do Estupro e Representação da Mulher na Mídia, esta edição já está disponível no MixCloud, assim como as anteriores que abordaram a cobertura midiática da crise política no país.

O Jornalismo em Debate contou com participação das debatedoras Cristina Scheibe Wolff, coordenadora do Laboratório de Estudos de Gênero e História, da Revista Estudos Feministas e organizadora do Fazendo Gênero; Gabriela Duarte, formada em Jornalismo pela UFSC e repórter de Comportamento da editoria de Estilo de Vida do Diário Catarinense; Paula Guimarães, formada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), integrante da Frente Nacional pela Legalização do Aborto e idealizadora do Catarinas; Leila Haddad, graduanda no curso de Jornalismo da UFSC e integrante do Coletivo Jornalismo sem Machismo desde sua criação, em 2014.

O Jornalismo em Debate é um programa criado em 2011 pela Cátedra FENAJ/UFSC de Jornalismo para a Cidadania, uma parceria entre o Curso de Jornalismo da UFSC e a FENAJ. Sua proposta é discutir a atuação e cobertura da mídia e sua influência sobre acontecimentos de relevância nacional e internacional. Até 2013, fez parte da grade normal da Rádio Ponto, a webestação laboratório do Jornalismo da UFSC. Em 2016, voltou ao ar em edições especiais. É produzido pelos estudantes do Curso de graduação, em equipes formadas pelos bolsistas e voluntários da emissora.

Mais informações pelos telefones (48) 3721-9986/9898

 

 

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Ato reúne comunidade universitária por fim da violência contra a mulher

09/06/2016 16:12
Reitor Luís Cancellier e vice-reitora Alacoque Erdmann participam de ato pelo fim da violência contra a mulher na quinta-feira, dia 9. (Foto: Pipo Quint/Agecom/UFSC)

Reitor Luís Cancellier e vice-reitora Alacoque Erdmann participam de ato pelo fim da violência contra a mulher na quinta-feira, dia 9. (Foto: Pipo Quint/Agecom/UFSC)

Uma manifestação organizada pela Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades (SAAD) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi realizada nesta quinta-feira, 9 de julho, na Praça da Cidadania, no Campus Florianópolis. Durante o ato, foram distribuídas fitas da cor lilás como forma de apoio à causa, e um grande painel foi disponibilizado para que os participantes pudessem expressar suas opiniões.

O evento, intitulado “A UFSC diz não à violência contra a mulher”, contou com a participação de professores, técnicos-administrativos em Educação e estudantes que passavam pelo local no horário entre 11h30 e 12h30. O reitor Luís Cancellier e a vice-reitora Alacoque Erdmann estiveram presentes. A secretária de Ações Afirmativas e Diversidades, Francis Tourinho, também participou, assim como outros membros da Administração Central.

O ato aconteceu simultaneamente nos campi da UFSC de Blumenau e Curitibanos.

“A violência contra a mulher precisa estar sempre em debate, se queremos uma sociedade justa, que respeite as diferenças, que saiba lidar com a natureza humana. A universidade, como instituição que forma cidadãos e gera conhecimento, deve promover o melhor viver em sociedade”, ressalta a vice-reitora Alacoque. “Tem que estar à frente, abrindo caminhos, mostrando caminhos positivos. Como instituição, a Universidade precisa promover a justiça e construir a civilidade humana,” acrescentou.
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Debate ‘Feminismos e direito ao corpo’ ocorre nesta sexta

05/04/2016 17:38

se-a-ufsc-fosse-nossaO debate “Feminismos e direito ao corpo”, promovido pelo movimento Se a UFSC fosse NOSSA, encerra as atividades da ‘Calourada contra Opressões’ nesta sexta-feira, 8 de abril, às 18h, no auditório do Centro Socioeconômico (CSE). Participam do evento Lola Aronovich, blogueira; Lígia Moreira Sena, a “cientista que virou mãe”, criadora da primeira plataforma de conteúdo produzido apenas por mulheres para mães brasileiras; e Vitória de Macedo Buzzi, advogada e autora do livro Pornografia de Vingança. O objetivo do debate é discutir e produzir conhecimento sobre as questões de gênero na universidade.

Mais informações na página do movimento Se a UFSC fosse NOSSA.

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UFSC Explica: Feminismo

11/11/2015 18:00

Quanto mais fácil se comunicar, mais fácil discutir. Mas também é mais importante discernir informação de preconceito ou falsos conhecimentos. A série “UFSC Explica” oferece o viés acadêmico, com participação de pesquisadores da instituição, sobre assuntos em evidência na sociedade. O primeiro é o feminismo, em destaque pela redação a respeito de violência contra a mulher e pela questão sobre construção de gênero, ambas no último Enem; pelos protestos em várias cidades brasileiras e por constantes notícias. Para falar dele, apresentamos perguntas básicas à professora Cristina Scheibe Wolff, do Departamento de História da UFSC. Ela é doutora em História pela Universidade de São Paulo (USP), com pós-doutorado nas universidades de Rennes (França) e Maryland (Estados Unidos). Atualmente, atua como coordenadora do Programa de Pós-Graduação em História e do Laboratório de Estudos de Gênero e História, é uma das editoras da revista Estudos Feministas, além de integrante do Instituto de Estudos de Gênero da UFSC. Sua pesquisa atual trata das relações de gênero na resistência às ditaduras no Cone Sul, nos anos 1960-1980, e do feminismo. Também apresentamos sugestões de leitura levantadas pela professora e grupos de pesquisa da UFSC que trabalham a questão.

Confira a repercussão do UFSC Explica no Facebook.

1. O que é feminismo?

Mulher vota na primeira eleição aberta ao voto feminino no Brasil, em maio de 1933, no Rio de Janeiro. Fonte: Agência O Globo.

Mulher vota na primeira eleição aberta ao voto feminino no Brasil, em maio de 1933, no Rio de Janeiro. Fonte: Agência O Globo

Em minha opinião, podemos falar de feminismo de duas formas: feminismos são movimentos de mulheres contra a opressão, preconceitos e violências que sofrem por serem mulheres, ou seja, baseados no gênero. E, ao mesmo tempo, feminismo é um conjunto de ideias que se contrapõe às construções de gênero vigentes na nossa sociedade, que implicam uma superioridade masculina. Nesse sentido, o feminismo propõe a equidade entre mulheres e homens, em termos de direitos, lugares sociais, possibilidades.
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Mostra de filmes aborda desafios dos feminismos no 10º Fazendo Gênero

11/09/2013 09:11

A décima edição do Seminário Internacional Fazendo Gênero 10, que será realizado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis, de 16 a 20 de setembro, terá na programação Mostra Audiovisual com 26 filmes recentes, nacionais e internacionais que discutem os atuais desafios dos feminismos.

Entre as produções, estarão dois filmes da diretora brasileira Tizuka Yamasaki: Gaijin – Ama-me como eu sou (2005), vencedor do 33ª Edição do Festival de Gramado, e A Reacionária do Pantanal (2012), episódio de 25 minutos que integra a série co-produzida pela Rede Globo As Brasileiras, que exibiu histórias de mulheres do Norte ao Sul do País.A Mostra Audiovisual pretende ser um espaço de reflexão sobre os rumos da antropologia visual (e dos documentários contemporâneos). Mais que um registro, marca o discurso na imagem.

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Veja e leia o feminismo

22/02/2012 13:30

“Veja e leia o feminismo em páginas reviradas. (1968-1989)”, é o título da defesa de dissertação de Cíntia Lima Crecêncio, no próximo dia 27, às 9 horas, na Sala 10 do Departamento de História da UFSC. Na banca as professoras Cristina Scheibe Wolff (orientadora), Suely Gomes Costa (UFF), Tânia Regina de Oliveira Ramos (CCE/UFSC e Joana Maria Pedro (UFSC).

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Feminismo e Maternidade

05/04/2011 08:24

Palestra nesta quarta-feira, 6 de abril, com a professora Lucila Scavone, da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp). Auditório do CFH, 10h30min. Promoção do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social e Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas.

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Feminismo e maternidade

04/04/2011 09:04

O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social e o doutorado interdisciplinar em Ciências Humanas promovem no próximo dia 6, quarta-feira, das 10h30min às 12 horas, no Auditório do CFH, a palestra “Feminismo e Maternidade”, com a professora Lucila Scavone, da Universidade Estadual de São Paulo(Unesp).

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