Divulga UFSC – 14/10/2026 – Edição 2590
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A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) comunica, com pesar, o falecimento de Neila Maria Viçosa Machado, professora aposentada do departamento de Nutrição. Ela faleceu nesta segunda-feira, 12 de outubro, aos 75 anos. 
Nascida em Porto Alegre, Neila era formada em Nutrição pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e tinha mestrado em Educação pela UFSC. Com experiência em Análise Nutricional de População, fez parte do grupo de pesquisa TearSAN – Teia de Articulação pelo Fortalecimento da Segurança Alimentar e Nutricional. Ela se aposentou em fevereiro de 2016, após trabalhar por 31 anos no departamento de Nutrição da UFSC, onde iniciou em 1984.
A despedida será realizada nesta terça-feira, 13 de outubro, das 10 às 14 horas, na Capela Vaticano, localizada na rua Pastor William Richard Schisler Filho, 452, Itacorubi, em Florianópolis.
A UFSC manifesta solidariedade a familiares e amigos de Neila neste momento de luto.
O curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), campus de Curitibanos, tornou-se o primeiro do estado a receber o Selo de Conformidade 2027/2028 na categoria Ensino, concedido pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (Crea-SC). A entrega ocorreu nesta sexta-feira, 9 de outubro, na sede da entidade. O reconhecimento coloca o curso do Planalto Catarinense na vanguarda de um programa que o Conselho vem apresentando às Instituições de Ensino Superior (IES) como ferramenta de aproximação entre a formação acadêmica e o exercício profissional.
Segundo o Crea-SC, este programa é destinado a destacar a regularidade cadastral de cursos de graduação e pós-graduação vinculados às áreas de abrangência do Sistema Confea/Crea. A iniciativa não avalia a qualidade pedagógica dos cursos, mas sua conformidade com os critérios legais e cadastrais. O programa prevê o reconhecimento individual de cursos e também o Selo Ouro, destinado às instituições que tenham 100% dos cursos regulares em conformidade.
O selo, que tem validade de dois anos, foi concedido ao curso de Curitibanos após uma agenda de aproximação entre o Conselho e a UFSC. Em setembro de 2026, o presidente do Crea-SC, Kita Xavier, reuniu-se com o reitor Amir de Oliveira para apresentar o programa à nova gestão da instituição. Na ocasião, a apresentação foi conduzida pela assessora de Apoio às Instituições de Ensino do Crea-SC, Fernanda Meybom Machado. “A proposta é facilitar o diálogo, reconhecer as instituições que mantêm seus cursos em conformidade com o Sistema Confea/Crea e contribuir para que os estudantes tenham, desde a formação, uma relação mais próxima com o Conselho”, afirmou Fernanda.
No mesmo encontro, Kita Xavier destacou o desejo do Conselho de “construir uma relação cada vez mais próxima com as universidades”. Também participaram da reunião o diretor de Aperfeiçoamento Profissional do Crea-SC, Fábio Fiates; o assessor de Integração Profissional, Rodrigo Espíndola; o assessor da Presidência e coordenador da Unicrea, Eduardo Bridi; e o diretor do Centro Tecnológico (CTC) da UFSC, Sérgio Peters.
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A comunidade acadêmica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) expressa sua total e irrestrita solidariedade à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em razão dos incêndios que afetaram as instalações daquela instituição, destruindo, além do patrimônio, histórias, trajetórias acadêmicas e projetos, interrompendo tragicamente anos e anos de trabalho árduo de pesquisadores e pesquisadoras.
As instituições federais de ensino superior alertam há anos sobre a redução histórica de recursos capazes de prover a adequada e necessária manutenção das Instituições. Esperamos que as causas do incêndio sejam desvendadas o mais rapidamente possível.
Nossa comunidade está à disposição dos e das colegas da UFPE para colaborar na retomada de pesquisas e compartilhar, para além da dor das perdas, nossa dedicação à ciência, ao conhecimento e à formação de cidadania.
Administração Central da UFSC

33ª Exposição de Artes Visuais dos Servidores da UFSC. A visitação é gratuita e segue até 30 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, no hall da Reitoria. Fotos: Gustavo Diehl | Secom
“Em tempos tão difíceis para a cultura e para a arte, ocupar esse espaço com nossas criações ganha ainda mais significado. Criar é resistir. Expor é compartilhar. A arte é também uma forma de cuidado: ela nos sensibiliza, provoca, acolhe, dá sentido e, tantas vezes, oferece um pouco de alento quando o mundo parece pesado demais.” As palavras são de Rosiane Rosa Guimarães, servidora técnico-administrativa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e uma das participantes da 33ª Exposição de Artes Visuais dos Servidores da UFSC, cuja abertura foi nesta quarta-feira, 7 de outubro, no andar térreo da Reitoria. A visitação é gratuita e segue até 30 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19 horas.
No espaço escolhido, onde todos os dias circulam papéis, processos e passos apressados, pinturas, esculturas, fotografias, aquarelas e desenhos passam a compor também o cotidiano da instituição. A mostra é realizada pela Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), e comemora o Dia do Servidor Público – 28 de outubro -, e, sobretudo, revela aquilo que os servidores criam para além das salas de aula e das mesas de trabalho.
A abertura foi embalada pela música do grupo 14 Cordas. Vinculado ao projeto Orkextra UFSC e formado por dois violinos e um violão, o trio escolheu a música brasileira como fio condutor: de Pixinguinha a Marisa Monte, de Tom Jobim a Jota Pê e Ramón Sixto, as cordas deram voz ao encontro entre quem expõe e quem contempla. A vice-reitora Felipa Amadigi, a chefe de Gabinete Cátia Regina Silva de Carvalho Pinto, e a secretária de Cultura e Arte Maria de Lourdes Alves Borges prestigiaram a exposição.
“Já faz parte da história da universidade”, resume Andréa Búrigo Ventura, servidora da SeCArte e coordenadora da equipe envolvida na realização do evento. Ela recorda que a mostra nasceu na galeria de artes do Centro de Convivência, percorreu outros espaços institucionais ao longo dos anos e, nesta edição, chega ao hall da Reitoria I — um local de passagem que, por algumas semanas, convida à pausa.
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O Centro de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Santa Catarina (CCB) realiza, nos dias 15 e 16 de outubro, o II Seminário Inova CCB, em Florianópolis. O evento integra as comemorações dos 50 anos do CCB e propõe um espaço de encontro entre universidade, governo, empresas e profissionais para ampliar conexões e discutir caminhos para transformar conhecimento científico em inovação e impacto para a sociedade. As atividades serão realizadas no Auditório do CCB, Bloco E, térreo, no campus da UFSC. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas por meio de formulário on-line.
A programação começa na quinta-feira, 15 de outubro, às 14h, com a mesa de abertura Ciência, inovação e sociedade: conexões para transformar desafios das Ciências Biológicas. O encontro reunirá representantes da Reitoria da UFSC, da Direção do CCB, da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PROPESQ/UFSC), da Secretaria de Inovação (SINOVA/UFSC), do Conselho Regional de Biologia da 9ª Região (CRBio-09), da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação de Santa Catarina (SCTI) e do INOVA CCB. Ao longo dos dois dias, o seminário abordará diferentes aspectos relacionados à inovação nas Ciências Biológicas. Entre os temas estão inovação em biotecnologia, inovação em saúde, inovação e biodiversidade, empreendedorismo e novas trajetórias profissionais, propriedade intelectual e transferência de tecnologia, além de recursos e fontes de fomento.
A programação inclui palestras, painéis, bate-papos com empreendedores e momentos destinados ao networking, possibilitando a troca de experiências e a aproximação entre pesquisadores, estudantes, profissionais, instituições e empresas. O seminário também contará com a participação de representantes de instituições e organizações que atuam em pesquisa, inovação, empreendedorismo e desenvolvimento tecnológico. Empresas, startups e iniciativas inovadoras também estarão presentes. Mais informações: INOVA CCB
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Abertura do curso de Iniciação ao Ambiente Institucional UFSC 2026, no Auditório da Reitoria. Fotos: Gustavo Diehl | Agecom | Secom
Toda trajetória na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) começa com encontros: de pessoas, espaços e possibilidades. Para os servidores técnico-administrativos em educação (TAEs) que recém chegaram à UFSC, um desses encontros ocorreu na tarde desta segunda-feira, 5 de outubro, durante a abertura do curso de Iniciação ao Ambiente Institucional, no Auditório da Reitoria.
Oferecida pela Coordenadoria de Capacitação de Pessoas (CCP), vinculada ao Departamento de Desenvolvimento de Pessoas (DDP) da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp), a formação é destinada aos TAEs em estágio probatório. Seu objetivo é acolher e integrar os novos servidores, oferecendo informações para que você inicie suas atividades com segurança e confiança.
O encontro presencial também foi transmitido pela internet, permitindo o acompanhamento de servidores dos demais campi da UFSC. A programação incluiu as participações dos gestores que compuseram a mesa de abertura, apresentação artístico-cultural do Coral Encantos e a palestra “E aí? Agora na UFSC”, ministrada pela professora do Programa de Pós-Graduação em Administração Universitária (PPGAU) Carla Búrigo. A atividade foi encerrada com um café de socialização na antessala do auditório.
O reitor Amir Antônio Martins de Oliveira Júnior; a vice-reitora Felipa Rafaela Amadigi; o pró-reitor de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas Paulo Eduardo Botelho; a pró-reitora adjunta Mônica Scoz Mendes; e a diretora do DDP Mônica Feitosa de Carvalho Pedrozo Gonçalves foram os interlocutores da gestão com o público presente. A coordenadora de Capacitação de Pessoas Cheryl Maureen Daehn realizou o cerimonial.
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Estão abertas as inscrições para o I Colóquio SOCIODIR – Racismo estrutural, jurisdição e Estado após ADPF 973. A atividade promove o diálogo a partir do recente julgamento da ADPF 973, em que o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu o racismo estrutural no Brasil e as violações aos direitos da população negra. A conversa será em torno da questão: o que o reconhecimento jurídico do racismo estrutural passa a exigir do Estado, da jurisdição e de suas instituições?
As inscrições podem ser realizadas pelo sistema de inscrições.
O evento será realizado no dia 4 de novembro, das 14h às 17h, no Auditório da Academia Judicial do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ). A roda de conversa recebe a participação da Juíza Auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), Cristine Schutz da Silva Mattos. A magistrada integra o Comitê de Equidade de Gênero, Raça e Diversidades (CEGRAD/TJSC).
A realização do encontro é uma parceria entre o SOCIODIR e o Tribunal de Justiça de Santa Catarina, o Grupo de Pesquisa e Extensão Poder, Controle e Dano Social (UFSC), a Cátedra Antonieta de Barros (UFSC) e o Instituto Memória e Direitos Humanos (IMDH/UFSC).
Estão abertas até 10 de outubro as inscrições para os Jogos de Integração dos Servidores (JIS), promovidos pela Secretaria de Esporte e Bem-Estar (SESPORTE/UFSC). A sexta edição do evento tem finalidade de promover a integração entre os servidores da Universidade Federal de Santa Catarina, fortalecer os vínculos entre os diferentes segmentos da comunidade universitária e estimular valores de cooperação, trabalho em equipe, inclusão, prática esportiva, lazer e bem-estar, além da competição.
Em 2026, o JIS contará com as modalidades de Basquetebol Masculino, Bocha Feminino e Masculino, Canastra Duplas Livre, Corrida de Revezamento Mista, Dominó Duplas Livre, Futebol Suíço Masculino, Futsal Feminino, Voleibol Masculino e Feminino e Xadrez Livre. Podem participar servidores docentes e técnico-administrativos em educação (TAEs) ativos da UFSC.
Confira o regulamento, acesse a ficha de inscrição JIS 2026 e o Termo Responsabilidade JIS 2026.
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Luiz Carlos Cancellier de Olivo. Quem conviveu com o professor conta que ele encontrava nas flores a mesma paciência que dedicava às pessoas: o cuidado de quem sabe que as coisas boas levam tempo para florescer. Para os amigos e familiares, era simplesmente “Cau”, um homem de conversa fácil, que acreditava no diálogo como forma de resolver conflitos e que tratava a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) não apenas como um local de trabalho, mas um projeto de vida.
Nascido em Tubarão, no sul catarinense, em 13 de maio de 1958, Cancellier era filho de uma costureira e de um operário e cresceu ao lado dos dois irmãos, Júlio e Acioli. Chegou à UFSC em 1977, como estudante de Direito, em um Brasil ainda sob a ditadura militar. Jovem, engajou-se no movimento estudantil e nas campanhas pela redemocratização, mesmo sob o risco de prisão. O envolvimento com a vida pública o levou a interromper os estudos para se dedicar ao jornalismo, carreira que o conduziu a Brasília, onde foi assessor parlamentar no Senado Federal entre 1992 e 1994.
Em 1995, voltou à UFSC – e dela não saiu mais. Retomou o curso de Direito, graduando-se em 1998, tornou-se mestre em 2001 e doutor em 2003, no Centro de Ciências Jurídicas (CCJ), com a tese “A reglobalização do Estado e da Sociedade em rede na era do acesso”. Em paralelo, construiu uma trajetória sempre próxima da gestão pública: foi assessor da presidência do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especializou-se em Gestão Universitária e Direito Tributário e, em 2003, atuou como coordenador-geral da Secretaria de Estado da Saúde (SES).
Foi em 2005 que ingressou como professor do CCJ, lecionando disciplinas de Direito Administrativo. A partir dali, a ascensão foi rápida e marcada pela confiança dos colegas: coordenador do curso e membro do Conselho Universitário (CUn) em 2008, chefe de departamento por três anos a partir de 2009, presidente da Fundação José Arthur Boiteux e, no início de 2012, diretor do CCJ.
Em 2015, encabeçou a chapa “A UFSC pode mais”, ao lado da professora Alacoque Lorenzini Erdmann, e venceu a eleição para a Reitoria. Tomou posse em maio de 2016 com uma frase que hoje soa como síntese de sua forma de estar no mundo: “Por mais que as dificuldades surjam, uma palavra de conciliação, de abertura e de diálogo sempre pode trazer uma luz”. Sua gestão apostou na descentralização administrativa e na participação dos centros e unidades nas decisões, com a meta de unir excelência acadêmica e eficiência na administração.
O mandato foi tragicamente interrompido em 14 de setembro de 2017, quando Cancellier foi preso e afastado do cargo. Liberado dias depois, recebeu a proibição de entrar na Universidade e de manter contato com os colegas de trabalho – afastado, portanto, do lugar ao qual dedicara toda a vida. Em 2 de outubro de 2017, uma segunda-feira, o reitor partiu. Nos anos seguintes, consolidou-se na comunidade acadêmica e fora dela a compreensão de que Cancellier foi vítima de abusos e arbitrariedades cometidos por agentes públicos das áreas policial e judicial, agravados por uma cobertura sensacionalista e superficial de parte dos meios de comunicação.
A homenagem

Homenagem ao professor e ex-reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo. Fotos: Gustavo Diehl/Agecom/UFSC
Na manhã desta sexta-feira, 2 de outubro, a comunidade universitária, amigos e familiares se reuniram no Jardim Cancellier, localizado no CCJ da UFSC, para recordar sua trajetória e preservar seu legado, após nove anos de sua morte. As orquídeas de que Cancellier tanto gostava foram plantadas em um lugar especial que leva o seu nome, construído em dezembro de 2023 com o apoio da Fundação José Arthur Boiteux (Funjab), Fundação Stemmer para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (Feesc) e Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (Fepese). O espaço também abriga uma escultura do artista Plínio Verani.
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O projeto CIDAD, programa de extensão da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e da Biblioteca Universitária da Universidade Federal de Santa Catarina (BU), abriu as inscrições para uma edição especial do seu minicurso online Negacionismo e Argumentação, ministrado pelo professor José Claudio Matos.
Partindo de trechos da obra Fedro, escrita por Platão, a atividade promove uma discussão sobre retórica e persuasão para refletir sobre as formas como influenciadores digitais impactam o debate público. O minicurso se divide em dois encontros, dias 20 e 27 de outubro, das 19h às 21h. As aulas serão realizadas em sala virtual divulgada por e-mail aos inscritos. A atividade é gratuita, aberta a todas as pessoas e emite certificados aos participantes, com vagas limitadas.
José Claudio Matos é professor da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e um dos coordenadores do CIDAD. Doutor em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP) e em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Mestre e graduado em Filosofia pela UFSC.
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A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) prepara a edição 2026 do Novembro Negro, que reunirá, ao longo de todo o mês de novembro, atividades alusivas ao Dia da Consciência Negra.
Construído coletivamente, o evento contará com ações promovidas por cursos, unidades acadêmicas, coletivos e setores administrativos da Universidade. A programação poderá incluir palestras, oficinas, exposições, apresentações artísticas, atividades culturais afro-brasileiras e outras iniciativas relacionadas ao enfrentamento ao racismo e à valorização da cultura, da história e da presença negra na UFSC.
A Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe) convida os setores administrativos, os coletivos e as unidades acadêmicas da UFSC a inscreverem suas iniciativas na programação unificada. A participação dos diferentes segmentos contribuirá para ampliar a mobilização e o envolvimento da comunidade universitária na construção do evento.
As unidades e os coletivos interessados devem preencher o formulário de inscrição até 6 de outubro de 2026. O envio deve ser realizado dentro do prazo mesmo que a programação da atividade ainda não esteja totalmente definida ou organizada.
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Antecipar eventos climáticos extremos nunca foi uma tarefa fácil – e se tornou ainda mais crítica com o aquecimento global -, principalmente quando se busca mitigar ou evitar impactos negativos sobre as atividades humanas. No setor de petróleo e gás, a dificuldade em prever esses eventos pode gerar situações de risco operacional, como danos às plataformas, ameaças à segurança das pessoas e prejuízos ao meio ambiente. Com esse objetivo foi lançado o Sistema de Análise de Risco Climático (SARC), que gera dados e informações de grande valor para o planejamento estratégico, tático e operacional e para o apoio à tomada de decisão.
Financiado pela Petrobras, o SARC mobiliza a infraestrutura científica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a tecnológica da Appix Inovação e Tecnologia. O sistema foi desenvolvido no Laboratório de Oceanografia Costeira (LOC), do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM) da UFSC, sob a coordenação do professor Antonio Fernando Härter Fetter Filho, e conta com a participação do Programa de Pós-Graduação em Oceanografia (PPGOceano). A equipe reúne oceanógrafos, meteorologistas, estatísticos e desenvolvedores de software, além de profissionais das áreas de web design, programação e sistemas de informação.
“Nosso desafio é transformar os resultados dos modelos climáticos globais em informações relevantes para as condições da costa brasileira e para as operações no mar. O SARC aproxima esse conhecimento científico de quem precisa planejar, avaliar riscos e definir medidas de adaptação às mudanças climáticas”, destaca o professor Fetter.
O trabalho da universidade abrange tanto a análise dos processos atmosféricos e oceânicos quanto a transformação dos resultados em informações utilizáveis fora do ambiente acadêmico. Ao reunir pesquisa, formação de especialistas e desenvolvimento de ferramentas, a iniciativa busca ampliar a capacidade de planejamento diante de um clima em transformação. Com essa integração entre universidade e empresa, a expectativa é converter conhecimento científico em subsídios práticos para tornar as operações no mar (offshore) mais seguras e preparadas para os efeitos das mudanças climáticas.
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O pró-reitor de Planejamento e Orçamento da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Vladimir Fey, apresentou ao Conselho Universitário (CUn), nesta terça-feira, 29 de setembro, um panorama do orçamento da instituição para 2026. Diante da relevância do assunto, alguns conselheiros propuseram que ele seja discutido periodicamente pelo colegiado. A comunidade pôde acompanhar a sessão pelo canal do CUn no Youtube.
Durante a apresentação, Vladimir contextualizou a elaboração do orçamento das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) e explicou conceitos e normas relacionados ao tema. Segundo ele, mesmo diante das dificuldades orçamentárias, é importante compreender como os recursos se distribuem entre as categorias de despesas. O orçamento da UFSC é composto por despesas obrigatórias, discricionárias e emendas parlamentares. A maior parcela corresponde às despesas obrigatórias, que incluem o pagamento de pessoal ativo, encargos sociais, benefícios e aposentadorias.
Dos cerca de R$ 2,3 bilhões previstos na Lei Orçamentária nº 15.346, sancionada pela Presidência da República em 14 de janeiro de 2026, a gestão da UFSC tem liberdade efetiva para decidir a aplicação de apenas R$ 175 milhões, afirmou o pró-reitor. Ele procurou desfazer uma interpretação equivocada sobre a parcela destinada a pessoal: “Há quem diga: mas é muito dinheiro para o pagamento de pessoal da Universidade. Não é! É muito comum as pessoas esquecerem que, dentro desse montante, estão também os inativos, que não estão inclusos na maior parte das organizações. O aposentado, normalmente, está no INSS. No nosso caso, o Ministério repassa o orçamento para a Universidade e ela paga os seus aposentados”, explicou. Quanto a essas despesas, a Universidade não tem “em nenhuma hipótese, condições de alterar esse montante ou rubricas”, disse.
As despesas discricionárias, por sua vez, somam cerca de R$ 233 milhões e se dividem em três partes: custeio (material de consumo, passagens, diárias e contratos de serviços), capital (obras e equipamentos) e receitas próprias. “A Universidade tem 450 mil metros quadrados de área construída e recebeu R$ 3,5 milhões para fazer qualquer benfeitoria, obra e aquisição de equipamentos. É naturalmente insuficiente. Essa não é só a nossa realidade, é sim a de todas as universidades federais”, alertou o pró-reitor.
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A Secretaria de Esporte e Bem-Estar (Sesporte) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) lançou o Edital de Apoio às Associações Atléticas, que tem como objetivo estimular a prática esportiva e fortalecer as ações desenvolvidas pelas associações da Universidade. Por meio do edital, as associações atléticas contempladas poderão receber materiais esportivos destinados à promoção e ao desenvolvimento de atividades esportivas, incluindo bolas para cinco modalidades esportivas e cones.
Podem participar do edital as Associações Atléticas da UFSC devidamente regularizadas, constituídas como associações civis, sem fins lucrativos, de caráter desportivo e social, com finalidade educacional e reconhecidas junto à Universidade.
As entidades interessadas deverão atender aos requisitos estabelecidos na Resolução Normativa nº 56/CUn/2015 e às demais condições previstas no edital.
A ação da SESPORTE é voltada ao fortalecimento do esporte universitário e à ampliação das oportunidades de prática esportiva para a comunidade acadêmica, reconhecendo o papel das associações atléticas na organização e promoção de atividades esportivas, de integração e de convivência universitária. As associações interessadas devem consultar o edital para verificar os critérios, documentos necessários, prazos e procedimentos para participação.
Veja os documentos:
O professor titular do departamento de História, Sílvio Marcus de Souza Correa, foi um dos dois brasileiros selecionados para o programa de pesquisadores visitantes do Fondation Maison des Sciences de l’Homme (FMSH), instituição referência na França dedicada às ciências humanas e sociais fundada pelo historiador francês Fernand Braudel, em 1963.
O projeto a ser desenvolvido durante a nova estadia na França é uma pesquisa de proveniência sobre a coleção de arte africana do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro. Essa coleção com uma centena de peças foi comprada no início dos anos 1960 e, depois, outras peças passaram a ser adquiridas pelo museu por compra ou doação. A pesquisa busca reconstruir a cadeia de custódia dessas peças, mas também o percurso desses objetos de arte africanos durante a sua “vida museal” por meio de uma história das exposições no MNBA, mas também em exposições temporárias em outras capitais brasileiras.
De acordo com o professor, um estudo comparativo entre certas peças da coleção de arte africana do MNBA e outras das coleções museológicas da França permitirá avançar no estudo das coleções africanas nos museus do Brasil. Ele não descarta a possibilidade de haver objetos nas coleções africanas nos museus do Brasil cuja proveniência suscita dúvidas quanto à licitude ou à legitimidade da aquisição por colecionadores antes desses objetos serem vendidos ou doados para as instituições.
Além de retomar as suas atividades junto ao Instituto Nacional de História da Arte (INHA) de Paris, instituição associada ao projeto, o pesquisador planeja participar do simpósio internacional organizado pelo Fundo de Pesquisa de Proveniência e pelo Centro Marc Bloch a ser realizado no Museu do quai Branly-Jacques Chirac em meados de novembro. Ainda na agenda internacional do pesquisador está prevista a sua participação no evento Restituição: os objetos de arte em questão, no Grand Hall da FMSH.
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O Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGO) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) ainda está selecionando integrantes para participar da pesquisa clínica que busca avaliar diferentes tipos de resinas utilizadas em restaurações de dentes. O objetivo do projeto é avaliar aparências dentárias, principalmente a capacidade de combinar a cor da restauração com a cor natural do dente, além de acompanhar como essa cor e a qualidade do procedimento se mantêm ao longo do tempo. A equipe da pesquisa é formada pelos estudantes Caroline Meurer Luiz, Jorge Perdigão, Mateus Macedo Hostin, Luana Warmling, Fernanda Tramontin, Haysla Lima, Sheila Stolf, Guilherme C. Lopes.
Podem participar pessoas que tenham necessidade de trocar restaurações antigas de amálgama ou que apresentem cáries em dentes posteriores. Também é necessário ter pelo menos três dentes posteriores que possam ser restaurados dentro da pesquisa. Antes do tratamento, será realizada uma avaliação odontológica, incluindo exames radiográficos.
Em seguida, os dentes serão restaurados com diferentes tipos de resinas compostas, seguindo todos os procedimentos necessários para garantir a qualidade e a segurança do tratamento. Após a realização das restaurações, serão feitas avaliações periódicas para acompanhar os resultados. Os participantes serão avaliados imediatamente após o tratamento e novamente após 6 meses, 1 ano, 18 meses e 2 anos. Durante essas avaliações, serão observadas características como a aparência, a combinação da cor da restauração com o dente natural, possíveis sensibilidades e a condição geral das restaurações.
Além da avaliação realizada pelos profissionais, os próprios participantes poderão informar como percebem a aparência e a combinação de cor das restaurações com seus dentes. Também será utilizado um equipamento digital específico para avaliar de maneira precisa possíveis alterações na cor das restaurações ao longo do tempo. As restaurações e todas as avaliações da pesquisa serão realizadas na clínica da pós-graduação do Bloco D do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFSC. A participação permitirá receber o acompanhamento odontológico previsto no estudo e contribuirá para o desenvolvimento de tratamentos restauradores cada vez mais estéticos, duradouros e adequados às necessidades dos pacientes.
As inscrições podem ser feitas pelo WhatsApp (48) 99174-0456.