Divulga UFSC – 04/09/2026 – Edição 2564
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A Secretaria de Inovação e Relacionamento Externo da Universidade Federal de Santa Catarina prorrogou as inscrições para o ciclo 2026/2 do Sinova UFSC Startup Mentoring, programa que tem como objetivo transformar ideias de negócio ainda em fase inicial em modelos de negócios inovadores e sustentáveis. Esse processo ocorre por meio de Metodologias Ativas, Aprendizagem Baseada em Problemas e Design Thinking, em que os participantes vivenciam o passo a passo da criação de uma startup.
O programa tem duração de 15 semanas e é dividido em sete módulos temáticos, pensados para o desenvolvimento prático das ideias. As etapas consistem em: Diagnóstico, Problema/Oportunidade, Validação problema e solução, Modelagem de Negócio, MVP/Protótipo, Conquista de Clientes e Pitch.
Além disso, os participantes terão acesso a mentorias disponibilizadas semanalmente com os principais nomes do ecossistema de inovação do Brasil, que irão compartilhar suas experiências e conhecimento acerca do aprimoramento de negócios inovadores.
Os interessados em participar do Mentoring devem ler o edital e preencher o formulário até a próxima segunda-feira (7). Mais informações aqui.
O Programa de Pós–Graduação em Agroecossistemas, do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Santa Catarina, abriu as inscrições para seleção de candidatos ao Mestrado Acadêmico para ingresso imediato. O prazo de inscrições vai até 15 de setembro. O edital está disponível aqui.
Os candidatos deverão se inscrever no site http://www.capg.ufsc.br/inscricao/, preenchendo a ficha de inscrição, que deverá ser encaminhada, junto com a documentação solicitada no edital para o e-mail selecao.ppga@contato.ufsc.br em um arquivo em pdf. Há 17 vagas disponíveis, com reserva das ações afirmativas.
As inscrições são gratuitas. Serão contemplados com bolsa dois estudantes aprovados que atendam aos critérios de seleção de bolsistas e linhas temáticas estabelecidos no Edital nº 43/2026/FAPESC. Mais informações sobre o processo podem ser obtidas no email ppga@contato.ufsc.br.

Ato na UFSC, na Sala dos Conselhos, firmou parceria da Universidade com a CDL. Fotos: Gustavo Diehl | Agecom
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) firmou, na manhã desta sexta-feira, 4 de setembro de 2026, uma parceria com entidades que integram a Aliança por Floripa, iniciativa da sociedade civil voltada à reinserção de pessoas em situação de rua. Realizada na Sala dos Conselhos, no prédio da Reitoria, a assinatura marcou o início de uma colaboração que une o cuidado com os espaços públicos, a inclusão social e a aproximação entre a Universidade e a sociedade.
Participaram do ato o reitor da UFSC, Amir de Oliveira; a vice-reitora, Felipa Amadigi; a chefe de Gabinete, Cátia Regina Silva de Carvalho Pinto; a pró-reitora de Administração, Mayara Teodoro Bellettini; o assessor institucional Carlos Alberto Marques; e o diretor-geral do Gabinete, Pedro Manique Barreto. Também estiveram presentes os dirigentes da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (ACIF), Célio Antônio Bernardi Júnior; da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Florianópolis, Eduardo Koerich; e do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) Centro, Marcelo de Bem.
O encontro também reuniu pessoas diretamente envolvidas na iniciativa. Trabalhadores da Aliança por Floripa acompanharam a assinatura e ajudaram a dar um sentido concreto ao acordo: o de que a recuperação dos espaços da Universidade também pode representar oportunidades, reconstrução de trajetórias e fortalecimento de vínculos com a sociedade.
Conforme o Termo de Doação de Serviços, o documento formaliza a realização de ações de zeladoria, conservação e melhoria dos espaços externos do Campus Trindade, em Florianópolis. As atividades serão prestadas gratuitamente, sem qualquer ônus ou encargo para a UFSC. Todos os custos necessários à execução — como mão-de-obra, transporte, equipamentos, ferramentas, materiais e equipamentos de proteção individual — serão assumidos pela CDL.
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A Pró-Reitoria de Graduação e Educação Básica (Prograd) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove, no dia 15 de setembro, terça-feira, a conferência A IA no contexto universitário. O evento ocorre às 18h no Auditório da Reitoria, Campus Trindade, e integra um ciclo de debates sobre Inteligência Artificial na UFSC, com debates e reflexões sobre as novas tecnologias e seus impactos e possibilidades nos processos de ensino e aprendizagem.
No dia da conferência de abertura, haverá uma homenagem aos 40 anos de IA na UFSC e apresentações artísticas. A primeira disciplina sobre Inteligência Artificial na UFSC foi ministrada em 1986 pelo professor Renato Rabuske, que será homenageado no evento.
Os palestrantes serão Jônata Tyska e Aldo Von Wangenheim, ambos do Departamento de Informática e Estatística (INE/UFSC). O debate irá trazer uma visão geral da IA, com seu histórico, termos e conceitos, tópicos sobre IA Generativa, contexto e normativas sobre IA no Brasil e no mundo e evidências científicas sobre o impacto do uso da IA no aprendizado e no contexto universitário. Os
riscos e impactos da inovação também serão debatidos.
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A Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) participou de uma reunião com a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) para tratar dos danos causados pelas recentes chuvas de granizo às estruturas prediais da Universidade. Participaram do encontro os diretores do Departamento de Assistência Humanitária (DAH), Wesley de Almeida Felinto, e do Departamento de Restabelecimento e Recuperação (DRR), Paulo Roberto Farias Falcão, acompanhados de suas equipes. A iniciativa integra os esforços da UFSC para restabelecer plenamente seus espaços e garantir segurança e condições adequadas à comunidade universitária.
Durante a reunião, a Universidade apresentou os prejuízos identificados em áreas essenciais, algumas delas prejudicadas pelas chuvas de forma recorrente, como a Biblioteca Universitária (BU), o Restaurante Universitário (RU) do Centro de Ciências Agrárias (CCA), a Farmácia Escola e a Moradia Estudantil Indígena (Maloca).
Nesse sentido, a UFSC busca viabilizar recursos federais, por meio do Termo de Execução Descentralizada (TED), para recuperar as estruturas mais afetadas. Como encaminhamento, serão realizados o levantamento técnico dos danos, a elaboração das especificações e dos orçamentos necessários, além da construção conjunta do plano de trabalho.
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A Biblioteca Universitária da UFSC está elaborando o diagnóstico que embasará o Planejamento Estratégico 2027-2029 e vai receber sugestões da comunidade universitária até o dia 30 de setembro, por este formulário.
O Planejamento Estratégico é uma ferramenta de gestão que definirá os objetivos da BU para o período de 2027 a 2029, as ações necessárias para o alcance destes objetivos, os prazos e os responsáveis por estas ações, bem como indicadores para acompanhamento das atividades. O Planejamento estará alinhado ao Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UFSC de 2025 a 2029. A participação neste diagnóstico é livre e voluntária e as questões são opcionais.

No Centro de Cultura e Eventos Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, a pintura foi promovida pela Administração Central da UFSC. Fotos: Gustavo Diehl | Agecom
A cor vermelha ganhou um significado especial nos espaços da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) na tarde desta quarta-feira, 2 de setembro. Em uma ação realizada simultaneamente em 14 unidades da instituição, membros da comunidade universitária se reuniram para pintar bancos e chamar a atenção para o enfrentamento de todas as formas de violência contra as mulheres.
A mobilização ocorreu nos centros Socioeconômico (CSE), de Comunicação e Expressão (CCE), Tecnológico (CTC), de Desportos (CDS), de Ciências Agrárias (CCA), de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM) e de Ciências Biológicas (CCB), além dos campi de Araranguá, Blumenau, Curitibanos e Joinville, da Biblioteca Universitária (BU) e do Hospital Universitário (HU).
No Centro de Cultura e Eventos Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, a pintura foi promovida pela Administração Central da UFSC. A atividade contou com a participação da vice-reitora, Felipa Amadigi; da secretária de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE), Maria de Lourdes Alves Borges; da pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), Evelise Santos Sousa, do secretário de Comunicação (Secom), Aureo Moraes, setores que promoveram a iniciativa.
Instalados em locais de grande circulação, os bancos vermelhos buscam romper o silêncio e manter o tema presente no cotidiano da Universidade. Mais do que as intervenções visuais, eles representam um convite ao diálogo, à escuta e à reflexão sobre relações marcadas pela misoginia e pelo sexismo. A iniciativa também possui caráter preventivo, educativo e pedagógico, ao estimular a comunidade a reconhecer situações de violência e se posicionar diante delas.
Durante a atividade, a professora Felipa ressaltou a urgência de fortalecer a participação e a voz feminina nos diferentes ambientes da instituição. A vice-reitora contextualizou que o banco pintado coletivamente torna-se um símbolo de responsabilidade compartilhada; e que cada pincelada representa a possibilidade de transformar um espaço de passagem em um lugar de memória, conscientização e compromisso.
“Cada um de vocês seja muito bem-vindo a refletir sobre o tema, a encarar esse desafio de defender a voz das mulheres, de defender as mulheres em qualquer espaço em que elas estejam ou queiram estar”, declarou Felipa.
A vice-reitora também reforçou que o combate à violência passa necessariamente pela educação e pelo envolvimento de toda a sociedade. Proteger as mulheres, segundo ela, também significa promover relações baseadas no respeito, enfrentar atitudes discriminatórias e construir ambientes nos quais as vítimas se sintam seguras para falar e buscar ajuda.
Felipa destacou ainda que se trata de todas as mulheres: “das que estão nos espaços de gestão, das docentes, das nossas estudantes, das nossas mães, das mulheres indígenas, quilombolas e trans”, afirmou. Garantir que todas as pessoas sejam ouvidas, reconhecidas e protegidas, acrescentou, não pode depender apenas de atitudes individuais. O enfrentamento à violência requer um esforço coletivo, envolvendo a gestão universitária, os diferentes setores da instituição e toda a comunidade acadêmica.
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A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) informa que, por razão dos serviços de reparo da adutora rompida, executados pela Casan, já ocorreu registro de falta de água em alguns pontos do Campus Trindade, em Florianópolis.
A Casan informa que o concerto da adutora na BR-282, em Palhoça, foi concluído nesta quarta-feira, dia 2, às 16h30. O abastecimento será retomado gradualmente durante a madrugada, com previsão de normalização ao longo desta quinta-feira, 3 de setembro. Áreas mais altas e distantes podem levar mais tempo para normalizar.
Contudo, a indisponibilidade de água poderá se ampliar gradualmente e atingir outros prédios e instalações enquanto o abastecimento não for plenamente restaurado pela Casan.
Diante desse cenário, a Universidade reforça a importância de manter e intensificar as medidas de economia de água, evitando desperdícios e restringindo o consumo ao estreitamento necessário até a normalização da situação. A UFSC reforça a recomendação de uso econômico e consciente da água até a completa normalização do sistema.
A UFSC segue acompanhando o caso e manterá a comunidade informada sobre novas atualizações.
Comunicado atualizado em 03/09/2026.
A pesquisadora e empreendedora Amanda Felipe Reitenbach recebeu o Troféu Prata do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, na categoria Ciência e Tecnologia. A trajetória empreendedora está diretamente relacionada à Universidade: a deep tech que hoje dirige, a Science Inovatech Institute, começou a ser construída ainda no primeiro ano do mestrado, a partir da transformação de pesquisa científica em soluções para o setor produtivo.
A premiação, promovida pelo Sebrae Nacional, ocorreu durante o Startup Summit, em Florianópolis, e reconhece mulheres que se destacam à frente de negócios em diferentes setores. Nesta edição, mais de 400 mulheres participaram da seleção e 15 foram premiadas em diferentes categorias.
Amanda é mestre em Engenharia de Alimentos e doutora em Engenharia Química. Entre 2023 e 2025, realizou pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Ciência dos Alimentos e, posteriormente, mais um ano de pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Neurociências, concluído em junho de 2026.
Na UFSC, sua atuação passa por áreas como inovação e desenvolvimento tecnológico, análise sensorial, alimentos e bebidas, valorização de resíduos agroindustriais, bioeconomia e transferência de tecnologia. O reconhecimento do Sebrae, segundo ela, representa também um desdobramento dessa carreira construída na universidade. “Minha trajetória acadêmica, científica e empreendedora está profundamente ligada à UFSC. A base científica, a formação de pesquisadora e parte importante das tecnologias e competências que sustentam hoje a deep tech foram construídas na Universidade”, afirma.
O professor Arcângelo Loss, do Departamento de Engenharia Rural do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), integra o grupo internacional de pesquisadores que participou da elaboração do Status of the World’s Soil Resources 2026 (SWSR 2026), relatório mundial sobre a situação dos recursos do solo publicado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em colaboração com o Painel Técnico Intergovernamental sobre Solos (ITPS) e a Parceria Global pelo Solo (GSP).
Loss é um dos autores do capítulo 10, que faz um estudo sobre o Cerrado brasileiro e suas transformações, tendo o solo como foco de análise. Os solos são analisados por exercerem um papel fundamental para os ecossistemas e para a sociedade. “Além de sustentarem a produção de alimentos, fibras e energia, participam da regulação da água, da ciclagem de nutrientes, do armazenamento de carbono e da manutenção da biodiversidade”, sintetiza o texto de divulgação do relatório.
Segundo o professor, no caso do Cerrado, que tem cerca de 95% de sua área situada no Brasil, a erosão permanece como uma das principais ameaças. Isso ocorre especialmente em áreas com desmatamento, superpastejo e baixa adoção de práticas conservacionistas.
“O superpastejo ocorre quando a intensidade ou a frequência do pastejo é superior à capacidade de recuperação da pastagem. Na prática, um número excessivo de animais por área, ou a permanência dos animais por tempo prolongado sem períodos adequados de descanso, reduz a cobertura vegetal e a quantidade de resíduos que protegem o solo”, explica o professor.
Ele acrescenta que o pisoteio também pode favorecer a compactação, reduzindo a infiltração de água e aumentando o escoamento superficial e a suscetibilidade à erosão. “No Cerrado, o relatório identifica o superpastejo, juntamente com o desmatamento, entre os fatores associados à erosão do solo”.
O relatório elaborado com a parceria do professor também aponta que as perdas médias anuais de solo podem chegar a cerca de 8,9 toneladas por hectare e serem muito superiores em áreas sem cobertura permanente e sem práticas adequadas de conservação. “Exemplos são áreas que permanecem com pouca ou nenhuma cobertura vegetal em determinados períodos, preparo intensivo ou inadequado do solo e ausência de estratégias de conservação da água e controle do escoamento superficial”, explica.
Ainda conforme o professor, isso é particularmente relevante no Cerrado porque as chuvas apresentam elevado potencial erosivo. “O relatório mostra que áreas sem cobertura permanente apresentam perdas de solo significativamente maiores e destaca como alternativas o plantio direto, os sistemas agroflorestais e a integração lavoura-pecuária-floresta”.
Apesar de elencar dados sensíveis a respeito do solo do Cerrado, o relatório também indica pontos positivos, como a agricultura conservacionista e o sistema plantio direto, que mantêm resíduos vegetais protegendo a superfície e reduzem a erosão. Outro ponto de destaque são os sistemas agroflorestais e da integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF).
“Essas estratégias aumentam a cobertura e a diversificação do sistema produtivo e contribuem para proteger o solo. O relatório registra que a adoção dessas práticas já está associada à melhoria do controle da erosão em algumas áreas do Cerrado e identifica também estabilização dos estoques de carbono orgânico do solo em determinadas áreas agrícolas, indicando avanços no manejo sustentável”.
Entre os pesquisadores brasileiros que tiveram participação de destaque no relatório da FAO estão também a professora Lúcia Helena Cunha dos Anjos, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), integrante do comitê editorial do relatório e líder pelo ITPS do capítulo regional, e o professor Marcos Gervasio Pereira, também da UFRRJ, que participou como autor líder da sub-região do Cerrado.
Sobre o relatório
Apesar da importância do solo, ainda existem lacunas importantes no conhecimento sobre a dinâmica, o estado de conservação e as ameaças em diferentes regiões do planeta. Para ampliar esse conhecimento, o ITPS, com apoio da FAO e da Parceria Global pelo Solo, iniciou em 2014 uma avaliação internacional que resultou na primeira edição do Status of the World’s Soil Resources, publicada em 2015.
A edição de 2026 atualiza esse diagnóstico aproximadamente uma década depois. O documento reúne evidências científicas sobre a evolução da situação dos solos, as principais ameaças associadas à degradação e avaliações regionais que permitem identificar tendências observadas ao longo desse período e discutir perspectivas para o futuro.
O relatório reforça a necessidade de transformar o conhecimento científico disponível em ações concretas de conservação e recuperação. Na mensagem apresentada por ocasião do lançamento, a FAO e o ITPS destacam a necessidade de uma mudança da lógica de exploração para uma abordagem de gestão responsável dos solos, com ações compatíveis com a urgência e a escala dos desafios atuais.
Temas como manejo conservacionista, recuperação de solos degradados, aumento da matéria orgânica, conservação da biodiversidade, uso eficiente de nutrientes e água e desenvolvimento de sistemas agrícolas mais resilientes ganham importância crescente diante das mudanças climáticas e da necessidade de produzir alimentos de forma sustentável.
O Status of the World’s Soil Resources 2026 e seus materiais complementares estão disponíveis gratuitamente na plataforma de conhecimento da FAO.
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O Departamento de Gestão Ambiental (DGA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) informa à comunidade universitária que a passarela e o caminho do Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) encontra-se temporariamente comprometida em razão das intervenções com maquinário pesado realizado no local, para a limpeza do Rio do Meio e Córrego do Bosque.
Devido às fortes chuvas dos últimos dias, o terreno ficou excessivamente encharcado, o que fez com que a movimentação da máquina comprometesse o gramado e o caminho, deixando a área com acúmulo de lama e barro. A equipe procurou minimizar os danos e providenciou uma passagem provisória, mas o solo ainda está muito instável para a remoção imediata do material.
Será necessário aguardar a secagem do lodo ao longo do dia de hoje para que, na sequência, a retirada seja feita de forma adequada com retroescavadeira e caminhão — o que está previsto para os próximos dias.
Diante desse cenário, solicita-se a compreensão e a paciência de toda a comunidade universitária durante esse período. Assim que as condições do terreno o permitirem, a área ficará limpa e recuperada.
A Administração Central da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) informa à comunidade universitária sobre a situação em diferentes pontos dos campi de Florianópolis, localizados nos bairros Trindade e Itacorubi, em razão das chuvas intensas e volumosas registradas nesta segunda-feira, 31 de agosto. Segundo o reitor Amir de Oliveira, “é fundamental adotarmos medidas preventivas para preservar a segurança da comunidade universitária e evitar transtornos de maior gravidade”.
O reitor e a vice-reitora Felipa Amadigi acompanharam na tarde desta segunda-feira os trabalhos de remoção de sedimentos e resíduos lenhosos no Córrego da Serrinha, no trecho canalizado que se estende até o Colégio de Aplicação (CA).
As equipes de manutenção da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) realizaram inspeções preventivas para monitorar as condições das instalações e, de acordo com a secretária Carolina Peña, a situação verificada até o momento é a seguinte:
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Equipe que obteve a terceira colocação é formada pelos estudantes Gabriel Castro Guimarães, Felipe Lourenço da Silva e Paulo Pimentel Regueira. Foto: divulgação
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sediou, no último sábado, 29 de agosto, a etapa regional da Maratona de Programação, conhecida como a “Copa do Mundo da Computação”. Promovido pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC), o evento foi realizado no campus Trindade, em Florianópolis, e contou com o apoio do Departamento de Informática e Estatística (INE) e do Centro Tecnológico (CTC) da UFSC.
O time 3 macacos infinitos com heurística, formado pelos estudantes Felipe Lourenço da Silva (Sistemas de Informação – Florianópolis), Gabriel Castro Guimarães (Sistemas de Informação – Florianópolis) e Paulo Pimentel Regueira (Engenharia Aeroespacial – Joinville), resolveu 11 dos 14 problemas da prova e conquistou a terceira colocação entre entre os 965 times do Brasil e os 1977 times da América Latina – atrás apenas das equipes da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Esse é o melhor resultado já conquistado pela UFSC na história da Maratona, desde sua primeira participação em 2007. Agora, o time segue para a Final Nacional, em Uberlândia, de 5 a 8 de novembro, em busca de uma vaga na Final Latino-Americana, em Monterrey, no México.
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A Pró-Reitoria de Permanência e Assuntos Estudantis (PRAE) esclarece as medidas adotadas na Moradia Estudantil da UFSC. Elas decorrem de um diagnóstico administrativo sobre a ocupação de vagas, a permanência de estudantes e o controle de acesso e de visitas. São ações dirigidas à recuperação da política pública que a Moradia representa.
A Moradia Estudantil possui 156 vagas. Dessas, 123 estão ocupadas e apenas 5 (cinco) estão efetivamente livres para nova ocupação imediata. As demais estão bloqueadas por necessidade de manutenção e de condições de uso, ou retidas em razão de moradores em situação irregular (pessoas que perderam o vínculo com a Universidade por conclusão do curso de graduação ou que permanecem nas dependências sem terem passado pelos editais de admissão, condições estas de descumprimento do Regimento da própria Moradia). Isso representa hoje, 18% da capacidade total das instalações.
Visitas e hospedagens continuam permitidas. Nada foi proibido. O diagnóstico demonstrou que o controle de visitas não vinha sendo cumprido. Entre maio de 2024 e agosto de 2026 foram registradas 588 autorizações de visitas, 265 visitantes distintos e 6.971 dias de permanência acumulada. Do total das autorizações registradas mais de um terço delas dizem respeito a renovações.
Nesse período:
– 95 visitantes mantiveram vínculo com a Moradia por mais de 30 dias entre a primeira e a última autorização;
– 57 visitantes ultrapassaram o limite de 30 dias de permanência somada. Destes, pouco mais de um quinto do total, respondem sozinhos por 4.178 dias, ou seja, 60% de toda a permanência registrada;
– 35 visitantes se caracterizam como permanência recorrente e prolongada, a figura do “visitante morador”, 15 deles com vínculo superior a um ano.
O controle de visitantes foi aprimorado, as visitas passaram a ser registradas por formulário digital, com identificação do visitante por documento com foto na portaria, controle de entrada e de saída e contagem da permanência por morador e por CPF. A Direção tem identificado, ainda, permanências noturnas sem o correspondente registro de pernoite: cada ocorrência é formalizada por termo próprio e notificada ao morador responsável, assegurados o contraditório e a ampla defesa.
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A professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Helena Moraes Cortes, entregou na manhã desta quinta-feira, 27 de agosto, à vice-reitora da instituição, Felipa Amadigi, o Dossiê Redesignadas: Mapeamento sobre Repercussões da Cirurgia de Redesignação Sexual em Mulheres Trans Brasileiras.
O estudo foi desenvolvido pelo Laboratório de Pesquisas, Tecnologias e Inovação em Enfermagem Psiquiátrica, Atenção Psicossocial e Transgeneridades (MentalTrans), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PEN) da Universidade, em parceria com o Instituto Nacional de Mulheres Redesignadas (Inamur), e reúne dados de abrangência nacional sobre saúde física e mental, sexualidade, qualidade de vida e acesso ao atendimento após o procedimento de redesignação genital.
Para a vice-reitora Felipa, o documento oferece subsídios importantes para o planejamento institucional. “Identificar essas experiências, necessidades e barreiras é fundamental para que a gestão universitária possa formular ações concretas, qualificar os serviços e fortalecer políticas institucionais que contribuam efetivamente para a garantia dos direitos, do respeito e da dignidade das pessoas trans dentro e fora da Universidade”, afirmou.
O levantamento inédito contou com a participação de mulheres trans e travestis redesignadas das cinco regiões brasileiras. Ao todo, 144 pessoas responderam ao questionário da pesquisa, 104 entrevistas em profundidade e 28 integraram grupos de convergência. A metodologia combinou informações quantitativas e qualitativas para identificar repercussões clínicas, emocionais, sociais e institucionais da cirurgia.

A professora da UFSC, Helena Moraes Cortes (dir.), entregou à vice-reitora da instituição, Felipa Amadigi, o “Dossiê Redesignadas: Mapeamento sobre Repercussões da Cirurgia de Redesignação Sexual em Mulheres Trans Brasileiras”. Foto: divulgação
Entre as participantes que responderam ao questionário, as idades variaram de 22 a 76 anos, com média de 40 anos. A maior parte fez uma cirurgia entre os 31 e os 44 anos, embora quase metade tenha iniciado uma transição social ou hormonal entre os 13 e 18 anos. Para a pesquisa, a diferença entre esses períodos ajuda a dimensionar as barreiras enfrentadas até o acesso ao procedimento, como o número limitado de serviços habilitados, a espera no Sistema Único de Saúde (SUS) e os custos da cirurgia na rede privada.
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Registro do Córrego da Carvoeira, entre Rua Eng. Andrei Cristian Ferreira e Rua Roberto Sampaio Gonzaga, em 21 de maio de 2026. Foto: divulgação
A partir desta sexta-feira, 28 de agosto, no campus Trindade da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), serão retomadas as ações para remoção de sedimentos e resíduos lenhosos nos córregos. A solicitação de serviço foi encaminhada pelo Departamento de Gestão Ambiental da Universidade à Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SMMA), da Prefeitura Municipal de Florianópolis (PMF); e recebeu retorno de execução em 27 de agosto de 2026.
Cronograma de ações:
As datas previstas poderão sofrer alterações a depender das condições meteorológicas e de operação. As áreas marginais e acessos junto aos cursos de água citados estarão sujeitas à restrição temporária de estacionamento de veículos e passagem de pedestres.
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A Comissão, designada pela Portaria nº 63/PROAD, de 12 de agosto de 2026, para conduzir o processo de planejamento da contratação de empresa prestadora de serviço de plano de saúde para os servidores ativos e inativos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) definiu, nesta quarta-feira, 26 de agosto, o cronograma de trabalho para as próximas semanas, com vistas à conclusão do processo, no máximo, até 30 de outubro.
No mês de setembro serão realizadas ações relativas à governança e decisões, diagnóstico e dados, mercado e preços, Estudo Técnico Preliminar, Termo de Referência e Edital, consulta pública e análise jurídica. No dia 30 de setembro pretende-se publicar o edital de licitação.
Nos primeiros dias de outubro ocorre o período de apresentação, julgamento e recursos das propostas apresentadas e, no último dia, 30 de outubro, a intenção é que seja adjudicada e homologada a proposta vencedora.
O presidente da Comissão, Paulo Eduardo Botelho, pró-reitor de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp), explicou que o prazo de 30 de outubro permite um tempo para os ajustes na assistência, a depender do cenário resultante da licitação.
Uma primeira possibilidade, por exemplo, é que a licitação seja vencida pela operadora que mantém o atual contrato com a UFSC. Neste caso há menos impactos na mudança para o eventual novo instrumento.
Na segunda hipótese, em que outra operadora saia vencedora da licitação, há medidas que devem ser adotadas na mitigação de impactos, especialmente para garantir a continuidade da assistência e cobertura de um novo contrato.
No caso de não haver empresas habilitadas, o prazo de 30 dias antes do término do atual contrato seria destinado a oferecer possibilidades para os usuários, no sentido de buscar outras opções de adesão a planos que estejam atualmente no rol de redes de proteção e assistência disponíveis na UFSC.
A Comissão é presidida pelo pró-reitor Paulo Botelho, e tem representações de diferentes setores da gestão além das entidades sindicais Apufsc e Sintufsc.
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O professor Walter Pereira Carpes Junior, Titular do departamento de Engenharia Elétrica e Eletrônica da UFSC, promove neste sábado, 29 de agosto, o minicurso Noções básicas de derivada e integral. A atividade será realizada das 9h às 11h45, na Sala EEL004, no Centro Tecnológico (CTC). Não é necessário realizar inscrição.
Segundo ele, trata-se de uma introdução bem básica de derivadas e integrais, requerendo apenas conhecimentos já vistos no Ensino Médio. “A ideia é apresentar os conceitos de maneira simplificada, focando nas interpretações física e geométrica. O curso pretende ser o mais claro possível, com muitas figuras, animações, exemplos, etc”, informa.
O objetivo é auxiliar os alunos que estão tendo contato com esses temas pela primeira vez, particularmente em disciplinas iniciais de Física e de Cálculo. Entre os pontos que serão abordados estão:
1) Funções e gráficos;
2) MRU e MRUV;
3) Definição da derivada (interpretação geométrica);
4) Derivadas de algumas funções;
5) Propriedades da derivada;
6) Definição da integral (indefinida e definida);
7) Propriedades da integral;
8) Interpretação geométrica;
9) Problemas de máximos e mínimos;
10) Uso de aplicativos e sites.