Reunião extraordinária do Conselho Universitário continua nesta sexta-feira, 17 de novembro

16/11/2023 13:40

O Conselho Universitário (CUn) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza nesta terça-feira, 17 de novembro, às 14h, no auditório da Sala dos Conselhos e com transmissão ao vivo pelo canal do CUn no YouTube, a continuação da reunião extraordinária iniciada no dia 14 de novembro para discutir infraestrutura e segurança.

Abaixo a relação das pautas da sessão:

Infraestrutura Universitária:

  • Discussão dos contratos e aquisições realizados em 2023;
  • Planejamento de contratos, compras e projetos/obras para 2024.

Segurança no Campus Universitário:

  • Esclarecimentos acerca de incidentes ocorridos;
  • Esclarecimentos sobre os contratos de segurança pública e patrimonial;
  • Discussão acerca dos problemas de infraestrutura que afetam a segurança no Campus de Florianópolis.

Mais informações na página do Conselho Universitário.

Tags: conselho universitárioCUnUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Ex-estudante da UFSC atuou na linha de frente do resgate dos brasileiros em Gaza

14/11/2023 19:12

Da esquerda para a direita: Tamer Emam (tradutor), coronel Mario de Carvalho Neto (adido de Defesa), Romane Samer (motorista), Fernando Bastos (primeiro Secretário), e Mohammed Hafez (tradutor). Foto: Arquivo Pessoal.

Quando chegou à embaixada do Brasil no Egito, em 2021, o diplomata Fernando José Caldeira Bastos Neto não imaginava os desafios que enfrentaria nos anos seguintes. No domingo, 12 de novembro, após dias de negociações, muita espera e alarmes falsos, o primeiro-secretário da embaixada no Cairo presenciou os brasileiros deixando a Faixa de Gaza em meio ao conflito com Israel. O diplomata, que cursou Direito na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), esteve à frente da missão que repatriou 32 brasileiros. “É uma missão cumprida, mas a crise continua e provavelmente vai durar”, contou nesta terça-feira, 14 de novembro, seu primeiro dia de descanso em muito tempo.

Por cerca de 20 dias, uma comitiva de cinco pessoas, lideradas por Fernando, seguiu do Cairo até Ismália, no Canal de Suez, para verificar se os nomes dos brasileiros estavam na lista de estrangeiros autorizados a deixar Gaza. “Ficávamos esperando toda a noite, porque as listas só eram divulgadas em torno das 2h da manhã”, relembra. Na quinta-feira, 9 de novembro, após intensas negociações entre os países, o Brasil finalmente constava na lista. Então a comitiva percorreu mais 200 km até Alarixe, uma cidade inóspita ao norte da Península do Sinai, região muito sensível politicamente e altamente controlada – foram cerca de sete horas de percurso, incluindo paradas em mais de 13 checkpoints. 
(more…)

Tags: CairoconflitoDireitoEgitoEmbaixadaFaixa de GazaFernando José Caldeira Bastos NetoGuerraHamasIsraelpalestinaUFSC

Crianças do terceiro anos serão pequenos cientistas em atividade da UFSC

14/11/2023 09:19

Pequenos Grandes Cientistas levaram experimentos também à Sepex 2023

Crianças do terceiro ano da Escola Básica Municipal Adotiva Liberato Valentim, da Costeira do Pirajubaé, terão um compromisso diferente e especial no próximo dia 28 de novembro: elas serão cientistas por um dia. A turma foi selecionada para participar do projeto Pequenos Grandes Cientistas, um projeto de divulgação de ciências voltado para o público infantojuvenil. As atividades irão ocorrer de manhã e a à tarde, no Auditório do Centro de Ciências Biológicas. A escola foi selecionada pela secretaria de educação de Florianópolis.

Idealizado e coordenado pela professora Regina de Sordi, a atividade tem a proposta de aproximar a crianças da Universidade e possibilitar que os jovens sejam cientistas, explorando sua capacidade de interpretação e reinventando a visão de quem pode fazer ciência no mundo. Na atividade com as crianças, elas receberão um caderno de experimentos elaborado pelos integrantes do projeto e cuidadosamente pensado para o público-alvo, e que contém a descrição dos experimentos, para que os alunos aprendam e sintam como é trabalhar com o método científico de forma descontraída e divertida.

Na primeira edição do projeto, realizado em 2022, professores do departamento de Farmacologia, pós-graduandos do programa de Farmacologia e alunos de graduação dos cursos de Biologia e Farmácia foram até a EBM Adotiva Liberato Valentim para levar aos alunos dos anos inicias experimentos de curta realização e que se relacionam com as grandes áreas da ciência como química, física e biologia. Mas este ano organizadores do projeto resolveram inovar e convidar os estudantes da escola para virem a UFSC.

As crianças irão circular por laboratórios do Centro de Ciências Biológicas e poderão colocar a mão na massa para realizar os experimentos científicos. O objetivo, segundo o professor  Daniel Fernandes, do departamento de Farmacologia, é apresentar a ciência às crianças e estimular a curiosidade, a criatividade e o questionamento. “A ideia é transformar as nossas pequenas crianças de hoje nos grandes cientistas de amanhã”, explica.

O Pequenos Grandes Cientistas conta com a participação  de alunos de pós-graduação e graduação da UFSC. Na sua descrição, o projeto lembra que muitas iniciativas para divulgação e popularização da ciência surgiram durante a pandemia de Covid-19, quando a falta de conhecimento científico dos tomadores de decisão e da população ficou muito evidente. “Porém, poucas iniciativas têm como público-alvo as crianças, e na opinião da equipe do projeto, este é um público importante a ser abordado pois as crianças têm um grande poder transformador”, argumentam, em texto de apresentação.

 

Tags: ciência para criançasextensãoPequenos Grandes Cientistassecretaria de educação de Florianópolis

Professor da UFSC recebe prêmio por trabalho que relaciona Inteligência Artificial e atividade física 

13/11/2023 17:11

O professor Thiago Matias, do Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Santa Catarina (DEF/UFSC), recebeu o prêmio de Melhor Trabalho Científico durante o Congresso Brasileiro de Atividade Física e Saúde, realizado em Garopaba, de 25 a 28 de outubro. A comunicação oral – com o título “Will Artificial Intelligence reveal a covered reality or the preconceived notions of physical activity? The ChatGPT paradox”  (“A Inteligência Artificial revelará uma realidade encoberta ou as noções preconcebidas de atividade física? O paradoxo ChatGPT”, em tradução livre) –relaciona atividade física com inteligência artificial. 

O trabalho destaca a importância das teorias na compreensão da saúde, enfatizando que a ausência delas pode dificultar a implementação de ações e políticas efetivas, inclusivas e impactantes na sociedade. “O estudo evidencia que a inteligência artificial tem a capacidade de penetrar camadas mais profundas na compreensão da realidade, desafiando preconceitos e contribuindo para os avanços na promoção da saúde, quando são consideradas bases teóricas na investigação.”

Matias é professor dos Programas de Pós-graduação em Educação Física e em Saúde Coletiva, é também líder do Grupo de Pesquisa em Motivação e Movimento Humano e autor da teoria “The Unifying Theory of Physical Activity”.

Tags: ChatGPTCongresso Brasileiro de Atividade Física e SaúdeDEFDepartamento de Educação FísicaEducação FísicaGaropabainteligência artificialThiago MatiasUFSC

Pesquisa com participação da UFSC é referência no combate à violência doméstica

13/11/2023 10:11

Professor Adriano Beiras lidera pesquisas sobre grupos reflexivos para homens

Em parceria com o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) e com múltiplas repercussões e produções teóricas, estudos da Universidade Federal de Santa Catarina estão se consolidando como referência no combate à violência doméstica. O professor Adriano Beiras, do Programa de Pós-graduação em Psicologia e do doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas, divulgou recentemente em congressos e visitas a universidades estrangeiras o mapeamento realizado no Brasil sobre grupos reflexivos para homens. Entre o material divulgado está uma trilogia publicada pela Academia Judicial no fim de 2022, que identificou 312 iniciativas do gênero no país (veja abaixo).

A parceria foi executada com a participação do Colégio de Coordenadores das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar e da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Estado, com duas coletâneas com textos teóricos e experiências práticas nacionais e um livro com o mapeamento e com recomendações e critérios mínimos, convalidados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e recomendados a todos os tribunais.

Beiras explica que, a partir deste estudo, o CNJ publicou recomendação para tribunais instituírem e manterem programas voltados à reflexão e responsabilização de homens autores de violência doméstica e familiar. Além disso, com assessoria técnica do grupo da UFSC, a Bancada Feminina da Assembleia Legislativa de Santa Catarina propôs um Projeto de Lei Estadual  que estabelece princípios e diretrizes para criação de programas reflexivos e de responsabilização para autores de violência doméstica e familiar contra a mulher.

Imagem meramente ilustrativa (Pixabay)

De acordo com o professor, o mapeamento realizado em 2022 e que já está em fase de atualização, confirmou a necessidade de investimento em políticas públicas para a criação e consolidação dessas iniciativas. “A necessidade de capacitação, vontade política para a criação e consolidação destas iniciativas foi identificada como uma das maiores demandas”, destaca.

Atualmente atuando como professor visitante na Universidade Autônoma de Barcelona, Beiras conta que a parceria com o TJ começou em 2016, em um projeto de extensão que promovia grupos para homens autores de violência contra mulheres – eles eram então encaminhados pelo Juizado de Violência Doméstica de Florianópolis. “A ideia era que este grupo fosse uma incubadora de metodologias, estudos e preparação para profissionais, estudantes, pós-graduandos”, recorda. O projeto também previa capacitações sobre os grupos reflexivos.

“Passamos a fazer capacitações nos organismos públicos pelo país. Passei a divulgar o material internacionalmente, neste mês de novembro no México, em setembro na Escandinávia (Oslo e Estocolmo), em outubro em Barcelona, Espanha e em maio em Portugal. Procurei destacar os avanços e desafios da política nacional no país e as dificuldades de produzir uma sustentabilidade, procurando definir estratégias futuras para isso”, destaca o professor.

O professor, que coordena o Grupo de Pesquisa Margens, explica que, nesta divulgação internacional dos estudos, a ideia é reforçar a potência dos serviços públicos e estudos brasileiros, além de atentar para as ações que vêm sendo implementadas.”Procuramos destacar a necessidade de justiça social e enfoque de gênero, feminista e de direitos humanos e demostrar que o contexto do sul global é diferente do norte, evitando colonização de saberes, e sim adaptando regionalmente a nossas necessidades os conhecimentos acadêmicos e estudos realizados, atento as necessidades dos profissionais de cada local”.

Estudos também foram apresentados no México

Medida protetiva

O professor explica que o grupo reflexivo não tem o objetivo inicial de prevenir, mas pode ter dinâmicas de prevenção. “Entra como medida protetiva de urgência, portanto, não é punição e sim uma medida protetiva que constrói um espaço de reflexão e escuta para os homens que já cometeram violência e são enviados de forma obrigatória pelo juiz ou juíza”, explica ele, reforçando que o público-alvo são homens de diferentes idades e camadas sociais que já cometeram violência contra mulheres.

Segundo ele, em Santa Catarina ainda é necessário ampliar estas iniciativas, mas já há ações consolidadas em locais como Lages e Blumenau, assim como Itajaí e Balneário Camboriú. Com a atualização do mapeamento estadual, cuja coleta de dados será encerrada no dia 17 de novembro, já é possível observar um aumento no retrato atual do estado, em relação ao número de iniciativas existes.”Estamos produzindo diálogos em rede com estas iniciativas para difundir as recomendações e fortalecer a política no estado, assim como também temos participado como consultores com deputadas e vereadoras para a produção de leis que possam direcionar recursos e serviços mais profissionalizados para esta política, em diálogo com as demais políticas de enfrentamento da violência contra mulheres”.

Entre as parcerias frutíferas estão, por exemplo, o Observatório de Violência contra Mulheres, que apoia com eventos e difusão de materiais, entre outras atividades. Além disso, o grupo da UFSC mantém a realização de grupos reflexivos para homens autores de violência por semestre, com equipe do departamento de psicologia e do programa de pós-graduação em psicologia, como extensão universitária. “Estamos produzindo materiais de apoio técnico sobre o tema e realizando capacitações no estado e fora dele”, afirma.

Baixe os livros aqui

A trilogia é assinada pelos professores Adriano Beiras, coordenador do grupo Margens, da UFSC, e Daniel Fauth Washington Martins, psicólogo e pesquisador do mesmo grupo; pela desembargadora aposentada Salete Sommariva; e por Michelle Hugill – ela atua como pesquisadora do grupo Margens/UFSC.

Livro 1: Grupos reflexivos e responsabilizantes para homens autores de violência contra as mulheres no Brasil: mapeamento, análise e recomendações

Livro 2: Grupos para homens autores de violência contra as mulheres no Brasil: perspectivas e estudos teóricos: 

Livro 3: Grupos para homens autores de violência contra as mulheres no Brasil: experiências e prática: 

Tags: Doutorado Interdisciplinar em Ciências HumanasGrupo Margensgrupo reflexivoPrograma de Pós-Graduação em PsicologiaTribunal de Justiçaviolência doméstica

Núcleo Pedagógico da UFSC Blumenau promove Festival Regional de Práticas Corporais neste sábado

09/11/2023 12:37

O Núcleo Pedagógico (NuPe) do campus Blumenau da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove neste sábado, 11 de novembro, o 1º Festival Regional de Práticas Corporais. Serão oferecidas quatro oficinas: “Yoga na vida cotidiana”, “Dança Angolana – Kizomba”, “Meditar é silenciar a mente?” e “Futebol – Arte Brincante”. Todas as atividades serão no período da manhã, entre 9h e 12h. O evento é gratuito e aberto ao público em geral. Para se inscrever, clique aqui.

O objetivo do Festival é promover a integração entre a comunidade interna e externa, contribuindo para melhorar a qualidade vida de todos, já que as práticas corporais ampliam as habilidades afetivas, sociais e cognitivas. A ideia de realizar o evento surgiu a partir da participação de bolsistas do NuPe no III Festival Internacional de Práticas Corporais do Mercosul, realizado pelo Centro de Desportos (CDS/UFSC), do campus de Florianópolis.

Mais informações na página do campus Blumenau ou pelo e-mail comunicacao.bnu@contato.ufsc.br

Serviço de Comunicação UFSC Blumenau

Tags: Campus BlumenauFestival Regional de Práticas CorporaisfutebolmeditaçãoNúcleo PedagógicoNuPeUFSCYoga

Palestra ‘Arqueologia das Ilhas Canárias’ ocorre na UFSC nesta quinta-feira

09/11/2023 08:57

O Laboratório de Estudos Interdisciplinares em Arqueologia da Universidade Federal de Santa Catarina (LEIA/UFSC) promove, nesta quinta-feira, 9 de novembro, a palestra “Arqueologia das Ilhas Canárias”. A atividade ocorre às 14h, no auditório do Bloco E do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC). A palestra será transmitida pelo canal de YouTube do LEIA.

Os palestrantes serão os arqueólogos Simon-Pierre Gilson e Alejandra C. Ordoñez, da Universidad de Las Palmas, Grand Canaria. Será apresentado, inicialmente, o contexto geológico e geográfico particular das Ilhas Canárias, além das similitudes e diferencias arqueológicas que existem entres as ilhas do arquipélago. A seguir, serão abordados os princípios básicos da paleo-genética; o povoamento das Ilhas Canárias do ponto de vista das datações radiocarbonicas e também da genética; a investigação sobre os restos de plantas; a importância dos recursos marinhos para os primeiros habitantes das ilhas. Ao final, os palestrantes apresentarão os trabalhos genéticos sobre grupos antigos nas Ilhas Canárias desde a época indígena até a época moderna.

Mais informações na página do LEIA e pelo Instagram.

Tags: arqueologiagenéticageologiaIlhas CanáriasLaboratório de Estudos Interdisciplinares em ArqueologiaLEIApalestrapovoamentoUFSC

Nota de esclarecimento da UFSC sobre aluguel de espaço para livraria

07/11/2023 15:35

A Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) manifestou-se favoravelmente à prorrogação do contrato firmado entre a Universidade e a Fundação Stemmer para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (FEESC) para concessão de uso de um espaço no Centro de Cultura e Eventos Luiz Carlos Cancellier de Olivo, localizado no campus de Florianópolis. Com isso, a Fundação poderá atender ao pedido da empresa Livros & Livros de prorrogar o contrato de locação firmado entre as partes para instalação de uma livraria.

O contrato entre a UFSC e a FEESC foi assinado em 8 de dezembro de 2003. Como contrapartida a investimentos feitos pela fundação para conclusão das obras e aquisição de materiais e equipamentos para o Centro de Cultura e Eventos, a Universidade concedeu à FEESC o direito de uso, por 20 anos, de um espaço para a instalação de uma livraria. Os valores auferidos com o aluguel da loja seriam utilizados pela FEESC para ressarcir o seu investimento.

Na última licitação, realizada em 2019, a empresa vencedora foi a Livros & Livros, que já está presente na UFSC desde a década de 1990, quando tinha instalações no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

No final de 2022, a livraria solicitou à FEESC a prorrogação do contrato pelo período em que a UFSC não teve atividades presenciais em razão da pandemia de Covid-19, alegando prejuízos causados pela impossibilidade de abertura da loja. O pedido foi inicialmente negado pela FEESC, por extrapolar o prazo do contrato firmado entre a Fundação e a UFSC.

Há cerca de dois meses, a FEESC encaminhou ofício à Reitoria solicitando novamente a prorrogação do contrato de concessão de uso de espaço firmado entre as instituições. O pedido foi analisado pela Procuradoria Federal junto à UFSC, que emitiu parecer considerando “lícita a extensão da duração do contrato de concessão de uso cujo fundamento seja a manutenção do seu equilíbrio econômico-financeiro inicial”. Assim, a Reitoria manifestou-se favoravelmente, desde que seguidas as orientações expressas na Nota da Procuradoria. A mesma orientação será aplicada em processos de prorrogação de contratos de outros serviços, firmados diretamente com a Universidade.

A Reitoria considera o serviço de livraria no campus da UFSC como extremamente relevante para toda a comunidade acadêmica. Este é também um anseio de alunos e servidores, manifestado em levantamento de demandas para os espaços de concessão realizado este ano pela instituição. Por estes motivos, a UFSC continuará trabalhando nos processos para garantir que esteja disponível. A Administração Central da Universidade ressalta que todas as decisões administrativas são pautadas pela observância dos princípios da Administração Pública, notadamente da legalidade e impessoalidade.

Tags: aluguel de espaçosFeesclivrariaLivros & Livrosserviços sob concessãoUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

UFSC promove vacinação de todos os imunizantes do calendário nacional até sexta-feira

06/11/2023 18:15

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, de terça a sexta-feira – 7 a 10 de novembro –, a van da vacinação, que disponibilizará todas as vacinas do calendário nacional, inclusive a da COVID-19. Toda a comunidade interna e externa poderá se vacinar, basta apresentar documento de identidade com foto. A vacinação ocorre no hall da Reitoria I, no campus da Trindade, em Florianópolis (SC), das 9h às 17h.

Por que precisamos nos vacinar?

As vacinas estimulam nosso sistema imune a produzir anticorpos contra diversas doenças. Ao longo do tempo, elas permitiram a erradicação ou controle, evitando sequelas graves, de inúmeras doenças, tais como: varíola, poliomielite, sarampo e febre amarela. As campanhas de vacinação são a estratégia de saúde pública mais eficaz para prevenir doenças. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as vacinas evitam, a cada ano, entre 2 e 3 milhões de mortes.

O Sistema Único de Saúde (SUS) incentiva a vacinação de toda a população, promovendo a vacina como um bem coletivo. A ação na UFSC é organizada pelo Departamento de Atenção à Saúde (DAS/PRODEGESP) em parceria com a equipe da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Para a comunidade acadêmica, o DAS reitera a necessidade de atualização do esquema vacinal no sistema da UFSC neste link.

Tags: Calendário NacionalCampanha de vacinaçãoCovid-19sistema único de saúdeSUSUFSCvacinavacinação

Instituto de Memória e Direitos Humanos da UFSC promove evento sobre violência policial em Florianópolis

06/11/2023 18:06

O Instituto de Memória e Direitos Humanos da Universidade Federal de Santa Catarina (IMDH/UFSC) promove o evento “Violência policial em Florianópolis” nesta quinta-feira, 9 de novembro, às 16h, no mini-auditório do curso de Administração – localizado no 2º andar do Centro Socioeconômico (CSE/UFSC).

A atividade marcará o lançamento do relatório parcial da pesquisa de extensão “Representações da violência: sociedade e agentes de segurança pública em Florianópolis” e contará com a presença de representantes das comunidades e outros agentes da sociedade civil.

Mais informações no Instagram do IMDH ou pelo e-mail imdh@contato.ufsc.br

Tags: FlorianópolisIMDHInstituto de Memória e Direitos HumanosRepresentações da Violênciasegurança públicaUFSCviolênciaViolência Policial em Florianópolis

Na Science, pesquisador da UFSC alerta para secas, cheias e escassez de água no Hemisfério Sul

06/11/2023 10:33

Publicação de professor da UFSC foi destaque no site da Science, um dos principais periódicos do mundo

O professor da Universidade Federal de Santa Catarina Pedro Chaffe, do Laboratório de Hidrologia, publicou um artigo na última edição da revista Science alertando para a redução na disponibilidade de água no Hemisfério Sul e destacando a intensificação e agravamento dos fenômenos de secas e cheias. O texto, escrito para a seção Perspectives em parceria com o professor Günter Blöschl da Universidade de Vienna, na Áustria, foi um dos destaques da publicação, estando na capa da edição online durante o seu lançamento, dia 2 de novembro.

O artigo aborda um estudo recente também publicado na revista, a partir de uma metodologia que investigou a disponibilidade hídrica combinando observações de fluxos de grandes bacias hidrográficas do mundo com dados de precipitação terrestre e medições de satélite de evaporação e armazenamento de água. O estudo mostrou que a disponibilidade de água no Hemisfério Sul diminuiu em cerca de 20% entre 2001 e 2020.

A disponibilidade de água é medida a partir da diferença entre a precipitação e a evaporação, aspectos que, conforme sublinham os autores, vêm sofrendo impacto direto das mudanças climáticas, afetados também pelo crescimento populacional e pela poluição. As estimativas das alterações, entretanto, são incertas “porque as medições da precipitação e da evaporação tendem a ser indiretas ou apenas representativas localmente”.

Este cenário mudou a partir de uma nova abordagem proposta por cientistas chineses, que agregou confiabilidade às estimativas de disponibilidade de água, o que poderia ajudar a melhorar a gestão da água a longo prazo. “Para o Hemisfério Norte, os autores não encontraram nenhuma mudança na disponibilidade média de 2001 a 2020, enquanto no Hemisfério Sul a disponibilidade de água diminuiu 70 mm por ano, o que corresponde a uma redução de cerca de 20%”, sinalizam Blöschl e Chaffe, no texto recém publicado.

Para os pesquisadores, isso indica que a variabilidade anual na disponibilidade de água é causada principalmente por mudanças no sul. Enquanto nas regiões mais áridas do Hemisfério Sul as mudanças estariam predominantemente relacionadas ao aumento da evaporação, nas regiões úmidas seriam ocasionadas pela diminuição da chuva. Nos dois casos, há uma relação da disponibilidade de água com as variações climáticas.

O texto também atribui esses fenômenos a condições como a variação nas temperaturas da água (El Nino e La Nina), que podem provocar secas e inundações. “Por exemplo, em 2023, secas atingiram a Amazônia enquanto, ao mesmo tempo, o Sul do Brasil sofreu inundações”, registram os cientistas.

780 bilhões de dólares em prejuízos

As novas descobertas propostas pelos pesquisadores da China e articuladas aos estudos da UFSC indicam inúmeros desafios de gestão da água no Hemisfério Sul. O planejamento das captações de água para irrigação, indústria e residências é um destes desafios. “Quando a disponibilidade de água em rios e águas subterrâneas cai abaixo da demanda de água, as condições de seca são sentidas pelos ecossistemas e pela sociedade”, alertam.

Os pesquisadores explicam que as consequências do declínio da disponibilidade de água em escalas decadais são percebidas na diminuição do fluxo de água nos rios e níveis de água subterrânea em vastas extensões de terra, o que se nota, por exemplo, em grande parte da América do Sul.

O estudo indica que as variações na disponibilidade hídrica devem ser consideradas em escalas de tempo mais curtas, como nas suas oscilações mensais. Isso porque, em regiões com chuvas sazonais, a evaporação pode secar rapidamente o solo no início da estação seca, levando a secas repentinas. Por outro lado, num clima mais seco, as chuvas podem estar mais concentradas em estações chuvosas, o que pode levar a cheias ao invés de recarga de águas subterrâneas.

“Mais secas e mais cheia representam uma aceleração da parte terrestre do ciclo da água (um armazenamento e movimentação mais rápido de água entre terra, oceano e atmosfera), levando a aumento da degradação do ecossistema através mortalidade de árvores e, portanto, maiores emissões de dióxido de carbono”, pontuam, no texto.

O artigo assinado pelo professor da UFSC lembra que esta situação vem ocorrendo na Amazônia, intensificando ainda mais os efeitos das mudanças climáticas, e que o impacto das secas e inundações sobre os seres humanos tem sido enorme, com mais de 3 bilhões de pessoas afetadas e danos estimados em mais de 780 bilhões de dólares em todo o mundo últimas duas décadas.

Mitigação e gestão

Imagem de Sven Lachmann por Pixabay

As medidas para mitigar os efeitos na redução da disponibilidade hídrica geralmente incluem investimento em infraestrutura, como barragens de armazenamento e desvios para irrigação, além de soluções baseadas na própria natureza e na sensibilização para uma mudança de cultura. “Estas soluções podem incluir a diversificação dos sistemas de abastecimento de água e de protecção contra inundações e o planejamento da flexibilidade na utilização da água para reduzir o impacto potencial de eventos extremos”, sugerem.

O alerta, entretanto, é quanto à resposta humana ao stress hídrico, que pode ter consequências inesperadas e que já são notadas e registradas pela ciência. “Em partes da América do Sul, o uso de água para a agricultura aumentou e contribuiu com 30% para o aumento nas tendências de seca no fluxo dos rios”, indicam. Nas regiões semiáridas, isso, associado às alterações climáticas, pode amplificar ainda mais a crise.

Os pesquisadores afirmam que os desafios na gestão da água provocados pela redução na sua disponibilidade exigem uma mudança desde a resposta à crise até à gestão pró-ativa a longo prazo, conforme defendido em documentos oficiais de entidades globais. “Esta gestão pró-ativa da água precisa de estar alinhada com objetivos globais, como os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, e na experiência dos cidadãos locais, hidrólogos, e gestores de água”.

Amanda Miranda/Jornalista da Agecom/UFSC

Tags: Cheiascrise hídricadisponibilidade hídricaextremos climáticosgestão hídricainundaçõesRevista ScienceSciencesecasstress hídrico

Em extinção, espécie de planta do Cerrado é descrita com participação da UFSC

30/10/2023 10:59

Detalhes da nova espécie localizada e descrita (Divulgação)

Microlicia indurata é o nome de uma nova espécie endêmica do Cerrado que foi descoberta por um professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) durante um trabalho de campo e que está oficialmente descrita na Phytotaxa, periódico de taxonomia botânica. A planta foi localizada na Serra dos Pirineus, em Goiás, e descrita em parceria com pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas e do Departamento de Botânica da California Academy of Sciences.

O professor João de Deus Medeiros, aposentado do departamento de Botânica, localizou a planta numa das expedições de campo para produção do Guia de Campo de espécies do Cerrado, publicado pelo Ministério do Meio Ambiente.

“A princípio imaginei tratar-se de uma outra espécie já descrita, porém depois com auxílio dos especialistas em taxonomia da família Melastomataceae, vimos que ela apresentava características distintas das espécies já conhecidas”, comenta. O status de conservação da nova espécie, feito com base nos critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), indica distribuição muito restrita, ocorrendo em área de cerrado rupestre próxima aos limites do Parque Estadual da Serra dos Pireneus, no município de Pirenópolis, Goiás, estando ameaçada de extinção.

Isso ocorre por conta das pressões decorrentes da ampliação do risco de queimadas, assim como da conversão de novas áreas para agricultura e mineração. A planta foi coletada em 2017 pelo professor e depositada no Herbário FLOR da UFSC.  De acordo com Medeiros, chama atenção o potencial ornamental da espécie, tanto pelas belas flores quanto pelo aspecto singular das suas folhas. O professora também destaca “o aspecto lenhoso e duro das cápsulas – frutos – quando maduros, o que levou a equipe a usar a designação “indurata” para essa nova espécie de Microlicia.

Conforme o artigo, o parque onde a nova espécie foi localizada abrange uma área de 2.833 hectares, em uma região montanhosa de formações rochosas de quartzito e arenito da era pré-cambriana. Está localizado entre os municípios de Pirenópolis, Cocalzinho de Goiás e Corumbá de Goiás, no divisor de águas entre o Bacias dos rios Prata e Tocantins.

Ainda conforme o estudo recém publicado, outras plantas da mesma família são localizadas em Minas Gerais e na Bahia, mas esta só tem localização conhecida nesta região de Goiás. Recentemente, o professor já havia encontrado e descrito a Commelina catharinensis, planta rara das dunas no litoral de Santa Catarina, também ameaçada de extinção.

Agora, o pesquisador trabalha com a equipe do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, elaborando guias de identificação das espécies de restinga da baixada do Massiambú, no bioma Mata Atlantica. Foi nestre trabalho que a planta nativa das dunas catarinenses foi encontrada.

Tags: botânicaGuia de Campo de espécies do CerradoMicrolicia induratNova espécie de plantaPhytotaxa

UFSC na Mídia: Usina de hidrogênio verde da UFSC é destaque no Fantástico

30/10/2023 07:41

A usina de hidrogênio da Universidade Federal de Santa Catarina, situada no Sapiens Parque, foi destaque em uma reportagem do Fantástico, programa jornalístico dominical da TV Globo. Em uma longa reportagem sobre o futuro da energia, as instalações do Laboratório Fotovoltaica  e a usina construída em parceria com Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável (implementado pela GIZ em parceria com o Ministério de Minas e Energia) são apresentadas como um dos exemplos da inovação nacional.

Na reportagem, o professor Ricardo Ruther, pioneiro na pesquisa em energia solar no Brasil, fala sobre a possibilidade de a tecnologia ser utilizada para gerar energia em áreas remotas da Amazônia – onde a produção depende do diesel, combustível altamente poluente. “Custa muito caro para a população brasileira e tem um impacto ambiental muito grande”, pontuou. “Esse ano o Brasil vai gastar 12 bilhões de reais para queimar diesel e para levar energia para 1% da população”.

O Fantástico apresentou o prédio feito para ser um equipamento de captação de energia renovável. Não só o teto, mas todas as paredes são de placas solares. Também é possível capturar e armazenar água da chuva, outro recurso essencial à produção do hidrogênio verde. Segundo o professor, é possível replicar a estrutura em operação na UFSC para qualquer lugar e fabricar energia a partir de insumos naturais.

Usina pioneira

A usina da UFSC tem o potencial máximo de geração de 4,1 Nm3/h (normal metro cúbico por hora) de hidrogênio verde e produção máxima de 1 kg/h de amônia. A produção diária depende da irradiação solar e, consequentemente, da geração fotovoltaica de cada dia. Tanto a amônia quanto o hidrogênio verde têm importante papel na descarbonização da Amazônia, pois são produzidos de forma sustentável, alinhados com as expectativas mundiais de produção e geração de energia.

O espaço conta com laboratórios nos pavimentos inferiores, salas de aula e de pesquisadores nos pavimentos superiores e estação solarimétrica no terraço – onde é possível medir os parâmetros solares. Além disso, foi construído com outra inovação: as placas solares são o próprio telhado e revestimento das paredes, diferente dos outros dois blocos do laboratório, onde foram instaladas sobre o telhado. Há, inclusive, um mirante no topo do prédio para visualização dos equipamentos.

 

Tags: FantásticoHidrogênio VerdeLaboratório FotovoltaicaLaboratório Fotovoltaica UFSCTV GloboUFSC na mídia

Reitoria divulga homenagem pela dedicação ao trabalho neste Dia do Servidor

28/10/2023 06:10

A Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulga mensagem neste sábado, 28 de outubro, Dia do Servidor Público:

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) persevera e evolui graças em boa parte ao trabalho e dedicação dos seus servidores públicos. A UFSC conta atualmente com a colaboração de quase 6 mil servidores(as), entre docentes e técnicos administrativos em educação. É um coletivo altamente qualificado e em busca permanente de aperfeiçoamento pessoal e profissional, com o objetivo de garantir o direito social à educação e também colaborar com o desenvolvimento científico e tecnológico do país. A Reitoria saúda e parabeniza todos os(as) servidores(as) da Universidade, reconhecendo o relevante papel prestado por eles(as) em benefício da sociedade.

Tags: Dia do Servidor PúblicohomenagemProfessorestécnicos-administrativosUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Ser mulher aumenta chances de sofrer com problemas do sono na velhice, diz estudo da UFSC

27/10/2023 08:15

Dados analisados foram coletados em 70 municípios do país, com população de mais de 60 anos (Imagem de Sabine van Erp por Pixabay)

Um estudo sobre queixas de sono e fatores associados em idosos realizado pela Universidade Federal de Santa Catarina em parceria com a FioCruz Minas indica que a insônia chega a atingir até 58,6% da população maior de 60 anos no país. Os dados mostram que ser mulher aumenta as chances de sofrer com qualquer tipo de insônia, ter má qualidade de sono e sonolência diurna. Ter mais de uma doença crônica e não ingerir porções de frutas e vegetais também pode influenciar.

A análise, publicada nos Cadernos de Saúde Pública, utiliza dados do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil). O Elsi é representativo da população brasileira e começou a ser realizado em 2015, mas a pesquisa toma como base os indicadores de 2019. A investigação envolveu 6.929 pessoas com 60 anos ou mais, em 70 municípios do país, em todas as regiões.

A preocupação em estudar especificamente a questão do sono surgiu durante a pandemia de Covid-19. O estudo recém publicado foi liderado pela professora e pesquisadora da UFSC Araranguá Núbia Carelli Pereira de Avelar, do curso de Fisioterapia. “O interesse por estudar os problemas de sono surgiu na pandemia, quando os idosos relatavam que estavam dormindo muito mal. Começamos a buscar na literatura e observamos a ausência de estudos que descrevessem a prevalência das diferentes tipologias de distúrbios do sono”, explica a professora, que ouvia o relato dos idosos nas atividades de estágio que conduzia.

O artigo trata de diferentes tipologias de alterações do sono. A insônia, por exemplo, pode ser inicial, quando se refere a dificuldade de pegar no sono; intermediária, quando a pessoa acorda, tem dificuldades para dormir, mas volta ao sono; e final, quando a pessoa acorda muito cedo e não consegue mais dormir. Os dados da pesquisa também se referem à percepção sobre qualidade de sono e a sonolência diurna, quando o indivíduo já se sente cansado ao acordar.

De acordo com a professora, as queixas com relação ao sono coletadas na pesquisa ocorreram predominantemente em mulheres. “As mulheres têm maior frequência de insônia inicial, intermediária e qualquer tipo de insônia e pior qualidade de sono. A gente acredita que isso está muito relacionado à sobrecarga de trabalho, desde atividades domésticas até o cuidado com outros familiares”, analisa Núbia. “Nós observamos, no Brasil, um processo de feminização do envelhecimento – há mais mulheres idosas do que homens, e geralmente essas mulheres ficam sozinhas, ou são viúvas ou solteiras. Já se sabe que a solidão também está relacionada às questões do sono”, complementa.

O estudo publicado no periódico Cadernos de Saúde Pública também trata do fenômeno do ponto de vista biológico, já que a variação hormonal, observada principalmente em mulheres, pode desregular um circuito que desempenha papel fundamental na regulação do sono. Além disso, o nível de cortisol no sangue tende a ser mais elevado em mulheres do que nos homens, o que poderia alterar a produção de alguns hormônios e, consequentemente, prejudicar a qualidade do sono.

Seis a cada dez idosos reIatam problemas com o sono (Imagem de Jose Antonio Alba por Pixabay)

Insônia é principal problema entre os idosos

O estudo mostra que os problemas de sono com maior prevalência em idosos brasileiros foram os diferentes tipos de insônia (45,9% a 58,6%), seguidos de sonolência diurna (38,4%) e da má qualidade do sono (15,6%). “O aumento da prevalência de problemas de sono em idosos, na última década, pode estar associado ao uso crescente de smartphones antes de dormir, o que aumenta a latência do sono e leva à insônia inicial”, justificam os pesquisadores.

Evidências indicam que as mulheres apresentam uma arquitetura de sono diferente em relação aos homens, caracterizada por ondas de sono mais lentas, mais despertares noturnos e maior latência do sono. Apesar disso, conforme mencionado pela professora, a sobrecarga de trabalho também pode estar no pano de fundo da prevalência dos problemas.

Segundo Núbia, os dados são preocupantes e surpreenderam a equipe, já que seis a cada 10 idosos têm qualquer um dos tipos de insônia. “É um dado alarmante e que nos preocupa”, reforça. Na conclusão, o grupo registra que uma implicação chave do estudo é justamente a importância da implementação de campanhas informativas e iniciativas educativas para aumentar a consciencialização sobre os problemas do sono nesta população.

Os dados também vão ao encontro do que a literatura e grupos especializados têm apresentado. “A Associação Americana de Cardiologia inseriu em 2022 o sono como variável ligada ao envelhecimento saudável”, comenta a professora. Segundo ela, a ciência reconhece os efeitos dos problemas de sono na saúde global dos idosos, já que aqueles que dormem muito mal apresentam maior risco de mortalidade, de depressão e de declínio cognitivo, além de estarem mais propensos a doenças neurodegenerativas.

Consumo adequado de frutas e vegetais e consumo de álcool também foram analisados

A pesquisa da UFSC também indica que o consumo de frutas e vegetais e de álcool pode estar relacionado aos problemas de sono entre pessoas com 60 anos ou mais. Idosos que não consumiam cinco porções diárias de frutas e vegetais apresentaram maior chance de má qualidade do sono, de acordo com o estudo.

“Isso porque esses alimentos são fontes de antioxidantes, polifenóis, vitamina C, fibras, potássio, flavonóides, que são ativos biológicos que vão melhorar o equilíbrio do ritmo circadiano e, consequentemente, a qualidade de sono. Além disso, podem modular o metabolismo e a concentração dos hormônios relacionados à qualidade de sono”, justifica.

Baixo consumo de vegetais pode ter relação com má qualidade do sono (Imagem de Jill Wellington por Pixabay)

Já o consumo de álcool uma vez por mês ou mais foi associado a menor chance insônia inicial, o que também foi consistente com outros estudos da área. Apesar disso, a pesquisa traz um alerta: “O álcool tende a reduzir a fase do sono de movimento rápido dos olhos (REM) e a desalinhar o ciclo sono-vigília”, indicam os pesquisadores. De uma forma geral, isso levaria a efeitos que podem resultar em má qualidade do sono e sonolência diurna, impactando o bem-estar geral.

A pesquisa registra que é importante considerar o impacto do consumo de álcool trazendo também um outro registro já reconhecido pela ciência: o de que algumas bebidas alcoólicas, como o vinho tinto, são ricos em flavonóides, como o resveratrol, que possuem propriedades antioxidantes e efeitos neuroprotetores, que podem melhorar a qualidade do sono

Condições de saúde têm impacto no sono

Também em relação às condições de saúde, a pesquisa registra que a presença de duas ou mais doenças crônicas aumentou de 1,21 a 1,65 vezes as chances de idosos apresentarem insônia inicial, intermediária, final e qualquer tipo de insônia. O dado também se alinha a estudos anteriores que mostraram que a ocorrência de duas doenças crônicas simultâneas está positivamente associada a todos os tipos de insônia na Alemanha e na China, por exemplo. “Além disso, medicamentos para tratamento de doenças crônicas como broncodilatadores, beta bloqueadores, estimulantes do sistema nervoso central e agentes cardiovasculares podem levar à insônia”, indicam os cientistas, na análise.

Os cientistas que assinam o artigo também reforçam que os resultados coletados fornecem informações valiosas para embasar políticas e estratégias de saúde pública destinadas a promover uma melhor saúde do sono na população idosa. “Os achados deste estudo revelam uma alta prevalência de problemas de sono entre idosos brasileiros, enfatizando a necessidade de intervenções de saúde pública direcionadas para resolver esse problema”, assinalam.

Amanda Miranda, jornalista da Agecom/UFSC

Tags: Cadernos de Saúde PúblicaElsi-BrasilenvelhecimentoFIOCRUZidososinsôniapopulação idosaproblemas do sonoUFSC Araranguá

Documentário de estudantes da UFSC sobre nazismo em Santa Catarina vence prêmio nacional

26/10/2023 13:10

O documentário “Uma história de silêncios”, produzido pelas estudantes Ísis Leites Regina, Clara Spessatto e Júlia Santos da Rosa Matos, do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi um dos três trabalhos reconhecidos  pelo 15º Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, projeto liderado pelo Instituto Vladimir Herzog.

O filme discute como o nazismo, banido e condenado internacionalmente após a Segunda Guerra Mundial, fez e faz parte da história de Santa Catarina. Após encontrarem quadros com a bandeira nazista expostos no hall da Secretaria de Educação de Dona Emma – município com cerca de 4 mil habitantes, localizado no interior do estado –, as estudantes perceberam que parte dos moradores naturalizaram o passado local e decidiram entrevistar autoridades e moradores da região para entender esse fenômeno.
(more…)

Tags: 15º Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco JordãoAlto Vale do Itajaídepartamento de JornalismodocumentárioDona EmmaInstituto Vladimir HerzogjornalismonazismoneonazismoPrêmioUFSC

UFSC não terá expediente nos dias 2 e 3 de novembro

26/10/2023 09:44

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) não terá expediente nos setores administrativos e acadêmicos nos dias 2 e 3 de novembro, quinta e sexta-feira, conforme definido no calendário acadêmico de 2023. O dia 2 de novembro é feriado e
o dia 3 foi considerado ponto facultativo, conforme informa o Ofício Circular nº 41/2023/GR.

Tags: Calendário AcadêmicoexpedienteferiadoOfício Circular nº 41/2023/GRponto facultativoUFSC

Núcleo da UFSC oferece curso gratuito de formação em Educação Financeira para professores

25/10/2023 09:57

Clique para ver a programação

O Núcleo de Finanças Pessoais e Comportamentais da UFSC está com inscrições abertas até 31 de outubro para o Programa de Formação para Professores em Educação Financeira (edição: Professores do Ensino Médio). A atividade é gratuita, com certificado de 20 horas na modalidade presencial. O público-alvo são professores do Ensino Médio. As inscrições devem ser feitas pelo formulário.

As aulas estão marcadas para os dias 9, 10, 16, 17 e 24 de novembro, das 14h às 17h30, no auditório do Centro Socioeconômico (CSE), sempre em encontros presenciais. Entre os temas apresentados estão tópicos do processo da tomada de decisão e suas influências no bem-estar financeiro,  a transversalidade da educação financeira e como ela torna possível colaborar para a mudança social.

O objetivo do curso é não só capacitar os professores do ensino médio frente à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) com relação à formação dos alunos em educação financeira, mas também possibilitar que os professores passem a ter uma vida financeira mais saudável ao implementarem no dia-a-dia os conhecimentos adquiridos durante o curso. Mais informações no site https://nufipec.ufsc.br/.

Tags: curso de formaçãocurso gratuitocurso para professoresNúcleo de Finanças Pessoais e ComportamentaisPrograma de Formação para Professores em Educação Financeira

Unesco aprova projeto da UFSC para criação da cátedra Antonieta de Barros

23/10/2023 18:08

Painel de Antonieta de Barros no Centro de Florianópolis. Foto: Divulgação

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) aprovou a criação da Cátedra Antonieta de Barros: educação para a igualdade racial e combate ao racismo, proposta por um grupo de professores(as) e pesquisadores(as) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) liderados pela vice-reitora, Joana Célia dos Passos. O anúncio da aprovação ocorreu em 15 de outubro, Dia do Professor, data comemorativa instituída por um projeto da própria Antonieta de Barros, primeira deputada negra de Santa Catarina.

A criação de uma cátedra de combate ao racismo e promoção da igualdade racial está prevista na Resolução Normativa nº 175/2022/CUn, que estabelece a política de enfrentamento ao racismo institucional na UFSC. Um dos objetivos da cátedra, elencados no projeto apresentado à Unesco, é justamente o de “analisar o impacto do racismo na universidade e contribuir na formulação e implementação de políticas curriculares multidisciplinares para inclusão da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena na formação de profissionais das diferentes áreas”.

De acordo com a definição apresentada no site da instituição, uma cátedra Unesco é uma equipe liderada por uma instituição de ensino superior ou pesquisa que faz parceria com a Unesco em um projeto para promover o conhecimento e a prática em uma área de prioridade comum. Na UFSC, essa equipe é integrada por professores(as) e pesquisadores(as) de nove programas de pós-graduação (Interdisciplinar em Ciências Humanas, História, Educação, Direito, Física, Saúde Coletiva, Relações Internacionais, Psicologia e Antropologia Social).
(more…)

Tags: Antonieta de BarrosCátedraCátedra Antonieta de Barros: educação para a igualdade racial e combate ao racismoCátedra UnescoDia do Professoreducaçãoenfrentamento ao racismoUFSCunescoUniversidade Federal de Santa Catarina

Revista Katálysis lança nova edição sobre ‘Imperialismo, Revolução e Contrarrevolução na América Latina’

23/10/2023 12:52

A Revista Katálysis, coordenada pelo curso de graduação e pelo Programa de Pós-graduação em Serviço Social da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), divulga seu terceiro número de 2023, com o tema “Imperialismo, Revolução e Contrarrevolução na América Latina”. A revista, de periodicidade quadrimestral, é classificada como A1 pelo Qualis/Capes e disponibiliza gratuitamente todo seu conteúdo on-line.

A publicação veicula artigos científicos originais sobre temas atuais e relevantes no âmbito do Serviço Social, áreas afins e suas relações interdisciplinares. Cada edição centra-se numa unidade temática, conforme sua importância no contexto social contemporâneo, mas também abre espaço para trabalhos que tratam de temas livres.

Os artigos da publicação estão disponíveis na página da revista  e no site da SciELO

 

 

Tags: América LatinaContrarrevoluçãoImperialismoPrograma de Pós-Graduação em Serviço SocialRevista KatálysisRevoluçãoServiço Social

UFSC sedia ‘Encontro brasileiro de cicloativismo e mobilidade por bicicleta’ em novembro

20/10/2023 11:05

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sediará, de 15 e 19 de novembro, o “Bicicultura Floripa 2023 – Encontro brasileiro de cicloativismo e mobilidade por bicicleta“. Com o tema “Cidades Pedaláveis, Cidades Democráticas”, o evento está em sua 10ª edição, sendo esta a primeira vez em Florianópolis. Segundo os organizadores, o Bicicultura será “um espaço para o convívio, compartilhamento de conhecimento e formação de alianças entre ciclistas, cicloativistas e todos os entusiastas e interessados, de todos os setores sociais, na democratização urbana, na sustentabilidade ambiental e na qualidade de vida que a bicicleta proporciona”.
(more…)

Tags: bicicletaBiciculturaCentro de Cultura e EventoscicloativismoEncontro brasileiro de cicloativismo e mobilidade por bicicletaSeCArteUFSC

Estudante da UFSC Joinville ganha prêmio no ITA por trabalho sobre biodiesel

20/10/2023 10:07

Estudante teve o melhor trabalho de graduação do evento

A estudante do curso de Engenharia Ferroviária e Metroviária da UFSC Joinville Júlia de Rezende Mattos foi premiada pelo melhor trabalho apresentado como pôster no Encontro de Física do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), que ocorreu no início do mês, em São José dos Campos. O trabalho Os efeitos da geometria do reator e do uso de cosolventes na síntese de biodiesel por rota catalítica assistida por plasma foi orientado pelos professores Diego Duarte e Rafael Catapan e faz parte do projeto Intensificação do processo de produção de biodiesel a partir de rota catalítica assistida por plasma.

Júlia e outros dois colegas do campus de Joinville representaram a universidade no evento, realizado em uma das instituições mais reconhecidas do país. “Foram dias de muito aprendizado e inspiração. Foi uma honra poder conversar com especialistas da área, discutir nossos projetos e também aprender e trocar experiências com alunos de outras universidades”, comenta a estudante, que é orientada pelos professores Diego e Rafael e também pela pós-doutoranda Maíra Oliveira Palm.

A pesquisa trata do biodiesel, que é comumente produzido por um processo chamado transesterificação, quando o óleo reage com o metanol, gerando o produto e a glicerina. Os reatores de plasma utilizam campos elétricos para acelerar reações, criando mais substâncias ativas e melhorando a eficiência em temperatura ambiente. “Eles estão ganhando atenção na síntese de combustíveis devido à sua capacidade de induzir a emulsão, melhorando o movimento dos reagentes e a transferência de massa”, explica.

No trabalho premiado, a estudante justifica que diversas abordagens são empregadas para lidar com o problema de óleo e metanol não se misturarem bem, incluindo métodos como agitação, ajuste de temperatura e o uso de co-solventes. Por isso, ela investigou o uso de acetona como co-solvente e diferentes designs de reatores de plasma para aprimorar a mistura de reagentes e facilitar a produção de biodiesel.

O estudo destaca um outro aspecto desta nova tecnologia: a possibilidade de utilização de óleos residuais como matéria-prima para biodiesel. O processo que está sendo estudado na UFSC proporciona uma abordagem mais econômica, além de favorecer a eliminação de resíduos que muitas vezes são inadequadamente descartados, causando impactos prejudiciais ao ecossistema local.  “Isto demonstra como a inovação tecnológica não só melhora a indústria e seus processos, mas também pode ter um impacto positivo significativo na sustentabilidade e na saúde dos ecossistemas”, detalha o resumo apresentado nos anais do evento.

Tags: BiodieselestudanteITAPrêmioreatorreator por plasmaUFSC Joinville

UFSC lança serviço para compartilhamento de bens permanentes e materiais de consumo entre setores da universidade

19/10/2023 12:38

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) lançou, na última terça-feira, 17 de outubro, a plataforma Compartilha UFSC, um serviço destinado ao compartilhamento ou doação de bens permanentes e materiais de consumo entre os setores da instituição. O principal objetivo é o aproveitamento mais eficiente dos recursos públicos, utilizando os bens e materiais que já foram adquiridos pela Universidade, diminuindo a necessidade de comprar novos itens.
(more…)

Tags: bens permanentesCompartilha UFSCmateriais de consumoPró-Reitoria de Administração (Proad)PROADrecurso públicosustentabilidadeUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Estudo premiado da UFSC indica regiões no litoral socialmente vulneráveis a desastres climáticos

19/10/2023 10:18

Paulino Neves (MA) teve o maior indice de vulnerabilidade no estudo (Foto: Governo do Maranhão)

Cheias, secas, desastres ambientais. As consequências das mudanças climáticas são tão visíveis quanto é o seu impacto em populações vulneráveis. Uma pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina recentemente premiada como a melhor tese de Geografia do país propõe um método para definir a vulnerabilidade das populações aos chamados eventos extremos em áreas costeiras, que levam a desastres ambientais e podem destruir bairros, cidades e causar prejuízos sociais e ambientais.

O trabalho da pesquisadora Cibele Oliveira Lima, doutora em Geografia, foi orientado pelo professor Jarbas Bonetti e reconhecido como o melhor estudo de doutorado do país na área das geotecnologias pela Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia (ANPEGE). O estudo Metodologia para avaliação da vulnerabilidade social a eventos extremos costeiros no Brasil levou o prêmio Ailton Luchiari, entregue na primeira semana de outubro.

No estudo, a pesquisadora propõe formas de calcular a vulnerabilidade social de diferentes regiões e utiliza como amostra 281 municípios costeiros, cobrindo todo o litoral brasileiro. O detalhamento é intramunicipal, mas também permite que se trabalhe com diferentes escalas, como estaduais e regionais. “O objetivo é contribuir para minimizar essa lacuna do conhecimento ao propor uma metodologia para obtenção de um Índice de Vulnerabilidade Social a eventos extremos costeiros”, explica.

A pesquisa constatou que as regiões Norte e Nordeste apresentam a maior vulnerabilidade social do litoral brasileiro. Maranhão, Pará e Bahia sofrem o maior risco. Apesar de terem, em geral, os menores índices do Brasil, os estados da Região Sul também possuem áreas com determinantes que indicam riscos, como na fronteira entre Paraná e São Paulo, foco de desastres recentes. Em Florianópolis, moradores de regiões de bairros do Norte e Sul da Ilha estariam mais suscetíveis a danos e exposição a desastres (leia mais abaixo).
(more…)

Tags: eventos costeirosextremos climáticosgeografiaÍndice de Vulnerabilidade Socialmeio ambienteprêmio Ailton LuchiariPrograma de Pós-Graduação em Geografia

Apufsc realiza debate sobre documento base da Conferência Nacional de Educação

18/10/2023 15:38

O Sindicato dos Professores das Universidades Federais de Santa Catarina (Apufsc-Sindical) realiza na próxima quarta-feira, 25 de outubro, às 14h, debate sobre o documento base da Conferência Nacional de Educação (Conae) 2024. O evento será realizado na sede do sindicato, no Campus de Florianópolis, e transmitido pela TV Apufsc.

Os debatedores serão Carlos Alberto Marques e Rita Gonçalves. Carlos Alberto, que participou da elaboração do documento, é ex-presidente da Apufsc-Sindical, atual diretor de Políticas Educacionais do Proifes-Federação e representante titular do Fórum Nacional de Educação (FNE). Já Rita é representante dos Fóruns de Educação de Jovens e Adultos (EJA) no FNE e membro da coordenação do Fórum Estadual Popular de Educação (Fepe-SC).

Tags: Apufsc-SindicalUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina