Pesquisa da UFSC avalia tratamento não-medicamentoso para idosos com demência em estágio inicial

05/01/2021 14:04

Em parceria com a Universidade de Nottingham, da Inglaterra, e a Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) começou a desenvolver em agosto de 2018 um projeto de tratamento não medicamentoso para reinserção social de idosos com diagnóstico de demência inicial. Realizado no Ambulatório da Memória do internato do curso de Medicina do campus Pedra Branca da Unisul, em Palhoça, o projeto beneficia cerca de 80 pacientes.

O trabalho integra um projeto de pesquisa de dissertação do Programa de Pós-Graduação de Saúde Coletiva (PPGSC) da UFSC, e conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu). “A Fapeu foi responsável por promover e apoiar a execução do projeto, através do gerenciamento financeiro do projeto com financiamento do Economic & Social Research Council (órgão público não-departamental financiado pelo governo do Reino Unido). Além disso, a Fapeu possui papel importante na difusão de conhecimento científico e tecnológico”, destaca Eleonora d’Orsi, coordenadora do projeto e professora do Departamento de Saúde Pública da UFSC.

Intitulado “Promovendo a Independência na Demência (Pride)”, o projeto visa a identificar como as mudanças sociais e no estilo de vida podem ajudar a reduzir o desenvolvimento da demência e da incapacidade. Pela proposta, os pesquisadores desenvolvem e avaliam uma intervenção social eficaz (por exemplo, com atividade física) para apoiar a independência e a qualidade de vida de pessoas com demência inicial e de seus cuidadores. Além de Eleonora, também integram o grupo de trabalho o médico geriatra e professor da Unisul, André Junqueira Xavier; a fisioterapeuta e docente na Universidade do Minho, em Portugal, Anna Quialheiro da Silva; e a mestranda do PPGSC da UFSC, Suzane Garcia de Stefani. O Ambulatório da Memória, onde o programa é desenvolvido, funciona na policlínica do Centro de Palhoça, em parceria com o Sistema Único de Saúde (SUS).
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Departamento de Saúde Pública encaminha ao governador carta sobre reabertura das escolas

07/12/2020 11:07

O Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) encaminhou, nesta segunda-feira, 7 de dezembro, uma carta ao governador de Santa Catarina sobre a forma como estão sendo encaminhados os planos para a reabertura das escolas no estado, justamente no momento em que a pandemia de Covid-19 está em seu pior cenário. O documento ressalta a tragédia que o fechamento das escolas representa para o ensino e reforça o compromisso em defesa da educação, mas defende que a reabertura das escolas não pode ser conduzida com critérios dissonantes e de forma descentralizada.

> Confira a íntegra do documento

A carta está aberta para assinatura de entidades ou grupos. Envie um e-mail para spb@contato.ufsc.br com o nome completo da entidade ou grupo e o endereço URL de sua página principal.

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CNPq aprova projeto da UFSC de qualificação de profissionais e gestores da saúde

02/12/2020 10:49

O projeto Qualificação profissional e de gestores de Santa Catarina em doenças crônicas não-transmissíveis foi aprovado na Chamada CNPq/MS/SAPS/DEPROS nº 28/2020, de formação em doenças crônicas não transmissíveis e seus fatores de risco associados. Apresentada pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e pelo Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), sob coordenação geral de Monica Motta Lino, professora do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e coordenadora de Tutoria da UFSC, a proposta envolve a capacitação de profissionais da saúde e gestores para o cuidado à pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e se sustenta na tríade pesquisa, extensão e formação.  

Sua fase inicial, a ser desenvolvida entre dezembro de 2020 e maio de 2021, contempla uma análise diagnóstica: uma avaliação situacional de Santa Catarina que orientará as ações do projeto. Já a etapa de formação inclui um curso de especialização (360 horas), um curso de aperfeiçoamento (180 horas) e uma capacitação para gestores (40 horas). O objetivo é desenvolver estratégias efetivas e inovadoras de formação para trabalhadores de saúde de nível superior e gestores da Atenção Primária à Saúde nas temáticas de promoção da saúde no território e na prevenção e no cuidado (farmacológico e não farmacológico) das doenças crônicas não transmissíveis. As atividades de formação serão realizadas entre junho de 2021 e dezembro de 2022. 

A proposta foi elaborada por uma equipe interdisciplinar de pesquisadores, professores e gestores em saúde de Santa Catarina, que inclui o Departamento de Saúde Pública da UFSC, a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e a Secretaria do Estado de Saúde (SES-SC).

 

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Pesquisadores propõem novo instrumento para análise de protocolos da Covid-19 em SC

22/09/2020 14:24

Um grupo de pesquisadores desenvolveu um instrumento de análise de protocolos de classificação de risco da Covid-19 baseado nas orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para ser aplicado ao caso de Santa Catarina. O trabalho foi divulgado no artigo “Adequação de protocolos de classificação de risco para Covid-19 às orientações da OMS: uma proposta de instrumento”, e contou com participação de cientistas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Unisul, USP, Escola Nacional de Saúde Pública, Observatório Covid-19 BR, Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), Universidad de Málaga e prefeitura de Florianópolis.

O instrumento construído pela pesquisa segue as recomendações atuais da OMS para o enfrentamento da pandemia, ou seja, buscando a estratégia de supressão dos casos. Ele contempla cinco dimensões de análise para guiar as decisões dos gestores de saúde: avaliação do risco, avaliação da exposição, avaliação do contexto, caracterização do risco e confiabilidade. Ao aplicar o instrumento no protocolo utilizado hoje para Santa Catarina, os pesquisadores observaram que a dimensão análise de risco (avaliação da morbimortalidade) foi atendida parcialmente; as demais dimensões não possuem medidas suficientes para se fazer a avaliação.

A professora do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFSC Alexandra Crispim Boing destaca que a atual matriz de risco de Santa Catarina “foi construída em um momento da epidemia onde era preciso ter como objetivo a estratégia de mitigação, para que ocorresse o achatamento da curva e com isso o serviço de saúde pudesse se organizar. Entretanto, com a evolução da pandemia é necessário assumir a estratégia de supressão dos casos e que sejam utilizados indicadores mais robustos e orientados pelos conhecimentos existentes no momento”. Para a pesquisadora, dentro deste cenário, “a matriz de risco do estado de Santa Catarina precisa ser revisada para que possa fazer o diagnóstico mais adequado da situação e permitir ao gestor tomar decisões para suprimir a transmissão comunitária do vírus e reduzir o número de mortes e doentes”.

Também professora da Pós em Saúde Coletiva da UFSC, Josimari Telino de Lacerda aponta que nos países onde foi utilizada a estratégia de supressão, a economia pôde voltar, ainda que controlada.  A evolução da compreensão sobre a Covid-19, enfatiza Josimari, possibilita a revisão dos protocolos de tomada de decisão do início da pandemia: “Todos estamos aprendendo à medida que vamos entendendo melhor a doença, as orientações dos organismos internacionais e da ciência vão sendo revisitadas. Dizem que a ciência é lenta e a gestão, muito mais rápida. Neste momento, a gestão está mais lenta: estão assentados em parâmetros que são do início da pandemia. Não queremos deslegitimar as decisões, mas estes instrumentos não são estanques. À medida que se avança no conhecimento e há mudança do cenário, são necessárias adequação dos indicadores”.
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Idosos tendem a considerar a pandemia menos grave, aponta estudo da UFSC

08/09/2020 12:59

Pessoas acima de 65 anos são o grupo etário que percebe como menores os riscos da pandemia de Covid-19 e também apresentam menor comprometimento com as políticas de isolamento social em Santa Catarina. A conclusão é da pesquisa Covid-19 em Santa Catarina: Estudo sobre níveis de conhecimento, padrões de comportamento social e impactos na vida social e econômica, desenvolvida por professores dos departamentos de Sociologia e Ciência Política e de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O estudo mapeou atitudes e comportamentos da população catarinense em relação à pandemia, identificando alguns dos principais efeitos sociais e econômicos das medidas de restrição à circulação e os padrões de acesso à informação sobre a doença.

A primeira etapa da pesquisa, realizada em junho via internet e por aplicativos de redes sociais, colheu respostas de 2.636 pessoas de 129 municípios catarinenses, em sua maioria da região da Grande Florianópolis. Em relação às percepções sobre a pandemia, o nível de informação é alto, com razoável acerto de informações. Aqueles que adquirem informações por meio de mídias sociais, ou parentes e amigos, mostraram nível menor de conhecimento comparados com quem utiliza sites oficiais de governo, TV e rádio.

> Clique AQUI para acessar o relatório completo

No geral, as pessoas subestimaram a ocorrência de casos em crianças, adolescentes e adultos jovens (até 29 anos de idade) e superestimaram a ocorrência em idosos. Quanto aos fatores de risco, as doenças respiratórias foram superestimadas, e ser hipertenso/obeso/ter problemas cardíacos ficaram sub-avaliados. O uso de máscara foi entendido como um fator importante de proteção por 88% dos entrevistados, embora apenas 2 em cada 3 tenham identificado corretamente a melhor forma de proteção.
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Jornal de psiquiatria dos EUA publica artigo sobre projeto de extensão da UFSC

10/07/2020 12:02

O American Journal of Pychiatric Rehabilitation publicou um artigo sobre o projeto de extensão Terapeutas da Alegria, do Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O texto Clown Therapy: Recovering Health, Social Identities and Citizenship é o segundo artigo baseado na dissertação de mestrado em Saúde Coletiva de Soraia de Camargo Catapan.

O texto tem como coautores o orientador de Soraia, professor Walter Ferreira de Oliveira, titular da UFSC, e o professor Ricardo Ricci Uvinha, da Universidade de São Paulo (USP) e ex-colaborador do mestrado profissional em Saúde Mental da UFSC.

> Clique AQUI para acessar o artigo na íntegra

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Departamento de Saúde Pública, Pós em Saúde Coletiva e em Saúde Mental lançam manifesto sobre avanço da Covid-19

02/07/2020 17:40

O Departamento de Saúde Pública, o Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva e o Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental e Atenção Psicossocial da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) lançaram na segunda-feira, dia 29 de junho, um manifesto sobre o avanço da epidemia de Covid-19 no estado de Santa Catarina e na cidade de Florianópolis. O documento destaca as recentes medidas de flexibilização de atividades econômicas que ocorreram na cidade de Florianópolis. “A partir de informações oficiais se pode observar o aumento expressivo no número de casos novos, no número de casos ativos, na letalidade e na taxa de ocupação dos leitos de UTI em todo estado. Particularmente, na cidade de Florianópolis, os dados do Covidômetro1 da Prefeitura Municipal, em 29/06/2020, dão conta de que estamos próximos do colapso da oferta de leitos, com 85,96% de taxa de ocupação, e que o número de casos ativos quadruplicou nas últimas quatro semanas”, traz o texto.
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UFSC recebe 12º Encontro Catarinense de Saúde Mental

24/04/2019 10:33

O Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em parceria com a Associação Brasileira de Saúde Mental núcleo Santa Catarina (Abrasme), realiza nos dias 1º, 2 e 3 de maio, o XII Encontro Catarinense de Saúde Mental.  Para todo o dia 30 de abril está previsto um pré-evento.

As inscrições devem ser feitas por meio do endereço http://ecsm.paginas.ufsc.br/inscricoes/. Aos estudantes do Centro de Ciências da Saúde da UFSC (CCS) foram reservadas 50 vagas e a inscrição deve ser feita neste LINK. Os alunos que não conseguirem se inscrever podem participar das atividades como ouvintes. Os interessados também podem se inscrever como monitores do evento e as inscrições estão abertas no site http://ecsm.paginas.ufsc.br/programacao/.

O encontro deste ano se dará em comunhão com eventos de caráter regional, nacional e internacional, na tentativa de fortalecer interlocuções e articulações potentes, tendo como tema “Nada sobre nós, sem nós”.

Mais informações sobre o evento no site http://ecsm.paginas.ufsc.br/.

Confira a Programação AQUI.

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Observatório da Seguridade Social e Sistemas de Justiça realiza oficina sobre saúde do trabalhador em serviços penais

09/08/2017 10:04

Representantes e pesquisadores de administrações prisionais e do judiciário brasileiro estiveram reunidos no Departamento de Saúde Pública (SPB) da UFSC para participarem da I Oficina de Saúde do Trabalhador em Serviços Penais nos dias 24 e 25 de julho. Foram desenvolvidas iniciativas para constituição de uma Rede Nacional de Estudos e Apoio ao Trabalho em Serviços Penais e elaboradas propostas de trabalhos colaborativos desenvolvidos por centros de estudos e administrações prisionais, visando a melhoria e consolidação de políticas locais à promoção da saúde do trabalhador que atua em serviços penais.

A oficina foi organizada pelo Observatório de Seguridade Social e Sistemas de Justiça em parceria com o Grupo de Pesquisa em Violência e Saúde, Grupo de Pesquisa em Políticas de Saúde/Saúde Mental, Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva e o Departamento de Saúde Pública da UFSC. Servidores de administrações prisionais e do judiciário dos estados de Santa Catarina, Maranhão, Rio Grande do Sul, Paraná, Ceará e São Paulo também contribuíram para realização da oficina.
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Parceria entre UFSC e Nações Unidas apoia curso para vítimas de violência por parceiro íntimo

29/03/2017 19:41

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) assinou parceria com o Fundo da População das Nações Unidas (UNFPA), órgão subsidiário das Nações Unidas, para oferta do curso à distância de Atenção a Homens e Mulheres em Situação de Violência por parceiro íntimo. O curso é coordenado pelas professoras Elza Berger Salema Coelho e Sheila Rubia Lindner, do Departamento de Saúde Pública, para países em desenvolvimento de língua portuguesa. A parceria pretende reforçar a Cooperação Sul-Sul por meio da colaboração entre países em desenvolvimento, assistidos pelo UNFPA, e acordada com os princípios da Conferência Internacional sobre população e desenvolvimento (CIPD), realizada em 1994. Ofertado há três anos na UFSC, o curso já obteve 7.068 alunos inscritos de várias áreas da saúde.

A Cooperação Sul-Sul é a modalidade de cooperação técnica internacional que se dá entre países em desenvolvimento, que compartilham desafios e experiências semelhantes, baseada nas capacidades de indivíduos e instituições brasileiras e visa maximizar a troca de boas práticas para atender às necessidades de países parceiros. O UNFPA é um órgão subsidiário da Assembleia Geral das Nações Unidas, que desempenha um papel único no Sistema ONU: trata de questões de população e desenvolvimento, com ênfase na saúde reprodutiva e da igualdade de gênero, no contexto do Programa de Ação da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CIPD) e dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. O CIPD articulou, na década de 1990, os desafios enfrentados pelos países da América Latina e da África para manter o crescimento econômico e reduzir as desigualdades sociais.

Sobre o curso na UFSC

O objetivo do  “Curso de Capacitação em Atenção a Homens e Mulheres em Situação de Violência por Parceiros Íntimos”, ofertado inteiramente on-line, é melhorar a habilidade dos profissionais em identificar sintomas e lesões que são relacionados à violência doméstica e em como conduzir serviços sociais e psicológicos adequados em casos de violência doméstica. Formulado em seis módulos, o curso é dividido em temas como: “Violência: Definições e Tipologias”; “Políticas Públicas no Enfrentamento da Violência”; “Violência e Perspectiva Relacional de Gênero”; “Violência no Contexto Familiar”; “Redes de Atenção à Violência”; “Atenção a Homens e Mulheres em Situação de Violência”. O curso tem como carga horária total 120 horas e, apesar de ter como público preferencial gestores e profissionais de saúde, pode ser desempenhado por quem tem interesse no assunto e está aberto à inscrição a qualquer momento — o importante é que sejam concluídas as atividades dentro de três meses.

Mais informações na página do curso ou da UNFPA.

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Lançamento do livro ‘Saúde e Atenção Psicossocial nas Prisões’ dia 29

25/08/2016 10:00

unnamedO III Congresso Catarinense de Saúde Coletiva e I Seminário de Bioética e Saúde Coletiva serão realizados nos dias 29 e 30 de agosto. O evento é uma parceria entre Departamento de Saúde Pública do Centro de Ciências da Saúde (CCS) e Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG). O congresso ocorre no auditório Garapuvu, do Centro de Cultura e Eventos da UFSC. No primeiro dia, 29, às 18h, no hall do Centro de Eventos, haverá o lançamento do livro Saúde e atenção psicossocial nas prisões, dos professores Walter Ferreira de Oliveira e Fernando Balvedi Damas.

Mais informações no site do evento.

 

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‘Os Dilemas do Financiamento Público em Saúde’ é tema de debate

16/05/2016 14:06

para_emailNesta quinta-feira, 19 de maio, às 18h, o Departamento de Saúde Pública e o Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFSC promovem a discussão “Os Dilemas do Financiamento Público em Saúde”.

O debate será conduzido pelo secretário executivo do Fundo Nacional de Saúde, Antonio Carlos da Rosa Júnior. Também estarão presentes o professor Lúcio Botelho, do Departamento de Saúde Pública, e João Bertoli, Auditoria Cidadã da Dívida. O evento será realizado no auditório do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFSC.

Mais informações: saudepublica.ufsc.br

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Grupo de Pesquisa em Farmacoepidemiologia realiza evento sobre indústria farmacêutica

28/04/2016 17:12

O Grupo de Pesquisa em Farmacoepidemiologia (GPFar), com apoio do Departamento de Saúde Pública e do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, realizará o evento “Indústria farmacêutica trilhando caminhos críticos”, nos dias 4 e 5 de maio, no Centro de Ciências da Saúde (CCS). O evento é em comemoração ao Dia Nacional pelo Uso Racional de Medicamentos, a ser celebrado no dia 5.
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Consequências da crise sobre as políticas de saúde no Brasil são tema de debate na UFSC

20/04/2016 09:37

O Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove a discussão “Consequências da crise política e econômica sobre as políticas de saúde no Brasil”. Para comandar o encontro, estarão presentes os debatedores Julian Borba e Carlos Botazzo. O evento será realizado na quarta-feira, 27 de abril, às 17h30, no auditório do Centro de Ciências da Saúde (CCS).

Mais informações em saudepublica.ufsc.br

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Especialização gratuita e presencial em Saúde Coletiva abre inscrições dia 18 de janeiro

06/01/2016 07:31

O Curso de Especialização em Saúde Coletiva, oferecido gratuitamente pelo Departamento de Saúde Pública da UFSC, abre inscrições no dia 18 de janeiro de 2015.

Poderão participar profissionais de saúde ou que atuem na área. O curso será realizado de março a dezembro de 2016. Os alunos terão aulas presenciais com os docentes do Departamento, na UFSC.

Confira o Edital de seleção.
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Inscrições gratuitas para o ‘Curso de Atenção a Homens e Mulheres em Situação de Violência por Parceiros Íntimos’

10/09/2015 12:46

O Departamento de Saúde Pública da UFSC, através da plataforma moodle da Universidade, promove o “Curso de Atenção a Homens e Mulheres em Situação de Violência por Parceiros Íntimos”, cujas inscrições gratuitas vão até 10 de outubro. O curso dá direito a certificado de 120 horas.

O objetivo é promover, por intermédio de formação profissional continuada, ferramentas para que o profissional possa sensibilizar-se para desvelar a violência, identificar situações em sua prática e qualificar o atendimento a homens e mulheres em situação ou risco de violência por parceiro íntimo. O curso visa também proporcionar o apoio ao desenvolvimento de habilidades que tenham por fim garantir a prevenção e o atendimento em rede integrada.

Mais informações pelo telefone (48) 3721-3419 e no site.

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Semana de Combate às Fobias de Gênero na Saúde segue até sexta-feira na UFSC

01/09/2015 13:53

Apresentar discussões de gênero nos cursos de ciências da saúde foi uma das necessidades discutidas na abertura da 1ª Semana de Combate às Fobias de Gênero na Saúde, realizada na segunda-feira, 31 de agosto, no auditório da Pós-Graduação do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O evento é uma parceria do Departamento de Saúde Pública, através do “Epicen@s: Núcleo de Estudos em Gênero e Saúde”, em conjunto com o grupo “Acontece – Arte e Política LGBT” e a Fundação Açoriana para o Controle da AIDS (Faça).

1ª semana de combate às fobias de gênero na Saúde - Foto Henrique Almeida-9

professor Murilo Moscheta, na abertura do evento. Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC

Professor do Departamento de Saúde Pública da UFSC, Rodrigo Otavio Moretti-Pires afirmou na abertura da programação que a discussão sobre gênero é praticamente inexistente nos cursos. “Entende-se a saúde por uma perspectiva heterossexual compulsória, e isto não representa a realidade”.

A professora do Departamento de Pediatria e vice-diretora do CCS, Isabela de Carlos Back Giuliano, lembrou que “qualquer iniquidade em saúde é cruel e monstruosa; por preconceito, é ainda mais condenável” e destacou a importância do CCS ser espaço deste tipo de debate.

Palestrante convidado, o professor da Universidade Estadual de Maringá Murilo dos Santos Moscheta destacou o atendimento à população LGBTT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) como “questão de responsabilidade” dos cursos de ciências da saúde.

“O discurso científico e as práticas de saúde contribuíram, a partir do século 19, para caracterizar a sexualidade fora das perspectivas heterossexual, monogâmica, familiar e reprodutiva como patológicas. É responsabilidade do campo da saúde reinventar estas práticas de desigualdade que a gente ajudou a construir” diz Moscheta.

Ele ressaltou que a discriminação mina as boas condições de vida. “O modo como vivemos contribui para determinar nossa saúde. Imagine quantos insultos e violências uma pessoa trans pode aguentar antes de sair da escola”. De acordo com Moscheta, o acesso e a utilização de serviços da saúde podem até agravar preconceitos e condições. “Para receber tratamento hormonal, uma pessoa trans precisa produzir uma narrativa sofrida de si mesma, que permita um diagnóstico de distúrbio, e provocar o agravamento do próprio mal-estar, e só a partir daí ser atendido”. O professor questiona o que sente um LGBTT ao procurar uma unidade básica de saúde: “Qual a conta de ser desrespeitado ou agredido? Ficar em casa e tomar um antibiótico recomendado por um amigo? E o medo de não ser chamado pelo nome social? Além de não ser compreendido, precisa explicar educar ou satisfazer a curiosidade perversa do profissional de saúde”.

Para Moscheta, os profissionais de saúde são formados em uma sociedade discriminatória, educados com um conjunto de preconceitos que serão reproduzidos no atendimento. “A discriminação pode perverter o cuidado e encontra amparo no pretenso discurso científico, como psicólogos que insistem em ‘curar homossexuais’. Há a impossibilidade de criar um vínculo com o sistema de saúde”.

Antes da palestra de Moscheta, os organizadores apresentaram um vídeo de estudantes de Nutrição, “Saúde pública e população LGBT”, produzido para a disciplina “Desenvolvimento da comunidade”.

Depois dos debates, houve apresentação da performance de Lui Castanho, sobre as expectativas da leitura do próprio corpo.

A 1ª Semana de Combate às Fobias de Gênero na Saúde segue até o dia 4 de setembro, no bloco H do Centro de Ciências da Saúde.

Caetano Machado/Jornalista da Agecom/DGC/UFSC
caetano.machado@ufsc.br

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Professores da UFSC eleitos para diretoria da Associação Brasileira de Saúde Mental

11/06/2015 15:08

A nova diretoria da Associação Brasileira de Saúde Mental (Abrasme) foi eleita no 2º Fórum Brasileiro de Direitos Humanos e Saúde Mental e conta com dois representantes da Universidade Federal de Santa Catarina: Walter Ferreira de Oliveira, como presidente, e Fabricio Augusto Menegon, como primeiro tesoureiro. Ambos são do do Departamento de Saúde Pública, do Centro de Ciências da Saúde (CCS).

Mais informações: Abrasme.

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Revista ‘Cadernos Brasileiros de Saúde Mental’ lança novo número

11/06/2015 14:48

A revista Cadernos Brasileiros de Saúde Mental (CBSM) lançou seu novo número e já pode ser acessada na página do Laboratórios de Periódicos da UFSC. Publicação acadêmica semestral, a CBSM é indexada na Capes nas áreas de psicologia e saúde coletiva e divulga artigos, ensaios, resenhas, entrevistas e outros textos de diversas regiões do país, engajada no processo de consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS).

A CBSM é uma publicação interdisciplinar da Universidade Federal de Santa Catarina, através do Grupo de Pesquisas em Políticas de Saúde/Saúde Mental – GPPS, Departamento de Saúde Pública, Centro de Ciências da Saúde, em colaboração com a Associação Brasileira de Saúde Mental (Abrasme).

Mais informações pelo e-mail cbsm.abrasme@gmail.com.

 

 

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Pesquisa analisa relação entre discriminação e transtorno mental

23/09/2014 08:02

Pesquisa realizada no Departamento de Saúde Pública do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) associou experiências discriminatórias à manifestação de sofrimento psíquico, caracterizado pelo surgimento de transtornos mentais comuns, como depressão, ansiedade e estresse. A pesquisa foi realizada pelo professor João Luiz Dornelles Bastos, com a bolsista Pibic e estudante de Odontologia, Maria Vitória Cordeiro de Souza. Os pesquisadores analisaram dados obtidos a partir de entrevistas com estudantes da própria UFSC.

graficos1O total de 1.023 alunos do universo de 19.963 regularmente matriculados na Universidade no segundo semestre de 2011 responderam a um questionário, aplicado nos cursos de Ciências Contábeis; Direito; engenharias Elétrica, Mecânica, Química, e Sanitária e Ambiental; História; Medicina; Odontologia; Pedagogia; Psicologia e Sistemas de Informação. As perguntas abordavam características socioeconômicas, demográficas, experiências discriminatórias dentro e fora da UFSC e informações específicas a cada curso. Para analisar o sofrimento psíquico, 12 questões abordavam indícios de transtornos mentais comuns nas duas semanas anteriores à pesquisa. Já para avaliar as experiências discriminatórias, eram apresentadas 18 perguntas sobre possíveis ocorrências de tratamento diferencial ao longo da vida do estudante, incluindo frequência, motivação e grau de incômodo dessas ocorrências, e se o aluno havia se sentido discriminado em tais situações.
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Pesquisa de avaliação em saúde seleciona candidatos a entrevistadores

01/10/2013 15:47

O Núcleo de Extensão e Pesquisa em Avaliação em Saúde (NEPAS) do Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina publicou na segunda-feira, 30 de setembro, o edital para seleção de entrevistadores e supervisores para a Pesquisa de Monitoramento e da Avaliação do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica Ciclo II (PMAQ).

A pesquisa envolve viagens por todo o estado de Santa Catarina, com o objetivo de avaliar Unidades Básicas de Saúde. Esta etapa do projeto de pesquisa de campo terá duração de até dois meses.

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