A Equipe Multiprofissional de Acompanhamento aos Servidores da UFSC com Deficiência (EMAPCD) e a Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) elaboraram um questionário para avaliar as condições de trabalho de servidores com deficiência durante a pandemia de Covid-19. Os servidores devem responder questões relativas às condições socieconômicas e de saúde, relação de interdependência (necessidade de ajuda de outras pessoas), recursos de acessibilidade e condições de trabalho para desempenho de suas atividades. Informações estão disponíveis no Ofício Circular n° 007/2020/Prodegesp.
O questionário será disponibilizado em vários formatos (word, libreoffice, pdf editável) no link https://prodegespcoronavirus.ufsc.br/emapcd/. Os servidores devem responder e encaminhá-lo para o e-mail pcd.prodegesp@contato.ufsc.br. Para garantir a acessibilidade, o questionário poderá ser respondido também por telefone ou videochamada. Nestes casos, ou para esclarecer qualquer dúvida a respeito do preenchimento, o servidor deve entrar em contato pelo e-mail: pcd.prodegesp@contato.ufsc.br.
O Núcleo de Ética e Filosofia Política (Néfipo) do Departamento de Filosofia da UFSC publicou, na última quinta-feira, 18 de junho, o livro “Reflexões sobre uma pandemia”, uma coletânea de quinze ensaios de filósofos e filósofas convidados, com reflexões sobre a pandemia de Covid-19, a partir de questões da ética e da filosofia política. O livro está disponível gratuitamente por meio do link.
A obra foi organizada pela professora Maria de Lourdes Borges (Departamento de Filosofia/UFSC), Evânia Reich (pós-doutoranda/UFSC) e Raquel Cipriani Xavier (doutoranda em Filosofia/UFSC). A publicação é da Néfiponline, editora vinculada ao Néfipo, que há 9 anos publica textos acadêmicos em formato digital.
Origem
Segundo a organizadora, Maria de Lourdes Borges, a ideia de organizar o livro de ensaios filosóficos surgiu da inquietação em relação ao momento pelo qual estamos passando. “Nós fomos impactados, não só pela gravidade da pandemia, mas pela forma que o Brasil vem tratando esse tema. Até hoje, o governo brasileiro continua a negar a gravidade do problema, ainda que o número de mortos aumente diariamente, e tornamo-nos pouco a pouco um dos países mais infectados. Como filósofas, pensamos que nossa tarefa é traduzir nosso tempo em conceitos”, ressalta.
Borges acrescenta que os ensaios visam apresentar uma reflexão filosófica, trazendo para dentro do problema conceitos e questões filosóficas tratadas no âmago da própria história da filosofia. “Alguns artigos analisaram a reação dos governos nacionais em geral, mostrando que a crise do Covid-19 recolocou no centro da cena política um ator que desde a crise econômica de 2008/2009 tinha sido esquecido como protagonista, a saber, a figura do Estado. Foi mostrada que um estado que permite as desigualdades sociais faz com a pandemia tenha um resultado mais dramático. Ainda dentro do campo das instituições estatais, foi analisado o papel das instituições internacionais em questões que abrangem o mundo globalizado, a necessidade de adoção de medidas que ultrapassam o âmbito nacional e quais seriam os direitos humanos que autorizariam uma intervenção de instituições internacionais nas decisões dos Estados”, pontua a pesquisadora.
Temas como o Iluminismo permeiam a obra, que também versa sobre a existência de grupos fundamentalmente anti-intelectualistas e anti-iluministas no Brasil e a necessária crítica moral, técnica e científica. “Outros [autores] mostram que a própria pandemia coloca nossos ideiais iluministas à prova. No aspecto do iluminismo científico, carecemos de meios para deter cientificamente, através de remédios e vacinas, o avanço do vírus, restando-nos apenas o isolamento das pessoas. Frente aos desígnios da natureza, ficamos como menores de idade, sendo por ela dominados. Quanto ao aspecto jurídico científico, os Estados se viram incapazes de garantir o bem-estar das pessoas e a liberdade individual. Aliás, o próprio modelo do Estado democrático de Direito é posto em xeque, visto que Estados que não se enquadram nesse modelo foram mais eficazes para combater a doença. Por fim, a doença exporia as falhas do iluminismo econômico-social, ao expor as péssimas condições de vida da população”, salienta Borges.
Foram abordadas também questões éticas, com ênfase no conceito de mal e de alegria maligna. Além do tema ético do critério que deve ser utilizado para preenchimento preferencial de leitos em hospitais, numa disputa entre a visão deontológica e consequencialista. Por fim, resssalta Borges, o livro traz a reflexão sobre o papel da filosofia e da necessidade de levar em conta um novo cenário que se apresenta diante de seus olhos, com possibilidades de provocação de novos insights.
Os professores Josiel Domingos e Giovanni Caramori, do Departamento de Química da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), são coautores do artigo que estampa a capa da mais recente edição do Journal of the American Chemical Society, uma das mais respeitadas revistas da área de química no mundo. O texto é fruto do trabalho de diversos grupos de pesquisa e contou com a colaboração do professor Gonçalo Bernardes, da Universidade de Cambridge, no âmbito do Programa Institucional de Internacionalização – PrInt/CAPES, com o Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ), por meio da coordenação do subprojeto Desenvolvimento e Aplicação de Nanocatalisadores.
“A participação do professor Gonçalo no subprojeto do PPGQ permitiu a ele visitar Florianópolis em outubro de 2019, com uma bolsa PrInt do tipo ‘Professor Visitante no Brasil’ e, assim, começar uma colaboração comigo e outros colegas do Departamento de Química, resultando nesta publicação e em diversos outros trabalhos que estão em andamento”, destacou Josiel Domingos. Além da UFSC, outras quatro instituições estão envolvidas na publicação: Universidade de Cambridge, na Inglaterra; Universidade de Lisboa e Champalimaud Centre for the Unknown, em Portugal; e Université Côte D’azur, na França. (mais…)
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebeu, nesta terça-feira, 16 de maio, 1.495 litros de álcool 70 INPM, ideal para a desinfecção no combate à Covid-19. O álcool foi produzido a partir de cerca de 3 mil litros de bebidas alcoólicas apreendidas pela Receita Federal. O alambique Cachaça do Imperador, de Santo Amaro da Imperatriz, foi o responsável pelo processo de produção, e entregou 299 bombonas de 5 litros à instituição.
O processo começou em 4 de junho, quando a UFSC recebeu a doação de diversas bebidas apreendidas – uísque, vodka, gim, licores, tequila, vinho e cerveja. As garrafas faziam parte de cargas apreendidas pela Receita Federal, que por sua vez, doa o líquido para pesquisas ou para a produção de insumos ou combustíveis. Ações similares já aconteceram em universidades do Paraná e Rio Grande do Sul.
Processo
O processo começa com a mistura de todos os líquidos em um recipiente único. Depois disso, o líquido é destilado, e assim o álcool é separado dos demais componentes da bebida alcoólica – como lúpulo, taninos, etc. – que modificam o cheiro e sabor das bebidas. O resultado é uma solução de álcool e água na proporção 70-30.
“O álcool 70 INPM (70% em massa de álcool e 30% em massa de água) é um importante bactericida. Na UFSC será utilizado na desinfecção de ambientes e superfícies. Todo o material já está no almoxarifado do RU e será muito útil para a Universidade”, explica Pedro Manique Barreto, pró-reitor de Assistência Estudantil.
Parceria
O alambique responsável pelo processo de produção é de propriedade do engenheiro eletricista Hélio Machado, egresso da UFSC. “Somos uma empresa de porte pequeno, nossa cachaça recebeu prêmios no Brasil e no exterior. Com essa parceria, nós acabamos reaproveitando as garrafas para armazenar a nossa produção. Eu me formei na UFSC, tive um ensino totalmente gratuito, e eu acho que é um jeito de retribuir para a Universidade o que eu recebi”, salientou Hélio.
As bombonas utilizadas no acondicionamento do produto final foram doadas pela Água Mineral Imperatriz.
Antonia e Wesley na maternidade em 1995. Foto: Agecom/UFSC
No dia 24 de outubro deste ano, a maternidade do Hospital Professor Polydoro Ernani de São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina (HU/UFSC) completa 25 anos, uma data que será comemorada por docentes, estudantes, profissionais da área de saúde e famílias de todas as partes do Estado. É registrada uma média de 220 partos por mês (dados de 2020) na instituição que ganhou destaque pela humanização e por uma forte vinculação com a área de ensino e pesquisa.
A data é importante para todos ligados à assistência e ao ensino no Hospital, mas é especial para a técnica de enfermagem Antônia Carlo de Andrade Pereira. A história de vida e a trajetória profissional dela estão fortemente ligadas ao HU. Ela já trabalhou no hospital e foi a primeira parturiente da maternidade da instituição. Foi no dia 24 de outubro de 1995, dia da inauguração da maternidade, que Antônia, à época lotada na Emergência do HU, deu à luz o menino Wesley Andrade Alves Pereira. “A maternidade do HU está muito ligada à história da minha família e o que chama a atenção lá é que desde o começo eles tinham esta preocupação com a humanização”, afirma Antônia, que até hoje trabalha como técnica de Enfermagem, em outro hospital da cidade.
Antônia, Wesley e as crianças em 2020. Foto: Acervo pessoal
Esta vinculação com a área da saúde é um traço marcante na família, segundo lembra o próprio Wesley, que trabalha no hospital do Exército, onde é responsável pela recepção e triagem dos pacientes – militares e parentes de militares atendidos na instituição. “Minha vida é na carreira militar. É o que mais gosto, mas sempre sou lembrado por esta ligação com o HU”, disse o jovem cabo, que é pai de Maria Júlia, de dois anos e meio, e Arthur, de 20 dias. (mais…)
Um projeto em desenvolvimento na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) tem como foco mapear os impactos da pandemia de Covid-19 nas normas jurídicas brasileiras, estritamente aquelas referentes aos direitos fundamentais. Idealizada e coordenada pela professora Grazielly Alessandra Baggenstoss, do Departamento de Direito do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ), a pesquisa tem como proposta examinar os projetos de alterações de lei e suas fundamentações que pretendam alterar os direitos fundamentais durante o período de enfrentamento ao novo coronavírus.
Intitulada A pandemia do covid-19: mapeamento dos primeiros impactos sociais no contexto brasileiro e regional-sul, a pesquisa é realizada pelo Lilith: Núcleo de Pesquisas em Direito e Feminismos e tem previsão para ser desenvolvida em um ano. Segundo Grazielly, o projeto pretende realizar a coleta de dados sobre os impactos das alterações ocorridas no meio social, especialmente com os grupos vulnerabilizados. “Assim, observamos a eficácia, na comunidade, da norma jurídica que foi alterada”, afirmou.
A professora ressalta que, desde 2016, o Núcleo de Pesquisas debruça-se a investigar o tensionamento entre o que está estabelecido na legislação e o que acontece na realidade, especialmente a partir de narrativas da comunidade, como a verificação sobre eficácia das políticas públicas para as mulheres. Em meados de março deste ano, após anúncio do estado pandêmico e da suspensão das aulas presenciais na UFSC, Grazielly iniciou o levantamento sobre os direitos fundamentais atingidos por essas alterações e sobre as decisões políticas de proteção às comunidades vulneráveis.
De acordo com a docente, essa primeira etapa da pesquisa foi de cunho individual. “Os dados foram coletados de fontes estatais e midiáticas, de pesquisas que já vinham sendo realizadas e de manifestações de pessoas de determinadas comunidades vulneráveis. No mesmo intento, questionei-me em como explicar tais alterações para o corpo discente do Direito. Assim, pensei em articular a pesquisa com algumas definições básicas de Teoria Política para a minha turma dessa disciplina, de primeira fase, e associar com outros temas desenvolvidos em outras disciplinas, para aproveitamento também pelas minhas outras turmas”, explicou.
Após o primeiro mês de produção de conteúdo pela coleta de dados, o resultado dessa iniciativa foi a publicação do relatório inicial de pesquisa. Apresentado ao Lilith, o projeto inspirou outras pesquisadoras a aprofundarem determinados direitos fundamentais trabalhados no material. Assim, tornou-se uma pesquisa coletiva, envolvendo pesquisadoras no Núcleo, vinculadas à UFSC, e profissionais externos também, que estão alinhados metodologicamente à pesquisa. O Núcleo trabalha atualmente com seis temáticas relacionadas a direitos fundamentais nesse contexto: Direito de Trabalho de Exceção; Violência contra Mulheres; Atuação do Ministério Público do Trabalho; Maternidade; LGTBQI+ e Direitos Reprodutivos.
De modo geral, o trabalho segue um padrão de procedimento de (a) alinhamento metodológico, condizente com planejamento no sentido da pesquisa coletiva, estruturação dos procedimentos da pesquisa, especialmente formas de coleta de dados (as possibilidades dentro do contexto da pandemia) e de discussão dos resultados; (b) etapa de revisão bibliográfica; (c) realização da coleta de dados; e (d) discussão dos resultados. A professora ressalta, entretanto, que a pesquisa coletiva desdobra-se em temáticas e, dependendo da categoria trabalhada e das possibilidades e procedimentos, apresenta tempo e etapas diversas.
Grazielly Baggenstoss destaca que o projeto tem o condão principal de apresentar as vulnerabilidades ressaltadas no contexto pandêmico, tendo em vista que o âmbito jurídico existe para subsidiar a vida digna em sociedade. “Ou seja: o Direito, assim como o próprio Estado, possui natureza instrumental, cuja finalidade é o bem viver da comunidade. Nesse sentido, direcionada ao Estado brasileiro, os resultados das pesquisas são fundamentais fontes de como melhorar as políticas públicas; e, direcionada à comunidade, são relevantes na apresentação de seus direitos básicos e das possibilidades de reivindicação na seara política e judicial”, finaliza a professora.
Profissionais recebem orientação no processo de integração aos quadros do HU. Foto: Unidade de Comunicação Social – HU/UFSC
O Hospital Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU/UFSC) já integrou, neste mês, 35 novos profissionais, que foram convocados dentro do processo seletivo emergencial realizado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) para atender às necessidades de pessoal da instituição na linha de frente de combate à Covid-19.
Logo no início de junho, foram integrados 27 profissionais, sendo 14 técnicos de enfermagem, além de fisioterapeuta, médicos e enfermeiros. Na semana seguinte, foram mais sete contratados (dois técnicos de enfermagem, dois enfermeiros, dois médicos e um fisioterapeuta). Novas convocações já estão previstas, de um total de 92 vagas que foram liberadas pela Ebserh para o HU, sendo que 60 já passaram pela integração. (mais…)
O Subcomitê Acadêmico para o Combate à Pandemia do Covid-19 na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) apresentou os resultados da pesquisa realizada de 1º a 10 de junho, junto à comunidade acadêmica acerca das atividades não presenciais.
“O objetivo com a Pesquisa é fomentar a discussão e planejamento dos subcomitês, e assim contribuir para um plano que preserve o compromisso da UFSC com o ensino público, gratuito, de qualidade, seguro e para todos”, ressaltou a Alexandre Marino Costa, coordenador do Subcomitê Acadêmico.
“É importante o caráter inclusivo da educação pública, por isso, precisamos olhar para aqueles que não têm condições de realizar as atividades não presenciais,” ressaltou o reitor Ubaldo Cesar Balthazar. “Esta pesquisa é um ponto de partida, precisamos levar em conta todos os cenários para não corrermos o risco de deixar alguém de fora deste processo de retomada. Para isso, estamos preparando, por meio do Subcomitê de Assistência Estudantil as propostas que garantirão equipamentos e auxílio para acesso à internet a todos”.
Responderam ao diagnóstico institucional 92% dos professores da UFSC (2.512 pessoas), 63% dos técnicos-administrativos em Educação (TAEs) (1.980 pessoas), e 63,5% dos estudantes (23.349 pessoas). O desdobramento dos estudantes respondentes ficou em 65% da Graduação; 58% da Pós-Graduação e 53% do Ensino Médio do Colégio de Aplicação.
A volta do transporte coletivo municipal já é uma realidade a partir desta semana em muitas cidades catarinenses. Com a liberação de funcionamento pelo governo do Estado, cidades onde a UFSC tem campi já precisam lidar com medidas de segurança nos ônibus.
A retomada, em todas elas, vem com uma série de regras para passageiros e empresas. O professor da UFSC, Oscar Bruna-Romero, tem dicas para você, passageira ou passageiro que precisa usar o ônibus para se deslocar durante a pandemia de Covid-19. (mais…)
Peixe da espécie Stegastes rocasensis, da família dos donzelinhas – Foto: Sergio Ricardo Floeter
Em meio a corais arborescentes, coloridas esponjas tubulares e delicados tufos de algas, há pequenos peixes em disputas violentas, repletas de ataques e perseguições. Esses comportamentos agressivos, chamados de agonísticos, podem representar a competição por recursos, como alimento ou espaço. Um grupo de cientistas brasileiros identificou que, dentre todas as famílias de peixinhos que habitam os recifes, uma em particular chama a atenção por seu comportamento invocado: os donzelinhas, pertencentes à família Pomacentridae. A frequência com que eles interagem agressivamente entre si ou com outras espécies é a mesma, independente do recife analisado e da biodiversidade local. O estudo, publicado na terça-feira, 9 de junho, na revista científica internacional Ecography, originou-se da pesquisa de mestrado de Luisa Fontoura, conduzida no Programa de Pós-Graduação em Ecologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Utilizando câmeras GoPro, os pesquisadores investigaram o comportamento de peixes em recifes distribuídos ao longo de 34 mil quilômetros, desde Bali, no Oceano Pacífico, até Atol das Rocas, no nordeste brasileiro. Os equipamentos foram instalados em sete pontos, e captaram mais de 87 horas de filmagens. As interações de disputa entre os peixes foram analisadas a partir de 350 vídeos de 10 minutos cada. (mais…)
Sistematizar o conhecimento sobre os processos de terminalidade, morte e luto durante a pandemia de Covid-19: este é objetivo do artigo de um grupo de professoras e pesquisadoras da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) e da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) publicado pela revista Estudos de Psicologia.
Confira entrevista com a professora da FURG Beatriz Schmidt:
O texto trata das demandas psicológicas provocadas pela pandemia de coronavírus. Em síntese, quais são estas demandas e no que foi alterada a prática da psicologia?
Beatriz Schmidt:
A pandemia do novo coronavírus tem o potencial para afetar as experiências de terminalidade, morte e luto. Frequentemente, pessoas hospitalizadas por Covid-19 ficam em isolamento, mantendo contato com seus familiares por meio de telefones celulares ou tablets, quando podem utilizá-los. Nesse contexto, torna-se mais complexa a realização de rituais de despedida entre doentes na iminência da morte e seus familiares, bem como de rituais funerários, o que pode dificultar a elaboração do luto. Além disso, a ocorrência de múltiplos casos de infecção e óbito em uma mesma família gera lutos sequenciais, trazendo desafios adicionais à forma de se adaptar e lidar com as perdas. Assim, intervenções psicológicas alinhadas a essas demandas emergentes são necessárias. No contexto hospitalar, o psicólogo pode contribuir na realização de rituais de despedida entre pacientes com alto risco de morte e seus familiares por meio de videoconferência, se houver recursos disponíveis, interesse por parte dos envolvidos e a situação permitir (ex., o paciente tem consciência preservada e se comunica, verbal ou não-verbalmente). Os rituais de despedida acontecem por meio de incentivo à comunicação familiar, definição de questões não resolvidas, compartilhamento de bons momentos vividos juntos, agradecimentos e pedidos de perdão, revelando-se promotores de qualidade de morte para os doentes e de qualidade de vida para os familiares. Ademais, os rituais de despedida tendem a ser organizadores, vindo a favorecer a resolução do luto. Sugere-se que a videoconferência seja acompanhada pelo psicólogo, no sentido de oferecer apoio e auxiliar no manejo de situações potencialmente desafiadoras. Alternativamente, recomenda-se a realização de teleconferência, o envio de cartas ou mesmo de objetos que representem a ligação emocional entre o enfermo e os membros da sua rede socioafetiva, para serem mantidos junto ao leito ou no caixão, como símbolo da conexão entre eles. Se o paciente estiver inconsciente, a família pode ser incentivada a encaminhar mensagens de áudio para reprodução à beira do leito. Além do acompanhamento ao enfermo e à família, o psicólogo também pode oferecer suporte a outros profissionais da linha de frente (ex., enfermeiros e médicos), os quais frequentemente têm experienciado sintomas de estresse, insônia, ansiedade e depressão na pandemia de Covid-19.
O projeto Enfrentamentos dos profissionais de saúde que atuam no serviço de atendimento pré-hospitalar móvel: contribuições e desafios na pandemia por Covid-19 partiu da experiência profissional da professora Keyla Cristiane do Nascimento, do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que atuou nos serviços do Samu e Arcanjo. O contexto da pandemia fez surgir muitas dúvidas por parte dos profissionais da Saúde em relação ao preparo da ambulância para atendimento, à paramentação dos profissionais (uso de equipamentos de proteção individual) e protocolos de segurança em geral. “Conhecendo essa realidade e em contato com colegas dessas instituições e demais serviços relacionados à atividade pré-hospitalar, percebi grandes dificuldades nessa pandemia, pelas incertezas envolvidas e falta de protocolos assertivos”, afirma Keyla.
A pesquisadora ressalta ainda a preocupação desses profissionais com a garantia da segurança de familiares, especialmente daqueles que convivem com idosos e crianças. O projeto objetiva analisar os desafios e as contribuições deste grupo profissional que atua no serviço pré-hospitalar móvel no atendimento de pacientes suspeitos ou confirmados com a Covid-19 nas diferentes regiões do país. “Considero fundamental discutir medidas contemporâneas, tendências e desafios para o cuidado de enfermagem em serviços de emergência pré-hospitalar móvel neste momento, uma vez que tal discussão contribui para o fortalecimento das práxis em saúde e em enfermagem” afirma Keyla, professora responsável pelo desenvolvimento do projeto. (mais…)
O chefe de gabinete da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Aureo Mafra de Moraes, fez, nesta sexta-feira, 5 de junho, um novo balanço dos trabalhos dos subcomitês, e prevê para a próxima semana a finalização das primeiras propostas, decisões que o Conselho Universitário deverá votar. Na segunda-feira, 8 de junho, haverá a apresentação das conclusões do Subcomitê Científico para o Conselho Universitário e entre 10 e 12 de junho, os relatórios dos demais comitês serão concluídos, para serem votados até o prazo máximo de 30 de junho.
Pelo menos é a previsão para a tomada de decisão sobre a primeira etapa, ou o primeiro ciclo de enfrentamento à Covid-19. Os demais ciclos demandarão mais trabalho dos comitês, mas haverá subsídios para tomar as decisões iniciais sobre atividades não presenciais.
O plano, explica Aureo, é para que a UFSC consiga “desenvolver um projeto que seja perene, que permita à Universidade não apenas enfrentar o imediato e o urgente, mas aquilo que vai nos acompanhar como instituição e como sociedade para além do mês de junho, do mês de julho”. “Isso vai até dezembro. E nós precisamos ter um projeto consistente, e é isso que está sendo elaborado”.
Aureo salientou que é importante que os docentes, técnicos e estudantes respondam ao questionário sobre atividades acadêmicas. “Nós queremos ouvir essa comunidade para saber qual é o tamanho da demanda que nós temos que atender para que nenhum estudante de graduação, de pós-graduação, nenhum técnico, nenhum docente, fique sem conseguir desenvolver as suas atividades no modelo alternativo que for: remoto, com apoio digital”.
Três ciclos
O primeiro relatório do Subcomitê Científico virá com um plano de funcionamento em três ciclos: um primeiro que prevê o isolamento social, trabalho remoto e atividades de ensino por meios digitais; um segundo ciclo que depende de alguns requisitos epidemiológicos para permitir algumas atividades presenciais e outras remotas; e um terceiro ciclo que será colocado em prática quando a pandemia estiver sob controle, de acordo com parâmetros científicos. O detalhamento desse plano será apresentado nesta segunda-feira, ao Conselho Universitário, com transmissão ao vivo pelo YouTube.
“Para esse primeiro ciclo, já saiu inclusive um edital para financiar pelo menos 20 projetos voltados à produção de material didático, à formação de professores, para nos preparar para esse primeiro momento na oferta de ensino por meios digitais”, conta. E esse primeiro ciclo de atividades remotas, ele esclarece, “vai durar o tempo necessário para o nosso comitê científico dizer: ‘Olha, já podemos avançar mais um degrau. Os casos diminuíram, o risco de contaminação diminuiu, os óbitos diminuíram’ e aí a Universidade vai poder começar a trabalhar numa volta gradativa à atividade presencial naquilo que for possível”, complementa.
Para o terceiro ciclo, é impossível estimar quando ele poderá ser implementado, pois prevê que a pandemia esteja controlada. “Mas a Universidade vai estar preparada para isso. Ela vai estar estudando hoje já quais são as possibilidades para que quando chegar o momento”, complementa o gestor.
Mais uma vez, Aureo garantiu que qualquer decisão será comunicada com tempo hábil para que os estudantes que retornaram para as casas de seus familiares possam se organizar, mesmo que seja para as soluções de acesso às tecnologias digitais.
Aureo também destacou a nova ferramenta de gestão lançada nesta semana – o Painel do Grupo de Risco. Ele demonstrou como funciona o instrumento de trabalho, disponível às chefias, para visualizar um acompanhamento diário da situação da saúde de cada um dos técnicos e docentes lotados na Unidade Acadêmica ou Administrativa.
“Esse tipo de informação, esse tipo de ferramenta, é resultante desse esforço, desse trabalho, dessa dedicação de técnicos, de docentes, de pesquisadores, de trabalhadores desta Universidade para que a gente possa ter soluções não imediatas, mas que nos permitam monitorar o tempo todo a situação de saúde das pessoas e achar soluções perenes que sirvam durante todos os ciclos de combate à pandemia”, concluiu.
A parceria entre a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Estado e maricultores na produção de algas foi destaque no programa Globo Rural deste domingo, 7 de junho.
A reportagem detalha informações sobre o cultivo da alga Kappaphycus Alvarezii e suas utilidades na indústria, além de uma entrevista com a professora Leila Hayashi, supervisora do Laboratório de Camarões Marinhos da UFSC.
Pesquisadores vinculados ao Hospital Professor Polydoro Ernani de São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina (HU/UFSC) estudam a possibilidade de utilizar a vacina que combate a poliomielite para fortalecer o sistema imune da população, aumentando a resistência das pessoas no caso de contrair alguma doença respiratória, como a Covid-19.
“Não se trata de uma vacina para combater a Covid, mas de criar uma barreira temporária para a população até que se tenha a vacina específica, o que não vai acontecer em menos de 12 a 18 meses”, explicou o coordenador da pesquisa, o médico Edison Natal Fedrizzi, chefe do Centro de Pesquisa Clínica Projeto HPV, do HU/UFSC.
O Arquivo Central da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove, entre os dias 8 e 10 de junho, a quarta edição da Semana Nacional de Arquivos. O evento dá continuidade à iniciativa inaugurada pelo Arquivo Nacional e a Fundação Casa de Rui Barbosa, além de celebrar o Dia Internacional dos Arquivos, comemorado na próxima terça-feira, 9 de junho.
O tema proposto pelo Conselho Internacional de Arquivos (ICA) para esta edição é Empoderando a Sociedade do Conhecimento (em inglês, Empowering Knowledge Societies). De acordo com os organizadores, a temática se conecta à Inteligência Artificial, Preservação Digital e Tecnologias Emergentes. “Empoderar sociedades do conhecimento é também sobre conhecimento sustentável. Como podemos explicar e defender melhor o papel essencial desempenhado pelos arquivistas e profissionais da informação nas Sociedades do Conhecimento do século XXI?”, traz o texto de apresentação do evento. (mais…)
A #QuarentenaArte exibe o trabalho de Marco Baltar na série Antropofonia, com a apresentação gravada ao vivo no estúdio do Laboratório de Criação e Edição de Som do curso de Cinema da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em 10 de maio de 2018.
Marcos Baltar começou sua trajetória de músico de forma quase lúdica. Das brincadeiras com o violão, como todo o aprendiz, nasceu um trabalho cuja marca principal é a forte pulsação pop combinada com harmonias que surpreendem pela sua não linearidade. Marcos pode ser incluído no grupo de músicos brasileiros contemporâneos, que, apesar de incorporarem a riqueza do universo harmônico da música popular brasileira (MPB), abraçam uma linguagem musical nova, marcada pela levada pulsante de seu violão, aliada a uma prosódia inovadora, manifesta por influência de jazz e de ritmos tradicionais brasileiros. (mais…)
A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) publicou o resultado dos projetos submetidos à Chamada Pública Fapesc nº 06/2020 (Para Instituições de Ciência e Tecnologia – Programa de Apoio a Projetos de Ciência, Tecnologia, Inovação e Extensão para Ações Emergenciais aos Efeitos da Covid -19). Dos cinco projetos selecionados, três são de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina
Os demais projetos, mesmo classificados, não foram selecionados dentro da disponibilidade financeira prevista no Edital.
Confira os projetos aprovados
Proponente
Projeto
Instituição proponente
Valor de Total Projeto
Ricardo Andrez Machado de Avila
FASTDIAG-COVID-19-ULTRA: teste sorológico rápido e ultrassensível para a COVID-19
FUCRI
R$ 100 mil
Douglas Dyllon Jeronimo de Macedo
Teleatendimento para interação médico-paciente à distância
UFSC
R$ 97 mil
Carla Ivane Ganz Vogel
UDESC-CAV/LACEN: rede de apoio de diagnóstico de covid-19 e do painel de doenças respiratórias na serra catarinense
UDESC
R$ 100 mil
Edison Natal Fedrizzi
Estudo de eficácia clínica fase III, randomizado, duplo cego, placebo controlado da vacina oral da pólio 1,2,3 (VOP) atenuada na prevenção ou redução da severidade da COVID19 em homens e mulheres de 18 a 60 anos
UFSC
R$ 98 mil
Glauber Wagner
Sequenciamento do genoma do SARS-COV-2 (coronavírus) como estratégia de saúde para avaliar a dispersão, origens e mutações da COVID-19 no estado de Santa Catarina: suporte à decisões governamentais e empresariais baseadas em evidências
A Pró-Reitoria de Extensão (Proex) da Universidade Federal de Santa Catarina publicou o Edital nº 2/2020/PROEX e o Termo Aditivo nº 1/2020/PROEX para divulgar os critérios para a apresentação de propostas de criação de Núcleos de Produção de Conteúdos Digitais.
O edital tem como objetivo estimular e incentivar a criação de até 20 Núcleos de Produção de Conteúdos Digitais, para apoio às atividades de ensino e oferecimento de cursos de extensão não presenciais.
Núcleos de Produção de Conteúdos Digitais são programas coordenados por um docente que visem preparar a comunidade para os desafios do uso de tecnologias digitais de educação em atividades que envolvam a oferta de ensino, capacitação e treinamentos não presenciais.
O pró-reitor de Extensão, Rogério Cid Bastos, reconhece que o edital poderá ajudar a universidade na preparação para um modelo de atividades pedagógicas não presenciais, mais afirma que seus objetivos são mais ambiciosos. Além de acelerar o processo de curricularização da extensão, conforme diretriz do Ministério da Educação, os núcleos representam um esforço para levar a UFSC a um novo patamar educacional. “É respeitar as novas gerações que já nascem sob influências e comportamentos e se apropriar dessas influências e tecnologias para promover com todos uma nova forma de educação”, diz o pró-reitor.
O edital prevê o pagamento de bolsas de extensão para docentes e alunos de graduação.
As inscrições: vão de 5 a 11 de junho.
Os cursos devem ser realizados de 22 de junho a 30 de novembro.
Atrizes Marina Bento Veshagem e Lílian Zoldan no espetáculo Minha Pequena Irlanda. Foto: Dayane Ros
A peça Minha pequena Irlanda, do grupo de teatro Ciclopatas, composto pela professora de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Dirce Waltrick do Amarante e por alunos e ex-alunos do curso, participa da programação internacional do Bloomsday Festival 2020, da Irlanda. A produçãoé uma adaptação teatral do capítulo VIII de Finnegans Wake, de James Joyce, e das cartas trocadas entre o escritor e sua mulher, Nora Barnacle.
O Bloomsday é um festival literário que ocorre em diversas parte do mundo em homenagem a James Joyce e seu famoso romance Ulysses, que foi ambientado em Dublin em 16 de junho de 1904. Devido à Pandemia de Covid-19, neste ano, a programação do Bloomsday Festival irlandês é completamente online. Em Florianópolis, o primeiro Bloomsday ocorreu em 2002 e desde então é organizado pelos professores da UFSC Dirce Waltrick do Amarante, Sérgio Medeiros e Clélia Mello, que se uniu aos coordenadores em 2011. (mais…)
Estão abertas as inscrições para a IV Semana Nacional de Arquivos. O evento on-line gratuito ocorre nas tardes dos dias 8, 9 e 10 de junho. Promovida pelo Arquivo Central da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Semana deste ano tem o tema “Empoderando a Sociedade do Conhecimento”. O evento conta com nove palestras, realizadas entre 14h e 18h, que abordam temas variados, como ferramentas de arquivos, estudos de caso, arquivo pessoal, interesse público e até a relação entre arquivos de registro civil e a atual pandemia causada pelo novo coronavírus. Confira baixo a programação completa: (mais…)
O professor da UFSC João Matheus Acosta Dallmann traça um panorama das explicações científicas em tempos de pandemia e de crise social. Foto: divulgação
O sociólogo e professor do campus Araranguá da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), João Matheus Acosta Dallmann, pesquisa, no contexto de pandemia global, o desenvolvimento dos eventos contemporâneos em que se revelam as assimetrias entre o ato de governar e a adoção de medidas sanitárias, a fim de traçar um panorama das explicações científicas e aprofundar o debate em tempos de crise social.
Evidenciar pontos fora da linha em situações extremas como as que estamos vivenciando é um dever do campo sociológico, aponta o pesquisador. Para ele, o que tem levado o Brasil a quase 30 mil óbitos (notificados) é a miserabilidade com que se tem tratado a vida humana no mundo. “A anomia evidenciou os objetivos das elites do poder nos mais variados lugares. Isso é problema e solução. A Matriz Colonial de Poder (MCP) perde sua capacidade de retroalimentar práticas sociais e, inexoravelmente, adotaremos outras formas de comportamento e interação. Problema para as elites do momento. Solução para um capitalismo que avançava com intermitentes crises e que certamente saberá recuperar sua hegemonia no mundo ocidental. Daí a necessidade de desocidentalizarmos nossos horizontes. Descolonizarmos nosso pensamento”, argumenta.
Eventos como o do novo Coronavírus são um perfeito cenário do jogo de forças entre quem produz ciência, quem financia e quem coloca em marcha as políticas. A teoria sobre os campos sociais de Pierre Bourdieu, sociólogo francês, ajuda a compreender melhor. No período em que a desenvolveu, Bourdieu considerava o campo científico um espaço de disputa e com uma relação bastante ambígua com os campos político e econômico, dado que o primeiro implementa e o segundo, no mais das vezes, financia.
O projeto de pesquisa, inciado em abril deste ano, intitula-se Considerações sobre o campo científico no contexto da pandemia de SARS-CoV-2 (Coronavírus). O docente explica que a rápida disseminação da doença pelo mundo “colocou à luz um conjunto complexo de questões para o campo científico”, que foi a primeira instituição a colapsar. “Talvez a questão mais crítica do ponto de vista da saúde pública, diz respeito à autonomia do campo científico e sua autoridade/permeabilidade sobre o campo político”. (mais…)
O Laboratório de Estudos sobre Circulação, Transporte e Logística (LabCit) e o Grupo de Estudos em Desenvolvimento Regional e Infraestruturas (Gedri) criaram o Observatório Geográfico da Covid-19 e suas Repercussões Socioespaciais, com o objetivo de transmitir o máximo de informações confiáveis sobre a difusão espacial do novo Coronavírus em Santa Catarina e no Brasil, por intermédio de mapas temáticos e artigos.
O Observatório está localizado no Departamento de Geociências no Centro de Filosofias e Ciências Humanas (CFH) da UFSC e coordenado pelo professor Márcio Rogério Silveira. Destacam-se quatro frentes de atuação: (mais…)
A Guerra Cultural contra as Universidades Públicas é o tema de live da Apufsc nesta quinta-feira, dia 4 de junho. O debate terá a participação dos professores João Cezar Castro Rocha, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Samuel Lima, do curso de Jornalismo da UFSC, com mediação de Eduardo Meditsch, diretor de Divulgação e Imprensa da Apufsc e professor aposentado do Departamento de Jornalismo da UFSC. A transmissão ao vivo será pelo Facebook, a partir das 15h. (mais…)
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