UFSC na mídia: aluna com paralisia cerebral se forma em Pedagogia na UFSC

26/04/2017 15:40

Kamila Silva Pereira, de 29 anos, superou as dificuldades de locomoção e fala decorrentes de uma paralisia cerebral e formou-se em Pedagogia na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis. Para chegar até a universidade, foram anos de dedicação e amor da mãe, como mostrou nesta terça-feira (25) o Jornal do Almoço.

Maria Jordelina da Silva sempre apoiou o desenvolvimento da filha. “Ela sempre desejou estudar e ser professora”, lembra. Maria acompanhou Kamilla em todas as etapas da vida, da reabilitação a escola. Elas chegaram a pegar seis ônibus por dia juntas.

“A minha mãe, com todo o amor, lutou por mim. E hoje eu tô aqui me formando”, conta Kamila. Na cerimônia de formatura, ela foi a primeira a entrar. “Eu quero dizer só uma coisa: é só acreditar e buscar o seu objetivo. Eu fui atrás e consegui”, disse emocionada, com o canudo na mão.

Fonte: G1

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Primeira trans a usar nome social na UFSC se forma em Arquivologia

25/08/2015 15:35

Foto Henrique Almeida Foto Henrique Almeida“Olha, vou confessar que não estava muito ansiosa não. Mas ontem caiu a ficha e hoje estou mais emotiva”, contava Patrícia Aguilera um dia antes de sua formatura no curso de Arquivologia da UFSC, na última quinta-feira. Na cerimônia, a sensibilidade continuava à flor da pele: escolhida como oradora para fazer o discurso em nome da turma, em vários momentos deixou derramar lágrimas e falou com voz embargada, mesmo com o texto repleto de toques bem- humorados. Na voz dela, chamava ainda mais a atenção o trecho em que celebrava os formandos terem “seus nomes perpetuados na Universidade Federal de Santa Catarina”.

O nome que ela perpetua na UFSC tem uma história especial. Patrícia foi a primeira transexual que teve o direito a usar o nome social na Universidade e a primeira com nome social a se formar. No caso dela, que conseguiu também a mudança de registro civil, será esse também o nome que estará no diploma. Foi também a primeira a conseguir essa retificação de nome em Florianópolis. Para quem não faz essa mudança, aparece no diploma o nome civil, mas, durante seu período na Universidade, usa o nome social em todas as atividades, conforme resolução aprovada em 2012 e modificada no dia 13 de agosto pelo Conselho Universitário (CUn).

Ela já usa o nome social, como parte importante de sua identidade, há vários anos. Desde criança, percebia que tinha um jeito mais delicado que os dos outros meninos. Na oitava série, estudava no Instituto Estadual de Educação e reprovou em Educação Física. “Eu simplesmente não ia à aula; em vez disso, fazia teatro.” Quando o pai foi chamado ao colégio para ser comunicado da reprovação, disse que conversariam melhor em casa. “Chovia muito e até quis me molhar bastante, para ver se ele ficava com pena.” Não ficou. Ela conta que apanhou muito, com cabo de madeira na cabeça, até desmaiar. Acordou amarrada numa cadeira, sangrando pela boca, nariz e orelhas e permaneceu presa por três dias. “Lembro que a cadeira ficava perto da janela, e eu ficava vendo a chuva cair do lado de fora. Mas não lembro quem me desamarrou.”

Logo após ser solta, saiu de casa, ainda com as roupas do colégio. Conseguiu abrigo com o grupo de teatro e em seguida recorreu ao Conselho Tutelar. “Nessa época eu não conhecia nada do mundo gay, nunca tinha ficado com um menino, nada”, diz. Começou a usar o nome quando foi trabalhar em uma casa noturna dirigida ao público LGBT, mas era uma fase de transição. “Era uma coisa meio mutante ainda. De dia, usava roupas de menino, até que uma vez, na fila do mercado, ouvi uma criança perguntar para a mãe por que aquela moça, que era eu, estava vestida como homem. Aí resolvi me assumir de vez como Patrícia”, conta.

Em 2011, quando entrou na UFSC, já se identificava sempre como mulher, e a Universidade já havia aprovado o direito de uso do nome social, mas encontrou dificuldades na matrícula. “O funcionário simplesmente não entendia o que eu queria; eu quase desisti. Então ele me deu uma folha em branco e pediu que escrevesse ali qual era meu pedido”, lembra. Como não obteve resposta, acabou entrando só no semestre seguinte. “Participei de um monte de reuniões, conversei com reitor. Eu dizia ‘o que eu vou fazer na sala com nome de homem?’; explicava de novo, mas, no final, tudo o que pedi naquele dia foi aceito.”

As dificuldades continuaram, todas relacionadas aos processos operacionais internos. “O nome no moodle não batia, depois era no CAGR. Tinha uma disciplina em que estavam lá os dois nomes, o social e o civil, como se fossem duas pessoas, mas com o mesmo número de matrícula. Eu agia como se fosse mesmo outra pessoa, não respondia. Houve vezes em que precisei explicar para o professor, porque ele não achava meu nome para dar a nota no final do semestre. Foi um processo de aprendizado também para a Universidade, acho, porque, à medida que eu encontrava esses problemas, iam se criando as soluções”, avalia. Por outro lado, diz que foi acolhida desde o começo no CED, sempre chamada de Patrícia e bem-relacionada na turma, tanto que foi escolhida como representante de classe.

Enquanto prosseguia sua trajetória acadêmica, também participou de comissões e ajudou a orientar novas alunas trans que entraram na Universidade. “Eu deixo um legado positivo para os futuros e futuras estudantes. Não foi uma conquista só para mim; é como um filho que não gerei sozinha, mas que teve minha parcela de contribuição. Acredito que as coisas serão mais fáceis para os próximos.” Parte importante dessas conquistas, considera, deve-se à sua disposição para o diálogo. “Em algumas horas a gente precisa se impor, eu sempre soube disso, mas também tem hora de pedir e conversar. E foi assim que eu consegui as coisas”, explica.

Ao completar o curso, além de deixar às próximas gerações uma UFSC diferente, ela se vê como uma Patrícia diferente. “Mais aberta, mais madura. Agreguei muita coisa nesses quatro anos. Eu achava que, quando alguém me olhava, estava zombando; mas não penso mais assim. Há muita experiência daqui que vou carregar para sempre comigo.”

Fábio Bianchini/Jornalista da Agecom/DGC/UFSC

Revisão: Claudio Borrrelli/Revisor de Textos da Agecom/DGC/UFSC

Fotografia: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC

 

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Diversidade, emoção e conquista: primeira formatura de Licenciatura Intercultural Indígena da UFSC

10/04/2015 17:14

O juramento na colação de grau da primeira turma de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica da UFSC, na noite de quarta-feira, 9 de abril, falava de cultura, liberdade, autonomia, luta pela terra, autodeterminação, alegria e crianças sadias. Os discursos reiteravam a preocupação com o futuro e com manter tradições e costumes para os filhos. Pois eles estavam lá. Mais ainda do que a média habitual das formaturas, a cerimônia estava repleta de crianças, famílias e amigos, muitos dos quais vieram de longe para a ocasião: os formandos – das etnias guarani, kaingang e laklãnõ/xokleng  são provenientes do Mato Grosso do Sul (MS), Espírito Santo (ES), Rio de Janeiro (RJ), Santa Catarina (SC) e Rio Grande do Sul (RS).

Primeira formatura Licenciatura Indígena - Foto Henrique Almeida-75

Adelino Gonçalves foi o primeiro formando da noite. Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC

Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC

Reitora concede grau a Armandio Bento. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Pouco antes do início da cerimônia, o kaingang Armandio Bento, 48 anos, (“21 deles como professor”, faz questão de ressaltar) não aparentava nervosismo. “Estou tranquilo e muito feliz. Agora poderei trabalhar com turmas mais avançadas, e podemos aprimorar as escolas indígenas na minha cidade”, comemorava. A cidade a que ele se refere é Redentora, no Oeste do Rio Grande do Sul (RS), com população de pouco mais de 10 mil pessoas. “Nossas principais atividades lá são o artesanato e a agricultura, e queremos continuar com essas coisas, mas também levar mais saúde e valorizar cada vez mais o estudo”, prevê.

Familiares e amigos que vieram com os formandos já se reuniam nos arredores do Centro de Cultura e Eventos desde o meio da tarde. Os trajes de formandos e convidados mostravam a diversidade também no estilo.
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Licenciatura Indígena da UFSC forma primeira turma em abril

09/03/2015 08:10

A Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica (LII), iniciada na UFSC em fevereiro de 2011, forma sua primeira turma no dia 8 de abril de 2015, no Centro de Cultura e Eventos. O curso é composto por alunos Guarani, Kaingang e Laklãnõ/Xokleng, provenientes dos estados de Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e tem como substrato a questão territorial, os direitos territoriais. Daí seu eixo norteador denominar-se “Territórios Indígenas: A questão fundiária e ambiental no Bioma Mata Atlântica”.

Todos os cursos de Licenciatura Intercultural Indígena no Brasil pressupõem metodologicamente a instituição da pedagogia da alternância, que viabiliza a experiência que agrega Tempo-Universidade (TU) e Tempo-Comunidade (TC). O TU é constituído por períodos presencias e intensivos de formação no Campus de Florianópolis e/ou nas escolas em Terras Indígenas ou o mais próximo delas. No total, foram 20 etapas intensivas de duas a três semanas. Já o TC destina-se a estudos orientados, projetos de pesquisa e de intervenção comunitária. No TC, a participação de sábios e especialistas indígenas foi um recurso para a aprendizagem.
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UFSC na mídia: primeira turma da UFSC em Joinville se forma neste sábado

25/08/2014 14:40

Para 15 famílias de 12 cidades espalhadas pelo país, a noite de hoje em Joinville será muito especial: eles são os familiares dos formandos de quatro cursos de Engenharia do campus da UFSC em Joinville. Para a cidade, a noite será histórica: são os primeiros engenheiros made in UFSC de Joinville.

16817630A luta da cidade para ter sua universidade federal, iniciada há mais de dez anos, ganha uma nova fase. Se ainda há dificuldades para que exista um campus próprio, laboratórios modernos e prédios novinhos construídos especialmente para as aulas, também há a certeza de que a formação acadêmica é uma realidade.

Além dos 14 formandos dessa noite – são 15 alunos, mas um deles vai ter de concluir o curso no ano que vem –, há mais de 1,5 mil alunos nas quatro engenharias: de Transportes e Logística, Automotiva, Aeroespacial, e Naval.

A formatura será na Liga da Sociedade Joinvilense, a partir das 17 horas. A colação é aberta ao público e deve reunir professores, alunos e servidores da UFSC de Joinville e de Florianópolis.

Para o diretor acadêmico da UFSC em Joinville, Maurício de Campos Porath, a importância da data está no fato de a conquista ser não somente da UFSC.

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UFSC realiza formatura das primeiras turmas de engenharias do campus de Joinville

14/08/2014 17:04

A formatura da primeira turma das engenharias Aeroespacial, Automotiva, de Transportes e Logística, e Naval do campus da UFSC em Joinville será realizada no dia 23 de agosto (sábado), na Liga da Sociedade Joinvilense, às 17 horas.

Confira matéria:

Primeira turma de engenharias da UFSC convida prefeito para formatura

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Cerimônia de encerramento do Curso Gênero e Diversidade na Escola nesta sexta-feira

11/07/2013 09:29

 Nesta sexta-feira, 12 de julho, no Auditório da Reitoria, às 20h, será realizada a cerimônia de encerramento do Curso Gênero e Diversidade na Escola (GDE), polo Florianópolis.

O curso, coordenado pela professora Miriam Grossi, é uma iniciativa do Governo Federal e foi realizado entre outubro de 2012 e junho de 2013 em seis polos da Universidade Aberta do Brasil (UAB), localizados em cinco cidades de Santa Catarina.
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Campus de Araranguá realiza primeira formatura com cerimonial universitário

09/04/2013 14:04

Formatura do Curso de Graduação em Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) do campus Araranguá.
Foto: Waldoir Valentim Gomes Júnior/DCEven

O Departamento de Cultura e Eventos e o Campus de Araranguá da UFSC realizaram na última sexta-feira, 5 de abril, a primeira solenidade de formatura do Curso de Graduação em Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). O primeiro cerimonial universitário, de acordo com a Resolução 001/CEG/2011, de 5 de outubro de 2011,  aconteceu no Anfiteatro Célia Belizaria, em Araranguá, e formou 11 estudantes que ingressaram na UFSC no segundo semestre de 2009 e em 2010.

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UFSC Curitibanos forma sua primeira turma de Ciências Rurais

20/08/2012 18:40

No dia 17 de agosto a Universidade Federal de Santa Catarina formou seus primeiros estudantes do campus Curitibanos. Com uma turma de 19 formandos em Ciências Rurais, a cerimônia contou com a presença da vice-reitora, Lúcia Helena Pacheco, do diretor do campus, Julian Borba, e do primeiro diretor-administrativo, Olavio Gevehr, patrono da turma. O evento aconteceu no Campus da UFSC. A área central do prédio foi transformada em um auditório, onde foram recebidas as famílias, comunidade e autoridades locais.

O momento simboliza a consolidação da UFSC no interior do estado, fato que foi lembrado pelo discurso da formanda Michele Fernanda Cardoso. A estudante agradeceu as ações do ex-reitor Lúcio Botelho, da família Gaboardi, doadora do terreno, e da comissão Pró-Campus/UFSC, que reuniu autoridades e comunidade local para que a universidade se instalasse na cidade. Este agradecimento foi reforçado nos demais discursos da noite.

O diretor Julian Borba lembrou que a sociedade local e regional esperam respostas urgentes da UFSC para os problemas da região, o que requer um esforço junto à administração central para viabilizar as soluções. “É importante que a UFSC saiba respeitar o tempo e as demandas da comunidade. Ao mesmo tempo, é importante que a comunidade saiba respeitar o tempo da universidade”, afirmou.

O patrono da turma, Olavio Gevehr, reforçou aos estudantes que, embora a formatura tenha um caráter de finalização de um ciclo, ela não significa o final de sua trajetória de aprendizagem. “Estudem continuamente”, disse.

A vice-reitora Lúcia Pacheco ressaltou que a formatura simboliza o início de um caminho que irá transformar o Campus Curitibanos em uma grande referência. “Ao se formarem, vocês encontrarão oportunidades de trabalho mais qualificado e poderão contribuir para o desenvolvimento regional”, disse a vice-reitora.

O curso de Ciências Rurais é um bacharelado interdisciplinar de três anos e teve início em 2009. Ao se formar, o graduado pode fazer uma pós-graduação, atuar na atividade de extensão rural ou em empresas da área agroindustrial, por exemplo. Outra opção é permanecer na UFSC por mais dois anos, para concluir a graduação em Agronomia ou Engenharia Florestal. Esta é a escolha dos 19 formandos, dos quais a maioria seguirá no curso de Agronomia. A criação do Campus Araranguá faz parte do processo de interiorização da UFSC, que iniciou em 2009, como resultado do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni).

Laura Tuyama / Jornalista da Agecom / UFSC

Fotos: Henrique Almeida / Agecom / UFSC

 

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Primeiros formandos da UFSC em Araranguá recebem diploma nesta sexta-feira

10/08/2012 08:56

O campus da Universidade Federal de Santa Catarina em Araranguá realiza nesta sexta-feira, 10 de agosto, a formatura de seus primeiros graduandos. A cerimônia marca o processo de interiorização da UFSC que iniciou em 2009, como resultado do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni). Valorizando a importância institucional desse momento, estará presente na cerimônia a vice-reitora da UFSC, Lúcia Helena Martins Pacheco.

“A formatura é um evento extremamente importante, pois é o primeiro grande resultado da participação da UFSC nas comunidades da região”, afirma o diretor geral da UFSC Araranguá, professor Paulo César Leite Esteves. “Acreditamos que estamos formando profissionais que sejam representantes da alta qualidade com que a UFSC trata ensino, pesquisa e extensão”, completa.

O primeiro curso do campus Araranguá foi de Tecnologias da Informação e Comunicação, que recentemente recebeu a nota 4 do Ministério da Educação, em uma avaliação que vai de 1 a 5. Em 2010 passou a ser oferecido o curso de Engenharia de Energia e em 2011, Engenharia da Computação e Fisioterapia.

Dificuldades na contratação de docentes, remanejamento de vagas e readequação dos projetos institucionais foram alguns dos problemas enfrentados pela UFSC em sua instalação em Araranguá. Problemas comuns às universidades participaram do Reuni, conforme avaliação do Ministério da Educação. Mas a direção do campus tem trabalhado em uma trajetória de correção de rumos. Um exemplo foi a adequação na oferta de vagas do curso de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), que passou de 200 para 100.

Como forma de suprir a deficiência na formação básica de alunos e aumentar a retenção nos cursos, todos os semestres são oferecidas atividades de apoio pedagógico. “Cursos de extensão, atividades de laboratório e as bolsas permanência são também formas de ajudar o estudante a ficar nauniversidade sem que ele precise arrumar um emprego para se manter”, explica o coordenador do curso de TIC, Alexandre Gonçalves.

Outro destaque tem sido atuação acadêmica. Um exemplo foi a recente premiação do aluno William Rochadel, que conquistou o segundo lugar no concurso Campus Mobile, que teve mais de 1.300 inscritos de todo o Brasil. A equipe de futebol de robôs Araranguá Intruders participou da IX Competição Brasileira de Robótica em São João Del Rei (MG), obtendo o 6º lugar de 15 times inscritos.

 

Serviço:
O quê: Formatura da primeira turma da UFSC em Araranguá
Local: Gabinete do Diretor – Campus, Rua Pedro João Pereira, 150, Mato Alto – Araranguá – SC
Quando: 10 de agosto de 2012, às 19h.
Mais informações:  professor Paulo César Leite Esteves ( diretor geral do campus) Tel:  (48) 3522-3069,  3721-6448  e 3721-6416 e

 

Assista também à matéria produzida pela TV UFSC:

 

Laura Tuyama / Jornalista da Agecom / UFSC
 

Foto da capa: Paulo Noronha / Agecom / UFSC

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Engenharia Mecânica faz 45 anos

08/12/2011 15:00

O reitor Alvaro Prata e os professores Edison da Rosa, diretor do Centro Tecnológico, e Orestes Alarcom, chefe do Departamento de Engenharia Mecânica, participam nesta sexta-feira, 9 de dezembro, do encontro para celebrar os 45 anos de formatura da primeira turma do curso de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Santa Catarina.

A solenidade será realizada às 20h, no restaurante Lindacap. Foram convidados os 12 alunos da primeira turma e alguns professores, além de servidores e familiares. A reitoria está promovendo a homenagem, em parceria com o Centro Tecnológico e o Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC.

Mais informações com o professor Fredel: 3721-7702

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NETI forma mais uma turma do Curso de Monitores da Ação Gerontológica

01/07/2011 10:51

O Núcleo de Estudos da Terceira Idade (NETI) da UFSC realiza nesta sexta-feira, 1º de julho, às 20h, no auditório da Reitoria, a formatura de mais uma turma do Curso de Formação de Monitores da Ação Gerontológica. O curso, que completa 20 anos em 2011, já formou mais de 700 monitores para atuação em trabalhos voluntários junto à comunidade.

Com o objetivo de qualificar pessoas idosas em gerontologia ao proporcionar o desenvolvimento de novos conhecimentos e ao estimular a prática do voluntariado, o curso faz com que elas se sintam úteis e capazes dentro da sociedade. “Os alunos são beneficiados e ao mesmo tempo beneficiam a uma instituição”, complementa Maria Cecília Antonia Godstfriedt, professora do núcleo.

Na última fase do curso, que tem duração de seis semestres, os alunos fazem um estágio em alguma instituição de sua escolha. Segundo Maria Cecília, mais de 110 instituições como ONGs e grupos de convivência contam com a presença dos monitores formados pelo NETI. “Com os alunos trabalhando nas comunidades, o NETI pulveriza o seu trabalho e o monitor passa o seu conhecimento para muitas pessoas”.

Esse curso de formação é voltado para pessoas com mais de 60 anos, preferencialmente. Os encontros acontecem duas vezes por semana em salas de aula do Centro Sócio-Econômico (CSE), com duração de duas horas. As disciplinas contemplam as áreas humanas, sociais e jurídicas e são ministradas por professores de graduação e pós-graduação do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) e Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFSC.

As matrículas para o segundo semestre, com início em agosto, estarão abertas de 25 a 29 de julho e devem ser feitas na sede do NETI, no campus da Trindade.

O NETI serve de referência para estudos de graduação e pós-graduação. Com enfoque na educação permanente, oferece cursos, grupos, oficinas e projetos voltados para alunos idosos, objetivando a sua atualização e inserção social. O núcleo também presta assessoria e consultoria à comunidade, através de parcerias com entidades governamentais e não-governamentais.

Mais informações pelo telefone (48) 3721-9445 ou pelo site http://neti.ufsc.br/.

Por Bianca Amorim / Bolsista de Jornalismo na Agecom

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