Lançada cartilha sobre rede de atenção e serviços de Florianópolis

19/04/2017 14:00

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O Serviço de Psicologia Educacional da Coordenadoria de Assistência Estudantil (CoAEs) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) elaborou uma cartilha sobre a rede de atenção e serviços de Florianópolis com o objetivo de orientar os estudantes a respeito de serviços, ações e projetos nas áreas da saúde, assistência social, lazer, arte e cultura, oportunidades de estágio e emprego, assim como outros serviços que possam contribuir para o bem-estar.

A cartilha poderá auxiliar estudantes calouros e os alunos que  advindos de outros municípios. A proposta é que a iniciativa contribua, ainda, para a atuação dos coordenadores de curso, que são um canal de comunicação com os estudantes e fonte de acolhimento e orientação. A CoAEs é vinculada à Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae).

O trabalho desenvolvido na UFSC não foi o foco da cartilha. No entanto, há projetos, ações e serviços ofertados na Universidade e que podem ser acessados de forma gratuita. Mais informações no site estrutura.ufsc.br/servicos-gratuitos/.

A cartilha está disponível aqui.

 

 

 

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Cartilha orienta agentes públicos para eleições municipais

10/07/2012 15:34

Atenta às eleições municipais desde ano, a Advocacia Geral da União (AGU) colocou à disponibilização dos agentes públicos federais a cartilha Condutas Vedadas aos Agentes Públicos Federais em Eleições. A publicação reúne informação sobre os direitos políticos e as normas éticas e legais que devem orientar, prevenir e tirar as dúvidas desses agentes públicos e assim evitar que sejam praticados atos administrativos ou tomada de decisões governamentais indevidas nesse período eleitoral.

A cartilha está subdividida em temas essenciais à compreensão da matéria, iniciando com uma definição de agente público para fins de aplicação da legislação eleitoral. Elegibilidade e inelegibilidade também são temas abordados juntamente com questões relacionadas a prazos de desincompatibilização e suspensão ou perda de direitos políticos.

Após apreciação destes aspectos gerais, a proposta da cartilha segue com orientação específica a respeito das condutas vedadas aos agentes públicos, previstas na Lei das Eleições, e, por fim, orientação acerca da melhor conduta ética. A descrição de cada conduta vem acompanhada do período de vedação, penalidades e até exemplos que ajudam a distinguir as condutas vedadas daquelas permitidas.

O documento foi elaborado em parceira com a Subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, a Comissão de Ética Pública e o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). As pessoas interessadas em conhecer os limites impostos pela legislação e pelos princípios éticos que regem a Administração Pública, podem acessar a cartilha clicando aqui.

Fonte: Andifes – Ascom -Seg, 02 de Julho de 2012

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“Trote é para brincar, não para maltratar” é tema de cartilha

14/03/2011 14:41

Com o lema “trote é para brincar, não para maltratar”, será lançada no primeiro dia de aulas na UFSC, 14 de março, a Cartilha de prevenção às violências sexistas, homofóbicas e racistas nos trotes universitários. A apresentação acontece às 18h30min, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

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Cartilha sobre trote universitário será lançada na segunda-feira

10/03/2011 07:41

Com o lema “trote é para brincar, não para maltratar”, será lançada no primeiro dia de aulas na UFSC, 14 de março, a Cartilha de prevenção às violências sexistas, homofóbicas e racistas nos trotes universitários. A apresentação acontece às 18h30min, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

A publicação foi concebida pelo Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS). Cerca de 20 alunos de graduação, mestrado e doutorado participaram da confecção, contando com a colaboração de estudantes do segundo ano do Ensino Médio das escolas Jurema Cavalazzi (do bairro José Mendes, da Capital, onde estuda Charles Fernandes, criador da capa) e Idelfonso Linhares (Aeroporto), que tomaram parte da atividade através do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) do CNPq voltado ao Ensino Médio, numa iniciativa pioneira em convênio com a UFSC.

O principal objetivo, de acordo com a professora Miriam Pillar Grossi, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) e do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS), é alertar os alunos sobre a realização de trotes violentos, preconceituosos e discriminatórios. “Geralmente as palavras de ordem envolvem piadas contra o homossexualismo, tratando as diferenças de forma negativa. Entendemos que uma universidade – principalmente pública – deve incitar a cidadania, ressaltando o respeito à diversidade”, justifica a professora.

Ilustrações e textos didáticos incentivam o trote solidário e as confraternizações em detrimento das atividades consideradas sexistas, racistas ou homofóbicas, vexatórias, violentas e humilhantes. A participação obrigatória em qualquer dessas brincadeiras também é condenada pela cartilha.

Conceituando e cercando o preconceito

O documento traz ainda conceitos sobre sexismo, racismo e homofobia, e contatos úteis àqueles que se sentirem violentados ou constrangidos, seja dentro da própria UFSC, como os da Ouvidoria e da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE), seja de organizações não-governamentais que atuam na defesa de direitos humanos ou órgãos do governo para os quais tais situações podem ser denunciadas.

A reunião dessas informações teve como ponto de partida pesquisa de campo realizada pela professora Miriam e seus alunos durante vários anos. “Obtivemos excelentes relatórios de observação. Os veteranos de hoje foram calouros ontem, e o histórico de humilhações vai se reproduzindo, já que, como passaram por aquela situação vexatória, desejam que outras pessoas vivenciem experiências semelhantes”.

Os argumentos da publicação estão amparados pela Lei Estadual nº 15.431/2010, que entrou em vigor em dezembro último e proíbe a realização de trotes nos estabelecimentos de ensino públicos e privados. Para essa lei, são considerados trotes condutas e práticas que ofendam, constranjam e exponham de forma vexatória os alunos. Ficam proibidas ainda as doações de bens e as tradicionais arrecadações de dinheiro que seguidamente acontecem nas sinaleiras no entorno da UFSC.

Barulho contra a humilhação

Junto com a cartilha, veteranos e calouros receberão um apito. O objeto tem dupla função; a simbólica – lembrar a forma como os movimentos feministas acusavam as situações de violência e solicitavam ajuda -, e a prática – incentivar os alunos a denunciar as atividades humilhantes realizadas durante os trotes.

A confecção da cartilha contou com o apoio de diversas instâncias da UFSC: Instituto de Estudos de Gênero (IEG), Laboratório de Estudos das Violências (Levis), Núcleo de Pesquisa Modos de Vida, Família e Relações de Gênero (Margens), o Núcleo de Estudos em Serviço Social e Relações de Gênero (Nusserge), o Coletivo LGBT da UFSC (Gozze), Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH), Revista Estudos Feministas, Grupo de Ação Feminista (GAFe) e Agência de Comunicação (Agecom). Trata-se também de atividade apoiada pelo CNPq, por meio de projetos de pesquisa e de atividades de bolsistas de doutorado, mestrado, de graduação e de alunos do Ensino Médio da Grande Florianópolis que participam do projeto pioneiro de bolsas PIBIC de Ensino Médio na UFSC.

Mais informações: professora Miriam Pillar Grossi | | Fone: 3721-9714, ramal 5
Mestranda Fernanda Moraes (PPGAS/UFSC) | | Fone: 9900-1322
Doutorando Felipe Fernandes (DICH/UFSC) | | Fone: 3304-7564

Claudia Reis / Jornalista da Agecom

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