UFSC participa de ação de crowdfunding para levar alimentos aos indígenas da aldeia Tekoá Marangatu

11/01/2022 15:56

O Grupo de Pesquisa Gestão do Conhecimento Empresarial e Ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é um dos colaboradores da campanha de crowdfunding destinada a angariar fundos para levar alimentos para os 200 indígenas que vivem na aldeia Tekoá Marangatu, em Imaruí (SC). Desde o início da pandemia, essa comunidade vem enfrentando dificuldades para se manter na aldeia. Houve redução de doações, de visitas e também de trabalho, já que muitos indígenas são artesãos e as vendas das peças diminuíram.

A campanha é uma iniciativa de voluntários do Instituto Educacional e Cultural Sérgio Murilo, que criaram a campanha em uma plataforma de arrecadação de doações, a Benfeitoria. A campanha leva o nome de uma ação que é feita desde 2017 pelo Instituto: Ação Amigos da Aldeia. O principal objetivo é levar alimentos à aldeia ao longo de todo o ano de 2022.
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Médico do Hospital Universitário alerta para riscos de patologias associadas ao consumo de álcool

11/01/2022 12:53

O clima de verão e a proximidade do Carnaval, entre outros fatores comuns nesta época do ano, reforçam um hábito socialmente aceito na maioria das sociedades associado a muitos riscos para a saúde: o consumo de bebida alcoólica. A Organização Mundial de Saúde (OMS) explica que não existe um padrão de consumo seguro e livre de riscos, de acordo com o professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e ginecologista do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), Luiz Fernando Sommacal, que relacionou dez patologias associadas a esta substância.

O professor Sommacal disse que o álcool está associado a um número muito mais elevado de doenças e lesões, mas é possível citar, a título de exemplo e para demonstrar a gravidade dos efeitos do álcool consequências como doenças do fígado, doenças gastrointestinais, pancreatite, neuropatia periférica, problemas cardiovasculares, prejuízos cerebrais, disfunções imunológicas, anemias, osteoporose e câncer.

Segundo ele, um dos grandes problemas do consumo de álcool é que esta substância é socialmente aceita e até estimulada, sendo que pelo menos 52% da população adulta brasileira ingere álcool e, destes, mais da metade são bebedores ocasionais e outros 25% bebem pelo menos uma vez por semana. Como não há um padrão de consumo seguro e livre de riscos, a OMS alerta para situações que podem indicar um quadro de alcoolismo: casos quando o álcool assume um papel de destaque na vida da pessoa e casos no qual a ingestão de álcool torna-se mais frequente e em maior quantidade.

Para se ter uma ideia, para ser considerado um consumo baixo ou social, o limite é de 4 doses para mulheres e 5 doses para homens, sem quadro de embriaguez, sem constrangimento social e sem dirigir após beber. Uma dose equivale a 12 gramas de etanol (uma lata de cerveja, por exemplo, ou 40 ml de destilado). O consumo de risco se caracteriza quando o álcool é ingerido pelo menos uma vez por semana em grande quantidade, o que equivale a 14 doses para homens e sete doses para mulheres.

O ginecologista do HU explicou que as mulheres são menos tolerantes ao álcool porque elas têm uma menor quantidade das enzimas que degradam o etanol. “É em função dessas enzimas, que estão em menor quantidade, que elas são mais vulneráveis ao álcool”, explicou.

Entre as patologias citadas por Sommacal, ele explicou que, no caso das doenças do fígado, o álcool provoca inflamações neste órgão, levando a quadro de hepatite alcoólica e, no caso de doenças gastrointestinais e pancreatites, o efeito é por lesão direta dos órgãos.

Com relação às neuropatias periféricas, o médico explicou que o álcool provoca a deterioração do funcionamento dos nervos de mãos e pés, levando a um quadro de dormência, formigamento e alteração da sensibilidade.  O álcool também é depressor do sistema nervoso central e seu uso contínuo pode levar a dificuldades de raciocínio, além de alterar o senso de perigo e comportamento.

Os usuários regulares de álcool podem desenvolver patologias como pneumonia e tuberculose, uma vez que a substância reduz o sistema de defesa do organismo. Outra ação nociva do álcool diz respeito à deficiência de vitamina B12, provocando anemia, quadro agravado com a perda da capacidade de transporte de hemoglobina.

O especialista explicou que o consumo do álcool leva a um processo de desmineralização óssea, elevando o risco de desenvolvimento de osteoporose, que é a redução do cálcio em gramas por centímetro quadrado de osso. E, finalmente, na lista do médico, estão as diversas formas de câncer, pois o álcool tem uma substância chamada Acetaldeído, que tem efeito cancerígeno, podendo afetar principalmente boca, esôfago, laringe, estômago, fígado, intestino, reto e mama.

Unidade de Comunicação Social – Hospital Universitário (HU-UFSC)

Mais informações: (48) 3721-8104

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Medidas de proteção contra Covid devem ser mantidas, diz especialista do HU

07/01/2022 13:27

O avanço da vacinação, a redução do número de casos graves e a queda nas mortes por Covid-19 no final do ano são notícias positivas depois de um período de muita ansiedade e incertezas, mas os especialistas avisam que um cenário não mudou: a pandemia continua. Por isso, é preciso tomar medidas de cuidados para evitar contaminação pelo SARS-Cov-2, principalmente com a chegada do verão. A infectologista do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), Patrícia de Almeida Vanny, acrescenta a importância de completar o esquema vacinal para garantir a proteção de todos. “Quem ainda não fez, deve procurar a dose de reforço, seguindo a programação anunciada pelas prefeituras”, disse.

A chegada de turistas em regiões como Florianópolis, a possibilidade de aglomerações mesmo em locais públicos e a retomada de diversas atividades favorecem o surgimento de novos casos, por isso também é importante que a população mantenha hábitos como o uso de máscara, mesmo em locais onde este equipamento de proteção foi liberado, e a higienização permanente das mãos.

Uma recomendação da infectologista é evitar aglomerações, principalmente em locais fechados, preferir ambientes onde haja uma boa ventilação, evitar se alimentar ou consumir bebidas em locais públicos ou em locais onde haja aglomeração de pessoas. Idosos e crianças devem receber proteção extra, tanto para prevenir a Covid quanto casos de gripe.

No caso de pessoas que apresentarem sintomas respiratórios, as recomendações são: isolar o paciente imediatamente e procurar os serviços de saúde, principalmente no caso de pessoas imunodeprimidas, idosos e crianças.

Vídeo – Quando devo procurar o serviço de Emergência do HU-UFSC?
Unidade de Comunicação Social do HU

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Administração Central decide suspender o início da Fase 2 de retorno ao trabalho presencial

07/01/2022 10:02

Devido à aceleração dos casos de contágio pela Covid-19, a Administração Central da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) decidiu suspender por tempo indeterminado o avanço para a Fase 2 de retorno às atividades presenciais. A Portaria Normativa Nº 419/2022/GR foi assinada nesta sexta-feira, 7 de janeiro de 2022, e publicada no Boletim Oficial da UFSC nesta mesma data.

O início da Fase 2 em todas as unidades administrativas e acadêmicas da UFSC estava marcado para o dia 10 de janeiro. Com a suspensão, cada setor poderá continuar a executar os atuais planos de atividades.

Conforme a Portaria Normativa nº 416/2021/GR, que teve seus efeitos suspensos, a partir de 10 de janeiro deveriam voltar às atividades presenciais todos os servidores que não pertencem a nenhum grupo de risco. O retorno seria realizado conforme plano de atividades elaborado pelo setor, levando em conta as condições sanitárias do ambiente de trabalho.
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Pesquisa analisa o processo de globalização e a acentuação da desigualdade no futebol

06/01/2022 12:42

Pesquisa utilizou dados de jogadores, seleções e clubes em competições mundiais profissionais e de base. Foto: Danilo Borges/copa2014.gov.br/CC BY 3.0

Entender como o processo de globalização e os fluxos de migração de atletas se relacionam com a acentuação da desigualdade no futebol e as especificidades do mercado do futebol praticado por mulheres foram os objetivos da pesquisa conduzida por Juliano Pizarro durante seu doutorado, realizado no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Utilizando fontes bibliográficas e documentais, a tese Globalização e o sistema-mundo moderno do futebol: modernidade e (de)colonialidade na circulação de atletas a partir dos mundiais FIFA se valeu de dados de 25.921 jogadores, 1.240 equipes e 76 competições mundiais de categorias de base, seleções e clubes.

Juliano conta que a motivação para o projeto partiu de uma inquietação que vem desde a infância: “Sou natural da cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul, uma cidade que respira futebol. Desde pequeno fui a estádios, sou torcedor do Pelotas. Muita gente torcia para Grêmio e Inter, né, e eu torcia sempre para o Pelotas. Eu via jogos do Pelotas contra a dupla Grenal, e sempre era muito difícil de ganhar. Então, eu pequeno já queria entender porque é tão difícil um time do interior ganhar de um time da capital. Ficava mais assustado ainda quando me diziam que a folha salarial de um jogador de Grêmio ou Inter pagava toda a folha salarial do Pelotas. Aquela diferença, aquele abismo, já desde pequeno me assustava e me indignava”. As desigualdades financeira e competitiva no mercado do futebol impactam tanto localmente quanto em nível mundial. O processo de globalização, salienta o pesquisador, é um elemento fundamental para entender esse fenômeno.

Falando, inicialmente, da modalidade masculina, historicamente temos duas grandes potências continentais: Europa e América do Sul. Dos 21 mundiais já disputados, há 12 títulos de seleções europeias e 9 de sul-americanas. Já na Copa do Mundo de Clubes da FIFA, foram 26 conquistas de times sul-americanos contra 32 de clubes europeus. Essa lógica, contudo, vem se alterando em função da cada vez maior concentração de renda.
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UFSC lança Guia de Biossegurança para retorno às atividades presenciais na Fase 2

31/12/2021 12:40

A Portaria Normativa nº 418/2021/GR publicada nesta sexta-feira, 31 de dezembro, no Boletim Oficial da UFSC, estabelece o Guia de Biossegurança para a Fase 2 de retorno às atividades presenciais na Universidade. O Guia contém orientações sobre como as unidades devem desenvolver as atividades, além de determinar as condições de ingresso da Universidade na Fase 2. Esta fase de retomada gradual das atividades presenciais nas unidades administrativas e acadêmicas da instituição começará no dia 10 de janeiro de 2022.

O Guia de Biossegurança para o Retorno das Atividades Presenciais na UFSC – Fase 2 foi elaborado com o intuito de apoiar os gestores no planejamento das atividades presenciais e de fornecer um conjunto de orientações e condutas que deverão ser adotadas para manutenção de um ambiente seguro e saudável.
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Administração da UFSC lamenta posicionamento do MEC contrário à exigência de comprovante de vacinação

30/12/2021 17:14

A Administração Central da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publica nesta quinta-feira, 30 de dezembro, nota em que manifesta “não apenas discordância, mas descontentamento”, com relação a parecer da Advocacia-Geral da União (AGU), mencionado no despacho do Ministro da Educação, Milton Ribeiro, em que o MEC veta a exigência de comprovante de vacinação por parte das universidades e escolas federais. Na nota, a UFSC expressa que “as IFEs assumiram, ao longo da pandemia e na ausência de uma política séria coordenada pelo MEC e pelas demais instâncias do Governo Federal, o protagonismo que se exige quando se trata de promover a vida e respeitar a ciência”.

O documento afirma que, em nenhum momento, houve da parte do Ministério da Educação medidas que unificassem as ações das Instituições no sentido de promover a prevenção e o combate à pandemia. Foram as próprias instituições, por meio de seus gestores, docentes, servidores técnico-administrativos, pesquisadores, que avaliaram, propuseram e implantaram medidas de segurança sanitária em seus próprios âmbitos. Por fim, expressa a nota, “fosse pela irresponsável omissão do Governo Federal, quanto à importância da imunização, o país não teria alcançado os percentuais de vacinados que tem hoje”.
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Fase 2: UFSC terá novas orientações para o trabalho presencial a partir de 10 de janeiro

30/12/2021 16:27

(Atualizada em 31.12.2021 às 12h para inserção de informações sobre o Guia de Biossegurança da Fase 2)

A Administração Central da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publicou, na quarta-feira, 29 de dezembro, a Portaria Normativa n° Nº 416/2021/GR, que apresenta novas medidas para a retomada gradual das atividades presenciais nas unidades administrativas e acadêmicas da instituição. De acordo com a Portaria, a data prevista para o início da Fase 2 será 10 de janeiro de 2022. Na Fase 2 de enfrentamento à pandemia de Covid-19 são permitidas atividades presenciais com impacto na Covid-19 ou outras essenciais aprovadas pela administração superior; organização presencial essencial e execução das atividades semipresenciais gerais (administrativas e pedagógicas). 

Segundo a Portaria, as atividades nos setores “terão caráter de retomada de expediente presencial, segundo os planos de atividade, conforme documentos publicados por cada unidade”. Assim como na Pré-Fase 2, as unidades precisam tornar público o seu plano de atividade e organizar os turnos de trabalho presencial. O documento salienta, ainda, que a retomada das atividades presenciais será gradual, e em horário integral. As atividades devem ser associadas às condições sanitárias dos ambientes de trabalho.

O Chefe de Gabinete da Reitoria, professor Áureo Mafra de Moraes, explica que na Fase 2 todos os servidores deverão prestar trabalho presencial em algum momento, com exceção daqueles incluídos nos grupos de risco, que poderão permanecer em trabalho remoto. Os setores deverão ter atendimento durante todo o horário de expediente, mas a presença dos servidores poderá ser escalonada. O número de servidores presentes simultaneamente deverá levar em consideração também as condições dos ambientes, como a circulação de ar, de modo a evitar aglomerações.

Para os cursos de Graduação e Pós-Graduação, a Fase 2 ainda é de oferta do ensino remoto, com exceção das aulas práticas e teórico-práticas já autorizadas. Conforme o calendário acadêmico do ano letivo de 2022 aprovado pelo Conselho Universitário (CUn), a volta das aulas presenciais ocorrerá no início dos primeiros períodos letivos do ano que vem. Na graduação, o primeiro semestre de 2022 começa no dia 18 de abril e vai até 3 de agosto. Na pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado), o calendário referencial para os diferentes regimes prevê aulas a partir de 7 de março.

A Fase 2  de retomada das atividades presenciais abrangerá todas as unidades administrativas e acadêmicas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU/UFSC), exceto o Núcleo De Desenvolvimento Infantil (NDI) e o Colégio de Aplicação (CA). O CA e o NDI seguem calendário diferenciado e deverão iniciar em 10 de fevereiro a Fase 3 de enfrentamento à pandemia, com retomada plena das atividades presenciais, conforme dispõe a Portaria Normativa 417/2021/GR.

As duas portarias ressalvam que os prazos e medidas expressos poderão ser alterados “a depender de fatos novos que os justifiquem”.  As orientações sobre procedimentos e condutas a serem observados para o desempenho das atividades estão publicados no Guia de Biossegurança para o retorno das atividades presenciais na UFSC – Fase 2.

Grupos de Risco

Somente poderão permanecer plenamente em trabalho remoto os servidores incluídos nos grupos de risco, que sofreram alterações recentes (informações disponíveis no site da Prodegesp), de modo a adequar-se à Instrução Normativa SGP/SEDGG/ME nº 90, de 28 de setembro de 2021. A Administração Central editou duas portarias sobre o assunto, em 15 de outubro: as Portarias Normativas nº 413/2021/GR, que inclui no grupo de risco os servidores com deficiência, e nº 414/2021/GR (com anexo), que orienta sobre os regimes de trabalho para os servidores incluídos no grupo de risco.

Confira as atuais categorias de Grupo de Risco:

  • Servidores com idade igual ou superior a sessenta anos; 
  • Tabagismo; 
  • Obesidade; 
  • Comorbidades: miocardiopatias de diferentes etiologias (insuficiência cardíaca, miocardiopatia isquêmica etc.); hipertensão arterial; doença cerebrovascular; pneumopatias graves ou descompensadas (asma moderada/grave, DPOC); imunodepressão e imunossupressão; doenças renais crônicas em estágio avançado (graus 3, 4 e 5); diabetes melito, conforme juízo clínico; doenças cromossômicas com estado de fragilidade imunológica; neoplasia maligna (exceto câncer não melanótico de pele); cirrose hepática; doenças hematológicas (incluindo anemia falciforme e talassemia); 
  • Gestantes; 
  • Servidores e empregados públicos na condição de pais, padrastos ou madrastas que possuam filhos ou responsáveis que tenham a guarda de menores em idade escolar ou inferior, nos locais onde ainda estiverem mantidas a suspensão das aulas presenciais ou dos serviços de creche, e que necessitem da assistência de um dos pais ou guardião, e que não possua cônjuge, companheiro ou outro familiar adulto na residência apto a prestar assistência; 
  • e Coabitação com pessoas com suspeita ou confirmação de COVID-19. 

Servidores nessas condições e que desejarem realizar trabalho presencial, precisarão assinar autodeclaração e encaminhar conforme orientações no site.

Plano de Atividades

A tramitação de aprovação e publicidade do Plano de Atividades dos setores também mudou. Os planos deverão ser encaminhados ao Gabinete da Reitoria (GR), via Sistema de Processos Administrativos (SPA), e publicados nos sites das unidades, contendo detalhamento de escalas, rodízios e turnos. 

Saiba mais: coronavirus.ufsc.br

 

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UFSC realiza pesquisa sobre teletrabalho e Programa de Gestão com servidores docentes e técnico-administrativos em Educação

28/12/2021 11:49

Em 30 de julho de 2020, o Ministério da Economia, por meio da Secretaria de Gestão e Desempenho de Pessoal, publicou a Instrução Normativa nº 65 (IN 65), que estabelece orientações, critérios e procedimentos gerais a serem observados pelos órgãos e entidades integrantes do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal relativos à implementação de Programa de Gestão, o qual prevê a possibilidade de implementação da modalidade de teletrabalho nas instituições que aderirem ao programa.

Desta forma, a Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão emitiu a Portaria nº 83/2021/PRODEGESP, em 10 de novembro de 2021, instituindo o Grupo de Trabalho para estudar e analisar como se daria a implementação do Programa de Gestão na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Com o intuito de conhecer a opinião dos servidores sobre o tema, o grupo elaborou um questionário com perguntas fundamentadas na IN 65, cujas respostas embasarão o estudo da viabilidade da implementação do Programa de Gestão na Universidade.

Todos os servidores da Universidade estão convidados para, até 07 de janeiro de 2022, acessar o formulário e respondê-lo neste link. As informações que forem fornecidas são sigilosas, de uso interno e exclusivo do Grupo de Trabalho para o estudo da viabilidade da implementação da IN 65 na UFSC, e servirão para o diagnóstico do modelo de teletrabalho na instituição.

Em comunicado, o Grupo de Trabalho ressalta que os dados não serão utilizados para nenhuma outra finalidade e também que o resultado da pesquisa ainda não garante a adoção da IN 65 pela UFSC.

> Instrução Normativa nº 65
> Formulário de pesquisa sobre o Programa de Gestão

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Reitoria divulga mensagem de boas festas

23/12/2021 15:42

Há mais de 60 anos, a UFSC tem superado desafios, vencido dificuldades e avançado na defesa da ciência, das práticas inclusivas e nas políticas de construção e difusão do conhecimento e da cidadania.

Que esse novo ano que inicia fortaleça, em todas e todos nós, as certezas de que a Universidade Pública é fonte de saberes, de consciência e de esperanças em um futuro de equidade, justiça social e humanidade plena.

Boas Festas e Feliz 2022!

Ubaldo César Balthazar e Cátia R. S. de Carvalho Pinto

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Com redução de casos graves, HU anuncia fechamento da UTI Covid

22/12/2021 15:10

A UTI Covid foi aberta em março de 2020 e recebeu 494 pacientes em 22 meses. Foto: Sinval Paulino

Com a redução expressiva no número de casos graves infectados pela covid-19, o Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), integrante da Rede de Atenção à Saúde do Estado de Santa Catarina, desativou, na última segunda-feira, 20 de dezembro, a UTI que chegou a ter 18 leitos e foi concebida para o atendimento aos pacientes com Sars-Cov-2.

A UTI Covid do HU-UFSC foi aberta em março de 2020, sendo que desde então foram internados na unidade 494 pacientes. Em março de 2021, a unidade chegou a atender 53 pacientes. A taxa de mortalidade de internados com covid-19 na UTI do HU-UFSC caiu de 27%, em 2020, para 20%, em 2021. Para efeito de comparação, dados da Associação de Medicina Intensiva Brasileira apontavam, na época, uma taxa de 50% nas UTIs da rede pública e 30% na rede particular.

A medida foi aprovada na Comissão Intergestores Regional, uma organização de instância colegiada entre os gestores municipais de Santa Catarina. Essa decisão tem sido adotada em outros hospitais do Brasil e ajuda a retomar o foco nos demais serviços assistenciais.
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Equipe do HU recebe homenagem pelo serviço de coleta de leite humano

20/12/2021 16:15

Leite coletado no HU é repassado para o hospital Carmela Dutra. Foto: divulgação/HU-UFSC/Ebserh

A equipe de profissionais do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) recebeu uma homenagem da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (rBLH), entregue aos profissionais que fazem o serviço de coleta deste leite. A homenagem chegou em forma de um certificado de reconhecimento pela promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno.

O HU é um posto de coleta de leite humano, e todo o leite coletado é repassado ao banco de leite do hospital Carmela Dutra, onde é pausterizado e distribuído para as unidades que precisam deste material, inclusive o próprio HU. Ou seja, o Hospital Universitário participa da rede como um posto de coleta e também é usuário do banco de leite.
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Cerimônia de comemoração dos 61 anos da UFSC é marcada por homenagens a educadores e cientistas

17/12/2021 17:01

Cerimônia ocorreu de forma remota. Imagem: reprodução/Youtube

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) completa neste sábado, 18 de dezembro, 61 anos de atividades. Para celebrar, o Conselho Universitário (CUn) realizou uma sessão solene na tarde desta sexta-feira (17), voltada a homenagear pessoas que contribuíram para a educação e a ciência brasileiras e para a excelência da Universidade. A cerimônia ocorreu de forma remota e está disponível no Youtube.

O evento teve início com uma homenagem aos 33 pesquisadores da UFSC que estão na lista dos 100 mil mais influentes do mundo, conforme pesquisa conduzida pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, que levou em conta dados de toda a carreira e citações mais recentes. Em nome deles, foram celebrados cada pesquisador, servidor técnico-administrativo, docente, estudante e egresso que fazem da ciência e do conhecimento sua bandeira, defendendo e valorizando a UFSC.

Na sequência foram anunciadas e entregues as dignidades universitárias, com a diplomação da jornalista, professora e política Antonieta de Barros como Doutora Honoris Causa (in memoriam) e de cinco professores eméritos: Ademir Neves, Faruk José Nome Aguilera (in memoriam), Juan Jacob Eduardo Humeres Allende, Rosendo Augusto Yunes, os quatro do Departamento de Química, e Ivo Barbi, do Departamento de Engenharia Elétrica. O reitor fez a entrega simbólica dos títulos, com a exposição dos diplomas na tela da transmissão.
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Professor da UFSC assina estudo que identificou proteína envolvida na formação de tumores mais agressivos

17/12/2021 09:21

Resultados experimentais indicam que a LIN28B é criticamente importante para comportamento agressivo de células tumorais. Foto: Unsplash/National Cancer Institute

O pesquisador Edroaldo Lummertz da Rocha, do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia (MIP), do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), assina como segundo autor de um estudo que traz a descoberta do papel da proteína LIN28B no processo de metástase, que é a disseminação de células de tumores para outros órgãos. Atualmente responsável por mais de 90% das mortes associadas ao câncer, a metástase ainda permanece incurável.

Para o professor da UFSC, torna-se, portanto, crucial compreender os mecanismos biológicos fundamentais pelos quais células tumorais se espalham pelo corpo. “Tal conhecimento permitirá, um dia, o desenvolvimento de novos tratamentos para tumores altamente metastáticos que acometem adultos – como melanoma [câncer de pele] e câncer de mama – e crianças – como o neuroblastoma”.

O neuroblastoma é o terceiro tipo de câncer mais comum na infância e adolescência, ficando atrás somente da leucemia e dos tumores do sistema nervoso central. Apesar do que o nome parece indicar, não é um tumor no cérebro. Trata-se de um tumor sólido extracraniano, bastante comum em crianças, que acomete uma parte do sistema nervoso autônomo, responsável por controlar funções vitais fundamentais como a respiração, pressão arterial, batimentos cardíacos e a digestão. Conforme explica Edroaldo, a maioria dos neuroblastomas se desenvolve nas glândulas adrenais, que se localizam acima dos rins, no abdome ou nas células nervosas próximas da coluna espinhal.

Desenvolvimento do estudo

Em colaboração com pesquisadores do Boston Children’s Hospital e da Harvard Medical School, a pesquisa do professor da UFSC foi publicada na revista The Journal of Clinical Investigation. Utilizando um modelo animal de neuroblastoma, um câncer infantil altamente metastático e letal, os pesquisadores demonstraram que células tumorais com níveis de expressão mais altos da proteína LIN28B são significativamente mais metastáticas do que aquelas células que não a expressam. Por meio de abordagens genéticas no estudo, a remoção da proteína LIN28B reduziu substancialmente a propagação de células tumorais e, consequentemente, aumentou a sobrevida dos animais.

As análises de biologia computacional com dados de expressão de genes de mais de 450 pacientes com neuroblastoma foram utilizadas para determinar o grau de agressividade de células tumorais com ou sem expressão de LIN28B. As análises revelaram que células com altos níveis desta proteína são molecularmente similares a tumores de pacientes em estágios avançados da doença, já metastáticos. Enquanto isso, as células nas quais a proteína LIN28B foi deletada são molecularmente mais semelhantes a tumores menos agressivos, sem envolvimento de metástase.

Estudo desenvolveu análises de biologia computacional com dados de genes de mais de 450 pacientes com neuroblastoma

“A identificação da proteína LIN28B como criticamente importante para o processo de metástase pode levar ao desenvolvimento de novas terapias baseadas na sua inibição por meios farmacológicos, podendo levar ao desenvolvimento de novos tratamentos para tumores altamente metastáticos. Como o câncer metastático ainda representa um desafio clínico, o desenvolvimento de novos tratamentos é urgentemente necessário”, avalia Edrolado. “O nosso trabalho contribui para uma melhor compreensão da proteína LIN28B em neuroblastoma e, potencialmente, outros tumores agressivos. Compreender estes processos fundamentais que regulam o espalhamento de células tumorais pelo organismo é crucial para desenvolver terapias mais efetivas”, complementa.
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Pesquisadora da UFSC desenvolve modelo para analisar impactos ambientais da frota de automóveis e tem estudo premiado

15/12/2021 13:17

Ter um mundo sem carros pode ser um sonho muito distante quando o assunto é mobilidade e sustentabilidade, mas pensar em tecnologias que reduzam o impacto da emissão das substâncias tóxicas por parte dos automóveis vem sendo um grande desafio para a ciência. Propor uma ferramenta útil à tomada de decisões para um mundo mais sustentável foi um dos objetivos da pesquisa de doutorado de Lívia Moraes Marques Benvenutti, que teve um dos artigos premiados como melhor publicação de aluno de doutorado no Encontro de Pesquisa e Pós-Graduação em Engenharia da Produção (EPPGEP), realizado pela Associação Nacional de Programa de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia de Produção (ANPEPRO) em agosto deste ano.

O artigo Electric versus ethanol-based vehicles: A new system dynamic model of Brazil’s case, assinado por Lívia Moraes Marques Benvenutti, Lucila Maria de Souza Campos, Diego A. Vazquez-Brust e Catherine Liston-Heyes, também foi o primeiro, na história do encontro, a premiar uma dupla de mulheres com o primeiro lugar na categoria. Lívia foi orientada pela professora Lucila Maria de Souza Campos, uma das pesquisadoras destaque da UFSC em 2021.

O objetivo da tese foi propor um modelo do poço à roda baseado em frota (fleet-based well-to-wheel model) para estimar os potenciais impactos da frota de veículos leves do Brasil no meio ambiente e na saúde humana ao longo do tempo, de forma a servir de suporte a políticas públicas. Esses modelos consideram os impactos ambientais dos combustíveis desde a sua produção até a circulação nos automóveis. “Penso que é importante, como pesquisadora, voltar o meu estudo para os tomadores de decisão, pois há sempre muitas incertezas nesses cenários”, comenta.

Lívia se refere ao cenário das mudanças climáticas e como os veículos de passageiros vêm sendo alvos de diferentes políticas para tentar mitigar o problema causado pelos gases poluentes. Só no município de São Paulo estima-se que os veículos são responsáveis por mais de 72% dos gases de efeito estufa que circulam no ambiente. Frotas muito antigas e a ausência de legislação e de tecnologias acessíveis podem ser um dos focos do problema.

Na tese, a pesquisadora pretende responder quais estratégias podem mitigar as emissões dos gases da frota de veículos leves e seus potenciais, pensando também em como os atores principais das estratégias evoluíram na transição dos veículos históricos. Ela também busca verificar como contabilizar a eficácia das ações potenciais de sustentabilidade na frota de veículos para servir de suporte às políticas de longo prazo.

Modelagem colabora com antecipação de cenários

O artigo premiado utiliza a modelagem como forma de antecipar cenários, investigando carros elétricos e carros Flex com uso do etanol e comparando o desempenho de ambos como parte da estratégia para mitigar os danos ambientais causados pelos gases de efeito estufa. A investigação é elaborada com base no contexto brasileiro e chega à conclusão de que o etanol produz resultados comparáveis aos dos veículos à bateria.

Lívia trabalha com modelagem desde o mestrado e investiu na área da simulação para contribuir com a projeção de cenários em momentos de incerteza. Ela explica que, na ferramenta, o usuário pode modificar as premissas iniciais para testar diferentes cenários. Cinco estratégias são consideradas para se pensar no problema: a eficiência energética dos automóveis, a intensidade da sua utilização, a quantidade de utilização de gasolina ou etanol nos carros Flex, a renovação das frotas e a substituição total da frota por carros elétricos.

A testagem desses cenários indicou que o etanol é uma opção viável para a frota brasileira, também levando em conta o contexto do país. Ela lembra que, em alguns países, os carros elétricos estão se difundindo rapidamente, mas que aqui as políticas públicas ainda não apontam para um mesmo cenário. “Não se trata de uma questão de escolha pelo etanol ou pelo carro elétrico, mas de entender que o etanol também oferece um potencial de mitigação, o que certamente ajuda em uma transição para a sustentabilidade”, pontua.

Na prática, o modelo prevê cenários até 2050, levando em conta os efeitos ambientais da produção dos combustíveis e da sua circulação nos automóveis. O modelo dinâmico estima indicadores ambientais, como o de potencial de aquecimento global, material particulado, formação de ozônio, entre outros. Também utiliza indicadores da saúde humana, investigando, por exemplo, o impacto da redução na expectativa da vida por conta de uma determinada tecnologia.

“O modelo é dinâmico, então ele permite maior flexibilidade para estabelecer essa discussão sobre o etanol e o elétrico. A gente viu que ambos possuem um potencial de mitigação muito bom e o modelo permite justamente que se discuta os cenários”, comenta. A ideia é, com isso, impactar em políticas públicas que busquem um ambiente mais sustentável, por isso, a pesquisadora salienta que a ferramenta está disponível para quem quiser atuar em parceria.

Amanda Miranda/Jornalista da Agecom/UFSC

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UFSC celebra aniversário de 61 anos com homenagens e programação cultural

15/12/2021 11:14

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove nesta sexta-feira, 17 de dezembro, duas atividades em comemoração de seus 61 anos – que se completam no próximo dia 18. Às 14h30, tem início a sessão solene do Conselho Universitário (CUn), que homenageará os 33 pesquisadores da UFSC que estão na lista dos 100 mil mais influentes do mundo e concederá as dignidades universitárias: os professores Ademir Neves, Faruk José Nome Aguilera (in memoriam), Ivo Barbi, Juan Jacob Eduardo Humeres e Rosendo Augusto Yunes receberão os títulos de Professor Emérito, e a jornalista, professora e política Antonieta de Barros, o de Doutora Honoris Causa (in memoriam). A sessão será transmitida ao vivo pelo canal do CUn no Youtube.

Mais tarde, às 17h, tem início a programação cultural organizada pela Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), que poderá ser conferida no canal da UFSC no Youtube. A seleção especial inclui projetos, eventos e ações desenvolvidos pela comunidade acadêmica com apoio da SeCArte, bem como por artistas convidados. Serão exibidas nove atrações produzidas durante o período de pandemia, incluindo apresentações musicais, que vão do popular à música de concerto, teatro e dança: 

  • Coral da UFSC | Oceano – Djavan
  • Orquestra de Câmara da UFSC | Gaúcho – “Corta-Jaca” – Chiquinha Gonzaga
  • Pablo Rossi | Noturno em mi bemol maior, op. 9 no. 2 de Frédéric Chopin
  • Orquestra de Câmara da UFSC | “Danças Folclóricas Romenas”, “I Joc Cu Bâtă“ de Béla Bartók
  • Orquidália | Amanhã
  • Rafa & Rob | Parque de Diversões
  • Franciele Souza Blugoslawski | Morada – Lisandro Amaral, Luciano Fagundes e Marcelo Oliveira   
  • O Círculo de Giz Caucasiano | Grupo Pesquisa Teatro Novo
  • Dança para elaborar vazios | Bruna Medeiros
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Bióloga da UFSC desenvolve protocolo para otimização de análises de biomoléculas e efeitos de medicamentos

15/12/2021 10:24

Martina Blank desenvolveu a pesquisa durante seu pós-doutorado. Foto: arquivo pessoal

A bióloga do Laboratório de Biologia Molecular Estrutural (Labime) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Martina Blank é coautora de um estudo que descreve um protocolo para otimização de análises em ensaios celulares para avaliação do perfil de biomoléculas e dos efeitos de medicamentos. O artigo, publicado na edição de novembro da revista científica Nature Protocols, descreve uma técnica bastante versátil, que pode ser aplicada a uma ampla gama de compostos e possibilita análises rápidas e abrangentes, usadas, por exemplo, para averiguar como células respondem a diferentes tratamentos ou para encontrar biomarcadores de doenças.

O trabalho, que fez parte do pós-doutorado de Martina na universidade alemã Hochschule Mannheim, utiliza a espectrometria de massas, um método que detecta e identifica moléculas de interesse por meio da medição de sua massa e da caracterização de sua estrutura química. Essa análise é feita por meio de equipamentos chamados de espectrômetros de massas e pode ser empregada em distintos ramos. A pesquisa de Martina, por exemplo, concentrou-se em lipídios e metabólitos, mas os espectrômetros de massas também podem ser usados para identificar proteínas, peptídeos e micro-organismos, examinar polímeros, investigar poluentes e adulteração de produtos, em análises de antidoping e de impressão digital e muitos outros casos. 

Existem diversos tipos de espectrômetros de massas, com variadas capacidades e sensibilidades, com maior ou menor resolução. O foco do novo protocolo foi o modelo Maldi-TOF MS. Uma de suas principais vantagens é a possibilidade de analisar simultaneamente múltiplos aspectos do objeto de estudo – o que é importante para, por exemplo, avaliar efeitos colaterais de tratamentos. “Você não precisa marcar o seu alvo para analisar ele. E, ao mesmo tempo, analisa não só o seu alvo, você analisa todo o conteúdo que tem naquela célula. Pode ser que aquela molécula em que você estava focando não seja a única afetada pelo tratamento ou pelo estímulo que você esteja dando. Então, você consegue verificar todo o componente celular e ver o que pode estar acontecendo ali, naquela reação ou naquele estímulo”, explica Martina.
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Professor de engenharia da UFSC faz sucesso internacional com videoaulas no YouTube

14/12/2021 14:05

Canal apresenta conteúdos das disciplinas de Ondas Eletromagnéticas, Engenharia de Antenas e Introdução ao Método de Elementos Finitos. Imagem: reprodução/Youtube

O professor Walter Pereira Carpes Jr. é figura conhecida pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Mas, desde o começo da pandemia, sua fama se expandiu para além das fronteiras brasileiras, e suas aulas têm feito sucesso em países estrangeiros falantes da língua portuguesa. Isso porque, com a possibilidade de gravar suas aulas, o docente começou a divulgar no YouTube vídeos curtos com explicações diretas e simplificadas do conteúdo das disciplinas que leciona nos cursos de Engenharia Elétrica e Engenharia Eletrônica e na Pós-Graduação em Engenharia Elétrica. Entre os assuntos abordados, estão ondas eletromagnéticas, engenharia de antenas, método de elementos finitos, cálculo vetorial, números complexos e noções básicas de derivada e integral.

Tudo começou no início de 2019, a partir de um problema: muitos alunos do primeiro semestre das engenharias tinham dificuldade em entender alguns conceitos de Física por não terem contato com a base matemática (especificamente, a disciplina de Cálculo). Assim, ele resolveu preparar o minicurso presencial “Noções Básicas de Derivada e Integral”, lecionado inicialmente somente para os alunos de Engenharia Eletrônica. Na semana seguinte, foi ofertado numa quinta-feira à noite e aberto a quem quisesse participar. Em uma sala de aula com 100 lugares, havia estudantes por toda a parte, sentados no chão, dividindo cadeiras, e todos muito concentrados e dando retornos positivos. 

A partir do sucesso dessa primeira experiência, Walter buscou formas de atingir ainda mais pessoas, criou novas turmas para o minicurso e dava aulas inclusive aos sábados. O retorno era sempre muito gratificante para o professor, que chegou até a comprar três calculadoras científicas para sortear entre os estudantes que lhe enviassem a resolução de uma lista de exercícios, para incentivar o aprendizado. 

Foi após todo esse sucesso dos vários minicursos lecionados que Walter decidiu transformar o conteúdo em videoaulas. Ele não tinha experiência nenhuma nisso, nem equipamentos apropriados. Então, no final de 2019 procurou o Laboratório de Educação Digital (Ledlab), que lhe cedeu o espaço para a gravação. A primeira playlist no Youtube, com o minicurso “Noções Básicas de Derivada e Integral”, foi ao ar em 12 de dezembro daquele ano.
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UFSC oferece mais de 300 vagas por meio de processos seletivos complementares

14/12/2021 11:00

A Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publicou nestas segunda e terça-feira, 13 e 14 de dezembro, os editais para cinco processos seletivos e concursos complementares ao Vestibular UFSC 2022. No total, serão oferecidas 376 vagas.

Foram publicadas as regras para os processos seletivos das vagas suplementares para indígenas (22 vagas) e quilombolas (9); das vagas suplementares para negros (pretos e pardos – 210 vagas, sendo duas por curso); processo seletivo para Educação do Campo (50); vestibular para Licenciatura Intercultural Indígena (45); e vestibular para Letras/Libras na modalidade presencial (40). Os aprovados ingressarão na UFSC durante o ano letivo de 2022.

As inscrições para todos esses processos seletivos poderão ser feitas de 4 a 20 de janeiro de 2022, exclusivamente pela internet. Cada concurso terá um site específico onde, além das inscrições, os candidatos realizarão procedimentos como correção de dados da inscrição e apresentação de recursos, receberão informações de confirmação de inscrição, locais de provas, editais complementares e avisos. Os resultados dos pedidos encaminhados e as listas de classificados também serão publicados nestes sites.

A maioria dos concursos prevê a realização de provas, mas também serão adotadas outras modalidades de seleção. O processo seletivo para ingresso no curso de Licenciatura em Educação do Campo – área de Ciências da Natureza e Matemática fará a classificação com base no histórico escolar do Ensino Médio (curso de segundo grau ou equivalente). Já o edital das vagas suplementares para negros utilizará notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) das edições de 2019, 2020 ou 2021.

Nos casos em que haverá realização de provas, será exigido o uso de máscara cobrindo nariz e boca durante toda a realização do certame. Aos candidatos que participarão do concurso para Letras/Libras e que necessitem de leitura labial, será autorizado o uso de uma máscara especial que permita o procedimento. Também será proibido o consumo de alimentos durante os exames e a aglomeração de pessoas nas proximidades dos locais de prova.

As reservas de vagas da Política de Ações Afirmativas serão aplicadas nos processos seletivos, com exceção do vestibular para Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica e dos processos seletivos para as vagas suplementares de negros, indígenas e quilombolas.

Confira os links para os editais dos processos seletivos:

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Pesquisas da UFSC são premiadas no XXIX Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia

14/12/2021 10:48

Três trabalhos de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foram apresentados no XXIX Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia e IX Congresso Internacional de Fonoaudiologia, realizado em outubro de forma remota. Na última semana, foram divulgadas as iniciativas premiadas no evento. O trabalho Gravação e processo de validação de um teste de reconhecimento de fala em normo-ouvintes, orientado pela professora Maria Madalena Pinheiro, do Departamento de Fonoaudiologia, e coorientado pelo professor Stephan Paul, Departamento de Engenharia Mecânica, recebeu prêmio de excelência pelo departamento de Audiologia da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia.

O trabalho teve a participação das alunas Isadora Koerich e Isadora Rosseto e contou ainda com a colaboração da professora Ana Carolina Ghirardi, do Departamento de Fonoaudiologia, e da professora Cristiane Lazzaroto-Volcão, do Departamento de Linguistica. O objetivo do estudo foi gravar e validar um teste de reconhecimento de fala em português – teste RASP- para usuários de dispositivos eletrônicos. O teste se encontra disponível no software Persona.

No departamento de Linguagem da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, as professoras Maria Isabel D’Ávila Freitas e Aline Mara de Oliveira, ambas do Departamento de Fonoaudiologia da UFSC, receberam menção honrosa no Congresso. A professora Maria Isabel fez parte do trabalho Avaliação da Linguagem por teleatendimento em adultos e idosos cognitivamente.

Já a professora Aline Mara de Oliveira, em parceria com os professores Larissa Cristina Berti (UNESP Marília) e Ronaldo Lima Jr (UFC), desenvolveu o trabalho intitulado Produção de oclusivas alveolares e velares em crianças com apraxia de fala infantil e desvio fonológico: análises ultrassonográficas, que teve o objetivo de desenvolver medidas objetivas com estatísticas robustas e avançadas para contribuir no diagnóstico diferencial.

Realizado pela Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, o XXIX Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia e IX Congresso Internacional de Fonoaudiologia é o maior encontro da Fonoaudiologia da América Latina, contando com mais de 100 atividades, ministradas por 400 palestrantes em formato on-line, nos segmentos da Linguagem, Voz, Audição e Equilíbrio, Motricidade Orofacial, Disfagia, Fonoaudiologia Educacional e Saúde Coletiva.

Professor da UFSC apresenta ferramenta para investigar subnotificação de casos de covid-19

13/12/2021 09:00

Uma ferramenta matemática que ajuda a investigar a subnotificação de casos de infecção por covid-19 foi um dos resultados do trabalho de um grupo que estuda a dinâmica de doenças infecciosas a partir de modelos matemáticos. O professor Vinicius Albani, do Departamento de Matemática da UFSC, foi um dos autores do artigo Covid-19 underreporting and its impact on vaccination strategies, publicado no BMC Infectious Diseases, periódico da Springer Nature, e recentemente pauta do portal internacional de divulgação científica Scidev.net.

O professor explica que o índice de soroprevalência é o que costuma ser utilizado para se investigar a proporção de casos de infecção em uma determinada região. Esse indicador, entretanto, depende da testagem massiva, política à qual muitos países não tiveram acesso. O objetivo do grupo, composto também pelos pesquisadores Jennifer Loria, Eduardo Massad e Jorge Zubelli, foi apresentar essa nova metodologia para estimar infecções subnotificadas com base em aproximações das taxas estáveis ​​de hospitalização e mortalidade.

Imagem ilustrativa (Pixabay)

“A gente propõe um modelo para descrever a dinâmica da covid-19 e da disseminação do vírus que fosse aderente aos dados, que conseguisse fazer boas previsões – pelo menos previsões de curto prazo – para saber quantos vão ser os números de casos, de mortes e de hospitalizações nos próximos dez dias, quinze dias, visando auxiliar o poder público”, conta. Para isso, a equipe utilizou dados públicos da pandemia para o cálculo das taxas diárias de internações e óbitos, procurando por períodos em que essas taxas apresentaram uma estabilização. Estes períodos, aponta o professor, em geral são aqueles em que há um alto volume de testes com baixos índices de resultado positivo.

Na prática, foram utilizados dados de Chicago e Nova York, cidades que estavam testando muito sua população. Esse era um fator importante para o desenvolvimento da ferramenta, pois era necessário que houvesse uma alta taxa de testagens e um volume pequeno de testes positivos para se fazer um corte numérico e compará-lo com as taxas de hospitalização e óbitos. As taxas observadas nos períodos em que houve estabilização eram consideradas como as taxas reais de mortalidade e de hospitalização associadas à covid-19, que depois eram usadas para fornecer estimativas de números de infecções para ouros períodos e regiões.

Segundo Albani, a metodologia funciona da seguinte forma: se a taxa de mortalidade considerada como real é de 1% e, num dado dia, a taxa de mortalidade observada é de 10%, então o número de infecções naquele dia deve ser 10 vezes maior do que o número reportado. A taxa de mortalidade diária é calculada como a razão entre o número de mortes num dado dia e o número de infecções reportadas 12 dias antes, em que 12 dias é o tempo médio entre uma pessoa começar a apresentar os sintomas da doença e vir a óbito. A taxa de hospitalização diária é calculada de forma similar.

A ferramenta foi testada usando dados da Cidade do México, da Dinamarca e da província de Buenos Aires. “Então, quando a gente comparava os nossos números, especialmente usando taxas de mortalidade, com os números de estudos de soroprevalência, a gente viu que nossos números eram muito parecidos”, reforça o pesquisador. Esse confronto dos resultados da ferramenta com os resultados de soroprevalência serve, também, como mais uma validação do instrumento proposto pelos pesquisadores.

Para os cálculos, a equipe utilizou médias móveis de sete dias sobre as novas infecções, hospitalizações e mortes. Entre outras coisas, o estudo também apontou que a infecção entre as populações estudadas pode ter chegado a 30%, um índice pelo menos seis vezes maior do que aquele apresentado nas notificações. De acordo com o professor, a vantagem de utilizar a ferramenta é porque ela é complementar aos estudos de soroprevalência, com o benefício de poder ser utilizada a qualquer momento. “Quando você tem uma ferramenta matemática que te permite ver a subnotificação você pode calcular a qualquer momento, desde que você tenha os dados. Você também pode pegar os números de um lugar e aplicar em outro”, indica.

O estudo, que foi realizado em 2020, também previu um impacto desses dados nas políticas de vacinação, considerando, hipoteticamente, que cidadãos que já tivessem imunidade contra o vírus poderiam ser vacinados depois dos grupos de prioridade.

Com reportagem de Luana Consoli/Agecom/UFSC

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UFSC homenageia Antonieta de Barros com título de Doutora Honoris Causa

10/12/2021 14:59

Nesta sexta-feira, 10 de dezembro, o Conselho Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (CUn/UFSC) aprovou, por unanimidade, a concessão do título de Doutora Honoris Causa (in memorian) à professora Antonieta de Barros (1901-1952), por sua importância para a educação estadual e nacional. A homenagem foi uma iniciativa de três pesquisadoras do Centro de Educação (CED) – Joana Célia dos Passos, Eliane Debus e Patrícia de Moraes Lima –, representantes dos seguintes núcleos de pesquisa: Alteritas: diferença, arte e educação, Literalise e Nuvic: estudos sobre as violências. 

Na proposta, que também teve a participação da Associação de Educadores Negras, Negres e Negros de Santa Catarina (AENSC), as docentes argumentam que Antonieta de Barros foi “uma das mulheres mais importantes da história de Santa Catarina e do país”. Desde a infância e juventude, conforme descrevem, a homenageada soube “o que significava ser mulher negra e pobre, num estado do sul do Brasil, majoritariamente branco e com forte adesão à eugenia como política social”.

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UFSC Responde: medidas de segurança individual e vacinação contra a Covid

10/12/2021 11:05

A Agência de Comunicação da UFSC (Agecom) reuniu alguns dos comentários que estamos recebendo nas redes sociais em mais um vídeo da série UFSC Responde, no intuito de trazer respostas a algumas dúvidas da nossa comunidade.

Neste quinto episódio da série, conversamos com o pró-reitor de Graduação, Daniel Vasconcelos, nos estúdios da TV UFSC para saber sobre a as medidas que serão adotadas na UFSC quando da volta do ensino presencial e sobre a obrigatoriedade da vacinação de todos os estudantes, técnicos e docentes contra a Covid-19.

Desde o início da Pré-Fase 2, em setembro, os servidores técnicos e docentes da UFSC já recebem suas máscaras PFF-2 e outros equipamentos de proteção individual, bem como insumos para o ambiente de trabalho. A Universidade também já implementou uma Política de Testagem dos trabalhadores e realiza a medição da qualidade do ar e adequações de espaço físico, visando à preparação para o retorno das atividades presenciais de ensino. Todas as medidas são ponderadas pela Administração Central da UFSC, com a orientação da Comissão Permanente de Monitoramento Epidemiológico.

A UFSC também monitora, por meio do Painel Ativo de Dados Epidemiológicos, a vacinação de seus trabalhadores e os números da pandemia. No entanto, segundo o gestor, neste momento a UFSC não pode exigir o Certificado de Vacinação contra a Covid de seus estudantes e trabalhadores, uma vez que não há, ainda, uma previsão legal, por meio de legislação ou orientação oficial do Governo Federal, para essa medida. Ele reitera que a UFSC compreende a importância dessa questão para toda a sua comunidade e tem atuado junto aos órgãos oficiais, em parceria com as entidades representativas e em conjunto com outras Instituições Federais de Ensino Superior, buscando esse amparo legal para essa medida.

Confira o vídeo abaixo, que busca responder:

A UFSC está preparada para ter a estrutura necessária para a volta, incluindo a disponibilidade de máscaras, sabonetes nos banheiros e álcool em gel nos setores?

Haverá obrigatoriedade de vacinação para a volta presencial?

 

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UFSC desenvolve base técnica de programa nacional para etiquetagem de eficiência energética em edificações

10/12/2021 10:13

Em um mundo pautado pela sustentabilidade, a busca por soluções cotidianas que apresentem eficiência energética torna-se fundamental. O uso eficiente da energia elétrica, por exemplo, pode gerar redução nas despesas e nos impactos sobre o meio ambiente. As famosas etiquetas de consumo de energia elétrica presentes em quase todos os eletrodomésticos da linha branca produzidos no Brasil têm um similar para as edificações. A Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE) aplicada às construções é chamada de etiqueta PBE Edifica, faz parte do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) e foi desenvolvida em parceria entre o Inmetro e o Programa Nacional de Eficiência Energética em Edificações (Procel Edifica).

O Programa promove o uso racional da energia elétrica de forma a incentivar a conservação e o uso eficiente dos recursos naturais (água, luz, ventilação etc.) nas edificações, diminuindo os desperdícios e os efeitos sobre o meio ambiente. Atualmente, o consumo de energia elétrica nas edificações corresponde a cerca de 45% do consumo faturado no país. Porém, estima-se um potencial de redução deste consumo em 50% para novas edificações e de 30% para aquelas que promoverem reformas que contemplem os conceitos de eficiência energética em edificações. Instituído em 2003 pela Eletrobras, o Procel Edifica atua de forma conjunta com o Ministério de Minas e Energia, Ministério das Cidades, universidades, centros de pesquisa, entidades das áreas governamental, tecnológica, econômica e de desenvolvimento, além do setor de construção civil.

O Laboratório de Eficiência Energética em Edificações (LabEEE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está diretamente envolvido nos estudos técnicos para a etiquetagem dos edifícios. Conforme explica o coordenador geral do Laboratório, professor Roberto Lamberts, a criação da Lei de Eficiência Energética ocorreu em 2001 e, a partir de 2004, o LabEEE iniciou o trabalho na linha de edificações. “Começamos a ter convênios com o Procel para operacionalizar as ações determinadas pelo Ministério de Minas e Energia. O lançamento das primeiras etiquetas ocorreu entre 2008 e 2010 e, desde então, estamos trabalhando no aperfeiçoamento do método, culminando esse ano com grandes novidades, uma métrica baseada em consumo de energia primária em sintonia com as tendências internacionais”.
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Professora da UFSC é coautora de artigo sobre restauração das florestas tropicais publicado na revista Science

10/12/2021 10:00

A professora Ana Catarina Conte Jakovac, do departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Santa Catarina (CCA/UFSC), é uma das coautoras do artigo Multidimensional tropical forest recovery (Regeneração multidimensional das florestas tropicais), publicado na revista científica Science nesta sexta-feira, 10 de dezembro. O trabalho mostra que as florestas tropicais em regeneração alcançam, depois de 20 anos, quase 80% da fertilidade, do estoque de carbono do solo e da diversidade de árvores das florestas maduras.

O estudo é fruto da rede de colaboração internacional 2ndFOR, que conta com mais de 90 pesquisadores de 20 países que juntos buscam entender a dinâmica de regeneração das florestas tropicais e seu papel na restauração florestal.

Sobre a pesquisa

Uma equipe internacional de ecólogos tropicais analisou como 12 atributos florestais se recuperam durante o processo natural de regeneração florestal e como sua recuperação está inter-relacionada. A análise usou 77 paisagens e mais de 2.200 parcelas de florestas na América tropical e subtropical e na África Ocidental. Apesar das florestas tropicais sofrerem uma taxa alarmante de desmatamento, elas também têm o potencial de crescer naturalmente em terras abandonadas. O estudo conclui que a regeneração natural é artigo solução de baixo custo para a mitigação das mudanças climáticas, conservação da biodiversidade e restauração do ecossistema.
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