Projeto da UFSC desenvolve a vitivinicultura em Nova Trento

24/05/2021 17:40

Foto: divulgação/Neuvin

Um projeto em desenvolvimento pelo Núcleo de Estudos da Uva e do Vinho (Neuvin) do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promete revolucionar a vitivinicultura de Nova Trento. As atividades do projeto foram iniciadas em agosto do ano passado, e os resultados apresentados até agora são promissores e até inéditos, segundo o professor Alberto Brighenti, coordenador dos trabalhos.

“Graças à cobertura plástica foi possível produzir pela primeira vez uvas viníferas, como Chardonnay, Pinot Noir e Marselan, na região. Essas uvas foram vinificadas e os vinhos estão nas fases finais do processo de elaboração, mas testes preliminares indicam que há potencial para a produção de vinhos de qualidade”, explica o coordenador.

O projeto foi criado com o objetivo de aperfeiçoar e auxiliar o sistema produtivo local a partir do diagnóstico, da avaliação e da condução de forma participativa de técnicas e práticas produtivas para a produção de uvas de mesa e viníferas no município do Vale do Rio Tijucas, que é conhecido nacionalmente e até no Exterior pelo turismo religioso no santuário de Santa Paulina.
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Coperve lança edital de reopção de curso para os participantes do Processo Seletivo 2021.1

24/05/2021 15:42

Candidatos que participaram do Processo Seletivo UFSC/2021.1 mas não foram classificados na primeira chamada têm uma nova opção para ingressar em alguns cursos de graduação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) lançou na sexta-feira, 21 de maio, o edital para preenchimento de vagas remanescentes do Processo Seletivo por meio do sistema de reopção de curso.

No total, serão oferecidas 295 vagas em 25 cursos de graduação. A maioria das vagas é para cursos no campus de Florianópolis, mas existem opções nos campi de Blumenau, Joinville e Curitibanos. Poderão se inscrever todos os candidatos que participaram do Processo Seletivo 2021.1 e que tenham alcançado as notas mínimas (pontos de corte) especificados no edital.

Para se inscrever no edital de reopção, o candidato deverá acessar o site https://processoseletivo2021.ufsc.br/inscricoes/ no período de 24 a 26 de maio, preencher o formulário eletrônico de reopção e enviá-lo, via internet, para a Coperve. As listas dos classificados neste processo serão divulgadas até o dia 31 de maio, no mesmo site.

Os candidatos que participaram do Processo Seletivo 2021.1 utilizando as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) dos anos de 2017, 2018, 2019 ou 2020 disputarão 218 vagas em 25 cursos. Quem usou as notas dos vestibulares de 2018, 2018.2, 2019, 2019.2 ou 2020 poderá concorrer às 77 vagas oferecidas em 20 cursos.

No edital de reopção, a distribuição de vagas entre o Enem e o vestibular é a mesma do edital original do concurso. No entanto, no caso de sobra de vagas em qualquer um dos sistemas elas serão transferidas para outro em que haja candidato apto, de forma a preencher o maior número possível de vagas.

A distribuição das vagas destinadas às cotas segue a legislação e as normativas da UFSC em relação à Política de Ações Afirmativas (PAA). Os candidatos poderão se inscrever em qualquer modalidade da PAA, independentemente da existência de vagas, pois as vagas destinadas a uma determinada modalidade de cotas que não sejam ocupadas migrarão para outra modalidade.

Link para o edital: edital-reopção-2021.1.pdf (ufsc.br)

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Pós-graduação busca soluções para acolher estudantes

24/05/2021 08:33

A Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG) lançou um programa de escuta e acolhimento, por meio de um grupo de Apoio à Saúde Mental. O projeto intitulado “Escuta&Ação – Escutar a Pós-Graduação para Agir” foi lançado na sexta-feira, 21 de maio. A iniciativa é fruto da mobilização “Por uma Pós-Graduação Saudável”, com eventos ao vivo durante os meses de abril e maio.

A proposta é realizar uma roda de conversa no dia 18 de junho, sexta-feira, às 15h30, com o tema: “O que a pós-graduação da UFSC pode fazer para ser mais acolhedora?”. Para isso, a PROPG solicita aos estudantes de pós-graduação que compartilhe suas ideias e sugestões para as ações que a Universidade pode tomar para acolher as necessidades da comunidade. As contribuições podem ser enviadas por meio do link: propg.ufsc.br/ufsc-ouvindo-a-pos-graduacao/

Tags: coronavírusCovid-19pós-graduaçãoSaúde MentalUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Festival de Música da UFSC retorna em formato on-line em agosto

21/05/2021 13:27

O V Festival de Música da UFSC, que ocorre de 24 a 27 de agosto, será totalmente on-line e com transmissão das atrações pela internet. O festival pretende proporcionar à comunidade apresentações nos mais variados gêneros musicais, que vão do clássico ao contemporâneo, do erudito ao popular.

Além da apresentação dos músicos selecionados, haverá quatro pockets shows com músicos ou bandas catarinenses consagradas no meio musical. Vinte músicas serão apresentadas no evento.“Nossa expectativa é que esse Festival de Música revele novos talentos na área de composição musical, tanto na UFSC quanto nas cidades dos seus campi”, declara a secretária de cultura e arte da UFSC, Maria de Lourdes Alves Borges.

A participação para a seleção no V Festival de Música é aberta à comunidade universitária da UFSC (Campi de Florianópolis, Joinville, Araranguá, Curitibanos e Blumenau) e a compositores, músicos, intérpretes e comunidade da Grande Florianópolis e regiões dos demais campi da UFSC. As inscrições serão entre 1 e 30 de junho, na página da Secretaria de Cultura e Arte.

O V Festival de Música da UFSC busca incentivar e intensificar a criatividade musical, promover a integração e troca de experiências entre músicos, compositores, intérpretes e comunidade cultural. Além disso, o evento incentiva o interesse pela música e o exercício intelectual desta atividade, um dos meios essenciais de expressão cultural. O evento é uma ação da SeCArte e Departamento de Cultura e Eventos (DECEVEN).

Tags: SeCArteV Festival de Música da UFSC

Repositório Institucional da UFSC ocupa 3ª posição entre os repositórios brasileiros em ranking internacional

21/05/2021 08:42

O Repositório Institucional da Universidade Federal de Santa Catarina (RI/UFSC) está em 3º lugar entre os repositórios brasileiros e na 12º colocação mundial na categoria de repositórios institucionais, conforme a 11ª edição do Transparent Ranking: Institutional Repositories by Google Scholar, publicada em maio.

O Ranking Web of World Repositories é organizado pelo Cybermetrics Lab, grupo de pesquisa do Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) da Espanha. Esse ranking tem o objetivo de apoiar as iniciativas de acesso aberto e gratuito às publicações científicas e acadêmicas em formato digital. Os indicadores da web aplicados consideram o número de registros indexados no Google Scholar e medem a visibilidade global e o impacto dos repositórios.

O Repositório Institucional da UFSC é administrado pela Biblioteca Universitária (BU) e mantido pela Superintendência de Governança Eletrônica e Tecnologia da Informação e Comunicação (SETIC). O RI/UFSC visa ampliar e facilitar o acesso aberto à produção científica e institucional da UFSC de forma abrangente à comunidade universitária e sociedade em geral. Contém cerca de 80 mil documentos, entre monografias, teses, dissertações, livros, vídeos, fotos e outros itens.

> Confira a posição dos 10 primeiros repositórios brasileiros na 11ª edição do ranking:

1º Repositório Digital da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
2º Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da Universidade de São Paulo (USP)
3º Repositório Institucional da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
4º Repositório Institucional da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
5º Repositório Institucional da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
6º Repositório Institucional da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
7º Repositório Digital da Fundação Getúlio Vargas (FGV)
8º Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
9º Repositório Institucional da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
10º Repositório Institucional da Universidade de Brasília (UnB)

Para conhecer o ranking completo e entender como ocorre a avaliação e a obtenção dos dados, acesse: https://repositories.webometrics.info/en/institutional

Tags: Biblioteca UniversitáriaBUGoogle ScholarRepositório InstitucionalUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

UFSC divulga resultado de processo seletivo para ingresso em 2.516 vagas da graduação

20/05/2021 10:42

A Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgou nesta quinta-feira, 20 de maio, o resultado do Processo Seletivo UFSC/2021. Confira as listas de aprovados no site https://processoseletivo2021.ufsc.br/. O Processo Seletivo 2021 ofertou 2.516 vagas, sendo 1.801 preenchidas pela nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2017, 2018, 2019 ou 2020 e outras 715 vagas com utilização da nota de um dos cinco últimos vestibulares presenciais da UFSC (2018, 2018.2, 2019, 2019.2 ou 2020).

O concurso teve mais de 15 mil inscritos, dos quais 14.414 concorreram usando as notas do Enem e 1.074 participaram usando notas de vestibulares anteriores.

As matrículas ocorrem em duas etapas. Em razão da pandemia de Covid-19, todos os procedimentos são realizados por meio da internet, inclusive as validações de autodeclarações de candidatos classificados nas cotas da Política de Ações Afirmativas (cotas) da UFSC.

A etapa on-line da matrícula será realizada de 21 a 25 de maio, através do link simig.sistemas.ufsc.br. O candidato classificado precisa seguir todos os passos, emitir e salvar a negativa de matrícula (declaração de que não possui matrícula simultânea em outra instituição pública de ensino superior ou em outro curso da UFSC) e as autodeclarações a serem preenchidas pelos candidatos cotistas. O último passo nesta etapa é emitir e salvar o comprovante de matrícula online com protocolo.
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Pesquisa de estudante de Medicina da UFSC retoma problema de decretos de abertura para agravamento da pandemia em SC

20/05/2021 08:59

Os decretos de flexibilização e retomada de serviços contribuíram para o agravamento da pandemia de Covid-19 em Santa Catarina. A conclusão é de um estudo desenvolvido pela estudante de Medicina da UFSC, Helena Hughes, com orientação da professora do Departamento de Saúde Pública Ana Luiza Curi Hallal. A pesquisa, intitulada Evolução da Covid-19 no Sul do Brasil: Decretos e Indicadores no Estado de Santa Catarina, cruza os dados epidemiológicos do estado entre 25 de fevereiro e 25 de agosto de 2020 e os coloca em contraste com decretos assinados pelo governo como medida de prevenção ou afrouxamento dos cuidados ao longo do mesmo período.

Segundo Helena, a motivação para analisar os dados veio da oportunidade de unir duas áreas de conhecimento importantes à saúde pública e com pouco histórico de produção interdisciplinar: o Direito e a Medicina. Como estudou três anos de Direito e por sugestão da professora, ela decidiu colocar os indicadores em diálogo com a produção dos documentos públicos que balizaram a forma como o Governo do Estado lidava com a pandemia.
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Coperve divulga aprovados em quatro processos seletivos para cursos de graduação da UFSC

19/05/2021 17:27

A Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) divulgou nesta quarta-feira, 19 de maio, as listas de classificados em quatro processos seletivos de ingresso em cursos de graduação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Nestes concursos foram oferecidas 357 vagas, distribuídas em 105 cursos de graduação nos cinco campi universidade, sendo 210 para Suplementares Negros; 31 para Suplementares Indígenas (22) e Quilombolas (9); 50 vagas para Educação do Campo e 66 ao SiSU Complementar.

>> Confira as listas de aprovados: Educação do CampoSuplementares Negros; Suplementares Indígenas e Quilombolas; e SiSU Complementar

As matrículas são realizadas em duas etapas. Os candidatos devem ficar atentos aos prazos, que são diferentes conforme o processo seletivo. Os aprovados às vagas de Suplementares Negros, Suplementares Indígenas e Quilombolas e Educação do Campo devem realizar a matrícula on-line no período de 21 a 25 de maio; e a etapa documental, de 8 de junho a 6 de julho. Os classificados no SiSU Complementar farão a etapa on-line de 31 de maio a 4 de junho e a etapa documental ocorrerá também no período de 8 de junho a 6 de julho.

Em razão da pandemia de Covid-19, todos os procedimentos são realizados por meio da internet, inclusive as validações de autodeclarações de candidatos classificados nas cotas da Política de Ações Afirmativas da UFSC.

A matrícula online será feita através do link simig.sistemas.ufsc.br. O candidato classificado precisa seguir todos os passos, emitir e salvar a negativa de matrícula (declaração de que não possui matrícula simultânea em outra instituição pública de ensino superior ou em outro curso da UFSC) e as autodeclarações a serem preenchidas pelos candidatos cotistas. O último passo nesta etapa é emitir e salvar o comprovante de matrícula online com protocolo.

Antes da etapa documental, os candidatos que optaram pelas vagas de cotas precisam realizar a validação das autodeclarações através do Sistema de Apoio às Validações (Sisvalida). Para isso, os classificados às vagas de Suplementares Negros, Suplementares Indígenas e Quilombolas e Educação do Campo deverão enviar os documentos às Comissões de Validação no período de 27 a 31 de maio. Já os classificados no processo seletivo Sisu Complementar têm prazo de 8 a 14 de junho para enviar os documentos.

As orientações e informações adicionais para envio de documentos estão nas respectivas portarias de matrículas (veja abaixo os links). O Sisvalida contém informações e orientações de preenchimento e a Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades (Saad) elaborou um manual para uso do sistema.

A etapa documental, de 8 de junho a 6 de julho, consiste no envio de documentos para as Coordenadorias dos cursos em que o candidato foi aprovado. As portarias de matrícula trazem informações sobre lista de documentos, formatos de arquivos e formas de envio, além dos endereços de e-mail das Coordenadorias de Curso.

Acesse as portarias de matrícula de cada processo seletivo:

Tags: calouroscoperveingresso na GraduaçãoProcessos seletivosSisvalidaUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Livro infantil inclusivo conta a história do Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC

19/05/2021 16:14

Foto: divulgação

Um livro infantil pedagógico e inclusivo desenvolvido no âmbito de uma ação de extensão da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi selecionado para compor as “Caixas inclusivas de mediação” do projeto Formação de Educadores em Museus em Santa Catarina, que prevê a circulação do material por todas as regiões do estado. Intitulada MArquE, uma história para contar, a obra foi projetada e desenvolvida em parceria entre o setor pedagógico do Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC (MArquE) – Oswaldo Rodrigues Cabral e o professor Luciano de Castro, secretário de Educação a Distância da UFSC.

O livro aborda a história e os acervos do Museu e foi inteiramente pensado em uma perspectiva inclusiva, para ser compartilhado por crianças com e sem deficiência visual. Dessa forma, conta com impressão em offset em cores contrastantes, que considera a acessibilidade às crianças com baixa visão, assim como escrita em braille e relevo nas imagens, ambos realizados em uma tecnologia inovadora desenvolvida a partir de processo de impressão serigráfico. 

A transparência total dessa técnica em serigrafia preserva a qualidade da impressão offset do texto ou imagem, permitindo a aplicação de braille e relevo sobre o texto comum sem qualquer interferência ou prejuízo de legibilidade. Destaca-se também que o diâmetro e a altura do relevo dos pontos da cela braille são produzidos com precisão sem gerar o baixo relevo no verso da folha. Assim, mantém-se a qualidade da leitura do material impresso tanto para o leitor vidente quanto para aquele com deficiência visual. Outra vantagem é a impressão em papel de gramatura inferior ao exigido pelo sistema braille convencional, resultando em publicações de volume consideravelmente menor. 

A elaboração e a impressão dos livros foram viabilizadas pelo edital 01/Proex/2019, da Pró-Reitoria de Extensão, e o material tem distribuição gratuita e dirigida. Sete exemplares foram disponibilizados para o projeto, que é uma proposição da professora da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) Maria Cristina Rosa e foi contemplado no Prêmio Elisabeth Anderle 2019.

Foto: divulgação

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UFSC publica quarta chamada para Processo Seletivo 2020.2

18/05/2021 08:45

O Departamento de Administração Escolar (DAE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgou nesta terça-feira, 18 de maio, a quarta chamada do Processo Seletivo 2020.2, por meio do Edital nº 08/DAE/PROGRAD/2021 – exclusivamente para o curso de Medicina do Campus Araranguá.

Confira a 4ª chamada do Processo Seletivo 2020.2

Os candidatos classificados devem realizar matrícula documental, entre os dias 18 e 28 de maio, através de e-mail enviado à Coordenadoria do Curso (sig.cts.ara@contato.ufsc.br).

A documentação exigida para a matrícula está definida no artigo 3º da Portaria nº 04/PROGRAD/SAAD/UFSC/2021, devendo todos os documentos digitalizados estarem legíveis. A negativa de matrícula poderá ser obtida neste link.

Candidatos cotistas (com exceção da categoria 242)

O envio dos documentos para validação das autodeclarações deverá ser realizado de 18 a 21 de maio pelo Sistema de Apoio às Validações (SISVALIDA) – acesse aqui as orientações. Autodeclarações e demais formulários estão disponíveis no Anexo I da Portaria de Matrícula ou nos sites: saad.ufsc.br/autodeclaracoes e saad.ufsc.br/formularios-2.

Qualquer dúvida referente ao Sistema ou ao Programa de Ações Afirmativas (autodeclarações) poderá ser esclarecida pelos canais de contato na página da Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidade (Saad), no endereço saad.ufsc.br.

Mais informações em dae.ufsc.br.

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Pesquisa da UFSC e Udesc resulta em composto que pode auxiliar em diagnóstico médico e interagir com DNA

17/05/2021 17:14

Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina e da Universidade do Estado de Santa Catarina mimetizou, em laboratório, uma enzima que pode apresentar duas funções importantes para a medicina e a ciência: tanto pode ser utilizada como biossensor para diagnósticos médicos quanto para clivar o DNA – procedimento que pode contribuir com a cura de doenças. O trabalho foi capa da revista European Journal of Inorganic Chemistry, da casa editorial Wiley, dando relevância mundial à produção científica das instituições públicas do estado.

Para compreender a pesquisa, segundo explica a professora Rosely Peralta, do Departamento de Química, é importante saber que o trabalho com enzimas é de alta complexidade, por isso a ciência tem buscado sintetizar compostos que são capazes de reproduzir – ou, na linguagem técnica, de mimetizar seus efeitos. Ao invés das enzimas, os pesquisadores desenvolvem, então, miméticos.

No caso da pesquisa publicada pelo grupo, que faz parte do mestrado da pesquisadora Alana M. Homrich, o trabalho envolveu um mimético da catecol oxidase, uma metaloenzima binuclear de cobre que promove reações específicas de oxidação. O escurecimento de uma maçã partida ao meio é um exemplo prático de como essa reação permeia a vida cotidiana.

O trabalho desenvolvido a partir da parceria consistiu em mimetizar este composto pensando na reação de oxidação de hormônios como a adrenalina e a noradrenalina. Isso porque tais reações ajudam na identificação de determinados tipos de doenças. “Na primeira parte do trabalho fizemos a caracterização desse processo, que pode contribuir como biossensor no diagnóstico médico”, explica a professora. Isso acontece porque esses tipos de hormônios produzem outras substâncias que podem ser quantificadas, sinalizando a existência de alguma doença e auxiliando no diagnóstico.

Uma segunda aplicação para o composto mimetizado pela pesquisa é a clivagem do DNA, a principal molécula presente nos seres vivos. A interação desse mimético com o DNA possibilita que ele “quebre” a molécula exatamente no lugar desejado – por exemplo, em uma ligação específica que possa ter relação com doenças ou mesmo no ataque a células tumorais.

De acordo com a professora, há muitos pesquisadores trabalhando com a proposta de mimetizar a atividade da catecol oxidase, o que demonstra a importância da parceria de longo histórico com os professores Fernando Xavier e Rogério Gariani, do Laboratório de Síntese & Catálise (SinCa), da Udesc Joinville e também do professor Hernán Terenzi, do Departamento de Bioquímica da UFSC. “Nós escrevemos este trabalho, mas não imaginávamos que poderíamos ser capa da publicação, o que foi uma grande conquista”, reforça Rosely, que continua orientando pesquisas que buscam moléculas capazes de atuar como melhores catalisadoras de reações químicas.

Amanda Miranda/Jornalista da Agecom/UFSC

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Equipe de Enfermagem do HU recorre à teleconsulta e ao atendimento remoto durante a pandemia

17/05/2021 13:48

Consulta em diabetes realizada com a presença de enfermeiras do HU e professoras do Departamento de Enfermagem da UFSC

O enfrentamento da pandemia da Covid-19 exigiu rápida adaptação das equipes assistenciais para garantir o atendimento aos pacientes, e a busca de soluções baseadas na tecnologia foi uma das alternativas encontradas. No Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), equipes da Enfermagem conseguiram, com sucesso, atender demandas assistenciais recorrendo ao teleatendimento e à teleconsulta.

As profissionais de Enfermagem Adnairdes Cabral de Sena, Daniele Farina Zanotto, Ingrid Elisabeth Bohn, Isabel Berns Kuiava, Isabel Cristina Alves Maliska, Mabel Vieira de Souto, Nayara Mariano e Silvana Alves Benedet relataram essa experiência, que será publicada em capítulo de livro, por ocasião da Semana Brasileira de Enfermagem. As profissionais lembram que o recurso tecnológico surgiu da necessidade de atender às demandas assistenciais existentes fora do âmbito da pandemia e, ao mesmo tempo, seguir as novas regras sanitárias, situação que se enquadra dentro do tema central da Semana neste ano: “O trabalho em Enfermagem no contexto de crise”.
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Projeto internacional de astronomia com participação da UFSC descobre estrela rara

17/05/2021 10:34

Estrela encontrada é ultra pobre em metais e carbono (Foto de Favio Faifer)

O professor e pesquisador Antonio Kanaan, do Departamento de Física, e dois ex-alunos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) estão envolvidos em um projeto internacional de astronomia que acaba de descobrir uma estrela ultra pobre em elementos químicos que desafia os modelos de evolução das primeiras estrelas do universo. Kanaan é um dos cientistas-chave (builders) do projeto S-PLUS (Southern Photometric Local Universe Survey, ou Levantamento Fotométrico do Universo Local Sul). 

O S-PLUS está mapeando o céu austral a partir de Cerro Tololo (Chile), com um telescópio robótico de 86 centímetros de diâmetro. Os pesquisadores da UFSC estão envolvidos desde a instalação do telescópio e também no desenvolvimento de um software para robotização do equipamento.

Observatório de Cerro Tololo, Chile (Foto de Favio Faifer)

“Das pessoas da UFSC  sou quem está há mais tempo nesse projeto”, diz o professor Kanaan. De acordo com ele, a professora Claudia Oliveira, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG-USP), foi quem reuniu o grupo para a criação do S-PLUS. Entre os builders estão também William Schoenell, ex-aluno de graduação e mestrado da UFSC, atualmente no Giant Magellan Telescope (gmto.org), Estados Unidos, e Tiago Ribeiro, ex-aluno de graduação, mestrado e doutorado na UFSC, hoje no Vera Rubin Telescope (lsst.org), Estados Unidos.

“Hoje dezenas de pessoas trabalham no S-PLUS.  O William, o Tiago e eu trabalhamos na instalação do telescópio até fazê-lo funcionar”, conta o professor Kanaan. Os dois ex-alunos da UFSC tiveram grande envolvimento direto no projeto e moraram no Chile durante a fase inicial de implementação. “A gente desenvolveu, sob minha liderança, aqui na UFSC um software de robotização de telescópios.  Esse programa foi adotado no telescópio desde o primeiro dia”, revela o pesquisador.
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DAE divulga edital com resultado de transferências e retornos para 2021-1

14/05/2021 18:01

O Departamento de Administração Escolar da Universidade Federal de Santa Catarina publicou, nesta sexta-feira, 14 de maio, o  Edital nº 07/DAE/PROGRAD/2021, com o resultado do processo seletivo de transferências e retornos para 2021-1.  Os candidatos classificados devem fazer a matrícula online entre 20 a 24 de maio. Dúvidas sobre o resultado das transferências e retornos deverão ser tratadas diretamente com a Coordenadoria do respectivo Curso.

Acesse o site do DAE.

Tags: DAEDepartamento de Administração Escolar (DAE)edital de transferências e retornos

Bloqueio em orçamento coloca em risco serviços e atividades da UFSC

14/05/2021 16:02

O Ministério da Economia liberou R$ 48 milhões, mas manteve bloqueio de R$ 21 milhões em orçamento que já havia passado por cortes; há risco de técnicos e professores ficarem sem receber salário em julho. Confira notícia e entrevista com o secretário de planejamento da UFSC, Fernando Richartz, veiculada no site da Apufsc:

Com a pressão e o barulho feito por universidades do país inteiro na última semana, Paulo Guedes liberou às pressas parte dos recursos de custeio que estavam bloqueados no orçamento de alguns ministérios, entre eles o MEC. Sem esse dinheiro, a UFRJ informou que ia parar em julho. A UFSC afirmou que não teria como retornar ao ensino presencial, assim como tantas outras universidades do país.

No dia 11 de maio, uma portaria do Ministério da Economia liberou R$ 18 bilhões em recursos que estavam “condicionados”. Esse termo é usado para definir os recursos que estão no orçamento mas precisam ser aprovados pelo Congresso Nacional para ficarem disponíveis de fato.

Com a liberação feita nesta semana, a UFSC recebeu “virtualmente” os R$ 69 milhões que faltavam para completar o orçamento de custeio do ano, de R$ 115 milhões no total. “Virtualmente” porque os R$ 69 milhões ainda não estão disponíveis e, dentro desse valor, um bloqueio de R$ 21 milhões foi mantido. O orçamento da UFSC para 2021 é agora de R$ 93 milhões. Segundo o secretário de planejamento, Fernando Richartz, sem o desbloqueio total a UFSC segue operando no limite, com uma série de atividades inviabilizadas.

Os recursos de custeio, portanto, continuam insuficientes. Em paralelo, a UFSC acompanha com apreensão a situação do orçamento destinado ao pagamento de salários. Do total, 40% seguem bloqueados e se não forem liberados até o próximo mês, técnicos e professores podem ficar sem receber.

Leia abaixo a entrevista com o secretário Fernando Richartz:

O Ministério da Economia acabou de liberar parte dos recursos que estavam bloqueados no orçamento da UFSC. Qual é o cenário atual?

A pressão das universidades do país inteiro nos últimos dias fez com que o Ministério da Economia liberasse ontem parte dos recursos de custeio que estavam condicionados à aprovação do Congresso Federal. Tecnicamente, o Ministério pegou o orçamento que estava condicionado à essa aprovação dos parlamentares e transferiu para o orçamento já aprovado, que não precisa passar pelo legislativo. Com isso, foram liberados para diversos órgãos um total de R$ 18 bilhões, disponíveis já a partir de hoje. A UFSC teve a liberação de R$ 69 milhões. No entanto, nem todo esse recurso está disponível para a universidade, porque dentro desses R$ 69 milhões que iam passar pelo Congresso, o Ministério da Economia já havia contingenciado R$ 21 milhões. Portanto, dos R$ 115 milhões que constam no orçamento de custeio da UFSC para 2021, temos disponível neste momento apenas R$ 93 milhões. No início da semana, estávamos trabalhando com três cenários. O cenário 1, com todos os recursos liberados e R$ 115 milhões à disposição. O cenário 2, que é o que estamos agora, com R$ 21 milhões bloqueados e R$ 93 milhões disponíveis. E o cenário 3, que era o pior de todos, com o bloqueio de 69 milhões e apenas R$ 46 milhões disponíveis para o gasto de custo. No cenário 3, a UFSC ia parar. Agora, no cenário 2, teremos que cortar algumas ações.

Que tipo de ações?

Se os R$ 21 milhões não forem liberados ou se só forem liberados no fim do ano, uma série de ações serão inviabilizadas. O campus já está abandonado, com manutenções por fazer. Já cortamos muita coisa para adequar o orçamento da UFSC aos R$ 115 milhões. Em 2020, tínhamos R$ 140 milhões. Se o bloqueio não for revertido, teremos que cortar mais. Deixaremos de lançar programas como o Proex, não teremos como manter o apoio a novos projetos de extensão, novas linhas de pesquisa. A previsão é de que as aulas presenciais voltem em outubro e se isso se confirmar teremos que direcionar grande parte das ações para este retorno.

Sem os R$ 21 milhões, a UFSC tem como se manter funcionando até dezembro?
A UFSC se mantém, mas de forma precária, tendo que priorizar todos os esforços para manter o ensino. Ações de pesquisa e extensão terão que parar. Essa é uma decisão que terá de ser tomada no coletivo. Com R$ 93 milhões, dá para deixar as portas abertas, mas não temos dinheiro para mais nada.

Os salários de técnicos e professores estão garantidos?
Não temos garantia nenhuma de que em julho haverá recursos para o pagamento de salários. Dos recursos para pagamento de pessoal, R$ 625 milhões estão condicionados, ou seja, dependem da aprovação do Congresso para serem liberados. Esse valor representa 40% do total. Esse recurso sai direto do Ministério da Economia e a expectativa é de que seja liberado até junho. Essa situação é inédita no Brasil.

Mas sem o pagamento de salários, a universidade vai fechar.
De fato, se técnicos e professores não receberem o salário de julho, em agosto a universidade para. Podemos ter uma greve generalizada. Não só na UFSC, nas universidades do país inteiro.

Quanto a UFSC precisaria de recursos de custeio e capital para funcionar plenamente neste momento?
Precisaríamos de R$ 180 milhões de custeio e de R$ 50 milhões de capital para fazer o que é necessário. Só o prédio de Joinville, por exemplo, está estimado em quase R$ 90 milhões. Não tem como fazer com apenas R$ 2,9 milhões de capital para este ano. Qualquer orçamento que seja inferior a isso, significa que a universidade não vai entregar o que deveria.

Como fica o auxílio estudantil (Pnaes) com a liberação de parte dos recursos?
A situação do Pnaes não muda porque essa verba já tinha sofrido um corte. O valor caiu de R$ 24 milhões, em 2020, para R$ 20 milhões em 2021. E os valores previstos no orçamento nunca foram suficientes. Em um ano regular, a UFSC gasta cerca de R$ 30 milhões com assistência estudantil. Neste ano, com a entrada dos calouros e com o edital para pedido de auxílio permanentemente aberto, ainda não sabemos de quanto será o gasto total. O que podemos dizer é que o número de alunos não para de crescer. Eram 3 mil no início de 2020 e agora são 4.300 estudantes que recebem mensalmente o auxílio. Em outros anos, a diferença para cobrir os gastos do Pnaes eram bancada pela arrecadação própria da UFSC (com passes do RU e aluguéis). Neste ano, como não temos esses recursos próprios, teremos de usar parte do orçamento de custeio.

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Estudo aponta que toxinas presentes na Lagoa do Peri podem atingir o mar e contaminar ostras e mexilhões

14/05/2021 12:15

Coleta de dados também envolveu o Canal do Sangradouro e a Praia do Matadeiro. Foto: arquivo pessoal

Pesquisadores do Laboratório de Ficologia (Lafic) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) identificaram a presença de quantidades elevadas de uma toxina proveniente de cianobactérias na Lagoa do Peri e a possibilidade de a substância, que pode ser letal em altas doses, chegar ao mar da Praia do Matadeiro e contaminar mariscos e ostras. O trabalho, que também conta com a colaboração de cientistas da Universidade Federal do Rio Grande (Furg) e da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), envolveu coletas quinzenais, realizadas em 2018 e 2019, na Lagoa do Peri, no Canal do Sangradouro, que conecta a lagoa ao mar, e na Praia do Matadeiro, além de experimentos em laboratório com mexilhões. Os resultados foram publicados na revista científica internacional Harmful Algae, a mais importante do mundo no tema de florações de algas nocivas e ficotoxinas.

A Raphidiopsis raciborskii é uma cianobactéria – uma das categorias de microalgas – que produz uma das mais poderosas e letais toxinas naturais conhecidas: a saxitoxina, também chamada de toxina paralisante. Apesar de a Lagoa do Peri não ser um corpo de água poluído, essa cianobactéria encontra ali condições para proliferar, especialmente no verão. Desde 1994, há registros de sua presença no local, e os dados coletados desde então demonstram que vem aumentando a população da microalga. 

Os níveis de saxitoxinas encontrados na lagoa ao longo do estudo passaram de seis microgramas por litro nos dias de maior calor – um valor alto e que pode oferecer risco à fauna e à flora local, bem como às pessoas que se banham ali. Para efeito de comparação, o limite máximo permitido no Brasil para a água tratada – aquela que chega às torneiras de nossa casa – é de três microgramas por litro.

“Foi um dado bem ilustrativo de um período de verão, de calor. E, depois acabou escoando, em função de chuva, para a saída da lagoa e em direção ao mar. Ou seja, foi um dado bem sintomático do que pode acontecer numa chuva forte de verão, porque no verão tem mais da cianobactéria, ela produz mais toxinas, e, como chove mais, nós temos maior possibilidade dessa água ir para o mar”, explica Leonardo Rörig, professor do Departamento de Botânica da UFSC e um dos autores do estudo. 
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UFSC integra Programa Constelação Catarina, voltado ao desenvolvimento de sistemas espaciais

14/05/2021 11:10

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) integra o Programa Constelação Catarina e o Consórcio Catarina, criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. O programa “compreende um conjunto de iniciativas consorciais voltadas para o desenvolvimento de sistemas espaciais baseados no uso de nanossatélites, que se complementam por meio do compartilhamento colaborativo de infraestruturas espaciais, de conhecimento, de dados, de serviços e de aplicações espaciais”.

> Acesse a íntegra da portaria de criação

De acordo com a portaria, a Constelação Catarina é um conjunto de sistemas espaciais que atenderá, prioritariamente, aos setores agropecuário e de defesa civil nacionais, de maneira a contribuir para a agenda de desenvolvimento socioeconômico sustentável do país. A UFSC terá, até este momento, duas participações por meio dos laboratórios: SPACELAB/UFSC, atuando na área de desenvolvimento; e o SC2C/UFSC, atuando na área gerencial da missão.

A UFSC tem expertise em sistemas satelitais para os nanossatélites da constelação, da mesma forma que tem atuado no FloripaSat. A participação da Universidade se dará pela assinatura de Termos de Adesão, que são os documentos de associação à Constelação Catarina. A parceria é um trabalho da Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq/UFSC), a Bancada Catarinense, a Agência Espacial Brasileira (AEB), o Instituto Senai de Inovação e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

 

Mais informações:
propesq@contato.ufsc.br

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Apufsc promove reunião ampliada para debater reforma administrativa e cortes orçamentários

14/05/2021 09:29

A Apufsc-Sindical (Sindicato dos Professores das Universidades Federais de Santa Catarina) promove na próxima segunda-feira, 17 de maio, a partir das 14h, uma reunião ampliada para debater a reforma administrativa e os cortes de orçamento das universidades públicas. O encontro vai discutir a reforma que foi protocolada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, além de estratégias de enfrentamento diante do cenário de cortes de verbas que ameaçam o funcionamento das instituições públicas de ensino.

O link para a reunião será disponibilizado no site da Apufsc na segunda-feira. O sindicato tem promovido uma série de encontros nos centros e departamentos da UFSC para esclarecer dúvidas e fomentar a mobilização contra a PEC 32/2020, que tramita na Câmara dos Deputados. As exposições têm sido coordenadas pelo presidente do sindicato, Bebeto Marques, e pela professora do Departamento de Direito (CCJ/UFSC) e presidente do GT da Reforma Administrativa criado pela Apufsc, Luana Renostro Heinen.

Mais informações em apufsc.org.br

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Coperve emite comunicado sobre resultados de processos seletivos

13/05/2021 18:15

A Coperve informa que em virtude do atraso no processamento dos dados do Processos Seletivo 2021.1,  Suplementares Negros, Educação do Campo, Indígenas e Quilombolas e SiSU Complementar a divulgação do resultado dos mesmos se dará até o dia 20 de maio, impreterivelmente. Salientamos a necessidade de os candidatos ficarem atentos às informações publicadas no site de cada evento. Em caso de dúvida, entrar em contato com a Coperve pelo telefone (48) 3721-9951, de segunda a sexta das 9h às 13h e das 14h às 18h.

 

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Centro de Informação e Assistência Toxicológica completa 37 anos com marca de 263 mil atendimentos

13/05/2021 09:59

O Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (CIATox/SC) completa 37 anos no dia 14 de maio com a marca de 263 mil atendimentos de casos de intoxicação de 1984 a 2020, uma média anual de 7.305 casos, segundo dados divulgados pelos profissionais do serviço, que atuam em plantão de 24 horas no Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh). O dia 14 de maio também é o Dia Estadual de Prevenção de Acidentes Tóxicos no Estado de Santa Catarina, instituído pela Lei 13.175 de 2004.

Os números se referem a casos de intoxicação por diversos agentes, como medicamentos, agrotóxicos, produtos veterinários, raticidas, produtos químicos industriais e de uso domiciliar, drogas de abuso, plantas tóxicas e envenenamentos por animais peçonhentos, já que o CIATox é um serviço de referência no Estado na área de Toxicologia, que iniciou suas atividades em maio de 1984.

O serviço é subordinado à Superintendência de Serviços Especializados e Regulação da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SUR/SES/SC), mantendo cooperação técnica e parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e o HU-UFSC, onde está localizado.

O CIATox/SC mantém um serviço de plantão permanente para informações específicas em caráter de urgência na área de Toxicologia Clínica aos profissionais de saúde, principalmente médicos da rede hospitalar e ambulatorial e de caráter educativo e preventivo à população em geral. Os atendimentos são feitos através de ligação gratuita pelo número 0800 643 5252.
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Imuniza Floripa: curso de Enfermagem da UFSC engaja-se na vacinação contra a Covid-19

12/05/2021 12:58

O dia 12 de maio marca o Dia da Enfermeira e do Enfermeiro. Esses profissionais, na linha de frente do combate à Covid-19, atuam em todas as frentes da atenção à saúde. Na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), instituição onde se formam os profissionais de Enfermagem, e onde se oferecem programas de excelência na pós-graduação nessa área, existem, ainda, projetos de pesquisa e extensão que envolvem professores e estudantes no aprimoramento da profissão.

Um desses projetos, o Imuniza Floripa, hoje envolve, em média, 60 pessoas que participam dos esforços de vacinação contra a Covid-19 na capital do Estado. Lançado em março de 2021, o projeto tem parceria com a Secretaria de Saúde da Prefeitura Municipal, além do apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX). As principais linhas de trabalho do projeto são: a formação de estudantes para a vacinação – já foram capacitados 115 alunos no curso teórico e 50 alunos no curso prático em unidades de saúde; o trabalho ativo na vacinação, juntamente com os docentes e profissionais da Enfermagem – além de vacinar, os extensionistas fazem a triagem, busca ativa de quem não compareceu para a segunda dose, organização das listas de usuários, acompanhamento e registro, etc.; e a disseminação de informações, conscientização e combate à desinformação e fake news.

A coordenadora do curso de graduação em Enfermagem e que também é responsável pelo projeto, Felipa Rafaela Amadigi, vem organizando iniciativas de apoio à vacinação com professores e estudantes da UFSC desde 11 de fevereiro. Primeiramente inspirado na oferta de apoio aos colegas trabalhadores da saúde que estão sobrecarregados pelo trabalho na linha de frente, a iniciativa também tem importante impacto na ampliação da vacinação ao maior número de pessoas no menor tempo possível.

“A reação quando a gente aborda, é de muita esperança, principalmente de poder retornar às questões simples do dia-a-dia daquelas pessoas. É muita gratidão, se emocionam, choram, trazem relatos de perda de pessoas próximas para a Covid. E a gente se emociona junto, porque essa tem sido a realidade de todos nós!”, ressalta a enfermeira e professora Felipa.

>> Confira a matéria da TV UFSC sobre a Enfermagem UFSC na vacinação contra a Covid-19

A Semana da Enfermagem na UFSC ocorre de 11 a 20 de maio. Confira a programação completa.

 

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Secretário manifesta ao Conselho Universitário preocupação com bloqueio de recursos

12/05/2021 11:33

O secretário de Planejamento e Orçamento, Fernando Richartz, apresentou aos membros do Conselho Universitário (CUn) informações atualizadas sobre a situação orçamentária da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) nesta terça-feira, 11 de maio. De acordo com ele, além da redução significativa das verbas durante a tramitação da Lei Orçamentária Anual, há especial preocupação com um decreto do governo que bloqueia R$ 21,7 milhões do orçamento de custeio aprovado.

A lei orçamentária de 2021 foi sancionada apenas em 22 de abril deste ano, quando deveria ter sido aprovada até 31 de dezembro de 2020, explicou o secretário. Com isso, a Universidade enfrentou a indefinição dos limites de recursos para fazer o seu planejamento, além da liberação mensal de somente uma fração das verbas. “Chegou um momento no início do ano em que a UFSC ficou ameaçada de corte no fornecimento de energia”, revelou. O orçamento foi finalmente sancionado, mas ainda não foi publicado o decreto da programação financeira, que define os limites mensais que as instituições públicas poderão usar para fazer frente às despesas.

Fernando Richartz apresentou um histórico dos orçamentos da UFSC nos últimos seis anos que evidenciam a drástica redução de verbas destinadas à Universidade. O orçamento de custeio, usado para pagar despesas com fornecedores, água, luz e contratos terceirizados, por exemplo, que chegou a R$ 150,5 milhões em 2016, foi reduzido este ano a R$ 115,6 milhões. As verbas de capital, usadas para investimentos como a construção de prédios, compra de equipamentos e obras de infraestrutura, é de apenas R$ 2,9 milhões – chegou a ser R$ 56,1 milhões em 2015.

Mesmo após a significativa redução, os recursos para custeio não estão totalmente disponíveis para a Universidade. Dos R$ 115 milhões, R$ 69 milhões estão condicionados, isto é, dependem de uma autorização do Legislativo federal para serem liberados. Assim, apenas R$ 46,5 milhões estão efetivamente liberados neste momento para a UFSC fazer frente a todas as despesas de custeio. O Ministério da Educação (MEC) calcula que, sem a liberação dos valores condicionados, as universidades federais têm recursos para funcionar apenas até o mês de junho.
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Pesquisa da UFSC aponta que preservação da araucária é mais eficiente quando comunidades locais participam

11/05/2021 10:08

Fotos do acervo do pesquisador

Uma pesquisa realizada no Laboratório de Ecologia Humana e Etnobotânica da Universidade Federal de Santa Catarina aponta o manejo colaborativo como a estratégia mais eficiente para garantir a preservação e a sustentabilidade da Floresta das Araucárias, um dos principais ecossistemas presentes no sul e sudeste do Brasil. No artigo Collaborative management as a way to enhance Araucaria Forest resilience, publicado pela revista Perspectives in Ecology and Conservation, o doutorando do Programa de Pós-graduação em Ecologia, Mario Tagliari, apresenta dados que reforçam a perspectiva de que a interação entre comunidades locais e um determinado ecossistema pode resultar em um sistema resiliente. O trabalho faz parte da tese orientada pelo professor Nivaldo Peroni.

O estudo contou com 97 entrevistas de pequenos proprietários entre os estados do Sul do Brasil e uma região de São Paulo próxima a Serra da Mantiqueira para entender como ocorre o uso e manejo das árvores da espécie Araucaria angustifolia, popularmente conhecidas como araucária – a árvore do pinhão. A proposta era entender esta interação e construir um modelo teórico que contrastasse com um modelo clássico de preservação: o modelo top down, que utilliza as Unidades de Conservação e a legislação rigorosa como estratégia. Desta forma, o bottom-up incluiria comunidades locais que usam e manejam os recursos da Floresta de Araucárias por meio do conhecimento ecológico tradicional ou TEK – Traditional Ecological Knowledge.

O caminho para que o pesquisador chegasse a esse objeto de estudo está ligado a suas origens. Natural de Pato Branco, Paraná, ele cresceu acostumado com a paisagem da floresta das araucárias. Mas foi em 2012, depois que começou a estudar as variedades de pinhão na região de Urubici, que o contato com os pequenos agricultores lhe fez perceber pontos relevantes sobre a interação entre grupos humanos e uma das árvores mais tradicionais do Sul. “A principal espécie dessa mata é a Araucária, que não só caracteriza a paisagem como estrutura toda a biodiversidade que está abaixo dela, além de ser fundamental para a subsistência de inúmeros pequenos agricultores na região”, explica.

Tagliari explica que, no caso da fauna, desde o homem até espécies de grande porte dependem do recurso quando a árvore produz o pinhão. “Cutia, veado-catingueiro, paca, macaco-prego, bugio-ruivo, gralha-azul; temos também o papagaio-roxo e o papagaio-charão que vêm na sua rota migratória em busca do pinhão. Trata-se de uma espécie-chave ecológica fundamental para a manutenção desse ecossistema, central para tudo”, pontua.

Estratégias de preservação podem gerar impasse

O pesquisador conta que essa centralidade para a biodiversidade local somada à exploração madeireira desordenada ao longo do século XX faz com que a Araucária seja protegida por políticas ambientais. Além das Unidades de Conservação, geridas pelo estado, e Reservas Particulares do Patrimônio Natural – áreas privadas cuja abrangência é integralmente voltada para a Conservação-, existem ainda as Reservas Legais e Áreas de Preservação Permanentes (APPs). A primeira refere-se à uma porcentagem obrigatória em áreas privadas destinadas à conservação, geralmente 20% na região da Floresta de Araucárias. Já as APPs são áreas com limites de uso e exploração que podem estar dentro de uma propriedade privada.

Conforme o estudo, nestas áreas privadas voltadas à conservação pode emergir um dilema envolvendo comunidades socioeconomicamente vulneráveis. “O impasse tende a ocorrer quando a legislação é rígida. Além das áreas obrigatórias destinadas à preservação da biodiversidade, as araucárias ainda pequenas podem ser cortadas em áreas cultiváveis para que depois não ‘atrapalhem’ o uso alternativo do solo, seja com cultura de alimentos, como milho e mandioca ou pecuária, já que são protegidas. Surge um impasse socioambiental e econômico porque essas pessoas têm um papel fundamental na preservação da espécie, mas ao mesmo tempo não são valorizadas pela manutenção da espécie”, explica.

Esse impasse só não seria maior devido à importância econômica do pinhão, que movimenta milhões de reais a partir do uso e manejo de mais de 8000 toneladas por ano. Na pesquisa, os autores também identificaram que o repasse proveniente da comercialização é menor na base da cadeia: ou seja, quem extrai e coleta é o grupo que menos recebe. “Curiosamente, o que as pessoas pouco sabem é que o pinhão que encontramos no mercado ou compramos na beira das estradas do RS, SC e PR é quase que inteiramente coletado via extrativismo”, comenta o doutorando. Isso significa que os pequenos agricultores ou coletores de pinhão desempenham um trabalho quase artesanal: escalam as araucárias, derrubam as pinhas – que são as estruturas que contêm os pinhões – e colhem manualmente as sementes boas para consumo.

O estudo registra que a legislação brasileira proíbe qualquer forma de extração de araucária, salvo raras exceções que permitem o manejo controlado. Além disso, as áreas estritamente protegidas podem excluir os povos locais e indígenas da participação na conservação da biodiversidade. Há, neste sentido, uma ‘barreira psicológica’ que pode motivar uma decisão com custo ambiental por parte dos proprietários de terras com araucária: ao mesmo tempo que a preservação é exigência legal, ela leva o pequeno produtor a se questionar sobre o quanto a manutenção da espécie pode inviabilizar outros usos da propriedade para sua subsistência.

Participação promove ganhos

O modelo teórico proposto pelo estudo utiliza as entrevistas que mapeiam o saber ecológico tradicional dos pequenos proprietários e um vasto repertório bibliográfico para entender qual a importância desses agentes para a manutenção das matas. “Estas estratégias, desenvolvidas em conjunto com grupos humanos locais por meio do compartilhamento de decisões entre governos, instituições e usuários de recursos, têm maior probabilidade de produzir benefícios para o sistema socioecológico como um todo”, anotam os cientistas, no texto do artigo.

No comparativo entre os dois modelos de preservação – sem e com a participação das comunidades, a análise conclui que sem a participação é possível que se crie barreiras entre grupos humanos e a prioridade de preservação, além da perda do saber local e da resiliência socioecológica. Com isso, o sistema também continua vulnerável a pressões externas, como o desmatamento, ou até mesmo ineficaz frente às mudanças climáticas.

Em contrapartida, benefícios do manejo colaborativo podem resultar no comércio de pinhão sustentável, no turismo sustentável e em modelos que utilizem Programas de Pagamento por Serviços Ambientais, nos quais grupos de pequenos agricultores possam ser compensados pela manutenção dos remanescentes da floresta. “Acredita-se que até 33% dos remanescentes de toda a Floresta de Araucárias estejam nas Reservas Legais, enquanto apenas 10% estejam inseridos em Unidades de Conservação e Reservas Particulares”, indica o pesquisador.

Há, ainda, um potencial de conservação de remanescentes de Floresta com Araucária nas propriedades rurais com a possível recuperação e expansão de Florestas de Araucárias. “Nosso modelo tenta prever como seria para a mata a possibilidade de um manejo colaborativo. Manter a floresta preservada e o conhecimento tradicional dos pequenos proprietários gera um feedback positivo, fazendo com que a floresta cresça e se expanda, como indígenas fizeram com essa floresta no passado, devido à forte relação entre os assentamentos indígenas e o consumo do pinhão”.

Para estes modelos, entretanto, é necessário que se pense em políticas ambientais que incluam os produtores e a comunidade nas áreas de ocorrência da Floresta de Araucárias. “Estratégias de conservação apenas restritivas devem ser balanceadas com o manejo colaborativo, onde as limitações de um modelo possam ser amparadas pelas qualidades de outro, pois ambos modelos não são excludentes, mas sim complementares”, conclui.

Amanda Miranda/Jornalista da Agecom/UFSC

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Propesq recebe inscrições para o Prêmio Mulheres na Ciência

10/05/2021 17:34

Estão abertas, até 8 de junho, as inscrições para o Prêmio Propesq – Mulheres na Ciência, promovido pela Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A premiação visa estimular, valorizar e dar visibilidade às mulheres que fazem pesquisas científicas, tecnológicas e inovadoras, bem como inspirar a comunidade científica interna e externa nas diferentes áreas do conhecimento e contribuir para diminuir a assimetria de gênero na ciência. 

Podem propor indicações as próprias mulheres interessadas em concorrer, departamentos ou programas de pós-graduação da UFSC e orientandos atuais ou anteriores da pesquisadora. São contempladas três categorias: Júnior, para pesquisadoras que ingressaram no quadro permanente da UFSC após 31 de dezembro de 2013; Plena, para as que ingressaram entre 31 de dezembro de 2000 e 31 de dezembro de 2013; e Sênior, para aquelas que ingressaram antes de 31 de dezembro de 2000. As vencedoras receberão um diploma e terão um vídeo realizado pela Agência de Comunicação da UFSC (Agecom) para divulgação científica. A produção também comporá a galeria de destaques na ciência da Propesq.

O regulamento e o formulário para inscrições estão disponíveis no site da premiação.

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Nota técnica reforça posição contrária à recategorização da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo

10/05/2021 12:20

O projeto Ecoando Sustentabilidade divulgou nota técnica reforçando posição contrária ao processo de recategorização da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo apresentado nos moldes atuais. “Considerando o que de melhor foi produzido pela ciência até o presente momento, conteúdos estes debatidos no canal Ecoando Sustentabilidade nos dias 23 de abril e 07 de maio do presente ano, é fundamental a observância dos princípios da precaução, prevenção e do não retrocesso, e solicitamos que seja suspensa a tramitação do presente processo até que tenhamos estudos técnicos específicos, que possam dirimir dúvidas e reduzir os riscos de eventual processo de recategorização”.

De acordo com o documento, “reduzir, comprometer ou fragilizar o atual esforço de preservação representaria perdas importantes, que podem levar espécies que já estão ameaçadas de extinção ao seu colapso, considerando que a ReBio do Arvoredo representa o seu único refúgio consagrado em toda a província temperada-quente”.

O parecer também considera “os riscos que existem diante da perda de esforço para a conservação, considerando diferentes aspectos quali e quantitativos dos usos múltiplos que podem se estabelecer em um parque. Alertamos que este processo de discussão deve ser amplo e irrestrito, envolvendo diferentes atores que, direta ou indiretamente, dependem de nossa unidade de conservação, um bem comum”.

Confira a nota técnica completa aqui.

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