Divulga UFSC – 04/03/2026 – Edição 2508
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Um conjunto ainda pequeno, mas crescente, de livros brasileiros lança uma experiência que costuma permanecer restrita ao espaço doméstico: o cuidado cotidiano de pessoas com demência. São memórias escritas por filhos, filhas, cônjuges e familiares que assumiram o papel de cuidadores e transformaram essa vivência intensa em narrativa. Um estudo recente feito pelo professor André Carvalho, desenvolvido no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Literatura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), oferece o panorama mais abrangente até o momento dessas obras no Brasil.
O artigo é resultado de uma bolsa de pesquisa pós-doutoral concedida pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), no edital 20/2024, que financiou o primeiro ano de uma investigação ainda em andamento. O objetivo central do trabalho é compreender como escritores-cuidadores brasileiros lidam com a tarefa de representar, em relatos autobiográficos, suas experiências de cuidado, especialmente no contexto da demência.
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Mesa de abertura do II EDECT teve a presença do reitor Irineu Manoel de Souza (Fotos: Gustavo Diehl)
Até a próxima sexta-feira, 6 de fevereiro, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sedia um evento internacional dedicado a debater questões relacionadas à educação em ciências. A abertura do II Encontro Internacional Decolonizando a Educação Científica e Tecnológica (EDECT) / III Simpósio Internacional: Educación en Biología y Construcción de Ciudadanías / III Descolonizando Imaginários ocorreu nesta terça-feira, 3 de fevereiro, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC.
O EDECT será realizado em formato híbrido (presencial e on-line), reunindo professores da Educação Básica, pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação, em atividades como mesas-redondas, comunicações orais, painéis e conversatórios. A programação abordará temas como questões raciais, formação de professores, desinformação e negacionismo científico, gênero, decolonialidade e cidadania.
Toda a programação do evento está disponível no site do EDECT. As transmissões podem ser acompanhadas pelo YouTube. O encontro é coordenado pela professora Suzani Cassiani, professora voluntária do Departamento de Metodologia de Ensino (MEN) da UFSC.

Pesquisadores Emanuele Bitencourt Camani, Simone Ribeiro e Alan Brito foram os primeiros palestrantes do II EDECT
A mesa de abertura do evento foi formada pelo reitor Irineu Manoel de Souza; pelo pró-reitor de Pesquisa e Inovação, Werner Krauss; pela professora Suzani Cassiani; pelo professor André Ary Leonel, coordenador do Programa de Pós-graduação em Educação Científica e Tecnológica (PPGECT) e pelo professor Alexandre Toaldo Bello, vice-diretor do Centro de Ciências da Educação.
Após a solenidade de abertura, foi realizada a primeira palestra do encontro, intitulada “Questões raciais nas escolas: racismo científico como colonialidade do ser”.
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A exposição comemorativa de 50 anos da Independência de Angola está sendo realizada pelo Instituto Kadila de Estudos Africanos e das Diásporas e a Associação dos Angolanos em Florianópolis, com apoio do Centro de Filosofia e História (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A exibição estará até dia 6 de fevereiro no Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE) da UFSC, das 7h às 13h.
A exposição apresenta aspectos da história de Angola, a guerra colonial, a guerra civil e a Independência em 1975. Traz também aspectos relevantes do país independente até a atualidade, tais como, a geografia e as riquezas naturais, aspectos da vida social e cultural, as línguas e etnias, a questão educacional, a literatura, a música, a culinária, a urbanidade, entre outros.
A curadoria é da antropóloga Ilka Boaventura Leite, coordenadora do Instituto Kadila e do Projeto Kadila Culturas e Ambientes, desenvolvido em parceria com a Universidade Agostinho Neto em Angola e financiado pela Capes/ MEC.
A mostra apresenta também as experiências de viagens realizadas pelos professores da UFSC Ilka Boaventura Leite e Nazareno José de Campos no Deserto de Namibe, no sul de Angola, durante o Projeto Kadila.
Na exposição será projetado o vídeo “Línguas de Angola” produzido pelo Projeto “Multilinguismos: diálogos com a Educação” (CNPq), coordenado pela profa. Cristine Gorski Severo e edição dos estudantes Gregório B. K Tchitutumia e Luiz Fillipe Fernandes.
A pesquisa de conteúdo foi realizada pela ASSAF, sob a coordenação da atual presidente, Elisa Dulce João Fundanga, apoio dos associados, dentre eles, Laurindo Virgílio Rafael, estudante angolano da UFSC.
A maioria dos estudantes africanos da UFSC é de Angola e a comunidade angolana em Florianópolis é a maior dentre a população local procedente do continente africano. Os organizadores destacam que há grande desconhecimento deste país, de sua história e de seu papel e importância na África atual, o que dá relevo ao objetivo educacional e didático da exposição, a primeira sobre África realizada no Museu da UFSC.
A exposição ficará aberta ao público até início de fevereiro e as visitas mediadas poderão ser agendadas com a administração do Museu.
Mais informações na página do Instituto Kadila, Instagram e no Canal do Youtube.
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) comunica, com pesar, o falecimento do servidor aposentado Murilo Gonzaga Martins da Silva, o Pirajá, aos 93 anos.
Natural de Florianópolis, Murilo era técnico em assuntos educacionais e atuou em diversos setores da UFSC. Ao aposentar-se, trabalhava na Pró-reitoria de Pós-graduação.
O velório ocorre nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, às 17 horas, com cerimônia de despedida às 20 horas, na sala Esmeralda da Capela Vaticano (Rua Pastor William Richard Schisler Filho, 489 – Bairro Itacorubi – Florianópolis).
A UFSC manifesta sua solidariedade aos familiares e amigos de Pirajá neste momento de luto.
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Um projeto nacional coordenado pelo Departamento de Ciências da Saúde da Universidade Federal de Santa Catarina (CCS/UFSC) foi tema de reportagem veiculada na RBS TV no último dia 23 de janeiro. Em convênio com o Ministério da Saúde, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu), o projeto Aprimoramento da Atenção Básica em Saúde no Brasil a partir da capacitação em práticas integrativas e complementares em saúde (Auriculoterapia e acupuntura) oferece formação em auriculoterapia para profissionais de saúde da atenção básica, com o objetivo de capacitá-los para atendimentos individuais e coletivos para diversos tipos de problemas de saúde.
O projeto já havia sido divulgado pela revista Fapeu, no Volume 13, de 2022, quando era coordenado pelo professor Lúcio José Botelho. Atualmente, o projeto é coordenado pelo professor Fabrício Augusto Menegon. Entre 2016 e 2024, aproximadamente 20 mil agentes do SUS concluíram o curso, que é dividido em duas etapas: uma fase a distância (EAD), com carga horária de 75 horas distribuídas em cinco módulos, e uma etapa presencial de cinco horas, realizada em municípios-pólo regionais.
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