Pós-Graduação em Antropologia Social lança nova edição de revista eletrônica

29/08/2019 11:39

O Volume 8 da revista eletrônica de trabalhos acadêmicos do Núcleo de Dinâmicas Urbanas e Patrimônio Cultural (NAUI), do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da UFSC, está disponível onlineA revista “Cadernos NAUI”, como é chamada, publica pesquisas e investigações dentro dos temas de dinâmica urbana e patrimônio cultural. Esta edição conta com pesquisas realizadas no primeiro semestre de 2019. Confira o texto de apresentação redigido pelos editores da revista:

Apresentação

O dossiê dos Cadernos NAUI intitulado “Ecos e reverberações patrimoniais”, como o nome sugere, e por meio das reflexões e da criatividade de seus autores, pretende trazer para leitura temas patrimoniais que são resultados de discussões, por vezes acaloradas, mantidas no primeiro semestre do ano letivo de 2018, no transcorrer da disciplina Antropologia e Patrimônio, do PPGA.
(mais…)

Tags: Centro de Filosofia e Ciências HumanasCFHDepartamento de AntropologiaNAUINúcleo de Dinâmicas Urbanas e Patrimônio CulturalPPGASPrograma de Pós-Graduação em Antropologia Social

Pós em Antropologia Social realiza seminário sobre os desafios das ações afirmativas

31/10/2018 15:39

O I Seminário de Ações Afirmativas do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGAS/UFSC) ocorre nos dias 6 e 7 de novembro. O evento ocorre nos auditórios da UFSC, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) e do Espaço Físico Integrado (EFI). A atividade nasce com o intuito de ser um espaço de diálogo, articulação e mobilização de agentes modificadores da realidade da produção científica e acadêmica, no âmbito das ações afirmativas. Também visa incentivar o pensar e repensar as políticas que estão sendo implementadas, alocadas e construídas dentro do próprio programa, da universidade e de outras instituições de ensino do Brasil.

(mais…)

Tags: Ações afirmativa na pós-graduaçãoações afirmativasI Seminário de Ações AfirmativasPrograma de Pós-Graduação em Antropologia SocialUFSC

Colóquio Etnologia Indígena no Brasil Meridional ocorre nos dias 19 e 20 de outubro

11/10/2017 16:14

O Colóquio Etnologia Indígena no Brasil Meridional, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS/UFSC) e pelo curso de Licenciatura Indígena da UFSC, será realizado nos dias 19 e 20 de outubro. As atividades ocorrerão na Sala Silvio Coelho dos Santos (110), no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC). A programação está disponível aqui. O evento é aberto a todos.
(mais…)

Tags: antropologiaCFHcolóquioEtnologia Indígena no Brasil MeridionalLicenciatura IndígenaPPGASPrograma de Pós-Graduação em Antropologia SocialUFSC

Pós em Antropologia Social da UFSC realiza palestra ‘Os indígenas e o nascimento do Brasil’

29/09/2017 11:32

O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC irá promover a palestra “Os Indígenas e o nascimento do Brasil: ‘pacificação’, regime tutelar e formação de alteridades”, com o professor João Pacheco de Oliveira (MN/UFRJ). O encontro será no dia 3 de outubro, no auditório do CFH, às 18h30. 

O evento terá a coordenação de Edviges Ioris (PPGAS/UFSC) e a participação de Ana Lúcia Vulfe Nötzold (PPGH/UFSC) e  Oscar Calávia Saez (PPGAS/UFSC), como comentaristas, e de Joziléia Kaingang (Doutorado em Memória Social e Patrimônio Cultural/UFPel), Davi Timoteo (guarani – mestrado Antropologia/UFSC) e Joseane de Lima Tschucambang (professora Laklãnõ-Xokleng – Licenciatura Indígena/UFSC) como debatedores.

Mais informações na página do programa.

Tags: antropologiaindígenasPrograma de Pós-Graduação em Antropologia SocialUFSC

Professora da UFSC homenageada pela contribuição à Antropologia brasileira

29/08/2016 11:41

A professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Carmen Rial foi homenageada na 30ª Reunião Brasileira de Antropologia com a medalha Roquette Pinto pela significativa contribuição à Antropologia brasileira.  O prêmio da Academia Brasileira de Antropologia, entidade que presidiu entre 2013 e 2015, emocionou Carmen: “Não há reconhecimento maior do que aquele que vem dos pares. Uma trajetória, a gente faz com os colegas”. A carreira dela, que atua no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social e no Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC e já orientou dois vencedores de Prêmio Capes de Tese na área Interdisciplinar, começou no radiojornalismo em Porto Alegre e hoje é desenvolvida em Florianópolis, mas com pesquisas multi-situadas, que caracterizam seus trabalhos sobre globalização, seja estudando  fast-food ou jogadores de futebol.

Atualmente, Carmen é vice-presidente do Conselho Mundial de Associações de Antropologia, que reúne mais de 50 associações de diferentes países.
(mais…)

Tags: ABAantropologiaAssociação Brasileira de AntropologiaCarmen RialPrograma de Pós-Graduação em Antropologia SocialUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Doutoranda da UFSC lança livro ‘Prazer e risco nas práticas homoeróticas entre mulheres’

27/07/2016 09:18

Prazer e risco nas práticas homoeróticas entre mulheresDurante a 30ª Reunião Brasileira de Antropologia (RBA), que ocorre de 3 a 6 de agosto na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), haverá o lançamento do livro Prazer e risco nas práticas homoeróticas entre mulheres, escrito por Jainara Oliveira, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS/UFSC). O livro é resultado de sua dissertação de mestrado, defendida em 2014 na UFPB. A Revista Brasileira de Sociologia da Emoção (RBSE) do Grupo de Pesquisa em Antropologia e Sociologia das Emoções (GREM) publicou, recentemente, uma resenha sobre a obra.

Sobre o livro

“O livro traz uma contribuição para o campo da antropologia da saúde, ao defender uma definição de risco ampliada em relação àquela da epidemiologia, que inclui, nas palavras da autora, ‘estilos de vida, visões de mundo, projetos individuais e coletivos e negociações cotidianas’. Nesse sentido, a análise de Jainara coloca-se na esteira de outros trabalhos que têm chamado a atenção para a polissemia da palavra risco e para a centralidade que essa categoria possui para compreender aspectos diversos das sociedades contemporâneas, especialmente no âmbito da saúde. Trata-se de um trabalho sobre mulheres que mantêm relações sexuais e de afeto com outras mulheres, recorte que ainda continua minoritário no crescente campo de estudos LGBT.” [Mónica Franch, no prefácio da obra]

“É um livro significativo para todos que almejam compreender a heterogeneidade do ser indivíduo na contemporaneidade. De entender os riscos, os medos e receios, e a permanente busca identitária, sempre tensa e sempre móvel, de ser pessoa, pertencente a uma sociabilidade dada, e, ao mesmo tempo, indivíduo, em uma busca individual e coletiva de viver sua diferença. O leitor vai encontrar mulheres que vivenciam uma sexualidade dissidente. Vai se deparar com o medo de se descobrirem diferentes, com o receio e a vergonha de revelarem o seu desejo, e com o embaraço de se sentirem e serem acusadas de diferentes. Mas, ao mesmo tempo, o leitor também vai encontrar a busca dessas mulheres de se situarem como pessoas e da sua construção como mulheres de e com direito de expressarem a si próprias como diferentes, e vai compreender, por fim, a luta dessas mulheres pelo reconhecimento e respeito individual e coletivo de serem diferentes, e de viverem a diferença em uma sociabilidade complexa, no agora.” [Mauro Guilherme Pinheiro Koury, na apresewntação da obra]

O livro está à venda no site da editora Appris.

Mais informações pelo e-mail

 

Tags: antropologia da saúdehomoerotismolançamento de livroPPGASPrograma de Pós-Graduação em Antropologia SocialUFSC

Seminário sobre Antropologia reafirma princípios éticos e científicos na Universidade

11/04/2016 17:12

Antropologia Poder e Direitos Tradicionais - Foto Henrique Almeida-5A abertura da segunda parte do Seminário Antropologia, Poder, e Direitos Tradicionais: A CPI que investiga a Funai e Incra começou com a leitura, pela Reitora Roselane Neckel, da nota aprovada pelo Conselho Universitário em dezembro do ano passado, em apoio ao trabalho dos profissionais da Antropologia e à atividade científica. “O elenco de impropérios e acusações infundadas no requerimento da CPI, contra o conhecimento antropológico e a atuação profissional dos antropólogos, revela não apenas total desconhecimento do corpo teórico-metodológico científico e do código de ética de uma disciplina que registra mais de dois séculos de existência. Ele revela também clara intenção de ignorar, depreciar e distorcer a verdade científica produzida de acordo com os códigos e métodos legítimos nas Ciências Sociais, para desvalidar direitos constitucionalmente constituídos”, diz o texto.

A segunda parte do Seminário, realizada na quinta e sexta-feira passadas, dias 7 e 8 de abril, abordou os argumentos presentes na justificativa para instalação da CPI, em relação aos processos de regularização fundiária que realizam para indígenas e comunidades remanescentes de quilombo. O presidente da Associação Brasileira de Antropologia, Antônio Carlos Souza Lima, contextualizou politicamente a CPI a partir do histórico brasileiro, a Assembleia Constituinte de 1987/88 e a sedimentação de poder após o regime militar.

A professora Ilka Boaventura Leite, da Pós-Graduação em Antropologia Social, alertou para a formação de estado de exceção e observou que a Antropologia não se sustenta em bloco único. Para garantir os direitos constitucionais de indígenas e quilombolas e a atividade antropológica, é preciso “descer do palco e trabalhar duro somo sempre fazemos para refinar nossas ferramentas críticas, não tomar posição heróica”, disse. E perguntou: “Quem está perdendo agora para que os relatórios antropológicos sejam alvos de ataques?”.

A professora Maria Dorothea Post Darella, do Museu de Arqueologia e Etnologia, falou sobre o histórico e os critérios de demarcação de terra Guarani em Santa Catarina e a aplicação de conceitos científicos. Oscar Calávia Saez, também da Pós-Graduação em Antropologia Social, afirmou que ese tipo de ataque com CPIs é constante. “Sempre com as mesmas preocupações, divulgam os mesmos tipos de boatos, certamente movidos pelos mesmos interesses”. Para ele, os dirigentes brasileiros “ignoram a população como premissa e só se referem a ela como problema”.

Antropologia Poder e Direitos Tradicionais - Foto Henrique Almeida-15A doutoranda Joziléia Daniza Jagso Inácio Schild e a mestranda Ana Patté, ambas da Pós em Antropologia, subiram à mesa ao final. Joziléia é kaingang e Ana é Laklãnõ/Xokleng. Joziléia lembrou a importância de conhecer os diferentes povos indígenas, suas características, hábitos e organização social. E observou ainda que todas as conquistas e melhoras passam pela terra. “Para ter saúde e educação, tem que ter território. No Rio Grande do Sul é tão grave que somos tratados como invasores em nossa própria terra. É assim que isso é mostrado”, disse.

A primeira parte da programação, realizada entre 14 e 17 de março, discutiu o conhecimento antropológico produzido na UFSC. A TV UFSC fez matéria sobre a mesa da manhã de 8 de abril. É a primeira da edição do UFSC Cidade Revista.

 

 

 

 

 

Tags: CEDCFHindígenasPrograma de Pós-Graduação em Antropologia SocialquilombolasUFSC

Indígenas Huni Kuin realizam oficina de pintura corporal nesta sexta-feira

25/09/2015 11:51

O departamento de Antropologia da UFSC promove “Experiência, Estética e Narrativa Huni Kuin – Oficina de Pintura Corporal”, nesta sexta-feira, 25 de setembro, às 14h, na sala 110 do bloco D do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

As atividades serão conduzidas por, e com, duas indígenas Huni Kuin, Timá e Maspã, filha e mãe, e que fazem e vão falar sobre pintura corporal.

Mais informações pelo e-mail

cartaz-01

 

Tags: Departamento de AntropologiaPrograma de Pós-Graduação em Antropologia SocialUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Ciclo de palestras no CFH ‘Línguas, Traduções e Narrativas Ameríndias’

29/10/2013 11:01

O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da Universidade Federal de Santa Catarina promove o Ciclo de palestras “Línguas, Traduções e Narrativas Ameríndias”, nesta quinta-feira, 31 de outubro de 2013, às 18h30min, no auditório do Museu de Arqueologia e Etnologia Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE) da UFSC.

Palestrantes:

João Rivelino Rezende Barreto (Ufam)

José Ribamar Bessa Freire (UERJ/Unirio)
(mais…)

Tags: Ciclo de palestraslínguasPrograma de Pós-Graduação em Antropologia SocialTraduções e Narrativas AmeríndiasUFSC