Divulga UFSC – 10/02/2026 – Edição 2495
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O PET Letras, do Centro de Comunicação e Expressao da UFSC, lançou o processo seletivo RedaPET, para selecionar estudantes para ingresso no curso gratuito em aulas de preparação em redação para o ENEM e vestibulares, ministradas por acadêmicas do curso de Letras Português, sob orientação de professores doutores.
A inscrição pode ser feita aqui, até 2 de março, com 30 vagas disponíveis e prioridade a pessoas pretas, pardas e de baixa renda. O resultado da seleção será divulgado no dia 26 de março, com as aulas iniciando no dia 2 de abril. Mais informações no Instagram, @redapetufsc.
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Jogo Lelê e as Ameaças no Metaverso é gratuito e conta com materiais de apoio ao corpo docente. Imagem: divulgação
Em um contexto marcado pela intensificação do uso das redes sociais por adolescentes e jovens, o Projeto Internet, vinculado ao Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), divulga o jogo educativo Lelê e as Ameaças no Metaverso como parte das ações do Dia Internacional da Internet Segura (Safer Internet Day), celebrado nesta terça-feira, 10 de fevereiro.
Desenvolvido em parceria com jovens aprendizes da ONG Prototipando a Quebrada (PAQ), o jogo apresenta uma experiência educativa em formato de aventura 2D, com narrativa inspirada em situações reais vivenciadas no ambiente digital. A história acompanha Lelê, jovem que enfrenta a exposição não consentida de imagens íntimas e os impactos emocionais da violência on-line, promovendo reflexões sobre segurança, direitos e cidadania na internet.
Apesar de tratar de temas sensíveis, como vazamento de imagens íntimas e cyberbullying, a proposta adota uma abordagem lúdica e acessível, favorecendo o uso do jogo em contextos educacionais. A iniciativa dialoga com dados do CETIC.Br, que indicam que ao menos 20% dos adolescentes e jovens conectados já receberam mensagens sexuais online, além de resultados de pesquisas do próprio Projeto Internet LEGH, realizadas com mais de 400 participantes entre 2024 e 2025 durante as Semana de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação (Sepex) da UFSC.
O jogo é gratuito, de código aberto, pode ser acessado on-line ou baixado para uso sem internet e conta com materiais de apoio ao corpo docente, disponíveis no site do projeto. O link para download e demais informações estão disponíveis na página do jogo.
Estão abertas, até 10 de março, as inscrições para o Simpósio Brasileiro do Pâncreas Endócrino, Obesidade e Diabetes (SPOD Brasil 2026), que será realizado de 28 a 30 de abril, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), no auditório do Centro de Ciências Biológicas (CCB). O evento marca a retomada de uma série de encontros científicos promovidos nos anos de 2005, 2007, 2009, 2012 e 2015.
Também segue até 10 de março o prazo para envio de resumos para apresentação de pôsteres. Os valores das inscrições variam conforme a categoria: R$ 75,00 para alunos de graduação, R$ 150,00 para alunos de pós-graduação e R$ 200,00 para pesquisadores e demais profissionais. As vagas são limitadas. Faça aqui sua inscrição.
O simpósio tem como objetivo reunir pesquisadores, estudantes e profissionais da área da saúde para fomentar discussões sobre os avanços científicos relacionados ao pâncreas endócrino e sua interação com o metabolismo. O SPOD Brasil 2026 abordará temas como genômica e metabolômica das células beta, influência de fatores ambientais nas desordens metabólicas, geração de células produtoras de insulina a partir de células-tronco pluripotentes humanas e reprogramação metabólica nas doenças não transmissíveis.
Mais informações no site do evento.

Sementes de ostras da espécie Magallana gigas são produzidas no Laboratório de Moluscos Marinhos da UFSC. Foto: Divulgação
O Laboratório de Moluscos Marinhos do Departamento de Aquicultura do Centro de Ciências Agrárias (CCA/UFSC) tem sementes de ostras-do-pacífico excedentes para comercialização. Os itens são produzidos por sua unidade de pesquisa, extensão e ensino, situada na Estação de Maricultura Prof. Elpídio Beltrame, na Barra da Lagoa.
Está disponível para venda um lote de 1,6 milhão de sementes diploides de ostras do pacífico por R$ 45 o milheiro. O valor é baseado no histórico de custos do Laboratório de Moluscos Marinhos e no preço praticado por laboratório privado em Santa Catarina. Mais informações podem ser obtidas pelo número (48) 3721-2709 ou pelo e-mail lmm.cca@contato.ufsc.br.
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De 23 a 27 de fevereiro, o Campus Blumenau da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sedia o XV Brazilian Workshop on Continuous Optimization (Workshop Brasileiro de Otimização Contínua) – BrazOpt 2026, evento que reunirá pesquisadores, profissionais e estudantes da área. O BrazOpt é um importante fórum para o intercâmbio científico, a colaboração e a divulgação de pesquisas na área.
O BrazOpt 2026 contará com a presença já confirmada de pesquisadores da Alemanha, Japão, Estados Unidos, França e Brasil, que são referências mundiais e possuem alto impacto científico. A programação do evento conta com diversas palestras (em inglês) ao longo da semana e uma mesa redonda, além de apresentação de pôsteres e uma visita de intercâmbio social e científico à cidade de Pomerode. Para conferir a programação completa, clique aqui.
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Mesa de abertura do II EDECT teve a presença do reitor Irineu Manoel de Souza (Fotos: Gustavo Diehl)
Até a próxima sexta-feira, 6 de fevereiro, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sedia um evento internacional dedicado a debater questões relacionadas à educação em ciências. A abertura do II Encontro Internacional Decolonizando a Educação Científica e Tecnológica (EDECT) / III Simpósio Internacional: Educación en Biología y Construcción de Ciudadanías / III Descolonizando Imaginários ocorreu nesta terça-feira, 3 de fevereiro, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC.
O EDECT será realizado em formato híbrido (presencial e on-line), reunindo professores da Educação Básica, pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação, em atividades como mesas-redondas, comunicações orais, painéis e conversatórios. A programação abordará temas como questões raciais, formação de professores, desinformação e negacionismo científico, gênero, decolonialidade e cidadania.
Toda a programação do evento está disponível no site do EDECT. As transmissões podem ser acompanhadas pelo YouTube. O encontro é coordenado pela professora Suzani Cassiani, professora voluntária do Departamento de Metodologia de Ensino (MEN) da UFSC.

Pesquisadores Emanuele Bitencourt Camani, Simone Ribeiro e Alan Brito foram os primeiros palestrantes do II EDECT
A mesa de abertura do evento foi formada pelo reitor Irineu Manoel de Souza; pelo pró-reitor de Pesquisa e Inovação, Werner Krauss; pela professora Suzani Cassiani; pelo professor André Ary Leonel, coordenador do Programa de Pós-graduação em Educação Científica e Tecnológica (PPGECT) e pelo professor Alexandre Toaldo Bello, vice-diretor do Centro de Ciências da Educação.
Após a solenidade de abertura, foi realizada a primeira palestra do encontro, intitulada “Questões raciais nas escolas: racismo científico como colonialidade do ser”.
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A exposição comemorativa de 50 anos da Independência de Angola está sendo realizada pelo Instituto Kadila de Estudos Africanos e das Diásporas e a Associação dos Angolanos em Florianópolis, com apoio do Centro de Filosofia e História (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A exibição estará até dia 6 de fevereiro no Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE) da UFSC, das 7h às 13h.
A exposição apresenta aspectos da história de Angola, a guerra colonial, a guerra civil e a Independência em 1975. Traz também aspectos relevantes do país independente até a atualidade, tais como, a geografia e as riquezas naturais, aspectos da vida social e cultural, as línguas e etnias, a questão educacional, a literatura, a música, a culinária, a urbanidade, entre outros.
A curadoria é da antropóloga Ilka Boaventura Leite, coordenadora do Instituto Kadila e do Projeto Kadila Culturas e Ambientes, desenvolvido em parceria com a Universidade Agostinho Neto em Angola e financiado pela Capes/ MEC.
A mostra apresenta também as experiências de viagens realizadas pelos professores da UFSC Ilka Boaventura Leite e Nazareno José de Campos no Deserto de Namibe, no sul de Angola, durante o Projeto Kadila.
Na exposição será projetado o vídeo “Línguas de Angola” produzido pelo Projeto “Multilinguismos: diálogos com a Educação” (CNPq), coordenado pela profa. Cristine Gorski Severo e edição dos estudantes Gregório B. K Tchitutumia e Luiz Fillipe Fernandes.
A pesquisa de conteúdo foi realizada pela ASSAF, sob a coordenação da atual presidente, Elisa Dulce João Fundanga, apoio dos associados, dentre eles, Laurindo Virgílio Rafael, estudante angolano da UFSC.
A maioria dos estudantes africanos da UFSC é de Angola e a comunidade angolana em Florianópolis é a maior dentre a população local procedente do continente africano. Os organizadores destacam que há grande desconhecimento deste país, de sua história e de seu papel e importância na África atual, o que dá relevo ao objetivo educacional e didático da exposição, a primeira sobre África realizada no Museu da UFSC.
A exposição ficará aberta ao público até início de fevereiro e as visitas mediadas poderão ser agendadas com a administração do Museu.
Mais informações na página do Instituto Kadila, Instagram e no Canal do Youtube.
O Laboratório da Multifuncionalidade Agrícola e do Território da Universidade Federal de Santa Catarina (Lemate/UFSC) promove, entre os dias 9 de abril e 7 de maio, a 5ª Escola de Verão e das Águas (EVA5), curso de extensão universitária realizado em formato on-line, com transmissão ao vivo pelo canal do YouTube do LEMATE/UFSC. A iniciativa integra as ações da UFSC voltadas à popularização da ciência e ao fortalecimento do debate sobre os territórios e o meio rural.
Nesta edição, a EVA5 terá como tema Cooperativismo e ação coletiva nos processos de Desenvolvimento Territorial Sustentável, propondo reflexões críticas sobre qualidade de vida, planejamento territorial e estratégias coletivas de desenvolvimento. O curso será estruturado em conferências on-line, reunindo pesquisadores, professores e especialistas da área.
As inscrições estarão abertas de 2 de fevereiro a 16 de março, por meio de formulário eletrônico. A atividade é destinada a estudantes de graduação e pós-graduação, docentes, pesquisadores e ao público em geral interessado e atuante no campo do desenvolvimento territorial sustentável.
A Escola de Verão e das Águas é um espaço de diálogo interdisciplinar e troca de experiências, contribuindo para a formação crítica e para a construção de alternativas coletivas voltadas ao desenvolvimento sustentável dos territórios. Mais informações sobre a programação e os palestrantes serão divulgadas nos canais institucionais da UFSC e do Lemate.
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A Universidade Aberta para as Pessoas Idosas (NETI-UNAPI) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) atualizou seu edital de atividades de extensão oferecidas para o semestre 2026.1. O número de vagas foi ampliado para 739, com a inclusão de 20 vagas para a oficina de radioteatro. Também houve ajuste nos prazos de inscrição.
As vagas são para diferentes áreas, divididas em Práticas Corporais e Artísticas, Saúde, Atividades Cognitivas e Pedagógicas e Línguas.
Para se inscrever, é necessário ter 50 anos ou mais. Aqueles que queiram se inscrever em atividades corporais também precisam ter aptidão física comprovada por meio do preenchimento do questionário no momento da inscrição. O edital conta com ações afirmativas de 20% das vagas em cada atividade destinadas a pessoas pretas, pardas, indígenas e quilombolas e 2% das vagas para pessoas trans.
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Um projeto nacional coordenado pelo Departamento de Ciências da Saúde da Universidade Federal de Santa Catarina (CCS/UFSC) foi tema de reportagem veiculada na RBS TV no último dia 23 de janeiro. Em convênio com o Ministério da Saúde, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu), o projeto Aprimoramento da Atenção Básica em Saúde no Brasil a partir da capacitação em práticas integrativas e complementares em saúde (Auriculoterapia e acupuntura) oferece formação em auriculoterapia para profissionais de saúde da atenção básica, com o objetivo de capacitá-los para atendimentos individuais e coletivos para diversos tipos de problemas de saúde.
O projeto já havia sido divulgado pela revista Fapeu, no Volume 13, de 2022, quando era coordenado pelo professor Lúcio José Botelho. Atualmente, o projeto é coordenado pelo professor Fabrício Augusto Menegon. Entre 2016 e 2024, aproximadamente 20 mil agentes do SUS concluíram o curso, que é dividido em duas etapas: uma fase a distância (EAD), com carga horária de 75 horas distribuídas em cinco módulos, e uma etapa presencial de cinco horas, realizada em municípios-pólo regionais.
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A Rede Catarinense de Pesquisa em Ciências Forenses promove o 1º Congresso Catarinense de Ciências Forenses de 24 a 26 junho, no Centro de cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). As inscrições custam de R$60 a R$110 e devem ser feitas pelo formulário. O evento reunirá pesquisadores e profissionais para apresentar e discutir inovações na área forense, com espaços para troca de experiências e debates que fortalecem as ciências forenses em Santa Catarina e no Brasil.
Mais informações na página do Congresso e no Instagram.
A Prefeitura de Florianópolis e a Universidade Federal de Santa Catarina assinaram um acordo de cooperação técnica que vai possibilitar a ampliação dos estudos sobre as características ósseas da população, além da construção do acervo da Coleção Osteológica do Centro de Ciências Biológicas vinculada ao Departamento de Ciências Morfológicas da UFSC. A iniciativa prevê a criação de uma coleção osteológica humana de referência a partir de doações do cemitério municipal.
“No Brasil ainda existem poucos estudos acerca das características ósseas da nossa população relacionadas à estimativa de idade, sexo, ancestralidade e estatura de um indivíduo. Conhecer essas características ósseas específicas de quem mora na região de Florianópolis é essencial em casos de identificação humana”, explica a professora Elisa Winkelmann Duarte, responsável pelo projeto na UFSC.
De acordo com ela, as ossadas humanas doadas serão encaminhadas para o Laboratório de Antropologia Forense, limpas e registradas por códigos. Na UFSC também será feita a seleção de ossos que devem ser utilizados para atividades de ensino e extensão. “Ossadas que estiverem íntegras farão parte da Coleção Osteológica do Centro de Ciências Biológicas vinculadas ao Departamento de Ciências Morfológicas da UFSC. Estas ossadas da Coleção serão específicas para atividades de pesquisa”, complementa.
A professora comenta que este acordo vem sendo construído desde 2020. Segundo ela, o Brasil tem poucos estudos sobre as características ósseas da população relacionadas à estimativa de idade, sexo, ancestralidade e estatura de um indivíduo.
Um decreto municipal de 2022 estabelece outros termos da cooperação, tornando legal a doação de ossos de cemitérios após três anos de falecimento em caso de indivíduos não reclamados. Antes, estes ossos eram incinerados, mas agora podem ser doados a partir do convênio. Familiares que quiserem fazer a doação também podem procurar a administração do cemitério.
Após chegarem a UFSC, os ossos podem ser utilizados em diferentes frentes de trabalho. No ensino, serão utilizados por professores e alunos de graduação e pós-graduação em aulas de anatomia humana. Para a extensão serão usados em cursos, workshops, exposições, dentre outras. Na pesquisa serão validadas metodologias que estimam as características do perfil biológico de um indivíduo principalmente relacionadas à biogeografia (ancestralidade), além de fatores individualizantes como variações anatômicas, patologias, traumas, marcas ocupacionais.
O projeto RA nas Escolas, desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), é destaque nas redes sociais do MCTI por levar Realidade Aumentada para as salas de aula da rede pública. Por meio de uma plataforma gratuita e um curso de capacitação, professores de todo o Brasil podem baixar e utilizar conteúdos inovadores, fazendo com que a tecnologia incentive a curiosidade e o conhecimento.
A RA é uma tecnologia que combina o mundo real com o digital — permitindo visualizar imagens, animações e informações virtuais sobrepostas ao ambiente físico, por meio de celulares, tablets ou óculos especiais. É como enxergar o mundo com uma camada extra de conteúdo interativo. Utilizando o aplicativo gratuito Zappar, que está disponível em Android ou IOS, os pesquisadores desenvolvem modelos 3D, animações e experiências imersivas em RA, que podem ser aplicadas em diversas disciplinas, como biologia, física, química e matemática, tornando o aprendizado mais envolvente e dinâmico.
Criado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em 2018, o projeto conta com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI) desde 2023, quando foi expandido e lançado como programa. Agora, com dois anos de impulsionamento, a iniciativa avança no objetivo de provar que o ensino em sala de aula pode ser interativo, tecnológico e, principalmente, acessível.
A coordenadora do projeto e professora do departamento de computação da UFSC, Eliane Pozzebon, do campus UFSC Araranguá, afirma que o objetivo é expandir cada vez mais o alcance nacional da realidade aumentada nas escolas públicas. “Queremos que qualquer professor, em qualquer região do País, possa usar essa tecnologia para tornar o aprendizado mais envolvente e despertar a curiosidade dos alunos”.
Um dos frutos do trabalho são artefatos 3D: cartas, que lembram um baralho, com imagens de diferentes áreas de estudo como órgãos do corpo humano, tipos diferentes de vírus, células, planetas, entre outros. Na carta, um QR Code fica disponível para leitura direta no aplicativo matriz.
Ao escanear, a imagem da carta vai parar no celular do usuário. Dessa forma, o aluno pode interagir com um órgão humano, girar, aumentar e clicar em partes específicas para obter informações e curiosidades. O professor do departamento de ciência da administração da UFSC e idealizador da iniciativa, Alexandre Marino, conta que tudo surgiu durante um pós-doutorado na Universidade Aberta do Reino Unido. “Eu realizei meu pós-doutorado na Inglaterra entre 2013 e 2016 e trouxe essa ideia para o Brasil. A partir daí, nós desenvolvemos, no Laboratório de Tecnologias Computacionais da UFSC (LabTeC-UFSC), esses artefatos baseados em diferentes temas”, explica.
Com informações do MCTI