Divulga UFSC – 13/03/2026 – Edição 2515
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O Núcleo de Humanização, Arte e Saúde (NUHAS) e o Projeto Terapeutas da Alegria da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) estão com inscrições abertas e oferecem 40 vagas para oficinas semanais, nas quais voluntários são treinados para desenvolver seus personagens (Dr. Palhaço) a fim de proceder com visitas hospitalares sob a supervisão de coordenadores. As inscrições serão efetivadas por ordem, até o preenchimento das vagas. Haverá formação de fila de espera.
O primeiro encontro será dia 16 de março, às 12h15, na Sala de Práticas Alternativas do Centro de Ciências da Saúde (CCS).
O NUHAS utiliza arte como elemento social e cultural de transformação e para promoção de saúde, bem estar e qualidade de vida. Os participantes desenvolvem personagens e visitam pessoas internadas em hospitais e outras instituições.
O treinamento ocorre no período de dois semestres, por meio de reuniões semanais. Após este período o participante ganha seu nariz de palhaço e começa a participar de visitas em um grupo de veteranos, aqueles que já estão praticando as visitas, com a liderança de um Coordenador de Visita, que é um membro mais experiente, responsável pelos procedimentos de visita, que atua como mediador das interações.
Não é necessário que os voluntários sejam artistas ou palhaços profissionais. O objetivo não é uma performance de circo ou de teatro, mas uma visita onde a personagem busca oportunidades para trazer à pessoa internada momentos de alegria e conforto, às vezes apenas o benefício da presença, quebrando a solidão e a sensação de invalidez, tão comuns nas situações de internação hospitalar.
Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail nuhassc@gmail.com . As inscrições devem ser feitas pelo formulário.
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O Cine Paredão, realizado no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), inicia o semestre com uma programação especial de filmes, entre os dias 9 a 13 de março. As sessões iniciam às 19h, exceto na sexta-feira, às 18h30.
Os recortes de filmes transitam entre memória, afeto e história. Uma pequena amostra do que o cinema contemporâneo tem produzido de mais sensível e autoral, entre grandes festivais e novos olhares.
O evento é gratuito e aberto para toda a comunidade acadêmica. Para mais informações acesse o Instagram do Projeto.
Confira a programação:
Quinta-feira – 12/03/2026
19h | Bosque ou Vão do CED – Bloco B
Hamnet (2025), de Chloé Zhao
Sexta-feira – 13/03/2025
18h30 | Bosque ou Auditório do CFH – Bloco A
O Agente Secreto (2025), de Kleber Mendonça Filho
O projeto de extensão Obesidade com ciência: divulgação científica da obesidade como doença crônica para profissionais de saúde e comunidade está com agenda aberta para novas atividades presenciais e online. Instituições e grupos interessados em receber o projeto podem entrar em contato para verificar disponibilidade e formatos de participação pelos seguintes canais: e-mail ana.paula.geraldo@ufsc.br, telefone (48) 98835-0535 e Instagram @obesidadecomcienciaufsc.
A iniciativa realiza aulas, palestras, encontros educativos e participação em eventos acadêmicos e institucionais, abordando temas relacionados à alimentação e nutrição no tratamento da obesidade, comportamento alimentar, qualidade da dieta, papel dos alimentos ultraprocessados, estratégias nutricionais baseadas em evidências, além de aspectos como farmacoterapia, cuidado multiprofissional e estigma no cuidado em saúde.
As atividades podem ser realizadas em universidades, serviços de saúde, eventos científicos ou para o público em geral, empresas e outras instituições. São direcionadas a profissionais de saúde, estudantes e pessoas que vivem com obesidade, com o objetivo de ampliar o acesso a informações científicas atualizadas sobre cuidado e tratamento.
A obesidade é reconhecida atualmente como uma doença crônica, multifatorial e recidivante, associada a importantes impactos na saúde da população. Apesar dos avanços científicos nas últimas décadas, ainda circula muita desinformação sobre suas causas, formas de prevenção e tratamento, o que dificulta o acesso a informações confiáveis para profissionais de saúde e a população.
Mais informações: https://obesidadecomciencia.paginas.ufsc.br

Comunidade do Bairro Frei Damião
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é uma das cinco instituições públicas de ensino superior do país convidadas pelo Ministério das Cidades, por meio da Secretaria Nacional de Periferias, a participar de um projeto para atendimento de demandas sociais e melhoria da qualidade de vida em áreas periféricas. Em Santa Catarina, a iniciativa é desenvolvida na comunidade Frei Damião, em Palhoça, na Grande Florianópolis.
Com 12 mil habitantes em situação de vulnerabilidade econômica, a Frei Damião é a maior favela de Santa Catarina, segundo dados de 2024 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O trabalho na comunidade conta com a participação da Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu). A professora Soraya Nór é uma das coordenadoras da iniciativa.
Além da UFSC, também as universidades federais da Bahia (UFBA), da Paraíba (UFPB), de Sergipe (UFSE) e de Brasília (UnB) foram selecionadas pelo Ministério das Cidades a realizarem trabalhos sociais semelhantes.
Desenvolvido pelas turmas de residência em Assessoria Técnica em Habitação de Interesse Social (Athis) do Departamento de Arquitetura e Urbanismo (ARQ) da UFSC, o projeto Periferia Viva Frei Damião começou em fevereiro de 2024. “O objetivo é desenvolver melhorias habitacionais e urbanísticas no território da comunidade Frei Damião”, explica a professora Soraya.
Segundo dados de 2022 do Instituto Comunitário (Icom), 42% da população da Frei Damião está na faixa de extrema pobreza e 90% têm renda familiar de até dois salários mínimos. A reciclagem de resíduos sólidos é o trabalho de cerca de 80% das famílias, muitas migrantes de outras regiões do país.
“A Frei Damião foi escolhida porque é uma das áreas de maior vulnerabilidade socioambiental de Santa Catarina, com problemas de acesso à renda, à segurança alimentar, à educação formal, entre outros”, explica o professor Ricardo Socas Wiese, outro coordenador do projeto.
Vulnerabilidade
No total, cerca de 4 mil famílias vivem no local, que ocupa uma área de aproximadamente de 30 mil metros quadrados no Bairro Brejaru, vizinho à Pedra Branca. As atividades são articuladas em torno dos eixos Melhorias Habitacionais, Infraestrutura Urbana, Equipamentos Sociais e Fortalecimento Social e Comunitário.
“Por ser uma comunidade sócio e ambientalmente vulnerável, acreditamos que as atividades desenvolvidas pela equipe podem contribuir para a melhoria das condições de vida da população, minimizando os efeitos das desigualdades socioeconômicas, ampliando o acesso da comunidade aos serviços essenciais, à dinâmica urbana e às políticas públicas, resultando no fortalecimento da cidadania e do sentimento de pertencimento ao território”, observa o professor Samuel Steiner dos Santos, também coordenador da atividade.
Até a metade de 2025, o projeto havia construído o Galpão Semente da ONG Mulheres em Ação, espaço multifuncional planejado para ser um ponto de encontro e articulação comunitária, promovendo atividades culturais, oficinas e outras iniciativas sociais. Também mapeou vias de endereço a moradias e está realizando um censo comunitário, além de ter desenvolvido o projeto de ampliação da Escola Básica Frei Damião, da nova Unidade Básica de Saúde (UBS), do galpão de reciclagem de resíduos e dos módulos individuais e coletivos de banheiros.
“Todos as ações foram originárias de processo participativo e de articulação com a Associação de Moradores e com a prefeitura de Palhoça, além de também serem alinhadas com as diretrizes do Plano de Ação do Ministério das Cidades”, detalha a professora Soraya, do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFSC.
Mais alunos
A inauguração da ampliação da Escola Básica Frei Damião ocorreu no dia 3 de julho. Com as duas novas salas de aula projetadas pela turma do projeto, a escola abre espaço para 120 novos alunos do Ensino Fundamental.
Na comunidade também foi instalado um Posto Territorial do projeto para atendimento da população local e apoio à equipe de trabalho. Também são desenvolvidas oficinas e reuniões voltadas aos adultos e ações específicas com as crianças. “O projeto visa desencadear um efeito sistêmico sobre o território de atuação, promovendo a valorização dos moradores, contribuindo para sua autoestima e protagonismo social, possibilitando assim a criação de espaços catalisadores de oportunidades de emancipação comunitária”, observa a professora Soraya. “A participação e a receptividade da comunidade têm sido bastante positivas”, destaca a coordenadora do trabalho que envolve, entre professores, residentes, técnicos, estudantes da graduação e pós-graduação, cerca de 50 participantes.
Conteúdo adaptado da Revista Fapeu
A Revista da Fapeu 16 está disponível em https://fapeu.com.br/revistafapeu
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LabSim oferece cursos de dissecação. Na imagem, em corpos conservados com técnicas tradicionais (Fotos: Gustavo Diehl)
Uma forma inovadora e praticamente inédita entre universidades do Brasil para conservar o corpo humano após a morte vai dar mais realismo e precisão a profissionais da saúde em treinamento na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Chamada de Fresh Frozen Cadaver, a técnica é o foco de atuação do novo Laboratório de Práticas Simuladas em Fresh Frozen Cadaver (LabSim) do Centro de Ciências Biológicas (CCB).
A técnica foi trazida a UFSC pelo técnico em anatomia Thiago Medeiros Rocha. Em 2005, quando atuava em outra instituição, ele teve contato com um médico que utilizava a simulação de cirurgias como prática. À época ele precisava fazer um procedimento complexo e solicitou que fosse simulado em um corpo. “Foi aí que vi a possibilidade de utilizar corpos não só para o estudo de anatomia, mas também para práticas simuladas cirúrgicas”, conta.
Thiago é técnico em anatomia há 23 anos, o que lhe conferiu o conhecimento necessário sobre técnicas de conservação e montagem para viabilizar um projeto adequado à UFSC e pioneiro no Estado e no Brasil. Em nível nacional, encontrou na Universidade Federal de Minas Gerais um modelo semelhante ao que pretendia implantar. Já em Santa Catarina, um instituto privado era o único a possibilitar o treinamento em cadáveres.
O técnico explica que logo após a pandemia decidiu buscar recursos para montar o laboratório de práticas simuladas. Movido pelo conhecimento e pela cooperação com a UFMG, por meio dos professores Kennedy Martinez de Oliveira e Rafael Leite Alvez, e com o apoio de professores e da direção do centro, o LabSim “foi concebido com o propósito de fortalecer o ensino, o treinamento técnico e o aperfeiçoamento profissional na área da saúde”.
A técnica de conservação dos cadáveres utilizada pela UFSC faz com que o corpo permaneça praticamente idêntico a um organismo com vida, faltando apenas a pulsação cardíaca, que pode ser simulada com ventilação mecânica. Até mesmo o sangue humano pode ser simulado no laboratório, favorecendo uma prática realista.
Segundo Thiago, como a pele e as articulações ficam mantidas tal qual a de um corpo vivo, cirurgias ortopédicas e também procedimentos estéticos podem ser alvo de práticas simuladas. Cirurgias complexas, como transplante de pulmão, também já foram alvo dessa técnica. A UFMG, por exemplo, treinou uma equipe do Hospital das Clínicas de Belo Horizonte, permitindo que a instituição retomasse a realização de transplantes de pulmão.
Nas técnicas tradicionais dos laboratórios de anatomia, formol e glicerina são os compostos utilizados na conservação. Já no Fresh Frozen Cadaver, compostos químicos são diferentes, assim como o tipo de conservação, em ambiente de temperaturas baixas, com câmaras frias a -20 °C.
Nas simulações, também abre-se a possibilidade de parcerias com a indústria médica no fornecimento de equipamentos e de tecnologia de ponta. Empresas representantes de equipamentos cirúrgicos (como artroscópios e microscópios) podem levar seus aparelhos para o laboratório durante os cursos, o que reduz o investimento necessário da universidade.
Procedimentos bastante complexos, como o rastreio de Flutter Atrial, cirurgia cardíaca para tratar arritmias congênitas, podem ser simuladas de forma realista. Hoje, médicos brasileiros precisam ir para os EUA para treinar em corpos sob esta técnica. O fresh frozen cadaver também pode ser usado em treinamento de cirurgia de redução de estômago por videolaparoscopia.
Doações e aproveitamento
Os corpos que fazem parte do LabSim são fruto de doações voluntárias. Isso pode ocorrer tanto em vida, quando a própria pessoa manifesta a intenção de doação após o óbito, quanto por parte de um familiar. Mesmo no caso das doações em vida, um parente deve ser notificado para iniciar o processo. O site https://doacaodecorpos.ufsc.br/como-doar/ traz mais informações a respeito.
Nesse processo, é a universidade quem assume os custos de manejo pós-morte e transporte, desonerando os familiares de gastos com enterro ou cremação. Thiago explica que o cadáver fresh frozen pode servir à ciência por muito tempo, e depois também pode resultar em ossos preparados para o ensino do sistema esquelético.
Na preparação dos corpos para a técnica é aplicada uma substância que permite que o cadáver mantenha a mobilidade articular mesmo em temperaturas baixíssimas. Já para preservar o corpo durante um curso, a técnica consiste em enrolar as partes que não estão sendo operadas em mantas frias, expondo apenas a área de interesse cirúrgico.
Público-alvo
O LabSim tem a capacidade de atender a um público vasto, tanto da área das ciências biológicas, como da saúde. Além de servir às atividades de ensino e pesquisa, seu foco estará na formação de profissionais da área. “Também há uma procura crescente de profissionais da odontologia, biomedicina e estética, que buscam segurança para evitar deformações faciais em procedimentos como aplicação de ácido hialurônico que podem ser simuladas”, explica Thiago.
Segundo o diretor do CCB, professor Rui Prediger, o LabSim é o primeiro laboratório que vai permitir essa comunicação com profissionais de diferentes áreas. “Será um laboratório de referência para oferta desses cursos e também é uma importante forma de aumentar a captação de recursos”, comenta.
Um dos primeiros cursos do novo espaço foi realizado já no início de março, com o tema Técnicas Anatômicas Avançadas: Abdome. A estudante da terceira fase de Medicina, Ana Luíza Verkamper Volpato Alano, aproveitou para aprimorar os aprendizados da faculdade.
“Estudando a gente precisa ter uma ideia de como é o corpo inteiro e agora no início do curso a gente vê mais a parte sistêmica, tudo separadinho. E eu imaginei que se eu fizesse eu mesma, além de ser diferente de só ver e encostar, talvez fosse uma didática mais aprofundada e interessante”, disse.
Já a pesquisadora Beatriz Correia Rodrigues, enfermeira e professora de curso técnico, veio do Rio de Janeiro especialmente para participar da atividade do LabSim.
“Eu vi, pela organização do curso, que tinha bastante proposta de prática. Dissecação é algo que a gente não tem muito acesso nas universidades em geral do Brasil. Aqui tem um conteúdo forte acompanhado de prática, por isso vim com essa ideia de conseguir aprofundar mais e ver estruturas que a gente não consegue ver em peças que já foram dissecadas”.
O professor Diego Martins, do departamento de Ciências Morfológicas e professor de Anatomia, ressalta a importância do espaço, que conta com um corpo docente e de técnicos muito qualificados para poder oferecer esses cursos, além de estrutura para alavancar ainda mais a formação dos profissionais. “Isso tudo é muito importante para poder abarcar essa lacuna de conhecimento na formação de profissionais”.
Amanda Miranda | jornalista da Agecom
amanda.souza.miranda@ufsc.br
O Laboratório de Moluscos Marinhos, do Departamento de Aquicultura do Centro de Ciências Agrárias, tem sementes de ostras do pacífico excedentes para a comercialização. As sementes são produzidas pela unidade de pesquisa, extensão e ensino da Estação de Maricultura Professor Elpídio Beltrame, na Servidão dos Coroas, Barra da Lagoa, em Florianópolis.
Está disponível para venda um lote de 1,8 milhão de sementes diplóides de ostras do pacífico, ao valor de R$ 45 o milheiro. O valor do milheiro é baseado no histórico de custos do Laboratório de Moluscos Marinhos e no preço praticado por laboratório privado em Santa Catarina. Mais informações podem ser obtidas pelo número (48) 3721-2709 ou pelo e-mail lmm.cca@contato.ufsc.br.
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por meio da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) e da Coordenadoria do Departamento Artístico Cultural (CDAC), publicou o Edital nº 006/SeCArtE/UFSC, que estabelece normas e informações para participação nos cursos, oficinas livres e workshops do Programa de Extensão Cursos e Oficinas Livres de Artes do DAC. As atividades ocorrerão de 6 de abril a 13 de julho de 2026 e têm como objetivo oferecer formação inicial e continuada em diferentes linguagens artísticas, estimulando a capacitação de estudantes, docentes e servidores técnico-administrativos da universidade, além de integrantes da comunidade externa sem vínculo com a instituição.
As inscrições foram abertas às 13h do dia 9 de março e seguem até as 18h do dia 3 de abril, devendo ser realizadas exclusivamente por meio de Formulário de Inscrição Eletrônica disponível na página do Departamento Artístico Cultural (DAC). As vagas são limitadas e serão preenchidas por ordem de inscrição. Podem participar servidores técnico-administrativos, professores, estudantes da UFSC e membros da comunidade externa interessados em desenvolver habilidades artísticas ou ampliar conhecimentos na área cultural.
Cursos, oficinas livres e workshops oferecidos:
Artes Visuais
Cerâmica e processos de criação
Na pesquisa da Imagem
Na pesquisa da Imagem – Nível Intermediário
Artes Cênicas
Corpo, Jogo e Presença: Iniciação ao Teatro
OPT: Oficina Permanente de Teatro
Oficina de teatro playback: contar, escutar, encenar!
Voz, Corpo e Palavras: Da Criatura ao Corpo Poético
Audiovisual
Fotografia Digital e Cores
Literatura
Ecos da Ancestralidade: contos tradicionais para alimentar a alma e acordar sentidos
Solte sua escrita: oficina livre de escrita criativa e expressão pessoal
Música
Iniciação ao Violão
Oficina de Violão: Ritmos Afro-Brasileiros da MPB
Corpo Sonoro
Cronograma:
Período de Inscrições: 9 de março a 3 de abril de 2026
Período de ajustes de matrícula: 6 a 10 de abril
Início das oficinas: A partir de 6 de abril
Informações: Oficinas.dac@contato.ufsc.br| 48 3721-2498
O grupo de apoio psicológico para estudantes da pós-graduação está com inscrições abertas até 19 de março. As inscrições são gratuitas e destinadas a estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que estejam matriculados em residência, especialização, mestrado, doutorado ou pós-doutorado.
Estão previstos dois grupos presenciais, com 12 encontros semanais de 2 horas cada. Os encontros serão realizados na sala do Serviço de Atenção Psicológica (SAPSI), localizada no Departamento de Psicologia da UFSC, que fica no 2º andar do bloco D do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC). As inscrições devem ser feitas pelo formulário on-line.
Após a inscrição, será realizado o agendamento de uma entrevista de triagem, uma breve conversa inicial para apresentação do funcionamento do grupo e compreender melhor as necessidades de cada participante.
Os encontros ocorrerão nos seguintes horários:
Grupo 1 (segunda-feira)
10h às 12h — de 23/03 a 15/06
Grupo 2 (quarta-feira)
10h às 12h — de 25/03 a 17/06
Para se inscrever, acesse aqui.
Mais informações pelo e-mail grupo.apoiopsicologico@gmail.com
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A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) assumiu papel central na elaboração do Relatório do Mapeamento Estadual 2025 sobre os Grupos Reflexivos e Responsabilizantes para Homens Autores de Violência contra as Mulheres. O estudo foi desenvolvido em parceria com o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) e apresenta, pela primeira vez de forma abrangente, o panorama dessas iniciativas no Estado.
Esses grupos são destinados a homens encaminhados pela Justiça em casos de violência doméstica. Diferentemente de uma punição tradicional, as atividades funcionam como uma intervenção preventiva e educativa, baseada em encontros estruturados que discutem masculinidades, relações de gênero, machismo e responsabilização pelas agressões.
Coordenado pelo professor Adriano Beiras, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia e do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC, o levantamento identificou 51 grupos em funcionamento em 41 comarcas, com atuação em 65 municípios catarinenses. Somente em 2025, ao menos 1.391 homens participaram das atividades. Desde 2020, início da série histórica analisada, já foram 6.797 atendimentos.
O crescimento de 8,7% no número de grupos, passando de 46 para 51 em relação ao último ciclo, indica a consolidação da política pública voltada à responsabilização e prevenção da violência doméstica. O relatório também aponta novas iniciativas em fase de implantação, inclusive com articulação entre municípios, o que sinaliza tendência de expansão no Estado. Segundo Adriano Beiras, o mapeamento estadual faz parte de um processo contínuo de acompanhamento das políticas voltadas aos grupos reflexivos. A iniciativa é resultado da parceria entre o grupo de pesquisa Margens, do Departamento de Psicologia da UFSC, e a Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (CEVID) do TJSC.
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A Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) lança, no dia 13 de março de 2026, o livro Capitalismo e colonização: extratos e notas: Londres 1851, de Karl Marx. O lançamento ocorre durante o evento Livro na Praça, a partir das 19h, na Igrejinha da UFSC, em Florianópolis.
A sessão contará com as participações dos professores Nildo Ouriques e Sílvio Marcus de Souza. A programação inclui ainda intervenções musicais de Julia Ouriques (violino), Vitor Vieira (rabeca) e Ana Gabriela Cordeiro (percussão).
Capitalismo e colonização: Extratos e notas – Londres, 1851, é a primeira obra de Karl Marx publicada pela EdUFSC, marcando o início de uma linha editorial voltada ao pensamento crítico latino-americano e à teoria social.
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A desigualdade no mercado de trabalho é uma das questões-chave para a equidade de gênero em todo mundo e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) tem uma iniciativa para apoiar o desenvolvimento na carreira de meninas e mulheres.
Atualmente (dados de 2022) o rendimento médio das mulheres no Brasil é cerca de 37% menor que o dos homens, considerando trabalhadores com ensino superior completo. Em posições de liderança nas organizações, apenas 17,4% dos cargos de presidente são ocupados por mulheres. As mulheres também têm quase o dobro da jornada doméstica de trabalho em relação aos homens. No cenário mundial isso não é diferente, com a estimativa do Fórum Econômico Mundial de que, no ritmo atual, a paridade de gênero na participação econômica só será alcançada daqui a 123 anos.
Esses números impactantes foram apresentados pela professora Rebeca Barcellos, do Departamento de Ciências da Administração da UFSC, durante a solenidade de entrega dos prêmios “Empreendedor DNA UFSC” e “Prêmio Inova UFSC”, realizada no dia 26 de fevereiro.
Para fortalecer as mulheres no enfrentamento desta situação, a UFSC desenvolve – por meio do programa de extensão Laboratório de Inovação e Cocriação Social (Linc Social) -, o Projeto Connecta – Fortalecendo Trajetórias, conectando Futuros, uma iniciativa que visa apoiar mulheres no desenvolvimento da carreira.
O primeiro ciclo do programa Connecta iniciou na última sexta-feira, 6 de março. O projeto foi lançado em outubro do ano passado, com a publicação de um edital para selecionar candidatas à mentoria. As 50 vagas oferecidas foram preenchidas em menos de um mês. O programa é desenvolvido em ciclos semestrais, e a cada semestre serão divulgados editais para seleção de mentoradas. Já a seleção de mentoras é feita em fluxo contínuo. Atualmente o Connecta já conta com 30 mentoras, tanto de pessoas da UFSC como da comunidade externa.
De acordo com a professora Rebeca Barcellos, o programa Connecta foi desenvolvido com base em evidências sobre o que realmente funciona no apoio das universidades ao desenvolvimento das carreiras das mulheres. Essas evidências foram trazidas por uma pesquisa realizada em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em que foram analisadas publicações relacionadas às ações promovidas por universidades do mundo todo para apoiar o desenvolvimento de meninas e mulheres no ambiente universitário.
“O Connecta é um programa de mentorias para mulheres mediado pela UFSC que utiliza a rede de contatos, o ecossistema de inovação, o conhecimento, a legitimidade e as parcerias da Universidade, colocando todos esses ativos a serviço do desenvolvimento da carreira das mulheres”, afirma a professora Rebeca, que coordena o projeto.
Além da rede de mentoras, o programa também fomenta um networking estratégico, conectando mulheres que já estão em posição de liderança em organizações locais com outras que estão iniciando a carreira ou em processos de transição. “Fizemos um programa-piloto com alunas e servidoras da UFSC como mentoradas e já estamos conectando essas pessoas a mentoras de todo o ecossistema regional”, afirma.
A metodologia do programa está baseada em eventos de capacitação e avaliação, encontros de mentoria individual, criação de comunidades e produção de material didático e de conteúdos para redes sociais.
A iniciativa conta com o apoio da Secretaria de Inovação da UFSC (Sinova) e estabelece parcerias com o Sebrae Delas, a Fundação de Ensino e Engenharia de Santa Catarina (FEESC) e o PET Informática UFSC. Informações e notícias do programa podem ser acompanhadas pelo perfil @connecta.ufsc no Instagram.
A Universidade Federal de Santa Catarina prorrogou, enquanto houver vagas, as inscrições para atividades do Laboratório Amanhecer: Práticas Integrativas, Complementares e Terapias Alternativas em Saúde (LAPITAS). O projeto de extensão é voltado à promoção do cuidado integral e do bem-estar da comunidade.
As atividades têm como objetivo contribuir para a promoção da saúde, prevenção de doenças e melhoria da qualidade de vida, por meio de abordagens que consideram o cuidado físico, emocional e energético dos participantes. As inscrições são disponibilizadas antes do início dos semestres letivos da universidade e seguem abertas enquanto houver vagas. O preenchimento ocorre por ordem de inscrição, e as pessoas contempladas recebem confirmação por e-mail. Caso as vagas sejam preenchidas, os interessados passam a integrar uma lista de espera e são comunicados em caso de desistências.
Cada participante pode realizar até três inscrições, sendo duas em práticas coletivas e uma em prática individual. Em caso de abertura de vagas remanescentes ao longo do semestre, novos formulários podem ser disponibilizados, permitindo inscrições adicionais. De acordo com as orientações do projeto, a ausência em três encontros consecutivos sem justificativa ao terapeuta implica perda da vaga na prática terapêutica.
As inscrições são realizadas exclusivamente por meio de formulários online, disponíveis na página oficial do projeto, onde também é possível acessar informações detalhadas sobre as atividades oferecidas. Mais informações e acesso aos formulários de inscrição estão disponíveis no site do Projeto Amanhecer
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Estão abertas, até o dia 12 de março, as inscrições para o projeto de extensão Era uma vez… e a neurociência: estudo da empatia por meio de obras clássicas da literatura, coordenado pela professora Samira Schultz Mansur, do Departamento de Ciências Morfológicas do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em parceria com a estudante de Psicologia Laura Alves. A iniciativa é gratuita e aberta ao público interno e externo à UFSC, oferecendo um espaço interdisciplinar de discussão que relaciona literatura clássica, comportamento humano e neurociência.
Os encontros ocorrerão quinzenalmente, de 18 de março a 8 de julho, sempre das 12h10 às 13h10, na sala do Programa de Extensão MOVE, no Centro de Ciências Biológicas, no bairro Córrego Grande. Na atividade, serão debatidas obras clássicas de autores consagrados como Goethe, Dostoiévski, Kafka, Clarice Lispector e Sylvia Plath.
A proposta do projeto é explorar, a partir da leitura dessas obras, como a empatia e outros comportamentos humanos são retratados na literatura, trazendo também reflexões sobre as bases neurais da empatia quando pertinente. Ao final do projeto, os participantes que cumprirem os requisitos receberão certificado de 18 horas.
Segundo a organização, o projeto busca promover uma experiência de leitura crítica e sensível, incentivando o diálogo entre áreas como literatura, psicologia e neurociência. A atividade também reforça a importância da leitura de clássicos como ferramenta de compreensão das emoções e relações humanas.
As inscrições devem ser realizadas por meio do formulário online. Mais informações também estão disponíveis no Instagram @samira_s_mansur
Se histórias de horror, monstros, fantasmas e outras manifestações do insólito despertam curiosidade e fascínio, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) passa a oferecer um novo espaço para esse público: o Clube de Leitura dos Horrores, atividade de extensão vinculada ao Departamento de Artes do Centro de Comunicação e Expressão (ART/CCE/UFSC). Para se inscrever, acesse aqui.
A proposta é reunir leitores para debates mediados sobre obras ficcionais selecionadas, promovendo a troca de experiências entre quem aprecia a ficção de horror e seus gêneros fronteiriços e quem deseja explorá-la sob a perspectiva acadêmica. A iniciativa parte do princípio de que o horror não se restringe ao entretenimento, mas constitui uma chave de leitura para compreender culturas, medos coletivos e símbolos sociais.
O projeto é realizado pelo Grupo FantastiCatarina, em parceria com o PET-Letras e o Programa de Pós-Graduação em Literatura. Tem também o apoio da Editora DarkSide, que disponibilizará brindes para sorteio entre os participantes das leituras críticas.
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O Laboratório de Moluscos Marinhos da Universidade Federal de Santa Catarina (LMM/UFSC) comunica a disponibilidade de sementes de ostras do pacífico para comercialização. São dois lotes à venda: um lote de 415.000 e outro lote 5.190.000 sementes diplóides de ostras do Pacífico. As sementes estão à venda por R$ 45,00 o milheiro.
As sementes de ostras à venda são excedentes produzidas pela unidade de pesquisa, extensão e ensino do LMM, situada na Estação de Maricultura Prof. Elpídio Beltrame (Servidão dos Coroas, 503, Barra da Lagoa). O laboratório integra o Departamento de Aquicultura do Centro de Ciências Agrárias (CCA/UFSC). O valor do milheiro é baseado no histórico de custos do Laboratório de Moluscos Marinhos e no preço praticado por laboratório privado em Santa Catarina.
A oferta para comercialização do excedente que não foi aproveitado pelas unidades universitárias é regulamentada, no âmbito da UFSC, pela Portaria Normativa No 68/2016/GR.
Mais informações pelo telefone (48) 3721-2709 ou pelo e-mail lmm.cca@contato.ufsc.br.
O Departamento de Língua e Literatura Estrangeiras do Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina (DLLE/UFSC/CCE) oferece cursos extracurriculares de língua estrangeira para a comunidade interna e externa. Os idiomas ofertados incluem Alemão, Espanhol, Francês, Inglês, Italiano e Português para Estrangeiros, com aulas de forma presencial e remota. As vagas são preenchidas por ordem de acesso. As matrículas são realizadas on-line pelo site.
Os cursos presenciais no semestre de 2026.1 terão a duração de 30 encontros. As aulas iniciam no dia 30 de março e terminam no dia 17 de julho. Os cursos on-line terão a duração de 12 semanas, com início no dia 30 de março e término dia 26 de junho.
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Estão abertas as inscrições para o projeto de extensão DiversaMente, iniciativa que busca promover a inclusão e a permanência de estudantes com deficiência no curso de graduação em Administração da UFSC. Vinculado ao LINC Social (Laboratório de Inovação e Cocriação Social da UFSC), o projeto tem como objetivo capacitar e acompanhar estudantes voluntários para atuarem como mentores de estudantes com transtorno do espectro autista (TEA). A proposta é oferecer apoio acadêmico, social e emocional, contribuindo para a superação de desafios de adaptação, organização dos estudos, socialização e bem-estar no cotidiano universitário.
O DiversaMente é coordenado pela professora Karina Roglio, do Departamento de Ciências da Administração, e conta com o apoio da Coordenadoria de Acessibilidade Educacional (CAE/PROAFE).
Projeto piloto em 2026.1
Neste semestre, será realizado um projeto piloto com estudantes do curso de Administração. As inscrições ocorrem de 9 a 13 de março, e a seleção será realizada entre 16 e 20 de março. O projeto prevê a atuação de estudantes mentores que acompanharão colegas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ao longo do semestre de 2026.1. O mentor que estiver na mesma turma de um estudante com TEA participante do DiversaMente elaborará, em conjunto com a equipe do projeto Conexões Inclusivas, um plano de trabalho para oferecer suporte durante o período letivo.
Além disso, terão direito a horas complementares referentes à carga horária do treinamento. Mesmo que o(a) estudante não tenha colega com TEA em sua turma, poderá participar do treinamento e receber as horas correspondentes, ficando habilitado(a) para atuar como mentor(a) em semestres futuros.
Treinamento presencial
O treinamento será presencial, no Centro Socioeconômico (CSE/UFSC) nos dias 23, 24 e 26 de março, das 16h às 18h. A formação inclui conteúdos teóricos e atividades vivenciais, abordando os seguintes temas: conceitos introdutórios sobre o TEA e comunicação inclusiva, mentoria e inclusão emocional. No dia 10 de março, haverá divulgação específica para os ingressantes, às 8h20 e às 18h30, na sala 012 do Bloco B.
Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail: karina.roglio@ufsc.br.
Os interessados podem se inscrever por meio do formulário