Seminários nacionais sobre enfermagem têm ampla programação na UFSC

05/06/2018 10:50

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por meio do Departamento de Enfermagem e Programa de Pós-graduação em Enfermagem, é uma das instituições apoiadoras do 16° Seminário Nacional de Diretrizes para a Educação em Enfermagem e do 13° Seminário Nacional de Diagnóstico de Enfermagem, eventos que são realizados até sexta-feira, 8 de junho, no Centro de Eventos e Cultura da universidade, em Florianópolis.

Organizado pela Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn – Seção Santa Catarina) o evento reúne 1.300 participantes, entre profissionais e estudantes de enfermagem. Mais informações no site do evento.

 

 

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Pós em Enfermagem comemora 40 anos e realiza conferência com professora Patricia Abbott

06/05/2016 17:56

O Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PEN) da UFSC comemora 40 anos e traz a professora de universidade dos Estados Unidos, Patricia Abbott, para conferência “Prática de Enfermagem na Era da Conectividade Ubíqua”, dia 13 de maio, às 15h30, no auditório da Pós-Graduação, bloco H, do Centro de Ciências da Saúde (CCS). O evento integrará mesa-redonda da Semana de Enfermagem.

Mais informações clique aqui.

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Pós em Enfermagem realiza workshop de intercâmbio sobre cuidados pós-natal

14/03/2016 07:32

O Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGENF) da Universidade Federal de Santa Catarina realizou, na última semana, o workshop “Social Technology Solutions to Post-natal Care in Brazil”, em parceria com universidades do Reino Unido. Pesquisadores brasileiros e estrangeiros discutiram propostas de intercâmbio com esse tema para estudantes da universidade.

De acordo com a pesquisadora Fiona Alderdice, que veio de Belfast, na Irlanda do Norte, a coordenadora do projeto, Maria de Lourdes Souza, foi até o Reino Unido fazer a proposta para a troca de pesquisadores. “São 12 pesquisadores do Reino Unido, todos PhD, que estão em reunião com os pesquisadores brasileiros para discutir propostas de intercâmbio dos estudantes que queiram se dedicar à área de cuidados pós-natal”.

O workshop visa facilitar essa troca de oportunidades entre os países. “Buscaremos ampliar as oportunidades de viagem ao Reino Unido para estudos e pesquisas sobre o assunto por meio de parcerias entre o nosso país, a UFSC e algumas outras universidades brasileiras”, enfatizou Fiona.

O evento foi realizado no mini-auditório do Departamento de Enfermagem (Bloco I) do Centro de Ciências da Saúde.

Mais informações na página da Pós em Enfermagem.

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Grupo de Estudos sobre Cuidados de Saúde em Pessoas Idosas realiza ciclo de palestra nesta quinta-feira

30/09/2014 18:32

O I Ciclo de Palestras do Grupo de Estudos sobre Cuidados em Saúde de Pessoas Idosas (Gespi), do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFSC, com o tema “Assistência ao idoso no período perioperatório”, será realizado no dia 2 de outubro de 2014, das 13h30min às 18h, no auditório do Centro de Ciências da Saúde (CCS). Inscrições antecipadas pelo telefone: (48) 3721-9188.

Confira a Programação.

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Professora da UFSC divulga pós em Enfermagem a universidades conveniadas

20/05/2013 16:36

A professora e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PEN) da UFSC, Vânia Marli Schubert Backes, regressou de uma missão de trabalho na Espanha, na qual visitou as universidades de Barcelona, de Sevilha e a Católica de Ávila. A missão teve como objetivo apresentar o Programa, as suas bases de intercâmbios e a mobilidade docente e discente.

(mais…)

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Pós-graduação em Enfermagem atua para melhorar saúde no Haiti

01/08/2012 10:04
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Para minimizar os problemas na área da saúde, um convênio entre Brasil, Cuba e o próprio Haiti vem apoiando o fortalecimento da autoridade sanitária no país abalado pelo terremoto. Fotos cedidas pela equipe

País pobre, o Haiti teve seu quadro de penúria social agravado pelo terremoto de janeiro de 2010, que deixou mais de 200 mil mortos e destruiu grande parte da infraestrutura de serviços públicos. Para minimizar os problemas na área da saúde, um convênio tripartite envolvendo Brasil, Cuba e o próprio Haiti vem apoiando o fortalecimento da autoridade sanitária, desenvolvendo ações de cooperação que sejam sinérgicas ao Plano Nacional de Saúde do país, em fase de construção. Estas ações incluem a construção de hospitais, a organização de redes de atendimento e a formação de trabalhadores para os serviços públicos e atuação junto às comunidades. Ocorre ainda a reforma de laboratórios, a doação de ambulâncias e apoio em ações prioritárias, como campanhas de vacinação. No Brasil, a cooperação é coordenada pelo Ministério da Saúde, em parceria com a Fiocruz, Universidade Federal de Santa Catarina e Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

A participação da UFSC se dá por meio do Programa de Pós-graduação em Enfermagem, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu), que faz a gestão financeira do projeto Formação de Recursos Humanos na Atenção Primária à Saúde, já em aplicação no Haiti. Responsáveis pelo grupo da formação de agentes comunitários de saúde polivalentes, equipes da UFSC e de professores da Rede de Escolas Técnicas do SUS preparam os profissionais haitianos que atuam na formação e na inserção em serviço destes novos agentes, em ação direta nas comunidades onde os problemas se manifestam.

“Nosso trabalho é propor e construir coletivamente modelos de formação, elaborar, traduzir e validar ao contexto cultural todas as estratégias e recursos pedagógicos e, finalmente, acompanhar, apoiar e supervisionar o funcionamento dos cursos”, diz a professora Flávia Regina Souza Ramos, coordenadora do projeto. A meta é formar mil agentes comunitários de saúde polivalentes, em curso de 400 horas, já em andamento. Na primeira etapa, a equipe da UFSC tem dois professores e três consultores contratados. No momento, novos professores e pós-graduandos estão sendo agregados ao grupo.

Na Pós-graduação e Departamento de Enfermagem, o trabalho é encarado como uma atividade de extensão, sem prejuízo das demais atividades. “Esta ação é reconhecida por seu impacto e como uma das dimensões que integram a internacionalização e solidariedade que se espera de um programa de pós-graduação e, também, de um curso de graduação com a qualidade alcançada”, afirma a professora Flávia.

O programa tripartite prevê também a formação de 500 auxiliares de enfermagem, em curso de 1.200 horas, e de até 400 agentes de saúde ambiental, com 480 horas, ambos na fase de elaboração dos materiais. Uma tonelada e meia de material pedagógico está sendo enviada ao Haiti, apenas para primeiro curso, conta a professora. O primeiro dos três hospitais em construção – e onde os estudantes farão parte de seus estágios – deverá ficar pronto até o final de 2012. Outra ação está se desenvolvendo no combate a doenças preveníveis, com a nova fase da campanha de vacinação marcada para este segundo semestre. Na primeira etapa o Brasil teve uma atuação importante e a cobertura chegou a 95% da população de 0 a 9 anos.

Modelo bem sucedido – Com muitas doenças endêmicas e parasitárias, o Haiti ainda não conta com um sistema de vigilância epidemiológica, o que dificulta as ações na área de saúde. A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), instituição brasileira que promove a saúde, o conhecimento científico e o desenvolvimento social, atua em parceria com o Ministério da Saúde para fortalecer a autoridade sanitária naquele país, reestruturar o sistema de assistência à saúde e de vigilância epidemiológica. Outro grupo de trabalho, voltado para a área de organização dos serviços, está sob a responsabilidade da UFRGS. “As decisões finais cabem ao grupo gestor tripartite (Brasil/Cuba/Haiti) e as três instituições brasileiras conveniadas buscam uma articulação”, informa a professora Flávia Souza Ramos. “Não estamos fazendo ações pontuais e meramente caritativas, mas construindo competências e estruturas que serão incorporadas às políticas locais e geridas pelos haitianos”.

A presença do Brasil deve-se a uma antiga parceria com o Haiti (o Exército brasileiro ainda está naquele país) e ao sucesso do SUS, considerado modelo de sistema público de saúde. A participação de Cuba tem relação com a tradição na atenção primária e em projetos de cooperação com aquele país, inclusive formando grande parte dos médicos haitianos. “São ações ambiciosas”, afirma a professora, que agora cuida da renovação dos convênios com o Ministério da Saúde para prorrogar o programa por mais dois anos. Depois de formados, os novos trabalhadores deverão ser contratados pelo governo do Haiti, suprindo parte de sua carência em recursos humanos qualificados. Durante a formação o Brasil concede bolsas de estudo, no período de 12 a 18 meses, aos agentes envolvidos no programa.

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Equipe do Projeto de Formação na inauguração do Espaço Zilda Arns; professora Flávia (terceira da esq p/ dir) e consultores do Projeto e do Ministério da Saúde

Espaço Zilda Arns – No dia 18 de julho, foi inaugurado em Porto Príncipe, capital do Haiti, o Espaço de Saúde Zilda Arns, onde são realizadas as reuniões técnicas do projeto, e que tem esse nome em homenagem à médica pediatra e sanitarista brasileira (nasceu em Forquilhinha, SC, em 1934) que morreu durante o terremoto de 2010. O evento teve a presença de autoridades dos governos brasileiro, cubano e haitiano, representantes das três IES conveniadas, além de familiares da homenageada e de representantes da Pastoral da Criança, organismo fundado pela médica em 1983 e que presta assistência a gestantes e crianças em todo o Brasil e em outros países em desenvolvimento.

“A situação social do Haiti é pior do que os brasileiros imaginam”, conta a professora Flávia Ramos. Além da pobreza extrema e da falta de infraestrutura em todas as áreas, a violência cresceu e a mortalidade infantil é muito alta. Há um índice elevado de amputados – sequela do terremoto – e de deficientes físicos. Por isso, um dos novos hospitais será um centro de reabilitação para atender a esse público específico.

Mesmo com todas essas dificuldades, os brasileiros se sentem bem trabalhando no Haiti: “É recompensador ajudar a reerguer o país, que recebe muita ajuda internacional de ONGs e de governos, porém quase sempre sem o caráter estruturante do nosso projeto”, diz Flávia.

Mais informações: (48) 3721-2217

Paulo Clóvis Schmitz / Jornalista da Agecom / UFSC

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