Programa mostra participação da UFSC no PET-Saúde

05/10/2011 12:07

O programa “Globo Universidade”, do canal Futura, exibiu um especial sobre a participação da Universidade Federal de Santa Catarina no programa PET-Saúde, mostrando o trabalho de extensão feito pela instituição em unidades públicas mantidas pela prefeitura de Florianópolis. Criado pelos ministérios da Saúde e da Educação, o Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde tem como fio condutor a integração ensino-serviço-comunidade e disponibiliza bolsas para tutores, preceptores (profissionais dos serviços) e estudantes de graduação da área da saúde para o fortalecimento da atenção básica nas comunidades.
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Tags: PETsaúdeuniversidade

Congresso sobre visão científica e holística no ambiente hospitalar tem início nesta quarta

27/09/2011 17:16
O I Congresso Nacional de Visão Científica e Holística no Ambiente Hospitalar começa nesta quarta no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, com a proposta de debater e expor as experiências da cura de pacientes por terapias complementares, o cuidado com os profissionais da saúde e o papel das outras áreas nas atividades diárias do ambiente hospitalar – comunicação com a saúde, direitos do paciente, administração hospitalar, entre outros. O encontro receberá palestrantes de Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul, Ceará e Colômbia.

Dentro da programação, algumas palestras tratarão sobre Saúde e Espiritualidade – interdependência entre o tratamento tradicional e emocional como fator estimulador para alcançar a cura de pacientes com câncer com a doutora em Enfermagem Maria Marlene Montes da Colômbia; Cuidando e Confortando pessoas com Reiki e Táquions – depoimentos e relato de experiências de como a terapia de canalização de energia influência na melhora emocional e física do paciente com a professora da UFSC Eloita Neves; Comunicação e Saúde – relação entre a realidade da saúde no país com os fatores pertinentes aos fatos jornalísticos com a jornalista Eliana Camejo do Rio Grande do Sul.

Além dos profissionais e acadêmicos da área de saúde, o congresso é destinado também a pesquisadores e estudantes de diversas áreas de estudo como direito, jornalismo, administração, engenharia e arquitetura. As palestras serão montadas de acordo com as convergências de cada área de estudo em relação às suas atividades das mesmas no ambiente hospitalar e da saúde.

Mais informações sobre o congresso pelo site www.visaocientificaeholistica.com.br. O credenciamento dos participantes será realizado nesta quarta (28), das 15h30 às 17h45, no auditório Garapuvu, que fica no andar superior do Centro de Cultura e Eventos da UFSC.

Por Ricardo Pessetti/ Bolsista de Jornalismo na Agecom

Tags: saúde

Gestão do SUS revela diagnóstico do setor no país

14/09/2011 17:32

A coleção “Para Entender a Gestão do SUS 2011”, lançada pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), com o apoio do Ministério da Saúde, do Governo Federal e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) traça as características do setor no país. A Agecom recebeu todos os 13 livros que compõem a coleção e logo irá doá-la ao Hospital Universitário (HU).

A relação do mercado com o setor de Saúde pode ser encontrado no segundo livro, intitulado “O Financiamento da Saúde”. No segundo capítulo há uma comparação histórica da participação pública e privada na saúde brasileira. Os dados do Conass mostram que em 1975 as verbas públicas correspondiam a 67% do financiamento do sistema de saúde brasileiro, e, em 2007 (ano em que termina a comparação) o sistema privado (entenda-se “cidadão”), financia o corresponde a 58,4%. Ainda de acordo com o Conass o consumidor gasta principalmente com remédios – 40%.

No décimo primeiro livro da coleção chamado “Ciência e Tecnologia em Saúde” outro dado também chama atenção: o Brasil tem um déficit na Balança Comercial (diferença entre o que o país compra e o que ele vende), na área de Saúde, equivalente a R$2 bilhões com os Estados Unidos. Ou, em outras palavras, como define o livro, “elevada dependência da assistência farmacêutica, com a importação de fármacos e medicamentos”.

Os números apresentados são de 2009, mas a diferença persiste desde 2007. O leitor desatento pode achar que a quantidade de pesquisas no país é baixa. Engano. No mesmo volume é apresentado o total de pesquisas na área de Saúde Humana no Brasil – 21.862 em 2008, o equivalente a 25% daquele ano, a maior linha de pesquisa do país. O segundo lugar é da Educação, com 22%.

Outro fator que pode servir como análise do Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil é a maior participação dos municípios na receita. Desde 2005 os municípios investem mais na despesa com saúde do que os estados que pertencem. Atualmente eles gastam 2% a mais que o estado. A União, que também custeia a saúde, diminuiu a participação no bolo. Em 1990 a União bancava 72% do orçamento da Saúde, e em 2008 diminuiu para 43%, enquanto os municípios no mesmo período passaram de 11% para 29%.

Os livros oferecem uma ampla visão do SUS e são organizados com os seguintes títulos:

Livro 1 – Sistema Único de Saúde

Livro 2 – O financiamento da saúde

Livro 3 – Atenção primária e promoção da saúde

Livro 4 – Assistência de média e alta complexidade

Livro 5 – Vigilância em saúde – parte 1

Livro 6 – Vigilância em saúde – parte 2

Livro 7 – Assistência farmacêutica no SUS

Livro 8 – A gestão administrativa e financeira no SUS

Livro 9 – Gestão do trabalho e da educação na saúde

Livro 10 – Regulação em saúde

Livro 11 – Ciência e tecnologia em saúde

Livro 12 – Saúde suplementar

Livro 13 – Legislação estruturante do SUS

Toda a coleção pode ser baixada diretamente do site do Conass em http://www.conass.org.br/?id_area=186 .

Por José Fontenele/ Bolsista da Agecom

Tags: saúdeSUS

Aula inaugural da pós em Enfermagem

29/08/2011 10:18

O Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFSC promove nesta quarta-feira, dia 31, 16 horas, na Sala dos Conselhos da UFSC, aula inaugural com Jose Medina Moya, da Universidade de Barcelona. Moya vai falar sobre “A construção do saber na enfermagem e saúde: uma visão onto-epistemológica”. Para assistir: http://server.stream.ufsc.br/conselho. Informações: 3721-9399/ 3721-9480/ 3721-9787 – ramal 51, www.pen.ufsc.br.

Tags: aulaenfermagemsaúde

Evento nacional debate visão científica e holística no ambiente hospitalar

17/08/2011 12:35

Já estão abertas as inscrições para o I Congresso Nacional de Visão Científica e Holística no Ambiente Hospitalar – Reprogramação, Terapias Complementares e Espiritualidade, que será realizado de 28 a 30 de setembro, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC.

O Congresso reunirá membros da comunidade acadêmica, de instituições públicas e privadas, ONGs, cooperativas, movimentos sociais, profissionais da área da saúde, da educação, de artes e cultura. Em um grande fórum de debates, haverá troca de experiências vivenciadas no Brasil e no exterior, além da divulgação de relatos técnicos recentes de caráter multidisciplinar.

A programação prevê palestras com convidados especiais, debates, oficinas e exposições, entre elas de plantas medicinais. A organização é da ONG Associação Senhora de Lourdes, com apoio da UFSC, Curso de Naturologia da Unisul, Grupo Hospitalar Conceição e Universidade de Cali (Colômbia).

Inscrições gratuitas e programação completa: www.visaocientificaeholistica.com.br.

Visão holística

O Congresso tem o objetivo de chamar a atenção para a necessidade de  se tratar a saúde de uma forma ao mesmo tempo ampla e integrada. Mais do que isso, quer apontar caminhos e apresentar projetos concretos.

Para cuidar bem dos pacientes, por exemplo, o trabalhador da saúde também precisa ser bem cuidado. Como profissionais, pacientes, sociedade, gestores privados e públicos podem ter e praticar uma visão holística da saúde? Como as terapias complementares podem estar cada vez mais ao lado dos demais tratamentos, para a saúde ser melhor para todos? Como os aspectos físico, psicológico, social e espiritual podem caminhar juntos para o bem do ser humano?

Estas são algumas das questões que estarão em debate no Congresso, de acordo com suas coordenadoras,  Lisandra Alves e Adriana Falavigna, da ONG Associação Senhora de Lourdes.

Ações práticas

Lisandra criou o projeto Maratona do Reiki, desenvolvido para profissionais da saúde no Grupo Hospitalar Conceição (Hospitais Nossa Senhora da Conceição e da Criança Conceição), em Porto Alegre (RS).   Além dos trabalhadores, a prática também foi levada a pacientes da oncologia e hematologia do Nossa Senhora da Conceição, atendidos pelo SUS, com apoio do Coordenador da Hematologia da instituição, Dr. Marcelo Zanella, coordenador científico do Congresso.

O trabalho teve resultados tão bons que tornou-se referência em outros estados e até fora do Brasil. Em junho, Lisandra e Adriana foram convidadas para apresentar a experiência na Universidade Santiago de Cali (Colômbia), que terá representantes presentes ao Congresso.

A ONG, que agora está com sede em Santa Catarina, também levou seu trabalho de reiki para melhorar as condições dos voluntários que atuaram no socorro às vítimas da enchente que abalou o Rio de Janeiro, no início do ano. Estas e muitas outras ações práticas farão parte da troca de experiências entre os participantes, como forma de levar à sociedade a importância da visão científica e holística caminharem juntas para a melhoria da saúde.

Serviço:

Evento:  I Congresso Nacional de Visão Científica e Holística no Ambiente Hospitalar – Reprogramação, Terapias Complementares e Espiritualidade.

Data: 28 a 30 de setembro.

Local: Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis.

Temas:

– Visão Científica e Holística.

– Saúde e Espiritualidade.

– Organizações Hospitalares dentro da Visão Holística.

– A importância do trabalho holístico para os trabalhadores da saúde.

– Razão, Emoção e Ciência.

– Visão integrada para administradores.

O desenvolvimento pessoal para gestores.

– Instituição com olhar e compromisso holístico solidário com a Comunidade.

– Síndrome de Burnout com  “Foco” nos Profissionais da Saúde.

– Terapias Complementares no Cotidiano Humano.

– Acupuntura clássica no alivio de dor.

– Cuidando e confortando pessoas com Reiki e Taquions.

– Medidas preventivas dos aspectos emocionais e situações de risco durante a gestação, promovendo melhora na saúde física e espiritual das gerações futuras.

– Nutrição ortomolecular com ênfase em física quântica.

– Integrativas Complementares, Maratona do Reiki.

Abordagem Transpessoal: Ciência e Espiritualidade.

– Atuação da fisioterapia no pré e pós operatório em mulheres com câncer de mama.

– Manutenção da Saúde através de práticas Orientais: Qi Gong.

– Depoimento – Projeto Amanhecer.

– Estrutura Sustentáveis e Fluxos Intra Hospitalares.

– Saúde e Meio Ambiente.

– Biocomunicação Instrumental – A utilização dos princípios da Física.

– Plantas medicinais nas Práticas de saúde.

– Vivências – Horto Itinerante.

– Legislação do Estatuto do Idoso.

– Aromaterapia: Um Recurso Terapêutico Versátil.

– Direito para Pacientes Oncológicos.

Fonte: Cláudio Schuster – Assessoria de Imprensa

informações: (48) 9163-4269

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Pesquisas da área da saúde serão apresentadas até o dia 9 no ParqTec Alfa

05/07/2011 18:44

Resultados preliminares de 55 estudos da UFSC, Udesc, Unisul e Furb que podem contribuir para resolver os problemas prioritários de saúde da população catarinense serão apresentados ao público entre os dias 5 e 9 de julho, no auditório da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc).

Há estudos sobre diabetes, doenças mentais e câncer (de próstata, mama e colo do útero), dentre as várias pesquisas a serem abordadas entre as 9h e as 19h no Celta do ParqTec Alfa, em Florianópolis.

A primeira manhã do evento, na terça-feira, incluiu resumos de meia hora sobre trabalhos como os intitulados “Estilo de vida e comportamento de risco dos jovens catarinenses” e “Programa de controle e tratamento da obesidade: a contribuição de diferentes programas de exercício físico”. À tarde, foram mostradas conclusões parciais sobre doenças cardiovasculares em crianças e adolescentes, hipertensão arterial e lesão medular, entre outras.

As 55 pesquisas vão custar R$5 milhões em recursos públicos, um valor recorde na história do Programa Pesquisa para o SUS, que começou em 2003 com R$600 mil. O Ministério da Saúde coordena o programa nacionalmente e entra com R$3 milhões. Um milhão veio da Secretaria de Estado da Saúde e outro, da Fapesc.

Informações adicionais com Fernanda Beduschi Antoniolli, fone 3215-1218, e-mail

* O auditório onde será realizado o evento fica no sexto andar do prédio do Celta, ParqTec Alfa, km, 1 da SC 401 bairro João Paulo, Florianópolis.

Por Heloísa Dallanhol/ Jornalista na Fapesc

Tags: Fapescpesquisasaúde

Governo investe no combate à precarização do trabalho dos profissionais de saúde

30/06/2011 09:56

A diretora do Departamento de Gestão e da Regulação do Trabalho (Degerts) do Ministério da Saúde, Denise Motta Dao, apresentou na manhã de quarta-feira, dia 29, no auditório do CCS, um diagnóstico do trabalho profissional na área da saúde no país aos alunos do Departamento de Pós-graduação em Enfermagem da UFSC. Ela discorreu sobre a valorização dos trabalhadores da área da saúde, as discussões acerca de questões como jornada, descentralização da gestão e a precarização que ainda afeta parte dos profissionais do setor no país.

Na palestra “Trabalho e Educação Profissional em Saúde”, Denise Dao fez um diagnóstico da área da enfermagem e apresentou avanços e perspectivas em termos de gestão de trabalho em saúde, remuneração e condições de atuação desses profissionais. Atualmente, ainda existem 43 mil funcionários do Ministério da Saúde a serviço de estados e municípios. Em algumas cidades, ainda se contrata por meio de organizações sociais, Oscips, ONGs e cooperativas, o que “tende a impactar as condições de trabalho e as garantias aos direitos dos profissionais”, segundo a diretora.

Apesar dos problemas, Denise Dao afirma que houve avanços nos últimos anos, como a criação da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde e a negociação de sete protocolos nacionais com diretrizes gerais para a democratização das relações de trabalho e valorização dos trabalhadores do SUS. “O Estado deixou de ser um mero regulador e teve o seu papel fortalecido, em todos os sentidos”, afirma. As contratações são descentralizadas, feitas pelos estados e municípios, o que deve ocorrer também nas negociações com os trabalhadores do setor.

Ao enumerar as perspectivas para o setor da saúde, a técnica do Ministério destacou o estreitamento das relações com o Ministério do Trabalho e Emprego, permitindo o combate à precarização do trabalho, a implantação de uma agenda nacional e a divulgação dos instrumentos coletivos acordados no âmbito da saúde. Outra possibilidade é uma parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) para a oferta de cursos de negociação, mapeamento da precarização e implantação de projetos pilotos da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP), do SUS.

Outro tema que está no centro dos debates é o projeto que define o piso de dois salários mínimos para os agentes comunitários de saúde e os agentes de controle de endemias, que trabalham para os municípios. Também é intenção reduzir o número de vínculos dos profissionais do setor, por meio da reorganização do Cadastro Nacional de Estudo de Saúde. “Há casos de profissionais que têm até oito vínculos diferentes”, contou. Um grande desafio será a negociação em torno da jornada de trabalho dos enfermeiros para 30 horas semanais, que tem a oposição ferrenha dos empregadores do setor privado.

O Ministério da Saúde também trabalha no sentido de incentivar o serviço civil voluntário, fazendo com que os profissionais devolvam à sociedade um pouco do que receberam nas universidades. Não menos importante será a discussão em torno do grande número de cursos de Enfermagem no país, muitas vezes em instituições privadas, e dos cursos a distância. “Precisamos discutir a qualidade desses cursos, assim como a criação de habilitações que ainda não são reconhecidas como profissões”, afirmou Denise.

Por Paulo Clóvis Schmitz/jornalista na Agecom

Tags: enfermagemsaúde

Telemedicina reforça parceria entre governo do Estado e Universidade

25/05/2011 10:27

Fotos: Pâmela Carbonari/Agecom

A exibição de exames feitos em Lages e Porto União pouco antes de uma cerimônia realizada no centro administrativo do governo do Estado, em Florianópolis, com a imediata emissão dos laudos médicos, foi o ato simbólico que marcou uma grande conquista do Sistema Catarinense de Telemedicina e Telessaúde. Embora o registro de um milhão de exames tenha sido alcançado em abril, foi nesta terça-feira, 24/05, que a façanha reuniu os protagonistas desse avanço – o governo estadual e a Universidade Federal de Santa Catarina – para comemorar o feito e consolidar uma parceria que rendeu bons frutos para a saúde dos catarinenses.

Por meio do sistema, os exames realizados nos municípios cadastrados são disponibilizados para análise imediata dos especialistas, nas cidades onde há estrutura para isso. Logo após o laudo, o resultado pode ser visualizado pelo médico e pelo próprio paciente no local de origem. Com isso, além de permitir ganho de tempo, a rede – baseada numa infraestrutura tecnológica desenvolvida na UFSC – possibilita a redução do custo dos exames e evita viagens desnecessárias. Os coordenadores do sistema estimam que somente com os eletrocardiogramas realizados de 2005 até janeiro de 2011 os pacientes deixaram de viajar 13 milhões de quilômetros.

Histórico dos pacientes – Na solenidade de terça-feira, o coordenador estadual do sistema, professor Aldo von Wangenheim, destacou que na maior parte dos municípios catarinenses é possível realizar eletrocardiogramas e exames de ressonância magnética sem obrigar os pacientes a viajarem para centros maiores, onde a oferta de serviços de saúde é mais completa.

“Mais de 20 mil pessoas deixaram de se deslocar, reduzindo substancialmente a ‘ambulancioterapia’ que é uma característica do Estado”, afirmou o professor. Ele ressaltou que o sistema está criando uma base de dados com o histórico dos exames de milhares de pacientes, implantando “um registro eletrônico de que nem as clínicas privadas de outros estados dispõem”.

Para o coordenador de Telemedicina da Secretaria da Saúde, Luiz Felipe Nobre, a grande vantagem do sistema é que ajudou a reduzir as filas nos hospitais dos grandes centros e permitiu, além da realização de exames, a educação de saúde a distância no Estado. “Hoje, contamos com um sistema de informações atualizado, que facilita o trabalho dos profissionais médicos de atuação básica no interior”, afirmou.

Papel social – O secretário de Estado da Saúde, Dalmo Claro de Oliveira, aproveitou a solenidade para reafirmar a disposição do governo de equipar os cerca de 100 municípios que ainda têm carências para realizar os exames, especialmente na questão da digitalização de imagens. Presente no ato, o governador em exercício, Eduardo Pinho Moreira, festejou a coincidência de estar respondendo pelo governo no lançamento do sistema, em 2005, no município de Quilombo, e também na comemoração de um milhão de exames, em 2011.

Já o reitor da UFSC, Alvaro Toubes Prata, falou sobre a “belíssima parceria” da instituição com o governo e afirmou que a universidade, sendo pública, utiliza o sistema para atender a sociedade numa área crucial como a saúde. Também esteve no centro administrativo, acompanhando o reitor, o vice-reitor Carlos Alberto Justo da Silva, que é médico e já foi diretor do Hospital Universitário.

Mais informações sobre o Sistema Catarinense de Telemedicina e Telessaúde com Marina Veshagem, pelo fone (48) 3721-8000 ou pelo e-mail

Por Paulo Clóvis Schmitz/Jornalista na Agecom

Tags: informáticamedicinasaúde
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