Antonio Carlos Wolkmer: professor emérito tem trajetória dedicada a um Direito crítico e transformador

15/12/2020 08:00

Professor Antonio Carlos Wolkmer. Foto: arquivo pessoal

Reconhecido internacionalmente como um dos nomes mais expressivos da Ciência Jurídica contemporânea, entre os mais destacados pensadores críticos do Direito na América do Sul, premiado por sua produção científica e cuja vasta obra e incontáveis conferências proferidas difundiram o nome da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) pelo Brasil e por todo o mundo. Esses são alguns dos atributos destacados na proposta de concessão de título de professor emérito a Antonio Carlos Wolkmer, docente do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) aposentado após mais de 20 anos dedicados ao ensino, à pesquisa e à extensão. O título, uma homenagem da Universidade conferida a professores aposentados pelos altos méritos profissionais e relevantes serviços prestados à instituição, será outorgado em sessão solene do Conselho Universitário, às 14h30 da próxima sexta-feira, 18 de dezembro – data de comemoração do aniversário de 60 anos da UFSC.

“Desnecessário observar o quanto me emociona e me honra o título recebido de Professor Emérito da Universidade Federal de Santa Catarina, aprovado pelo Conselho Universitário em março deste ano de 2020. Não tenho como agradecer a proposta e a iniciativa do Centro de Ciências Jurídicas, coordenada, de forma louvável e meritória, pelo seu ilustre diretor, Prof. Dr. José Isaac Pilati, bem como o apoio do Prof. Dr. Arno Dal Ri Junior, durante sua gestão no PPGD [Programa de Pós-Graduação em Direito]. Recebo com elevada consideração tal homenagem, como consequência e retribuição a uma carreira exitosa, ao longo de quase três décadas dedicadas à docência e à pesquisa na UFSC. Uma carreira que se construiu e se consolidou em nível regional, nacional e internacional como pesquisador, docente e educador na missão de formar agentes transformadores do Direito e da Justiça, comprometidos com sua prática social”, declara Wolkmer. 

Segundo Pilati, o professor “foi um dos grandes destaques do Curso de Direito, especialmente da pós-graduação, pela obra que produziu”. Seus trabalhos englobam as áreas de Pluralismo Jurídico, Direitos Humanos, Teoria Crítica, Interdisciplinaridade no Direito, Interculturalidade, Constitucionalismo Latinoamericano, História e Cultura Jurídica na América Latina e Estudos Descoloniais. “Antonio Carlos Wolkmer é conhecido no Brasil inteiro, no mundo inteiro, como um grande intelectual. É um grande conferencista e um intelectual de grande envergadura”, complementa o diretor do CCJ, ressaltando o quanto Wolkmer inovou em sua área de atuação e colaborou para o engrandecimento da graduação e da pós-graduação em Direito da UFSC: “é um professor que eleva o nível intelectual do país, que traz reconhecimento para nossa Universidade”.
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UFSC divulga Boletim de Desempenho Individual Preliminar do Processo Seletivo 2020.2

14/12/2020 16:01

A Universidade Federal de Santa Catarina divulgou o resultado individual preliminar do Processo Seletivo UFSC/2020.2. O candidato poderá acessar seu Boletim de Desempenho Individual Preliminar aqui.

Caso o candidato não concorde com o resultado preliminar do Processo Seletivo, poderá interpor recurso à Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) até as 18h do dia 15 de dezembro, conforme procedimentos especificados no item 6 do edital. A resposta ao recurso será individualizada e disponibilizada, para acesso exclusivo pelo impetrante, no site do Processo Seletivo a partir de 21 de dezembro.

O processo seletivo irá definir os cursos de graduação em Medicina – Campus Araranguá e para as vagas remanescentes do Vestibular UFSC/2020.

Mais informações na página do processo seletivo.

 

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Ilse Scherer-Warren: a jornada emérita da pesquisadora em movimentos sociais

14/12/2020 14:00

Em uma pequena vila chamada Portão, hoje município da Grande Porto Alegre (RS), Ilse Scherer-Warren nasceu (1944). Os pais, descendentes de alemães, criaram nove filhos: sete homens e duas mulheres. Somente dois, ela e um irmão, continuaram os estudos, algo bastante incomum para uma região agrícola e que possuía apenas uma escola primária. Adquiriu muito cedo o gosto pela leitura. Em casa tinha um armário repleto de livros e assim que aprendeu a ler, era ali que se debruçava em temas de seu interesse. Gostava também de jornal e sempre lia a segunda página do periódico O Dia, do qual o pai tinha assinatura e onde encontrava matérias relacionadas às Ciências Humanas.

Distante do que a sua cidade natal poderia lhe proporcionar e na contramão do que imaginavam para o seu futuro, Ilse apostou nos estudos para transformar sua vida. Por vontade própria, frequentou por um ano o internato, fez curso de preparação – ou, como era chamado, Artigo 99 – para suplementar o colegial (atual fundamental) e, estudando de forma autônoma, passou no exame para o ginásio (atual ensino médio). Ao mesmo tempo ingressou no curso de Secretariado na Escola Técnica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre, que foi a sua primeira aproximação com o ambiente universitário.

Assim que saiu de Portão, morou na capital gaúcha em casas de duas famílias. Eles pagavam seus estudos e, em troca, Ilse auxiliava nas atividades domésticas. Na sequência, trabalhou no Instituto de Física da UFRGS, no período entre o final da escola secundária e a entrada na graduação.

Na escolha de qual profissão a seguir, chegou a ter dúvidas. Cientista Social ou Jornalista? Na UFRGS era o mesmo concurso para, coincidentemente, as duas áreas que Ilse mais se identificava, podendo optar ao final por uma delas. Mas não foi preciso. Por influência de seu irmão mais velho que havia lhe emprestado um manual de Sociologia, percebeu que este era o seu único caminho. Tão logo saiu a aprovação no vestibular, procurou viabilizar outro desejo, o de aprender o idioma francês. Persistiu e conseguiu uma bolsa de estudos na Aliança Francesa. Também foi aprovada em concurso público para a Secretaria do Trabalho do Rio Grande do Sul, o que lhe ajudou a custear as despesas como estudante do ensino superior.
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Dilvo Ilvo Ristoff: título de emérito reconhece contribuições para a qualidade e a democratização do ensino superior

14/12/2020 08:00

O professor Dilvo Ilvo Ristoff, que receberá o título de professor emérito da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) na sessão solene do Conselho Universitário do dia 18 de dezembro, é definido nos pareceres emitidos para concessão da honraria como um homem de projetos visionários e um docente empenhado na busca de qualidade e acessibilidade na educação superior do Brasil. Destaca-se pela sua carreira acadêmica intensa e exitosa e também pela sua atuação em diversos cargos administrativos na UFSC e em outros órgãos governamentais.

Ao aposentar-se, em 2012, havia chegado à categoria de professor titular, o ápice na carreira dos professores universitários brasileiros, com pós-doutorado pela University of Caroline System, Estados Unidos. Atualmente, além de ministrar aulas e orientar dissertações, como professor voluntário no Programa de Pós-Graduação em Métodos e Gestão em Avaliação da UFSC, Dilvo Ristoff faz palestras sobre educação e escreve regularmente uma coluna semanal ao blog www.educa2022.com, especializado em assuntos educacionais. Também continua a escrever e publicar artigos.

Graduado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 1974, ele concluiu o mestrado em Letras na UFSC em 1979, mesmo ano em que se tornou professor da Universidade. No Departamento de Língua e Literatura Estrangeiras (DLLE), do Centro de Comunicação e Expressão, Dilvo Ristoff foi professor em disciplinas ligadas à língua e literatura inglesa.
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Florestas ripárias do Cerrado e Pantanal ameaçadas por incêndios

14/12/2020 08:00

Grandes incêndios são cada vez mais comuns em savanas tropicais, como o Cerrado e o Pantanal. Novas descobertas científicas revelam que esses incêndios podem representar uma ameaça aos sensíveis ecossistemas de floresta ripária. Em outubro de 2017, um grande incêndio se espalhou pelas savanas do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, queimando mais de 86 mil hectares de vegetação nativa e preservada (80% da área original do parque).

Agora, um estudo publicado na revista britânica Journal of Applied Ecology mostrou que esse grande incêndio causou uma alta mortalidade de árvores em algumas florestas ripárias do parque. “Para nossa surpresa, as florestas mais impactadas foram aquelas que inundam durante a estação chuvosa”, explica Bernardo Flores, primeiro autor do artigo e pesquisador colaborador do Laboratório Interdisciplinary Environmental Studies (IpES/UFSC). Em algumas florestas, o incêndio causou um impacto leve, mas em outras, o incêndio foi destrutivo, matando quase todas as árvores e permitindo que gramíneas invasoras e outras plantas oportunistas, como cipós e samambaias, em poucos meses começassem a dominar o ecossistema. O incêndio também liberou nutrientes da floresta sobre o solo, que agora ficarão expostos à erosão.

O estudo surgiu de uma demanda dos gestores do parque, preocupados com os impactos do incêndio de 2017, e envolveu a colaboração de 20 cientistas de diferentes instituições brasileiras e internacionais. Primeiro, os autores usaram imagens disponíveis pelo Google Earth para quantificar a perda de cobertura florestal na paisagem entre 2003 a 2019, em uma área de 90 hectares. As imagens de satélite foram comparadas com dados de campo, coletados em 36 florestas espalhadas pela paisagem queimada, incluindo informações detalhadas sobre todas as árvores, plantas herbáceas e o solo.

A floresta ripária é um habitat vital para grandes animais, como as onças, pois servem de abrigo em meio às savanas abertas. Florestas ripárias acompanham e protegem rios e outros tipos de cursos d’água, explica a professora da UFSC e também co-autora do artigo, Michele Dechoum. Quando incêndios reduzem a cobertura dessas florestas, eles podem desequilibrar cadeias alimentares e gerar efeitos em cascata, alterando ecossistemas inteiros. “Uma parte dessas florestas ripárias fica inundada na estação chuvosa, mas outras não. E nós comparamos o efeito desse incêndio entre esses dois tipos de florestas – as inundadas e as não inundadas – para saber se os efeitos variavam, onde seriam mais drásticos. As florestas temporariamente inundadas são mais impactadas do que as não inundadas – em algumas florestas inundadas, a mortalidade de árvores chega a 100% e o solo superficial foi queimado, levando à perda de nutrientes e a processos erosivos”, explica Michele.
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UFSC 60 anos: Dandara Manoela faz show de Voz e Violão nesta terça-feira, dia 15

14/12/2020 07:35

A cantora e compositora Dandara Manoela, que também é egressa do curso de Serviço Social da UFSC, apresenta ao vivo, no dia 15 de dezembro, terça-feira, às 20h no canal da UFSC no YouTube, o espectáculo “Dandara Manoela Voz e Violão”.

No espetáculo serão abordados, por meio das composições e canções, temas como racismo, feminismo, LGTQIA+, a fim de proporcionar reflexões, trocas e aprendizados. Canções que falam de vivências e observações da cantora, dialogando com questões estruturais que atravessam a vida de tantas pessoas.

>> Assista à live no Canal da UFSC no YouTube

Dandara Manoela é cantora e compositora. Sua pluralidade musical representa um símbolo de resistência das manifestações culturais afro-brasileiras e de afirmação da mulher negra e lésbica no campo artístico. Vencedora dos prêmios catarinenses de melhor cantora (2017) e melhor álbum (2018), Dandara Manoela transita pelo samba e pela MPB, trazendo à tona lutas e afetos subjetivos que encontram espaço na multidão.  

Em seu trabalho, Dandara tem como inspiração principal mulheres negras e faz da arte um espaço para que as histórias de suas ancestrais sejam ouvidas. Também se inspira nas relações interpessoais de afeto e cuidado, por acreditar ser uma forma efetiva de resistência.

A apresentação de Dandara Manoela integra a programação artística em comemoração dos 60 anos da UFSC, a ação é uma realização da Universidade Federal de Santa Catarina e a Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte/UFSC).

Programação

O aniversário de 60 anos da UFSC contará com uma programação extensa e variada de eventos on-line, com apresentações musicais e culturais acontecendo no canal da UFSC no YouTube. Confira a agenda:

15 de dezembro, 20h
Dandara Manoela apresenta “Dandara Manoela Voz e Violão”

18 de dezembro, 20h
Rock’n Camerata

19 de dezembro, 20h
Pablo Rossi

Serviço: 

O quê: espetáculo “Dandara Manoela Voz e Violão”
Quando: 15 de dezembro | terça-feira | 20h
Onde: canal da UFSC no YouTube
Informações: secarte@contato.ufsc.br  
Acesse 60anos.ufsc.br para acompanhar as notícias sobre as comemorações dos 60 anos e navegar pela história da UFSC, por meio de uma linha do tempo virtual.

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UFSC registra cerca de 3,5 mil projetos de pesquisa e extensão durante a pandemia

11/12/2020 10:44

Os números comprovam: a pesquisa e a extensão na UFSC não pararam em 2020. Entre março e novembro, 3.078 projetos de pesquisa e 414 projetos de extensão estavam em curso na Universidade, mesmo com aulas presenciais suspensas e com as dificuldades do isolamento social necessário para frear a pandemia.

O pró-reitor de pesquisa da UFSC, Sebastião Roberto Soares, explica que 653 projetos foram criados durante os meses de isolamento, 46 deles especificamente relacionados ao coronavírus. “As investigações de alguns assuntos até aumentaram, pelas demandas específicas de Covid-19, em atividades como estudos de respiradores, sobre desinfecção e etc.”

O momento exigiu um planejamento maior para que professores, técnicos e alunos se adaptassem às novas condições e às normas de segurança sanitária. “Mas as pesquisas continuaram e os números são a prova disso”, reforça Soares.

Entre os projetos de iniciação científica, foram 1.459 inscritos no período e 1.491 ações de apoio aos pesquisadores, como à submissão de editais e formalização de convênios, por exemplo. “Se compararmos com anos anteriores, veremos uma normalidade bem evidente na pesquisa”.

O pró-reitor de extensão da universidade, Rogério Cid Bastos, complementa que foi uma situação excepcional, que fez com que a Universidade ampliasse inclusive o uso de ferramentas de tecnologia. “Foi um momento que demonstrou como precisamos repensar o futuro, e desenvolver atividades com um maior uso das tecnologias”, expõe. Entre março e novembro, foram 414 projetos de extensão vigentes na Universidade. Só de trabalhos relacionados ao novo coronavírus, foram 33.

> Acesse a íntegra da notícia no site da Apufsc

Texto: Imprensa Apufsc

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Diretora Gleisy Fachin é a entrevistada da semana da série ‘EdUFSC 40 anos’

11/12/2020 09:42

A série Editora da UFSC 40 anos entrevista esta semana a atual diretora-executiva, a professora Gleisy Regina Bóries Fachin, que assumiu a direção em maio de 2016 a convite do ex-reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo. Com experiência na área de publicação de periódicos científicos, a professora Gleisy encontrou na EdUFSC um ambiente de aprendizagem e crescimento profissional. Novos temas passaram a fazer parte de seu dia a dia, como a gestão administrativa, de pessoas, de recursos e processos, além do convívio com a pluralidade e diversidade de ideias junto ao Conselho Editorial.

Professora do departamento de Ciências da Informação, Gleisy Fachin vem trabalhando para a promoção de feiras, eventos, ampliação de ações nos campi, além da criação de um programa de TV, o Livro em Cena, em parceria com a TV UFSC. Outro foco é a reestruturação interna da editora para consolidação institucional, tanto no âmbito da UFSC quanto das editoras universitárias.

A série EdUFSC 40 anos é uma produção conjunta entre a Editora e a TV UFSC. O objetivo é relembrar um pouco da história da editora, através do relato de pessoas que têm uma ligação com a EdUFSC. Com lançamento no dia 30 de outubro, aniversário da editora, a série vai ao ar pela TV UFSC, canal digital 63.1 e canal 15 da Claro-NET. Todo o conteúdo pode também ser conferido no Youtube da emissora (confira AQUI a playlist).

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UFSC 60 anos: comunidade universitária vota em repertório do show Rock’n Camerata

10/12/2020 10:20

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) comemora seus 60 anos de fundação no próximo dia 18 de dezembro. Nessa data, às 20h, acontece o espetáculo ao vivo “Rock’n Camerata” com o melhor do rock nacional e internacional em uma performance que combina instrumentos clássicos e modernos. 

>> Conheça o site especial 60anos.ufsc.br 

A comunidade universitária escolheu, por meio das redes sociais, parte do repertório a ser apresentado no show de aniversário. Com mais de 7.700 votos pelos stories do Instagram @universidadeufsc no dia 25 de novembro, as músicas escolhidas foram: 

  • AC/DC – You Shook Me All Night Long
  • Metallica – Enter Sandman
  • Led Zeppelin – Immigrant Song

O setlist completo será conhecido na noite do dia 18, ao vivo no canal da UFSC no YouTube.

Programação Cultural

O aniversário de 60 anos da UFSC contará com uma programação extensa e variada de eventos on-line, com apresentações musicais e culturais acontecendo no canal da UFSC no YouTube. Confira a agenda:

8 de dezembro, 20h
Coral e Madrigal da UFSC apresentam “O Trenzinho do Caipira”, de Heitor Villa-Lobos

15 de dezembro, 20h
Dandara Manoela apresenta “Dandara Manoela Voz e Violão”

18 de dezembro, 20h
Rock’n Camerata

19 de dezembro, 20h
Pablo Rossi

Acesse 60anos.ufsc.br para acompanhar as notícias sobre as comemorações dos 60 anos e navegar pela história da UFSC, por meio de uma linha do tempo virtual.

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Conselho Universitário define modalidades de ingresso nos cursos de graduação da UFSC em 2021

08/12/2020 17:39

O Conselho Universitário (CUn) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em reunião realizada nesta terça-feira, 8 de dezembro, definiu como será feita a seleção de candidatos às vagas dos cursos de graduação em 2021. O acesso às vagas se dará por diversas formas de seleção: o Sistema de Seleção Unificada (SiSU), médias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2017, notas de Vestibulares da UFSC a partir de 2018 e um vestibular tradicional no segundo semestre, em data a ser definida posteriormente.

A partir da decisão do Conselho, a Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) vai se debruçar agora na elaboração de um cronograma para os processos seletivos, que deve ser divulgado ainda em 2020, além de começar o trabalho de regulamentação e criação das condições técnicas para operacionalizar os processos seletivos.

A proposta foi apresentada em parecer substitutivo do conselheiro Edson Roberto De Pieri e aprovada por ampla maioria. Conforme o parecer, do total de vagas dos cursos de Graduação oferecidas em 2021, 30% serão preenchidas através SiSU, como ocorre tradicionalmente. Dos 70% restantes, a metade das vagas semestrais e a totalidade das vagas anuais serão oferecidas no primeiro semestre, em processos seletivos não presenciais que usarão médias do Enem de 2017 a 2020 (70%) e Vestibulares da UFSC a partir de 2018 (30%). As vagas remanescentes (50% das vagas semestrais), serão ofertadas em um Vestibular presencial a ser realizado pela Coperve, em data a ser definida em função do calendário acadêmico.
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Profissionais do HU participam da campanha ‘Dezembro Laranja’ sobre câncer de pele

08/12/2020 13:34

Com a intenção de estimular a população na prevenção e no diagnóstico do câncer de pele, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) organiza, desde 2014, o movimento conhecido como Dezembro Laranja, realizando ações para lembrar como evitar o câncer mais comum entre os humanos e convidando profissionais de todo o País a compartilhar informações sobre o tema.

No Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC), a equipe do Ambulatório de Dermatologia se mobilizou, neste ano, em parceria com a Unidade de Comunicação Social, para produção de vídeos informativos, material de divulgação nas redes sociais e nos canais de comunicação interna do hospital.

O médico Leonardo Simas Abi Saab, preceptor do ambulatório, ressaltou que a participação dos profissionais do HU é importante, uma vez que a instituição é referência estadual e nacional no diagnóstico e tratamento do câncer de pele. “O HU adquiriu recentemente dois aparelhos de alta tecnologia, com os quais conseguimos planejar melhor o tratamento, seja cirúrgico ou não cirúrgico”, afirmou.
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Parceria entre Laboratório de Transportes e Logística e Dnit combate desgaste de estradas

08/12/2020 12:23

O Laboratório de Transportes e Logística (LabTrans), do Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), tem uma parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) há mais de uma década. Desde 2007, o trabalho conjunto, entre outros resultados, previne a deterioração prematura dos pavimentos das rodovias federais do Brasil por meio do controle no sobrepeso de veículos de carga.

O projeto intitulado de Capacitação e Suporte à Gestão da Coordenação Geral de Operações Rodoviárias (CGPert) do Dnit é financiado pela autarquia federal vinculada ao Ministério da Infraestrutura e executado pelo LabTrans da UFSC. A Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu) faz a gestão administrativa e financeira do trabalho, que tem o objetivo de desenvolver estudos, pesquisas, ferramentas e programa de capacitação para oferecer suporte à gestão da CGPert nas áreas de segurança viária, infrações e operações rodoviárias.

O projeto é dividido em sete objetos diferentes, cada um desenvolvido por uma coordenação e equipe específicas. O de “Pesagem em Movimento e Análise do Pavimento” é considerado um dos mais interessantes e inovadores – tanto que hoje é visto como referência internacional quando se trata de pesagem em movimento.
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Grupo de pesquisa lança e-book com entrevistas sobre ética jornalística na pandemia

08/12/2020 11:47

O Observatório da Ética Jornalística (objETHOS), grupo de pesquisa e extensão da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), lança nesta terça, 8 de dezembro, o e-book Ética Jornalística e Pandemia: entrevistas com especialistas. A publicação traz 22 entrevistas com pesquisadores brasileiros e de fora do país, além de jornalistas atuantes em veículos de comunicação variados. O material está disponível gratuitamente para download (baixe aqui).

Publicação está disponível para download gratuitamente

Cinco seções do e-book discutem temas como transparência e desinformação, cobertura crítica da pandemia, desafios do jornalismo científico, condições de trabalho dos jornalistas e os relatos dos profissionais que atuam no front da crise sanitária. Os integrantes Dairan Paul e Denise Becker são organizadores da obra, e Rogério Christofoletti, um dos líderes do Observatório, assina o texto de apresentação. O projeto gráfico foi concebido por Yolanda Cardoso, com ilustrações de Ariely Suptitz.

De acordo com o professor Christofoletti, desde o início da pandemia os pesquisadores do grupo perceberam que colegas e jornalistas usavam as redes sociais para falar sobre a cobertura jornalística relacionada à Covid-19. “Dairan Paul, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (PPGJOR) e um dos organizadores do livro, sugeriu que entrevistássemos esses especialistas pois eles poderiam dizer muito mais, além dos limites que as redes sociais impõem”, lembra.

A partir desse insight, foi organizado um cronograma, com distribuição de tarefas. Pelo menos 14 pessoas fizeram as entrevistas. “Fomos publicando com regularidade em nosso site e isso se estendeu entre abril e setembro. Em novembro, nos perguntamos: vamos juntar as entrevistas num livro para facilitar a leitura?”.

O grupo já havia lançado, em julho, um material sobre o jornalismo na pandemia: o Guia de Cobertura Ética da Covid-19. O professor recorda que, na época, o objetivo era contribuir com os jornalistas que estavam na cobertura da crise. Com a nova publicação, o foco se ampliou para o meio acadêmico e para o público em geral. O material, segundo ele, ressalta a importância de trazer estudiosos e especialistas em um “momento de negacionismo científico, de desordem informativa”.

Os entrevistados

Na primeira seção do e-book, Márcia Amaral (UFSM), Luiz Artur Ferraretto (UFRGS), Helena Martins (UFC) e Marcelo Soares (Lagom Data) oferecem uma leitura crítica sobre a cobertura da pandemia.

Em seguida, Raquel Recuero (UFRGS/UFPEL) e Luiza Caires (Jornal da USP) abordam a circulação de fake news, enquanto Márcio Carneiro (UFMA) e Fernanda Campagnucci (Open Knowledge Brasil) discutem a transparência de dados públicos sobre saúde.

A terceira seção relaciona o jornalismo aos campos da ciência e educação, com Sabine Righetti e Ana Paula Morales (Agência Bori), Wilson Bueno (USP), Igor Sacramento (UFRJ/Fiocruz), Jeff Jarvis (City University of New York) e Isabel Colucci (UFSC).

Sob quais condições jornalistas trabalham na pandemia é o tema da quarta parte. Maria José Braga (FENAJ), Thales Lelo (USP), Roseli Figaro (USP) e Silvio Waisbord (George Washington University) são os entrevistados.

Por fim, a última seção destaca como jornalistas atuam na cobertura da pandemia, com Fabiana Moraes (UFPE), Yan Boechat (Band Jornalismo), Cíntia Gomes (Agência Mural), Nataly Simões (Alma Preta) e Flavia Lima (ombudsman da Folha de S.Paulo).

Mais informações na página do Observatório.

Tags: lançamento de livroobjETHOSObservatório de Ética Jornalística (objETHOS)PPGJor

Sead apresenta espaço para reunir práticas pedagógicas inspiradoras

08/12/2020 09:00

Desde a suspensão das atividades acadêmicas presenciais na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em função do isolamento social gerado pela pandemia de Covid-19, os docentes estão se transformando e conhecendo nas suas rotinas as melhores formas de conduzir suas atividades pedagógicas. Nesse cenário, a Secretaria de Educação a Distância da UFSC (Sead) está reunindo ideias inspiradoras com o objetivo de organizar uma série de relatos que sirvam de referência para os docentes aperfeiçoarem suas disciplinas.

Para tanto, a Sead convida os interessados a participar compartilhando sua prática conforme os temas previstos na página especialmente criada: Práticas Pedagógicas Inspiradoras.
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Print promove primeiro workshop internacional de projetos com parceria estrangeira

07/12/2020 14:46

Incentivar a internacionalização no ensino superior e capacitar a comunidade acadêmica em um ambiente de diversidade e transformação são estratégias do Programa Institucional de Internacionalização (Print)  CAPES/UFSC desde 2017, quando foi lançado. Mesmo em um momento atípico causado pela pandemia, o programa segue promovendo a conexão das universidades ao cenário internacional, através do ‘1st International Workshop PRINT-CAPES/UFSC’, que será realizado em 14 e 15 de dezembro, com transmissão ao vivo no YouTube pelo canal do LED-UFSC

O objetivo do evento é aprofundar a parceria com instituições estrangeiras, dando continuidade às atividades da pós-graduação e à discussão de seus projetos. Na segunda-feira, dia 14, a programação vai das 9h às 18h; na terça, dia 15, das 9h às 18h30.

A iniciativa, idealizada pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG), busca ampliar e qualificar a colaboração internacional, por meio do workshop que contará com a participação dos coordenadores de subprojetos do PRINT-CAPES/UFSC. Ao todo, serão apresentados os 27 subprojetos que contam com a colaboração de 40 programas de pós-graduação, os quais compõem o Projeto Institucional de Internacionalização da UFSC, organizados em cinco temáticas principais. Entre os convidados do evento estão: o reitor Ubaldo Balthazar, a vice-reitora Alacoque Erdman, e representantes da PROPG, Propesq, Sinter, Sinova, Grupo Gestor e Diretoria de Relações Internacionais da CAPES.

Confira a programação completa:
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EdUFSC 40 anos: série traz o depoimento de Fábio Lopes, diretor entre 2013-2016

07/12/2020 08:50

Na última sexta-feira, 4 de dezembro, a série Editora UFSC 40 anos apresentou a entrevista com o professor Fábio Lopes, que esteve à frente da editora de julho de 2013 a maio e 2016. Além de publicar obras de importantes autores nacionais e internacionais, sua gestão foi caracterizada por uma série de iniciativas para tornar a Editora da UFSC mais relevante na vida cultural da cidade e do Estado.

Durante seu período à frente da EdUFSC, Fábio Lopes liderou iniciativas para divulgar os livros nos programas de televisão Livro Aberto e Livro da Minha Vida, em parceria com a TV UFSC. Também foi responsável pela publicação da revista Subtrópicos, que, aos moldes de um caderno cultural, em suas 24 edições abordou diversos temas ligados à literatura, arte, cultura e política.
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UFSC 60 anos: Coral, Madrigal e Orquestra fazem homenagem pelo aniversário da Universidade

07/12/2020 07:27

Para homenagear os 60 anos da Universidade Federal de Santa Catarina o Coral, Madrigal e a Orquestra da UFSC apresentam, nesta terça-feira, 8 de dezembro às 20h, no canal da UFSC no YouTube a canção “O Trenzinho do Caipira”, composição de Villa Lobos e Ferreira Gullar, com arranjo de Ana Yara Campos.

A maestrina do Coral, Miriam Moritz, destaca que a escolha da música está ligada ao que ela acredita representar a passagem das vidas dos estudantes pela UFSC. A apresentação dá início ao calendário de eventos culturais e artísticos em homenagem à Universidade. 

>> Assista aqui ao vídeo com a apresentação do Coral da UFSC

Para a realização dos ensaios e da gravação do vídeo com a música, a regente gravou a parte instrumental (piano e voz) e as vozes individuais com acompanhamento para estudo de cada cantor; os coralistas gravam as vozes e instrumentos musicais em suas casas utilizando celulares ou computadores; depois a maestrina edita todos os áudios gravados. No final do processo, o vídeo é finalizado pelo bolsista Claudio Felippio Junior, que atua junto ao Coral, projeto do Departamento Artístico Cultural, da Secretaria de Cultura e Arte (DAC/SeCArte).

Esta é quarta apresentação virtual do Coral da UFSC. Em agosto, o grupo interpretou Oceano, de Djavan; em setembro foi Encontros e Despedidas, de Milton Nascimento e Fernando Brant; e no mês de novembro foi lançada a música Canção do Sal, de Milton Nascimento. Além de integrantes do Coral, participaram alguns integrantes do Madrigal e da Orquestra de Câmara da UFSC.   

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Conselho Universitário debaterá nova proposta para ingresso em 2021 nesta terça-feira

04/12/2020 19:05

O Conselho Universitário (CUn) da Universidade Federal de Santa Catarina, em reunião realizada nesta sexta-feira, 4 de dezembro, definiu as linhas gerais de como serão os processos seletivos para ingresso na Universidade no ano de 2021. As duas propostas apresentadas em pareceres original e de vista foram rejeitadas, e uma terceira proposta, apresentada pelo conselheiro Edson Roberto De Pieri, será apreciada em uma nova sessão, que deverá acontecer na próxima terça-feira, 8 de dezembro.

A proposta prevê duas formas de ingresso aos cursos de Graduação da UFSC no próximo ano: um processo seletivo não presencial para preenchimento das vagas do primeiro semestre e um vestibular tradicional a ser realizado em agosto ou setembro para preenchimento das vagas do segundo semestre.

Segundo a proposta do conselheiro De Pieri, o processo seletivo não presencial do primeiro semestre seria um modelo híbrido, com uma parte das vagas preenchida através das médias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) dos últimos anos, enquanto o acesso à outra parte das vagas se daria pelo número de acertos em Vestibulares anteriores da UFSC. As proporções de vagas a serem preenchidas por estes diferentes métodos e os períodos do Enem e do Vestibular a serem considerados serão definidos pelo professor em um parecer que será votado na próxima terça-feira.
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Tags: conselho universitáriocoperveingressoProcessos seletivosUFSCUniversidade Federal de Santa CatarinaVestibular 2021

UFSC dá as boas-vindas aos novos servidores empossados via Internet

04/12/2020 17:14

A Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp) passou a realizar posses de novos servidores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) por meio de videoconferência desde 24 de novembro. As tradicionais cerimônias de posse foram substituídas pela nova modalidade, em decorrência da manutenção do trabalho remoto e das medidas de prevenção à Covid-19.

Em 24 de novembro foi empossada uma servidora técnico-administrativa em Educação (TAE) e em 3 de dezembro, a UFSC recebeu 16 novos técnicos. Os servidores recém-empossados foram contratados após vacâncias.

Segundo a pró-reitora Carla Burigo, a partir de setembro o Governo Federal permitiu a contratação de cargos em vacância. “Estamos nomeando os concursos válidos tanto da carreira técnica-administrativa como da carreira docente. Está sendo um grande esforço da equipe da Prodegesp e da Prograd, que teve que redefinir suas ações remotamente para atender a situação de pandemia. Estamos felizes de poder dar cumprimento aos editais. É uma parceria de toda comunidade universitária, que necessita acolher e inserir o servidor no ambiente laborativo, também remotamente. A Universidade se reinventando em tempos de Pandemia”, salienta a gestora.

Carla lembra que, mesmo com a posse virtual, os exames admissionais precisam ser presenciais devido à legislação vigente.

Confira, abaixo, a lista dos setores que receberam novos membros da equipe.

Cargo Número de Servidores Setor
Assistente em Administração 10 Centro de Ciências da Educação (CED); Centro de Ciências da Saúde (CCS); Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH); Prefeitura Universitária (PU);  Departamento de Atenção à Saúde (DAS/Prodegesp); Departamento de Compras (DCOM/Proad); Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG); Superintendência de Governança Eletrônica e Tecnologia da Informação e Comunicação (SeTIC)
Assistente Social 1 Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae)
Médico do Trabalho 1 Departamento de Atenção à Saúde (DAS/Prodegesp)
Pedagogo/Educação Especial 1 Colégio de Aplicação
Técnico de Tecnologia da Informação 1 Campus de Joinville
Técnico em Assuntos Educacionais 2 Campus de Araranguá; Centro Tecnológico (CTC)
Técnico em Enfermagem 1 Departamento de Atenção à Saúde (DAS/Prodegesp)

 

 

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Professoras da UFSC comentam falhas de metodologia e sexismo de artigo publicado em revista científica

04/12/2020 11:32

Há pouco mais de duas semanas, um estudo publicado na revista científica Nature Communications, uma das mais conceituadas do mundo, gerou indignação na comunidade científica e uma onda de protestos, notas de repúdio e abaixo-assinados exigindo a retratação do periódico e a retirada do artigo. O trabalho em questão foi conduzido por três pesquisadores do campus de Abu Dhabi da Universidade de Nova York e se propõe a analisar a influência das relações de orientação sobre o desempenho acadêmico de jovens cientistas. O estudo apresenta uma série de falhas metodológicas, mas o principal objeto das críticas foram suas conclusões machistas, que reforçam estereótipos e a perpetuação de desigualdades de gênero na ciência.

O trio utilizou dados de mais de 200 milhões de artigos científicos publicados em um período de mais de 100 anos para identificar relações entre orientadores e orientandos. Em seguida, acompanhou o “sucesso profissional” dos últimos, baseado no número de citações de seus artigos ao longo do tempo. Os resultados indicaram que a orientação por cientistas renomados (conceito também definido com base no número de citações) faz com que os pesquisadores iniciantes tenham maior chance de êxito na carreira. O mesmo não acontece, segundo os responsáveis pela pesquisa, quando a orientação é feita por uma mulher: ter mais mentoras estaria associado a um pior desempenho posterior, e o índice se agrava quando a pessoa orientada é outra mulher. O artigo afirma ainda que, ao orientar mulheres em vez de homens, as supervisoras também sairiam perdendo, com uma redução de 18% em suas citações. Os autores, por fim, sugerem que mulheres devem procurar a orientação de homens e declaram que políticas de promoção da diversidade, “por mais bem-intencionadas que sejam, podem prejudicar a carreira de mulheres que permanecem na academia de maneiras inesperadas”.
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Professora da UFSC está entre autores com maior número de publicações sobre bem-estar animal no mundo

03/12/2020 08:26

Uma pesquisa bibliométrica publicada na conceituada revista Animals identificou a professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Maria José Hötzel, pesquisadora nível 1-A do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), entre os autores com o maior número de publicações sobre bem-estar animal no mundo. A UFSC também figurou como uma das instituições que mais têm publicado na área, e o CNPq e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) foram destaques no fomento à pesquisa.

Fruto de uma parceria entre a Universidade de Queensland (Austrália) e a Universidade Federal do Paraná (UFPR), o levantamento teve como autores Clive Phillips e Carla Molento. A pesquisa bibliométrica examinou a produção de publicações sobre bem-estar animal por meio do Web of Science, um dos bancos de dados mais populares do mundo. Foram consideradas publicações ocorridas entre 1990 e maio de 2020 em 22 idiomas.

“Estudamos a literatura científica sobre bem-estar animal que foi publicada em periódicos, tanto por cientistas em centros de bem-estar animal como por aqueles fora destes centros. Descobrimos que a literatura dos centros têm maior probabilidade de reconhecer o financiamento da indústria, o que parece trazer oportunidades para os respectivos cientistas conduzirem mais pesquisas em seu campo, mas também pode tornar difícil para esses cientistas defenderem melhorias no bem-estar animal se elas entrarem em conflito com os objetivos da indústria”, afirmam os autores no resumo do artigo.

Os centros de bem-estar animal são considerados grupos de pesquisa e ensino apropriados a instituições como universidades. Acredita-se que a primeira iniciativa nesse sentido tenha sido o Animal Welfare Institute dos Estados Unidos, fundado em 1951. Já o primeiro artigo de um centro universitário de bem-estar animal foi publicado em 1978, segundo os pesquisadores, pela Estação de Bem-Estar Animal da Escola Veterinária da Universidade de Budapeste.
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Tags: Bem-Estar AnimalCentro de Ciências Agrárias (CCA)Laboratório de Etologia Aplicada e Bem-Estar AnimalUFSC

Conselho Universitário aprova Calendário Acadêmico 2020.2

01/12/2020 19:43

O Conselho Universitário (CUn) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) aprovou nesta terça-feira, 1º de dezembro, a proposta do Calendário Acadêmico Suplementar Excepcional do segundo semestre de 2020.

De acordo com a proposta, o segundo período letivo semestral de Graduação deste ano terá 16 semanas, começando no dia 1º de fevereiro de 2021 e se estendendo até 22 de maio. O calendário havia sido aprovado na Câmara de Ensino da Graduação no dia 11 de novembro.

>> Assista à Sessão do Conselho Universitário no YouTube
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Tags: conselho universitáriocopervecoronavírusCUngestão coronavírusprogradUFSCUniversidade Federal de Santa CatarinaVestibular

Conscientização e prevenção são as principais mensagens do Dezembro Vermelho

01/12/2020 10:44

O mês de dezembro chega com um alerta direcionado para toda a população: trata-se do mês da Campanha Nacional de Prevenção ao HIV/Aids e outras infecções sexualmente transmissíveis (IST). O Dezembro Vermelho traz como mensagem a necessidade de educação permanente, prevenção, rastreamento regular, assistência e, principalmente, conscientização sobre as atitudes de risco e as medidas preventivas que podem ser adotadas por cada indivíduo.

O médico Luiz Fernando Sommacal, do setor de Tocoginecologia do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC), explicou que a campanha é importante principalmente porque muitos indivíduos infectados não apresentam sintomas. “Tanto é que há uns dez anos, usávamos a sigla DST, de ‘doença’. E atualmente, tratamos como IST, de ‘infecções’, pois grande parte das pessoas não estão doentes”, explicou.

O médico ressalta que a campanha de conscientização é importante principalmente devido à alta prevalência de IST em Santa Catarina, que é o estado brasileiro com mais casos de sífilis, com 164 casos para cada 100 mil habitantes (dados de 2018) – para se ter uma ideia o Brasil tem taxa de cerca de 26,8 mortos por 100 mil habitantes no caso de coronavírus. “E com medidas simples é possível evitar e tratar. O exame de VDRL é relativamente barato e o tratamento também tem baixo custo”, disse.

No caso de HIV, houve uma queda de 34% de 1984 a 2018, mas a taxa ainda é elevada, pois Florianópolis é a segunda capital com o maior número de casos, com 55,7 casos para cada 100 mil habitantes (contra 60,8 por 100 mil de Porto Alegre), segundo dados do Ministério da Saúde.

Por isso, segundo ele, é preciso que os profissionais de saúde fiquem atentos a qualquer sinais que o paciente apresente e que a prevenção comece cedo, com estratégias de educação nas escolas. “Adolescentes e adultos jovens devem ser conscientizados sobre os riscos de infecção”, afirmou o médico, acrescentando que é preciso também ter o rastreamento, por exames, sistemático da população.

Conforme Sommacal, além de exames e políticas de assistência, é preciso esta conscientização, pois a prevenção é uma decisão pessoal. “Toda vez que se pratica sexo inseguro ou de risco sem camisinha, é uma roleta russa. É uma decisão particular”, disse.

Diagnóstico
O principal papel do HU-UFSC na cadeia de assistência no caso de HIV é na área de diagnóstico, pois o Laboratório da instituição é responsável pelos exames de carga viral na região da Grande Florianópolis. Ou seja, o hospital recebe as amostras dos pacientes infectados e faz o exame para detectar em que nível está a infecção nas várias fases do tratamento.

O Laboratório do HU-UFSC faz parte da Rede Nacional de Laboratórios de Contagem de Linfócitos T CD4+/CD8+ e Quantificação de Carga Viral do HIV do Ministério da Saúde, que realiza em média 1.500 exames mensais de pacientes advindos da região da grande Florianópolis para verificar a quantidade de vírus e a contagem de linfócitos CD4+/CD8+ presentes em amostra de sangue desses pacientes.

Esses testes buscam monitorar a evolução clínica das pessoas infectadas pelo vírus HIV, à análise do momento ideal para a introdução de terapias com antirretrovirais e à efetividade do tratamento de um indivíduo HIV positivo. A determinação da Carga Viral para HIV é obtida através da técnica PCR – RT quantitativa e a contagem de linfócitos TCD4+/CD8+ é realizada por citometria de fluxo.

Texto: Unidade de Comunicação Social/HU-UFSC-Ebserh

Tags: Dezembro VermelhoHIVHospital UniversitárioInfecçõesprevençãoUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Livro sobre abelhas produzido por alunos do Colégio de Aplicação é publicado pela Epagri

01/12/2020 10:03

Projeto alia alfabetização de crianças à conscientização ambiental (Foto: divulgação)

O livro “ABELHAS – um voo com a companhia aérea mais doce do mundo”, escrito pelos alunos do 1º ano A/2018 do Ensino Fundamental do Colégio de Aplicação (CA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi publicado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri). O livro é resultado de um trabalho pedagógico lúdico na perspectiva de ecoalfabetização, que alia a alfabetização das crianças à conscientização ambiental, realizado pela Professora Mariza Konradt de Campos.

Os cinco mil exemplares produzidos estão sendo distribuídos gratuitamente pela Epagri para escolas rurais e extensionistas e técnicos da empresa que atuam com educação ambiental, apicultura e meliponicultura. Parte dos livros serão doados para a Biblioteca Central da UFSC e do CA e os demais serão distribuídos aos autores, aos parceiros do projeto e a interessados na temática. Além disso, já foram doados exemplares para todas as escolas municipais de Florianópolis, inclusive para outros países.

“As abelhas atraem a atenção, estimulam a curiosidade das crianças e são uma ótima ferramenta pedagógica. Além de despertarem a curiosidade e a conscientização ambiental, elas são fundamentais para a preservação do meio ambiente, produção de alimentos e a manutenção dos ecossistemas por meio da polinização”, diz a professora Mariza.

O Recanto das abelhas-sem-ferrão do Colégio de Aplicação (Foto: Divulgação)

O livro visa divulgar, de forma simples, alegre e descontraída, a importância das abelhas para a sociedade e o meio ambiente. Fruto de um trabalho realizado na escola usando as abelhas como referência, o projeto tornou-se uma aventura rica em informação e conhecimento estimulando o interesse das crianças pela ciência.

Conheça a obra e baixe sua versão digital clicando aqui.

Para conhecer o “Recanto das Abelhas-sem-ferrão”, montado no quintal do CA, acesse o link: https://www.youtube.com/watch?v=_QmMqEEAEsE e veja um vídeo produzido pela TV UFSC, antes da pandemia.

Tags: abelhasColégio de AplicaçãolivroMelUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina