O programa Inglês sem Fronteiras (IsF/UFSC) oferece novos cursos gratuitos a toda a comunidade da UFSC. O período de inscrições para as aulas no segundo semestre de 2016 é de 1º a 15 de agosto.
Informações e inscrições podem ser acessadas no site do programa.
O projeto de extensão Grupos de Conversação promove quatro encontros semanais, gratuitos e abertos à comunidade, com um idioma diferente a cada dia: francês (segunda-feira), italiano (terça-feira), inglês (quinta-feira) e espanhol (sexta-feira). Todos podem participar, indiferentemente do nível de proficiência: o objetivo é dividir conhecimento nesses idiomas.
As atividades, coordenadas pelo professor André Berri, são realizadas das 12h30 às 13h30, na sala 252 do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), de 15 de agosto a 25 de novembro. É possível ingressar a qualquer momento, durante o semestre – não há necessidade de inscrição.
Um programa da Gestão de Resíduos Sólidos da Prefeitura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) irá implantar cinco Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) de resíduos eletroeletrônicos não patrimoniados na UFSC, a partir de 2 de agosto.
Os PEVs serão instalados nos locais: hall do Centro Tecnológico (CTC), hall do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), Centro de Ciências Agrárias (CCA), Biblioteca Central (BC) e Colégio de Aplicação (CA). (mais…)
O Departamento de Desenvolvimento de Pessoas da UFSC comunica a publicação de edital nº 15 do concurso público para a carreira Técnico-Administrativa em Educação.
O edital oferta 148 vagas para diversos cargos, distribuídos entre os campi Florianópolis, Araranguá, Blumenau e Curitibanos.
A inscrição será efetuada somente via internet mediante o preenchimento de Requerimento de Inscrição constante no site http://015ddp2016.paginas.ufsc.br/, entre as 10h do dia 12 de julho e as 23h59 desta quarta-feira, 3 de agosto.
Josiane Tschucambang, estudante de Licenciatura Indígena, amamenta o filho Mõgjãg, de 1 ano e 7 meses, no Bosque do CFH. (Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC)
Todo ano, a Semana Mundial do Aleitamento Materno é celebrada de 1º a 7 de agosto em todo o mundo, com um tema central pertinente à prática da amamentação. Em 2016, a campanha internacional traz o tema “Objetivos do desenvolvimento sustentável e o aleitamento materno”, com eventos de capacitação planejados para profissionais da Saúde e mobilização social.
Em Santa Catarina, a programação da Semana inclui eventos de atualização para profissionais da Saúde, dos quais um será realizado no Hospital Universitário (HU) da UFSC, no dia 3 de agosto, quarta-feira, e uma série de “mamaços”, em várias cidades do estado, no dia 6 de agosto, sábado. A lista com as cidades e “mamaços” confirmados pode ser acessada aqui.
Em Florianópolis, “A Hora do Mamaço” acontece no Parque de Coqueiros, das 14h às 16h. Uma das organizadoras do evento, a consultora em amamentação, Caroline Scheuer, destaca que a proposta é reunir mães amamentando ao ar livre, reforçando, assim, a importância do aleitamento materno, em qualquer lugar. “O mamaço vem como forma de mostrar pra sociedade, de forma impactante, que as mães querem poder amamentar em público. É naturalizar a amamentação, que culturalmente é mostrada como algo reservado, mas que é muito natural. Vamos trazer o tema da sustentabilidade e programação variada para as mães, com roda de conversa, dança materna entre outras atividades”, ressalta Caroline. O evento e mais informações podem ser acessados no Facebook.
Amamentar em qualquer lugar é um direito assegurado por lei. Está em vigor desde junho deste ano a legislação estadual que pune com multa os estabelecimentos comerciais de Santa Catarina que impedirem mães de amamentar os filhos em suas dependências. Segundo a lei, se o estabelecimento descumprir a determinação, poderá ser penalizado com multas de R$ 2 mil a R$ 40 mil. Outro projeto de lei semelhante tramita no Congresso Nacional.
Amamentação e sustentabilidade
Renata Fontanella Sander, ex-aluna da UFSC, grávida de oito meses, amamenta Maria Clara, de 1 ano e 2 meses. (Foto: Pipo Quint/Agecom/UFSC)
A organização da Semana Mundial do Aleitamento Materno é de responsabilidade da Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar (Ibfan). A Ibfan aponta que, embora a amamentação não esteja entre os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), é impossível pensar no cumprimento de muitos deles sem o aleitamento materno.
Segundo o Ibfan, “o leite materno é o alimento mais acessível, seguro, completo e oportuno para bebês e crianças pequenas em qualquer situação socioeconômica, em qualquer lugar do mundo. Dessa forma, o aleitamento materno cabe praticamente em cada um dos objetivos, de forma direta ou indireta, pois, para que haja a erradicação da pobreza, é crucial a garantia do direito humano à alimentação adequada”.
“A amamentação tem inúmeras vantagens relacionadas ao tema sustentabilidade”, explica Marcia Del Castanhel, coordenadora do Comitê Municipal de Aleitamento Materno de Florianópolis, sobre o tema da Semana em 2016. “A amamentação é ecológica, pois ajuda a reduzir o consumo do leite de vaca, uso de plásticos e embalagens, prevenção e erradicação da fome e da violência. São muitos os benefícios para a sociedade que apoia a amamentação”, salienta.
A coordenadora destaca o papel do Brasil nas pesquisas e políticas públicas referentes ao apoio à amamentação. Ela indica dados levantados pelo pesquisador da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Cesar Gomes Victora, que publicou, em janeiro deste ano, dois artigos na revista britânica The Lancet sobre as tendências de indicadores de amamentação no mundo, os benefícios da amamentação, a importância das intervenções para estimular sua realização e duração, bem como os desafios para a promoção desse comportamento saudável.
Victora compara o leite materno a um “medicamento personalizado”, com diversas vantagens nutricionais, imunológicas, econômicas e ambientais. Em seus estudos, descobriu que as mortes de 823 mil crianças e 20 mil mães poderiam ser evitadas a cada ano com a universalização da amamentação, tendo como benefício adicional uma economia de 300 bilhões de dólares. Os artigos traduzidos para o português foram publicados pela revista A Epidemiologia e Serviços de Saúde, do Sistema Único de Saúde (SUS), e podem ser acessados aqui e aqui.
Amamentação na UFSC
Flávia Genovez Scoz, mestranda em Literatura, amamenta a filha Ana Liz, de 11 meses, na feirinha da UFSC. (Foto: Pipo Quint/Agecom/UFSC)
A secretária de Ações Afirmativas e Diversidades (Saad), Francis Tourinho, destaca que a UFSC, por meio do HU e do Centro de Ciências da Saúde (CCS), já atua fortemente no apoio ao aleitamento, e esse incentivo deve aumentar em breve, com a criação de uma sala de amamentação na UFSC. “Neste ano, em novembro, acontece o Encontro Nacional de Aleitamento Materno na UFSC, e queremos lançar, durante o evento, a primeira sala de amamentação da Universidade. Estamos buscando informações para montar esse espaço e para que ele seja de acolhimento às mães da UFSC. Existem normas e melhores práticas sobre isso, e estamos consultando especialistas de dentro e fora da Universidade para que seja um espaço ideal”, salienta a secretária.
Segundo Evanguelia Kotzias Atherino dos Santos, professora do Departamento de Enfermagem e presidente do Encontro Nacional de Aleitamento Materno, a sala de apoio à mulher trabalhadora e estudante que amamenta já é realidade em algumas universidades. Em Santa Catarina, foram implantadas na Eletrosul e na Maternidade Darci Vargas de Joinville. “Não é uma sala para a mulher amamentar privativamente. A mãe pode amamentar onde quiser. É um espaço para a mulher fazer a coleta do leite materno depois que volta ao trabalho ou aos estudos. Muitas mulheres fazem isso no banheiro, e não é apropriado e nem confortável”, explica Evanguelia.
A pesquisa de Vanessa Martinhago Borges Fernandes, que concluiu seu mestrado em 2015 na UFSC, aponta que a visão dos gestores em relação às salas e às políticas de apoio à amamentação são limitadas. Foram entrevistados 20 gestores de empresas públicas e privadas sobre o tema. A dissertação está disponível aqui.
A UFSC também conta com a Central de Incentivo ao Aleitamento Materno (Ciam), localizada na Maternidade do HU. A Ciam é um dos centros de referência em amamentação de Santa Catarina e oferece cursos e atendimento individual, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. Entre os serviços disponíveis estão orientações quanto à pega correta, saúde do seio, cuidados e ordenha. A Ciam também promove anualmente um curso de Manejo e Promoção do Aleitamento Materno para os estudantes e profissionais da UFSC que atendem a mulher e o bebê. Esse curso também é extensível às unidades básicas de saúde da Prefeitura de Florianópolis e do Estado de Santa Catarina.
“Vocês conhecem o ‘Pókemon Go’ (jogo de realidade aumentada para smartphones, que faz as pessoas saírem caçando monstrinhos imaginários)? Nós fazemos a mesma coisa com fungos, só que a gente traz para o laboratório e estuda”, brinca Maria Alice Neves, professora do Programa de Pós-Graduação em Biologia de Fungos, Algas e Plantas e do Departamento de Botânica, e uma das responsáveis pelo Laboratório de Micologia (Micolab) da UFSC. E foi assim, fazendo coletas e análises, que pesquisadores do Micolab encontraram cinco novas espécies de fungos. As descobertas, feitas entre 2011 e 2014 em várias regiões do Brasil, foram publicadas neste ano pela revista científica Phytotaxa. (mais…)
O reitor da UFSC, Luiz Cancellier, acompanhado do secretário de Segurança Institucional, Leandro Luiz de Oliveira, e do diretor geral do gabinete, Álvaro Lezana, recebeu, na tarde desta quarta feira, 27 de julho, os comandantes da 1ª Região Militar, coronel PM Renato Cruz Junior, e do 4º Batalhão de PM, tenente-coronel PM Marcelo Pontes. A audiência já havia sido marcada há algumas semanas e teve como um dos pontos centrais as ações relativas à determinação recente do Ministério Público Federal quanto à realização de festas e eventos não autorizados.
Encontro na Reitoria. Foto: Divulgação
Conforme o documento do procurador Carlos Augusto de Amorim Dutra, a UFSC deve “exercer controle mais rigoroso quando da constatação da realização de festas/eventos não autorizados no interior do campus, inclusive com solicitação de auxílio policial”.
No documento o procurador faz menção, também, às “diversas medidas que vêm sendo adotadas pela administração da Universidade Federal de Santa Catarina para reforçar a segurança da comunidade universitária”. O secretário de Segurança Institucional, Leandro Luiz de Oliveira, apresentou no encontro com os representantes da PM alguns dados, como a ampliação no número de câmeras de monitoramento, a poda de árvores e ajustes de luminárias para ampliar as áreas de iluminação e a restrição à descarga de bebidas, dirigidas a eventos e festas não autorizadas, que já têm reduzido o número de ocorrências.
Os oficiais da Polícia Militar reiteraram, durante o encontro com o reitor, a disposição de atender quaisquer ocorrências relativas a eventos e festas que não tenham sido autorizadas, nos limites da atribuição constitucional da PM.
Para Leandro, “a parceria e o diálogo com a PM e outros atores públicos da área de segurança têm permitido que a UFSC mostre à sociedade catarinense e à comunidade interna que segurança e tranquilidade no campus são prioridade”.
Atividade conduzida na Clínica Escola de Fonoaudiologia da UFSC. (Foto: Pipo Quint/Agecom/UFSC)
A Clínica Escola de Fonoaudiologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que existe há cerca de três anos, já avaliou a audição de mais de 1.100 pacientes, e atendeu 1.176 pessoas em terapia fonoaudiológica. Circulam pela clínica cerca de 200 pessoas por dia, sendo estudantes, estagiários e professores, além de pacientes de todas as faixas etárias.
Com foco em atividades de ensino, a clínica oferece aulas práticas e estágios para os alunos do curso, que realizam avaliação e terapia nas áreas de linguagem oral e escrita, voz, motricidade orofacial, disfagia e audiologia. As atividades, supervisionadas por professores, fazem parte da carga horária regular da formação acadêmica.
“Temos uma demanda bastante grande. A clínica atende a comunidade em uma série de serviços, mas o nosso foco é o ensino”, explica a coordenadora da Clínica Escola, Angela Ruviaro Busanello-Stella. “Somos mais procurados especialmente para atendimentos em crianças e avaliações que a rede pública de saúde não cobre, como a Avaliação do Processamento Auditivo Central. Para esse serviço temos uma busca imensa, tanto que tivemos que fechar para novas inscrições para podermos dar conta da demanda dos que já estavam inscritos”, salienta. (mais…)
O Restaurante Universitário (RU) do campus Reitor João David Ferreira Lima, localizado no bairro da Trindade, em Florianópolis, estará fechado neste sábado e domingo, dias 30 e 31 de julho para a realização de desinsetização periódica. A atividade atende à legislação vigente e demanda a interrupção temporária dos serviços.
Mais informações:Restaurante Universitário – (48) 3721 – 8226 – ru@contato.ufsc.br
O Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha foi comemorado na UFSC com oficinas, mesa-redonda e exposições. O evento foi promovido pela Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades (Saad), no dia 21 de julho, quinta-feira. Confira a reportagem.
Confira fotos do evento:
Fotos: Henrique Almeida/Agecom/UFSC e Jair Quint/Agecom/UFSC
O Núcleo de Ética e Filosofia Política (Néfipo) e o programa de pós-graduação em Filosofia (PPGFil) da UFSC promovem, nos dias 25 e 26 de agosto, o “I Colóquio Emoções: intersecções em filosofia moral e política”. O evento é dedicado ao estudo das emoções e seu papel dentro dos debates atuais em filosofia moral e política.
Sobre o Colóquio
As emoções pontuam quase todos os momentos significativos em nossas vidas, mas sua natureza, causas e consequências estão entre os aspectos menos compreendidos da experiência humana. Nas últimas décadas, surge um interesse cada vez maior no tema por especialistas de vários campos. O Colóquio visa promover o estudo filosófico de emoções, proporcionando um fórum para a troca de pontos de vista, de modo a aumentar a interação e colaboração entre os seus membros. O evento pretende inaugurar um prolífico debate sobre as emoções, bem como aproximar as principais pesquisas sobre tema no Brasil.
A Moradia Estudantil da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) passa por reformas no Módulo III durante as próximas semanas. O espaço recebe pintura interna e obras de manutenção. A intenção é finalizar as reformas antes do início do próximo semestre.
O Módulo III é um anexo da Moradia Estudantil com capacidade para cerca de 40 estudantes. O pró-reitor de Assuntos Estudantis, Pedro Luiz Manique Barreto, explica que o espaço é usado para o Programa de Apoio Emergencial de Permanência (Paep) e por estudantes do curso de Licenciatura em Educação do Campo, curso de graduação regular da UFSC, que funciona em regime de alternância. O novo edital do programa, que atende exclusivamente calouros, será lançado na próxima semana, e contempla 24 vagas de moradia temporária. Além do alojamento, o edital oferece uma bolsa única de R$ 615,00 aos estudantes que não forem selecionados para ocupar o Módulo III. “É um apoio emergencial ao estudante que não tem uma referência na cidade, para que não fiquem sem qualquer tipo de auxílio”, acrescenta Barreto. (mais…)
Mobilidade urbana foi o tema escolhido para o primeiro debate da série “Construindo Pontes”, promovido pela Rede Minha Floripa, na quinta-feira, 21 de junho. No encontro, o palestrante convidado, professor Werner Kraus — do departamento de Automação e Sistemas (DAS/UFSC) e coordenador do Observatório da Mobilidade Urbana —, ressaltou a importância da participação popular para a consolidação de políticas públicas: “Até que nossas demandas se concretizem, será preciso muita mobilização. O desafio político que está posto é conseguir que a população faça acontecer.” Nesse contexto, ele justificou o papel da atuação em conjunto, em referência à proposta do movimento Minha Floripa (ver abaixo): “Nesse momento histórico que estamos vivendo é crucial a constituição e consolidação dessa rede.”
O professor optou por abordar, prioritariamente, questões relativas ao transporte público: “Escolhi falar especificamente de transporte coletivo, em vez de mobilidade. Mobilidade é algo mais amplo, que envolve uso e ocupação do solo, plano diretor urbano etc. Também gostaria de falar de bicicleta, ciclovias e do pedestre. Mas o tema ‘transporte coletivo’ é urgente e precisa ser pautado.” Werner apresentou gráficos com os atuais sistemas municipais e intermunicipal de transporte da região metropolitana de Florianópolis, indicando linhas de ônibus que “existem mas tem baixa frequência”: “Os sistemas municipais das cidades conurbadas não conversam entre si. Alguns itinerários estão previstos, mas funcionam precariamente.” A malha intermunicipal, por sua vez, “não adentra na ilha, ficando restrita à região do aterro da Baía Sul. Há um desestímulo muito grande para quem mora no continente vir à ilha por transporte coletivo”. (mais…)
O Conselho Universitário (CUn) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) aprovou, nas sessões especiais realizadas na última quarta-feira, 20, em Florianópolis, as concessões do título de Professor Emérito ao professor Teodoro Rogério Vahl, do Departamento de Ciências da Administração do Centro Socioeconômico (CSE), à professora Ingrid Elsen, do Departamento de Enfermagem do Centro de Ciências da Saúde (CCS), e ao professor Selvino José Assmann, do Departamento de Filosofia do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). Durante a sessão, foram lidos pareceres com o histórico e a importância do trabalho dos indicados.
Iniciando as atividades na UFSC em 1964 como servidor técnico-administrativo, Teodoro Rogério Vahl atuou em inúmeras chefias intermediárias em departamentos da Universidade. Seu trabalho como Professor Titular ocorreu entre 1970 a 1975, lecionando nos cursos de Graduação e Pós-Graduação do Departamento de Ciências da Administração. O professor foi homenageado com diplomas, medalhas e honrarias, pela Câmara de Vereadores de Florianópolis, pelo Governo do Estado de Santa Catarina e pela Marinha do Brasil, além de representar ativamente a UFSC em congressos, cursos e palestras nos cenários nacionais e internacionais. O parecer completo pode ser lido aqui. (mais…)
A Secretaria de Educação a Distância (Sead) da UFSC reuniu representantes de polos, cursos e prefeituras na quinta-feira, 21 de julho, para discutir a diminuição da oferta de cursos da Universidade Aberta do Brasil. Segundo a projeção da UFSC, em vez de 1,5 mil vagas necessárias para a manutenção da oferta regular, o Ministério da Educação autorizou o ingresso de 370 estudantes no vestibular, com redução dos recursos disponíveis por aluno. No final do encontrou, uma carta de apoio foi proposta para fazer os pedidos de revisão em Brasília.
Representantes da UFSC e prefeituras participaram de reunião. Foto: Caetano Machado/Agecom/UFSC
O reitor da UFSC, Luis Cancellier, abriu o encontro e defendeu a necessidade de uma união das partes para reverter a situação. “Não queremos que (a educação a distância na UFSC) caia por terra. Vamos sair desta dificuldade de momento, mas precisamos que prefeitos e secretários de educação utilizem seu capital político, entrem em contato com deputados e senadores, para que busquem audiências no ministério da Educação. Estas pessoas têm que entender que estamos em situação de pânico”.
O secretário de Educação a Distância, Marcos Dalmau, iniciou sua apresentação com detalhes da participação da UFSC na Universidade Aberta do Brasil. Dirigindo-se aos representantes de prefeituras envolvidas no programa, Dalmau ressaltou que a UFSC quer “mostrar transparência nas ações institucionais e padronizar as informações para que possamos fazer esta articulação conjunta”. Ele ressaltou que as dificuldades não são apenas da UFSC, mas também de todas as universidades federais brasileiras. “O papel da universidade é formar alunos, mas precisamos que os gestores públicos entendam a dificuldade que estamos passando”.
O coordenador de Projetos da Sead, Rogério da Silva Nunes, mostrou as pendências institucionais para o funcionamento dos cursos. Ele lembrou a instabilidade gerada em 2015, quando a Capes cortou o custeio em 80% e o número de bolsas em 30% – o início do semestre foi atrasado até que os recursos fossem destinados à UFSC. “Para 2016, o valor será menor do que em 2015. Ninguém tem ideia de como vai ser o repasse de recursos para 2017. Qual a garantia que teremos para os próximos cinco anos?”, questionou. De acordo com os números apresentados por Rogério, a UFSC não recebeu R$ 4,958 milhões em convênios firmados com a UAB desde 2013.
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) instituiu seu Programa de Ações Afirmativas em 2008, por meio do Conselho Universitário (CUn), antes mesmo que o Congresso Nacional aprovasse a Lei nº 12.711/2012, que torna obrigatória a reserva de vagas para estudantes de escolas públicas em todas as instituições de ensino federais (escolas técnicas, institutos e universidades). Atualmente, mais de 50% das vagas de graduação da UFSC são reservadas para políticas de ações afirmativas. Mais recentemente, em 2014, foi aprovada a Lei nº 12.990/2014, que reserva aos negros 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos federais. Ainda assim, as ações afirmativas continuam sendo objeto de polêmicas e debates.
Perguntamos à coordenadora de Relações Étnico-Raciais da Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades da UFSC (Saad), Célia Passos, e ao diretor de Ações Afirmativas da Saad, Marcelo Tragtenberg uma série de questões a respeito. Confira. (mais…)
O ministro da Educação, José Mendonça Filho, visitou a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) nesta terça-feira, 19 de julho, para a assinatura de um termo de liberação de recursos para a Universidade da ordem de R$ 14,75 milhões. Os recursos serão destinados à conclusão do Bloco Administrativo do Centro Socioeconômico (CSE) e para o pagamento de dívidas de custeio da UFSC. Trata-se de recursos já previstos no orçamento da UFSC que estavam sem previsão de liberação.
O ministro foi recebido pelo reitor Luis Cancellier e vice-reitora Alacoque Lorenzini, além de pró-reitores, secretários e diretores da Administração Central. Após visitar as obras do CSE, Mendonça Filho reuniu-se com a equipe da UFSC na Sala dos Conselhos para a assinatura do termo. Na solenidade, ressaltou a necessidade do diálogo na gestão pública e salientou o papel da reitoria na liberação dos recursos. “Houve proatividade e iniciativa da UFSC, que nos procurou logo no início da nossa gestão, colocando a necessidade de apoio”, ressaltou o ministro.
“Reafirmo meu compromisso e garantirei a oferta de respostas adequadas a qualquer reitor que queira trabalhar com o MEC para fortalecer a educação do Brasil, independente de posicionamento político. A única posição política que posso consagrar no ambiente da educação é a de fortalecimento da educação. Quando todos se unem em favor de uma única causa, quem ganha é a população”, frisou Mendonça Filho. “Tenham certeza de que a UFSC terá, no MEC, o respaldo necessário para que continue e amplie sua expressiva respeitabilidade na educação pública brasileira”, afirmou.
Foto: Rafael Carvalho/Ascom/MEC
Cancellier manifestou agradecimento da Universidade ao ministro, reforçando parceria com o MEC pelo propósito de fortalecer a UFSC. “A vinda do ministro é resultado de uma jornada nos últimos 60 dias para tentar equacionar a situação financeira da universidade. Os repasses mensais melhoraram consideravelmente, mas as dívidas de 2015 nos incomodavam. Encontramos uma receptividade junto ao MEC para as questões de saneamento financeiro e para programar a conclusão das obras. E por isso só temos a agradecer. Esperamos que essa relação continue para que possamos fazer muito mais pela Universidade. Temos muitas demandas ainda a atender, deixamos no MEC um documento extenso, que fala da permanência, bolsas, contratação de docentes e técnicos-administrativos em Educação, e as obras. É uma vitória da Universidade”, declarou o reitor.
Mendonça Filho chegou acompanhado do secretário da Educação Superior (Sesu), Paulo Barone, e do secretário Estadual de Educação de Santa Catarina, Eduardo Deschamps. Barone continuou na UFSC durante toda a tarde, em reuniões de trabalho com a Administração Central.
Esta foi a primeira visita oficial do atual ministro da Educação a uma universidade federal. A maioria dos recursos, o limite de empenho no valor de R$ 11 milhões, chegará aos cofres da UFSC até o início da próxima semana e será aplicado no custeio da Universidade, no pagamento de dívidas relativas a 2015 em serviços terceirizados de limpeza e conservação e de energia elétrica. O valor restante, R$ 3,75 milhões, será aplicado na conclusão do prédio administrativo do CSE.
Mayra Cajueiro Warren Jornalista da Agecom / UFSC mayra.cajueiro@ufsc.br
O Programa de Pós-graduação em Filosofia (PPGFil) promove, no dia 10 de agosto, quarta-feira, o “I Seminário Brasileiro do Altruísmo Eficaz: desafios e perspectivas”. O evento, que abordará os conceitos de Altruísmo Eficaz e Ética Prática, começa às 14h, no auditório do CFH.
Na mesa de abertura, o professor Delamar José Volpato Dutra apresentará uma introdução à filosofia de Peter Singer. A seguir, Celso Vieira, coordenador do grupo The Life You Can Save em Belo Horizonte (MG), dará continuidade ao tema abordando “o célebre argumento de Peter Singer em favor da obrigação moral de ajudar as pessoas em situação de pobreza extrema”.
O próximo palestrante convidado será Leo Arruda, co-diretor do Instituto Ética, Racionalidade e Futuro da Humanidade (IERFH). Ele explica que a ideia de Altruísmo Eficaz deu origem a um movimento que hoje envolve milhares de pessoas em diversas partes do mundo: “As pessoas que constroem esse movimento almejam e se dedicam ao ideal de transformar o mundo por meio de iniciativas de alto impacto. Apresentarei a origem do Altruísmo Eficaz e as atividades desenvolvidas no Brasil e no mundo”.
A Exposição “Ensaio Fotográfico: A Beleza de Nossos Corpos Negros”, projeto Dossiê Kurima – Estética Negra, será aberta nesta segunda-feira, dia 18, às 14h, nos espaços de exposições, piso térreo do Centro de Cultura e Eventos da UFSC. As visitações ficam abertas até 4 de agosto.
A coordenação geral da exposição é de Roberta Lira, com fotografia de Diana Souza e realização do Coletivo Kurima (Kurima Bantu). A Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SeCArte) patrocina e apoia o evento, que já esteve exposta no Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC durante duas semanas em dezembro de 2015; na Biblioteca Central da UFSC de abril a julho de 2016; durante o III Congresso Internacional de Professores das Línguas Oficiais do Mercosul (CIPLON) em junho de 2016; e no 1º Encontro de Relações Étnico Raciais (ERER), da Lei 10.639, no Centro Integrado de Cultura (CIC).
Estão disponíveis visitações monitoradas da exposição e biblioteca para escolas e grupos.
Na quarta-feira, 13 de julho, ocorreu a sétima e última conferência do seminário Dimensões Estéticas da Formação Humana. Com o título “A natalidade como possibilidade de amor mundi – humanismo e formação em Hannah Arendt”, a aula foi ministrada pela professora Daiane Eccel, do departamento de Estudos Especializados em Educação (EED) da UFSC. “Hannah Arendt não é uma pensadora específica da educação, mas ela faz um bom diagnóstico de época — a modernidade —, sobre a atual crise na educação. Minha proposta é pensar em que medida a ideia de amor mundi, relacionada à natalidade, pode ajudar a refletir sobre essa crise”, explica Daiane.
A professora iniciou a conferência diferenciando os conceitos de amor e amor mundi – que, segundo ela, não está explícito na obra de Hannah Arendt: “O conceito amor mundi aparece disperso, não há nenhuma referência clara e direta sobre ele.” Daiane destacou as duras críticas da filósofa alemã à ideia de amor ao próximo. “Para ela, quando o cristão tem a pretensão de amar a todos, ele não ama ninguém. Não é possível amar ao próximo como a ti mesmo. No cristianismo, ‘o próximo’ é só um meio para chegarmos a um fim. Isso, para Arendt, não é amor, é uma espécie de deturpação do amor.”
Hannah Arendt também critica a ideia de amor romântico: “A pessoa retira-se do mundo para construir um outro mundo, junto da pessoa amada. O amor romântico, portanto, é um ‘egoísmo a dois’. Mas esse amor também gera uma contribuição ao mundo, uma nova possibilidade, que é uma criança.” Daiane seguiu discorrendo sobre a relação do conceito de amor mundi com a natalidade, que seria o “segundo nascimento”.
O primeiro nascimento, o biológico, envolve apenas as necessidades essenciais para a sobrevivência. “Para o segundo nascimento acontecer, é necessário uma preparação. É aí que entra o papel da educação, da formação. Hannah Arendt afirma que a educação deve se dar na passagem do primeiro nascimento para o segundo nascimento. É nesse meio onde operam os pais e a escola”, expôs Daiane.
A professora discursou também sobre a interdependência entre democracia e educação. “O primeiro nascimento está na esfera do lar, da necessidade. O segundo nascimento, na esfera pública, da liberdade. Todos devem ter acesso a determinado conteúdo, para então estar preparado para agir sobre o mundo.” Na modernidade há problemas na transição entre esses dois momentos. A crise na educação, segundo Hannah Arendt, tem a ver com essa passagem mal feita.
Daiane explicou que, quando o processo educacional não possibilita o segundo nascimento, ele é julgado como falho. “O indivíduo pode escolher se vai ou não agir na esfera pública, mas ele deve ter as ferramentas para isso. O amor mundi não é um sentimento privado. Ele é externo, está completamente ligado à esfera pública. É a responsabilidade que todos temos com as próximas gerações”, finaliza a pesquisadora.
Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC
Seminário
Coordenado pela professora Marlene de Souza Dozol, o seminário teve por objetivo discutir a relação da estética com a formação humana. “Abordamos as categorias estéticas que marcam cada momento da História. Passamos pela Grécia, Roma, Idade Média, Renascimento, séculos XVIII, XIX, XX. Para cada período, escolhemos um pensador que tratou, de alguma forma, de filosofia da educação”, explica Marlene. Montaigne, Jean-Jacques Rousseau e Hegel foram alguns dos autores escolhidos.
Um aspecto positivo do seminário, segundo a coordenadora, foi a oportunidade de valorizar as pesquisas de professores da própria universidade. “Os conferencistas convidados eram todos da UFSC. Foi possível conhecer a riqueza de seus trabalhos, os talentos que temos aqui e o quanto cada um tem a contribuir em diferentes campos de saber.” Cerca de 40 estudantes participaram do evento, oriundos da graduação e pós-graduação de diversos departamentos da UFSC: Filosofia, Letras, Sociologia, Pedagogia, Direito, Biologia, entre outros.
Nesta sexta-feira, 15 de julho, às 18h30, ocorre a última atividade do seminário. Integrantes do grupo de estudos “Estética e Educação” apresentarão suas pesquisas na sala 618 do PPGE, 2º andar do Centro de Ciências da Educação (CED). Confira os trabalhos:
Título
Autora
“A noção de uma cultura da juventude romântica em Walter Benjamin”
Interessados no conteúdo das conferências podem acessar toda a bibliografia indicada pelos professores na xerox do CFH, na pasta com o título “Dimensões Estéticas da formação humana”. A segunda edição do seminário está prevista para o primeiro semestre de 2017.
Grupo de estudos
“Nosso grupo tem um perfil plural, aberto em termos de perspectivas e pensadores. Essa é nossa marca registrada”, afirma Marlene. O grupo de estudos “Estética e Educação” está aberto a novos integrantes interessados na área. As reuniões são quinzenais e a agenda de estudos e pesquisa é definida a cada início de semestre. São escolhidas obras que estabeleçam um diálogo da filosofia da educação com outras áreas, como a literatura, pintura, música.
“Nos encontros, há um amadurecimento de ideias que, muitas vezes, resultam em publicações. Também aproveitamos para aprimorar a produção textual, promovendo oficinas de escrita científica”, afirma Marlene. Os principais autores que vêm sendo estudados são Hannah Arendt, Jean-Jacques Rousseau e Walter Benjamin.
Pesquisadores do projeto Monitoramento da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo e Entorno (MAArE/UFSC), avistaram, em saídas de campo nos dias 16 e 17 de junho, duas baleias e dois grupos de golfinhos. O objetivo da expedição era coletar dados físicos da água, como temperatura, salinidade, fluorescência e visibilidade ao longo de 23 estações de coleta na Reserva Biológica Marinha do Arvoredo (ReBioMar) e seu entorno.
No dia 16 foram avistados dois grupos de botos-da-tainha ou nariz-de-garrafa, como são popularmente conhecidos os espécimes de Tursiops truncatus. Os grupos, compostos por aproximadamente 20 indivíduos cada, foram avistados no perímetro da ReBioMar do Arvoredo e entorno, entre a Ilha Galé e a Ilha do Macuco (ver mapas). No mesmo dia foi avistada uma baleia jubarte (Megaptera novaeangliae), entre a Ilha Deserta e a Ilha do Arvoredo.
No dia 17 foi avistada outra baleia jubarte entre a ReBioMar do Arvoredo e a porção sul da baía do Rio Tijucas. “A equipe, a princípio, ficou em dúvida em relação à espécie, pois avistamentos de jubarte não são muito frequentes nesta região. Baleia-franca (Eubalaena australis) e minke (Balaenoptera bonaerensis) são mais comuns na área monitorada pelo projeto”, relata Alejandro Donnangelo, pesquisador responsável pelo embarque.
O professor Paulo César de Azevedo Simões Lopes, do departamento de Ecologia e Zoologia (ECZ), confirmou que os animais avistados eram da espécie jubarte: “São claramente jubartes de pequeno porte, entre 8 e 10 metros de comprimento, provavelmente perdidas de seu grupo. Esses animais se afastam da costa em Cabo Frio (RJ) e vão para alto mar até a Antártica à procura de alimento”.
Mapa: Alejandro Donnangelo
Foto: Alejandro Donnangelo
O professor explica que, em 32 anos de monitoramento no litoral catarinense, apenas duas jubartes foram avistadas em Santa Catarina. “Em 2014 houve o terceiro caso. Mas em 2015, excepcionalmente, foram avistadas 16 jubartes próximas à costa de Santa Catarina. Não sabemos ainda o que está acontecendo, mas os avistamentos desta expedição com certeza está relacionado com o que ocorreu ano passado”, alerta.
Fonte: Alejandro Donnangelo
O mais comum nesta época do ano é o aparecimento de baleias-francas. Em agosto de 2014, a equipe do projeto MAArE resgatou uma baleia e seu filhote presos em redes de pesca, a cerca de 1 km da praia da Lagoinha, norte de Florianópolis. Parece haver um aumento de baleias jubarte no nosso litoral. Segundo uma das coordenadoras do projeto MAArE, Bárbara Segal Ramos, a presença de jubartes, francas, minkes e golfinhos traz esperanças em relação ao quanto ainda é possível contribuir para a conservação dessas fantásticas formas de vida, que já estiveram quase extintas. “Nesse sentido, monitorar e trabalhar em conjunto para garantir a boa qualidade da água no nosso litoral é de grande importância para mantermos o ambiente saudável para todos nós”, afirma.
Mais informações: contatomaare@gmail.com | 48 3721-6160 / 48 37216430 | site
Texto de Diego Melo Arruda Rodrigues (Projeto de Monitoramento Ambiental da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo e Entorno)
A Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promoveu o encontro “Discutindo a Extensão na UFSC”, nesta quarta-feira, 13 de julho, no auditório Henrique Fontes do Centro de Comunicação e Expressão (CCE). Entre os participantes estavam os coordenadores de extensão de centros de ensino da UFSC, que apresentaram as principais ações e um panorama da atuação de cada setor. O painel de abertura contou com a participação do reitor da UFSC, Luis Cancellier.
Representante do Centro de Araranguá apresenta ações. Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC
Entre as discussões, estavam a necessidade de mais recursos e alternativas para o financiamento dos projetos e de uma divulgação mais detalhada sobre o conceito de extensão – os professores relataram muitas dúvidas sobre a definição de um projeto como de ensino, pesquisa ou extensão. Na apresentação do Centro Socioeconômico, foram solicitados mais periódicos de divulgação das atividades de extensão. Entre as necessidades do Centro de Desportos, estava a ampliação do número de bolsas para atender o número de projetos gratuitos que atendem a comunidade.
O Pró-Reitor de Extensão, Rogério Cid Bastos, destacou a “discussão intensa e de alto nível” e que encontros como este servem como mecanismo para internalizar a extensão na UFSC, ampliando o bom relacionamento com a sociedade.
É comum que nos dias de hoje jovens universitários não tenham o hábito de cozinhar. Condições financeiras, falta de equipamentos e utensílios, de tempo, de habilidades ou insegurança na cozinha são barreiras que impedem os estudantes de preparar suas refeições. Além disso, estudos mostram uma mudança nos hábitos alimentares de jovens que saem da casa dos pais ao entrar na faculdade, pois passam a fazer refeições com baixo valor nutricional, principalmente comidas industrializadas, prejudiciais pelo excesso de açúcar, sódio, gordura e conservantes.
Oficina no dia 27 de junho no Laboratório de Técnica Dietética (CCS). Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC
Com o objetivo de incentivar a prática culinária e ensinar técnicas de cozinha aos estudantes que moram sozinhos, as doutorandas do Programa de Pós-Graduação em Nutrição da UFSC, Greyce Luci Bernardo e Manuela Mika Jomori, com orientação da professora Rossana Pacheco da Costa Proença, conduziram oficinas de culinária com alunos da Universidade. O projeto é parte da tese de Greyce que, por meio das oficinas, pretende melhorar as práticas alimentares dos estudantes e avaliar a influência da intervenção no costume de cozinhar e consumir alimentos saudáveis. (mais…)
O Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia (DPAE) da UFSC planeja a aquisição de três elevadores e uma plataforma para locais de difícil acesso a pessoas com deficiência física no Campus Florianópolis, bairro Trindade. Os equipamentos já passaram pela fase de orçamento e estão sendo atribuídos no termo de referência, necessário para a licitação, juntamente com a Secretaria de Obras, Manutenção e Ambiente da Universidade. O Departamento estima que a licitação seja aberta em até seis meses.
Os elevadores serão instalados no Centro Tecnológico (CTC), na Engenharia de Produção, na Engenharia Sanitária e no Laboratório de Microscopia Eletrônica. A plataforma elevatória será colocada no Hospital Universitário (HU). Os projetos atuais em desenvolvimento incluem também a adequação de acessibilidade e segurança das edificações do Colégio de Aplicação (CA). A demanda está prevista para ser concluída até o ano que vem.
Com uma equipe de cinco arquitetos para a parte de projetos, o DPAE ainda não possui autonomia para se antecipar em relação às necessidades estruturais dos centros de ensino, atendendo às demandas apenas quando solicitadas. Entretanto, todos os projetos novos para a UFSC já possuem estruturação adequada para pessoas com deficiência física, incluindo rampas de acesso, elevadores e pisos táteis. (mais…)
O grupo de pesquisa Significação da Marca, Informação e Comunicação Organizacional (Sigmo) promove, nesta quinta-fera, dia 14, às 16h, a palestra Gêneros, Marca a Cidade, no Auditório Henrique Fontes, no Centro de Comunicação e Expressão (CCE). O evento é uma das atividades prévias ao Seminário de Comunicação da Marca (Sicom), que acontece em outubro deste ano.
A palestrante, Juliana Cavilha, é professora e pesquisadora graduada em Ciências Sociais (1996), com mestrado (2002) e doutorado (2010) em Antropologia Social pela UFSC, e estágio na Ècole des Hautes Etudes en Sciences Sociales na França.
Serviço
Quando: 14 de julho, quinta-feira, às 16h
Onde: Auditório Henrique Fontes – CCE
Mais informações: Site do III Sicom Evento no Facebook
A Biblioteca Central da UFSC terá cinco exposições culturais ocupando seu espaço nos próximos dias. Confira as datas de duração de cada uma e clique nos links para saber mais. Mais informações no https://portal.bu.ufsc.br/. O horário[...]
A Agência de Comunicação da Universidade Federal de Santa Catarina é o setor responsável pela atualização de notícias no site da UFSC. Para solicitar uma divulgação, acesse o site.