Lançada cartilha sobre rede de atenção e serviços de Florianópolis

19/04/2017 14:00

cartilha1

O Serviço de Psicologia Educacional da Coordenadoria de Assistência Estudantil (CoAEs) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) elaborou uma cartilha sobre a rede de atenção e serviços de Florianópolis com o objetivo de orientar os estudantes a respeito de serviços, ações e projetos nas áreas da saúde, assistência social, lazer, arte e cultura, oportunidades de estágio e emprego, assim como outros serviços que possam contribuir para o bem-estar.

A cartilha poderá auxiliar estudantes calouros e os alunos que  advindos de outros municípios. A proposta é que a iniciativa contribua, ainda, para a atuação dos coordenadores de curso, que são um canal de comunicação com os estudantes e fonte de acolhimento e orientação. A CoAEs é vinculada à Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae).

O trabalho desenvolvido na UFSC não foi o foco da cartilha. No entanto, há projetos, ações e serviços ofertados na Universidade e que podem ser acessados de forma gratuita. Mais informações no site estrutura.ufsc.br/servicos-gratuitos/.

A cartilha está disponível aqui.

 

 

 

Tags: atençãocalouroscartilhaCoAESestudantesFlorianópolisPRAEredeserviçosUFSC

UFSC coordena Rede Nacional de Pesquisa em Biodiversidade Marinha

02/08/2011 17:32
Todos os núcleos têm laboratórios, embarcações, equipamentos de mergulho e coleta

Todos os núcleos têm laboratórios, embarcações, equipamentos de mergulho e coleta

O Brasil é um dos países que menos conhece e protege sua biodiversidade marinha. Isso não decorre da falta de pesquisadores qualificados na área, mas principalmente da desarticulação entre eles. Integrar mais de 25 projetos de pesquisa e extensão mediante a Rede Nacional de Pesquisa em Biodiversidade Marinha é uma das metas de um projeto apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc).

A rede consolida esforços regionais iniciados há mais de uma década, permitindo que grupos de pesquisa atuem de forma harmônica e padronizada. Ela é constituída por três núcleos principais – no sul, sudeste e nordeste – e abarcará oito universidades, sejam federais ou estaduais. Todos os núcleos têm laboratórios, embarcações, equipamentos de mergulho e coleta, muitos deles comprados com recursos do edital Sistema Nacional de Pesquisa em Biodiversidade (Sisbiota), lançado pela Fundação em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia, por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Ao longo de três anos, devem ser aplicados os quase R$3 milhões – para ser exato, R$ 2.719.114,35 – a serem repassados pelo Sisbiota a quatro projetos coordenados por instituições catarinenses, entre eles a Rede Nacional de Pesquisa em Biodiversidade Marinha, cuja principal executora é a UFSC. Até dezembro, será lançado o Portal Nacional da Biodiversidade Marinha, que vai divulgar os resultados de 25 projetos da rede. “O portal está sendo desenvolvido e contará com informações sobre o projeto, o seu andamento e muitas fotografias das expedições ao longo da costa brasileira e ilhas oceânicas”, diz o coordenador da rede, professor. Sergio R. Floeter, do Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC.

Remédios que vêm do mar

Outros objetivos da rede incluem conhecer o potencial farmacológico dos biomas marinhos do litoral sul e dar suporte científico a estratégias de conservação da biodiversidade marinha nacional. O Mar Territorial Brasileiro e a Zona Econômica Exclusiva do Brasil somam quase 4,5 milhões de quilômetros quadrados, o equivalente a mais da metade da superfície do país. O litoral concentra 70% da população e dá sustento a muitas famílias, porém a pesca excessiva e as mudanças climáticas ameaçam extinguir algumas espécies.

Ironicamente, o Brasil foi o primeiro a assinar a Convenção sobre Diversidade Biológica e formulou o Plano Nacional de Áreas Protegidas, para reduzir a taxa de perda de biodiversidade em áreas marinhas até 2012. A constituição da Rede Nacional em 2011 e os recursos do Sisbiota assegurados pelo CNPq e pela Fapesc até 2013 tornam esta missão mais possível.

A primeira parcela, de R$50 mil, viabilizou a primeira reunião de trabalho da rede, em maio, durante o III Congresso Brasileiro de Biologia Marinha, em Natal (RN). “Foi um sucesso. Teve mais de 25 participantes, entre professores, pesquisadores e alunos de graduação e pós-graduação”, afirma o Prof. Floeter. Em agosto, a Fapesc deve liberar recursos para garantir a continuidade do projeto

Informações adicionais com o  professor Sergio R. Floeter, pelo e-mail .

Por Heloísa Dallanhol/ Jornalista na Fapesc

Tags: biodiversidade marinhaFapescredesisbiota