UFSC na Mídia: Curta pensado no Neti, da UFSC, fala sobre adoção, deficiência e amor

27/08/2016 12:06

 

(Foto: Daniel Queiroz/ND)

(Foto: Daniel Queiroz/ND)

Mônica Siedler fez seu primeiro roteiro baseado na história real que vive com a filha de 28 anos

A socióloga do Neti (Núcleo de Estudos da Terceira Idade), da UFSC, e coordenadora do projeto Cinedebate em Gerontologia, Mônica Joesting Siedler, 60, está colocando em prática o primeiro roteiro de cinema da sua vida, e para ela em particular, ele tem um peso especial.

O curta-metragem “Ana e Gerth”, previsto para ser lançado até outubro, contará a história de duas amigas que se reencontraram depois de muitos anos. A própria roteirista e a amiga Maslova Maragno interpretam as personagens. A história tem muito em comum com a própria história de vida de Mônica e sua filha Natalia Siedler, 28, diagnosticada como autista. No filme, uma delas conta que deu a filha para a adoção, enquanto a outra diz ter adotado uma menina autista.  Ambas nasceram no mesmo dia, e nesse momento existe a dúvida e a possibilidade de serem mães adotiva e biológica da mesma jovem.

Na vida real, Natalia é filha biológica de Mônica, porém, no filme, ela vive o dilema entre as mães. “Me preocupo muito em discutir a deficiência de uma maneira mais normal, incluída, que fosse parte do dia a dia. Acho que a deficiência tem que ser colocada pelos pais, como coisa do cotidiano. Eu optei por falar da adoção, porque é uma escolha, e a deficiência também é algo que eu escolho tratar bem, é algo que acontece na vida das pessoas”, afirma a idealizadora do projeto. 

A história tem supervisão e apoio do cineasta Zeca Nunes Pires, direção de Irene Baldacin, e realização do Neti e TV UFSC. As gravações aconteceram em duas partes: uma ao final de julho, no Mercado Sehat, no Campeche, e a outra no dia 11 deste mês, na Apae (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais) de Florianópolis. Natalia, que participa de duas cenas, recebe atendimento na Apae há 15 anos, e para a instituição o curta é interessante para abrir os olhos da população. “Muitas pessoas não tem entendimento de qual é o trabalho da Apae, do que atende, e mais que isso, sobre o que é deficiência, e o entendimento de que antes da deficiência vem uma pessoa”, explica Rafael Bischoff, coordenador pedagógico.

A associação lida especificamente com deficiências intelectuais, porém, grande parte delas vem acompanhada de uma síndrome, ou do TEA (Transtorno Espectro Autista). No local, eles trabalham a educação profissional e a estimulação essencial, que inclui a motora e a cognitiva, porém, entre esses alunos, ainda tem os que ficarão por anos na associação, por estarem em um grau mais avançado da deficiência.

Participações voluntárias

Nas gravações, cerca de 60 alunos, entre crianças e adultos do centro de convivência, participaram do curta-metragem. “A ideia não é mostrar a deficiência só como a síndrome de Down, tem outras, mas tem que ser mais falado e mais discutido para ser melhor inserido na sociedade”, diz Mônica. Zeca já havia trabalhado com a Apae, com o documentário “Aplausos”, em 2011. “Estou fazendo esse trabalho espontaneamente, como colaborador, para que ganhe cara de filme mesmo, com cortes. Esse exercício de estar dentro da Apae é muito interessante. É a universidade fazendo o seu papel com a comunidade. Eu faço de coração porque gosto muito do trabalho deles”, afirmou o cineasta.

Os últimos takes contaram com a participação do contador de histórias e ex-aluno do Neti, Nestor José Rech, 63, como um contador mesmo. Ele já havia feito participações em propagandas, mas nada com o clima de cinema. Para ele, foi uma experiência diferente. “Não me preocupei com as câmeras, mas acho que é diferente estar contando uma história para os deficientes, pois eles reagem, às vezes dão gritos, e eu não posso perder a linha de pensamento, além disso, preciso sentir o que está chamando mais atenção deles na brincadeira”, afirma Nestor. 

Irene Baldacin estava fora da área do cinema há dez anos, mas diz que o projeto é um recomeço para ela. “Não tinha trabalhado ainda com público especial, mas participei da construção do roteiro, fiz a produção, e o apoio do Zeca é fundamental, da uma segurança muito grande”, afirma a diretora, que entrará agora na fase de edição e garante que há imagens suficientes para uma boa edição.

 

Fonte: Karin Barros, Jornal Notícias do Dia, 24/08/2016

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Monumento a ‘Catatau’ homenageia a grandeza do mais famoso dos UFSCães

26/08/2016 17:30

“A grandeza não consiste em receber as honras, mas em merecê-las.” A frase, de Aristóteles, se encaixa perfeitamente na placa que homenageia Catatau, o mais famoso dos cães da UFSC, que, ao deixar os companheiros de universidade, em 2009, ganhou um monumento no campus. Presença frequente em festas, manifestações e quartas-feiras de Projeto 12:30 desde 1997, ano em que veio ao mundo, Catatau se mostrava com um forte espírito de liderança e companheirismo. Numa quarta-feira de outubro, durante o projeto 12:30 – o dia favorito do nosso amigo –, foi criada a placa, que é a terceira a aparecer na série “Nossos Monumentos”.

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Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

Confeccionada com dinheiro arrecadado através da venda de broches e adesivos; doação de alunos, professores e técnicos; e apoio das ONGs Organização Bem Animal e Instituto É o Bicho!, a placa tem 50 x 40 centímetros, e a imagem de Catatau está esculpida nela. A obra é de autoria do artista plástico Adlei Pereira, que, quando soube quem ele retrataria, lembrou-se de todas as histórias que seus filhos, alunos da Universidade na época, contavam.

O mais querido dos UFSCães

Foto: www.flickr.com/rafaelvilela

Foto: Rafael Vilela

Abandonado no campus em 1997, Catatau foi o mais famoso dos UFSCães. Sempre acompanhando os eventos que envolviam estudantes, o cão era alimentado por alunos e funcionários, que utilizavam recursos próprios e contavam com o apoio de parcerias que lutam contra o abandono de animais na Universidade. Para a tristeza de praticamente todos os estudantes, Catatau foi encontrado sem vida em julho de 2009, caído no córrego que atravessa a UFSC.

“Antigamente, pensava-se que a UFSC recolhia os animais para pesquisa. Outros acham que fazem um “bem” ao animal por deixá-lo aqui, onde tem mais gente, menos circulação de carros, e tentam repassar essa responsabilidade para quem vive aqui na Universidade”, atestou a servidora Rogéria D’el Rei Martins, que há anos está inserida na causa animal na UFSC e foi uma das principais idealizadoras da placa que homenageia o cachorro.

Catatau chegou a protagonizar uma cena até hoje lembrada pelos estudantes mais antigos da UFSC. Durante uma ocupação do Gabinete da Reitoria feita pelos alunos, o cão subiu na cadeira do reitor e lá deitou, permanecendo até o fim do ato. Os estudantes inclusive manifestaram seu apoio para que Catatau fosse o reitor da Universidade.

Que os outros UFSCães nos desculpem, mas tem como ter mais carisma que essa figura?
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Tags: CatatauMonumento a Catataunossos monumentosUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

UFSC na Mídia: Pesquisadora da UFSC é premiada por descoberta que pode auxiliar pacientes da doença de Alzheimer

24/08/2016 15:44
"O grande avanço do estudo foi mostrar que esta proteína possui um papel importante tanto no início quanto em fases tardias da doença", avalia Maíra Bicca, responsável pelo estudo. (Foto: Divulgação)

“O grande avanço do estudo foi mostrar que esta proteína possui um papel importante tanto no início quanto em fases tardias da doença”, avalia Maíra Bicca, responsável pelo estudo. (Foto: Divulgação)

Mais de 36 milhões de pessoas são afetadas pela doença de Alzheimer no mundo, e estima-se que, até 2030, outros 66 milhões serão atingidos, de acordo com dados da Federação Internacional da Doença de Alzheimer e Demências Relacionadas. Caracterizada como uma patologia neurodegenerativa, a enfermidade acomete principalmente pacientes idosos. A doença tem como principal diagnóstico a avaliação clínica de um médico, associada ao histórico do paciente e descarte de outros males possíveis.

Mas um novo começo para um possível diagnóstico precoce e um tratamento do Alzheimer pode estar a caminho. É o que indica o projeto ganhador do 20º Prêmio Jovem Talento em Ciências da Vida. Apresentado por Maíra Assunção Bicca, PhD em Farmacologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o estudo é considerado um novo entendimento da iniciação e da progressão da doença.
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Tags: Doença de AlzheimerfarmacologiaUFSC

Comissão Memória e Verdade convida ex-estudantes da UFSC para falar sobre resistência à ditadura

24/08/2016 15:32

CMV_segunda_audienciaA Comissão Memória e Verdade da Universidade Federal de Santa Catarina (CMV-UFSC) promove a segunda sessão de depoimentos públicos sobre “Movimento estudantil e resistência à ditadura na UFSC – anos 1970/1980”.

O evento será na quarta-feira, 31 de agosto, às 19h, no Auditório da Reitoria.

Os convidados são cinco ex-estudantes da UFSC do período: Elineide Martins (a confirmar); Rosângela de Souza; Marize Lippel, Margareth Grando e Marcos Neves.

Os estudantes foram protagonistas e testemunhas de episódios como a Operação Barriga Verde, a Novembrada e a reorganização do movimento estudantil no período mais violento da ditadura civil-militar.

Faz parte da programação uma exposição fotográfica do jornalista e historiador Celso Martins. A exposição estará montada no hall do auditório da reitoria. Autor do livro “Os quatro cantos do sol”, Celso também é o principal fotógrafo das ações do movimento estudantil de Florianópolis nesse período.

Esta é a segunda audiência pública promovida pela CMV-UFSC. A primeira foi no dia 2 de maio de 2016, com os ex-estudantes Ana Maria Beck, Heitor Bittencourt Filho, João Tadeu Soccas e Ronaldo Andrade. Os participantes falaram sobre as lutas e a ação repressiva durante a ditadura, especialmente nas décadas de 1960 a 1970 na UFSC.
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Teatro da UFSC recebe espetáculo ‘A noiva’ nesta sexta-feira

24/08/2016 13:30

O Teatro da UFSC será palco da segunda apresentação do espetáculo A noiva, que estreou em Florianópolis na semana passada. O espetáculo, dirigido por Vanderleia Will, é encenado pela atriz Lidiane Mandarina, que interpreta a palhaça Xicoza, uma cerimonialista de casamento. O espetáculo começa às 20h do dia 26 de agosto, sexta-feira, é gratuito e livre para todos os públicos. Os ingressos devem ser retirados uma hora antes da apresentação, na bilheteria do Teatro da UFSC.
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SBPC realiza Reunião Regional em Palhoça, de 5 a 8 de outubro

23/08/2016 17:40

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) promove a Reunião Regional em Palhoça, para sócios e público em geral. Com o tema “Cidades e Sustentabilidade”, o evento será realizado entre 5 e 8 de outubro, na Unidade Pedra Branca da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), com apoio do Ministério da Educação.

Durante o evento, o público poderá assistir a conferências e mesas-redondas, além dos minicursos, destinados aos inscritos e matriculados. As atividades contarão com a participação de pesquisadores locais e de outras regiões do País. Estudantes, professores e pesquisadores poderão submeter seus trabalhos de pesquisas científicas e tecnológicas, experiências e/ou práticas de ensino-aprendizagem à Sessão de Pôsteres.
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Tags: reunião regionalSBPCSociedade Brasileira para o Progresso da CiênciaUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Seminário sobre fóruns municipais de Educação será nesta quinta no Espaço Físico Integrado da UFSC

23/08/2016 16:39

Banner - Plano EstadualO Fórum Estadual de Educação de Santa Catarina (Feesc), em conjunto com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), coordena o projeto “PEE/SC em Movimento – Fóruns Municipais de Educação: seu papel e importância na democratização da educação de Santa Catarina”.

Serão realizados cinco seminários regionais, um em cada cidade polo – Lages, Blumenau, Criciúma, Florianópolis e Chapecó –, que objetivam a criação e o fortalecimento dos Fóruns Municipais de Educação em todo o Estado. Em Florianópolis será nesta quinta-feira, 25 de agosto, às 9h, no Auditório do Espaço Físico Integrado (EFI) da UFSC, campus Florianópolis. Acesse o convite e a programação do evento.

Em agosto já foram realizados três seminários: o primeiro no dia 5, em Lages; dia 11, em Blumenau; e dia 19, em Criciúma. Confira as datas dos próximos:

Data Local Coordenação Palestrante
25/8 (quinta) FlorianópolisAuditório do Espaço Físico Integrado (EFI) da UFSC UFSC e SED Arnóbio Marques
15/9 (quinta) Chapecó Gered Chapecó e Unochapecó Cássia Ferri

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Tags: Espaço Físico IntegradoPEE em movimentoPlano Estadual de EducaçãoUFSC

UFSC na Mídia: Professora da UFSC ganha prêmio internacional com pesquisa sobre erva-mate

23/08/2016 11:35
Professoras (Foto: Divulgação)

Professoras Brunna Boaventura e Renata Amboni foram premiadas no domingo, dia 21, durante evento na Irlanda. (Foto: Divulgação)

Consumidores de chimarrão percebem melhorias na saúde, mas, quando a erva-mate é concentrada em laboratório, pode gerar produtos ainda mais eficientes. A professora doutora Brunna Cristina Bremer Boaventura, do Departamento de Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), ganhou no último dia 21 de agosto, em Dublin, Irlanda, o mais importante prêmio internacional concedido a um jovem pesquisador na área de Ciência e Tecnologia de Alimentos, o IUFoST Young Scientist Award.

A pesquisa sobre efeitos da erva-mate foi financiada pelo CNPq e Capes. A entrega do prêmio ocorreu durante o 18º Congresso Mundial de Ciência e Tecnologia de Alimentos, e Brunna esteve acompanhada da sua orientadora, a professora e doutora Renata Amboni.

Mais antioxidantes

A pesquisa foi sobre a crioconcentração (concentração por refrigeração) de compostos bioativos com atividade antioxidante do extrato aquoso de folhas de erva-mate. A professora Brunna Bremer concluiu que o consumo agudo do extrato submetido ao processo de crioconcentração proporcionou melhora no estado antioxidante de seres humanos saudáveis, quando comparado ao consumo agudo da versão não crioconcentrada.

 

Fonte: Estela Benetti, Diário Catarinense, 22/08/2016

Tags: erva matenutriçãoUFSC

SeCArte recebe inscrições de projetos para o Espaço Vivo 2017 até dia 31

23/08/2016 10:36

A Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SeCArte) comunica que estão abertos os editais internos Espaço Vivo 2017,  destinados a ocupação dos espaços públicos:

São dois editais para ocupação do Centro de Cultura e Eventos, Reitoria: Auditório, antessala do Auditório e hall e Templo Ecumênico:

As inscrições para os dois editais poderão ser feitas até 31 de agosto, e só serão avaliadas as propostas apresentadas por meio do Sistema de Reserva de Espaço Público da SeCArte, no site: reservasespacos.sistemas.ufsc.br

O calendário com as datas disponíveis para reserva dos espaços pode ser verificado no formulário on-line de inscrição.

 

Cronograma

Lançamento do edital: 08 de agosto de 2015.

Inscrições: 08 de agosto a 31 de agosto de 2015

Divulgação do resultado: 14 de setembro de 2016

Execução dos projetos selecionados: 01 de fevereiro de 2017 a 22 de dezembro de 2017.

 

Mais informações:
48 3721-3850
Coordenadoria de Infraestrutura e Logística da SeCArte
reservas.dceven@contato.ufsc.br

Tags: Espaço VivoSeCArteUFSC

Aula Inaugural de Serviço Social fala de desafios para trabalhadores

23/08/2016 09:55

O Programa de Pós-Graduação e o curso de Graduação em Serviço Social promovem sua aula inaugural na próxima sexta-feira, dia 26, às 8h30 no Auditório do Centro Socioeconômico (CSE). A aula, entitulada “80 anos do Serviço Social: Dilemas da Conjuntura e os Desafios para os Trabalhadores”, será proferida pelas professoras Berenice Couto (PUC/RS) e Roberta Traspadini (Unila).

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‘Nossos Monumentos’: os significados da homenagem às ‘Vítimas do Descobrimento da América’

22/08/2016 08:10
Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Monumentos UFSC - Vítimas do Descobrimento - Foto Henrique Almeida-5O Monumento às Vítimas do Descobrimento da América foi construído no ano de 1995 em homenagem aos povos e a cultura existente no continente americano antes da chegada de Cristóvão Colombo às “Índias Ocidentais”, fato que marcou o início do processo de colonização europeia na América. O projeto foi escolhido em um concurso internacional promovido pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), Departamento de Arquitetura e Urbanismo, Museu de Arqueologia e Etnologia (Museu Universitário) e pelo Centro de Filosofia e de Ciências Humanas (CFH), que avaliou 80 obras de artistas do Brasil, México, Argentina, Colômbia, Costa Rica, Peru e Chile.

A Obra

Criada pelos artistas Ivens Fontoura, Marcia Simões e Aurora Mendes, o obelisco representa uma linha do tempo que é firmada ao centro de uma base quadrangular onde, em uma metade, a água representa o Oceano Atlântico, e em outro a grama representa o continente americano, que é cortada por uma barra transversal simulando o Tratado de Tordesilhas, que dividiu as terras recém-descobertas entre a Coroa portuguesa e espanhola.

Construção do monumento em 1992 em frente à Reitoria. Foto: Arquivo/Agecom

Construção do monumento. Foto: Arquivo/Agecom

A chegada dos europeus é simbolizada com uma inserção de placas de metal oxidado no obelisco, que muda de direção representando o grande impacto cultural causado no desenvolvimento dos nativo-americanos. Na parte inferior estão gravados símbolos que representam produções das sociedades pré-hispânicas que, na parte superior, vão gradativamente sendo substituídos por figuras que representam outras sociedades que se estabeleceram após a colonização.
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Marilena Chauí discute democracia em aula magna na UFSC

19/08/2016 18:05

“Primeiramente”, diz Marilena Chauí ao iniciar jocosamente a aula magna “O que é democracia”, logo depois da maioria dos presentes na segunda-feira, 15 de agosto, ao auditório Garapuvu lotado cantar, em coro, o que quase foi proibido nas Olimpíadas do Rio. Em seguida, ela explica, de forma didática, as origens e o desenvolvimento da democracia, finalizando com as dificuldades do Brasil em lidar com o tema da aula magna do curso de formação profissional “Como lidar com os efeitos psicossociais da violência”.

Marilena Chauí. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Marilena Chauí. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

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Tags: Centro de Estudos em Reparação PsíquicalotadoMarilena ChauíUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Palestra sobre história da ciência na sala de aula movimenta Semana de Física

18/08/2016 17:15
Palestra com professor Walmir Martins, da PUC, movimentou a Semana de Física (Foto: Henrique Almeida / Agecom / UFSC)

Palestra com professor Walmir Cardoso, da PUC, movimentou a Semana de Física (Foto: Henrique Almeida / Agecom / UFSC)

A IV Semana Acadêmica de Física (SAF) recebeu na tarde desta terça-feira, 16 de agosto, o professor Walmir Cardoso, da PUC/SP, que ministrou a palestra “A história da ciência na sala de aula”. Assim como todo o restante do evento, a palestra ocorreu no Auditório do Espaço Físico Integrado (EFI).

Walmir começou a palestra com uma simples pergunta: “é possível ensinar história da ciência na educação básica?”. Prontamente, ele mesmo respondeu: “A pergunta é meio prepotente, porque ela sempre foi ensinada. O problema é que a história da ciência é feita de uma forma que se transforma quase numa fábula”. O professor ainda explicou que ela deve sim ser ensinada, mas com algum tipo de cuidado para que os elementos presentes na história da ciência não fiquem, de certa forma, ‘cristalizados’, ou seja, tomados como verdade absoluta.

“O campo da história da ciência na educação básica sempre foi renegado aos professores mais velhos, até porque eram os poucos que se interessavam pelo assunto, o que tornava o ensino, de certa forma, estagnado”, continuou Walmir. O palestrante defendeu ainda que o ensino da história da ciência precisa ser linear, progressivo e sem dar espaço a contradições, o que, segundo ele, não é o visto atualmente. “A história da ciência precisa ser dotada de personagens reais, tirando um pouco de fora dessa caixinha intocável que involuntariamente é posto”, finaliza.

O evento está ocorrendo no Auditório do Espaço Físico Integrado (Foto: Henrique Almeida / Agecom / UFSC)

O evento está ocorrendo no Auditório do Espaço Físico Integrado (Foto: Henrique Almeida / Agecom / UFSC)

A história da ciência normalmente usada fica dentro da matriz criada pela civilização ocidental, sem se permitir abrir espaço a outras culturas e, principalmente, cristalizando os personagens como ‘heróis’ ou ‘vilões’, sem permitir-se observas por perspectivas diferentes. É tomado como exemplo as narrativas histórias, onde é utilizada a metáfora do “bem sempre vencerá”, quando, na verdade, o bem ou o mal depende de contexto e interpretação. Walmir, em sua palestra, utilizou as grandes navegações como o exemplo primordial desse caso.

A palestra fez parte da IV Semana Acadêmica de Física, que se estende até esta sexta-feira, no Auditório do EFI. As informações sobre a semana podem ser conferidas aqui.

Tags: departamento de FísicaIV Semana Acadêmica de FísicaUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Acadêmicos e ativistas debatem 10 anos da Lei Maria da Penha

18/08/2016 16:38
A professora Teresa Kleba Lisboa apresenta informações teóricas e aplicações da Lei Maria da Penha em mesa-redonda nesta terça-feira, dia 16. (Foto: Mayra Cajueiro Warren/Agecom/UFSC)

A professora Teresa Kleba Lisboa apresenta informações teóricas e aplicações da Lei Maria da Penha em mesa-redonda nesta terça-feira, dia 16. (Foto: Mayra Cajueiro Warren/Agecom/UFSC)

Uma mesa-redonda organizada pela disciplina de Teoria Feminista e Estudos de Gênero do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH) reuniu pesquisadores e ativistas para falar sobre os avanços e desafios dos primeiros 10 anos da Lei Nº 11.340, conhecida como Lei Maria da Penha. O evento aconteceu na última terça-feira, 16 de agosto, no auditório do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

“A temática da Lei Maria da Penha é uma das que mais tem impacto, e a violência contra a mulher já tem um impacto muito grande. Uma pesquisa datada de 2007 com estudantes de escolas de Santa Catarina, em apenas um ano de vigência da lei, concluiu que a Lei Maria da Penha é mais conhecida entre crianças e adolescentes, com idades entre 10 e 16 anos, que o próprio Estatuto da Criança e do Adolescente”, salienta Miriam Grossi, docente da disciplina.

“Estão nos jornais as notícias de mulheres assassinadas na frente de seus filhos pelo companheiro. E vemos também relatos da Lei Maria da Penha funcionando, produzindo efeitos, sendo conhecida. Mas as agressões continuam também. Por isso é muito importante continuar falando sobre isso”, ressalta Mara Lago, também professora da disciplina de pós-graduação.
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Tags: Lei Maria da PenhaPrograma de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH)UFSC

Seminário na UFSC dia 25 discute importância dos fóruns municipais de SC nos planos de educação

18/08/2016 15:00

Banner - Plano EstadualO Fórum Estadual de Educação de Santa Catarina (FEESC), em conjunto com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), coordena o projeto “PEE/SC em Movimento – Fóruns Municipais de Educação: seu papel e importância na democratização da educação de Santa Catarina”. Acesse o convite e a programação do evento.

Serão realizados cinco seminários regionais, um em cada cidade polo – Lages, Blumenau, Criciúma, Florianópolis e Chapecó – que objetiva a criação e o fortalecimento dos Fóruns Municipais de Educação em todo o Estado. Em Florianópolis será no dia 25 de agosto, às 9h, no Auditório do Espaço Físico Integrado (EFI) da UFSC, campus Florianópolis.

O primeiro, em Lages, foi realizado no dia 5 de agosto, e no dia 11 de agosto, o de Blumenau. O próximo será em Criciúma, dia 19 de agosto. Confira as datas dos próximos:

Data Local Coordenação Palestrante
19/8 (sexta) Criciúma Unesc Heleno Araújo
25/8 (quinta) Florianópolis UFSC e SED Arnóbio Marques
15/9 (quinta) Chapecó Gered Chapecó e Unochapecó Cássia Ferri

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Tags: EFIfóruns municipaisPlano Estadual de EducaçãoprogradUFSC

Projeto de extensão do Núcleo de Desenvolvimento Infantil promove troca cultural

18/08/2016 09:49
Crianças participam de ciranda, durante atividade do projeto "Este Lugar também é Seu", no NDI. (Foto: Divulgação)

Crianças participam de ciranda, durante atividade do projeto “Este Lugar também é Seu”, no NDI. (Foto: Divulgação)

O projeto Este Lugar Também É Seu, desenvolvido no primeiro semestre de 2016, no Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI), recebe alunos matriculados em escolas públicas municipais e conveniadas para um dia de atividades, e também oferece acolhimento para crianças indígenas, filhos de estudantes de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica (LII). A proposta é integrar as crianças do Núcleo com outras crianças, possibilitando a troca de experiências e culturas em atividades de exploração e convívio nos espaços do NDI.

“A proposta é receber as crianças em ocasiões pontuais, para aproveitar os parques e seus brinquedos, os espaços arborizados e amplos e desenvolver diferentes atividades”, explica Dalânea Cristina Flôr, autora do projeto e pedagoga Técnica-Administrativa em Educação (TAE) da UFSC. “Algumas escolas públicas e especialmente as conveniadas às vezes têm um espaço limitado, muitas vezes têm parques muito pequenos, com pouca ou nenhuma árvore, com poucos espaços alternativos além das salas de aula. A ideia é estender esses espaços do NDI e os conhecimentos ali presentes para as crianças visitantes”, complementa. Por sua vez, os estudantes de Licenciatura Indígena vêm à UFSC para ter aulas em três períodos de cerca de 15 dias a cada semestre, muitas vezes trazendo seus filhos pequenos. No primeiro semestre, as crianças indígenas foram recebidas uma vez a cada vinda à UFSC, no NDI, no segundo semestre a previsão é aumentar o número de dias deste acolhimento no Núcleo e ampliar para outros espaços para a infância na Universidade. 
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Tags: Este lugar também é seuLicenciatura Intercultural IndígenaNDIUFSC

Projeto de extensão oferece serviço de orientação profissional à comunidade

17/08/2016 15:50

O Laboratório de Informação e Orientação Profissional da UFSC (Liop) oferece, há cerca de 20 anos, um serviço de orientação e aconselhamento profissional para pré-universitários, universitários, profissionais e pessoas que estão em processo de aposentadoria. O serviço atende a comunidade interna e externa da universidade sem nenhum custo.

Os atendimentos são divididos em quatro modalidades – Grupo de Orientação Profissional para Adolescentes, Grupo de Orientação Profissional para Universitários, Aconselhamento de Carreira Individual e o Aposent-AÇÃO. Cada modalidade busca atender um público diferente, com duração de 8 a 10 sessões, em que se discutem aspectos do desenvolvimentos de carreira, processos de escolha e transição, projetos de vida, autoconhecimento e conhecimento da realidade do trabalho.

O Liop funciona como um espaço de estágio profissionalizante para alunos da graduação em Psicologia, portanto toda a assistência é realizada por estagiários e bolsistas de extensão, sob a orientação de professores. Além de ser campo de pesquisa para mestrandos e bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) desenvolverem seus projetos.

O laboratório funciona durante o semestre letivo com horários de atendimentos flexíveis, de acordo com a disponibilidade dos participantes e orientadores. Marucia Bardagia, coordenadora do LIOP, diz que “o projeto atende cerca de 250 pessoas por ano e atualmente a maior procura tem sido para a orientação de carreira para universitários”.

Nos grupos de orientação profissional, são aceitos alunos a partir do segundo ano do ensino médio, que estejam se preparando para o vestibular e querem fazer a escolha de curso; os grupos de universitários recebem alunos de graduação da UFSC e de outras instituições de ensino superior; grupos de aposentadoria, pessoas que estejam em vias de se aposentar, ou já aposentados, sem limite de idade para os atendimentos individuais.

Para participar os interessados devem fazer uma inscrição presencial no Serviço de Atenção Psicológica da UFSC (Sapsi) e aguardar o contato do orientador responsável para iniciar o atendimento.

Mais informações no site.

Giovanna Olivo/Estagiária de Jornalismo/Agecom/UFSC

Tags: Laboratório de Informação e Orientação ProfissionalLIOPUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Exposição ‘Brincadeira de Criança’ abre nesta quinta-feira, no NEA

17/08/2016 08:22

ConviteO Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA), da Universidade Federal de Santa Catarina, abre dia 18 de agosto, às 18h30, a exposição “Brincadeira de Criança”, de Berenice Queiroz. A proposta da exposição é mostrar as brincadeiras tradicionais da Ilha de Santa Catarina e proporcionar ao visitante da exposição a oportunidade de reviver momentos lúdicos de sua infância. O acervo fica disponível para visitação até 14 de outubro.

“A proposta é resgatar as histórias da infância.  As peças eternizadas em cerâmica, contam as peraltices e brincadeiras de uma adorável infância em nossa ilha.  Algumas parecem tomar vida quando vistas por pessoas que relembram, em grupos de bate papos, momentos de grande alegria. Sorrindo, parecem ouvir o som do bate-bate, do bilboquê, das rodinhas do rolimã, que em poucos lugares com calçamento, faziam um som eletrizante.  Da inseparável e afetiva boneca de pano. Do imaginário cata-vento que, subjetivamente, parecia levantar voo, assim como a pipa que rebolava majestosa no céu.  Dos pequenos equilibristas ganhando altura sobre o pé de lata, e as criativas conversas no telefone sem fio. E tantos outros que se fizeram presentes na infância”, conta a artista, Berenice Queiroz.

A exposição marca as comemorações do Dia do Folclore, celebrado em 22 de agosto. A Universidade Federal de Santa Catarina promove o evento por meio da Secretaria de Cultura e Arte, com apoio do Governo Regional dos Açores, por intermédio da Direção Regional das Comunidades.

 

Local:

Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA)
Universidade Federal de Santa Catarina

Abertura:

18 de agosto às 18h30

Visitação:

18 de agosto a 14 de outubro de 2016
Segunda a sexta-feira das 9 às 12h e das 14 às 17h

Informações:

(48) 3721.8605 / berenicecostaster@gmail.com

 

 

 

Tags: NEANúcleo de Estudos Açorianos (NEA)UFSC

Secretaria de Saúde do estado busca parceria com Hospital Universitário

16/08/2016 12:35
Reitor Luiz Cancellier reuniu-se nesta terça-feira, dia 16, com o secretário de Saúde do Estado, João Paulo Kleinunbing. (Foto: Manuella Mariani/Agecom/UFSC)

Reitor Luiz Cancellier reuniu-se nesta terça-feira, dia 16, com o secretário de Saúde do Estado, João Paulo Kleinunbing. (Foto: Manuella Mariani/Agecom/UFSC)

O secretário de Saúde de Santa Catarina, João Paulo Kleinunbing reuniu-se com o reitor Luiz Carlos Cancellier e a vice-reitora Alacoque Lorezini, nesta terça-feira, dia 16, no Gabinete da Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para discutir ideias e parcerias entre o estado e o Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago (HU/UFSC).

Estavam à mesa o secretário-adjunto Murillo Capella; o chefe de gabinete da secretaria, Alan Schoeninger e o assessor institucional da UFSC, Gelson Luiz de Albuquerque. Foram discutidas as demandas da Maternidade do HU, e a criação de uma política que auxilie em mais atendimentos e recursos para a compra de materiais para o Hospital.
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Tags: HUsaúdeUFSC

‘O Idoso dentro e fora da UFSC’ é assunto nesta terça no auditório da Reitoria

15/08/2016 16:13

O Núcleo de Estudos da Terceira Idade (Neti) da UFSC promove aula inaugural nesta terça-feira, 16 de agosto, a partir das 14h30, no auditório da Reitoria, com o tema “O Idoso dentro e fora da UFSC”. O palestrante será o servidor do Neti, André Tiago Dias da Silva, especialista em Gestão de Pessoas e mestre em Administração pela Udesc. A palestra foi inspirada a partir dos resultados da dissertação de mestrado realizada no período entre 2013 a 2015, no Núcleo. O evento é aberto à comunidade em geral.

Mais informações: (48) 3721-6198

Tags: aula inauguralNETIO Idoso dentro e fora da UFSCUFSC

Debate sobre ética e direitos animais inaugura atividades do Observatório de Justiça Ecológica

14/08/2016 13:30
Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC.

A palestra de lançamento do livro “Ética e Direitos dos Animais”, ocorrida na quarta-feira, 10 de agosto, inaugurou as atividades do Observatório da Justiça Ecológica (OJE) e marcou os três anos da disciplina Direitos Animais, ministrada pela professora Letícia Albuquerque no curso de Direito. Para o evento, foram convidados três autores e professores do departamento de Filosofia da UFSC: Delamar José Volpato Dutra, Maria Alice da Silva e Sônia T. Felipe.

Delamar fez uma breve introdução da obra, contextualizando historicamente a ética animal que, segundo o professor, caminha de uma “versão bem-estarista” para uma “versão dos direitos”: “Não faz muita diferença, para a argumentação dos direitos, dizermos ‘você é um animal humano’ ou ‘você é um animal não-humano’. O problema para a concessão, atribuição ou declaração de direitos vai existir do mesmo modo.”

Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC.

Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC.

Maria Alice prosseguiu na mesma linha de raciocínio, ressaltando os avanços no campo jurídico em relação aos direitos animais: “Antes, era considerado estranho dizer que os animais têm direitos. Dizia-se que o direito é sempre correlato, isto é, só é possível conceder direitos àqueles que têm obrigações. Como os animais não têm obrigações, não deveriam ter direitos. Hoje, ouve-se muito menos esse argumento pois se reconhece que o conceito de direitos não é tão estreito. Apenas uma parte desse dispositivo que o sistema jurídico oferece funciona assim. Mas existe outra parte, onde os animais podem ser incluídos, assim como os humanos incapazes de escolha.”

A seguir, Sônia abordou a importância de alguns pensadores ingleses para o desenvolvimento dos direitos animais: “Por toda a história, os animais sempre foram sujeitados aos direitos dos seus donos, jamais eram considerados sujeitos de direitos. A filosofia acadêmica era avessa a tudo que não fosse antropocentrismo elitista. Somente os filósofos livres em seu pensar é que puderam, pela primeira vez, considerar os animais. Eles colocaram em pauta uma nova filosofia, uma nova ética.” A professora argumentou que todas as grandes teologias são “hierarquizantes, antropomorfizantes, antropocentristas e, consequentemente, também especistas”. O especismo é a discriminação de um indivíduo por conta de sua espécie. Não conceder direitos aos animais que não pertencem à espécie humana é, portanto, especismo: um ato tão discriminatório quanto o racismo ou o machismo.

Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC.

Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC.

“Os direitos são declarados universais, mas são pautados sobre os interesses de poucos humanos”, afirma Sônia. A professora defende que a atribuição de direitos deve estar fundada nos conceitos de vulnerabilidade e singularidade. “Aí não importa a aparência externa. Esse argumento questiona toda a moral tradicional, a igreja, a jurisprudência, a arte. Questiona todos que pautam a ética na aparência externa do sujeito. Precisamos de um parâmetro que não seja religioso e hierarquizante. Se realmente queremos defender os direitos dos animais, precisamos de conceitos novos.”

Mais informações pelo e-mail oje.ufsc@gmail.com, pelo site ou pelo Facebook do OJE.

Daniela Caniçali/Jornalista da Agecom/UFSC

daniela.canicali@ufsc.br

Tags: Direitos animaiséticaÉtica e Direitos Animaislançamento de livroObservatório de Justiça EcológicaOJEUFSC

Unidade de Tratamento Dialítico do Hospital Universitário é reaberta para atendimento

12/08/2016 17:41
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Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

A solenidade de reabertura da Unidade de Tratamento Dialítico do Hospital Universitário (HU/UFSC) foi realizada nesta terça-feira, 9 de agosto. O espaço, que atende até 24 pacientes em hemodiálise por dia, estava em reformas desde fevereiro de 2016.

Confira matéria produzida pela TV UFSC:

Os tratamentos voltaram a ser realizados na unidade no dia 1º de agosto. A obra foi financiada pela Associação Amigos do HU e custou cerca de R$ 400 mil reais. Na reabertura estavam presentes o reitor da UFSC, Luis Carlos Cancellier, a vice-reitora Alacoque Lorenzini Erdmann, a diretora-geral do HU, Maria de Lurdes Rovaris, e o diretor-presidente da AAHU, Pedro Camacho dos Santos.
Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

Tags: AAHUhemodiáliseHUUFSCUnidade de Tratamento Dialítico

Projeto ‘Nossos Monumentos’ apresenta obras instaladas no campus universitário

12/08/2016 17:02
Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

A Agência de Comunicação da UFSC (Agecom) inaugura, com a obra Boitatá Incandescente, instalada ao lado do Centro de Cultura e Eventos, o projeto “Nossos Monumentos”. Trata-se de uma série que pretende apresentar, a toda a comunidade, os monumentos espalhados pelo campus sede da UFSC, no bairro Trindade, em Florianópolis. A cada semana, contaremos a história de uma obra, com informações sobre seu autor e contexto de criação.

Boitatá Incandescente: uma homenagem a Franklin Cascaes

Uma cobra gigante de olhos brilhantes que serpenteia pelo céu e deixa um rastro de fogo por onde passa. Este é o boitatá, um dos personagens folclóricos mais temidos pelos primeiros moradores da Ilha de Santa Catarina. A “m-boy tatá” ou “cobra de fogo”, como era conhecida pelos nativos, aos poucos foi sendo “aportuguesada” pelos colonizadores açorianos e deixou de ser cobra para se tornar um boi. O olhar de Franklin Cascaes sobre a criatura folclórica, em seus textos e ilustrações, foi o que inspirou o artista Laércio Luiz na construção da escultura Boitatá Incandescente, um dos mais conhecidos monumentos da UFSC.
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Tags: Boitatá Incandescentecampus TrindadeFranklin CascaesLaércio LuizPonte Hercílio LuzProjeto Nossos MonumentosUFSC

Encontro histórico nesta sexta reúne primeiros engenheiros mecânicos graduados na UFSC em 1966

12/08/2016 16:46

A Associação Catarinense de Engenheiros (ACE), em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), promoveu nesta sexta-feira, 12 de agosto, um encontro histórico dos primeiros engenheiros graduados pela UFSC em 1966 e a atual equipe do Departamento de Engenharia Mecânica (EMC) da Universidade, chefiado pelo professor Edson Bazzo.

Encontro primeira turma Engenharia Mecânica (1966) - Foto Henrique Almeida-5

Encontro da atual equipe do EMC e primeira turma de Engenharia Mecânica (1966). Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Otávio Ferrari Filho, um dos graduados, representou o grupo dos pioneiros engenheiros mecânicos e, como coordenador do Conselho Editorial, fez uma breve apresentação do livro em edição “Os 50 Anos de Graduação da Primeira Turma de Engenheiros da UFSC – A Engenharia Mecânica Ontem, Hoje e Amanhã”, cujo lançamento ocorrerá dia 17 de novembro de 2016, em Florianópolis, no “Seminário sobre os novos rumos da Engenharia Mecânica”.

Representando a ACE, o assessor de Eventos, Ivan Rezende Coelho. O trabalho de pesquisa, organização e edição da obra está a cargo do jornalista Mário Xavier e do editor de arte Alexandre de Oliveira, com a participação e cooperação do EMC e outras fontes do setor.
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Tags: ACEAssociação Catarinense de EngenheirosEdson BazzoEMCEngenharia MecânicaUFSC

Pesquisadores do projeto MAArE realizam última expedição oceanográfica para coleta de dados

12/08/2016 15:09

Pesquisadores do projeto de Monitoramento Ambiental da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo e Entorno (MAArE/UFSC) realizaram, nos dias 3, 4 e 5 de agosto, a última expedição oceanográfica para a coleta de dados. O projeto MAArE teve início em junho de 2013 e conta com uma equipe de cerca de 80 pessoas, entre coordenadores, pesquisadores, técnicos, bolsistas e pessoal de apoio. Seu objetivo é realizar o monitoramento ambiental, através da amostragem de diferentes indicadores biológicos relevantes para a avaliação da conservação do ecossistema marinho da região, tais como peixes, algas, corais, plâncton, clorofila, crustáceos e outros invertebrados. Também são caracterizadas as condições oceanográficas e meteorológicas, a avaliação sazonal de parâmetros físicos, químicos e físico-químicos. O projeto MAArE envolve um trabalho multidisciplinar, com a participação de diversos laboratórios de pesquisa da UFSC, nas áreas de Geociências, Biologia, Química e Engenharia Ambiental.

Confira o vídeo da última expedição oceanográfica:

Vídeo: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

Tags: biologiaCCBexpedição oceanográficaoceanografiaProjeto de Monitoramento Ambiental da Reserva Biológica MarinhaProjeto MaareUFSC