Boletim do Necat: Pesquisador da UFSC analisa explosão de casos de covid-19 em janeiro

04/02/2022 17:30

Ao final de janeiro, 1.442.511 pessoas já tinham sido contaminadas pela Covid-19, sendo que até quinta-feira, 3 de fevereiro, mais de 1.458.000 pessoas já tinham sido contaminadas no estado. Destas, 20.664 morreram. Em função disso, Santa Catarina passou a ocupar o terceiro lugar no ranking nacional dentre os estados com o maior número de registros da doença a cada 100 mil habitantes. Em termos absolutos, já é o sexto estado como maior número de casos e o décimo com maior número de óbitos. Os dados são apresentados no Boletim NECAT, que agora passará a ser veiculado mensalmente e analisa os dados relativos à janeiro.
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Tags: boletim do NecatNecatNúcleo de Estudos da Economia Catarinense (Necat)

Laboratório de Biodiversidade Marinha da UFSC contribui para informe sobre ocorrência de caravelas

04/02/2022 09:00

Caravela encontrada na praia do Campeche. Foto: Alberto Lindner

O Laboratório de Biodiversidade Marinha da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) contribuiu para a elaboração de um informe sobre caravelas e sua ocorrência nas regiões Sul e Sudeste do país. O documento descreve esses animais e traz orientações acerca de como proceder em caso de acidentes. As caravelas não causam “queimaduras”, mas sim um envenenamento, geralmente mais grave do que aquele causado pela maioria das espécies de águas-vivas. Seus tentáculos possuem pequenas cápsulas que injetam veneno através de micro arpões, chamados nematocistos, quando acidentalmente tocam a pele humana.

> Acesse a íntegra do arquivo

A iniciativa da produção do informe foi do professor Renato Nagata, da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), e é uma parceria com a rede de avistamento de medusas do Uruguai e outras seis universidades do Sul e do Sudeste do Brasil: Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), Universidade do Vale do Itajaí (Univali), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade de São Paulo (USP) e UFSC.

Como agir em casos de acidentes?
– Saia da água imediatamente, porque o envenenamento pode causar câimbras e há risco de afogamento;
– Lave com água do mar para retirar restos de tentáculos aderidos;
– Lave com vinagre por alguns minutos para desativar o veneno e prevenir novas inoculações na pele;
– Amenize a dor com água do mar gelada ou gelo artificial envolto por panos. Essas compressas frias têm efeito analgésico para vários tipos de envenenamentos com caravelas ou águas-vivas.
O que não fazer?
– Nunca urine, nem use substâncias como álcool ou refrigerante sobre a lesão, pois não há comprovação de eficácia dessas substâncias em amenizar os efeitos da lesão;
– Nunca lave com água doce, uma vez que a medida pode aumentar o envenenamento e agravar a lesão;
– Evite usar toalhas, areia ou outro material abrasivo para retirar restos de tentáculos, pois isto também pode aumentar a injeção de toxinas por explodir as cápsulas com veneno.
Para mais informações, acesse as Recomendações da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa)

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UFSC recebe inscrições de candidatos para grupos musicais Madrigal e Orquestra de Câmara

03/02/2022 18:02

Orquestra de Câmara da UFSC em ensaio em 2019. Foto: Henrique Almeida.

Estão abertas as inscrições de novos participantes para o Madrigal e a Orquestra de Câmara da UFSC, grupos musicais vinculados ao Departamento Artístico Cultural da Secretaria de Cultura e Arte da Universidade Federal de Santa Catarina (DAC/SeCArte/UFSC). Os grupos estão sob a coordenação e regência de Miriam Motitz. As inscrições, com o envio do material, devem ser realizadas pelo e-mail miriam.m@ufsc.br.

Os candidatos instrumentistas podem ser da comunidade interna e externa da UFSC. Os selecionados que forem acadêmicos de graduação da universidade poderão receber uma Bolsa Cultura. Neste momento de isolamento social, devido à pandemia da Covid-19, as atividades serão repassadas e executadas de forma remota, o que inclui gravações, organização de partituras e outras atividades aliadas à música. Mas com a expectativa do retorno aos ensaios presenciais, convém que os candidatos sejam residentes da grande Florianópolis.

Os projetos culturais permanentes Madrigal e Orquestra de Câmara da UFSC têm por objetivo fomentar e difundir a música instrumental e vocal, proporcionando aos músicos em potencial espaço para desenvolverem seus potenciais artístico-musicais. Os projetos também visam: divulgar a música erudita e popular através de apresentações e, com isso, incentivar a formação e a cultura local; incentivar sua participação no processo de interação entre a Universidade e a sociedade; e aprimorar o processo de ensino-aprendizagem através do envolvimento de estudantes em atividades de extensão.

Orquestra de Câmara da UFSC em evento de Recepção aos calouros, em 2015. Foto: Henrique Almeida

Orquestra de Câmara da UFSC

A Orquestra de Câmara da UFSC iniciou os ensaios em junho de 2009. Podem fazer parte da Orquestra pessoas da comunidade universitária e da comunidade em geral, que devem possuir o seu próprio instrumento. Os ensaios gerais habitualmente acontecem no período vespertino no Anfiteatro do Espaço Físico Integrado (EFI/UFSC), mas, durante o isolamento da pandemia, as atividades estão acontecendo remotamente em horários estipulados pela regente.

Madrigal da UFSC

O Madrigal da UFSC é um pequeno grupo vocal, constituído por alunos da UFSC, em média com 12 vozes, e tem como objetivo desenvolver e divulgar a música vocal, erudita e popular. Os ensaios habitualmente acontecem às segundas-feiras, das 13h às 14h30, e às terças e quintas-feiras, das 18h às 22h. Na pandemia, as atividades são realizadas remotamente e em horários estipulados pela regente. Todos os integrantes ainda participam do Coral da UFSC e realizam ensaios de naipe.

Inscrição e seleção

O candidato deve ter experiência de, no mínimo, dois anos no instrumento ou em técnica vocal comprovada, conforme o grupo musical em que deseja participar. Os interessados devem encaminhar currículo que inclua sua trajetória musical, bem como uma gravação em vídeo executando 3 músicas. Também devem ser enviadas as partituras das músicas executadas, e essas partituras deverão estar no mesmo tom da execução. O material para a inscrição deve ser enviado para a regente, pelo e-mail miriam.m@ufsc.br.

O início das atividades em 2022 aos novos integrantes deverá ser imediato. A carga horária da bolsa é 20 horas semanais.

Mais informações na página do Departamento Artístico Cultural.

Texto: AB/DAC/SeCArte/UFSC, com informações da coordenação dos grupos musicais

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Hospital Universitário da UFSC participa da campanha ‘Vá de Lenço’ para homenagear as pessoas que lutam contra o câncer

03/02/2022 17:42

Nesta sexta-feira, 4 de fevereiro, Dia Mundial do Câncer, serão homenageadas as pessoas que lutam contra o câncer, assim como aquelas que venceram a doença. A homenagem também se estende aos profissionais que atuam na área. Essas ações buscam alertar para a prevenção contra o câncer por meio de mudança de hábitos e cuidados com a saúde.

No Brasil, a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale) organiza uma mobilização convocando profissionais de saúde, pacientes, familiares, acompanhantes e público em geral a usar lenços, como uma forma de se solidarizar com os pacientes que usam lenços devido ao tratamento. A campanha “Vá de lenço” ocorre desde 2017, envolvendo hospitais públicos e organizações privadas.
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Cine Paredão apresenta ‘Mostra Beatitude’ no mês de fevereiro

03/02/2022 16:39

O projeto Cine Paredão da UFSC promove, ao longo do mês de fevereiro, a ‘Mostra Beatitude’. Todos os filmes serão exibidos on-line, e serão divulgados pelo Instagram e Facebook do projeto. Para assistir, basta acessar as pastas com os filmes compartilhadas neste link. O Cine Paredão tem o apoio da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) e do curso de cinema da UFSC.

Confirma a programação:

04 a 10/02 – Kill Your Darlings (2013), de John Krokidas

11 a 17/02 – William S. Burroughs: A Man Within (2010), de Yony Leyser

18 a 24/02 – Big Sur (2013), de Michael Polish

25/02 a 03/03 – Howl (2010), de Rob Epstein & Jeffrey Friedman

Saiba mais dobre a ‘Mostra Beatitude’ no Instagram.

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Centro Brasileiro de Pesquisas Baseadas em Evidências da UFSC lança livro ‘Risco de viés em revisões sistemáticas’

03/02/2022 15:51

O Centro Brasileiro de Pesquisas Baseadas em Evidências da Universidade Federal de Santa Catarina (Cobe/UFSC) lançou, na quarta-feira, 02 de fevereiro, o livro “Risco de Viés em Revisões Sistemáticas – Guia Prático”, organizado pelas professoras Graziela de Luca Canto, coordenadora do Cobe, e Cristine Stefani e Carla Massignan, da Universidade de Brasília (UnB).

“A ideia do livro surgiu de dentro dos nossos cursos em função da dificuldade que nossos alunos têm de fazer esse passo da revisão sistemática que é a análise do risco de viés”, explica a professora Graziela Canto. O evento de lançamento foi transmitido pelo Youtube e pode ser acessado aqui.
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Tags: Centro Brasileiro de Pesquisas Baseadas em EvidênciasCOBElivroRisco de Viés em Revisões SistemáticasUFSC

Curso de extensão universitária de Exercícios Faciais recebe inscrições

03/02/2022 14:43

O I curso de extensão universitária de Exercícios Faciais está com inscrições abertas a todos os interessados que possuam conhecimento prévio sobre a musculatura facial. A atividade, que é promovida pelo Departamento de Ciências Morfológicas da Universidade Federal de Santa Catarina (MOR/UFSC), tem o objetivo de ensinar exercícios para os músculos da face, a serem realizados por cada participante em si mesmo, com o uso de suas mãos. As inscrições devem ser feitas neste link.
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Prorrogadas as inscrições para especialização gratuita em Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas Não-Transmissíveis

03/02/2022 12:41

Foram prorrogas as inscrições gratuitas para o processo seletivo classificatório de ingresso no Curso de Especialização em Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas Não-Transmissíveis, na modalidade de Ensino à Distância (EaD). O curso, que é totalmente gratuito, é oferecido pelo Departamento de Enfermagem do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal de Santa Catarina (CCS/UFSC). As inscrições pode ser feitas até o dia 20 de fevereiro de 2022. O edital do processo seletivo está disponível aqui.  O novo cronograma, com todas as datas atualizadas, está disponível aqui.

O curso destina-se a portadores de diploma de curso de graduação na área da saúde, reconhecidos pelo MEC, atuante na Rede Integrada do SUS de Santa Catarina, prioritariamente: (1) Gestores da Atenção Básica; (2) Equipes de Saúde da Família; (3) Equipes de Atenção Primária; (4) Equipes de NASF; (5) Equipes de Saúde Bucal; (6) Pólos da Academia da Saúde; e (7) Atuantes junto a povos e comunidades tradicionais, quilombolas e povos indígenas – Distritos de Saúde Especial Indígena.

Os candidatos devem ser profissionais da área de saúde, lotados em serviços de assistência em saúde e, preferencialmente, do quadro efetivo dos serviços de saúde nos níveis municipal ou estadual de Santa Catarina. Serão ofertadas 600 vagas, distribuídas em seis pólos. Os demais candidatos homologados e aprovados comporão cadastro de reserva.

As inscrições ficam abertas até 20 de fevereiro e o edital completo pode ser acessado neste link. Acesse o cronograma do processo seletivo aqui.

Mais informações na página do curso.

 

 

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Prazo para responder autoavaliação institucional de 2021 termina dia 14

02/02/2022 13:52

Termina na segunda-feira, 14 de fevereiro, o período de Autoavaliação Institucional referente ao primeiro semestre de 2021, processo conduzido pela Comissão Própria de Avaliação da UFSC (CPA).  Todos os segmentos da comunidade acadêmica estão convidados a participarem do processo, sob sigilo, respondendo um questionário específico.

A Comissão atua para garantir a qualidade do ensino superior e, dessa maneira, estimula as unidades institucionais para melhorias do ensino e gestão da universidade pública. Os questionários de autoavaliação institucional são facultativos e foram customizados para cada segmento da comunidade universitária e aprovados pela CPA.

No total, há 16 questionamentos aos TAEs, 15 aos Gestores, 17 aos Pós-graduandos e 27 aos Docentes. Ao final do instrumento, há ainda um campo dissertativo com a opção de abordar o resultado da autoavaliação institucional anterior, questionando sobre quais ações foram tomadas para mitigar os pontos negativos apresentados. Uma segunda questão dissertativa interroga sobre os pontos positivos e/ou negativos no desenvolvimento das atividades administrativas/pedagógicas de forma remota.

Responda ao questionário de acordo com o seu segmento universitário:

Estudantes de Graduação
Estudantes de Pós-Graduação
Docentes
Gestores
TAEs

Assista o vídeo do reitor Ubaldo Cesar Balthazar falando sobre a importância da autoavaliação

Tags: autoavaliação institucionalautoavaliação institucional 2021CPA

UFSC na mídia: professora da UFSC Joinville fala sobre mobilidade e acidentes de trânsito

02/02/2022 13:01

A professora Renata Cavion, do Departamento de Engenharias da Mobilidade do Campus de Joinville, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), concedeu entrevista ao programa Notícia na Manhã, da Rádio CBN – Joinville, na última quinta-feira, 27 de janeiro. Na ocasião, a docente conversou com os jornalistas Marcos Pereira e Fernando Gonçalves sobre infraestrutura de mobilidade urbana, mais especificamente sobre os perigos da avenida Avenida Santos Dumont, que teve  a ocorrência de um grave acidente com três vítimas fatais.

A avenida Santos Dumont é uma das principais vias de Joinville, ligando a cidade ao Aeroporto, ao Distrito Industrial Norte e a algumas das regiões mais populosas, como o bairro Aventureiro, que concentra cerca de 55 mil pessoas. Nos últimos anos, os acidentes nesta avenida aumentaram em torno de 40%. Sem radares eletrônicos, a imprudência dos motoristas que passam pela via com excesso de velocidade vem causando preocupação na população local.

A professora Renata Cavion destacou que é preciso avaliar como a avenida está atendendo a necessidade de cada tipo de usuário e a proteção oferecida aos mesmos, que neste caso inclui desde o pedestre até caminhões de carga pesada. Sendo o excesso de velocidade o maior causador de mortes no trânsito, é preciso buscar meios alternativos para reduzir a velocidade dos veículos, já que a instalação de radares ainda não tem previsão de ocorrer. Algumas opções seriam a pavimentação com mais atrito, rampas e ondulações. Renata acrescenta que educação e conscientização dos motoristas também são essenciais. Outro ponto citado pela professora é a inclusão dessas melhorias no Novo Plano Viário de Joinville, para que toda a infraestrutura de mobilidade do município seja pensada de forma conjunta.

A íntegra da reportagem está disponível aqui. A participação da professora Renata inicia a partir do minuto 41:33.


Comunicação Institucional – UFSC Joinville

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Iniciativa da UFSC é premiada pela Fundação Boticário por soluções inovadoras para desafios do oceano

02/02/2022 08:00

Foto: Site Fundação Grupo Boticário

O projeto Igaú, iniciativa do Veleiro ECO da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi um dos contemplados pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e a Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Paraná, que irão destinar R$ 3,7 milhões em apoio financeiro para 19 soluções inovadoras para desafios do oceano e regiões costeiras do Brasil. As propostas escolhidas serão executadas ao longo de 12 a 36 meses.

Igaú – que quer dizer alga, em Tupi Guarani – é uma parceria entre a UFSC e Universidade Estadual do Paraná (Unespar) e visa promover a sustentabilidade e resiliência das comunidades estuarinas e costeiras da região de Paranaguá frente aos impactos da poluição. O objetivo do projeto é promover a conservação dos ecossistemas pelo cultivo de algas, conservando e restaurando os serviços ecossistêmicos, como a provisão de alimentos e espaço de lazer. Conforme os idealizadores do projeto, o cultivo e a coleta sustentável de algas gerarão matéria-prima renovável de amplo interesse técnico-econômico e socioambiental com potencial para produção de produtos ecológicos, cuja comercialização será ainda fonte de renda complementar.

“Esse projeto tem uma função social ainda mais relevante de proporcionar conhecimento e soluções alternativas que efetivamente representam formas de resistência local e regional, para tudo isso que a gente está vivendo. Então, pensando desde a poluição até as questões relacionadas às mudanças climáticas, esta iniciativa tem em seu escopo a capacidade de dialogar e nos ajudar em muitos aspectos”, avalia o professor Paulo Horta, docente do Departamento de Botânica do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da UFSC.

O processo de seleção

O processo para seleção das propostas vencedoras consistiu em três etapas. Na primeira, um formulário on-line devia ser preenchido com um descritivo breve sobre a proposta. As 40 ideias mais promissoras foram selecionadas para participar do evento CAMP Oceano, com uma programação que previu capacitação virtual com palestras e workshops para desenvolver, aprimorar e aumentar o impacto da solução. No final do CAMP, 25 soluções seguiram para a Fase 3 em um mês de acompanhamento e apoio de mentores para se fazer o detalhamento da proposta a ser executada.

“A proposta inicial era apenas uma ideia, uma vontade de aproximar a Universidade e as populações originárias de Paranaguá e construir soluções baseadas na natureza com conhecimento local e acadêmico. O CAMP Oceano, por meio da organização e dos mentores, foi fundamental para melhor justificar a proposta, de fato, verificar a sua aplicabilidade e planejar a sua execução nos aspectos técnicos, humanos e jurídicos”, afirma Paulo.

Coordenado pela professora Franciane Pellizzari, da Unespar, o projeto Igaú conta com uma equipe formada por docentes, graduandos e pós-graduandos do Laboratório de Ficologia da UFSC, do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC e da Universidade Estadual do Paraná. O valor aprovado para a iniciativa foi de R$ 240 mil, mas ainda está sujeito à revisão até a implementação. O projeto tem duração prevista de três anos e deve ser implementado já em 2022.

O professor Paulo Horta destaca a importância da conquista e ressalta a participação da equipe do Veleiro ECO no projeto. “A UFSC tem grande satisfação em ter o Veleiro ECO começando sua jornada como plataforma para estender o alcance da Universidade, sobretudo por meio do seu Departamento de Engenharia Mecânica responsável por sua idealização e construção. O projeto é uma grande conquista para ambas as universidades e caminha no sentido da sustentabilidade e do papel das instituições de ensino e pesquisa no Brasil de promoverem o desenvolvimento social e a conservação da natureza”, finaliza.

Maykon Oliveira/Jornalista da Agecom/UFSC

Tags: Departamento de Engenharia MecânicaGrupo BoticárioLaboratório de FicologiaProjeto IgaúUFSCUniversidade Federal de Santa CatarinaVeleiro ECO

Informe Necat: ‘Janeiro de 2022 detém o maior número de casos mensais desde o início da pandemia’

01/02/2022 09:07

O Informe Semanal do Núcleo de Estudos de Economia Catarinense da Universidade Federal de Santa Catarina (NECAT/UFSC), publicado no último sábado, 29 de janeiro, alerta para o recorde de casos de Covid-19 registrados no estado em janeiro deste ano. O documento está disponível na íntegra aqui.
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Tags: coronavírusCovidInforme SemanalNecatNúcleo de Estudos de Economia CatarinensepandemiaUFSC

Sexta edição do Literar terá como tema ‘Legal storytelling’

31/01/2022 15:08

O Grupo de Estudos em Direito e Literatura promove a sexta edição do Literar a partir do dia 22 de fevereiro, com o tema Legal Storytelling. O storytelling é uma ferramenta utilizada amplamente em áreas como Comunicação e Marketing. “Trata-se da arte de contar histórias, em que se busca uma conexão entre comunicador e público-alvo. Em outras palavras, é uma forma de comunicação em que o narrador expõe um fato, utilizando um enredo envolvente e, através dele, estabelece uma conexão com seu ouvinte, a qual lhe causa um efeito”, descrevem os organizadores.

O evento será transmitido pela plataforma Google Meet, com link a ser enviado aos participantes. A reunião inicial será no dia 22 de fevereiro, com uma oficina ministrada pela professora Lívia Sudare (UFBA), e em duas quintas-feiras de março, nos dias 10 e 24, sempre a partir das 17h.

O evento é voltado a toda comunidade universitária. O interessado pode fazer sua inscrição neste link.

Mais informações em literar.paginas.ufsc.br

Tags: DireitoLiterarstorytellingUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

UFSC Joinville: Mestrado em Engenharia e Ciência Mecânicas recebe inscrições até 11 de fevereiro

31/01/2022 14:00

O Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Ciências Mecânicas (Pós-ECM), do Campus Joinville da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), publicou o edital para seleção de candidatos ao curso de mestrado, com início no primeiro semestre de 2022.

Serão ofertadas 22 vagas, nas áreas de concentração: Desenvolvimento de Sistemas de Engenharia, Materiais e Fenômenos de Transporte. Para a inscrição no processo seletivo, o candidato deverá ser portador de diploma de nível superior em Engenharia, Ciências Exatas e da Terra, ou Áreas Tecnológicas com carga horária mínima de 2.400 horas.

As inscrições podem ser feitas até o dia 11 de fevereiro de 2022. Os alunos do programa poderão se candidatar a bolsas de estudo, participar de projetos de pesquisas com grandes empresas, realizar intercâmbio para cursar disciplinas e/ou realizar estágio no exterior, dentre outras oportunidades.

O edital tem reserva de vagas previstas pelas políticas de Ações Afirmativas da UFSC. Serão asseguradas vagas para candidatos negros (pretos e pardos), indígenas e pessoas com deficiências.

Mais informações sobre o processo seletivo estão disponíveis aqui.

Texto: Comunicação Institucional – UFSC Joinville

Tags: joinvillePós-Graduação em Engenharia e Ciências MecânicasUFSCUFSC JoinivilleUniversidade Federal de Santa Catarina

SeTIC traz orientações para gravação de atividades com fim da funcionalidade no pacote Google disponível para UFSC

31/01/2022 13:58

A Superintendência de Governança Eletrônica e Tecnologia da Informação e Comunicação (SeTIC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) comunicou que os usuários do pacote Google que a UFSC utiliza não terão mais disponíveis alguns itens a partir de janeiro de 2022, dentre os quais a gravação de videoconferências. Segundo a SeTIC, a UFSC continua dispondo da solução da Google, mas sem a possibilidade de gravação.

Assim, com o fim da funcionalidade de gravação disponibilizada pela ferramenta Google Meet, a Universidade recomenda que todas as atividades que necessitam de gravação (aulas, reuniões, defesas, etc.) passem a utilizar o recurso disponível pela RNP, ou seja, a Conferência Web e sua integração com o Moodle.

Para utilização desse serviço, a SeTIC apresenta informações em seu Catálogo de Serviços e destaca que a gravação é liberada por padrão na integração com o Moodle, dispensando qualquer liberação de permissão. “Caso, mesmo assim, a preferência seja pelo uso da plataforma Google Meet, faz-se necessário a utilização de outra ferramenta para gravação dos eventos. Existem diversas ferramentas disponíveis, e cada usuário pode optar pela que melhor atenda aos seus objetivos”, orientou a Superintendência em comunicado nesta segunda-feira, 31 de janeiro.

Os atendimentos relacionados à plataforma Conferência Web devem ser direcionados ao e-mail atendimento@rnp.br. Dúvidas e demais atendimentos sobre serviços da SeTIC podem ser encaminhados via Portal de Chamados da SeTIC.

> Leia a íntegra do comunicado:

Orientações para gravações de aulas e reuniões

Ao longo desses dois anos de trabalho e ensino remoto as instituições foram forçadas a se reinventarem para poder continuar com a excelência dos serviços ofertados, mesmo com a mudança repentina na forma de trabalho. Nesse contexto, a tecnologia, dentre elas as ferramentas de videoconferência, tiveram papel fundamental.

No caso da UFSC, desde antes da pandemia já dispúnhamos de plataforma de vídeo, utilizada principalmente em defesas de teses e dissertações, a qual era desenvolvida pela RNP. Porém, no início, com o aumento repentino da demanda pela solução por instituições de todo o Brasil, tal plataforma enfrentou alguns problemas de instabilidade. Portanto, como uma alternativa, a UFSC assinou acordo de parceria com a Google e passou a dispor também da solução Google Meet e, em conjunto, as soluções ofertaram as condições para que nossas atividades fossem exercidas com a qualidade que é nossa marca reconhecida.

Ao longo do último ano a Google informou todos os usuários do pacote do qual a UFSC dispõe que alguns itens não estariam mais disponíveis a partir de janeiro de 2022, dentre os quais destaca-se a gravação das videoconferências. A UFSC continua dispondo da solução da Google, mas sem a possibilidade de gravação.

Assim, com o fim da funcionalidade de gravação disponibilizada pela ferramenta Google Meet, a UFSC recomenda que todas as atividades que necessitam de gravação (aulas, reuniões, defesas, etc.), passem a utilizar a ferramenta disponibilizada pela RNP, ou seja, a Conferência Web e sua integração com o Moodle. Isso porque esta plataforma passou por muitas melhorias ao longo desses dois anos e hoje consegue suportar as demandas da nossa instituição.

Para utilização desse serviço, a SeTIC disponibiliza informações em seu Catálogo de Serviços. Destaca-se que a gravação é liberada por padrão na integração com o Moodle, dispensando qualquer liberação de permissão.

Caso, mesmo assim, a preferência seja pelo uso da plataforma Google Meet, faz-se necessário a utilização de outra ferramenta para gravação dos eventos. Existem diversas ferramentas disponíveis, e cada usuário pode optar pela que melhor atenda aos seus objetivos.

O LED/UFSC compilou um material completo sobre diversas ferramentas de apoio ao ensino remoto, no qual você encontra as principais características do software, vantagens e desvantagens, além de um vídeo com a etapa de inserção de cenas e fontes na ferramenta.

Atendimentos relacionados à plataforma Conferência Web devem ser direcionados ao e-mail atendimento@rnp.br. Dúvidas e demais atendimentos sobre serviços da SeTIC podem ser encaminhados via Portal de Chamados da SeTIC.

Tags: Google MeetSeTICSuperintendência de Governança Eletrônica e Tecnologia da Informação e Comunicação (SeTIC)UFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Pesquisa da UFSC pode ajudar a reconstruir propriedades do oceano através de dados sísmicos

31/01/2022 11:25

Equipamento do estudo sendo lançado no oceano (Fotos: Luiz Antonio Pereira de Souza)

Uma pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina pode ajudar a reconstruir as propriedades do oceano e beneficiar a indústria nacional. O estudo, conduzido de forma multidisciplinar, é relacionado ao campo da Oceanografia Sísmica – e possibilita, por meio de registros sísmicos, que se obtenha a velocidade do som na coluna de água, sua temperatura e salinidade, em detalhes, gerando dados sobre o desconhecido oceano.

A ideia é incorporar uma nova metodologia para posicionar os campos de óleo de forma mais precisa. Para isso, os pesquisadores tradicionalmente utilizam equações que incorporam medidas da temperatura e da salinidade da água, mas a possibilidade de utilizar a velocidade do som, por meio de seus registros sísmicos, pode definir a posição dos poços e também captar outros dados e registros desconhecidos presentes nas águas, com maior resolução espacial.

Por analogia, o trabalho pode ser considerado semelhante ao que se vê nas técnicas de ultrassom médico. Fontes acústicas emitindo pulsos e disparos, dispostas na coluna de água, irão gerar uma onda acústica – um som – , em que cada pulso é um evento registrado. O perfil da velocidade do som na coluna de água é formado a partir da geração de milhares de imagens a cada disparo destes. O estudo é financiado pela Petrobras com base na participação especial, de acordo com a Lei Nº 9.478, de 6 de agosto de 1997, que estabelece para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a atribuição de estimular a pesquisa e a adoção de novas tecnologias para o setor. A coordenação é do professor Antonio Henrique da F. Klein.

Hoje, por exemplo, para fazer esse trabalho e identificar a temperatura, salinidade e velocidade do som no oceano, é necessário que uma embarcação totalmente parada libere e recupere um cabo contendo vários sensores. Além de toda a logística para a obtenção de dados pontuais, o tempo também se torna um fator a ser considerado, já que essa ação ocorre espaçada por quilômetros, em média, a depender da malha escolhida para os cruzeiros.

“O uso da sísmica de reflexão para prospecção e monitoramento geológico é uma prática comum na indústria de petróleo para a caracterização das propriedades físicas de rochas e fontes de hidrocarbonetos que estão alocados abaixo do substrato terrestre”, contextualiza o pesquisador Francisco Carlos Lajus Junior. Esta técnica, segundo ele, quando aplicada à coluna de água, também permite a visualização de grandes estruturas oceânicas, em um nível de detalhe muito maior do que técnicas mais comuns.

De acordo com o pesquisador, assim como a atmosfera, o Oceano está dividido em várias camadas – onde os processos ainda são desconhecidos mesmo pela ciência. Conhecer melhor essas propriedades por meio das técnicas da oceanografia sísmica também possibilita predições mais concretas. Lajus vê o desenvolvimento desta técnica como uma possibilidade tanto de atender à área mais acadêmica de estudos do comportamento oceânico e da sua relação climática, como também à indústria, já que oportuniza a caracterização do que ocorre durante a exploração e produção de poços de petróleo, contribuindo com o desenvolvimento sustentável ao oferecer mais precisão aos processos.

Frentes de trabalho

Foto: Luiz Antonio Pereira de Souza

O projeto busca integrar diversas frentes científicas, envolvendo campos como os da oceanografia física, processamento e tratamento de sinais sísmicos, simulação numérica de propagação de ondas e estudos de técnicas de inversão. A finalidade geral é aprimorar as técnicas para a reconstrução das propriedades do oceano e caracterização do seu comportamento.

O estudo envolve três frentes de trabalho, sendo a primeira interessada na oceanografia física. Os dados sobre o comportamento do oceano em um determinado local e período de tempo serão obtidos de fontes diversas e analisados buscando-se extrair padrões. “Todas estas informações servem como subsídio no desenvolvimento das outras frentes, seja como forma de validação dos resultados, ou de caráter complementar, buscando uma melhoria na reconstrução destas estruturas”, explica o pesquisador.

A equipe também atua estudando os dados de Ocean Bottom Nodes (OBNs), equipamentos compostos de sensores colocados no fundo oceânico durante um monitoramento sísmico. “Temos uma hipótese de que estas mesmas reflexões, que podem ser captadas na superfície do oceano em levantamentos tradicionais, onde cabos são rebocados junto com uma embarcação, possam talvez ser percebidas também por estes nodes”. Se a hipótese for confirmada, deve levar benefícios diretos para a indústria de óleo e gás.

Ainda, a pesquisa busca o desenvolvimento de novas formas de processamento e aplicação em técnicas de inversão de dados da sísmica de reflexão para a recuperação das propriedades oceânicas. De acordo com Lajus, o Brasil tem um acervo extenso destes dados, que podem ser investigados e usados para uma melhor caracterização do comportamento do mar em praticamente toda a costa brasileira. “Acreditamos que isto possa ser o início do desenvolvimento de técnicas voltadas a uma maior caracterização do comportamento oceânico considerando mais variáveis, contribuindo assim tanto para o desenvolvimento da indústria nacional como o bem estar social e ambiental, que é igualmente necessário”, pontua.

Amanda Miranda/Jornalista da Agecom/UFSC

Tags: comportamento do oceanodados sísmicosOceanografia sísmicaVelocidade do som na coluna de água

Projeto de extensão ‘A partilha do sensível: musicando e poetizando a Universidade’ inicia nova temporada de postagens artísticas

27/01/2022 16:11

Inspirados pela poesia de Thiago de Mello – “Faz escuro mas eu canto, porque a manhã vai chegar” –, o projeto de extensão “A partilha do sensível: musicando e poetizando a Universidade” inicia nova temporada com postagens artísticas dos integrantes de todos os campi da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
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Tags: partilha do sensívelSecretaria de Cultura e ArteThiago de MelloUFSC

Abertas inscrições para Curso de Especialização em Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas Não-Transmissíveis

25/01/2022 12:24

Estão abertas as inscrições para o processo seletivo classificatório de ingresso no Curso de Especialização em Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas Não-Transmissíveis, na modalidade de Ensino à Distância (EaD), oferecido pelo Departamento de Enfermagem do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

O curso é gratuito e destina-se a portadores de diploma de curso de graduação na área da saúde, reconhecidos pelo MEC, atuante na Rede Integrada do SUS de Santa Catarina, prioritariamente: (1) Gestores da Atenção Básica; (2) Equipes de Saúde da Família; (3) Equipes de Atenção Primária; (4) Equipes de NASF; (5) Equipes de Saúde Bucal; (6) Pólos da Academia da Saúde; e (7) Atuantes junto a povos e comunidades tradicionais, quilombolas e povos indígenas – Distritos de Saúde Especial Indígena.

Os candidatos devem ser profissionais de saúde, lotados em serviços de assistência em saúde e, preferencialmente, do quadro efetivo dos serviços de saúde nos níveis municipal ou estadual de Santa Catarina. Serão ofertadas 600 vagas, distribuídas em seis pólos. Os demais candidatos homologados e aprovados comporão cadastro de reserva.

As inscrições ficam abertas até 31 de janeiro e o edital completo pode ser acessado neste link.

Mais informações em https://dcnt.paginas.ufsc.br/

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Laboratório de Moluscos Marinhos comunica disponibilidade de sementes de ostras do pacífico para comercialização

25/01/2022 12:04

O Laboratório de Moluscos Marinhos (LMM), que integra o Departamento de Aquicultura do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), comunica a disponibilidade de sementes de ostras do pacífico excedentes produzidas por sua unidade de pesquisa, extensão e ensino, situada na Estação de Maricultura Prof. Elpídio Beltrame, na Servidão dos Coroas, nº 503, na Barra da Lagoa, em Florianópolis.

Em atendimento à Portaria Normativa no 68/2016/GR, de 23 de fevereiro, que regulamenta essa atividade no âmbito da UFSC, torna pública a oferta para comercialização do excedente que não foi aproveitado pelas unidades universitárias.

Encontra-se disponível para venda um lote de 3.205.000 sementes diploides de ostras do pacífico, ao valor de R$ 32,00 o milheiro. O valor do milheiro é baseado no histórico de custos do Laboratório de Moluscos Marinhos e no preço praticado por laboratório privado em Santa Catarina.

Mais informações pelo telefone: (48) 9 9972 2791

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Grupos de pesquisa da UFSC divulgam nota sobre assessoramento jurídico em rompimento de barragem na Lagoa da Conceição

25/01/2022 10:00

O Grupo de Pesquisa em Direito Ambiental e Ecologia Política na Sociedade de Risco (GPDA) e o Observatório de Justiça Ecológica (OJE), ambos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), divulgaram uma nota nesta terça-feira, 25 de janeiro, data que marca um ano desde o rompimento de uma barragem na Lagoa da Conceição, em Florianópolis. O episódio afetou a qualidade da água naquele ecossistema e causou danos às dunas e restingas do Parque Natural Municipal das Dunas da Lagoa, atingindo dezenas de residências com o esgoto proveniente de resíduos de uma estação de tratamento.

No texto, intitulado “Irresponsabilidade organizada na Lagoa da Conceição: Danos ambientais após 01 Ano do desastre ecológico e social do rompimento da barragem”, os autores salientam que, no período decorrido, o Poder Público “sequer apreciou quaisquer medidas efetivas para reversão do perecimento da Lagoa, fato esse que resultou na continuidade do quadro de irresponsabilidade organizada”.

O GPDA e o OJE, de forma transdisciplinar e gratuita, assessoram juridicamente entidades da sociedade civil que ajuizaram Ação Civil Pública (ACP) para que o Poder Judiciário exija do Poder Público o amparo em medidas estruturais. “O objetivo é a implementação de um sistema de governança socioecológica para uma gestão interconectada de proteção, controle e fiscalização dos impactos presentes e futuros vinculados à integridade ecológica da LC [Lagoa da Conceição]”, traz a nota.

> Acesse AQUI a íntegra do texto

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Necat lança nova edição de informe semanal sobre Covid-19 em SC

24/01/2022 17:44

Foi publicado na última sexta-feira, 21 de janeiro, a nova edição do Informa Semanal Necat sobre Covid-19 em SC. O trabalho do Núcleo de Estudos de Economia Catarinense trata da evolução de alguns indicadores relativos ao comportamento da pandemia no estado, como a evolução agregada da doença, dos casos ativos de forma agregada e segmentada pelas mesorregiões e a dos óbitos em Santa Catarina.

De acordo com o texto, a partir do início de 2022 ocorreu uma expansão da pandemia da Covid-19, que está sendo acompanhada por uma epidemia de Influenza (H3N2). A consequência foi a elevação do número de pessoas que tem procurado atendimento junto às estruturas de saúde, especialmente nas três primeiras semanas deste ano.

“Esse processo revelou que no corrente ano 114.561 pessoas foram contaminadas pela Covid-19, sendo que 53.527 delas foram contaminadas na terceira semana de janeiro/22, representando uma média 7.647 casos/dia na referida semana. Já os casos ativos atingiram o patamar de 64.821 pessoas que permaneciam com a doença na data considerada. (…) Do ponto de vista regional, nota-se que 28,5% dos doentes se localizavam na Grande Florianópolis; 17% no Planalto Norte-Nordeste; 14% no Sul; 12,5% na Grande Oeste; 125 no Meio oeste e Serra; 10% no Vale do Itajaí e apenas 6% na Foz do Itajaí”, traz o informe.

Para a elaboração do trabalho são utilizados os dados disponibilizados pelo Governo do Estado por meio dos boletins divulgados diariamente pela Secretaria Estadual da Saúde, além de informações obtidas em outras fontes, especialmente no Ministério da Saúde.

O texto completo pode ser acessado no site do Necat, onde também podem ser encontrados os informes anteriores.

Tags: coronavírusCovid-19NecatNúcleo de Estudos da Economia Catarinense (Necat)pesquisa coronavírusUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Prodegesp comunica disponibilidade para alteração de dados cadastrais no SouGov.br

24/01/2022 16:59

A Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp) da Universidade Federal Santa Catarina (UFSC) comunicou que já é possível aos servidores alterarem seus dados cadastrais como endereço, titulo de eleitor, nacionalidade, UF de nascimento, raça/cor, grupo e fator sanguíneos, estado civil, e-mail e telefone, através do aplicativo SouGov.br ou pelo site https://sougov.economia.gov.br/.

> Saiba como realizar a alteração de dados cadastrais

O aplicativo SouGov.br, desenvolvido pelo Governo Federal, está substituindo o aplicativo Sigepe Mobile e outros sistemas como o Sigepe Gestor, Sigepe Talento e Sigepe Servidor, gradativamente. O objetivo é tornar o SouGov.br um canal único de atendimento a direitos e benefícios gerados em função da relação de trabalho com a Administração Pública Federal.

Mais informações na página da Prodegesp

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Lançada segunda edição do curso ‘Caminhos e perspectivas de estudar na Itália’

24/01/2022 13:49

O Núcleo Institucional de Línguas e Tradução (NILT), da Secretaria de Relações Internacionais (Sinter) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), promove entre os meses de fevereiro e março a segunda edição do curso Caminhos e perspectivas de estudar na Itália – leitura e compreensão de editais em língua italiana. A iniciativa tem o objetivo de instrumentalizar graduandos, pós-graduandos, técnicos e professores para a compreensão de editais de bolsa de estudo em instituições educacionais italianas.

O período de inscrições inicia nesta segunda-feira, 24 de janeiro, e encerra-se no dia 6 de fevereiro. O curso dispõe de 50 vagas. Não é necessário ter conhecimento prévio da língua italiana e o edital promovido pelo Governo Italiano tem limitação de idade.

> Clique aqui para se inscrever

O curso será ministrado pelos professores Cleide Giacomelli Borraz e Telmo Clos Ambrosini, e a atividade é coordenada pela professora Daniela Bunn. Os alunos homologados receberão o link de acesso no dia 07 de fevereiro, com o espaço Moodle será aberto no dia seguinte. As aulas síncronas ocorrerão via plataforma BBB do Moodle em três encontros, às terças-feiras, das 10h às 11h30, nos dias 15/02 (Módulo 1), 22/02 (Módulo 2 e 3) e, depois do recesso de Carnaval, no dia 08/03 (Módulo 4), com o encerramento do curso no dia 14/03.

Mais informações na página da Sinter.

 

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Nota de pesar: falece Jairo Vieira, médico aposentado do HU

24/01/2022 13:34

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) comunica, com pesar, o falecimento de Jairo Vieira, servidor médico aposentado do Hospital Universitário, ocorrido em Florianópolis, na última sexta-feira, 21 de janeiro, aos 72 anos, por enfisema pulmonar. O sepultamento foi realizado no fim de semana.

Especialista em cirurgia geral, clínica cirúrgica e medicina desportiva, Jairo Vieira formou-se em 1976, pela UFSC, onde também concluiu mestrado em Ciências Médicas, em 2004, e atuou como professor auxiliar, além de ser orientador na residência de Clínica Cirúrgica.

Foi diretor do Hospital Florianópolis (1995-1998) e trabalhou também no Hospital Governador Celso Ramos. Foi conselheiro do Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina por 19 anos e foi professor na faculdade de Medicina da Unisul, em Tubarão, e depois no campus Pedra Branca, em Palhoça.

Em luto, a comunidade universitária solidariza-se com a família, os colegas e os amigos do médico Jairo Vieira.

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Subnotificação, descaso e falta de dados: pesquisadores denunciam problemas da pandemia nas prisões

24/01/2022 13:09

Um ambiente nefasto para a proliferação de doenças infecto-contagiosas – é dessa forma que a pesquisadora Marília Budó, professora do departamento de Direito da Universidade Federal de Santa Catarina, resume o sistema penitenciário brasileiro do ponto de vista físico diante da pandemia de Covid-19. Mas o problema não para por aí: além da superlotação, das péssimas condições de higiene e saneamento básico e da pobre alimentação dirigida às pessoas presas, a ausência de dados e informações precisas sobre como a doença foi assimilada pelo sistema nos últimos anos agrava ainda mais a questão. Um grupo de pesquisadores desnuda esse cenário caótico em dois documentos lançados pelo projeto Infovírus: prisões e pandemia, que além da UFSC envolve estudiosos de outras cinco instituições e pesquisadores autônomos.

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O projeto, criado ainda em 2020, primeiro ano da pandemia, teve o objetivo de acompanhar, registrar, analisar e divulgar informações sobre a situação dos presídios, incluindo análises de informações públicas disponíveis no Painel de Monitoramento dos Sistemas Prisionais. O acompanhamento desses dados, entretanto, revelou uma série de distorções e problemas elencados nos documentos Política de Morte: Registros e Denúncias sobre Covid-19 no Sistema Penitenciário Brasileiro e De Olho no Painel do Depen: Análise de Informações de Estado sobre a Covid-19 nas Prisões. “O problema da falta de dados sobre mortes e adoecimentos – físicos e mentais – dentro de unidades prisionais já existia antes da crise da Covid-19. Ela se agravou dramaticamente neste contexto, quando as políticas de testagem em massa, isolamento e vacinação eram e são ainda as únicas ferramentas possíveis para conter o vírus”, explica Marília.

Justamente por isso, a proposta dos pesquisadores foi desenvolver um projeto de checagem de informações e de divulgação científica do acúmulo das pesquisas do campo criminológico crítico sobre penas e prisões no Brasil. Ao mesmo tempo, a equipe também recebia denúncias de amigos e familiares a respeito da falta de informações sobre os detentos. O ‘isolamento dentro do isolamento’ impediu que as pessoas privadas de liberdade tivessem contato esporádico com as famílias por meio das visitas semanais. “Há uma desumanização das pessoas em prisão, o que conduz a uma facilitação a políticas e decisões que têm como resultado o adoecimento e a morte”, indica Marília.

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A equipe trabalhou com um conjunto de 74.676 dados públicos. No início do acompanhamento, em abril de 2020, 162 casos eram notificados como suspeitos, com 25.228 sendo anunciados um ano depois, data de corte do projeto. Também em abril de 2020, 51 foram confirmados – número que aumentou mais de mil vezes em um ano. Já a primeira morte confirmada surgiu no painel em 18 de abril de 2020 e chegou ao número de 168 um ano depois.

O projeto divulgou essas informações publicamente, no site e em redes sociais. Nesse processo, também denunciou os momentos em que havia ausência de atualização nas informações públicas, como ocorreu durante mais de seis meses com os números do Estado da Paraíba. “O que notamos claramente é a proposital indiferença em relação à morte e ao sofrimento das pessoas que de alguma maneira têm suas vidas marcadas pelo cárcere, sejam elas pessoas privadas de liberdade, sejam elas parentes, esposas, companheiras, que vivenciaram durante meses a ausência de informações sobre seus entes queridos”, destaca a pesquisadora.


Descontinuidade nos dados

Conforme o relatório, os estados que mantiveram maior regularidade na periodicidade de atualização dos dados públicos foram Santa Catarina, em que o maior período na qual ficou mantida a mesma informação foi de 14 dias, Maranhão, com 16 dias e Rio Grande do Sul, com 18 dias. Nos demais, a equipe reconhece uma descontinuidade no preenchimento das informações sobre o sistema penitenciário. “Diante do que foi aqui observado, os dados dispostos no painel do Depen não condizem com a realidade da infecção pelo vírus no sistema prisional brasileiro. Entretanto, quando o sistema do painel do Depen não é alimentado, não se trata simplesmente de plausível minimização dos fatos por parte dos gestores, mas igualmente de informação negada à população”, denuncia o documento.

O relatório indica que diversos problemas no painel foram registrados ao longo do monitoramento: “desde a negação da informação – dados que possivelmente não foram preenchidos –, até dados que apareciam e, depois, simplesmente sumiam, através de ‘apagões’ no sistema, inconsistências que se caracterizam, principalmente, pela falta de regularidade na atualização dessas informações no sistema”.

As análises dos pesquisadores também desenham um cenário “deflagrado de subnotificação”, expresso nos documentos do projeto. Os números muito baixos comparados ao cenário publicizado da pandemia são altamente questionáveis para a equipe do Infovírus. Em junho de 2021, por exemplo, a equipe registrou a possibilidade de subnotificação em Santa Catarina, já que havia um alto número de contaminações e um baixo volume de testagem. “A própria testagem aconteceu em regra apenas quando o preso já estava há dias com sintoma de Covid, e não por acaso vários surtos decorreram da falta da testagem em massa”, contextualiza Marília.

OMS recomendou que a população privada de liberdade estivesse entre os grupos prioritários na vacinação (Foto: Pixabay)

Além disso, ela aponta o atraso para a chegada da vacina nas prisões como um fator importante do agravamento da pandemia no cárcere, o que reforça a ideia de desumanização dos detentos. A professora lembra que a Organização Mundial de Saúde recomendou que a população privada de liberdade estivesse entre os grupos prioritários por conta do risco elevado de surtos nesses locais, e o Ministério da Saúde atendeu a essa recomendação.”Mas após manifestações terríveis de pessoas oportunistas no campo político que apostam na desumanização da população privada de liberdade como forma de obtenção de seguidores e votos, os presos foram em vários lugares deixados para o final da campanha de vacinação. Mesmo os presos idosos e com doenças crônicas foram em vários lugares vacinados depois da população livre. Ou seja, temos poucos bons exemplos e muitos maus exemplos do que ocorreu”.

A falta de comprometimento com a garantia do direito à informação sobre a realidade da Covid-19 no sistema prisional é considerada, nos documentos, um reflexo imediato de de um “projeto vigente”. “Entendemos que não se trata de mera negligência, mas a continuidade de uma política de gestão de morte através do cárcere, que manteve as mesmas lógicas e ferramentas jurídicas para negar a liberdade e, com isso, a vida a pessoas que eram dos grupos de risco e mesmo as que não eram e morreram em decorrência da indiferença em relação a essas mortes”, pontua Marília.

A professora se refere precisamente à análise de instrumentos jurídicos que poderiam prever a liberação de detentos que estivessem ameaçados pela doença, mas que tiveram esse direito recusado. “O que predomina nessas atitudes – tanto do Executivo quanto do Judiciário – é um discurso de defesa social, ou seja, de entender pessoas privadas de liberdade como um perigo, um risco, em alguns casos equiparado ao próprio risco atribuído ao vírus”, reflete.

Orientação não foi cumprida

De acordo com Marília, o Conselho Nacional de Justiça, ainda em março de 2020, publicou a Recomendação nº62, que deveria ter sido seguida pelo Judiciário. “A recomendação orientava juízes e administração pública a promoverem políticas de testagem em massa, isolamento/distanciamento, através da redução da superpolução dos presídios com a conversão de prisões de pessoas de grupos de risco e prisões domiciliares, ou ainda, com antecipação de progressão de regime para quem tivesse cumprido os demais requisitos’, lembra.

Apesar disso, conforme a pesquisadora, em poucos lugares a recomendação surtiu algum efeito. “O que temos visto no estudo dos processos judiciais é uma postergação insustentável do momento de concessão da liberdade (ou prisão domiciliar, ou progressão antecipada) que chega (quando chega) apenas no momento em que o preso já está na UTI entubado e de lá já não retornará para lugar algum”, lamenta.

Por isso, segundo ela, somadas às características da prisões brasileiras – espaços propícios para todo o tipo de epidemia e bastante violentos – pratica-se, via de regra, “um tipo de gestão de morte”. A professora comenta que estudos acadêmicos têm trazido o tema à tona – há, por exemplo, uma forte linha de pesquisa no campo da antropologia e da sociologia que investiga o desaparecimento de pessoas no interior do sistema carcerário. “Esse tipo de instituição terrível somente é possível por conta da desumanização racista que atravessa esse sistema e naturaliza o adoecimento e a morte dessas pessoas, assim como o sofrimento das suas familiares”, evidencia.

Marília cita medidas pontuais possíveis para a minimização dos problemas: a redução da população carcerária; a atuação preventiva no campo da saúde, com testagem em massa, boa alimentação para garantir uma boa imunidade, melhores condições sanitárias e a vacinação prioritária.

Mais sobre o projeto

O Infovírus: prisões e pandemia reúne pesquisadores e pesquisadoras com diferentes formações, de diferentes áreas do conhecimento, para monitorar os dados, notas técnicas, comunicações e informações prestadas por instâncias oficiais, além de entrevistas e discursos políticos sobre a pandemia de Covid-19 no sistema penitenciário brasileiro. As informações foram sempre confrontadas com relatos dos familiares de pessoas privadas de liberdade, denúncias dos movimentos sociais e das defensorias públicas. Até julho de 2021, o Infovírus publicou 47 postagens informando mortes de pessoas presas e servidores em decorrência da Covid-19.

O projeto é feito por pesquisadores autônomos e equipes ligadas a grupos de pesquisa da Universidade de Brasília, Universidade Federal de Pernambuco, Universidade Católica de Pernambuco, Universidade Estadual de Feira de Santana, Universidade do Estado da Bahia, Universidade Federal de Santa Catarina e da Universidade Federal de Santa Maria. Também tem apoio da Rede Justiça Criminal, Open Society Foundantions, ISER, Justa e Fundo Brasil.


Amanda Miranda, jornalista da Agecom/UFSC

Tags: Covid-19direitos humanosInfovírus: prisões e pandemiaPainel de Monitoramento dos Sistemas PrisionaispandemiaprisõesRecomendação nº62