O Dicionário Bibliográfico de Literatura Italiana Traduzida no Brasil (DBLIT) é o resultado de um projeto de pesquisa desenvolvido, desde 2010, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e pela Universidade de São Paulo (USP). Com a proposta de reunir o maior número de dados possível sobre literatura italiana traduzida no país, o catálogo apresenta para cada obra um detalhamento bibliográfico, que é acompanhado por informações sobre os autores italianos. A equipe envolvida é variável – mais de 40 pesquisadores já trabalharam no projeto – e sempre composta por professores, alunos de pós-graduação e graduação, e técnicos especializados.
O ponto de partida para elaboração do projeto foi pensar a literatura traduzida como parte integrante da história do sistema da literatura de chegada, sendo sua história fundamental para a formação e as transformações da história literária. Nesse sentido, uma entrada importante são os paratextos (prefácio, posfácio, apresentação, ilustração etc.), como também algumas capas que falam muito sobre como uma determinada obra foi acolhida e passou a circular no Brasil.
O DBLIT estreou recentemente uma nova interface, devido aos interesses comuns do Núcleo de Estudos Contemporâneos de Literatura Italiana (NECLIT) e do Núcleo de Pesquisa em Informática, Literatura e Linguística (NUPILL). Os dados do Dicionário foram migrados para a plataforma do NUPILL, com o apoio do Laboratório de Pesquisa em Sistemas Distribuídos, e a consulta dos dados está disponível para qualquer tipo de usuário, desde o leitor curioso até pessoas do mercado editorial, tradutores ou pesquisadores especialistas.
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Atol das Rocas, no Rio Grande do Norte. Foto: Marina Sissini
Estudos desenvolvidos por pesquisadores brasileiros propuseram um novo número de espécies de algas calcárias vermelhas encontradas na costa do país, importantes formadoras de recifes que servem de abrigo para inúmeras espécies marinhas. Os trabalhos foram publicados nas revistas Coral Reefs e European Journal of Phycology.
De acordo com notícia publicada pela Agência Fapesp nesta segunda-feira, 7 de fevereiro, o sequenciamento genético de exemplares coletados ao longo do litoral e das ilhas oceânicas brasileiras apontou que pelo menos 79 espécies ocorrem no Brasil. O trabalho possibilitou ainda mapear a distribuição dessas algas e apontar regiões com maior importância para conservação. O grupo também descreveu sete novas espécies e um novo gênero, cujos nomes homenageiam povos originários de cada região em que as algas foram encontradas.
“Essas algas são as maiores formadoras de recifes do Atlântico Sudoeste. O único atol do Brasil, o das Rocas [no Rio Grande do Norte], por exemplo, é majoritariamente construído por elas, diferentemente de outros que são formados por corais”, conta Marina Nasri Sissini, primeira autora do artigo publicado na Coral Reefs. Ela realizou os trabalhos como parte de seu doutorado no Programa de Pós-Graduação em Ecologia na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
> Leia a íntegra da notícia no site da Fapesp.
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O Colégio de Aplicação da UFSC é um dos destaques da revista Pesquisa FAPESP, uma das mais importantes agências de fomento da valorização dos resultados da produção científica e tecnológica brasileira.
A Revista tem uma tiragem por volta de 30.000 exemplares e é resultado da evolução editorial do informativo Notícias FAPESP. Lançado em agosto de 1995, o informativo começou com uma distribuição gratuita para os pesquisadores paulistas, gestores da política nacional de ciência e tecnologia e jornalistas.
Confira a matéria completa no link https://revistapesquisa.fapesp.br/2019/08/07/conhecimento-articulado/
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